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Startup que combate drones criminosos é selecionada pelo BrinksUp!

A Drone Control, spin off brasileira que desenvolve sistemas de proteção contra drones não autorizados, é uma das quatro startups selecionadas para participar do programa de aceleração BrinksUp! Cada uma receberá R$ 160 mil e passará por uma etapa de coaching durante quatro meses, com mentoria de executivos da Brink’s, líder mundial em logística segura e segurança, e consultoria dos gestores da Liga Ventures, aceleradora focada em gerar negócios entre startups e grandes corporações.
A iniciativa da Brink’s tem como objetivo fomentar ideias inovadoras de produtos e serviços relacionados com as áreas de segurança, transporte e logística, varejo, meios de pagamento e moedas, produtividade e inteligência, além de se preparar para os novos desafios do mercado.

Hacker do espaço – O modelo de negócio inovador da Drone Control apresenta o conceito inédito de proteção do espaço aéreo como serviço (APaaS). Diversas técnicas de inteligência espectral são utilizadas para tal, desde a simples detecção até o spoofing – processo similar ao que hackers utilizam para “sequestrar” drones e assumir o controle da aeronave.

Ao detectar a aproximação de um drone, o sistema identifica os códigos de comunicação entre o controle remoto e a aeronave, e passa a utiliza-los de maneira mais eficiente, assumindo o controle do drone ou somente bloqueando sua trajetória para que este não entre na área protegida.

“São tecnologias que podem ser úteis para dar proteção de aeroportos, condomínios e plantas industriais, ou auxiliar na segurança de eventos, resorts e hotéis”, exemplifica Eduardo Neger, diretor de Engenharia da Neger Telecom, empresa de base tecnológica que deu origem a spin off Drone Control. “Nosso objetivo é aplicar essa tecnologia inovadora em um modelo de negócio diferenciado para o mercado de segurança privada”, destaca.

O sistema surgiu como evolução incremental das técnicas de bloqueio de sinais de radiocomunicações desenvolvidas pela empresa, que em janeiro de 2016 foi a primeira no Brasil a certificar junto à ANATEL um sistema de proteção contra veículos aéreos remotamente pilotados. Em busca de novas tecnologias disruptivas, realizou investimento em pesquisa por meio de parceria entre a Unicamp e a Neger Telecom, cooperação que já rendeu destaque em publicações científicas internacionais e até um pedido de patente conjunta. “Ao constatarmos que a tecnologia tinha potencial para abrir um novo mercado, decidimos criar a spin off”, conta Neger, acrescentado que a startup será operada e gerida como um negócio independente da empresa-mãe.

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Site avisa por Whatsapp quando promoções de passagens aéreas são lançadas

É comum ficarmos sabendo de promoções de passagens aéreas e na hora em que vamos comprar um assento promocional, a decepção: já acabou. O empreendedor paulistano Gustavo de Bautzer Fusca percebeu essa frustração entre consumidores e empresas aéreas e criou o “Viagens na Web”. Trata-se do primeiro player no Brasil que realiza uma varredura nos preços de bilhetes aéreos e notifica sua base de usuários via Whatsapp e Facebook Messenger no exato momento em que a promoção surge. A startup foi criada em fevereiro de 2018 e logo no primeiro mês de operação já consegue mapear mais de 435 mil opções de viagens por dia.

Notificações – “Só avisamos que existe uma promoção se ela conceder um desconto superior a 20% sobre o preço médio que, na cabeça do cliente, é um valor que já vale a pena”, explica Bautzer. A notificação via Whatsapp é um dos grandes diferenciais do “Viagens na Web” tendo em vista que geralmente o cliente está com o telefone por perto quando o Whatsapp é acionado. O CEO da startup observou que os grandes players do mercado de turismo costumam notificar essas promoções via e-mail, que acabam sendo vistos pelos clientes somente quando a promoção já acabou ou nem sendo visualizados indo direto para a lixeira. “Via e-mail a taxa de abertura deste tipo de mensagem fica entre 0,5% e 3%. Por Whatsapp já posso afirmar de acordo com nossos dados que a taxa está girando em 25%, um número muito acima do normal no nosso ramo”.

Customização – As atividades via Whatsapp e Facebook Messenger não se limitam a notificações de descontos entre as 435 mil opções de voos que são analisados diariamente pelo sistema. Gustavo se preocupou em criar o primeiro chatbot no segmento brasileiro que presta atendimento 24 horas, e é capaz de interagir com as pessoas utilizando inteligência artificial. Você pode enviar um WhatsApp pedindo promoções para um destino específico e receberá automaticamente um link com a melhor oferta. Um dos recursos do Viagens da Web é reconhecer por meio do DDD do telefone cadastrado a localização do usuário e só notificar voos partindo daquela região. Dessa forma um paulista, por exemplo, somente receberá promoções que partam do Estado de São Paulo, e um Carioca somente do Rio de Janeiro e o baiano da Bahia, não frustrando com promoções que dificilmente seriam aproveitadas.

O empreendedor – Gustavo de Bautzer Fusca começou a desenvolver o “Viagens na Web” em dezembro do ano passado e o lançou no último mês de fevereiro, mas ele não é novato no ramo. Há uma década trabalhando com Novos Negócios na área de Tecnologia e Turismo, já passou por empresas como a B2W (Submarino Viagens) e iniciou com outros sócios a Brasil/CT (vendida ao Banco Santander para gerir seu programa de Fidelidade). Depois prestou consultorias para Gapnet, Flytour e Decolar. Teve a ideia de criar o sistema que implementou no “Viagens na Web” quando abriu um e-mail de promoção de passagem aérea algumas horas depois do envio e a promoção já tinha acabado. “Perder a oportunidade de fazer uma viagem é uma experiência péssima, e eu quero ajudar as pessoas a aproveitarem ao máximo as oportunidades que existem por aí”, relata Bautzer.

Para ter acesso às promoções de passagens aéreas mapeadas pelo Viagens na Web, é preciso acessar o site www.viagensnaweb.com e solicitar a inscrição pelo WhatsApp clicando no ícone do aplicativo, ou solicitar para receber os avisos via Messenger do Facebook.

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Ex-alunos de Wharton aproximam startups com rede mundial de investidores e as auxiliam a ter acesso ao Vale do Silício

No ano de 2017 foi noticiada uma grande quantidade de aportes milionários em startups brasileiras, o que prova que o nível dos investidores-anjo aumentou. Mas, afinal, como saber se uma startup tem potencial para receber investimentos? Para solucionar essa equação, dois ex-alunos da Wharton School da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, fundaram a Wharton Alumni Angels, um grupo de investidores-anjo que tem como objetivo fomentar o empreendedorismo e a inovação aproximando as startups brasileiras de investidores e executivos de Wharton e do Vale do Silício.

Eduardo Küpper, Investidor anjo e Co-fundador de diversas empresas, entre elas a Vesta Partners, eGenius Founders, F(x) e Helpling, e Guilherme Freire, empreendedor serial e co-fundador da Livo Eyewear, se conheceram em Wharton, uma das mais renomadas intuições de ensino superior dos EUA e também uma das mais antigas do mundo, onde faziam mestrado e tiveram contato com diversos executivos e empreendedores do Vale do Silício.

A ideia começou a tomar forma quando a dupla decidiu alavancar a rede de ex-alunos, um grupo de profissionais qualificados e competentes para analisar empreendimentos com potencial para receber investimentos, feitos por esse mesmo grupo de ex-alunos. Em Janeiro de 2018, essa ideia se tornou realidade com o lançamento do Wharton Alumni Angels no Brasil.

O primeiro passo para uma startup solicitar o investimento para o grupo será o cadastro na plataforma, que deve ser lançada no final de março. Na sequência é feita uma análise para identificar o potencial dessas empresas. Após esse processo de triagem, a Wharton Alumni Angels indica as startups que atendem todos os critérios para receber um aporte para uma rede de investidores – que, em maioria, também são ex-estudantes de Wharton.

“Quando eu estava na Livo tive muita dificuldade para levantar fundos, pois era um projeto diferente do perfil dos VCs tradicionais do Brasil. Ao sair da operação da empresa, tive a ideia de apostar em um veículo de investimento e iniciei conversas com diversas instituições. O Eduardo Küpper, um cara muito engajado no ecossistema de startups, abraçou a ideia da Wharton Alumni Angels comigo. O objetivo é que nossa plataforma ajude outras startups em estágio inicial que necessitem de investimento e não tenham ninguém que acredite nelas. Queremos abraçar pessoas que enfrentam o mesmo desafio que nós tivemos”, explica Guilherme Freire, co-fundador da Wharton Alumni Angels Brasil.

Para 2018, a expectativa é de que a plataforma movimente em torno de R$ 9-12 milhões em investimentos em cerca de 7-10 novos negócios. “Aqui no Brasil, muitas vezes, o empreendedor abre seu próprio negócio sem ter acesso a uma rede de networking e com pouco conhecimento teórico. Queremos que esse pequeno empresário tenha contato com a cultura de empreendedorismo do Vale do Silício, local onde estão concentradas as maiores startups do mundo. Essa troca de experiências é tão fundamental quanto o aporte para o sucesso de um novo negócio”, finaliza Freire.

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Empreendedores brasileiros multimilionários estão entre os que mais investem em startups no mundo

O setor de TI é o que mais trouxe resultados financeiros para os empreendedores de elite no Brasil, ou seja, multimilionários que são donos de 3 ou mais companhias no país. O resultado faz parte do relatório global de empreendedorismo de elite produzido pelo BNP Paribas.

Pelo segundo ano consecutivo, 29% dos empreendedores multimilionários locais acumularam a maior parte de suas fortunas neste setor. E muito por conta desta proximidade, os brasileiros estão entre os que mais investem em startups. Com porcentagem semelhante a China e Índia, 28% dos entrevistados brasileiros apontam as startups como uma das prioridades para investimento, atrás apenas dos fundos de investimento (55%) e financiamento de capital (38%).

Os investidores da geração millennial são os que mais acreditam que a revolução digital irá continuar aprimorando seus investimentos. No Brasil, Ásia e Oriente Médio, os empreendedores tendem a direcionar suas expectativas de avanços em Inteligência Artificial, Big Data, Fintechs e EdTech, que desenvolve ações digitais voltadas para a educação.

O relatório entrevistou 2706 empreendedores de elite no Brasil, Europa, Estados Unidos, Oriente Médio e Ásia.

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Pipefy levanta US$16 mi em rodada de investimento Série A, liderada por OpenView Partners e Trinity Ventures

A Pipefy, plataforma de gerenciamento de processos eficientes, anunciou hoje o levantamento de US$16 mi em sua rodada de investimentos Série A, encabeçada pela OpenView Partners, firma de venture capital focada em empresas em fase de expansão, e a Trinity Ventures. A Redpoint Ventures e a Valor Capital, que já haviam investido na startup, também participaram da rodada. Outros investidores da companhia são a 500 Startups, o Founders Fund (do fundador do Paypal, Peter Thiel) e os fundadores da Zendesk, Morten Primdahl e Alexander Aghassipour. Os fundos levantados serão utilizados para escalar as operações da empresa à medida que a Pipefy expande suas equipes tanto em São Francisco como no Brasil.

“Nós estamos construindo um novo segmento de mercado”, disse Alessio Alionço, fundador e CEO da Pipefy. “Nossa visão é permitir que cada gestor dentro de uma organização crie seus próprios fluxos de trabalho customizados, sem a necessidade de possuir conhecimento técnico em programação. Ao possibilitar o gerenciamento ágil de processos, nossos clientes podem reagir a um ambiente de mudanças constantes e rápidas, garantindo uma execução de alta qualidade.”

A plataforma em nuvem da Pipefy está presente em 8.000 empresas, que vão de pequenos negócios como a Dandelion Chocolates, baseada em São Francisco, a grandes empresas como Accenture, IBM Santander e Wipro, passando por startups que ja receberam investimentos, como a Olist e a Nibo. O Pipefy foi projetado para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado por muitos gestores. Com o Pipefy, novos processos operacionais para departamentos como serviço ao consumidor, RH, financeiro, marketing e vendas podem ser postos em prática dentro de horas ou dias, sem entraves de TI.

“A paixão e a visão de produto do CEO e fundador são cativantes,” disse Dan Demmer, Sócio-Gerente da OpenView, que acaba de se juntar ao Conselho de Administração da Pipefy. “Estamos animados para trabalhar com o Alessio e o resto da crescente equipe Pipefy para continuar o trabalho em cima do sucesso obtido até agora com a transição para um modelo de gerenciamento de processos que não envolve programação.”

A Pipefy se dedica a atender ao mercado global de gestão de processos de negócios, que vale mais de US$7 bi e deve chegar a 2024 valendo mais de US$ 23 bi, de acordo com a Grand View Research. Ao se aproximar do consumidor no mercado de operações internas comuns a todos os negócios do mundo, a Pipefy cresceu muito rapidamente e agora já atende clientes em mais de 146 países. Uma vez implementado em uma empresa, o software é rapidamente adotado a uma taxa de crescimento de 10% ao mês.

“É difícil criar uma experiência de produto global nesse mercado, devido à complexidade significativa das operações internas de empresas. A Pipefy conseguiu criar um belo produto, que prioriza o usuário final e vai direto ao ponto dos problemas de negócios que eles estão resolvendo,” disse Dan Scholnick, Sócio-Geral da Trinity Ventures. “Milhares de clientes em todo o mundo validaram a plataforma por meio do tempo e dinheiro que dedicam diariamente ao Pipefy.”

Durante anos, gerentes de empresas e departamentos de TI vêm lutando para priorizar recursos de TI valiosos. A área de negócio das empresas tentava usar tecnologia para ser mais eficiente, mas dependia sempre do auxílio do departamento de TI para implementar e manter essas mudanças.

“O Pipefy revolucionou a forma como vemos e construímos nossos processos nas operações da Accenture”, disse Fabiano Guastela, gerente de transformação digital da empresa líder em serviços profissionais de outsourcing. “Sua flexibilidade e facilidade de uso nos permitiram melhorar nossa produtividade e qualidade de entrega”.

O Pipefy elimina uma batalha de longa data entre os gerentes de operações e os setores de TI, colocando o poder de gerenciar processos de negócios complexos, em que a velocidade da entrega de valor é fundamental, de volta nas mãos dos especialistas. Sua plataforma permite o gerenciamento ágil de processos, permitindo que os negócios controlem os próprios fluxos de trabalho.

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5 motivos para contratar uma consultoria jurídica antes de abrir sua startup

Para tirar uma empresa do papel, os empreendedores priorizam o seu planejamento, a inovação – modelo de negócio – e também a seleção de um bom time. Porém, os contratos, tributos e demais obrigações legais também são fundamentais neste processo, já que iniciar uma jornada empreendedora sem ajuda de especialistas pode ser um “tiro no pé”. De acordo com o IBGE, de cada dez empresas, seis fecham antes de completar 5 anos e os motivos são os mais variados: falência, briga entre sócios, entre outros.

Atualmente, diante das constantes mudanças no setor empresarial, as consultorias possuem papel fundamental dentro das empresas, principalmente das micro e pequenas. “A assessoria jurídica para startups e PMEs é uma das ferramentas disponíveis para os empreendedores terem menos dores de cabeça. Há diversos escritórios que estão se especializando em atender esse tipo de cliente, que precisa de previsibilidade nos custos e rapidez no atendimento”, explica Pedro Schaffa, advogado e sócio fundador da SBAC Advogados – escritório especializado em atender startups e PMEs.

O especialista dá algumas orientações sobre como uma consultoria jurídica pode ajudar na hora de abrir um novo negócio.

1. Conte com atendimento claro e objetivo

Muitas startups têm dificuldade de contratar escritórios de advocacia devido à diferença de cultura entre as duas áreas. O Direito é um dos setores mais conservadores no Brasil e as startups, por sua vez, têm DNA moderno, tecnológico e inovador. Alguns consultores jurídicos, porém, também estão inovando e buscam cada vez mais se aproximar dessas novas empresas. O ideal é que as startups procurem atendimento personalizado e especializado de quem já tem experiência em atender inovações e PMEs.

2. Tenha bons contratos

A partir do momento em que o empreendedor toma a decisão de tirar seu negócio do papel ele terá que lidar com a parte burocrática que envolve diversos contratos. O primeiro deles é o Contrato Social, a certidão de nascimento da empresa. Esse contrato basicamente mostra ao mundo o que sua empresa faz e o que ela é. “Hoje em dia a internet dá acesso a muitas informações, mesmo assim, se engana quem acha que usar um modelo de contrato encontrado em sites de busca é suficiente para sua empresa. Cada empresa tem necessidades específicas e isso precisa ficar bem claro em cada documento redigido”, explica. “Um contrato mal feito pode gerar problemas enormes lá na frente”, completa.

3. Evite problemas entre sócios

Uma assessoria jurídica pode ser a principal aliada dos sócios na hora de conduzir a empresa. Segundo Pedro Schaffa, o ideal é preparar um Acordo entre Sócios logo no início da jornada empreendedora, a fim de evitar qualquer problema na relação dos fundadores da empresa. “Este documento deve, preferencialmente, ser negociado junto com a abertura da sociedade (contrato social), pois é muito mais difícil negociá-lo com a empresa em andamento”, afirma o advogado. Entre as funções do Acordo de Sócios estão as questões de governança, ou seja, explicar qual sócio é responsável por qual área da empresa, como cada um se dedicará a suas funções e também já prevê questões relacionadas à venda da empresa – determinando a proteção do minoritário e a proteção do majoritário. Além disso, o documento deve conter cláusulas informando como a empresa se relacionará com parentes dos sócios e ter uma previsão de punição para sócios inadimplentes com suas obrigações sociais.

4. Não se preocupe com surpresas nos honorários

Muitos empreendedores têm receio de contratar especialistas jurídicos devido aos custos – que muitas vezes podem pesar no orçamento para o novo empresário. Hoje, no entanto, já existem formas de cobrança que facilitam a vida do empreendedor. Na SBAC Advogados, por exemplo, o cliente pode contratar a consultoria jurídica por meio de um modelo de cobrança mensal pré-paga. Funciona assim: o cliente seleciona um plano, paga um valor fixo pré-estabelecido por mês e recebe um número de pontos relacionados ao plano de assessoria jurídica contratado. Os pontos são revertidos em serviços que podem ser usados ao longo de um ano. Sempre que houver necessidade, o cliente pode acionar a SBAC e trocar seus pontos por serviços. “O modelo de cobrança, criado pelo nosso escritório, permite que os clientes tenham previsibilidade na contratação de trabalhos jurídicos, um dos maiores problemas que as pequenas empresas e startups possuem no momento de contratar advogados”, explica Schaffa.

5. Entenda como proteger sua marca

Ter um escritório de advocacia para orientar os empreendedores também auxilia na hora de proteger sua marca. “É importante que a empresa busque registrar toda marca que possuir, para evitar conflitos”, lembra o especialista. Segundo ele, nomes genéricos ou logos pouco distintivos dificilmente poderão ser registrados com exclusividade, mas ainda assim é essencial que a empresa o faça de qualquer maneira. “Uma coisa que todo empreendedor deve tomar cuidado é com e-mails de empresas que fazem registros de marca. Há uma quantidade grande de golpes realizados dessa maneira. É importante sempre buscar a ajuda de um advogado especialista na área antes de gastar com isso”, finaliza Schaffa.

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Brasileiro cria startup para interessados em investir no mercado imobiliário americano

Plataforma usa big data e machine learning para orientar, inclusive, brasileiros que desejam investir em imóveis nos Estados Unidos

Empresário também criou o primeiro fundo de investimento imobiliário do mundo alimentado por inteligência artificial

Profundos conhecedores do mercado imobiliário americano, o brasileiro Stefan Schimenes e o estoniano Gert Stahl sabem que são crescentes as possibilidades de ganhos com a valorização desses ativos — desde que sejam bem escolhidos. Pois foi com base nessa ideia de seleção que eles criaram a startup Investorise, plataforma que usa tecnologias como big data e machine learning para orientar investidores de todo o mundo, inclusive brasileiros interessados na compra de imóveis nos Estados Unidos.

Por meio de monitoramento e geração de relatórios, o sistema ajuda o usuário a identificar oportunidades e faz análises de riscos em tempo real. São numerosas as informações disponíveis na plataforma, e para acessá-las paga-se uma licença anual de uso cujo custo varia de US$ 40 mil a US$ 60 mil. A Investorise permite cálculos de valores de aluguel e venda, mensuração de riscos de depreciação de imóveis de determinada região, identificação dos melhores lugares com unidades disponíveis e o cap rate (taxa de capitalização).

Para Schimenes, o sistema inova principalmente por deixar aos computadores as tarefas de analisar e fazer previsões com base em informações — processo hoje feito por pessoas. “A Investorise criou uma plataforma analítica muito mais poderosa do que qualquer cérebro humano. Usamos a tecnologia para ajudar o investidor a tomar decisões. O mercado imobiliário americano é dos maiores do mundo, mas ainda usa pouca tecnologia no processo de tomada de decisão”, observa.

Mas por que o mercado imobiliário americano? Segundo o brasileiro, é um mercado muito desenvolvido em termos de dados (o que é necessário para treinar os algoritmos), além de oferecer oportunidades enormes para investidores. Depois da crise de 2008 e do estouro da bolha imobiliária, pode-se comprar imóveis a preços muito baixos e aluga-los para famílias que não conseguem comprar imóveis. Os aluguéis no modelo Single Family Residence (SFR) são um exemplo disso — representam atualmente o maior produtor de renda dessa classe de ativos nos Estados Unidos. A Investorise estima que existem 14 milhões de aluguéis SFR (no valor de US$ 2,8 trilhões), o correspondente a 35% do mercado americano de locação imobiliária.

Outro motivo da escolha é o fato de os Estados Unidos abrigarem as maiores empresas do mundo. Hoje a plataforma já conta com diversos investidores do mundo todo, como Alan Chang, que foi um dos responsáveis por expandir o Airbnb para a Ásia e Justin O’Connor, General Manager de uma das maiores indústrias químicas do mundo, Inneos. A sua equipe de advisors tem nomes como Riley Newman, que foi o chefe da área de Ciência dos Dados no Airbnb e um dos cinco primeiros funcionários da empresa, e Ricardo Franca, que foi analista da Gávea, do banco J.P.Morgan, e, agora, fundou a sua asset.

Aos interessados no mercado imobiliário americano, Schimenes faz um alerta: é necessário conhecimento. Há muitas regras do mercado e barreiras que não existem no Brasil. “Sazonalidade e período letivo são fatores que determinam, por exemplo, grande parte das vendas ao longo do ano”, exemplifica. E foi pensando nessas dificuldades que a empresa também criou um fundo de investimento.

Fundo de Investimentos

O Realty AlgoFUND I, lançado em julho do ano passado, é o primeiro fundo de investimento imobiliário do mundo alimentado por inteligência artificial. A tecnologia orienta gerenciadores de rendas de aluguéis do modelo SFR. Por meio da plataforma, a equipe da Investorise pode desenvolver uma estratégia de investimentos baseada em dados e também em experiências.

O investimento mínimo no fundo é de US$ 1 milhão, com perspectiva de retorno de 10% ao ano no período de sete anos. Pelo menos 90% dos recursos do AlgoFUND são investidos em imóveis residenciais, incluindo casas single families e condomínios, de várias regiões dos Estados Unidos. Schimenes destaca que a taxa de assertividade do Realty AlgoFUND é de 98%, em média, para previsão de um ano. “No final de 2016, nosso sistema previu que o mercado imobiliário da região de San Francisco valorizaria 9,82% em 2017. O índice oficial de apreciação foi de 9,85%, ou seja, muito próximo da nossa previsão”, explica o brasileiro. Desde a sua criação, o fundo de investimento imobiliário já adquiriu portfólio em quatro estados, de costa a costa (Oregon, Colorado, Geórgia e Flórida).

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Cresce o número de startups com soluções voltadas ao varejo

Um bom ponto comercial na rua ou no shopping, por si só, não é mais garantia de excelente resultado de venda. Além de uma mercadoria de qualidade, colaboradores bem treinados, preços atrativos e facilidades na negociação do pagamento, o consumidor busca algo a mais. É pensando nisso e na possibilidade de oportunizar a compra sem sair de casa, pesquisar fora de horário ou até mesmo adquirir numa determinada loja e retirar o produto noutra que centenas de startups brasileiras tem se dedicado a pensar melhorias tecnológicas para o varejo.

A inovação que antes parecia coisa de ficção científica ganhou a palma da mão. Nos últimos 10 meses, segundo uma pesquisa desenvolvida pelo OasisLab (primeiro centro de inovação especializado em varejo do Brasil), em conjunto com a Startse, maior hub de startups do Brasil, e a Neomode, o número de startups nacionais focadas em tecnologias voltadas para melhorar a forma de relacionamento com o consumidor subiu de 115 para 194. É o que mostra o estudo “Loja 4.0: Panorama das startups brasileiras do varejo – 2ª edição 2018”, recém lançado em São Paulo para mais de 200 empresários e profissionais das áreas de varejo e tecnologia de todo o país.

Segundo a especialista em varejo e responsável pelo laboratório de startups do OasisLab, Fabíola Paes, a integração entre os pontos de venda on-line e off-line possibilita a criação de novos mercados para as empresas e isso significa alternativas extras para quem está interessado em crescer, mesmo em meio à crise.

“A adição de 85 novas startups ao estudo mostra o aumento da tecnologia e novas macrotendências de inovação como logística, sustentabilidade e e-commerce, que traz muitas facilidades para o cliente e o varejista. Mais do que retratar profundas transformações na forma de comercialização de produtos no país, a pesquisa revela que embora a loja física ainda seja referência para o varejo, a cada dia aumenta a necessidade de interação com tecnologias digitais mais acessíveis e amigáveis para o consumidor, tais como smartphones, tablets, relógios conectados e óculos de realidade virtual”, conta a especialista.

Para Cláudia Backes, Gerente de Comunidade da Startse, a busca por um cliente satisfeito tanto com o produto, quanto com a experiência de compra, fez surgir um novo mercado. É aí que entram as startups que aparecem no estudo. “Estudos como este nos mostram que o Brasil tem potencial de se posicionar em um mercado global nesta vertical. Temos muitas startups desenvolvendo negócios inovadores, na maioria resistindo aos primeiros anos de atuação, que representam a maior taxa de mortalidade de startups. É muito bom perceber que o mercado parece estar se dando conta das suas fragilidades e apoiando as startups como parte fundamental da sua transformação para a Nova Economia”, completa.

Soluções e inovações

Para desenvolver o estudo a equipe do OasisLab contou com o banco de dados da Startse, além de acessar os dados da primeira pesquisa feita em 2017, que contava com a base da Associação Brasileira de Startups, o Ranking 100 Open Startup e do Laboratório de Varejo da Universidade Positivo. O objetivo foi apontar as novas empresas de tecnologia brasileiras que tem como força motriz a inovação e como elas estão dispostas a resolver “as dores do lojista”, que englobam todos os detalhes do processo de compra e entrega; situações que vão desde dificuldades de gerenciamento de estoque, atrasos de entrega, questões de relacionamento com o cliente, entre outros.

Assim, as startups foram dispostas num grande círculo que remete à figura de uma mandala, organizada em nove eixos que sintetizam soluções e inovações nas áreas de realidade virtual, inteligência artificial, e-commerce, engajamento do consumidor, internet das coisas, logística, operação, pagamentos e sustentabilidade.

“Reunir os fornecedores de tecnologia de forma tão didática para quem precisa da informação especializada, no caso o varejista, é algo sensacional. Sem falar na riqueza que é ver o Brasil produzindo soluções que também estão sendo colocadas em prática no comércio da Europa e da América do Norte”, explica um dos principais apoiadores do projeto e fundador do OasisLab, Hélio Biagi. Em janeiro, ele esteve na NRF Retail’s Big Show, nos Estados Unidos, e acompanhou o impacto que a tecnologia ofertada pelas startups traz ao comércio do mundo todo. “Temos uma nova realidade de mercado e de varejo e não podemos mais pensar isso tudo sem as startups”, completa.

Para visualizar o quadro com a mandala, seus nove eixos e os desenvolvedores de tecnologia basta acessar o link https://oasislab.com.br/ panorama-das-startups- brasileiras-que-estao- transformando-o-varejo-loja-4- 0-2a-edicao-2018/

Esse desenvolvimento teve o apoio acadêmico do Núcleo de Varejo Retail Lab da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e do CEPEV- USP Centro de Pesquisa de Varejo da USP.

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World Economic Forum – O panorama das Startups Latino-Americanos é promissor, dizem os potenciais ‘Unicórnios’

Empreendedores de tecnologia da América Latina estão prevendo um futuro promissor para os “unicórnios”, porque as startups de tecnologia estão ganhando relevância no ecossistema regional. Isso não é uma questão apenas de valor de mercado e de atingir a marca de $ 1 bilhão de dólares, mas também de ajudar a resolver os “problemas significativos da região e criar empregos”, diz Enrique Ortegon, Diretor Operacional da Salesforce.com, dos EUA.

“Ultrapassamos o ponto crucial na América Latina. Vamos ver muitos outros unicórnios. Acredito que isso deve impulsionar o crescimento sustentável ao longo das próximas décadas”, diz Hernan Kazah, Sócio Diretor da Kaszek Ventures, Argentina. “Ainda não temos muitos participantes, mas teremos muito mais comparado com 15 anos atrás. Em 20 anos, teremos muito mais [startups]”.

A experimentação é frequentemente a chave para o sucesso, e as startups devem ter o direito de falhar antes de prosperar. “Ser um unicórnio é ser um símbolo de sucesso, mas queremos ter empresas duradouras e sustentáveis para melhorar a vida das pessoas”, diz Amiram Appelbaum, principal cientista e Presidente da Israel Innovation Authority, Israel. “Queremos resolver os problemas do ser humano. Isso começa como um empreendimento local e somente depois dessa etapa é possível ampliar a experiência e atingir uma escala global.É importante aceitar o fracasso. É uma história de fracassos e conquistas”, diz Appelbaum.

O governo desempenha um papel muito importante, apoiando o meio acadêmico e reduzindo a burocracia, além de injetar capital quando as forças de mercado falham. “O desafio de conectar cientistas e empresários é mais importante que incentivar startups”, diz Andy Freire, legislador, Buenos Aires, Argentina. A Argentina recentemente introduziu legislações para criar incentivos empresariais. “Trabalhamos para melhorar a vida dos empresários. Antigamente, levávamos 100 dias para abrir uma empresa. Hoje, é possível abrir uma empresa em um único dia. Tudo está na nuvem”, diz Freire. “Fornecemos as ferramentas para precisam para serem empreendedores”. Mesmo assim, tem muito mais a fazer. Marco Crespo, Chefe para a América Latina da Gympass, observou que, embora seja fácil fazer negócios na Argentina, ainda existem restrições em termos de mão de obra e para o deslocamento internacional de funcionários.

“Algumas medidas positivas foram implementadas para acelerar o empreendedorismo”, diz Kazah. “O ecossistema está muito mais desenvolvido. Estamos no caminho certo para o desenvolvimento de talentos”. Kazah constatou que, embora a região ainda esteja atrasada em termos de tecnologia, a situação é promissora na região. “Teremos mais unicórnios rompendo barreiras”, concluiu.

O World Economic Forum da América Latina ocorre em São Paulo, entre os dias 13 e 15 de Março. O evento reuniu mais de 750 líderes mundiais e regionais para discutir o mesmo tema, América Latina no Ponto de Inflexão: Criando uma Nova Narrativa.

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Startup implanta compliance em empresas

A corrupção virou pauta dos noticiários no Brasil. A cada semana, novas delações, denúncias e acusações envolvendo empresas e até o governo, recebem destacada cobertura da imprensa.

Para se ter uma ideia, em 2017, o ranking de corrupção da Transparência Internacional, que avalia a percepção da corrupção, teve uma piora significativa. O Brasil está no 96° lugar na lista do ano passado, que examinou a corrupção do setor público em 180 países. Segundo pesquisa da consultoria Deloitte em 2016, 65% das empresas pesquisadas no Brasil afirmaram ter um programa de compliance.

Os dados são bastante agravantes e negativos para o país de um modo geral, gerando desconfiança e instabilidade. No entanto, acendeu um sinal de alerta em empresas de todos os portes. Hoje, pequenas, médias e grandes companhias estão mais preocupadas em evitar que surjam atos de irregularidades e corrupção internos.

Foi pensando nesse cenário que o advogado Fábio Moreno e o engenheiro André Cepukas, desenvolveram o IComply, um aplicativo de fácil uso que auxilia na regularização e controle de forma mais certeira da empresa contra possíveis atos de corrupção.

“O IComply é uma ferramenta de compliance que busca o desenvolvimento moral e ético do funcionário, o que resulta na proteção da empresa e de seus administradores”, afirma Fábio Moreno, CEO da empresa. A ferramenta busca o desenvolvimento e disseminação de uma Cultura de Integridade, que possibilita a implementação eficaz de um Programa de Compliance, protegendo a empresa e os seus administradores.

Conheça as funcionalidades do aplicativo:

Por meio do aplicativo, é possível que qualquer colaborador da empresa ou terceiro, acesse o aplicativo IComply, que veicula documentos e comunicados institucionais, treinamentos e questionários, vídeos e entrevistas sobre compliance. “O app alcança, com extrema agilidade e eficácia todos os colaboradores da empresa, terceiros, fornecedores e demais parceiros negociais. Há também um canal de denúncia anônimo, além de grupos de discussões animados pelos próprios usuários”, explica Fábio.

Outro objetivo do aplicativo é aprimorar e facilitar o acesso ao programa de compliance, produzindo provas positivas para a empresa a partir dos dados de acesso gerados pelo aplicativo, como tempo de uso, participação em treinamentos, respostas aos questionários.

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Como parcerias entre empresas estabelecidas e startups inovadoras podem fomentar o mercado?

Por Fernando Cascardo

Inovação. Essa é a palavra do momento e o conceito que está sob os holofotes dos empreendedores em todo o mundo. Com a tecnologia disponível na ponta dos dedos, os consumidores estão exigentes e almejam por soluções que sejam disruptivas e digitais, que por sua vez, são objetivos de difícil alcance para grandes corporações, que possuem operações amarradas e burocráticas, impedindo a mudança constante que o mercado demanda.

Para atender a esses consumidores, que estão mais dinâmicos e empoderados, as startups apostam em modelos comerciais simplificados, dinâmicos e tecnológicos por meio do desenvolvimento de soluções que estão entre as mais procuradas pelo público. Porém, para serem atrativas ao mercado, as startups precisam estar com seus serviços ou produtos mais próximos da perfeição e com um modelo operacional focado em conversões e crescimento acelerado.

Diante desse panorama, em que as empresas carecem de inovação e as startups de experiência, a melhor alternativa, na qual todos são beneficiados, é fomentar parcerias entre as companhias que já estão estabelecidas em suas áreas de atuação e as startups, que buscam por competitividade. Esse modelo é conhecido como Corporate Venturing (CV), e é uma modalidade de inovação aberta na qual empreendimentos maiores financiam a tecnologia.

Assim, por meio desse movimento de integração, essas associações são capazes de fomentar o mercado ao estimular o consumo por meio do desenvolvimento de soluções completas, algo possibilitado pelo dinamismo das startups e da criação de uma oferta de ferramentas com toda a estrutura e divulgação necessárias, impulsionadas pela experiência das grandes companhias.

As empresas enxergam as startups como ninhos de ideias boas e eficientes para conquistar o público e por isso vão buscar associações. Essa procura agita o mercado e fomenta, além do consumo, a união do novo com a experiência. Além disso, organiza todo o ecossistema mercadológico brasileiro ao equilibrar as demandas dos mais variados setores.

Fernando Cascardo é sócio-diretor do Grupo InterPlayers, desenvolvedora do app GoPharma – um canal completo, com recursos de localização de farmácias, guia de serviços e informações, de busca de produtos, além de um serviço de auto adesão e acesso aos programas de benefícios disponibilizados pela indústria farmacêutica.

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Edenred Brasil abre inscrições para programa de aceleração de startups

A Edenred Brasil, líder mundial em soluções transacionais para empresas, comerciantes e empregados, dá início ao programa de aproximação e aceleração de startups: o programa de Open Innovation, Edenred Connect. O programa visa aproximar o Grupo de startups, com objetivo de trazer inovação de fora para dentro, selecionando parceiros que colaborem no desenvolvimento de soluções, melhorias e produtos que atendam as marcas do grupo. As startups selecionadas terão vantagens como mentorias e parcerias de negócios. As inscrições estarão abertas entre os dias 6 de março e 15 de abril.

Como uma precursora da inovação aberta, a Edenred desenvolveu um sistema global que antecipa tendências e explora ecossistemas que tenham afinidade com seu core business. O Grupo tem trabalhado desde 2011 com o Partech Ventures, um fundo de investimento que apoia empresas jovens e de crescimento rápido na economia digital;

No Brasil, o Programa de Open Innovation, Edenred Connect, foi implantado em 2017 e faz parte do plano estratégico de aceleração do Grupo, que visa alcançar a digitalização de sua oferta em geral e dar a posição de liderança em B2B2C, o que é refletido pelo posicionamento: “We connect, you win.”

“Somos uma marca que conecta empresas e pessoas. “Acreditamos na soma da agilidade de uma startup, com a força de uma empresa multinacional e líder de mercado”, explica Gilles Coccoli, Presidente da Edenred Brasil.

As startups devem inscrever seus projetos dentro dos temas: fintech, mobilidade, internet das coisas, rodoviário, big data, data e BI, block chain, veículos autônomos e elétricos, mobile payment, saúde, chatbot, fidelização, relacionamento e premiação, digitalização de documentos. No dia 15 de maio, os projetos pré-selecionados irão apresentar seus modelos de negócios, destacando as oportunidades de sinergia com a Edenred Brasil. Serão selecionadas cinco startups para participar do processo por seis meses, de junho a novembro. Na primeira edição do programa, em 2017, foram mapeadas 15 startups com projetos que se encaixavam nos negócios da Edenred Brasil e duas foram selecionadas para um programa de aceleração.

As startups interessadas em se inscrever no programa e conhecer mais sobre o projeto, basta acessar o hotsite www.edenredconnect.com.br .

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Stefanini firma parceria com a VANTIQ, startup do Vale do Silício

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, se une à VANTIQ, uma startup de tecnologia do Vale do Silício para oferecer a VANTIQ Application Platform. Considerada inovadora pelo mercado, a solução permite desenvolver soluções digitais complexas em questão de dias, o que acelera o processo de implementação de projetos relacionados principalmente à Internet das Coisas (IoT, sigla em inglês), além de outros voltados aos modelos de negócios digitais. De acordo com um estudo da consultoria IDC, somente em 2018 o mercado de IoT deve movimentar US$ 8 bilhões no Brasil.

Segundo Breno Barros, diretor de Inovação & Negócios Digitais da Stefanini, as empresas estão em sinergia, uma vez que buscam contribuir para a transformação digital em seus clientes. “A VANTIQ é uma empresa pioneira do Vale do Silício e encontrou na Stefanini uma grande parceira para alavancar negócios no Brasil. Nossos clientes têm muito a ganhar com essa colaboração, uma vez que ela torna possível o desenvolvimento de soluções inovadoras de forma rápida”, ressalta.

A VANTIQ é uma plataforma de soluções digitais em tempo real as-a-Service (PaaS), que visa a colaboração entre pessoas e máquinas para o desenvolvimento de negócios digitais mais eficientes. Por meio dela, é possível construir a lógica de um software e distribuí-lo em formatos diferentes para vários dispositivos, o que permite aos profissionais focarem em características específicas. No modelo anterior, era necessário desenvolver os códigos, linha a linha, o que demandava de pessoas um longo tempo. A plataforma da VANTIQ torna possível reduzir o desenvolvimento das soluções de meses para dias.

Além disso, a plataforma oferecida pela Stefanini também permite o gerenciamento em tempo real dos aplicativos para compreender os sistemas e agilizar a tomada de decisão. “A Stefanini e a VANTIQ estão alinhadas na importância de colaborar com seus clientes no processo de transformação digital, do ponto de vista tecnológico. Sabemos que o mercado está sob pressão e que as empresas que não participarem dessa transição, de maneira rápida, estarão fora do mercado nos próximos dez anos”, afirma Marty Sprinzen, CEO da VANTIQ, em visita recente ao Brasil.

Para Eduardo Schvinger, Vice-Presidente da VANTIQ na América Latina, há uma retomada de crescimento da economia brasileira, o que representa uma grande oportunidade de negócios em diversos segmentos, como Finanças, Indústria, Saúde, Telecomunicações, Utilities e Varejo.

De acordo com Miguel Nhuch, Chief Business Development Officer da VANTIQ, a plataforma da startup se baseia em cinco pilares: missão crítica (performance, segurança e disponibilidade), cloud on premise, totalmente distribuída, com maior colaboração entre as máquinas e monitoramento em tempo real (Real-Time Events). “Isso significa que podemos monitorar e oferecer inteligência para que as empresas sejam ainda mais produtivas e automatizadas”, diz.

“A parceria permite um grande nível de abstração e escalabilidade – milhões de acesso por segundo. Acreditamos que a solução trará uma contribuição significativa para o nosso portfólio de digital e, principalmente, enormes possibilidades para nossos clientes”, complementa Dulce Marchiori, gerente de produtos, soluções e parcerias da Stefanini.

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Fintech usa tecnologia blockchain para remessas internacionais

A BeeTech, startup brasileira provedora de infraestrutura para pagamentos internacionais, é a primeira fintech brasileira a entrar para a RippleNet – a principal rede de blockchain da Ripple, que permite às instituições financeiras realizarem remessas internacionais de forma rápida e com baixo custo. As transações chegam a ser 50% mais baratas e os pagamentos podem ser realizados em apenas segundos – até então, o tempo médio era de dois dias úteis.

Com a parceria, a BeeTech alcançará um novo passo para atender as necessidades dos clientes, reduzindo os custos e liquidando as remessas no mesmo dia. “A parceria da BeeTech com a Ripple nos dá um vislumbre do futuro que vem sendo desenhado para as transferências internacionais. Com o uso de tecnologias como o blockchain e a conexão de players do mundo todo com filosofias semelhantes, as fronteiras para uma vida global estão cada vez menores. A rede da Ripple proporciona uma solução escalável, segura e de alta velocidade para movimentação de valores, algo que vem se tornando fundamental para facilitar a vida de empresas e pessoas a nível global. Acreditamos que essa parceria nos deixa mais próximos de alcançar a nossa missão de criar um mundo sem fronteiras financeiras”, diz Fernando Pavani, CEO da fintech.

A Ripple fornece uma experiência sem atrito para envio de dinheiro internacional. Ao se juntar a crescente rede global, as instituições financeiras podem processar os pagamentos de seus clientes em qualquer lugar do mundo com a segurança da tecnologia blockchain, que garante o registro total de todas as transações, utilizada pelo novo parceiro da BeeTech. Além disso, os bancos e provedores de pagamentos podem usar a ferramenta digital XRP para, futuramente, reduzir seus custos e alcançar novos mercados.

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Open Innovation Week chega à 10ª edição e prevê realizar 10.000 reuniões de negócios

O maior evento internacional de open innovation chega à sua 10a edição com números recordes. Realizada de 18 a 20 de março, no Golden Hall WTC, em São Paulo, a Oiweek X reunirá startups, cientistas, investidores e executivos de grandes empresas com o objetivo de compartilhar conhecimento, gerar negócios entre os envolvidos e cocriar soluções para os mais importantes desafios do mercado e da sociedade.

Com a expectativa de receber um público diário de 3.000 pessoas, o ambiente projetado para o evento prevê um espaço de 4.000m2, organizado para facilitar novas conexões e suportado pelas tecnologias mais avançadas de matchmaking. “Nesta edição, aplicaremos soluções para que as conexões sejam pelo menos 10 vezes mais efetivas que em um evento convencional”, comenta Bruno Rondani, chairman da Oiweek X.

A Oiweek encerra um ciclo de atividades promovidas ao longo de um ano de atividades. Para chegar neste momento, foram realizados mais de 80 eventos preliminares, em 26 cidades do mundo, para identificar e avaliar os projetos de startups e cientistas mais atraentes e promissores para o mercado. Ao todo, cerca de 6.000 executivos e investidores da América Latina analisaram mais de 4.500 projetos vindo de todo o mundo.

Nesta décima edição, a expectativa é realizar 10 mil reuniões de negócios para discutir parcerias, investimentos, contratos e formas de implementar soluções inovadoras em conjunto. Em 2017, foram realizadas 2.400 reuniões, que geraram 693 negociações entre os participantes, o dobro do que foi registrado em 2016. Para que isso ocorra, foram selecionadas 300 startups e 100 projetos científicos oriundos da academia para se apresentarem para um público esperado de 2.000 executivos de grandes empresas e investidores. A expectativa é que pelo menos 1.000 negócios sejam efetivados como resultado dessas conexões.

As reuniões serão realizadas no estilo speed-dating e aquelas que obtiverem melhor performance concorrerão ao Ranking Top 100 Open Startups 2018, que classifica as mais atraentes na opinião do mercado brasileiro para fazer negócios. Das 4,5 mil startups ativas do programa 100 Open Startups, mais de 300 atingiram o Nível 5, ou seja, firmaram contratos com grandes empresas. No mesmo período foram gerados mais de 700 contratos entre as iniciantes e as grandes companhias.

Entre as organizações patrocinadoras do programa e que já confirmaram presença na Oiweek, estão: Johnson&Johnson, Cemig, Vale, Atlas-Schindler, Dow, Bosch, BRF, Votorantim, Algar, Air Liquide, Accenture, Roche, Whirlpool, Natura, Microsoft, Givaudan, Edenred, Smartfit, Eletropaulo, CSU, Solvay, Faber-Castell, Suzano, Oi, Furukawa, Novozymes, Softplan, Grupo Oncoclínicas, Matera, ilegra, Pieracciani, ABDI e Fibria. Muitas delas participarão dos Open Talks, abordando os desafios do mercado e apontando para as startups e comunidade científica onde estão as melhores oportunidades. A organização espera receber mais de 3 mil participantes do Brasil, América Latina e demais países.

A Oiweek é uma comunidade formada por executivos de mais de 500 companhias líderes, distribuídas em mais de 20 grandes desafios globais, como: Indústria do Futuro, Plataformas Científicas e Tecnológicas, Saúde & Bem-Estar, Serviços Financeiros, Varejo e Moda e Beleza. Desde 2008, executivos, investidores, startups e organizações se juntaram e criaram essa comunidade que já ultrapassa 30 mil pessoas.

Área de Conhecimento
Temas que envolvem o universo de todo o ecossistema de inovação terão destaque na Oiweek X. O objetivo é trazer uma ampla discussão sobre assuntos ligados a esse universo e o quanto esse movimento irá mudar o futuro das companhias e sociedade. As palestras serão conduzidas por empresas-referência nas áreas em discussão.

Encontro Acadêmico em Inovação Colaborativa
A 6ª edição do Encontro Acadêmico sobre Inovação Colaborativa reunirá pesquisadores, professores e estudantes de doutorado em pesquisas atuais sobre redes empresariais corporativas e de inovação. Os participantes terão acesso ao Observatório de Startups, iniciativa que compila e divulga dados sobre inovação e empreendedorismo para fins de pesquisa acadêmica.

Oiweek X (10ª Open Innovation Week)
Dias: 18/03, das 19h às 22h – 19/03, das 8h30 às 19h – 20/03, das 8h30 às 20h
Local: WTC Golden Hall – Avenida das Nações Unidas, 12.551 – Brooklin Paulista – São Paulo, SP

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Evento gratuito reúne grandes players e traz mentoria para startups que sonham com a internacionalização

O WorldWide Startups – criado pela Liga Ventures em parceria com o Ibmec – acontece em SP no próximo dia 6 de março e aborda desafios e oportunidades no processo de internacionalização de startups

Internacionalizar uma empresa é o sonho de muitos empreendedores que desejam conquistar novos mercados e expandir o negócio. Mas o que é preciso fazer para tornar sua startup global?

Para ajudar os empreendedores a criarem uma cultura de internacionalização desde o início da jornada empreendedora, a Liga Ventures – aceleradora focada em gerar negócios entre startups e grandes empresas – em parceria com o Ibmec – Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais -, criou o WorldWide Startups, evento gratuito que discutirá, no dia 06 de março, às 19h30, os principais desafios e oportunidades para startups brasileiras que estão em busca do sonho de se tornarem globais.

Durante o WorldWide Startups será possível conhecer cases de sucesso e ainda ter orientações de especialistas sobre todo processo de globalização de startups. “O evento irá proporcionar aos empreendedores mentoria sobre o desenvolvimento de produtos para novos mercados, dar dicas de como ter acesso a programas de aceleração globais, além de mostrar a importância da criação de parcerias estratégicas – fundamentais para o processo de internacionalização da marca”, explica Daniel Grossi, co-fundador da Liga Ventures.

Painel com grandes nomes do mercado

O evento conta ainda com um painel com grandes players do mercado e terá a mediação de Daniel Grossi – co-fundador da Liga Ventures. Os convidados são: Andres Mutschler – CEO e Fundador da Westwing Casa e Decoração, Fernando Prado – CEO e Cofundador da ClickBus, Juliana Assunção – CMO e Fundadora da RankMyApp, Miriam Vale – Professora e Pesquisadora no Ibmec e Sylvia Romanelli – Startup and Innovation Manager na Swissnex Brazil.

Serviço

Local: Ibmec – Alameda Santos, 2356, Jardim Paulista
São Paulo, SP
Data: 06 de março de 2018, 19h30-21h

Inscrições: goo.gl/tRwgq5 – Gratuito

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Por que as Fintechs são a bola da vez

Especialista aponta oportunidades e desafios para essas empresas

Em meados dos anos 1960, o Banco Bradesco investiu em um computador da última geração, um IBM 1401, com apenas 4k de memória. Logo após unificou sua rede de agências com telex. Já nos anos 70 e 80 os mainframes eram caríssimos, mas lá estava o Banco investindo na sua implantação. Chegou a década de 90 e vieram investimentos em fibra óptica, laser e rede de alta velocidade em longas distâncias. Tudo isso para preparar o terreno do que aconteceria nos anos 2000: o primeiro Internet Banking do hemisfério sul. “Enquanto muitos achavam aquilo tudo um desperdício de dinheiro, os fundadores Amador Aguiar e Lázaro Brandão já enxergavam o que hoje se tornou óbvio: ganhos de escala só combinam com automação de processos e somente a tecnologia é capaz de suprir essa necessidade”, comenta Pedro Paulo Moraes, sócio da Organica, empresa focada na aceleração de negócios e pessoas dentro da lógica da Nova Economia. “Graças a essa ousadia, o Brasil se consolidou como referência mundial em inovação e segurança bancária.”, complementa.

Durante algumas décadas, as grandes instituições bancárias navegavam em um mercado de baixíssima concorrência e de uma barreira de entrada praticamente intransponível, mas hoje em dia esse cenário mudou. Bancos gigantes e tradicionais enfrentam a concorrência acirrada com empresas fundadas por jovens, enxutas e ofertantes de serviços e soluções diferenciadas, são as chamadas fintechs. Mas, como isso foi possível de uma hora para outra?

Com algumas fintechs aceleradas pela Organica, Pedro Moraes separou alguns fatores que explicam esse fenômeno:

Paradoxo da Abundância

Antigamente os recursos (humanos e financeiros) eram escassos e caros. Apenas grandes bancos dispunham de tais recursos para investir, tornando uma barreira praticamente impenetrável para novos entrantes no mercado. Hoje, tais recursos se tornaram baratos e abundantes: energia elétrica se consegue de graça (através do sol e do vento, por exemplo), conexões de redes e acesso à internet estão cada vez mais rápidas e baratas, grandes servidores podem ser compartilhados por várias empresas na nuvem, altos custos de aquisição foram substituídos pelo pagamento mensal em valores muita mais baratos (SaaS, por exemplo), os algoritmos e linguagens se tornaram populares e amplamente difundidas, as tecnologias de telecomunicações permitem que diversos colaboradores estejam alinhados e participativos mesmo a quilômetros de distância, sem a necessidade de um espaço físico. O próprio blockchain, tecnologia por trás do bitcoin, traz oportunidades de ganho de escala a custos baixíssimos. Isso tudo eliminou a barreira de entrada.

Explorando ineficiências

Como o mercado bancário era praticamente impenetrável, as grandes instituições se acomodaram. O foco no cliente não era tão profundo. A cultura de gestão ficou ultrapassada enquanto as fintechs com pouquíssimos funcionários eram capazes de entregar mais rápido e melhor através de metodologias agile, scrum, squads, OKRs, entre outras. Um modelo de negócio de uma fintech que não demonstra o resultado esperado é rapidamente alterado (ou pivotado, como se diz) e as probabilidades de êxito aumentam imediatamente.

Mercado

O mercado brasileiro é enorme e pouco explorado. Existe uma parcela gigantesca da população considerada ” esbancarizada”, que foram esquecidos pelos bancos tradicionais e estão sedentos por ofertas de soluções a baixo custo de forma personalizada, gerando uma oportunidade para as fintechs..

Marketing

Assim como metodologias de gestão mencionadas anteriormente, as startups já nascem com DNA de Marketing, seja de performance (aquele que visa divulgar a marca através das redes sociais) ou de branding (aquele que desenvolve o branding, storytelling, cultura, etc.). Uma boa estratégia de Marketing diferencia a empresa e atrai os clientes dos bancos tradicionais.

Foco e Verticalização

Diferentemente dos bancos tradicionais, que tem sua estrutura horizontalizada, as fintechs preferem dar foco a nichos ou verticais: algumas são especializadas apenas em crédito, outras em seguros, ou apenas em investimentos, etc. O resultado disso é maior agilidade e velocidade na criação de novos produtos e identificação das necessidades dos clientes.

Por outro lado, as fintechs tem como principal desafio vencer a regulamentação de mercado. No Brasil (e no mundo), existem órgãos como Banco Central, Susep, CVM que olham para essas empresas com certa desconfiança, por isso não dão as permissões legais para atuação. Importante que haja uma união das fintechs para criarem órgão que os representem e facilitem no processo de incorporação para que o país não deixe de estar na vanguarda da tecnologia bancária.

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Startups e pequenas empresas estão com mais de 60 vagas abertas

As startups e pequenas empresas não estão apenas inovando a forma de fazer e negócio e trazendo um novo modelo de trabalho para os funcionários, elas também são as grandes responsáveis por boa parte das vagas abertas para novos e experientes profissionais brasileiros, mesmo em um momento em que o País tenta se recuperar de uma das piores crises já vivenciadas na história. Hoje, as micro e pequenas empresas são as maiores geradoras de emprego: 54% das vagas formais de trabalho. Em 2018, sete startups estão com mais de 60 oportunidades abertas. Confira:

GetNinjas

Listada pela Forbes como uma das empresas mais promissoras do Brasil, o GetNinjas, a maior plataforma de contratação de serviços do país, está com 14 vagas em aberto. A plataforma busca oito Analistas de Atendimento e um Diretor de Arte Digital. Ainda há vagas para estagiários, sendo duas para Atendimento, duas para Marketing de Performance e uma para Produto. Inscrições: todas as vagas estão disponíveis no link

BeeTech

Fintech acelerada pelo programa Track, da Visa, no Vale do Silício, a BeeTech, primeira empresa brasileira focada em soluções cambiais 100% online, está com 19 oportunidades abertas para trabalhar em São Paulo A startup busca desde de profissionais para produzir conteúdos internos a design, financeiro e desenvolvedores. Além disso, há duas vagas para estagiários em design e produto. Inscrições: todas as vagas estão disponíveis no link

Singu

Eleita uma das 100 empresas mais inovadoras pela revista Pequenas Empresas Grandes Negócios no mercado de beleza, a Singu, aplicativo que conecta profissionais de beleza a clientes para atendimentos delivery, está em busca de programadores Front-End, Back-End e Android. Inscrições: Pelo e-mail tg@singu.com.br

DogHero

Aplicativo e site que conecta mães e pais de cachorro a anfitriões que hospedam os pets em casa quando os tutores viajam, a DogHero está com quatro vagas abertas para profissionais em São Paulo. A startup procura Product Manager, UI/UX Designer, Web Full Stack Software Engineer e Mobile Software Engineer. Além disso, a plataforma está com um programa de estágio para a área de operações. Para fazer parte do time, é preciso se adaptar facilmente a novas situações e serem extremamente curiosas. Inscrições: todas as vagas estão disponíveis no link

Contabilizei

A Contabilizei, reconhecida pelo prêmio da Love Mondays como uma das melhores empresas (PME) para se trabalhar em 2017, está com mais de 16 oportunidades abertas para profissionais juniores, plenos e seniores. A empresa procura pessoas que tenham finalizado ou estejam cursando o ensino superior, sejam organizadas, disciplinadas e adorem tecnologia. Para a cidade de São Paulo, eles buscam um Executivo de Contas. As outras vagas, que incluem Atendimento ao Cliente, Analista de SEO, Designer e Desenvolvedor, entre outras, são para Curitiba. Inscrições: todas as vagas estão disponíveis no link

eduK

Considerada a segunda empresa mais inovadora da América Latina segundo a Fast Company, a eduK está com cinco oportunidades abertas. A plataforma busca profissionais de Marketing, UI/UX Designer, Editorial, Desenvolvimento de Software e Manutenção Predial. Para fazer parte do time, os candidatos precisam ser apaixonadas pelo que fazem, abertos a modelos de gestão diferentes, adeptas de aprendizagem constante, que tenham visão de negócio e processos, com foco e responsabilidade aliados para alcançarem seus objetivos. As vagas estão disponíveis para São Paulo. Inscrições: todas as vagas estão disponíveis no link

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