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87% dos internautas gostariam de comprar em supermercado sem caixa

O brasileiro está preparado para comprar em um supermercado sem caixa, com cobrança online? Uma pesquisa do IBOPE Conecta realizada com internautas revela que 87% deles comprariam nessa situação, pois acham que seria mais prático, mais rápido e gostam de novas experiências de compra. Para os 13% que não comprariam, o motivo é o receio de não ter alguém para solucionar um problema e por não parecer tão seguro.

Outra opção de cobrança, o totem, como já existe nos estacionamentos de shoppings, precisa de um pouco mais de incentivo, pois 45% dos entrevistados afirmam nunca ter usado o totem quando disponível em algum ponto de atendimento. Entre os que já usaram, a ferramenta agrada: 61% acham mais prático e 45% dizem que o atendimento é mais rápido, além dos 15% que preferem não falar com um atendente.

A pesquisa também questionou sobre as Guide Shops, estabelecimentos como uma vitrine de produtos, geralmente ligados a um e-commerce. Por enquanto, são desconhecidas no Brasil, já que 80% dos entrevistados nunca ouviram falar nesse tipo de loja, mas gostariam de comprar. Para os 14% que afirmam que não comprariam, os principais motivos são receio do produto vir errado ou com defeito, não levar o produto para a casa na hora e a falta de confiança nesse tipo de serviço. Os poucos (4%) que já compraram nessas lojas, gostaram: 70% ficaram satisfeitos com a experiência.

Outro método que começa a aparecer em maior número no país é o de pagar apenas aproximando o celular da maquininha. Mais da metade dos internautas brasileiros (57%) já ouviram falar desse tipo de pagamento, mas nunca o utilizaram. Outros 31% também não conhecem, mas ficaram interessados em utilizar. Por enquanto, apenas 2% já utilizaram, sobretudo em lojas de roupas e supermercado.

O IBOPE Conecta também perguntou qual o sistema de pagamento inovador preferido do internauta. Pagar com a biometria é o escolhido por metade dos entrevistados (48%), seguido de pagar com o celular (27%) e reconhecimento facial (12%). Apesar do desejo de avanço tecnológico, 42% acreditam que o Brasil não tem capacidade de ter essas tecnologias como lojas sem atendentes, pagamentos via celular e outros. Também há a barreira cultural: 64% preferem pagamento com cheque e 49% preferem o sistema de carnê/boleto bancário (as respostas eram de múltipla escolha).

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi realizada de 8 a 13 de março, com 2.000 internautas das classes A, B, C e D, de todas as regiões do Brasil.

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Programa de qualidade de dados e de impressão do código de barras evita perdas no varejo

Abras lança iniciativa nacional, com apoio da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, para disseminar adoção de padrões de identificação nos supermercados

Uma cena comum nos supermercados é ainda ver os operadores de caixa digitando a numeração do código de barras porque a falta de qualidade de impressão impede a captação pelo leitor óptico. Quando isso acontece, há uma perda média de 26% da produtividade nos checkouts, aponta estimativa da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil. Já os erros cadastrais entre varejo e indústria podem causar prejuízos de R$ 1 bilhão por ano, segundo a GS1 UK e Cranfield School of Management.

Para evitar que dados imprecisos ou incorretos comprometam a operação das lojas e, consequentemente, a lucratividade dos negócios, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), com apoio da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, inicia um programa para apoiar o varejo brasileiro a vencer os desafios de um cadastro consistente com dados qualificados e produtos com código de barras que garantam agilidade de leitura. O projeto foi lançado durante a abertura da Exposuper ACATS, em Santa Catarina, no dia 18 de junho, com a assinatura oficial do termo de cooperação.

Na prática, trabalhar com dados equivocados tem alto impacto nos custos em diversas áreas, como erros de pedido de compras, problemas de gerenciamento de categorias, falta de produtos nas gôndolas, duplicidade de mercadorias no sistema e imprecisão no estoque. Por isso, a Abras entende que a qualidade dos dados cadastrais precisa ser trabalhada como pauta prioritária nos supermercados e busca o apoio técnico da GS1 Brasil para a disseminação dos padrões globais de identificação na captura de dados e compartilhamento de informações.

No caso das regras que impactam na qualidade do código, um dos principais itens que merece atenção especial são as cores. Barras pretas com o fundo branco são as mais indicadas, pois propiciam o contraste ideal para a leitura. O tamanho também deve ser levado em consideração; ele pode variar conforme o espaço disponível na embalagem. Porém, devem-se observar as regras de magnitude do código: reduzir o comprimento das barras em relação à sua largura, por exemplo, pode prejudicar a leitura, assim como a ausência das margens de silêncio (espaço no início e no final do código, onde o leitor “entende” que ele começa e termina).
Além disso, para garantir a eficiência do código de barras e permitir que ele seja capturado na primeira tentativa em qualquer equipamento, a GS1 conta com um processo de avaliação feito em máquinas de alta tecnologia que seguem as normas ISO. O processo de certificação garante a leitura e elimina a digitação manual, entre outros erros.

Medidas como essa são fundamentais e trazem benefícios para todos os elos envolvidos. Com a garantia de leitura, termina também a digitação e outros erros relacionados a problemas de leitura do código de barras como, por exemplo, a ruptura no estoque. Isso significa maior agilidade no checkout e maior eficácia em todo processo da cadeia logística, resultando na redução de filas, erros e atrasos.

O padrão GS1 é adotado mundialmente por mais de 1,5 milhão de empresas, dos mais variados ramos de atividades como instrumento fundamental na identificação de itens comerciais; captura de dados e comunicação eletrônica entre empresas. O uso de uma linguagem padrão global entre os parceiros de negócios é um dos fatores críticos do sucesso na obtenção de resultados.

Cinco princípios da Qualidade de Dados de produtos:

1. Cadastro completo, com todos os atributos do produto preenchidos

2. Dados padronizados conforme boas práticas do mercado

3. A mesma informação circulando em todos os sistemas de consulta

4. Exatidão e precisão dos dados informados

5. Atualização constante das informações cadastradas

Pontos de atenção para qualidade de impressão do código de barras:

• Cores: a melhor combinação de cores é a de barras pretas com fundo branco, propiciando contraste;

• Truncamento: não reduza a altura das barras, pois isto impacta diretamente na eficiência da leitura;

• Margens de silêncio: são os espaços em branco antes da primeira e depois da última barra; respeite-as, pois são fundamentais na leitura;

• Localização: a recomendação é que o código esteja no quadrante inferior direito do verso. Não se deve imprimi-lo em dobras, cortes e uniões da embalagem;

• Posicionamento: em embalagens cilíndricas recomenda-se colocar o código na posição vertical (barras paralelas à base do produto).

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Como os shoppers são a ponte entre o negócio e o cliente?

Por Marco Zolet

Receber as compras de supermercado em casa, com produtos frescos e bem selecionados, sem encarar o trânsito e filas. Esse era o sonho de muitos, inclusive de nós da Supermercado Now, e tornamos realidade por meio de uma figura essencial para que possamos existir no mercado: os shoppers. Pessoas reais, não robôs, que vão ao supermercado e fazem compras que estão numa lista. A diferença é que eles não as levam para suas casas e sim para as casas de outras pessoas.

Os requisitos básicos que determinamos para os shoppers são: serem maiores de 18 anos, terem CNH válida, possuírem smartphone com plano de dados e carro. No entanto, estes são apenas os pilares para termos uma operação logística organizada. O shopper precisa ser extremamente atencioso e saber que ele compra para outra pessoa, outra família, outro lar. Entender o valor humano do processo faz toda a diferença na performance.

Tive contato com profissionais dos mais variados perfis. Desde jovens universitários a trabalhadores aposentados. A maioria deles possui o trabalho de shopper como principal atividade remunerada, mas alguns conciliam as entregas com outras fontes de renda. Muitos trabalham apenas durante a noite ou aos finais de semana. Em resumo, são muitos estilos de vida que cabem nessa “sacola” que é ser um shopper. A característica comum que todos devem ter: atenção aos detalhes, agilidade, energia e alegria em atender bem o cliente.

Para os interessados nesta “profissão”, eu digo que é uma atividade extremamente gratificante. Vejo pessoas que se encontraram neste meio e fazem da flexibilidade de horários que a função permite uma grande vantagem em suas rotinas. Em tempos de economia incerta, vejo a “profissão” de shopper como algo que pode fazer a “roda” girar ainda melhor. O cliente ganha, pois recebe seus itens pedidos com carinho e atenção, os lojistas ganham, pois podem continuar focados no negócio principal e contarem com plataformas como estas para ajudá-los no aumento das vendas, e o shopper também ganha, não apenas economicamente, mas em qualidade de trabalho e vida.

Por fim, acredito que o mercado está evoluindo e muitas pessoas já entenderam que há diversas formas para conseguir complementar a renda, seja trabalhando como um shopper ou motorista de aplicativos, por exemplo. A verdade é que em um mercado tão competitivo, aqueles que não souberem inovar, ficarão para trás.

Marco Zolet é CEO e fundador da Supermercado Now, plataforma de supermercado online referência no setor que surgiu para facilitar a compra de bens básicos e recorrentes, com comodidade, rapidez e com melhor custo benefício.

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T-Systems suporta operações do maior supermercado online da Alemanha

A T-Systems, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, é a responsável pelo suporte ao serviço de atendimento ao consumidor do site REWE.de, maior supermercado online da Alemanha. Para oferecer o serviço, a REWE Digital, unidade de digitalização da rede varejista, utiliza a solução da Salesforce hospedada em nuvem em um dos data centers da Deutsche Telekom.

A REWE Digital está no centro da transformação digital do grupo REWE, uma das maiores redes varejistas da Alemanha. Com o processo, os clientes da rede agora podem comprar alimentos que podem ser entregues em suas casas ou retirados nas lojas mais próximas, frescos e na temperatura certa.

Os complexos processos exigidos pelo sistema são gerenciados pela REWE via Salesforce em nuvem. Se um cliente faz um pedido para ser entregue às 14h, mas depois percebe que não estará em casa antes das 14h30, a correção no pedido precisa ser feita na cadeia logística imediatamente. Todo o processo, que inclui comunicação com o cliente – via telefone, e-mail ou app – e todo o workflow de entrega, roda em tempo real em uma única plataforma.

“A eficiência do processo e a flexibilidade construída nas várias funções do sistema cria uma base firme para garantir altos níveis de satisfação do consumidor em longo prazo”, afirma Robert Zores, diretor geral e CTO da REWE Digital. Com apenas três anos, a unidade conta com 500 funcionários em sua sede, em Colônia, e outros 1.800 divididos por seus seis centros logísticos.

Nuvem escalável

O serviço em nuvem da plataforma Salesforce é extremamente escalável, dando suporte ao crescimento dinâmico da REWE Digital. A solução em nuvem é fácil de integrar a sistemas já existentes por meio de interfaces padronizadas. Com isso, os clientes da loja online podem enviar seus pedidos por diversos canais, tais como apps, e-mail ou site.

O processamento destes pedidos em tempo real é um dos requisitos de uma boa oferta de serviço online. Com o novo sistema, os funcionários da REWE podem se concentrar em oferecer o melhor serviço aos seus clientes, sabendo que o processamento será feito automaticamente.

“Estamos muito felizes pela oportunidade de suportar uma empresa líder no setor de vendas de alimentos em seu processo de digitalização. Eles não estão se beneficiando apenas de nosso conhecimento em cloud, mas também de altos padrões de segurança e proteção de dados, que para nós são uma prioridade desde o desenvolvimento da solução até sua entrega”, diz Anette Bronder, diretora da divisão digital da T-Systems.

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Startup brasileira traz inovações para a rede de supermercados online no país

O serviço de compras através de supermercados online vem ganhando cada vez mais força no Brasil. Com as horas dos dias cada vez mais corridas para quem mora em São Paulo, essa ferramenta se torna muito útil ao consumidor paulistano. É por isso que a Superlist chegou ao segmento para oferecer comodidade, melhores preços e o menor prazo de entrega quando o quesito é produtos não perecíveis.

O serviço funciona da seguinte maneira: O consumidor seleciona no site http://www.superlist.com osprodutos que deseja receber, escolhe a frequência de entrega e preenche um cadastro. Com isso, a primeira lista será gerada e servirá de base para o gerenciamento dos produtos pelo próprio usuário que serão entregues nos meses seguintes. Em até quatro dias úteis, as compras são enviadas diretamente para a residência em caixas e embalagens especiais. Caso tenha optado pela recorrência mensal, no mês seguinte, o cliente passará a receber de maneira sistemática os produtos selecionados, sem a necessidade de ir às lojas para reabastecer a sua despensa.

Ao finalizar a lista, o usuário é informado sobre o valor total da seleção de produtos e o valor que economizou na compra, comparado aos supermercados tradicionais.

“A Superlist.com com foi concebida especialmente para atender as necessidades dos consumidores desta nova sociedade digital, pessoas que moram em cidades, trabalham muito e que enxergam valores em serviços que ajudam a economizar tempo e dinheiro”, diz Alberto Parra, CEO da empresa. “Se eu pudesse resumir o propósito para o qual a Superlist foi criada eu diria que a nossa missão é fazer com que as pessoas usufruam mais do seu tempo livre para o lazer e qualidade de vida e deixem outras obrigações para especialistas que ainda as ajudam a economizar dinheiro”, completa.

A Superlist mantém equipes de especialistas em negociação de compras com as grandes indústrias, razão pela qual os produtos podem ser até 20% mais econômicos. Alberto Parra diz que será no “composto dos sortimentos selecionados que o consumidor realmente perceberá o ganho de economia em comparação aos supermercados tradicionais gerando impacto positivo na vida das pessoas, pois muitas vezes o varejo realiza promoções ou queimas de estoques de determinados produtos, mas eleva os preços dos demais itens”.

Além disso, segundo Alberto Parra, “há os ganhos em produtividade e processos, na medida que não somos obrigados a fazer a gestão de grandes lojas físicas, que têm custos altos de operação, aluguel, estocagem e outras despesas. Todos estes ganhos são repassados para o consumidor final. Todos ganham, inclusive a indústria que passou a contar com mais um canal de vendas”.

Para dar suporte a operação logística, a Superlist.com mantém um Centro de Distribuição (CD) em Itapevi, Grande S. Paulo, onde os produtos são armazenados, selecionados e distribuídos. A equipe de desenvolvimento de TI é própria e está baseada em Miami, Estados Unidos.

Outra novidade da Superlist está na forma de pagamento. Além dos já tradicionais cartões de crédito, a empresa acaba de anunciar uma parceria com a Sodexo, onde o cliente poderá utilizar o seu vale-alimentação para o pagamento de suas compras, o que traz mais um benefício importante ao consumidor.

O serviço de entregas da Superlist já está atuando nas seguintes regiões de São Paulo, além da capital: a Grande São Paulo, Alphaville, Granja Viana, região do ABC, Campinas, Valinhos, Vinhedo, Jundiaí, Salto, Itu e Indaiatuba. A expectativa é que nos próximos meses essa área de atuação seja expandida.

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Três dicas básicas de segurança da informação para supermercados

As varejistas são alvo cada vez mais frequentes de ataques virtuais pelo fato de processam volumes massivos de informação pessoal, como os dados de cartões de crédito, em ambientes altamente vulneráveis com terminais de consulta, pontos de serviço e de vendas. No universo supermercadista a realidade não é diferente acrescido ao fato de que um ciberataque tem chances de fazer paradas bruscas em toda a operação do estabelecimento, que podem comprometer o bom andamento dos negócios, além de gerar uma imagem ruim, de desorganização, para o cliente final.

Para mitigar e ampliar a segurança da informação no setor, a aposta da Reposit Tecnologia, provedora especializada em gerenciamento de banco de dados para os setores atacado distribuidor e varejo, é prover soluções como forma de antecipação para os próximos passos dos cibercriminosos.

A fim de evitar prejuízos financeiros e ameaças à integridade dos negócios, a provedora aponta que a primeira indicação preventiva é aprimorar os investimentos com segurança digital em métodos que bloqueiam o acesso dos hackers, que vão além do simples uso de um sistema de varredura. A adoção de firewalls com antivírus é o passo inicial para evitar a invasão de hackers nos sistemas dos supermercados.

Outra medida de segurança indicada pela Reposit é o monitoramento constante na infraestrutura de segurança e nos ativos críticos de informação. De acordo com a empresa, a proteção de uma rede está na coleta e na análise dos milhares de informações que passam pelas aplicações tecnológicas dos supermercados. Pensando nisso, a Reposit criou um aplicativo de monitoramento remoto 24×7, que possibilita o profissional de TI visualizar o grau de vulnerabilidade do seu ambiente virtual pelo celular, através de gráficos que apontam o nível de criticidade de cada incidente.

O terceiro e último passo para a gestão de vulnerabilidade nos supermercados é o backup na nuvem. Além da flexibilidade no atendimento às demandas do cliente, realizando um backup na nuvem, o ambiente de TI do supermercado terá a segurança da informação aliada à alta disponibilidade dos dados.

“O mercado supermercadista necessita de ir além das precauções de primeiro nível como bloquear pop-ups; instalar antivírus ou proibir a instalação de programas sem autorização por funcionários. Roubo de notebook, incêndios, quedas de energia e até catástrofes naturais também são acidentes que corroboram para o aumento do acesso vulnerável aos dados destas empresas”, conclui Leonardo Barros, diretor executivo da Reposit Tecnologia.

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ABRAS 2016 apresenta checkout mais rápido do mundo

A OKI Brasil traz pra ABRAS 2016 o checkout mais rápido do mundo: o produto inovador usa uma esteira automatizada de alta velocidade e permite passar até 100 produtos por minuto por um scanner, capaz de ler o código de barras de produtos em qualquer posição, dispensando o auxílio de um operador. Com isso, supermercadistas poderiam agilizar substancialmente a operação para compras com grande quantidade de itens. O Jade X7 da Datalogic é um sistema automático de leitura que estará no Espaço Inovação do evento, e funciona integrado ao SIAC Store, sistema de frente de loja da OKI Brasil.

Um bom operador de caixa no Brasil consegue ler de 12 a 15 itens por minuto. Com a solução Jade X7 da Datalogic, é possível ler até 100 mercadorias por minuto, apresentando uma performance até 5 vezes maior do que a de um checkout com um operador convencional e um scanner bióptico, afirmou Fábio Lopez, diretor de vendas da Datalogic para Brasil e Sul da América Latina. O Jade X7 da Datalogic consegue aliar a agilidade de atendimento à disponibilidade de funcionários para relacionamento com o cliente e o pagamento das compras pode ser feito em um quiosque de autoatendimento fabricado pela OKI Brasil, o que economiza ainda mais o tempo do consumidor e agiliza as operações nos caixas dos supermercados

FLEXIBILIDADE E PRODUTIVIDADE

Além de demonstrar as suas soluções em software, com destaque para o cockpit de gestão estratégica e operacional das lojas, a OKI Brasil também levará para seu estande na ABRAS 2016 várias soluções com foco em maior agilidade no atendimento ao consumidor e redução de custos. É o caso da solução móvel para diminuição de filas (papa-filas) e também de dois terminais de autosserviço, o quiosque de autoatendimento Prizis Kiosk, para recarga de celular e pagamento de contas e o Selfcheckout Quickway Paytower, que insere agilidade e conveniência para compras de poucos itens (fila rápida). Nesse sistema, o próprio cliente registra os produtos que deseja comprar, e faz o pagamento em cartões de crédito ou débito. Tanto o Prizis como o Selfcheckout permitem diminuir o fluxo de consumidores nos checkouts convencionais, redirecionando-os para o autosserviço.

Outra novidade é a solução de etiquetas eletrônicas gráficas agora com o lançamento dos modelos coloridos com tecnologia e-Paper em diversos tamanhos, que podem exibir preços e imagens em três cores. As etiquetas acabam com o problema de divergência de preços entre as gôndolas e os caixas e são um poderoso display de marketing visível no momento de decisão de compra do consumidor.

“A OKI Brasil atende às maiores redes varejistas do país e traz para a ABRAS um conjunto robusto de soluções voltadas a melhorar a produtividade e baixar os custos operacionais, além de demonstrar que o autoatendimento pode ser uma ferramenta importante na melhoria do fluxo de clientes nos caixas e na maior produtividade no varejo”, afirma Flavio Montezuma, diretor da Unidade de Negócios de Automação Comercial da OKI Brasil.

PARCERIA SOCIAL

Além de demonstrar suas soluções voltadas ao varejo, a OKI Brasil também cederá o espaço em seu estande para a organização Movimento Arredondar, conhecida por seu projeto feito em parceria com as redes varejistas e pelo qual os supermercados participantes podem receber microdoações feitas pelos consumidores. No caso de uma compra com valores quebrados, o consumidor pode ‘arredondar’ os valores e fazer uma doação. Uma compra com valor de R$ 10,75, por exemplo, poderia ser ‘arredondada’ para R$ 11,00 e os R$ 0,25 da diferença comporiam donativos que a Arredondar repassa para 21 organizações sociais e ambientais apoiadas. Nina Valentini, diretora da Arredondar, falará sobre a experiência da Movimento durante a ABRAS 2016, no dia 8 de novembro, às 16h25 e estará depois no estande a OKI Brasil esclarecendo dúvidas sobre como os varejistas podem aderir ao programa de microdoações.

ABRAS 2016

Quando: de 8 a 10 de novembro

Local: Bourbon Atibaia Convention & SPA Resort – Atibaia/SP

Estande OKI Brasil: 04 – Exposição e Feira de Tecnologia

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O ano já acabou para o Varejo? – Por Fábio Lopez

O impacto da instabilidade econômica de 2015 afetou os mais diversos setores, refletido em um ano complicado para o mercado. O varejo, que vinha até 2014 com um recorde de 10 anos seguidos de crescimento, também sentiu a força da recessão, fechando o ano com números abaixo do esperado. Em 2015, o setor alimentício fechou o ano com queda de 4,3% e o varejo ampliado, que inclui venda de veículos e materiais de construção, com baixa de 8,6%, segundo o IBGE. De uma forma geral, o varejo funciona como um termômetro do mercado: é um dos últimos a sentir a recessão, mas também é o primeiro a reagir. E o setor já vem apresentando novas maneiras para retomar o caminho do crescimento em 2016, aliando otimização de gestão a novas estratégias de negócio.

Em períodos de economia instável, é essencial para varejistas “olharem para dentro”, buscando soluções que otimizem as operações, diminuam desperdícios e perdas e garantam margens mais controladas. Porém, para que o varejo volte a crescer em 2016, é necessário aliar uma gestão mais eficaz a satisfação de cliente, trabalhando de forma mais eficiente para fazer com que ele compre mais e volte com uma regularidade maior para as lojas, além de atrair novos consumidores. Uma estratégia que se acentuou para um atendimento diferenciado aos clientes é a aposta em novos formatos de loja: supermercados de bairro e o atacarejo. +

Supermercados de Bairro

Uma das tendências das grandes redes que vem se acentuando é reduzir a abertura de hipermercados e passar a abrir lojas menores, que atendam um público de bairro. Os novos estabelecimentos, apesar de não contar com a mesma variedade de produtos de uma unidade maior, atendem bem ao consumo de uma região. A aposta aqui é em oferecer aos clientes uma experiência de compra rápida, em que ele encontre os produtos básicos do dia a dia que procura e não enfrente filas para concluir a compra.

Satisfação do cliente é um dos principais focos dos mercados de bairro, que devem adotar soluções de tecnologia como forma de aliar melhor experiência de compra a ganhos de produtividade e redução de custos. Automatizar totalmente as operações é chave e, devido ao tamanho reduzido da loja e a menor variedade de produtos, aplicações mais simples, que não exigem um investimento tão alto, podem ser adotadas tanto por unidades de grandes redes como por lojas familiares. Leitores verticais para códigos de barras e coletores de dados mais enxutos são soluções de tecnologia recomendadas e acessíveis, além de softwares com aplicações de gestão muito menos complexas que as usadas em grandes lojas.

Atacarejo

Modelo de loja que já vinha conquistando espaço, mas que com a instabilidade econômica ganhou ainda mais força no mercado, o atacarejo, como diz o nome, atende tanto o atacado como a pessoa física (varejo). Com preços competitivos, vendendo no varejo com valores de atacado, o formato vem conquistando aumentos na porcentagem de vendas e clientes de pessoa física, que buscam por alternativas mais econômicas e melhores preços, o que demanda dos varejistas mais atenção a esse público crescente.

De lojas amplas e grande variedade de produtos e ofertas, o atacarejo precisa de soluções mais robustas de gestão e, principalmente, um processo bem desenhado de automação. Ter um deposito automatizado, mas um controle de disponibilidade de produto mal organizado atrapalha funcionamento e resultados. Toda a informação deve ser tratada e revertida em ações, aumentando a produtividade e melhorando a relação com o cliente, ainda mais importante agora com o aumento da parcela de pessoas física no atacarejo. Aliar uma gestão bem estruturada a soluções que gerem contato mais próximo com o consumidor, como papa-filas e auto-compra, é a melhor maneira de fortalecer o formato.

Fábio Lopez é diretor de vendas da Datalogic ADC para Brasil e Sul da América Latina

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Datalogic e Fast Gôndolas anunciam solução de checkout automatizado até cinco vezes mais rápida do que caixas tradicionais

A Datalogic, líder mundial nos mercados de Captura Automática de Dados e Automação Industrial e fabricante de classe mundial de leitores de códigos de barras, computadores móveis, sensores, sistemas de visão e equipamentos de marcação a laser, anuncia o lançamento do scanner JadeTM, equipamento de leitura automatizada de códigos de barras que permite implementar solução de checkout automático para compras em grandes volumes em supermercados e atacarejos.

Os itens são colocados sobre a esteira em qualquer posição e, à medida que passam pelo scanner tipo portal (Jade) os códigos de barras são lidos e mesmo produtos sem códigos de barras são reconhecidos por meio de imagens detalhadas de cada mercadoria geradas durante a leitura. Com esse sistema automatizado, o Jade garante atendimento mais rápido e diminui o tempo de filas ao realizar leituras com alta performance.

“Um bom operador de caixa no Brasil consegue ler até 20 itens por minuto. Com a solução Jade, é possível ler até 100 mercadorias por minuto, garantindo um atendimento de 3 a 5 vezes mais rápido que o tradicional” afirmou Fabio Lopez, diretor de vendas da Datalogic para Brasil e Sul da América Latina. “O aumento na agilidade do atendimento se reflete na redução do tempo de fila, já que a solução é voltada para clientes com grandes volumes de compras, melhorando a experiência do cliente e evitando que o mesmo deixe de comprar alguns produtos enquanto espera para ser atendido na fila, aumentando o número de vendas e reduzindo perdas”, completou.

O lançamento do Jade no Brasil conta com parceria com a Fast Gôndolas, empresa responsável pelo desenvolvimento do checkout exclusivo para a nova solução Datalogic. “Com produtividade equivalente ao trabalho de cerca de 6 a 8 checkouts tradicionais, o Jade consegue aliar a agilidade de atendimento a disponibilidade de funcionários para relacionamento com o cliente”, disse Valdevir Guerra, Diretor Comercial e Marketing da Fast Gôndolas. “Devido à sazonalidade de movimento nas lojas, os checkouts precisam ser abertos para atender a alta de demandas em alguns períodos, mas ficam fechados nos momentos de menor movimento. Com o Jade, a loja tem uso total dos ativos durante a operação, e consegue maior contato com o cliente ao deixar os funcionários mais livres para interagir e realizar um melhor atendimento, e não limitados a fazer a leitura de produtos”.

Além do checkout, que conta com design flexível, podendo ter de uma a quatro saídas e variedade de tamanhos, também foi desenvolvido no Brasil um middleware, que permite que todos os recursos do Jade estejam disponíveis para qualquer sistema de ponto de venda. “Aumentando o rendimento e o volume de vendas enquanto reduz perdas e retrabalhos, e com integração disponível para qualquer software de gestão de caixa, o Jade vai ao encontro das necessidades do mercado varejista, que busca soluções para semanter forte durante o momento econômico delicado que o país enfrenta”, afirmou Lopez.

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Consinco prepara plano de aquisições de empresas de ERPs

A Consinco, desenvolvedora de sistemas de gestão (ERPs) para supermercados e atacarejos, acaba de finalizar seu plano de expansão para os próximos cinco anos. Além do crescimento orgânico, a estratégia contempla um plano de aquisições de empresas desenvolvedoras de sistemas complementares e de similares, com atuação regional, em um claro movimento de marcação de território num mercado ainda bastante pulverizado.

A Consinco já é líder no desenvolvimento de ERPs para o autosserviço alimentar, com 35% de participação no grupo das maiores redes do País que faturam mais de R$ 1 bilhão por ano. No seu portfólio, a predominância é de redes com faturamento anual a partir de R$ 100 milhões, e, pelo plano estratégico, a empresa pretende atender também às redes de pequeno e médio portes.

Segundo Flávio Barros, CEO da Consinco, o mercado de desenvolvimento de ERPs é significativamente fragmentado no Brasil, o que abriu espaço para um movimento de fusões e aquisições nos últimos anos. No segmento de atuação da Consinco, o mercado brasileiro registrou importantes transações nos últimos três anos. Ainda assim, as cinco maiores empresas concentram, juntas, pouco mais de 50% do market share brasileiro.

“O mercado de desenvolvimento de sistemas é dominado por empresas sob gestão familiar, muitas delas com forte presença em determinadas regiões do Brasil e com soluções inovadoras”, afirma Barros. “Com o plano de aquisições, a Consinco pode ampliar sua oferta de produtos e serviços à sua base e alcançar redes de pequeno e médio portes que ainda não estão no seu radar”, avalia.
Financiamento

A Consinco ainda estuda quais devem ser as principais alternativas de captação para financiar as aquisições. No entanto, a empresa não descarta buscar as linhas de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Em 2013, a Consinco obteve a liberação de R$ 4,5 milhões do BNDES no âmbito do Programa para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços da Tecnologia da Informação (BNDES Prosoft), para alavancar o crescimento dos negócios nos últimos anos.

A Consinco aplicou boa parte desses recursos na migração dos seus sistemas de gestão para uma plataforma mais avançada que também suportasse operação via WEB e utilização de dispositivos móveis para algumas funcionalidades. A empresa também ampliou equipes e participação em feiras e eventos. No ano passado, com R$ 12 milhões de recursos próprios, a Consinco investiu na construção da sede própria, em Ribeirão Preto, e na reformulação de sua logomarca.

Com tamanha mobilização de recursos e esforços, o faturamento da Consinco dobrou nos últimos quatro anos e há previsão de chegar, neste ano, aos R$ 55 milhões. Na mudança de patamar, a empresa passou a se posicionar como integradora de soluções, para atender os clientes com um mix mais amplo de produtos e serviços. Hoje estão em seu portfólio soluções de self-shopping, picking by voice, e-commerce, entre outros.

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Sweda alerta supermercados e varejistas sobre prazos da obrigatoriedade para o CF-e-SAT – São Paulo

A partir de 1º de janeiro de 2016, o Sistema Autenticador e Transmissor (SAT) de cupons fiscais eletrônicos passa a ser obrigatório para contribuintes que auferirem receita bruta maior ou igual a R$ 100.000,00 no ano de 2015, em substituição à Nota Fiscal de venda a consumidor (mod 2); contribuintes classificados nas CNAEs 4711301 (Hipermercados), 4711302 (Supermercados) e 4712100 (Minimercados, Mercearias, Armazéns, Empórios, Secos e Molhados), aplica-se para toda e qualquer abertura de loja, em substituição aos ECFs que tenham mais de 5 anos desde a primeira lacração, conforme portaria CAT 147-12.

Marco Antonio da Sweda (www.sweda.com.br), líder do mercado brasileiro em soluções fiscais para automação de Varejo, alerta para os prazos de obrigatoriedade do SAT em São Paulo e explica que o CF-e-SAT tem o objetivo de simplificar, flexibilizar e documentar, de forma eletrônica, as operações comerciais do varejo dos contribuintes do Estado de São Paulo, substituindo a tecnologia atual (ECF). “Para isso, a nova solução CF-e-SAT, cria um novo modelo de documento fiscal eletrônico e um novo padrão de equipamento de baixo custo, o SAT, que vai gerar, autenticar com validade jurídica e transmitir, via internet, os cupons fiscais emitidos pelos estabelecimentos comerciais”, explica.

O projeto deve possibilitar aos consumidores localizar o documento fiscal no programa da Nota Fiscal Paulista em um prazo muito menor do que o praticado atualmente, além de simplificar as obrigações acessórias dos estabelecimentos varejistas.

Solução Sweda

Para cumprir as exigências do novo Cupom Fiscal Eletrônico, os varejistas deverão adotar um equipamento SAT (Sistema Autenticador e Transmissor). “Trata-se de módulo composto de hardware e software embarcado, que deverá gerar e autenticar, por meio de Certificado Digital próprio, o Cupom Fiscal Eletrônico – SAT (CF-e-SAT) e transmiti-lo periódica e automaticamente à Secretaria da Fazenda (SEFAZ), via internet”, diz Marco Antonio.

O executivo lembra que a Sweda foi uma das primeiras a desenvolver o equipamento para o mercado brasileiro, atendendo as exigências feitas pela Secretaria da Fazenda. Chamada SS100 SAT, a solução da companhia tem velocidade de processamento 50% maior que a especificada pela Sefaz e, por conta de seu sistema exclusivo de alta compactação, consegue armazenar até 200 mil cupons fiscais em modo off-line, liberando a memória do equipamento ao voltar para o modo online. A solução Sweda já foi adotada pelos principais varejistas paulistas.

Marco Antonio, lembra que o equipamento é o que apresenta melhor performance, podendo operar em regime 24×7 e enviar operações de venda mesmo quando estiver realizando comunicações com a Sefaz. “Com essas características, a solução desenvolvida pela Sweda continua emitindo os cupons fiscais, mesmo se a comunicação com o Fisco for interrompida. Ela também não precisa de internet 24h ou de internet na frente de caixa”, ressalta.

A solução Sweda está integrada com as melhores soluções de software do mercado, possibilitando também pontos de venda em dispositivos móveis, com instalação e operação extremamente simples e baixo custo que trará benefícios para o varejista.

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Supermercadistas estão pessimistas com a economia

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A Pesquisa de Confiança dos Supermercados do estado de São Paulo (PCS/APAS) apontou em outubro que apenas 12,4% dos empresários do setor supermercadista estão otimistas em relação ao ambiente econômico atual e futuro. O total de pessimistas atingiu 60% dos empresários do setor.

Deste modo, os resultados continuam apontando um cenário de confiança em níveis baixos, refletindo o momento econômico e político vivenciado atualmente no Brasil.

Conforme explicou o gerente do departamento de Economia e Pesquisa da APAS, o economista Rodrigo Mariano, todos os itens pesquisados (inflação, PIB, juros, emprego, vendas, entre outros) apontam baixo ou nenhum grau de otimismo em relação à percepção atual ou à expectativa futura.

Segundo ele, um baixo percentual dos empresários (5,9%) possui a percepção de que a inflação apresente redução no curto prazo. “A inflação elevada e persistente, aliada ao desempenho fraco da atividade econômica, afeta o otimismo do setor, que apresenta desde meados de 2013 um baixo nível de confiança na economia brasileira”, diz.

Este cenário vem se degradando mês após mês diante do agravamento da crise política e econômica que é vivenciada e que afeta a confiança dos empresários e dos consumidores, impactando, respectivamente, a decisão de investimento e consumo.

Momento atual
Em relação ao momento atual, o otimismo do setor supermercadista atingiu 11,8%, já o pessimismo foi verificado em 62,2%. “Esse cenário reflete um momento atual de extrema falta de confiança na economia, que tem gerado elevação do desemprego, com redução da renda da população, aliado à perda do poder de compra”, comenta.

Momento Futuro
No que diz respeito à expectativa em relação ao futuro, 12,9% apontaram otimismo, enquanto 57,6% se mostraram pessimistas. Para o economista, o baixo nível de confiança no futuro continua a demonstrar um baixo nível de “esperança”, já que o indicador referente à expectativa futura para a economia brasileira tem resultados similares ao indicador geral.

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