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iFood cria portal iFood Labs para buscar projetos de startups de todo o país

O iFood, maior foodtech da América Latina, acaba de lançar o portal iFood Labs, um espaço digital para o hub de inovação do iFood, que testa, codesenvolve e investe em novas soluções para o mercado de delivery. Com essa iniciativa, startups de todo o país podem se inscrever em pitches para serem avaliadas e obter investimentos para seus projetos.

“Para o iFood, ‘abrir as portas’ para startups é um movimento onde todos ganham: o setor, que recebe investimentos e tem projetos incríveis sendo acelerados e desenvolvidos; as empresas, que têm seu potencial reconhecido e podem crescer e realizar mais negócios; e nós, que, como unicórnios, temos um importante papel de contribuir para a aceleração desse ecossistema”, explica Marcos Gurgel, head de Inovação no iFood.

O iFood Labs abre mensalmente um Pitch Day para que novas startups apresentem seus projetos para a alta direção da empresa. Caso aprovado, o projeto pode ser acelerado ou adquirido pela empresa ou, ainda, direcionado para outros hubs, aceleradoras e universidades parceiras. 

Inscrições abertas

O Pitch Day do iFood Labs é direcionado para startups que desenvolvem soluções de logística e varejo, além de foodtechs, martechs, fintechs e greentechs. 

Estão abertas as inscrições para os pitches voltados a Logtechs (13 de outubro), Foodtechs (03 de novembro) e Experiência do Parceiro (01 de dezembro). Os interessados podem se inscrever no portal iFood Labs.

Conexões e oportunidades

Desde maio de 2021, o iFood já promoveu mais de 150 conexões de startups com investidores, hubs, aceleradoras e universidades por meio do iFood Labs, com 39 testes realizados e 27 negócios gerados. 

Como resultado dessa cultura de inovação aberta, o iFood também fez nos últimos anos cinco investimentos em startups de inteligência artificial, de sistemas de restaurantes, de delivery de mercado e de veículos autônomos.

Entre os investimentos está a aquisição da Hekima, empresa que cria modelos personalizados de inteligência artificial e big data. Com isso, passaram a fazer parte do time iFood especialistas em desenvolvimento de algoritmos de IA, cientistas de dados e outras posições relacionadas à tecnologia, tornando a experiência do usuário ainda mais eficiente. 

Em 2020, dois novos investimentos foram realizados a partir do hub de inovação, com a aquisição da eComanda, empresa especializada em sistemas para restaurantes, e do site Mercado, focado em delivery de produtos de supermercados. Com a eComanda, o iFood aprimorou seu sistema de gestão para restaurantes, auxiliando especialmente os pequenos e médios estabelecimentos. Com a aquisição do Site Mercado, a empresa potencializou o iFood Mercado, atualmente líder do setor e com crescimento de 1.300% em dois anos.

A última aquisição anunciada pelo iFood foi em maio de 2021, com a compra minoritária da Synkar Inc., empresa brasileira que desenvolve robôs autônomos para diversas finalidades, por meio de inteligência artificial e machine learning. Com essa aquisição, a empresa vem expandindo os modais complementares de entrega, tendo robô autônomo em teste na cidade de Ribeirão Preto (SP).

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Aegea Saneamento aposta nas startups para aceleração do setor

A Aegea Saneamento, empresa líder do setor privado de saneamento no Brasil, em parceria com o Innovation Latam, desenvolveu um programa de aceleração com Startups para buscar soluções e projetos que tragam inovação, desenvolvimento, impulsionem seus negócios e ajudem a reduzir o déficit do setor. As startups interessadas podem se inscrever por meio deste link.

O programa contará com 4 desafios: Gestão e Relacionamento com stakeholders, que consiste na criação de ferramentas que possam facilitar o engajamento e a comunicação da companhia em novos locais de atuação; Plataforma de Gestão de Serviços Prestados, buscar soluções para cadastro e remuneração dos serviços prestados pelas comunidades em que a Aegea está inserida; Atualização Cadastral, para o desenvolvimento de soluções que possibilitem a atualização cadastral automática ou integrada de dados como faixa de renda, quantidade de pessoas no mesmo domicílio, informações de contato etc. e Autoleitura dos Hidrômetros, com o objetivo de reduzir os esforços dos colaboradores e otimizar o tempo de desenvolvimento em ferramentas que possam dar autonomia para o próprio usuário realizar a leitura e computar seus dados.

O programa também é aberto para Startups que ofereçam projetos em Energia, auxiliando no tratamento de água, reduzindo o impacto social e ambiental e smart cities.

Entre os benefícios e oportunidades em participar desta iniciativa, a Startup contará com mentoria de especialistas da Aegea para o desenvolvimento de proposta de valor do produto, gerando visibilidade do seu projeto para importantes lideranças e promovendo a aceleração dos negócios com oportunidades de contratação e investimentos pela companhia.

“O setor de saneamento possui dados alarmante de 35 milhões de pessoas sem água tratada e cerca de 100 milhões sem acesso ao serviço de coleta e tratamento de esgoto. Os desafios do setor estimulam as empresas a desenvolverem ações e projetos que resultem em impactos econômicos e sociais. A ideia da Aegea em apostar em Startups é fato inerente às nossas premissas em ESG e na estimulação da inovação em diferentes regiões do Brasil”, afirma Klaus Paz, Gerente de Infraestrutura Digital da Aegea.

Além desta iniciativa, a companhia faz parte do World Water Innovation Fund (Fundo Mundial de Inovação da Água) que tem como objetivo unir as maiores empresas de todo o mundo para encontrar, desenvolver e acelerar as tecnologias inovadoras.

Para que haja mudanças no atual cenário do saneamento no Brasil, é necessário desenvolver projetos de tecnologia e inovação. A oportunidade de trabalhar com Startups para reduzir o déficit do setor, reforçam o compromisso da Aegea em praticar ações que resultem na melhoria de qualidade de vida da população nos locais que atuamos.

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Santander Universidades abre inscrições para o Santander X Brazil Award

Nicolás Vergara, superintendente executivo do Santander Universidades

O Santander Universidades Brasil anuncia a 1ª edição do Santander X Brazil Award, programa de empreendedorismo idealizado para universitários empreendedores e startups com apoio técnico e econômico, dando uma assessoria personalizada para o lançamento e aceleração de seus projetos. As inscrições vão do próximo dia 29 de setembro até o dia 25 de outubro.

O Programa Santander Award, foi lançado com foco em apoiar o empreendedorismo brasileiro composto por 2 categorias principais: A categoria Launch, focada em universitários ou pós-graduado nos últimos 5 anos, que desejam apresentar sua ideia inovadora e conhecerem o universo do empreendedorismo.


Os inscritos passarão por uma primeira avaliação dos critérios de seleção e apresentação do protótipo da sua ideia. Os 100 pré-selecionados serão avaliados pela equipe organizadora do projeto, tendo a chance de serem escolhidos para os 10 semifinalistas que apresentarão o seu MVP (Mínimo Produto Viável) – uma versão compacta de uma solução, para uma banca avaliadora, em um discurso de até no máximo de 4 minutos em inglês para executivos do Santander e de mercado.

Para os 3 melhores projetos, o banco Santander dará um prêmio em dinheiro no valor de: 1º R$15.000  R$7.000 e  R$5.000.


A categoria Accelerate é focada para Startups que deverão ser formadas por universitários, professores ou empreendedores da incubadora da universidade, que desejam apresentar sua empresa e alavancar seu negócio. As startups inscritas passarão por uma primeira avaliação dos critérios de seleção e apresentação dos projetos e produtos.

“O Brasil tem avançado muito em relação ao empreendedorismo nos últimos anos, mas ainda há muito espaço a ser explorado. O Santander Award foi desenvolvido para incentivar tanto empreendedores em fase inicial, que estão criando iniciativas e soluções, quanto Startups que buscam oportunidades para expandir o seu negócio. O programa visa não só o apoio financeiro, que é muito importante, mas também o acompanhamento e suporte nessa jornada”, explica Nicolás Vergara, Superintendente Executivo do Santander Universidades no Brasil.

As 100 pré-selecionadas também passarão por uma triagem para a semifinal entre as 10 melhores startups. Nesta fase, os selecionados para a banca de executivos do Santander e de mercado em uma apresentação de 4 minutos em inglês.

Para as 3 melhores Startups, o banco Santander dará um incentivo financeiro, para que possam acelerar seu negócio. Os prêmios serão para o 1º R$100.000  R$80.000 e  50.000. Os 6 vencedores terão a oportunidade de participar do processo de seleção do Santander Global Award, competindo não só com empreendedores nacionais, mas com universitários e startups à nível internacional.  

Programa Santander X Brazil Award:

Inscrições: de 29/09 até 25/10

Clique aqui para se inscrever.

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NTT Data busca startups parceiras pelo mundo; brasileiras estão na mira

Uma das maiores empresas de TI do mundo, a NTT Data, com sede em Tóquio, prepara um encontro virtual com empresas que tenham sinergia com seus negócios, inclusive as brasileiras. No dia 13 de outubro, das 20 às 21 horas (horário de Brasília), a companhia fará um webinar onde apresentará uma visão geral de suas operações e as principais áreas para parcerias com startups. A organização é da Japan External Trade Organization (Jetro), organização de fomento de comércio exterior do governo japonês.

De acordo com Shizuko Matsudaira, vice-presidente da Jetro no Brasil, trata-se de uma oportunidade imperdível para as empresas brasileiras que buscam fazer negócios ou tornarem-se parceiras da NTT Data, empresa do Grupo NTT (Nippon Telegraph and Telephone Corporation), fornecedora global de serviços de TI e com atendimento em mais de 50 países espalhados pelo mundo. A NTT Data Brasil emprega cerca de 800 consultores e especialistas em TI. Um relatório publicado pela Jetro em 2019 mostrou que as companhias daquele país que já atuam no Brasil estão de olho nas boas oportunidades junto a empresas inovadoras do país, em especial startups.

No webinar do dia 13 de outubro, a ser realizado pela plataforma do Zoom em inglês, terá como convidado o engenheiro da NTT Data, Ken Fujiwara. Na programação, temas como análises de dados de carros conectados, cloud computing, 5G e tecnologia para indústria pesada e construção. A participação é gratuita.

Inscrições podem ser feitas até o dia 11 de outubro pelo link https://www.jetro.go.jp/form5/pub/jad/nttdata_na. Mais informações com a Jetro São Paulo no e-mail infosao@jetro.go.jp.

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KPTL lança novo fundo para startups de mineração

A KPTL , uma das principais gestoras de Venture Capital do País, com mais de 60 empresas investidas no portfólio, anuncia a criação de seu mais novo fundo de investimentos dedicado a atrair startups que resolvem dores do setor com soluções de base tecnológica. Com o apoio do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), o Fundo KPTL Mineração pretende captar R$ 500 milhões e já nasce sob a bandeira da inovação por ser o primeiro do tipo na América Latina e um dos primeiros no mundo. O anúncio marca a abertura do EXPOSIBRAM, o mais tradicional e relevante evento do setor, que começa hoje (5) e vai até quinta (7), online.

A ideia do Fundo KPTL Mineração é impulsionar o ecossistema de inovação dentro do setor. Oferecer às empresas cotistas que tenham acesso às soluções de startups já num estágio de maior maturidade. Com o fundo, as mineradoras alavancam suas iniciativas individuais de Corporate Venture e de Open Innovation. Elas ampliam sua capacidade de interação com o ecossistema, e contam com uma gestora especialista em investimento em inovação para fazer os melhores investimentos e principalmente para ajudar as investidas a entregar todo seu potencial, um grande desafio deste estágio de desenvolvimento da inovação.

A posição como cotista de um fundo especializado setorial também oferece aos investidores uma posição privilegiada para acompanhamento da vanguarda da inovação na área. Em um segundo momento pode, inclusive, criar condições para que essas startups possam ser alvo de investimentos ou aquisição, após terem recebido o investimento e a governança por parte do time de gestão da KPTL por alguns anos.Já para o empreendedor que recebe aporte de um fundo com vários cotistas do setor, abre-se um amplo mercado em potencial. O fundo proporciona um fator multiplicador e complementar do capital, que amplia a potência do investimento. Assim, tem-se a oportunidade de alavancar os resultados e ganhar escala. Além disso, oferece ao investidor transparência, governança, benefícios fiscais no ganho de capital, proteção patrimonial, pois é fiscalizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), e tem portfólio auditado e avaliado no mercado.

Para Renato Ramalho, CEO da KPTL, o setor ainda está em fase inicial de desenvolvimento de seu ambiente de inovação. “Um fundo de Venture Capital fará o papel estratégico de fortalecer e retroalimentar esse ecossistema. Contribuirá para o desenvolvimento de soluções early-stage, sendo uma estratégia complementar para que os CVCs tenham um pipeline forte para ser analisado. Hoje muitos não conseguem investir por não ter startups com oportunidades maduras o suficiente no mercado”, esclarece Ramalho.

Fundado em 1976, o IBRAM é uma organização privada, sem fins lucrativos, com mais de 120 associados, responsáveis por 85% da produção mineral do Brasil. Estimula uma mineração alinhada à sustentabilidade e indutora das boas práticas de ESG (sigla em inglês para meio ambiente, responsabilidade social e governança). A entidade será uma das norteadoras da estratégia do Fundo KPTL Mineração, assessorando e aconselhando os gestores em seu compromisso com “uma profunda transformação da indústria da mineração, em nossos processos e técnicas”, conforme sua carta compromisso, publicada em 2019.

“O IBRAM entende que o fundo para mining techs é um componente crucial para podermos vislumbrar o desenvolvimento deste nicho de mercado. Promover a inovação e o consequente desenvolvimento de soluções para a indústria mineral são ações que demandam linhas de crédito, que, efetivamente, estimulem o empreendedorismo nesta área”, Flávio Ottoni Penido, diretor presidente do IBRAM.

Para Gustavo Roque, advisor e líder da estratégia do Fundo KPTL Mineração, um fundo de Venture Capital é o ponto de partida para que as mineradoras possam testar e aprender sobre estratégias de investimento em empresas de base tecnológica. “Será uma ferramenta complementar à estratégia dessas empresas para que tenham um pipeline forte para seus investimentos através de veículos de investimento próprios”, acredita Roque, idealizador e co-fundador do MiningHub, polo de inovação das mineradoras.

É sempre importante ressaltar que as preocupações com um futuro mais sustentável passam diretamente pela mineração. Todo o movimento de redução das emissões de carbono e energia renováveis precisam do setor, responsável direto pelos insumos para construir painéis solares, baterias para veículos elétricos e pás para geração de energia eólica. Por exemplo, para aumentarmos a frota de veículos elétricos será necessário mais cobalto, cobre, manganês e níquel. Ou seja, precisaremos produzir minério de forma mais inovadora para apoiar essa transição. E claro, aumentar a segurança do trabalho, além do uso e desenvolvimento de novas tecnologias para mitigação de riscos e acidentes.

Mais tradicional e relevante evento do setor mineral brasileiro, a Expo & Congresso Brasileiro de Mineração 2021 acontece de 5 a 7 de outubro. Reúne os mais importantes líderes do segmento da mineração que compartilharão, em ambiente virtual, seus projetos, casos de sucesso, novidades, novos negócios e perspectivas para as próximas décadas. Na programação, palestras e debates por especialistas internacionais em mineração e setores afins sobre o contexto político e socioeconômico global, além dos desafios do setor mineral. Saiba mais neste link .

Experiências anteriores

A expertise da KPTL na gestão de fundos de Venture Capital remonta a 2003. Já passaram pelo seu portfólio mais de 100 startups, entre quase 10 mil avaliadas. A gestora é responsável pelos fundos Criatec e Criatec 3, que têm o BNDES entre os principais cotistas e cases de sucesso como Magnamed, Agrotools e Rank My App.

No portfólio atual da KPTL, três empresas estão envolvidas diretamente com a mineração. Com a Vale entre suas principais clientes, a SVA Tech criou um sistema próprio de vídeo monitoramento baseado em Inteligência Artificial e recebeu uma nova rodada de R﹩ 6 milhões em setembro. Já a Fractal Engenharia estrutura, coordena e fiscaliza sistemas de alerta e salas de situação contra desastres naturais, além de fazer modelagem e mapeamento de áreas de risco. Por fim, a ATIVA Soluções oferece telemetria e gerenciamento remoto para informação em tempo real dos equipamentos do setor.

A KPTL também tem experiência em trazer grandes companhias para o Venture Capital. Desde setembro, a Multilaser, gigante do mercado de produtos eletrônicos, é cotista do Fundo GovTech, que investe em companhias que aportam tecnologia para ampliar e melhorar a oferta de serviços públicos. Já a Jacto, uma das líderes nacionais na produção de maquinário rural, investiu no Fundo Agro por meio de seu family office, a Tridon Participações. A Valid, uma das mais tradicionais certificadoras digitais do mercado, também é cotista do Fundo Criatec 3.

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Pipefy se une à IBM para escalar automação e acelerar transformação digital

A IBM Brasil anunciou hoje que a Pipefy, startup global que oferece soluções de orquestração de processos de negócio sem código, fará parte de seu programa de inovação aberta IBM Open Ventures, criado em 2019 para ajudar startups e scaleups maduras no país. Com o acordo, a Pipefy poderá acelerar os projetos de digitalização de seus clientes, em escala, em uma plataforma ágil e no-code, com o apoio, tecnologias e o profundo conhecimento de indústria da IBM.

A automação inteligente permite que as organizações estejam “sempre ativas”, otimizando a entrega de bens e serviços para fornecer continuidade perfeita em mercados dinâmicos. De acordo com um estudo realizado com CEOs de todo o mundo (CEO Study 2021), 44% dos CEOs brasileiros veem a automação como uma tecnologia que vai beneficiar as empresas nos próximos 2 a 3 anos.

“O IBM Open Ventures nasceu para descobrir soluções inovadoras no ecossistema brasileiro de startups, que possam ser usadas em projetos transformacionais. Juntas, a IBM e a Pipefy ajudarão os clientes a solucionar problemas de negócios críticos, em áreas como marketing, vendas, controle de processos e continuidade de negócios”, disse Marcelo Salim, Líder de IBM Open Ventures. “Trabalhar com a Pipefy aumenta nosso alcance e nos permite levar as inovações mais recentes aos nossos clientes, como no-code, ajudando a Pipefy a escalar seus negócios”, finaliza.

Com a aceleração dos projetos de transformação digital, é fundamental que as empresas tenham soluções ágeis que conectem diversas áreas do negócio. Desde sua criação, em 2015, a Pipefy oferece soluções que capacitam desenvolvedores a criar fluxos de trabalho automatizados. Desde então, eles escalaram sua solução para uma plataforma no-code para orquestração de negócios, ajudando as equipes a visualizar e conectar processos críticos. A Pipefy e a IBM têm um relacionamento de confiança há vários anos. Em um outro projeto, as empresas já trabalharam juntas fornecendo uma solução integrada para apoiar operações de missão crítica para um programa na Europa.

Agora, a Pipefy aplicará sua plataforma no-code como uma camada de orquestração de negócios que conecta Automação Robótica de Processos (RPA) e IBM Watson para otimizar as soluções da IBM, ajudando os clientes a visualizar seus processos de ponta a ponta e acelerar a transformação digital. Ao mesmo tempo, como parte do programa IBM Open Ventures, a IBM oferecerá a plataforma de orquestração da Pipefy em IBM Cloud – a nuvem pública mais segura e aberta do setor para negócios.

“As empresas perceberam a importância de investir em tecnologias que possam aumentar a produtividade de seus trabalhadores. A Pipefy dá a qualquer pessoa o poder de gerenciar e criar fluxos de trabalho personalizados e automatizados. Hoje oferecemos várias soluções com implementação rápida e flexível, que permitem que as equipes de TI se movam mais rapidamente. Por meio da parceria com a IBM, poderemos levar soluções ágeis e modernas para cada vez mais empresas de diferentes setores, como varejo, saúde, serviços financeiros, entre outros”, diz Alessio Alionço, fundador e CEO da Pipefy.

O programa IBM Open Ventures trabalha com duas frentes: comercial e técnica. A primeira tem como foco gerar visibilidade para as empresas que fazem parte do programa por meio do ecossistema de parceiros e da área IBM Global Business Services. A segunda tem como objetivo trabalhar com startups, produtos e especialistas técnicos a fim de acompanhá-los em sua jornada para nuvem híbrida e inteligência artificial. Com sua participação no IBM Open Ventures, a Pipefy terá acesso a novos clientes de vários setores e tamanhos e a mais de 190 APIs na nuvem, além de serviços de IBM Watson, Blockchain e IoT disponíveis em IBM Cloud.

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FI Boost: FI Group lança Programa de Aceleração de Startups

Com o objetivo de contribuir para o crescimento de startups de base tecnológica no mercado brasileiro e internacional, o FI Group , consultoria multinacional especializada na gestão de incentivos fiscais e financiamento à Pesquisa & Desenvolvimento (P&D), acaba de anunciar o lançamento do FI Boost, seu novo Programa de Aceleração de Startups. A companhia selecionará cinco startups por edição, que terão a oportunidade de apresentar suas soluções para mais de 15 mil empresas clientes.

O programa do FI Group iniciou-se em 2018, na Espanha, e o Brasil será o próximo país a implementar o projeto, com início a partir de outubro de 2021. De acordo com o PMO do FI Group, Alejandro Trigo, o programa inclui formação e mentoria com duração de cinco meses. Neste período, com o apoio do time de especialistas do FI Group, serão realizados workshops focados nas necessidades de cada startup. “Além de contribuir para o desenvolvimento de soluções tecnológicas de última geração, nosso intuito é fomentar a inovação e apoiar empreendedores, para que tragam os melhores indicadores do mercado referentes a PD&I, explica Trigo.

Fomentando a inovação nas startups

Dentre os benefícios do FI Boost, destacam-se a elaboração gratuita de um estudo de financiamento público por parte do FI Group, mentoria personalizada, além da possibilidade de contar com especialistas da companhia dispostos a aprofundar os principais âmbitos de interesse da startup.

O projeto garante ainda mais networking, uma vez que viabiliza a exposição de projetos nos estandes do FI Boost, possibilidade de investimentos e acesso aos investidores externos. Além disso, o novo programa promove acesso a espaço de trabalho e salas de reuniões nos 38 escritórios do FI Group distribuídos em 13 países e 3 continentes. “Queremos formar uma grande comunidade colaborativa, o “FI Boost Community” e impulsionar cada vez mais o ecossistema das startups”, reforça Trigo.

Mas, como participar?

As startups que contam com base tecnológica, produto, primeiras métricas de clientes, equipe de dedicação exclusiva, modelo de negócio escalável B2B ou B2B2C e ainda, que sejam constituídas no Brasil, podem aderir ao FI Boost. Após avaliar se o perfil da empresa se encaixa nesses requisitos, os próximos passos incluem, a fase convocatória, seguido da seleção, aceleração e, por fim, o Demo Day.

A primeira etapa, convocatória, acontecerá durante os meses de outubro e novembro de 2021. Neste período, poderão ser realizadas as inscrições por meio dos canais oficiais do FI Group. Em seguida, na seleção, dez startups finalistas apresentarão seus projetos no Startup Day, onde o comitê de seleção escolherá as cinco startups que entrarão nesta primeira edição do programa de aceleração.

A etapa de aceleração, ocorrerá entre os meses de fevereiro a julho de 2022. Ao finalizar esta fase, as cinco startups apresentarão seus projetos em um evento para clientes do FI Group, aos investidores e a todo o ecossistema empreendedor.

Sucesso do FI Boost na Espanha

O FI Group sempre buscou apoiar as startups para auxiliá-las no processo de adesão aos incentivos fiscais ou financiamentos públicos, tanto no Brasil, como em outros países. “Nós colaboramos com diversas instituições para realização de eventos e palestras para que elas entendam como está o setor da inovação no Brasil. Entendemos que muitas empresas, podem usufruir de incentivos. Por isso, sabemos que existem muitas linhas que apoiam o investimento às startups e queremos entrar cada vez mais nesse mercado”, relata Trigo.

O programa FI Boost na Espanha já contou com quatro edições e cerca de vinte startups foram selecionadas neste período. Na Espanha, o projeto foi um sucesso. Todas as startups participantes tiveram mentorias de grande valor agregado e o feedback foi surpreendente. A princípio, o programa tem duração de um ano, mas todas optam em continuar a parceria. Isto significa que estamos no caminho certo”, revela. Na Espanha, por meio do programa, o FI Group realizou mais de 500 reuniões com cerca de 200 empresas para que as startups pudessem apresentar seus respectivos produtos.

Desafios das startups no Brasil

Trigo reforça que, mesmo que cada país tenha sua peculiaridade, o Brasil é uma região onde a comunidade de startup está muito bem estruturada e organizada. “Nosso maior desafio no mercado brasileiro é conseguir explicar exatamente o objetivo do nosso programa, que é diferente de outros já existentes no mercado, uma vez que não só aceleramos os processos nas startups com mentorias personalizadas, mas também as conectamos com as empresas”, afirma.

Para Trigo, a inovação nas startups é mandatória. Uma empresa recém-nascida precisa de um diferencial para concorrer com outras que já possuem maior maturidade e reconhecimento no mercado. Sendo assim, o diferencial tecnológico, ou no modelo de negócio, é quase uma obrigação para alcançar sucesso. Adicionalmente, para que as startups estejam bem equiparadas, existem incentivos e financiamentos públicos que podem ser utilizados, como a Lei do Bem , (Lei nº 11.196/05), por exemplo, a qual permite, em função do regime de tributação, que as despesas incorridas para desenvolver as soluções tecnológicas ou as receitas advindas de atividades desenvolvidas para terceiros sejam dedutíveis.

Já a Lei da Informática (conforme as Leis nº 8.248/91 e nº 8.387/91, e suas alterações posteriores, dadas pelo Decreto 5.906/06, Leis nº 10.176/01, nº 13.674/18 e nº 13.969/19), permite investir as obrigações em P&D em fundos de investimento para startups, por meio de entidades como a Bertha Capital, por exemplo. Enquanto isso, os financiamentos públicos, estão mais acessíveis e já existem editais voltados especificamente para startups. “Somos a maior consultoria de inovação do mundo, e constantemente, somos procurados para auxiliar as empresas. Agora, por meio do FI Boost, passamos a oferecer um programa onde poderemos compartilhar toda nossa experiência e apoiar ainda mais o crescimento das startups no país”, finaliza.

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Neogrid anuncia a compra da Lett por R$ 38,5 milhões

Aquisição da startup aumenta o portfólio de soluções para e-commerce e fortalece a estratégia de expansão internacional da empresa

A Neogrid, empresa especializada em gestão da cadeia de suprimentos, adquire a Lett, startup especializada em soluções para e-commerce e trade marketing digital, por R$ 38,5 milhões. A complementariedade dos negócios e a expansão internacional foram fatores preponderantes para a aquisição da companhia, que apresentou um crescimento de 230% no último ano. A estratégia consiste em unir as informações e modelo de negócios da Neogrid com a plataforma da Lett para oferecer ferramentas mais dinâmicas e efetivas para fabricantes e varejistas.

A Neogrid começou a observar o desenvolvimento da Lett em 2016. Desde então, a empresa multiplicou seus negócios de forma significativa. Hoje, tem atuação em 14 países e mais de 500 e-commerces conectados. “Acompanhamos a Lett há cinco anos e entendemos que chegou a hora de fazer esse movimento. Além de agregar a expertise que eles têm em canais digitais ao portfólio de soluções da Neogrid, ela será fundamental para nossa internacionalização, pois já conecta marcas e varejistas em importantes mercados da América Latina como México, Colômbia, Chile e Argentina”, afirma Eduardo Ragasol, CEO da Neogrid.

Fundada em 2014, a Lett é uma martech para indústria e varejo com foco no e-commerce. A empresa oferece plataformas de análise de dados das páginas de produtos e para distribuição integrada de conteúdo com o intuito de alavancar a performance das vendas online. As ferramentas otimizam, comparam e gerenciam as informações disponíveis para os e-shoppers. Os serviços oferecidos pela startup são um dos principais pilares de crescimento para a indústria varejista.

“Atualmente, a discrepância na descrição dos produtos é o principal fator para perda de vendas no online. O know-how da Lett, junto com a malha de dados da Neogrid, certamente vai solucionar esse problema, pois permite montar a loja perfeita com imagem, preço, disponibilidade e características reais de cada produto comercializado no e-commerce”, pontua David Abuhab, Chief Strategy Officer da Neogrid.

A Lett é especialista em e-commerce. A startup publica o E-commerce Quality Index (EQI), primeiro e único estudo que avalia a qualidade das informações no e-commerce brasileiro sob a perspectiva do consumidor final. O estudo, que hoje é uma referência no mercado, analisou em sua versão mais recente 754 mil páginas de produtos, 39 varejistas online e 650 marcas do ramo de Saúde, Higiene e Beleza. O relatório leva em consideração diversas informações como a quantidade de imagens, descrição completa, rating, reviews, categorização e título dos produtos no e-commerce.

“Vivemos um novo momento nas relações do mercado. A digitalização não é mais uma opção, mas a realidade das indústrias e varejistas que querem se manter ativos e competitivos. Por meio de soluções de tecnologia e inovação, ajudamos a conectar empresas e consumidores proporcionando a melhor experiência de compra possível para os clientes que se mostram cada vez mais exigentes, diz Davi Song, CEO da Lett.

Desde sua fundação, a Lett tem sido reconhecida com premiações como 100 startups to watch, Startup Chile, Sinapse de Inovação, Inovativa Brasil, Startup Destaque da Liga Insights Martechs, Seed e Sturtup Indústria.

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Desafio Turistech Brasil com inscrições abertas para revelar os projetos mais inovadores do turismo brasileiro

Projeto é realizado por MTur e Wakalua, em colaboração com a OMT, e apoio do MCTI e do Sebrae. Este ano, podem se inscrever projetos de startups, empresas, destinos e academia. Startups finalistas ganham viagem para FITUR 2022 e acesso a um programa de aceleração em Madri.

O Ministério de Turismo (MTur) lançou na última segunda-feira (27.09) o Desafio Turistech Brasil, em parceria com o Wakalua Innovation Hub, primeiro polo global de inovação em turismo, em colaboração com a Organização Mundial do Turismo (OMT), agência da ONU dedicada ao setor. A competição é uma segunda edição ampliada do Desafio Brasileiro de Inovação em Turismo, realizado pela primeira vez em 2020. O projeto conta ainda com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e do Sebrae.

Este ano, o propósito é revelar os projetos e as pessoas mais inovadoras do turismo brasileiro, servindo de inspiração e referência para a transformação do setor. No ano passado, o desafio identificou soluções para a retomada do turismo através de projetos de base tecnológica que respondam tanto a necessidades imediatas do contexto pós-pandemia, quanto aos principais desafios do setor.

Não só startups: destinos, academia e empresas

Por isso, este ano, o Desafio Turistech Brasil é mais amplo, não restrito apenas a startups como no ano passado. São aceitas inscrições de projetos inovadores de quatro categorias: Startups, Destinos, Academia e Empresas. As inscrições estarão abertas no site da competição até 1º de novembro.

Os projetos mais bem colocados na classificação geral do Desafio recebem visibilidade nacional e internacional através dos canais de comunicação do Wakalua, do MTur e de seus parceiros e a oportunidade de apresentar seus projetos a líderes do setor turismo no Brasil durante o evento final da competição, em data a ser anunciada no website.

No caso de startups, as 10 melhores classificadas recebem a oportunidade de se associar ao Wakalua, tendo acesso aos seus programas de formação, mentoria e conexão com seu network de investidores, corporações e parceiros institucionais, pelo período de 12 (doze) meses. Também serão classificadas às semifinais da quarta edição da UNWTO Tourism Startup Competition, prevista para 2022, competição global de startups de turismo promovida pela OMT em parceria com Wakalua. Além disso, a startup vencedora ganha uma viagem a Madrid para um programa de formação de 1 semana, e participação na FITUR 2022, a maior feira de turismo do mundo.

A competição é parte de uma colaboração entre MTur e Wakalua para estimular a inovação em turismo no Brasil, melhorando a competitividade do turismo brasileiro através da transformação digital de organizações públicas e privadas. O projeto prevê a instalação de um hub dedicado ao setor no país. Desde abril foram realizados um mapeamento do ecossistema e uma estratégia plurianual de inovação em turismo que está atualmente em consulta pública até 30 de outubro.

Para o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, a iniciativa se somará às ações desenvolvidas pelo governo federal em prol da transformação do turismo como um todo. “Com a pandemia e a consequente mudança de hábito na população, principalmente no mercado de viagens, verificamos um turista cada vez mais antenado às novas tendências de inovação e tecnologia. Essa competição vem para suprir esta necessidade e ajudar o nosso setor a gerar emprego e renda para os brasileiros”.

Para Natalia Bayona, Diretora de Inovação, Educação e Investimentos da OMT, “Ao lançar a segunda competição de startups Turistech, o Brasil mostra seu compromisso em tornar o turismo mais forte, inteligente e ágil. Novas ideias ajudarão o turismo a aproveitar seu potencial como motor de desenvolvimento para todos, no Brasil e nas Américas.”

Líderes avaliam projetos

As startups e projetos de Destinos, Academia, e Empresas, poderão se inscrever em uma das seguintes temáticas: 1) Digitalização de negócios e destinos turísticos; 2) Personalização de Experiência; 3) Destinos inteligentes; 4) Marketing digital / promoção de destinos; 5) Impacto Social/Ambiental; 6) Turismo em áreas naturais; 7) Experiência do turista digital; 8) Nomadismo Digital; 9) Vistos e controle de acessos; 10) Domótica e automatização; 11) Inserção digital de pequenos negócios; 12) Desenvolvimento sustentável; 13) Economia circular; 14) Gestão e operação inteligente; 15) Economia Criativa no Turismo.

Os projetos podem ser relacionados com quaisquer pontos da cadeia de valor do turismo, podendo ser destinado ao turista, empresas, setor público, academia ou comunidades.

A avaliação dos projetos será realizada por líderes do turismo e da inovação no país. A seleção final será anunciada no final do mês de novembro. Serão avaliadas Startups e projetos de Destinos, Academia e Empresas segundo a sua natureza inovadora, grau de desenvolvimento, perfil e histórico da equipe, sustentabilidade e contribuição para o desenvolvimento social, e claro, sua contribuição ao setor e impacto potencial no turismo brasileiro.

A competição será realizada totalmente online. Os detalhes sobre o evento final serão anunciados no site.

Brasil foi vencedor na 3a edição da competição global da OMT em 2020 e busca ampliar ecossistema turistech nacional

A participação brasileira foi destaque na 3a edição da competição UNWTO Tourism Startup Competition, que em 2020 teve um foco nos objetivos de desenvolvimento da ONU. Foram avaliados mais de 10 mil projetos de 135 países. O Brasil chegou à semifinal com 2 projetos e terminou com uma vencedora no ODS de Igualdade de Gênero (ODS 5 Gender Equality). A vencedora, Jussara Botelho, CEO da Sisterwave, comenta que ” O Desafio Brasileiro de Inovação em Turismo [de 2020] nos trouxe maior visibilidade e reconhecimento nacional, e nos trouxe também contatos internacionais e foram importantes pontos de partida para o processo de internacionalização da nossa startup”

Até 2020, nenhuma iniciativa do país classificou-se entre os 100 melhores projetos. Este ano, o Desafio Turistech Brasil, de âmbito nacional, possibilita promover a indústria do turismo por meio da inovação, oferecendo oportunidades para que startups, empresas, academia e organizações públicas e privadas relacionadas com a gestão de destinos turísticos de todo o Brasil apresentem seus projetos, fornecendo aos vencedores uma série de benefícios expostos a seguir.

O Desafio faz parte de um conjunto de iniciativas liderados pelo MTur, em parceria com o Wakalua, para desenvolver o ecossistema de empreendimentos inovadores em turismo no Brasil, conectando-o ao ecossistema global e com os programas da OMT, e promovendo soluções para os principais desafios do setor.

Desafio Turistech Brasil

turistech.turismo.gov.br

Prazo de inscrições: até 1 de novembro de 2021

Prêmios: Para startups, associação de 12 meses ao Wakalua Innovation Hub, viagem a Madrid para a FITUR 2022, uma semana de aceleração e classificação direta às semifinais da Global Startup Competition de 2022 da OMT.

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Liga Ventures mapeia mais de 130 startups com soluções aplicadas ao mercado pet

Não é de hoje que o mercado pet vem ganhando grande relevância no cenário de consumo tanto nacional como global e, quando falamos especificamente do Brasil, vemos que esse segmento tem crescido de forma acelerada. Com o objetivo de compreender como esse setor tem evoluído e mostrar de que forma as startups têm contribuído com inovações para trazer cada vez mais soluções para esse segmento, a Liga Ventures , plataforma que transforma inovação aberta em resultado real, acaba de lançar, em parceria com a Petz – maior pet center do Brasil, o Liga Insights Pet Techs.

De acordo com dados da Euromonitor Internacional, o Brasil é atualmente o segundo maior mercado de produtos pet com 6,4% de participação global, perdendo somente para os Estados Unidos, detentor de 50% dos negócios nesse segmento. Além disso, se trata de um cenário com forte resistência à crise – prova disso é que não foi afetado pela pandemia da COVID-19 e, segundo pesquisa do Instituto Pet Brasil, somente em 2020, faturou aproximadamente R﹩ 40 bilhões, apresentando um crescimento de 13,5% em relação ao ano de 2019.

Já quando falamos do ecossistema de startups e inovação, um relatório da Tracxn aponta que de 2015 a 2020, foram gerados, ao todo, US﹩ 1,9 bilhões em investimentos em startups do segmento pet. Ao todo, 408 startups receberam recursos no período, com pico no ano de 2017, em que foram captados US﹩ 443 milhões de fundos. Apesar da evolução do mercado no último ano, o estudo aponta que ainda existe um grande terreno para ser conquistado no mercado brasileiro pelas startups, que ainda se apresentam de forma tímida no setor.

Outra iniciativa da Liga Ventures, de entendimento do setor, foi o mapeamento realizado por meio da Startup Scanner, ferramenta que monitora constantemente as startups em diversos segmentos. Segundo dados da ferramenta, o país possui, neste momento, 135 Pet Techs ativas, que se dividem em 10 categorias de aplicação.

Entre as diferentes categorias mapeadas estão Alimentação Animal (17,78%), com startups com soluções alternativas para a alimentação de pets; Plataformas de Serviços (14,81%), com soluções para facilitar o gerenciamento de ofertas de serviços como banho, hospedagem, veterinário, entre outros; Comunidades PET (13,33%)com soluções e ferramentas que auxiliam na gestão de empresas do mercado pet; E-commerce de Produtos Pet (9,63%), com marketplaces para comercialização de produtos pet; e Novos Produtos (9,63%), com startups com foco no desenvolvimento próprio de novos produtos para animais de estimação.

Para Raphael Augusto, diretor de inteligência de mercado da Liga Ventures, o setor pet ainda está em fase de amadurecimento e descoberta, construindo os primeiros grandes casos de disrupção com uso de alavancas digitais, pautados principalmente no conhecimento de mercado dos empreendedores.

“Hoje temos um cenário bastante favorável para todos os tipos de interações, sejam as de fomentos de negócios em estágio inicial; a alavancagem de startups mais validadas e até a aquisição daquelas já consolidadas. Mesmo que ainda estejamos em uma fase inicial quanto ao surgimento de inovações do setor no país, este cenário pode ser impulsionado muito rapidamente com o estímulo e aproximação dos atores de destaque no segmento pet, que podem liderar a mudança trabalhando em conjunto com os novos empreendedores”, finaliza.

Confira o estudo e o mapa completos de Pet Techs aqui .

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Sebrae e Bossanova anunciam startups selecionadas para a etapa final do Startup Invest Summit

A iniciativa investirá o montante de R$ 15 milhões em até 50 startups brasileiras. Fase final e anúncio dos aportes acontecerá durante o Startup Summit, nos dias 14 e 15 de outubro 

Com o objetivo de ampliar o ecossistema empreendedor em todas as regiões do país, a ação investirá um montante de R$ 15 milhões em até 50 startups brasileiras. Criada pelo Sebrae, principal entidade de fomento ao empreendedorismo do Brasil, e Bossanova Investimentos, micro venture capital que investe em startups em estágio pré-seed com atuação em todo o país e responsável pelo investimento, a iniciativa é inédita no país. A próxima etapa será a apresentação de pitch durante o evento híbrido Startup Summit, nos dias 14 e 15 de outubro. Nesta etapa final, 10 bancas avaliadoras definirão quais startups receberão investimento e seu respectivo valor. 

De acordo com Bruno Quick, diretor técnico do Sebrae, dentre as 50 selecionadas para seguir para a fase final, 35% são do sudeste, seguido por Nordeste (26%), Sul (16%) Norte (14%) e Centro-Oeste (8%). “Um dos objetivos centrais do Startup Invest Summit é fomentar o empreendedorismo e fortalecer startups com origem em todas as regiões do Brasil. Algo perceptível em nossa lista de selecionadas”, complementa. 

Segundo João Kepler, CEO da Bossanova Investimentos, no foco central da seleção estão modelos de negócios digitais e inovadores, no estilo B2B ou B2B2C, com capacidade para escalar. “Além de democratizar o acesso de aportes em todo o país, esta iniciativa também possibilita que empreendedores desenvolvam conexões e novas oportunidades de negócios, amparadas pelo conhecimento de mercado dos investidores”, explica.

Relação das startups selecionadas 

Acordo Fechado

Atendare

Backlog

Beupse

Bits Academy

bnyou

Bud

Buskar.me

Cartão Sempre Amigo

DESTINE JÁ 

Dunning

Dyagnosys

EAD Station

Enviabybus

Faceponto

FanBase

Fitcash-Fth

Gefis

GENNTE CONNECT

GTI PLUG

HorusBI

Imagina Kids

InovaJud

Inspecto Agri

Invista Tecnologia – Elevar

iSportistics

KIBOLETO

MEDBOLSO

MedicTalks

Moozk

NavalPort

Nimbly

Noby Educação

Oncotarget

Orgânicos na Mesa

Original Experience

PackID

Papalegua

Phaser Studio 3D

Pigz

POSITIVE

Quero Meus Direitos

Robocote

SarDrones

See Working

Tradenergy

Tryedu

Ubivis

xModal

99Hunters

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Definidas as startups finalistas do Empreenda Saúde 2021

A fundação everis , que tem por objetivo incentivar o empreendedorismo, a inovação e o compromisso com a sociedade e com o desenvolvimento socioeconômico do Brasil, elegeu os seis finalistas do Prêmio Empreenda Saúde 2021: Wconnect Tecnologia e Serviços, Youfeel Health, UpFlux, Vetra, Vivax Serviços e Annestech Innovation Rising .

O pitch day será no dia 14 de outubro e a startup vencedora será conhecida em evento no dia 4 de novembro. A ganhadora receberá R$ 50 mil e a oportunidade de passar por uma mentoria de três meses dada pelo ecossistema do Empreenda Saúde, que inclui profissionais da everis Brasil, das empresas apoiadoras e do júri.

O Empreenda Saúde é a etapa brasileira do Global eAwards, premiação internacional da fundação everis global. Com isso, a startup vencedora irá participar de uma semana de inovação, a e-talent week, em Madri, entre os dias 23 e 25 de novembro, e representará o país na grande final, podendo concorrer a 60 mil euros de premiação e um programa de aceleração exclusivo.

Segundo Ricardo Neves, presidente da fundação everis Brasil, os benefícios de concorrer ao Empreenda Saúde vão muito além da premiação em si. “A possibilidade de apresentarem os projetos ao júri, composto de líderes do setor, colocará as startups em contato com um grande ecossistema de inovação em saúde do Brasil”, diz. “Com isso, há a chance de os participantes tenham contato com grandes players do mercado, que podem decidir desenvolver parcerias ou mesmo investir no negócio.”

O Empreenda Saúde é uma parceria da fundação everis com: InovaHC e de dois núcleos de inovação associados, o InovaInCor e o CITIC, a Câmara Oficial Espanhola de Comércio; Associação Brasileira dos Mentores de Negócios (Abmen); Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp); Sociedade Brasileira de Informática em Saúde; e Tekcapital. Conheça mais as soluções dos finalistas deste ano:

• Wconnect Tecnologia e Serviços – Wallet onde o paciente pode guardar todo o seu histórico de saúde, incluindo prescrições, consultas, prontuários e exames de forma totalmente segura e inviolável. Tem como diferencial a privacidade, já que somente o paciente tem controle sobre seus dados e sobre quem pode ter acesso a eles, conforme determina a LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados. E também o alto grau de segurança com o uso de identidade digital descentralizada utilizando blockchain.

• Youfeel Health – Aplicativo de cuidados de saúde mental. A startup aliou tecnologia com atendimento médico e psicológico para diagnóstico, tratamento e prevenção de ansiedade e depressão. A solução analisa dados biométricos de sono, atividade física e nutrição, que são indicativos de ansiedade e depressão. Por meio dos seus algoritmos, realiza diagnósticos mais precisos e rápidos e o direcionamento para tratamentos mais efetivos; e conecta seus usuários com profissionais da saúde, além de entregar planos de ação personalizados de atividade física, alimentação, meditação e realização de acompanhamento médico/psicológico online.

• UpFlux – Plataforma que utiliza técnicas de inteligência artificial e algoritmos de mineração de processos para atuar na descoberta da realidade de fluxos hospitalares. A ferramenta evidencia ao usuário todas as ineficiências do percurso assistencial para analisar seu impacto na qualidade do cuidado, além de automatizar a análise de conformidade em relação aos protocolos assistenciais e linhas de cuidado, facilmente configurados na ferramenta. Assim, sempre que há uma violação do fluxo preconizado, a equipe multidisciplinar é alertada para ação próximo ao tempo real, evitando mais eventos adversos e danos ao paciente. Colabora também na análise crítica de processos para identificação de oportunidades de melhoria e governança clínica, otimizando o retorno financeiro e ciclo de receita da instituição.

• Vetra – Desenvolvimento de um sistema de tratamento integrado para auxiliar na cura de doenças crônico-degenerativas com biocompósitos à base de biovidro, combinado a um sistema eletrônico de monitoramento. A startup apresenta em um só material diversas propriedades que induzem a cicatrização da pele e, em conjunto com o aplicativo Regenera, a equipe médica acompanha remotamente a evolução da lesão com o uso do biomaterial. A integração dessas duas tecnologias ajuda a tornar o tratamento dessas graves feridas mais efetivo, menos oneroso, mais seguro e preciso, habilitando os médicos a análises mais concretas, por meio da coleta e processamento de dados clínicos.

• Vivax Serviços -Robô portátil de reabilitação neurológica e ortopédica dos membros inferiores. O robô ARM (Assistive Rehabilitation Machine) auxilia os pacientes a movimentar os membros inferiores, semelhantes às atividades da vida diária. Um sistema de controle inteligente adapta a assistência robótica de acordo com as condições do paciente. E a solução utiliza jogos de realidade virtual interativos, que não fornecem apenas a pontuação, mas métricas de desempenho para a acompanhamento do paciente (por exemplo, amplitude de movimento, número de movimentos e o nível de assistência robótica) para ajudar o fisioterapeuta a monitorar o progresso do paciente

• Annestech Innovation Rising – Solução que busca auxiliar os médicos anestesistas, geralmente os primeiros a chegar e últimos a sair de um centro cirúrgico, além de serem responsáveis por registrarem mais de 30 dados diferentes de um paciente. A Anestech possuí uma ficha anestésica digital, o AxReg, que permite não só o anestesista trazer mais segurança aos dados e ao paciente, mas também uma melhor gestão para os gestores do hospital.

Estas iniciativas finalistas do Empreenda Saúde 2021 se adequaram às seguintes categorias:

• Telehealth: startups que promovam ampliação da assistência em saúde por meio do uso de ferramentas de tecnologia interativas nos serviços públicos e privados. Poderão concorrer experiências de teleconsultas, telemonitoramento, teleorientação, tele-educação, telematriciamento e Segunda Opinião Formativa (SOF), com base nas definições do Guia Metodológico para Programas e Serviços em Telessaúde do Ministério da Saúde (2019);

• Gestão de saúde populacional com foco em wellness: startups que apresentem tecnologias, na linha de mobile ou wearables, com atuação direcionada à gestão de dados populacional, cuidados coordenados e integrados em saúde nos serviços públicos e privados, saúde digital com foco em prevenção de doenças, promoção de saúde, epidemiologia, saúde ocupacional e vigilância em saúde;

• Eficiência operacional aplicada à Gestão da Saúde: startups com foco na maior eficiência e efetividade na gestão administrativas e assistenciais de serviços públicos ou privados, que promovam inovação através da incorporação de novas ferramentas e tecnologias, que confiram maior produtividade, eficiência, e qualidade, nos âmbitos hospitalares, seguradoras/operadoras de saúde, laboratórios e outros elos da cadeia de saúde.

O Empreenda Saúde se tornou referência de inovação e empreendedorismo no mercado nacional. Entre as startups que se destacaram em edições anteriores estão: Epistemic , com solução para detecção antecipada de surtos epiléticosFófuuu , software para tratamentos de fonoaudiologia; Phelcom , retinógrafo portátil; Nuclearis , sistema baseado em medicina nuclear; a Neurobots que criou um exoesqueleto controlado pelo cérebro, que ajuda na recuperação de pacientes que sofreram acidentes vasculares cerebrais (AVCs), e a Cor.Sync , solução para diagnóstico rápido e preciso de infarto, idealizada para ser usada no atendimento de emergência hospitalar. Estas startups ganharam outros prêmios e conseguiram aportes de importantes players do mercado.

Calendário 2021

Pitch dos finalistas

14 de outubro

Cerimônia de Premiação

4 de novembro

E-talent week e grande final do Global eAwards

23 a 25 de novembro

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Startups voltadas para o setor de energia já receberam US$ 66,4 milhões em 2021

O Brasil possui hoje 157 startups com soluções voltadas para o setor de energia e, juntas, estas empresas receberam mais de US$ 85 milhões desde 2015, quando teve início o levantamento Distrito Mining Report EnergyTech 2021, realizado pelo Distrito Dataminer, braço de inteligência de mercado da plataforma de inovação aberta Distrito, com apoio da KPMG. O volume divide-se num total de 52 rodadas de investimentos. Chama atenção, no entanto, o aquecimento deste mercado: somente em 2021, 11 transações concentraram US$ 66,4 milhões, mais de 78% do acumulado histórico.


Segundo o estudo, as energytechs, como são chamadas as startups que se voltam para o mercado de energia, dividem-se em seis grupos. A categoria com maior representatividade é a de Energia Renovável (36,3%), formada por startups que investem, produzem ou distribuem energia limpa a partir de fontes alternativas. Em seguida, temos Gestão Energética (19,7%), cujas empresas são focadas em soluções de gestão inteligente do consumo. Com 23 startups cada, temos Eficiência Energética (14,6%), direcionada àquelas que possuem ferramentas de otimização do aproveitamento de energia e diminuição de custos em processos; e Internet da Energia (14,6%), da qual participam startups com soluções em IoT (internet das coisas) e análise de dados da cadeia produtiva.


Por fim, completando a série, temos as categorias Mercado de Energia (8,9%), direcionada às startups que operam na comercialização livre de energia; e Baterias (5,7%), composta por jovens empresas com tecnologias inovadoras nesse sentido.
No que diz respeito a investimentos, a categoria com maior número de energytechs é também aquela que tem recebido maior atenção dos fundos de venture capital. Desde 2015, foram mais de US$ 62 milhões captados pelas startups que estão empenhadas em gerar energias renováveis. Não à toa, o grupo reúne duas das startups mais investidas do setor: a Solfácil, que acumula mais de US$ 36,6 milhões captados e a Órigo Energia, que em abril deste ano recebeu um aporte de US$ 19,3 milhões. Enquanto a última oferece soluções de energia solar, a primeira define-se como uma fintech que financia projetos de energia solar.


“O número crescente de startups e investimentos no setor muito provavelmente se deve à crescente gama de problemas encontrados para a instauração de uma nova matriz energética”, afirma Gustavo Araujo, CEO e cofundador do Distrito. “O Brasil é referência na produção de energia renovável, mas há ainda um gigantesco potencial ainda não explorado. Falamos aqui de um mercado com pouca competição, o que pode alavancar muitas dessas startups a protagonistas de uma transição energética efetiva”, completa.


“A demanda mundial de energia elétrica deve continuar crescendo em ritmo acelerado, tendo como fator relevante o crescimento populacional dos países asiáticos e africanos. Consumidores mais conscientes exigem acesso à energia de qualidade a partir de uma matriz energética limpa, confiável (não intermitente) e sustentável. A falta de eficiência
energética na transmissão e na produção de energia também é um grande desafio. O gás chega como um potencial protagonista da transição, com uma grande expectativa de garantir a base da matriz energética, porém ainda sofre com entraves regulatórios ligados à criação de um código de redes eficiente e, potencialmente, um hub virtual para facilitar a ampla comercialização, além de uma equalização entre das medidas que estão sendo tomadas pelos estados e União.

Já para a geração de energia a partir de fontes renováveis, o desafio é econômico. Investir em matrizes energéticas a partir de fontes renováveis ainda tem um custo elevado. E em paralelo, principalmente no Brasil, seguimos no desafio de acelerar a produção no pré-sal para monetizarmos um recurso natural tão valioso, que garante a financiabilidade de uma série de projetos além da garantia de manutenção de retorno aos acionistas e investidores”, afirma o sócio-líder do setor de energia e recursos naturais da KPMG, Anderson Dutra.


Estatísticas gerais De acordo com o levantamento, quase metade das energytechs mapeadas possuem um modelo de negócio B2B, isto é, tomam como cliente outras companhias. São 71 (46,4%) startups atuando sob esse modelo. Se considerarmos aquelas que atendem tanto outras empresas quanto consumidores finais, temos outras 60 (39,2%) startups.


Como grande parte do ecossistema brasileiro de inovação, as startups voltadas para o mercado de energia estão concentradas nas regiões Sul e Sudeste, com 43 e 90 startups, respectivamente. Em seguida, temos o Nordeste, com 10 energytechs; o Centro-Oeste, com 4 e, por fim, o Norte do país, com apenas 2 startups.

Outro dado apresentado pelo estudo diz respeito à idade dessas startups. Mais de 59% delas foram criadas nos últimos 5 anos, muito provavelmente pela relevância que o tema tem ganhado na atualidade, seja pelo abastecimento de energia, seja pela utilização de fontes renováveis e limpas.


Startups do topo

O EnergyTech 2021 apontou,  ainda,  quais são  as cinco maiores startups do setor, considerando elementos como número de funcionários, visibilidade nas redes sociais, investimento captado e faturamento presumido. São elas Way2 Technology, Órigo Energia, Insole, Blue Sol e Solfácil.


O estudo destaca ainda uma relação de startups que têm chamado atenção do mercado por apresentarem um ritmo de crescimento acelerado, a partir da combinação dos aportes recebidos e da visibilidade que têm nas redes sociais. Nesta seleção, só são consideradas empresas fundadas a partir de 2012 e com menos de 200 funcionários. São elas Solar View, Lemon, Fohat, Tractian, Delfos, Clarke Energia, Edmond, Helius, Sunew e Solstar.

Panorama internacional


Por fim, o estudo traz ainda um panorama das energytechs no mundo. De acordo com a Tracxn, plataforma global que mapeia dados sobre o universo de inovação, em 2020, o setor recebeu mais de US$ 34 bilhões, montante distribuído em um total de 848 aportes de investimento.

Somente em 2021, no entanto, já foram US$ 21,4 bilhões, em um total de 468 rodadas, o que aponta para o alcance de novos recordes até o fim do ano.

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ABBC abre inscrições para fintechs e startups participarem da 4ª edição do Prêmio Ideia

A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) abriu as inscrições para fintechs e startups participarem da 4ª edição do Prêmio Ideia ABBC. A iniciativa tem a finalidade de conectar as associadas da entidade a soluções de inovação para o ecossistema financeiro. Para esta edição, as startups e fintechs devem apresentar cases com soluções voltadas para: Automação Financeira, Cibersegurança, Open Banking e PIX. As inscrições são gratuitas pelo site: https://premioideia.com.br/, no qual o interessado também encontra o regulamento.

Após inscritos no site, os cases serão avaliados por um time de especialistas dividido por duas equipes: Curadoria ACE – tricampeã como melhor aceleradora na América Latina – e o Núcleo de Inovação ABBC, formado por profissionais que estimulam a troca de experiências entre fintechs, startups e instituições associadas.

No início de novembro, serão anunciadas as 10 finalistas e, no dia 25 do mesmo mês, elas fazem os seus pitchs a uma comissão julgadora em um evento on-line, gratuito e exibido pelo canal do YouTube e Linkekin da ABBC. As três vencedoras ganharão troféu, mentorias e encontros para apresentarem as suas soluções ao Conselho de Administração e à Diretoria da Associação Brasileira de Bancos.

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BNDES Garagem seleciona 25 startups de impacto socioambiental

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em parceria com o consórcio AWL (Artemisia, Wayra e Liga Ventures), selecionou 25 startups que receberão gratuitamente apoio para alavancar seus negócios. Elas fazem parte de um grupo de 1366 empreendimentos que se inscreveram do BNDES Garagem – Negócios de Impacto. O programa foi feito com o objetivo de contribuir para criação e aceleração de soluções de impacto social e/ou ambiental, estimulando o empreendedorismo e desenvolvendo empresas que trazem retornos em impacto positivo à sociedade e ao mercado.

Esses 25 selecionados participarão do estágio de “tração”, destinado a empreendedores com um produto já criado, mas que buscam apoio para dar os próximos passos e crescer. Durante quatro meses, as startups selecionadas receberão apoio do BNDES, do Consórcio AWL e de parceiros do mercado, tanto para estimular seu crescimento, quanto para possíveis negócios e investimentos. Ao todo, 600 propostas se inscreveram para esta etapa.

Os outros 766 participantes se inscreveram para o estágio de criação, que apoiará até 20 negócios. Os selecionados receberão todo o suporte necessário para desenvolver o Produto Mínimo Viável (MVP, sigla do inglês Minimum Viable Product), validar a solução no mercado, lançar a startup e conquistar os primeiros clientes. A divulgação dos selecionados para este estágio está prevista para outubro.

Para o diretor de Participações, Mercado de Capitais e Crédito Indireto do BNDES, Bruno Laskowski, os objetivos iniciais do programa foram alcançados, o que se evidencia pela grande quantidade de inscrições e pela multiplicidade das soluções apresentadas. “Foram 1366 negócios que se inscreveram para participar do Programa BNDES Garagem. Em tração, teremos 25 startups sendo aceleradas, em todas as verticais priorizadas para o primeiro ciclo: sustentabilidade, saúde, educação, cidades sustentáveis e Govtech. São negócios, de todas as regiões do Brasil, que trazem soluções para desafios sociais, ambientais e de produtividade, estimulando o ecossistema do empreendedorismo no País e transformando positivamente a vida dos brasileiros na última milha”, avalia ele.

“Nesta seleção tivemos um olhar intencional para a diversidade, desde a construção da chamada até a definição dos critérios de seleção, como forma de ampliar o acesso ao programa. Desta maneira, estamos contentes em anunciar a participação de negócios das cinco regiões do Brasil, disse Felipe Alves, líder de Seleção do Consórcio AWL. Além disso, dentro do grupo selecionado, cerca de 40% dos negócios têm mulheres como lideranças e 27% possuem lideranças autodeclaradas negras, comenta ele. “Também percebemos um interessante grau de maturidade das startups de impacto, com muitas delas em estágio de tração e escala”.

Alves também destaca que os modelos de negócio selecionados são diversos, mas destaca-se a presença de govtechs, que são startups que têm como parte de seu modelo de negócio os governos como clientes. “Um diferencial do programa é justamente poder apoiar startups que queiram gerar impacto via setor público também”, disse líder de Seleção da AWL.

Confira a seguir a lista completa das startups de impacto selecionadas.

Arquitetura Faz Bem

A startup realiza obras padronizadas, pensadas em escala industrial, para gerar agilidade e escala, incluindo projeto de arquitetura personalizado, todo o material de construção, equipe de obra qualificada e treinada. Todo o serviço pode ser parcelado em 30 vezes no boleto, sem restrição de crédito a pessoas negativadas.

Bright Cities

A plataforma produz um diagnóstico de cidades inteligentes completo do município a partir de 160 indicadores globais, alinhados com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU e com indicadores das ISO, que avaliam 10 áreas de gestão urbana, e um roteiro personalizado de soluções adequadas para problemas específicos do município. A partir disso, a Bright Cities indica cidades regionais e globais de referência, tendo como base a performance das mais de 36 mil cidades incluídas na plataforma.

Caren

Com um sistema de protocolos inteligentes, a Caren permite que os profissionais de saúde acompanhem toda a jornada do paciente. Desde o pré-atendimento aos protocolos de pós-atendimento para o monitoramento do quadro clínico e que geram alertas em caso de piora dos pacientes, a Caren trabalha sempre para permitir a melhora nos atendimentos e na relação médico com paciente.

Central da Visão

Com um atendimento acolhedor em ambiente 100% digital, a startup desenvolveu soluções integradas de tecnologia capazes de identificar médicos com muita prática cirúrgica e centro cirúrgico próprio para criar pacotes completos de cirurgia até 40% mais baratos, com pagamento parcelado no cartão de crédito.

DARSH Soluções Educativas

A empresa desenvolveu o Bobby, uma tecnologia de análise de dados, que busca auxiliar gestores e professores de escolas públicas no processo de avaliação de aprendizado e tomada de decisões que a sala de aula demanda. Ele possibilita uma avaliação automatizada, personalizada e inteligente, oferecendo aos alunos, o melhor direcionamento possível para corrigir suas falhas e deficiências de forma individualizada e assim, ajudar escolas públicas a melhorar o desempenho dos seus alunos desde os anos iniciais.

Eneergia | See Energy

A startup constrói soluções sustentáveis ligadas à eficiência energética, por meio de um SaaS (Software as a Service na sigla em inglês, ou software como serviço), que reúne inteligência de mercado, ferramentas de análise multicritério, avaliação de desempenho e métodos estatísticos. Os dados energéticos de uma empresa são adicionados e transformados em informações numéricas que mostrarão indicadores de sustentabilidade, o nível de eficiência energética e o potencial de conservação de energia a ser desenvolvido.

Glic

Uma plataforma web/mobile que conecta paciente, médico, nutricionista e gestor populacional no acompanhamento do tratamento de diabetes, integrando o app de suporte à decisão ao tratamento, Whatsapp bot para interação e coleta de dados, prontuário para prescrição eletrônica e ferramenta de inteligência de negócio (BI na sigla em inglês) para gestão populacional.

Incentiv.me

A Incentiv.me oferece produtos e serviços para o ecossistema das leis de incentivo a fim de solucionar as dificuldades que existem tanto para as empresas quanto para os proponentes, oferecendo um serviço específico para cada um deles.

Korui Alternativas Ltda

A startup desenvolve soluções menstruais reutilizáveis que ressignificam a relação das pessoas com a natureza e o próprio corpo. É menos lixo, menos tabu, mais saúde, mais conforto e mais liberdade.

Lemobs

A startup criou o SIGELU, uma solução tecnológica composta por um conjunto de plataformas pensadas para a melhoria dos serviços públicos municipais, auxiliando no processo de transformação digital das cidades e tornando-as inteligentes, conectadas e inclusivas. A plataforma atua na fiscalização, atendimento ao cidadão, coleta de resíduos, obras, saúde, meio ambiente, direitos humanos, educação e acompanhamento nutricional de alunos de escolas públicas.

LiaMarinha
A LiaMarinha desenvolve e aplica tecnologias ecológicas e sustentáveis para melhorar a qualidade das águas. A tecnologia não utiliza produtos químicos e não demanda energia elétrica, além de oferecer simples instalação e manutenção, o que proporciona baixo custo operacional para o cliente e melhores resultados na gestão da água.

ManejeBem
A ManejeBem trabalha junto a grandes empresas que desejam desenvolver comunidades agrícolas rurais. Pelo aplicativo ManejeChat fornece assistência técnica rural de qualidade diariamente (online e presencial), sistematicamente coletando e monitorando a melhora de dados quanto a parâmetros sociais, ambientais e agronômicos (são mais de 300 parâmetros sujeitos a serem acompanhados), traçando planejamentos estratégicos de melhoria junto às comunidades.

Morada da Floresta

A startup desenvolve soluções práticas para a realização da compostagem no próprio local de geração dos resíduos (compostagem in loco), de fraldas ecológicas e soluções para menstruação sustentável como absorventes ecológicos, coletores menstruais e calcinhas absorventes.

Movimento #EUVISTOOBEM

O movimento #EUVISTOOBEM possibilita uma segunda chance para quem busca ressocialização. A iniciativa promove a produção de roupas com tecidos provenientes da reciclagem de garrafas PET e aparas de algodão dentro de duas unidades prisionais em São Paulo e em um núcleo na Vila Leopoldina. Para tanto emprega ex-detentas e outras mulheres em situação de baixa empregabilidade.

Portal de Compras Públicas

A startup é responsável por divulgar e operar as licitações de mais de 2000 municípios brasileiros, centralizando o alerta de oportunidades de negócio e simplificando o acesso das empresas a disputas que anteriormente não seriam sequer percebidas como oportunidades.

Recigases

Atua na regeneração dos fluidos para seu estado original para que possam continuar a ser utilizados por toda a vida útil dos equipamentos de refrigeração. A startup opera em todas as soluções necessárias para o recolhimento de fluidos refrigerantes, como locação de cilindros e recolhedoras.

SDW
A startup desenvolveu a Aqualuz, tecnologia destinada a resolver o problema de contaminação microbiológica da água de regiões áridas, que causam doenças de veiculação hídrica. A tecnologia funciona usando apenas luz solar para desinfectar a água de chuva e torná-la própria para consumo.

SOLOS

Criada na Bahia, a startup apoia marcas na superação de seus desafios de negócios relacionados à economia circular através de soluções que facilitam o descarte sustentável das embalagens.

Stella Energia

A startup oferece assinatura online de energia renovável, mais barata que o custo atual da distribuidora de energia, sem investimento pelo cliente e sem fidelidade.

T&D SUSTENTÁVEL

A empresa desenvolveu o SEA (Sistema de Economia de Água), um modelo de gestão de recursos hídricos que atua com tecnologia e metodologia próprias. Ele oferece uma ampla gama de serviços relacionados à otimização do consumo de água interno, como detecção de correção de vazamentos, técnicas de padronização de consumo, capacitação do corpo laboral, implementação de sensoriamento de consumo de água, análise de perfil de consumo em tempo real e implementação de projetos de melhoria.

Telite

Startup que recicla e transforma resíduos em novos produtos ecológicos e eficientes. Atua na produção de telhas com 100% de material reciclado, por meio do seu programa de logística reversa.

TerraMares

A startup produz biofertilizantes e biomoléculas usando microalgas (cianobactérias) brasileiras. Produto 100% nacional, criado em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande (FURG) e o Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA).

Toti Diversidade

A Toti é uma plataforma de ensino presencial e online que capacita refugiados em diversas áreas da programação, de acordo com as demandas específicas das empresas.

Troca

Com um software próprio de gestão, engajamento e inclusão da diversidade, a startup ajuda as empresas a medir, sensibilizar, educar e incluir a diversidade em seu ambiente de forma efetiva e duradoura.

USUCAMPEÃO

A companhia usa tecnologia para agilizar o processo da entrega das escrituras dos imóveis, por meio da Regularização Fundiária Urbana (REURB), oferecendo uma plataforma integrada até a entrega certidões de regularização fundiária (CRF) em tempo recorde.

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InovAtiva Day proporcionará conteúdo e conexão para empreendedores de todo o país de forma gratuita

Estão abertas as inscrições para a segunda edição do InovAtiva Day, evento organizado pelo InovAtiva, política pública de apoio ao desenvolvimento do ecossistema nacional de empreendedorismo inovador. Na ocasião, serão oferecidos painéis com grandes nomes do empreendedorismo e inovação do país e atividades de conexão, todos abertos ao público, com o objetivo de integrar e capacitar empreendedores, incentivar e promover trocas de conhecimento e conexões entre atores dos ecossistemas regionais.

O evento será realizado virtualmente no dia 9 de outubro, das 09h às 18h00 de forma gratuita a qualquer pessoa interessada. As inscrições podem ser feitas pelo site até dia 8 de outubro.

Realizado pela Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec/ME) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o evento reforça o plano de expansão do InovAtiva que assumiu o compromisso de realizar 15 mil atendimentos a startups e projetos inovadores no país nos próximos anos.

“Com o InovAtiva Day, promovemos atividades de capacitação e conexão de forma gratuita para pessoas de Norte a Sul do país, aproveitando o extraordinário hub que construímos. Nossas startups estão crescendo com apoio efetivo, em um ambiente cada vez mais livre para empreender. O evento é uma das muitas ações que realizamos com o objetivo de fomentar o ecossistema de empreendedorismo inovador nacional. O Brasil já é um terreno fértil para nossos empreendedores desenvolverem o seu negócio e transformarem nosso país em uma referência mundial em empreendedorismo inovador”, enfatiza o Secretário Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos Da Costa.

“O InovAtiva Day, é um ambiente favorável para que os empreendedores do nosso Brasil acessem conteúdos de capacitação bem como se conectem com atores estratégicos do ecossistema de startups. É uma excelente oportunidade para interiorizar o acesso a inovação em todos os municípios brasileiros, que é uma das diretrizes do Sebrae”, explica o diretor técnico da instituição, Bruno Quick.

Além das atividades abertas ao público externo, os 394 negócios inovadores que participam dos programas de aceleração promovidos pelo hub terão acesso a um Treinamento de Pitch exclusivo. A atividade envolve a apresentação de suas ideias a bancas de mentores e avaliadores, em preparação para seus pitches oficiais no InovAtiva Experience, evento de conclusão dos ciclos de aceleração.

Programação

As atividades gratuitas acontecerão virtualmente ao longo do dia 9 de outubro, na forma de palestras com grandes nomes do empreendedorismo inovador brasileiro, painéis interativos com convidados das cinco regiões do país e programações voltadas para impacto socioambiental. Veja a programação e se organize para aproveitar da melhor forma:

9h às 10h | Programação Magna de Abertura: Fiz do meu sonho uma startup de sucesso – apresentada por Rodrigo Terron, CEO da Rocketseat;

10h às 11h | Painel 1: Opções de investimentos em startups: oportunidades e cenários – apresentado por Carolina E. Cassel, Head de Investimentos Captable e Guilherme Enck, Cofundador Captable;

11h às 12h | Painel 2: Dicas práticas para se conectar com grandes empresas – Andrei Golfeto, profissional de New Ventures no iFood;

14h às 14h30 | Painéis simultâneos organizados pela Comunidade InovAtiva: Speed Networking Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul;

14h30 às 17h | Painéis simultâneos organizados pela Comunidade InovAtiva: Ecossistema do Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul;

17h às 18h | Programação Magna de Encerramento: Ferramentas e estratégias para atrair seu cliente – apresentada por Ricardo Françoso, Diretor de Vendas na GrowthHackers e Flávia Paixão, idealizadora do projeto Empreender com Paixão.

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SuperSim conclui captação de R﹩136 milhões para crescer carteira de crédito

A SuperSim, fintech de empréstimos online focada nas classes C e D, concluiu nesta semana a captação de um FIDC (Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios) no valor de R﹩ 136 milhões, que serão usados para financiar a carteira de crédito da empresa. A gestão dos recursos do FIDC será da Milênio Capital e a captação atraiu nomes de peso do mercado, como Itaú Asset, Verde Asset, Franklin Templeton e XP.

No ano passado, a SuperSim já havia levantado a quantia de R﹩30 milhões por meio de uma securitização capitaneada pela Navi, gestora de ações e fundos imobiliários, que permanece como uma das investidoras no novo Fundo. A empresa também contou, no início de sua operação em 2019, com aportes de equity do fundo Distrito Ventures e dos investidores Bruno Balduccini, advogado do escritório Pinheiro Neto, e Al Goldstein, criador de duas grandes fintechs de crédito nos EUA, a Enova e a Avant.

De acordo com o chairman da SuperSim, Daniel Shteyn, a nova captação valida a solidez do crescimento e subsidia as ambições para o crescimento no próximo ano. A previsão é de que, ao final de 2021, a fintech tenha um crescimento de 1200% em relação a 2020. “Hoje, recebemos centenas de milhares de solicitações de empréstimos por mês que se traduzem em milhares de empréstimos, cumprindo nosso propósito de inclusão financeira por meio do microcrédito”, diz.

Boa parte deste crescimento se deve aos empréstimos com garantia de celular, modalidade que permite ao cliente utilizar seu aparelho smartphone para garantir o empréstimo. A SuperSim também possui opções de crédito sem garantia, com valores que variam entre R﹩250 e R﹩2,5 mil. Recentemente, a fintech ampliou ainda mais sua operação com parcerias estratégicas com a AME Digital e tem diversos pilotos com outras empresas com escala nacional.

Segundo o CEO da SuperSim, Antonio Brito, o potencial de crescimento é ainda maior. “No Brasil, existem mais de 100 milhões de pessoas que são negligenciadas pelo sistema financeiro tradicional, sejam pelo histórico de crédito ou pela renda. Com tecnologia e dados conseguimos criar um produto e processo flexíveis para atender esse perfil de mais alto risco, identificando de modo mais fidedigno a real condição dessa pessoa de honrar seus compromissos”, afirma.

Ele lembra que esta tecnologia permitiu, em apenas dois anos de existência, que a SuperSim se tornasse referência em empréstimos online no país, oferecendo crédito na conta do cliente em menos de meia hora após o processo concluído.

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Arezzo&Co inaugura ZZ HUB em sua sede no interior do Rio Grande do Sul

A Arezzo&Co, grupo que reúne as marcas Arezzo, Schutz, Anacapri, Alexandre Birman, Fiever, Alme, Vans, BAW e My Shoes, além do marketplace ZZ MALL, da TROC e AR&Co, braço de vestuário e lifestyle com as marcas da Reserva, inaugura, neste dia 22 de setembro, o ZZ HUB, aceleradora de produtos e negócios digitais, dentro de um novo prédio em Campo Bom, no Rio Grande do Sul.

O espaço conta com mais de 4.000m² de área e possui uma relevância histórica para a companhia, tendo abrigado no passado a sede da marca Arezzo na cidade e, mais recentemente, a fábrica Alexandre Birman.

O local funcionará como um hub de inovação e co-criação de futuros, com aproximação entre universidades e startups, além de cursos e integração com parceiros estratégicos. Além disso, por meio de uma parceria com a Prefeitura Municipal de Campo Bom, o ZZ HUB oferecerá cursos gratuitos voltados à digitalização para a comunidade local.

Dividido em dois pavimentos, o ZZ HUB contará com um espaço aberto e colaborativo, no primeiro andar, com o objetivo de reunir startups, estudantes e mentes inovadoras, inclusive com um coworking e diversas áreas de descompressão com jogos e outras atividades. Como parte desse processo de digitalização da Arezzo&CO, o hub vai funcionar também como um museu interativo, contando a história da digitalização do negócio do grupo.

“Mais do que um movimento de transformação digital, o ZZ HUB é um marco na trajetória da Arezzo&Co, especialmente por conta da proximidade do aniversário de 50 anos do grupo. Por esse motivo, teremos a história e o futuro, juntos no mesmo espaço, se retroalimentando”, explica Alexandre Birman, CEO da Arezzo&Co.

No segundo pavimento funcionará o núcleo de criação de produtos e negócios digitais, fortalecendo as iniciativas que formam a base da operação digital de todas as marcas, as operações de e-commerce e servindo de berço para iniciativas que irão desenvolver soluções para o varejo de moda brasileiro.

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