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500 Startups e Visa anunciam parceria

A 500 Startups, fundo global de venture capital de early stage sediado no Vale do Silício, e a Visa aproveitaram a edição de junho do BRNewTech, evento promovido pela Brazil Innovators, para anunciar uma parceria entre as duas companhias. O encontro foi realizado nesta quinta-feira (7), no Campus São Paulo, espaço do Google para empreendedores, e teve como tema o cenário e as tendências no mercado das Fintech.

Anfitriã do evento, a Managing Partner da 500 Startups, Bedy Yang, deu as boas-vindas ao público e logo chamou o country manager da Visa do Brasil, Fernando Teles, para falar sobre a parceria entre a companhia e o fundo do Vale do Silício. “A Visa é uma empresa com mais de 60 anos, em que as coisas funcionaram da mesma maneira durante muitos anos. De um tempo pra cá, a velocidade da mudança é muito grande. No meio de pagamento não é diferente. Então, a gente embarcou nessa jornada de inovação”, afirmou o executivo.

Segundo Teles, a Visa vem investindo em inovação de forma consistente e quer estar cada vez mais próxima ao ecossistema das startups. “Temos 10 centros de inovação ao redor do globo, realizamos diversos programas de aceleração e, mais recentemente, fechamos essa parceria com a 500 Startups, que começou nos Estados Unidos e agora chega ao Brasil”, explicou o country manager da Visa no País, que complementou, falando diretamente aos founders presentes no evento: “O grande objetivo desta parceria é ouvir vocês, trazê-los para dentro do ecossistema e poder, de alguma forma, retribuir. Com essa parceria com a 500 Startups, queremos ter acesso ao ecossistema e mostar que a Visa está aberta a essa proximidade com as startups”.

Já Bedy Yang destacou a importância de ter grandes as empresas presentes no ecossistema de inovação. “É muito importante que as grandes empresas participem ativamente, seja com parcerias, comprando de startups, ajudando as empresas a escalarem ou mesmo com investimentos e aquisições”, disse.

A Managing Partner da 500 Startups aproveitou a oportunidade para falar sobre a atuação do fundo de venture capital de early stage, ativo desde 2010 e que possui 2000 empresas em seu portfólio, tendo alocado mais de US$ 400 milhões em investimentos. “A nossa missão é descobrir e apoiar os empreendedores mais talentosos do mundo, ajudá-los a criar empresas de sucesso em escala e construir ecossistemas globais prósperos”, enfatizou.

Após apresentações de Bedy Yang e de executivos da Visa sobre os programas de inovação da companhia, foi realizado um bate-papo com dois founders: Lincoln Ando, CEO da IDWall, e Felipe Sotto-Maior, CEO da Vérios. Os empreendedores falaram sobre suas experiências à frente de duas das mais promissoras startups brasileiras, o cenário atual e as as tendências em inovação no País.

Ao final do encontro, foi realizada uma ação de networking incentivado, com pitches de 30 segundos dos empreendedores presentes e, para encerrar, um happy hour aberto a todos os participantes do BRNewTech.

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Desafio de Startups Petrobras Distribuidora abre oportunidade para projetos de inovação

A partir de hoje (19), estarão abertas as inscrições para o “Desafio de Startups Petrobras Distribuidora”, uma seleção pública de empresas em estágio inicial que apresentem soluções inovadoras para os segmentos de atuação da companhia, a partir de três vertentes: Mobilidade para Pessoas, Mobilidade para Negócios e Sustentabilidade. O desafio, que integra o Edital de Inovação para a Indústria, será lançado no Rio de Janeiro (dia 19/6, às 14h, no auditório da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro – FIRJAN). O público interessado também poderá assistir às apresentações em São Paulo (dia 20, no SENAI Mário Amato) e no Recife (dia 25, no Porto Digital). As inscrições vão até o dia 19/08/18.

Um comitê de avaliação, composto por especialistas da Petrobras Distribuidora e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) fará a seleção de até dez startups. Cada projeto receberá o valor máximo de R$ 150 mil e deverá ser desenvolvido em até 12 meses. São consideradas startups empresas de micro ou pequeno porte (MPE), desde que tenham CNPJ ativo com até cinco anos de existência. Todas as informações sobre o Edital, como critérios para participação e regulamento completo, podem ser consultados em https://www.sympla.com.br/editaldeinovacao.

O “Desafio de Startups Petrobras Distribuidora” tem como objetivo encontrar empresas que possuam competência técnica em tecnologias digitais, como Internet das Coisas (IoT), Realidade Aumentada e Virtual, Inteligência Artificial, Big Data, Analitycs e Bl (Business Inteligence).

TEMÁTICAS – Na primeira temática, Mobilidade para Pessoas, são esperados projetos de inovação que provoquem impacto positivo na percepção dos clientes (perfil B2C) desenvolvendo e/ou potencializando negócios de varejo aplicáveis em postos de combustíveis, lojas de conveniência e centros de lubrificação, que promovam uma experiência diferenciada e a atração do consumidor aos pontos de venda.

Já para o segmento B2B, inserido na temática Mobilidade para Negócios, a busca é por projetos que utilizem tecnologias digitais para a maximização da eficiência operacional em bases de distribuição de combustíveis, no transporte rodoviário, na gestão de estoques e na colaboração dos elos da cadeia logística da BR, que cobre todo o território nacional.

Finalmente, para a terceira temática, Sustentabilidade, a expectativa é receber propostas que, entre outras, mitiguem os riscos de impacto das atividades na segurança das operações, na sociedade e no meio ambiente.De acordo com o gerente executivo de TI da BR, Aspen Andersen, a companhia vem realizando movimentos de incentivo à entrega e implementação de soluções inovadoras. O executivo cita, entre outras iniciativas, o “Inova BR”, um concurso para a força de trabalho que permeou temas estratégicos, como experiência do cliente, geração de receitas e novos negócios; e o “Hackaton Postos Petrobras”, competição que desafiou entusiastas do segmento de tecnologia a criarem soluções digitais para melhorar a experiência dos consumidores na rede de Postos Petrobras.

“Incentivamos nossa força de trabalho a apresentar livremente ideias que poderiam contribuir para o processo de constante transformação por que passa o mercado de distribuição. Os resultados foram excepcionais. Entendemos haver espaço, também, para um olhar externo, que poderá apontar novos caminhos para a superação desses desafios”, afirma Andersen, ressaltando a importância da parceria com o SENAI, instituição que detém expertise em inovação e acesso ao ecossistema das startups.

INOVAÇÃO – O Edital de Inovação para a Indústria é uma iniciativa do SENAI, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do Serviço Social da Indústria (SESI). Nesta edição, estão disponíveis R$ 55 milhões, em cinco categorias, para financiar o desenvolvimento de soluções inovadoras para a indústria brasileira, sejam novos produtos, processos ou serviços de caráter inovador, incremental ou radical. A chamada da Petrobras Distribuidora é a primeira de 2018 na categoria C: Empreendedorismo Industrial – Inovação na Cadeia de Valor, que busca estimular a conexão entre grandes indústrias e startups, micro e pequenas empresas.

“A chamada faz parte da estratégia do Sebrae em promover uma maior integração entre pequenas e grandes empresas da cadeia produtiva, visando especialmente o desenvolvimento tecnológico conjunto. Com isso, os pequenos negócios têm a oportunidade de investir em inovações de maneira bem mais assertiva, tendo em vista que esses produtos ou serviços serão desenvolvidos a partir de demandas reais de mercado”, explica o gerente de inovação, Célio Cabral. “Nesse processo, as pequenas empresas ganham também com o suporte técnico que pode ser ofertado pelas grandes empresas, infraestrutura para testes de protótipos, rede logística e de distribuição, dentre outros. Por outro lado, as grandes empresas ganham com a agilidade, baixo custo e o conhecimento instalado nas pequenas empresas para inovação”, completa.

A seleção dos projetos pelo Edital de Inovação para a Indústria é feita com base em critérios como potencial de inovação e de comercialização do produto ou do processo. Além do fomento, as instituições oferecem apoio na forma de infraestrutura para desenvolver as propostas selecionadas por meio dos Institutos SENAI de Inovação e dos Institutos SENAI de Tecnologia.

“O Edital de Inovação para a Indústria é a porta de entrada do SENAI para grandes empresas e startups cocriarem soluções. Inovar é vencer, mas ninguém inova sozinho. Mais de 500 pesquisadores estão à disposição para acelerar projetos inovadores ao mercado”, explica o gerente-executivo de Inovação e Tecnologia do SENAI, Marcelo Prim.

Apresentações do Edital de Inovação para a Indústria

Rio de Janeiro
Data: 19/6/18
Horário: 14h às 16h
Local: Auditório Firjan – Av. Graça Aranha, 1 – Centro, Rio de Janeiro.

São Paulo
Data: 20/6/18
Horário: 14h às 16h
Local: SENAI Mário Amato – Bairro Assunção – São Bernardo do Campo – SP.

Recife
Data: 25/6/18
Horário: 14h às 16h
Local: Porto Digital – R. do Apolo, 235, bairro do Recife.

Fonte: Petrobras

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Estrella Galicia lança programa de empreendedorismo colaborativo The Hop, destinado a apoiar startup

A Estrella Galicia anunciou o lançamento de The Hop, um programa de empreendedorismo colaborativo que é parte de seu ambicioso Plano de Transformação Digital.

The Hop, que reúne em seu significado tanto a referência a “salto” quanto a “lúpulo”, é um inovador Programa de Empreendedorismo Colaborativo, cujo objetivo principal é promover ecossistemas de inovação e criação aberta que cubram integralmente a cadeia de valor da empresa, impactando todas as suas áreas.

The Hop é composto de uma série de iniciativas digitais centradas em três áreas: desenvolvimento do empreendedorismo tecnológico, identificação de talentos e incentivo à colaboração entre Estrella Galicia e jovens empreendedores. O projeto está aberto à comunidade empreendedora da Espanha e do Brasil.

“A inovação é chave para a Estrella Galícia. Ao ativar esta iniciativa, reforçamos a importância que damos a poder trabalhar com o talento inovador e empreendedor nas diferentes áreas da nossa cadeia de valor”, destaca Ignacio Rivera, CEO Global da Estrella Galicia.

Prêmios The Hop

Como primeira etapa do programa, a Estrella Galicia convoca os Prêmios The Hop, com participação aberta às comunidades empreendedora, universitária, de startups e centros de aceleração, para apresentar idéias e projetos que aproveitem as capacidades de tecnologias como inteligência artificial, big data e Internet das Coisas (IoT), e que aportem valor aos diferentes processos da empresa. O prazo de inscrição está aberto até 31 de agosto por meio do site www.TheHop.xyz.

Entre todas as inscrições, serão selecionados 18 projetos, cujas equipes devem defender suas idéias perante um Comitê de Empreendimento com profissionais internos e externos, que então elegerá os seis ganhadores dos Prêmios The Hop, um para cada uma das áreas estratégicas da empresa. A entrega de prêmios acontece em setembro, em A Coruña, e os seis ganhadores receberão um prêmio em dinheiro de 10.000 Euros.

Os projetos premiados passarão a ser parte de um ambicioso processo de formação e aceleração que incluirá o desenvolvimento de projetos piloto dentro do ecossistema da Estrella Galicia, e culminará com uma apresentação a investidores no mês de maio.

No contexto do plano, os ganhadores dos Prêmios The Hop terão acesso a formação específica, sessões de mentoring e coaching oferecidos por profissionais qualificados e colaboração com o ecossistema da Estrella Galicia, para que suas idéias se desenvolvam da forma mais inovadora.

Um Plano de Transformação Digital para revolucionar a experiência do cliente

Com o Programa de Empreendedorismo Colaborativo The Hop, a Estrella Galicia consolida o seu planejamento digital de seguir reinventando o seu modelo de negócio e manter o ritmo de crescimento obtido nos últimos anos.

O Plano de Transformação Digital é liderado diretamente por Ignacio Rivera, principal executivo da empresa, com o apoio de toda a equipe de direção, à que se somou recentemente Juan José Delgado (ex-Amazon) como novo Chief Digital Officer (CDO). Se trata de um dos processos de transformação mais completos e avançados da indústria espanhola, e um exemplo no setor cervejeiro na Europa.

“A transformação digital tem que ser uma ajuda para que a organização alcance seus objetivos fundamentais de maneira mais eficiente, autônoma e escalável”, afirma Ignacio Rivera. “É uma ferramenta que agrega muitíssimo valor às equipes para competir na nova economia”, conclui.

Além disso, a empresa considera fundamental chegar ao novo cliente digital e conseguir o seu engajamento. Como consequência, o foco das iniciativas é o entendimento deste novo tipo de consumidor, satisfazer as suas demandas e superar suas expectativas, oferecendo os melhores produtos e serviços com uma proposta diferenciada.

Sobre a Estrella Galicia – A Estrella Galicia ainda hoje é uma empresa 100% familiar, independente, liderada por Ignácio Rivera, membro da quarta geração da família Rivera, que mantém a tradição artesanal cervejeira desde 1906.

Líder do Segmento Premium na Espanha, comercializa Estrella Galicia, Estrella Galicia 0,0% (versão sem álcool), 1906 Reserva especial, 1906 Red Vintage e 1906 Black Coupage, mais conhecida como a “ovelha negra da família Rivera”, se caracteriza por uma marcada vocação internacional com presença em mais de 40 países.

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Fhinck ministra palestra em evento sobre tecnologia e inovação na gestão do capital humano

A Fhinck – startup de tecnologia focada em aumentar a produtividade e eficiência dos processos de negócios -, participa do evento “Tecnologia, Inovação & Startups na Gestão do Capital Humano”, no próximo dia 28, no Cubo. O encontro, promovido por HR Techs – startups com soluções para RHs, visa discutir como a tecnologia está trazendo inovações para a gestão do capital humano no ambiente corporativo, seus desafios de implementação e os benefícios. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas no link: http://bit.ly/2t46jHg

Direcionado aos profissionais seniores que atuam na gestão de pessoas, o evento contará com palestras, painel de discussões e boas práticas, além de espaço para conhecer as startups presentes. Na ocasião, Paulo Castello, CEO da Fhinck, ministrará a palestra “Repensando a jornada de trabalho e fatores que alavancam a Produtividade”.

A programação ainda conta com palestras de representantes das startups Nêmesis, mLearn, Vaipe e ViBe-VivaBem. Além do painel com os executivos Antonio Salvador, VP do Grupo Pão de Açúcar; Lilian Gordon, diretora do BNY Mellon; Marcelo Nobrega, diretor da Arcos Dourados; Rafael Lucchesi, diretor do Grupo DASA; e Rita Pellegrino, diretora da TOTVS.

“Tecnologia, Inovação & Startups na Gestão do Capital Humano”

Onde: Cubo – Rua Casa do Ator, 919, Vila Olímpia – São Paulo, SP

Quando: 28 de junho, das 14h às 18h

Inscrições grátis: http://bit.ly/2t46jHg

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Embratel incentiva inovação e startups

A Embratel anuncia novos incentivos à inovação com a inauguração de um escritório no inovaBra habitat, ambiente de coinovação do Bradesco. Instalado em São Paulo, o local foi criado em parceria com o WeWork e é considerado o maior espaço do gênero no Brasil. Possui 22 mil metros quadrados para hospedar especialistas das mais diversas áreas, incluindo os profissionais de soluções digitais e Internet das Coisas (IoT) da Embratel que trabalham em conjunto com jovens empreendedores, startups, investidores e aceleradoras para desenvolverem novas ofertas para promover a transformação digital de empresas de todos os tamanhos e setores.

“A inovação está no DNA da Embratel. A Embratel unirá o melhor dos dois mundos ao se instalar em um ambiente inovador como esse. Integrará sua experiência e excelência de longa data em ofertas digitais de TI e de telecomunicações, com o ímpeto inovador de startups e aceleradoras de ideias”, afirma Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel. Segundo o executivo, esse é um espaço extremamente interessante para dividir conhecimento e criar novas soluções.

“Estamos felizes de contar com a Embratel para coinovar no inovaBra habitat. Acreditamos que os movimentos e atividades de colaboração para inovação proporcionados pelos times do inovaBra com os profissionais de diversos segmentos de atuação são fundamentais para a criação de ideias disruptivas com tecnologias como Blockchain, Big Data e Algoritmos, Internet das Coisas, Inteligência Artificial, Open API e Plataformas Digitais, que são os eixos estratégicos do habitat”, explica Luca Cavalcanti, diretor executivo do Bradesco.

A participação da Embratel no inovaBra habitat está alinhada à sua visão de negócios que prevê desenvolvimento contínuo de novas ofertas, sempre à frente do mercado. A Embratel manterá um espaço integrado no local para a troca de conhecimento e de experiências com empreendedores que poderão conhecer mais sobre suas soluções e compartilhar novas ideias de negócios.

“Estamos observando muitas novidades de startups no segmento de Internet das Coisas e buscamos manter um radar de inovação, trocando experiências sobre novos produtos e modelos de trabalho. A Embratel acredita que ao incentivar empreendedores irá obter resultados surpreendentes, com novas parcerias, criações compartilhadas e novos produtos em área de crescimento como a de IoT”, afirma Eduardo Polidoro, Diretor de Negócios de IoT da Embratel.

A parceria da Embratel com startups é duradoura, uma vez que a companhia patrocina há anos diversos eventos direcionados para esse segmento, além de sempre estudar novas ideias propostas. Essa colaboração já resultou em importantes soluções geradas a partir da troca de informações e experiências de mercado. Entre os setores atendidos pelas tecnologias criadas em sinergia com startups estão o automotivo, energia, cidades e saúde, por exemplo.

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Edtechs e Fintechs: Entenda os setores que mais recebem investimentos no Brasil

Por Guilherme Freire

Qual setor terá uma maior expectativa de sucesso para esse e os próximos anos? O questionamento é mais do que compreensível, pois estamos em um ano de revitalização da economia e uma série de problemas a resolver. Além da baixa estimativa de melhora – especialistas apontam um crescimento de 3% para este ano.

Diante disso, apostar em segmentos que tenham grande potencial de atrair investimentos pode ser uma boa tática para uma consolidação mais ágil no mercado. Hoje, o empreendedor brasileiro que inicia uma startup enfrenta dois grandes desafios: a necessidade de levantar capital e a falta de know-how operacional.

Quando falamos em startups, uma das alternativas para angariar aportes são os investidores anjo, que são pessoas físicas que investem seu próprio capital em empresas em estado nascente. Outra opção são os fundos de venture capital que entram no estágio seguinte, caso a empresa consiga demonstrar um bom potencial de crescimento. Essas duas modalidades de investimento estão começando a ganhar escala e a tendência é que cada vez mais aumente o volume de investimentos em novas empresas.

Empresas na área de tecnologia aplicada à educação (Edtechs) e ao setor financeiro (Fintechs) atraíram muitos investimentos em 2018 – e a promessa é que esse movimento continuará nos próximos anos. Estes são os setores preferidos devido as oportunidades de “disruption”, ou seja, a facilidade de criar novas soluções utilizando inovações tecnológicas que criem um impacto relevante no setor.

O mercado de Fintechs está cada vez mais aquecido por conta do potencial dessas startups no mercado brasileiro. Em 2017, as fintechs movimentaram mais de R$ 457,44 milhões em investimentos, segundo monitoramento do Conexão Fintech. Em 2018, a Nubank, primeira fintech a se tornar um unicórnio brasileiro, recebeu um aporte de US$150 milhões. Os valores arrecadados ultrapassaram o total do ano passado em apenas dois meses.

Já as Edtechs representadas por empresas como o Veduca e o Descomplica (que recentemente recebeu aporte de 54 milhões) usam tecnologia, plataformas e cursos onlines para melhorar a educação no país, onde o ensino tradicional se limita apenas as salas de aula.

Tanto o setor de fintechs quanto o de edtechs avançam em ritmo acelerado. No entanto, ao mesmo tempo que esses segmentos abrem um leque de oportunidades, os desafios também são enormes.

No setor de fintechs, existe uma série de procedimentos ligados a leis, que definem o sistema financeiro do país, e as novas empresas tem de se encaixar no que é exigido. Algumas práticas que acontecem em vários países do mundo não funcionam no Brasil devido aos procedimentos legais, portanto é importante estar atento a isso.

Como o controle dos dados dos usuários dos bancos estrangeiros, por exemplo. Um banco na Europa é obrigado por lei (PSD2) a disponibilizar os dados para terceiros via APIs, enquanto no Brasil as empresas precisam negociar com os grandes bancos essa possibilidade ou encontrar outras maneiras de conseguir os dados, mesmo com o aval do cliente. Entretanto, isso deve mudar em breve pois o movimento do open banking está ganhando força no Brasil.

Já nas Edtechs, a dificuldade é com a resistência de parte do setor em mudar uma realidade que está moldada no mesmo formato há muito tempo. Este é um processo grande e o empreendedor do nicho de educação tem de estar planejado para isso.

Independente do setor, quando se abre um empreendimento é importante ter clareza quanto à relevância do problema que seu negócio vai tentar resolver e se a sua solução é viável do ponto de vista financeiro e técnico. Depois, o trabalho é juntar os melhores talentos com o objetivo de garantir que a execução seja feita conforme o planejado. Se a linha de trabalho estiver com esses dois pontos bem definidos a consequência será muito positiva.

Guilherme Freire é MBA pela Wharton Business School na Universidade da Pensilvânia e Co-fundador da Wharton Alumni Angels Brasil

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Aceleradora de Negócios Organica chega ao Rio Grande do Sul

A Aceleradora de Negócios Organica anuncia sua expansão rumo ao Sul do País com a oficialização da sua chegada a Porto Alegre (RS). A nova operação reforça o crescimento da empresa fundada em 2014 por Roni Cunha Bueno e Renato Mendes e tem como objetivo atender à demanda de clientes que buscam criar modelos de negócio vencedores dentro da Nova Economia.

À frente da expansão para a praça está a sócia Luciane Aquino. Ela explica que a chegada ao Rio Grande do Sul foi um movimento natural do mercado. “O mercado de Porto Alegre é muito rico e nós temos sido procurados por muitas empresas com potencial para crescimento na economia digital. Algumas são startups já com tração e que precisam crescer ainda mais rápido, e outras são empresas tradicionais que perceberam que precisam dominar o digital para não perder mercado, mas não conseguem vencer as barreiras culturais para ter sucesso”, comenta Luciane.

No Rio Grande do Sul, a Organica já está trabalhando com as empresas como a Umbler, de hospedagem em nuvem por demanda, Rocket.Chat, plataforma de chat corporativo, e Delivery Center, solução de entregas que integra varejo online e offline.

Em todo País, a aceleradora já auxiliou mais de 40 empresas a crescer, entre elas MaxMilhas (Melhor startup 2017 pela Startup Awards), Méliuz (Melhor startup 2016 pela Startup Awards), Dr. Consulta (Empresa de maior impacto 2017 pela Latam Founders), Banco Votorantim, Mercado Bitcoin, Netshoes, Banco Modal, Banco Olé (Grupo Santander), Oi, Time for Fun, Terra, GetNinjas, Leiturinha, Netfarma, Serasa Experian, Empiricus, Netfarma, e.Bricks Ventures, Dinda, Object Edge, ProntMed, entre outras.

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Plataforma de vídeo recrutamento é selecionada para programa de scaleup da Oracle

A HRTech Jobecam, plataforma de recrutamento e seleção que conecta empresas a candidatos através da tecnologia de vídeo e IA (Inteligência Artificial), é aceita no Programa Oracle ScaleUp. A startup irá trabalhar com o Ecossistema Oracle ScaleUp e suas ferramentas globais.

O objetivo da Jobecam é auxiliar o processo seletivo das empresas, tornando-o ainda mais dinâmico e acessível, além de trazer economia de tempo e dinheiro. Os algoritmos da Jobecam dão “match” e selecionam os melhores candidatos para a vaga.

“Nós queremos revolucionar o mercado HRTech trazendo a acessibilidade da tecnologia de vídeo dentro dos processos seletivos, tanto para empresas como para candidatos”, diz Cammila Yochabell, fundadora e CEO da Jobecam.

O programa global da Oracle para startups tem como missão promover parcerias colaborativas e enriquecedoras para o crescimento da próxima geração e impulsionar inovações baseadas em nuvem para startups em todas as etapas de sua jornada. Para isso, a Oracle disponibilizará para suas startups residentes e não residentes programas que potencializam a inovação tecnológica.

O Oracle ScaleUp Ecosystem foi desenhado para permitir o crescimento em escala de startups maduras, empresas de capital de investimento ou de capital privado. Além disso, o programa permite que a Oracle alcance mais startups, independentemente de sua localização geográfica.

O programa oferece orientações, suporte de P&D, ativadores de marketing e vendas, assistência de migração, créditos e descontos na nuvem e acesso aos ecossistemas de clientes e produtos da Oracle.

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Startups querem profissionais versáteis e ágeis, afirma Randstad

As startups, como são conhecidas as novas empresas com potencial de inovação, têm tomado cada vez mais espaço no mercado brasileiro. Com o DNA jovem e inovador, esse modelo de negócio ganhou a atenção dos profissionais e viram suas vagas se tornarem disputadas. No entanto, não é todo mundo que se adequa ao modo de trabalho.

De acordo com Frederico Costa, gerente da Randstad Technologies, o perfil de colaborador desse tipo de empresa é mais dinâmico e pouco convencional. “Por estar em fase de desenvolvimento e crescimento, as startups buscam por pessoas multifuncionais. Isso quer dizer que o profissional dificilmente desenvolverá somente uma tarefa. Na verdade, a tendência é que ele transite por diversos setores da empresa”, explica.

Por isso, os jovens sentem-se mais atraídos pelas startups – e a recíproca é verdadeira, já que um profissional com mais experiência de mercado já desenvolveu uma forma de trabalhar e adaptar-se à nova mentalidade pode ser difícil. “É necessário que o candidato tenha resiliência para trabalhar em um cenário de mudanças contínuas e equipes enxutas”, comenta o especialista.

Em consonância, os processos seletivos também são diferenciados: a agilidade é essencial. Enquanto uma empresa tradicional realiza um recrutamento dentro de um período médio de três semanas, as startups completam o processo em apenas uma, considerando da primeira lista à contratação.

Quando o assunto é posição de liderança nas startups, Costa explica que, na maioria dos casos, a cúpula das startups é formada por pessoas de confiança dos fundadores. “Precisa ser alguém que faça o fundador sentir-se confortável em entregar a responsabilidade de um pedacinho do seu próprio negócio”, observa. O especialista ainda dá a dica de ouro: “Networking é a palavra-chave. Faça contato com pessoas do setor e esteja sempre trocando informações. A maior parte dos cargos altos de startups são preenchidos por conhecidos e indicações”.

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Thomson Reuters Brasil lança o seu primeiro programa de aceleração de startups

A Thomson Reuters, provedora líder mundial de informação e tecnologia, anuncia o lançamento da primeira edição do Accelerator Day for Lawtechs, programa de aceleração para startups, realizado em parceria com a AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs & Legaltechs). As inscrições podem ser feitas até o dia 14 de junho de 2018, através do link, e são válidas para startups que já tenham soluções de tecnologia focadas em apoiar a rotina dos profissionais jurídicos. Podem participar empresas de todas as regiões do Brasil. A apresentação dos finalistas e vencedores do programa acontece no dia 4 de julho, no escritório da Thomson Reuters, em Campinas, cidade do interior de São Paulo.

Com o objetivo de agregar ainda mais eficiência ao Legal One, software jurídico e inteligente da Thomson Reuters, nesta primeira edição do Accelerator Day for Lawtechs, a companhia pretende encontrar startups que exibam as melhores ferramentas tecnológicas para o mercado jurídico, e que sigam os pilares: Crawlers (robôs), Legal Trends e Algoritmos Preditivos.

Crawlers, também conhecidos por robôs, que tenham funções de automatizar processos, como monitorar, consultar, capturar e armazenar informações de processos jurídicos nos portais dos Tribunais e nos Diários Oficiais. O Legal Trends, trata-se da capacidade de combinação de dados estatísticos e análises jurídicas, com por exemplo, a probabilidade de êxito e perda, contemplando diferentes critérios de filtros e suas combinações. Já os Algoritmos Preditivos são as ferramentas de leitura, que interpretam e analisam, de forma automática, os processos e as recomendações automáticas de conteúdos que direcionem a atuação do escritório ou departamento jurídico.

Após o período de inscrições, de 15 a 22 de junho, a Thomson Reuters selecionará nove startups, sendo três novatas para cada categoria (Crawlers, Legal Trends e Algoritmos Preditivos). Estes selecionados terão a chance de apresentar as suas inovações no dia 4 de julho, onde a comissão julgadora definirá as três vencedoras – uma por categoria.

As empresas consagradas terão, como incentivo de aceleração, a chance de interagir com os colaboradores, a estrutura e as tecnologias Thomson Reuters, para assim testar as suas soluções de tecnologia no software Legal One. Caso essas soluções sejam integradas às da Thomson Reuters, a iniciativa pode ainda contribuir com o mercado jurídico brasileiro.

“O Accelerator Day for Lawtechs surgiu por acreditarmos que, fora da nossa empresa, há também outras ideias confiáveis, que muito poderão contribuir com as tecnologias já oferecidas ao mercado jurídico no Brasil. E com essa experiência, além de tentar apresentar um serviço ainda mais eficiente aos nossos clientes, vamos tanto aprender quanto contribuir com estas startups, como também colaboramos com o futuro do Direito no Brasil”, explica Ralff Tozatti, Diretor de Marketing da Thomson Reuters Brasil.

Saiba mais sobre esta edição do Accelerator Day for Lawtechs, através do regulamento.

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Startup brasileira está entre finalistas no CODE_n CONTEST

Apresentado pela GFT, referência em tecnologias exponenciais para a transformação digital e projetos ágeis, a competição CODE_n, na Alemanha, selecionou uma empresa brasileira entre as 50 finalistas deste ano. A disputa será no new.New Festival, evento tecnológico internacional focado nas oportunidades da transformação digital, em Hanns-Martin-Schleyer-Halle, em Stuttgart, de 8 a 10 de outubro, onde finalistas apresentarão os seus modelos de negócios.

Com a seleção, a Nama, startup que une as inteligências humana e artificial para resolver comunicações complexas, terá um estande gratuito no festival por três dias e também poderá mostrar seus conceitos no palco do evento para o grande público. “Dado a relevância do new.New Festival e do CODE_n, é uma grande oportunidade para as startups poderem apresentar os seus trabalhos, os seus diferenciais, além de fazerem networking”, afirma Marco Santos, Marco Santos, managing director Latam da GFT. Os custos com a viagem e estadia do profissional da Nama serão de responsabilidade da GFT Brasil.

Um júri VIP irá selecionar os vencedores nas categorias “Melhor Modelo de Negócios”, “Melhor Inovação Tecnológica” e “Disruptor da Indústria”, além do vencedor geral no final do evento. Os Prêmios CODE_n têm um total de 30 mil euros em prêmios. Cerca de 313 startups de 42 nações se candidataram para o evento deste ano. Ao todo, 50 startups de 15 países, incluindo Brasil, África do Sul, EUA, Lituânia, Israel e Alemanha foram selecionadas como finalistas.

50 startups prontas para apresentar suas ideias inovadoras

As startups finalistas vão desde Beyond Reality e Inteligência de Máquina até a Confiança Criptográfica, temas que podem ser aplicados à indústria, setor móvel, saúde, educação e agricultura no futuro. As startups apresentarão soluções para a tecnologia de cibersegurança e blockchain e também apresentarão ideias para simplificar os processos industriais utilizando a realidade aumentada, inclusive no desenvolvimento de protótipos ou na manutenção de dispositivos técnicos.

‘A qualidade das startups candidatas este ano foi tão alta que, muitas vezes, foram apenas os detalhes que fizeram a diferença final no ranking e na seleção das top 50. Estou ansioso para receber as 50 finalistas no início de outubro aqui em Stuttgart. Todas elas fazem jus ao nosso lema de “explorar o DNA da inovação digital” e temos certeza de que o evento mais uma vez produzirá muitas colaborações e investimentos bem-sucedidos”, afirma Moritz Gräter, Managing Director do CODE_n.

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Premiação dará a startups a oportunidade de se conectarem com mentores e investidores

Startups que desejam participar da Corrida de Unicórnios, ainda podem se inscrever. A competição que é considerada o maior desafio de startups do País, tem o objetivo de elencar as empresas com o maior potencial de mudar mercados tradicionais. Os finalistas além de contato com investidores e mentores para seus negócios, participarão do Consumidor Moderno Experience Summit, que em 2018 acontece em Madrid (Espanha), ao lado de 100 executivos de grandes empresas.

Para esta fase, a premiação procura startups dos eixos de Customer Experience (CX) e Inovação – nesta categoria podem ser inscrever empresas que têm soluções nas seguintes áreas: Mobilidade, Fintechs, Healthtechs, HRtechs, Insurtechs, Educação, Construtechs, Lawtechs, Transformação Digital, Cidades Inteligentes, Logística, Robótica e soluções que ajudem companhias a aumentarem sua eficiência operacional.

As startups de inovação têm até o dia 25 de junho para realizarem as inscrições. Elas passarão por uma triagem que terá o resultado divulgado no dia 4 de julho, já no dia 12 de julho, as startups vencedoras da etapa realizarão um pitch para uma banca de jurados. Já as vertentes de CX terão até o dia 2 de julho para realizarem as inscrições – seguindo o cronograma, serão avaliadas por mentores com resultado divulgado até o dia 10 de julho e, no dia 17 de julho as escolhidas da etapa realizarão seus pitchs para especialistas na área.

Serão, ao todo, sete etapas da Corrida, divididas em inscrição, pitches e semifinais de cada vertical de eixo – uma delas já foi finalizada, a vertical de varejo. As semifinais acontecerão nos principais eventos corporativos do País – BR Week, Whow! Festival de Inovação e Conarec, que juntos reúnem mais de 12 mil executivos qualificados de diversos setores da economia.

Em sua primeira edição, o desafio conta com apoio de empresas que atuam no ecossistema de inovação, como ABComm, ABFintech, Fiap, Inseed, OasisLab, RME – Rede Mulheres Empreendedoras, USP, WeWork, além do apoio e metodologia de avaliação de Felipe Matos, autor da obra “10.000 Startups” e um dos maiores especialistas de startups do País.

As inscrições são gratuitas e estão abertas e vão até o dia 25 de junho para a vertical “Inovação” e 2 de julho para a vertical de CX. Para todas as informações, clique aqui.

CRONOGRAMA – VERTICAL “INOVAÇÃO”

25 de junho (segunda-feira) – Encerramento das inscrições das startups – Vertical “Inovação”
4 de julho (quarta-feira) – Divulgação da avaliação dos mentores – Vertical “Inovação”
5 de julho (quinta-feira) – Compilação das escolhidas pelos mentores e comunicação às startups – Vertical “Inovação”
12 de julho (quinta-feira) – Pitches da vertical “Inovação”

CRONOGRAMA – VERTICAL “CUSTOMER EXPERIENCE (CX)”

2 de julho (segunda-feira) – Encerramento das inscrições das startups – Vertical “Customer Experience (CX)”
10 de julho (terça-feira) – Divulgação da avaliação dos mentores – “Customer Experience (CX)”
11 de julho (quarta-feira) – Compilação das escolhidas pelos mentores e comunicação às startups – “Customer Experience (CX)”
17 de julho (terça-feira) – Pitches da vertical “Customer Experience (CX)”

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Natura prorroga prazo de inscrição para o programa de aceleração de startups

A Natura, em parceria com o CESAR, prorrogou as inscrições para os interessados em participar do primeiro Programa de Aceleração de Startups da empresa. O prazo final é dia 17 de junho e os candidatos podem fazer o cadastro em: www.natura.com.br/startups

O objetivo do Programa de Aceleração é estimular o crescimento de startups em segmentos de mercado de interesse da Natura, contribuindo para acelerar a inovação e superação de desafios dentro da empresa, em uma relação de colaboração e incentivo mútuo. Na chamada pública para participação, as startups terão que propor soluções para desafios estratégicos da Natura, já mapeados para o programa e comunicados no portal.

“Acreditamos que esta iniciativa contribui para o desenvolvimento do ecossistema de startups no país, ajudando no desenvolvimento e amadurecimento para que elas se tornem mais competitivas no mercado”, afirma Luciano Abrantes, diretor de inovação digital da Natura.

As startups pré-selecionadas passarão por um Comitê de Investimentos, realizado em parceria com o CESAR.Labs, programa de aceleração de empresas do CESAR, no qual serão avaliadas as necessidades das empresas selecionadas e o aporte de recursos financeiros, em parceria com investidores-anjo, no valor de até R$ 100 mil. A partir da assinatura do contrato, serão nove meses de aceleração, no qual a Natura irá contribuir para o desenvolvimento dessas empresas por meio da proposição de desafios, apoio e execução do programa e mentorias com executivos ao longo da duração do programa. Ao fim do ciclo, as startups poderão ser contratadas pela Natura como parceiras.

A iniciativa faz parte do Programa Natura Startups, lançado em 2016, com o propósito de fomentar a cultura inovadora dentro da Natura e incentivar o empreendedorismo e o ecossistema de startups envolvidos com a empresa.

Sobre o Programa Natura Startups

Lançado em 2016, o Programa Natura Startups reforça a atuação da companhia no ecossistema de inovação, uma ferramenta relevante para fomentar o empreendedorismo e gerar novas oportunidades e conexões. No ano passado, mais de 100 empresas se inscreveram no programa, das quais 14 firmaram contrato para teste-conceito e três se tornaram fornecedoras da empresa. No primeiro semestre de 2018, já recebemos mais de 30 novas inscrições em nosso portal.

Inscrições: até 17 de junho

Site: www.natura.com.br/startups

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Algar Ventures divulga empresas selecionadas para seu programa de aceleração

A Algar Ventures, braço de corporate venture capital do grupo Algar, anunciou as 15 scale-ups (empresas de alto crescimento) que participarão de seu programa de inovação aberta, em parceria com a Endeavor, com duração prevista de seis meses.

O objetivo do Algar Ventures Open é de apoiar os empreendedores nos seus desafios e acelerar ainda mais o crescimento das empresas, além de encontrar oportunidades de investimento em novos negócios para complementar o portfólio do Grupo.

As empresas escolhidas foram selecionadas por uma comissão formada por executivos da Algar e da Endeavor com base em vários critérios como oportunidade de mercado, diferencial competitivo, inovação no modelo de negócios, histórico da empresa nos últimos meses, além dos perfis do empreendedor e do time.

A próxima etapa é a fase de diagnóstico das empresas e escolha do mentor-padrinho, da rede da Endeavor. Após isso, será definida a conexão com um executivo c-level da Algar e dos fundos convidados, além da realização de mentorias coletivas em São Paulo.

A conexão com a Algar dará aos participantes acesso às unidades de negócios do Grupo, possibilitando a troca de conhecimento entre as empresas e eventuais investimentos por parte da Algar Ventures no decorrer do programa.

Estas são as empresas selecionadas para o Algar Ventures Open:

mLabs: visa promover a inclusão digital de pequenas empresas nas mídias sociais, por meio de uma plataforma facilitadora da gestão. Por meio de algumas ferramentas como agendamento de posts, acompanhamento de feed, análise de métricas, etc. permite que micro empresários tirem proveito das mídias sociais.

Dom Rock: solução de ambiente unificado de captura, consolidação e análise de dados, para dar suporte às organizações na transformação digital, tendo como pilares de tecnologia Big Data, análise de dados e aprendizado de máquina.

Agendor: CRM no modelo de SaaS focado para o time de vendas com ferramentas complementares que garantem a gestão do funil de vendas. Possui as versões web e mobile, com diversas funcionalidades que facilitam o trabalho das equipes.

Squid: especializada em marketing de influência, a empresa mapeia, recruta e gerencia micro-influenciadores. Sua tecnologia auxilia na gestão de todas as etapas de uma campanha, desde a identificação do micro-influenciador ideal, passando pelo alinhamento de estratégia, curadoria, ativação e monitoramento.

Solubio: tecnologia para produção de defensivos biológicas na fazenda (on farm). A solução é composta de Laboratório e BioFábrica OnFarm®, instalado nas propriedades agrícolas, e através de um sistema de alta qualidade permite redução de grandes custos com defensivos.

Dentro da História: plataforma de histórias personalizadas para crianças. Através da plataforma, crianças podem interagir com avatares próprios e imprimir seus livros personalizados, mesclando uma experiência online e offline.

Scicrop: plataforma integrada de agricultura digital para coleta, análise e visualização de dados de diversas fontes. Através do uso de uma API própria fornece serviços de agricultura de precisão, gestão da fazenda, etc.

Enbox: plataforma de negociação de energia elétrica que conecta consumidores livres, geradores e comercializadores. Funciona como um leilão dinâmico e possibilita que sejam executadas ordens de compra, venda e swap em tempo real.

Nazar: software para monitoramento que identifica a causa de problemas de performance de bancos de dados que afetam sistemas e aplicações. Possui painéis de monitoramento em tempo real e permite identificar a raiz dos problemas, além de otimizar o uso e custos com infraestrutura.

CleanCloud: plataforma de gerenciamento de computação em nuvem que possibilita maior visibilidade da sua arquitetura/gastos e oferece inteligência por meio de recomendações diárias e automáticas, analisando dezenas de variáveis.

Bela: fintech de turismo que possui uma plataforma para pagamento, gestão, venda e operação. A solução completa, plug and play, atende hotéis, agências e atrações turísticas.

Huggy: plataforma para atendimento digital concentrando diversos canais de comunicação e dividindo o atendimento em camadas: atendimento automático, atendimento inteligente (chatbots) e atendimento humano.

Mediação Online: plataforma de mediação online para resolução de conflitos de forma fácil, rápida e com validade jurídica, para promover o diálogo entre as partes e auxiliá-las na criação de alternativas para colocar fim ao litígio.

Grão Direto: aplicativo para facilitar negociações entre compradores e produtores, conectar cooperativas e entregar uma inteligência de mercado mais efetiva.

Zissou: oferece colchões de alta qualidade com conceito ‘bed in box’. O colchão vem em uma caixa compacta retangular que cabe o elevador e no porta-malas, facilitando a instalação, e pode ser testado durante 100 dias.

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Startup brasileira aposta em estratégia global e já atende clientes em 150 países

Fundada em 2014 pelo curitibano Alessio Alionço, a Pipefy, empresa de SaaS, foi projetada para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado no dia a dia por gestores. Ao se aproximar do consumidor no mercado de operações internas comuns a todos os negócios do mundo, a Pipefy cresceu rapidamente e hoje está presente em 150 países, atendendo a mais de 8 mil empresas: desde pequenos negócios, como a Dandelion Chocolates, baseada em São Francisco (EUA), a gigantes como Accenture, IBM, Santander e Wipro, passando por startups que já receberam investimentos, como a Olist e a Nibo.

Com interface intuitiva, ao estilo Kanban, a plataforma permite a execução de novos processos operacionais para departamentos como Serviço ao Consumidor, Recursos Humanos, Financeiro, Marketing e Vendas, possibilitando que sejam postos em prática dentro de horas ou dias, sem entraves de TI.

Estratégia de expansão para outros países

Para ter abrangência global, o primeiro passo foi ter a plataforma da Pipefy em inglês, desde o produto até o site, além de mídias sociais e campanhas de marketing. Outra decisão foi seguir a estratégia de países como Israel, que trabalham sempre com mercados globais: “É muito difícil ter relevância em targets pequenos”, diz Alessio Alionço, fundador e CEO da Pipefy. “Quando o Go To Market é global, existem muitos canais de nicho, o que faz com que seja muito mais fácil o trabalho, por exemplo, para a equipe de marketing fazer uma hipersegmentação de cauda longa para mídia paga. Nós percebemos que é muito mais fácil ser global desde o primeiro dia do que migrar de um produto local para um produto global posteriormente”, diz o empreendedor paranaense.

Oferecer um bom serviço ao consumidor final sem se ter uma base física no país no qual ele é utilizado pode parecer um obstáculo, mas Alessio percebeu um elemento-chave para direcionar essa condição a seu favor. “Nós preparamos a nossa operação para trabalhar com esses países através de cultura – entender como o mercado consumidor de software no local se comporta, sempre respeitando o fuso desses locais. Por exemplo, o brasileiro gosta de marcar reuniões, enquanto o americano gosta de comprar o software de maneira self-service”, conta.

Detalhes que fazem (toda) a diferença

Particularidades de cada país atendido são consideradas na hora de pôr as operações em prática. “Hoje, o fundamental para a Pipefy é ser bem sucedida nos países em que atua. Por isso, preparamos a nossa equipe para trabalhar com diferentes realidades, horários, modos de compra e ciclo de vendas. Temos uma preocupação muito grande com as ferramentas que usamos, desde bons recursos para reunião remota, infraestrutura de voz e dados, DDDs locais para parecer que estamos mais próximos dos clientes e ferramentas de insight sales”, afirma, concluindo em seguida: “A ideia é mostrar que estamos próximos desses clientes e que entendemos as suas necessidades, bem como de que forma preferem se comunicar com a nossa equipe”.

Aproveitando espaços do mercado

“Nós estamos construindo um novo segmento de mercado”, diz Alessio. “Durante anos, gerentes de empresas e departamentos de TI vêm lutando para priorizar recursos valiosos. A área de negócio das empresas tentava usar tecnologia para ser mais eficiente, mas dependia sempre do auxílio do departamento de TI para implementar e manter essas mudanças”, pontua. “Nossa visão é permitir que cada gestor dentro de uma organização crie seus próprios fluxos de trabalho customizados, sem a necessidade de possuir conhecimento técnico em programação. Ao possibilitar o gerenciamento ágil de processos, nossos clientes podem reagir a um ambiente de mudanças constantes e rápidas, garantindo uma execução de alta qualidade”, explica.

Experiência customizada de produto

A Pipefy entende que cada negócio é único e é justamente essa singularidade dos processos de cada empresa que pode levá-la à vantagem competitiva sobre os demais concorrentes no mercado.

“É difícil criar uma experiência de produto global nesse mercado, devido à complexidade significativa das operações internas de empresas. A Pipefy conseguiu criar um belo produto, que prioriza o usuário final e vai direto ao ponto dos problemas de negócios que eles estão resolvendo”, destaca Dan Scholnick, Sócio-Geral da Trinity Ventures, que completa: “Milhares de clientes em todo o mundo validaram a plataforma por meio do tempo e dinheiro que dedicam diariamente ao Pipefy”.

Anúncio de investimentos

Em março deste ano, a Pipefy recebeu o levantamento de US$16 mi em sua rodada de investimentos Série A, encabeçada pela OpenView Partners, firma de venture capital focada em empresas em fase de expansão, além da Trinity Ventures. A Redpoint Ventures e a Valor Capital, que já haviam investido na plataforma, também participaram da rodada. Outros investidores da companhia são a 500 Startups, o Founders Fund (do fundador do Paypal, Peter Thiel) e os fundadores da Zendesk, Morten Primdahl e Alexander Aghassipour. Os fundos levantados serão utilizados para escalar as operações da empresa à medida que a Pipefy expande suas equipes tanto em São Francisco como no Brasil.

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WeWork Week convida São Paulo a sair do escritório

A WeWork Week levará a experiência WeWork para cinco dos lugares mais descolados de São Paulo. De 4 a 8 de junho, locais como a Apart Gallery, o bar Guarita, a cervejaria Goose Island, o wine bar Bardega e o multifuncional Edifício Tokyo recebem espaços pop-up que estimulam a criatividade e conexão entre as pessoas.

Além da transformação visual com o design característico da WeWork, esses hubs levarão uma verdadeira experiência a quem quer se conectar aos novos meios de se pensar o ambiente de trabalho: lugares que podem ser divertidos sem deixar de ser produtivos, cheios de inspiração e oportunidades de negócios.

Quem vai?

A WeWork convidou um time de influenciadores que trabalhará em cada uma das cinco unidades – e o público em geral poderá dividir esse espaço com eles, trocando ideias e experiências. Entre os nomes já confirmados estão: Coletivo Nosotros, Lolo Ascar, Rodrigo Marques e UpDate or Die. “Nossa ideia é levar a experiência WeWork para além dos nossos espaços. Vamos transformar lugares já conhecidos por grande parte dos paulistanos em ambientes muito similares aos que as mais de 7 mil pessoas que trabalham nos nossos prédios aqui no Brasil já conhecem: cheios de energia, conteúdo e oportunidades de conexões”, diz Iris Freund, Gerente de Marketing da WeWork no Brasil.

Atrações

Entre os destaques, painéis, palestras, workshops, sessão com fotógrafo profissional para foto de perfil do Linkedin, degustação de vinhos, aula de mixologia, show intimista com o selo Sofar Sounds e até batalhas de pintura ao vivo.

Com a cara da WeWork

Além de todo o código visual e serviços, como internet de alta velocidade, café, chopp, água e água saborizada à vontade, marcas registradas de qualquer espaço da WeWork no mundo, esses novos hubs recebem iniciativas como a TGIM e a Wellness Wednesday.

A primeira é uma brincadeira com a expressão “Thank God it’s Monday”, com ações que comemoram as segundas-feiras. Durante a WeWork Week, a diversão escolhida são os tradicionais torneios de tênis de mesa e pebolim. Já na quarta-feira é a vez de cuidar do corpo e da alma com uma área de quick massage em cada um dos espaços do evento.

Creator Awards

Além da WeWork Week, a startup também anuncia a chegada ao Brasil de sua maior iniciativa global: o Creator Awards. A premiação, criada em 2017, reconhece iniciativas de alto impacto lideradas por pessoas ou organizações de diferentes áreas e em diferentes estágios de crescimento. Por meio de aportes financeiros, o Creator Awards pretende incentivar que empreendedores, negócios de pequeno porte, empresas em desenvolvimento, ONGs e artistas possam levar adiante os seus projetos e sonhos e contribuir para fazer a diferença. Com inscrições abertas até 15 de junho, o prêmio distribui mais de R$ 2 milhões (https://creatorawards.wework.com/pt-BR/).

WeWork Week
Data: 4 a 8 de junho
Horário: 9h às 17h
Inscrições gratuitas no site: www.weworkweek.com.br
Observações: Vagas são limitadas. Cada pessoas pode se inscrever apenas para um dia em um dos locais.

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Primeira etapa da Corrida de Unicórnios avaliará startups de varejo

A Corrida de Unicórnios, primeira competição de startups do País, terá seu pontapé inicial. Na quarta-feira, 23 de maio, de 9h às 13h, acontece o primeiro pitch que avaliará as empresas da categoria de varejo. Nessa etapa, as startups serão analisadas por jurados da área que vão escolher quem seguirá na competição.

Entre os confirmados para avaliar as startups estão Vitor Magnani, Public Policy do iFood; Adriana Bessa, sócia do Lojão do Brás; André Almeida, VP da Vertical de Comercial para América Latina da Unisys e Bruno Maletta, sócio da Consumoteca.

A Corrida de Unicórnios ainda selecionará startups nos eixos de Customer Experience e Inovação. Ao todo, serão sete etapas da Corrida, com pitches e semifinais de cada vertical de eixo. A grande final será em setembro, entre os dias 4 e 5, no Conarec (Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente), o maior e melhor congresso sobre as melhores práticas de relacionamento entre empresa e cliente do mundo, quando três startups finalistas, uma por vertical, se apresentarão. Será escolhido um vencedor de cada categoria que, além dos benefícios conjunto, receberá uma viagem com tudo pago para Madri, na Espanha, com grandes executivos no Consumidor Moderno Experience Summit, um evento diferenciado que combina conhecimento, dinâmicas e ações que privilegiam experiências inéditas durante um período de cinco dias. Ainda estão abertas as inscrições para as categorias de Customer Experience e Inovação.

Sobre a Corrida de Unicórnios

Em sua primeira edição, a Corrida de Unicórnios tem como objetivo de elencar as empresas com o maior potencial de mudar mercados tradicionais que podem virar Unicórnios, ou seja, aquelas startups que valem mais de US$ 1 bilhão.

O desafio conta com apoio de empresas que atuam no ecossistema de inovação, como ABComm, ABFintech, Fiap, Inseed, OasisLab, RME – Rede Mulheres Empreendedoras, USP, WeWork, Anjos do Brasil, além do apoio e metodologia de avaliação de Felipe Matos, autor da obra “10.000 Startups” e um dos maiores especialistas de startups do País.

Corrida de Unicórnios- Pitch Varejo

Data: 23 de maio

Horário: De 9h às 13h

Local: WE WORK PAULISTA

Endereço: Avenida Paulista, 1374 – Bela Vista

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Darwin Startups faz parceria com TransUnion para impulsionar programa de aceleração

Para impulsionar ainda mais a inovação no Brasil, a TransUnion, companhia global de soluções de informação presente no Brasil desde 2012, e a Darwin Startups, um dos primeiros programas de aceleração de startups baseado em Santa Catarina, anunciaram hoje uma parceria que ajudará as principais startups do país.

Nesta iniciativa focada no ecossistema de startups no Brasil, a TransUnion tem como objetivo incentivar o desenvolvimento de soluções inovadoras e por isso apoiará o programa de aceleração do Darwin Startups, que acontece anualmente.

A parceria é um reflexo de atuação global da TransUnion em inovação, bem como da confiança no desenvolvimento do mercado brasileiro, onde já oferece soluções reconhecidas em diversos segmentos. De acordo com um estudo feito pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a organização Finnovista, o Brasil possui a maior concentração de FinTechs na América Latina.

“A TransUnion é uma empresa com veia inovadora, que busca melhorar a qualidade de vida das pessoas, viabilizando o acesso a bens e serviços por meio de soluções para a tomada de decisão no relacionamento das organizações com seus clientes e parceiros. Por isso, vimos no Darwin uma oportunidade de apostar ainda mais em inovação no mercado brasileiro, contribuindo com o desenvolvimento do mercado e, consequentemente, ajudando a oferecer novas tecnologias que impactem a vida dos brasileiros”, afirma Juarez Zortea, Presidente da TransUnion no Brasil.

O Darwin Startups, novo parceiro da TransUnion, surgiu em 2015 e tem escritórios em Florianópolis (SC) e São Paulo (SP). O trabalho da aceleradora consiste em investir financeiramente e auxiliar as startups selecionadas por meio de mentorias e networking para o desenvolvimento de projetos inovadores. Até 2017, o programa investiu R$ 6 milhões em startups e a expectativa para 2018 é aportar cerca de R$ 5 milhões. No total, 30 empresas já foram investidas e neste ano o projeto pretende apoiar até 20 novas startups.

Os negócios selecionados pela aceleradora podem receber até R$ 170 mil líquidos e mais R$ 500 mil em benefícios / serviços. As empresas que participam do processo seletivo são voltadas para Big Data, Fintech, Insurance, TI e Telecom, áreas de atuação dos parceiros do Darwin Startups (B3, Neoway, RTM, CNSeg Par), que agora passa a contar também com a TransUnion.

“Nós procuramos reunir os parceiros ideias para ajudar as startups a atingirem o melhor do seu potencial. Procuramos times formados por pessoas com experiência prévia nos mercados em que atuam, perfis complementares e um sonho grande”, afirma Marcos Mueller, CEO do Darwin.

Em março de 2017, a TransUnion inaugurou o Innovation Lab, espaço de cocriação instalado na sede da companhia em Chicago, em que FinTechs são convidadas a desenvolver soluções com suporte e mentoria dos profissionais da TransUnion. Em abril deste ano, o escritório da TransUnion nos Estados Unidos lançou o Startup Credit Kit, solução que oferece às novas empresas acesso rápido e fácil a informações e dados alternativos referentes a tendências de crédito e prevenção a fraude.

No Brasil, a TransUnion também lançou recentemente um espaço com foco em inovação, o The Hub – TU, que ainda reúne áreas para ações voltadas à qualidade de vida, e de interação e convivência horizontal entre colaboradores e a comunidade em geral, incluindo clientes e parceiros. “Essa parceria traz numerosas circunstâncias favoráveis à troca, em que podemos compartilhar nossos conhecimentos com empresas inovadoras, ao mesmo tempo em que aprendemos em um ambiente criativo de startups”, acrescenta Zortea.

O primeiro resultado da parceria entre a empresa e o Darwin será a participação da TransUnion na 4ª turma do programa de aceleração, que terá início ainda no primeiro semestre deste ano.

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