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Grupo Iberdrola abre desafio em busca de startups para reduzir perdas não técnicas do sistema elétrico

O grupo Iberdrola – um dos maiores do setor elétrico mundial – se uniu à empresa global de inovação corporativa The Bakery para buscar startups com soluções inovadoras que permitam reduzir as perdas não técnicas da rede de distribuição. O desafio vai ao encontro de uma problemática que tem atingido todo o setor elétrico, sobretudo no Brasil, onde atua sua subsidiária Neoenergia.

Um dos diferenciais do Start-up Challenge é que o vencedor tem a possibilidade de realizar testes e implementar a solução em qualquer uma das empresas da Iberdrola, com a oportunidade de receber investimento pelo Programa Internacional de Start-ups (PERSEO), veículo de Corporate Venture Capital do grupo. Há ainda a possibilidade de ser incluído diretamente no processo de adesão ao novo centro de inovação em redes inteligentes, o Global Smart Grids Innovation Hub, localizado na Espanha. 

“Estamos em constante aproximação com startups e empresas de base tecnológica que possam trazer soluções aos negócios da Iberdrola e da Neoenergia. Com o Start-up Challenge, facilitamos a validação de novas tecnologias de forma ágil, contribuindo com a inovação no setor elétrico”, afirma o gerente de Inovação da Neoenergia, Bruno Melchior.

Parceria com a The Bakery

Considerada a primeira consultoria de inovação corporativa do mundo e com atuação em mais de 30 países, a The Bakery foi fundada em Londres em 2012 e, desde 2017, auxilia grandes companhias no Brasil, como Vale, Santander e iFood. A empresa irá atuar no projeto através da ampla ativação do seu ecossistema de inovação, eliminando, inclusive, barreiras geográficas, embora o desafio esteja mais focado em testes no âmbito nacional.

“A equipe da The Bakery irá mapear centenas de soluções globais para endereçar pontos específicos do desafio. A ativação da nossa rede global é muito importante porque, apesar do grande conhecimento que já se tem acerca da empresa envolvida, é preciso ir além, excluindo limitações de acesso de toda ordem e fazendo com que as soluções mais promissoras cheguem até nós”, explica Felipe Novaes, cofundador da The Bakery.

Inscrições e premiação

As inscrições podem ser submetidas até o dia 24 de novembro, no site do desafio. O anúncio do(s) vencedor(es) será em dezembro.

O prêmio será a assinatura de um acordo de colaboração e teste com o programa PERSEO ou qualquer outra empresa do grupo Iberdrola, que oferecerá o pagamento de despesas e suporte técnico, além de facilitar um ambiente e dados reais para testar a solução, com acesso a equipamentos, equipes, infraestruturas, locais de alta tecnologia e áreas de trabalho conjunto.

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2ª edição do programa de aceleração de startups da Sodexo abre inscrições

Desde 2019, com o lançamento do programa Sodexo Accelerator no Brasil, a Sodexo On-site, líder mundial em serviços de alimentação e facilities que proporcionam qualidade de vida e bem-estar para milhões de pessoas todos os dias, tem intensificado seus investimentos no ecossistema de startups brasileiro com o objetivo de apoiar iniciativas inovadoras que desejam fazer história mundo afora.

Após o sucesso da primeira edição, na qual a empresa recebeu mais de 190 inscrições, sendo sete startups selecionadas para participar do programa, o Sodexo Accelerator abre inscrições para sua 2ª edição até o dia 05 de dezembro. O programa, que terá duração de quatro meses, selecionará startups para a próxima mentoria com executivos da empresa e especialistas da aceleradora corporativa Liga Ventures. O objetivo principal da iniciativa é fazer conexões entre as startups participantes e as áreas de negócio da Sodexo On-site Brasil, gerando interações e oportunidades para os jovens empreendedores, além de buscar soluções para os desafios enfrentados no dia a dia da empresa e clientes. Para isso, o programa busca startups com sinergia com a temática de soluções em Facilities Management.

“A continuidade desse programa é muito importante tanto para promover novos negócios e trazer ainda mais inovação para a companhia, como para incentivar o empreendedorismo e a inovação de startups brasileiras e assim trazer mais e melhores soluções para o mercado. Além disso, acreditamos que esse tipo de iniciativa proporciona oportunidades para novos talentos e contribui para o crescimento, visibilidade e expansão de novas ideias e projetos”, afirma Tomaz Peeters, Diretor de Marketing, Estratégia e Relacionamento com Clientes de Serviços Corporativos da Sodexo On-site.

Ainda segundo o executivo, a iniciativa reforça o compromisso que a companhia tem em investir no desenvolvimento de soluções que contribuem na geração de ganhos de eficiência e geração de valor nas atividades non-core de clientes e em fortalecer sua presença no mercado brasileiro. “Essa conexão nos permite maior agilidade nos processos ao mesmo tempo em que as startups têm a oportunidade de testarem e validarem suas soluções dentro da cultura de uma empresa multinacional”, conclui Tomaz.

É o que aconteceu com Alfred Delivery, uma das startups participantes da 1ª edição. Fundada em 2017, na cidade do interior paulista Ribeirão Preto, pelo engenheiro eletricista Myrko Micali, a ideia da startup nasceu após uma necessidade pessoal de uma alimentação balanceada também no delivery, que tradicionalmente tem mais ofertas de comidas fast food, principalmente em cidades menores. A plataforma oferece delivery de supermercado, farmácia, restaurantes, e com a ferramenta “peça o que quiser” o cliente consegue escolher o que precisa e a entrega é realizada em até uma hora. Além disso, tem a opção de delivery para as empresas “Alfred Empresarial”.

“Para nós foi um divisor de águas participar do Sodexo Accelerator. A experiência nos conectou com uma grande empresa do setor de food, no qual estamos inseridos, que nos abriu portas de processos e expertises de áreas que nem imaginávamos principalmente na questão de saber a maturação de uma empresa como a nossa. Foi um casamento de expectativas muito bom”, afirma Myrko Micali, CEO da Alfred Delivery.

E a mentoria virou uma parceria que rendeu frutos para ambos. Atualmente a empresa, que está presente nas 5 regiões do Brasil com crescimento mensal médio de mais de 40%, mantém-se conectada à Sodexo em projeto piloto.

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BR Angels chega aos 200 investidores-anjos e R$ 65 milhões para aportes em startups

Orlando Cintra, fundador e CEO do BR Angels

Com o objetivo de atrair novos investidores-anjo interessados em apoiar startups com alto potencial de crescimento, o BR Angels Smart Network acaba de estruturar seu 4º Batch. Com 50 novas posições preenchidas, a rede nacional de investimento-anjo, composta por empreendedores e executivos de grandes empresas, atinge o número de 200 associados. 

Recentemente, o modelo de investimento do BR Angels, que combina capital financeiro com capital intelectual, foi comprovado com seu primeiro exit a partir da venda de uma startup do seu portfólio, a adtech Chiligum, para VidMob, empresa líder mundial em soluções tecnológicas para marcas.

Os novos anjos agregam um potencial de mais de R$ 20 milhões ao BR Angels, que passa a concentrar um soft commit de R$ 65 milhões para aplicar em novos negócios. A rede irá buscar principalmente startups dos segmentos de fintech, edtech, insurtech, hrtech, healthtech, SaaS e marketplaces em geral, que poderão contar com um ticket para co-investimento anjo de até R$ 5 milhões. A expectativa é fechar o ano com o dobro de startups no portfólio em relação a 2020.

Segundo Orlando Cintra, fundador e CEO do BR Angels, a rede acompanhou o momento do ecossistema de empreendedorismo brasileiro, que conseguiu driblar a crise econômica mundial, superar os desafios impostos pela pandemia do coronavírus e, com isso, atingiu níveis históricos em 2021. 

“Para o próximo ano, a expectativa é que o setor esteja mais aquecido do que nunca, com a plena retomada das atividades presenciais pós vacinação. Por isso, estruturamos o 4º Batch e fortalecemos a nossa rede, que possui 80% dos associados em cargos C-Level ou como Board Members de grandes companhias nacionais, além de 20% como founders e partners de negócios de sucesso. Nós queremos apostar cada vez mais em startups porque acreditamos que elas têm o poder de modernizar o mercado e movimentar a economia do país. Vale ressaltar que novos associados só entram no BR Angels por indicação, uma forma de manter o alto nível de qualidade”, comenta Cintra. 

Para serem beneficiadas pelo BR Angels, as startups passam por um minucioso processo de seleção, em que devem apresentar seus pitches em Pitch Days e ser validadas por dois terços dos associados envolvidos. O grupo oferece duas chances de seleção e garante duas indicações para a rede de mais de 70 parceiros estratégicos, dentre hubs de inovação, venture capital e diversas empresas, mesmo para as startups que não forem escolhidas para receber os aportes. 

Portfólio diversificado

Desde o ano de sua formação, em 2019, o BR Angels já aportou mais de R$ 15 milhões em quatorze startups, são elas: Chiligum, MindMiners, Nvoip, Home Agent, VUXX, iRancho, Dialog, CustomerX, Autoforce, LandApp, Cignifi, Musii, Motorista PX e Circular Brain.

Fundada pela Forbes Under 30 Deborah Folloni, a Chiligum é uma plataforma de automação criativa que aumenta a produtividade de equipes de marketing. A adtech recebeu um aporte de R$ 2 milhões do BR Angels e um co-investidor em junho de 2020 e acaba de realizar um exit com a aquisição pela empresa líder mundial em soluções tecnológicas para marcas VidMob. Para a fundadora, a interação com o BR Angels foi fundamental para este grande passo da startup. 

“Nós somos muito gratos por ter atraído capital qualificado e não apenas como commodity, pois quando o BR Angels fala em SMART, é realmente isso que ele propõe. O grupo é muito ativo, sempre fez questionamentos, orientou e fez questão de estar por perto para ajudar. Foram as provocações, as pessoas e as introduções certas e isso fez toda a diferença pra gente construir a tecnologia que a gente construiu e concluir essa transação”, declara Deborah Folloni.

A Autoforce participou de uma rodada de investimento pela primeira vez no meio deste ano e chamou a atenção do BR Angels, além de um co-investidor, com o desenvolvimento de tecnologias e soluções de marketing digital para o setor automotivo. Para Tiago Cavalcanti, CEO da startup, o aporte de R$ 2,3 milhões representou uma mudança de estágio para o negócio. 

“Esse investimento foi uma validação do nosso negócio, estrutura e produto diante do mercado. Ele validou também aspectos da nossa cultura e da nossa visão do setor. Para nós, foi extremamente positivo pois, desde o pré-investimento, a rede se mostrou muito dedicada, o que nos cativou e inspirou confiança”, diz Cavalcanti.

Logo em seguida, o BR Angels realizou um co-investimento na LandApp, plataforma de logística de materiais e resíduos sólidos da construção civil que vem se destacando no mercado. Mayara Protti, co-fundadora e Head de Negócios da LandApp, afirma que o suporte do BR Angels foi muito além do dinheiro, já que todo o processo permitiu que a startup evoluísse o plano de negócio e os objetivos a longo prazo. 

“Nós temos reuniões mensais com o Board Advisor do BR Angels responsável pela nossa operação, que nos ajudam a revisar os resultados com direcionamentos e oportunidades de melhoria. A abertura de portas em novos clientes e as mentorias para cada área da empresa também são grandes benefícios, já que podemos aprender e trocar boas práticas com os membros e com outras startups do portfólio, que têm diferentes timings e experiências”, conta a empreendedora.

Foco no desenvolvimento intelectual

O BR Angels aposta no Smart Money como seu principal diferencial. Dessa forma, não investe apenas capital financeiro, mas principalmente capital intelectual, por meio de mentorias. Para isso, os anjos são divididos em nove áreas de conhecimento, nos chamados grupos SMART, que cobrem desde Planejamento Estratégico & Gestão até Financeiro & Backoffice, Customer Success e ESG (Environmental, Social and Governance). 

De acordo com a política do grupo, os investidores-anjo devem dedicar, no mínimo, quatro horas por mês às investidas do portfólio, o que totaliza mais de 100 horas de mentorias mensais de cada grupo SMART. Para Cintra, essa é a forma de garantir que o Smart Money não fique apenas no discurso e efetivamente beneficie as startups.

“Nós estruturamos essa forma de atuação para que todas as investidas recebam a devida atenção dos nossos associados, de acordo com a especialidade de cada um. Assim, elas conseguem receber conselhos valiosos de quem tem vasta experiência de mercado e ter insights para desenvolver os aspectos necessários do negócio. Essa é a interação que consideramos mais importante e que supera, inclusive, as quantias aportadas”, explica o CEO do BR Angels.

Dentre os 50 novos investidores que chegam à associação estão Celso Luis Lara Macedo, Vice Presidente LATAM da Farmers Edge, Georgia Rivellino, Gerente de Marketing da Simpress e Marcos Cruz, Diretor do Grupo Canopus. Outra personalidade é Camila Simão, Head de CX, Research and Product Marketing da Dock, empresa de tecnologia para meios de pagamento e Banking as a Service de destaque na América Latina. Para ela, integrar o 4º Bath do BR Angels é uma oportunidade de contribuir com startups com capital e tempo. 

“Eu entrei em contato com o universo das startups há dois anos e me encantei. Fiz um treinamento de Board de empresas digitais e busquei alternativas para participar mais ativamente – foi aí que encontrei o BR Angels e decidi me juntar ao grupo. Considero que minha carreira e visão de grandes corporações mais estruturadas, além da vivência em startups e amplitude de atuação em diferentes áreas, me possibilitam fazer uma leitura ampla dos novos negócios e agregar valor em frentes diversas”, declara a executiva.

Já Vittorio Danesi, CEO da Simpress, empresa especialista em outsourcing de equipamentos e soluções de TI, participou de todos os batches do BR Angels até o momento e afirma que sua motivação é estar inserido na nova economia.

“Além do aprendizado mútuo entre os associados e os empreendedores, a chance de obter um bom retorno sobre o investimento também é um atrativo, já que as startups são validados por um grupo seleto de profissionais experientes e isso maximiza as chances de sucesso. Com o 4º Batch, atingimos um patamar cada vez maior e mais maduro de avaliação e investimento em novos negócios”, finaliza o empresário.

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Soluti investe R$ 25 milhões em aquisições e mapeia mercado em busca de novas oportunidades

A Soluti, ID Tech especializada em Identificação Digital e Assinaturas Eletrônicas, expandiu os negócios com um investimento de aproximadamente R$ 25 milhões em aquisições e parcerias. A empresa que registrou, de janeiro a agosto de 2021, um crescimento de 40% em receita, além de um aumento de 53% no número de emissões de Certificados Digitais, com mais de 1 milhão e oitocentos Certificados emitidos até agosto deste ano. A expectativa é fechar 2021 com quase 3 milhões de Certificados emitidos.

De acordo com dados divulgados pelo ITI, entidade que regula o mercado de Certificação Digital no país, a Soluti cresce acima do previsto para o setor, que projeta um crescimento de 30%, em 2021, e espera atingir a meta de cerca de 7 milhões de novos Certificados Digitais emitidos.

Com uma base de mais de 7,3 milhões de clientes, a companhia também busca apoiar novas startups referências em segurança da informação, blockchain e internet das coisas para ampliar o portfólio e atender organizações de diversos setores.

“Tivemos ótimos resultados e o objetivo é continuar investindo nas parcerias para o desenvolvimento de soluções e tecnologias que facilitem o dia a dia das empresas e atendam às necessidades digitais dos nossos clientes. Temos analisado algumas oportunidades com foco, principalmente, nos setores da saúde, imobiliário e educação, que tiveram um grande aumento no uso de suas plataformas digitais, por conta do distanciamento social imposto pela pandemia”, declara Vinícius Sousa, o CEO da Soluti.

Prova disso é o crescimento da Assine.Online, uma startup de assinaturas eletrônicas criada pela Soluti, solução que está sendo muito procurada por empresas que estão em processo de transformação digital.

De acordo com a Soluti, mais de 10% dos clientes são do mercado imobiliário, além disso, a ferramenta tem beneficiado outros setores, como educação, automotivo, varejo e outros.

Outro destaque importante são as soluções para o mercado financeiro, com a implantação do open banking no Brasil. As empresas participantes da cadeia de comunicação do novo sistema, como bancos e fintechs precisam ter um conjunto de Certificados que garanta a identidade digital das partes envolvidas e a Soluti atende dezenas de clientes com esta solução. Possui ainda o Vottar, plataforma para assembleias digitais, tendo como clientes duas das maiores entidades financeiras do país.

Startups investidas

Entre as parcerias realizadas está a DTO Sistemas, empresa especializada em interoperabilidade de dados de saúde e desenvolvedora de uma plataforma (DataOpera) para repositório de dados clínicos. Com essa solução, é possível reunir dados, resgatar o histórico e compartilhar as informações dos pacientes de forma segura.

Outro importante investimento foi feito na startup Facilita, responsável pelo desenvolvimento do App Facilita, que simplifica os negócios imobiliários e permite realizar todo o processo de venda de um imóvel em uma experiência 100% online. A ferramenta é integrada ao Assine Online, plataforma para assinatura eletrônica de documentos da Soluti, e possibilita que o se realize todas as etapas comerciais de forma totalmente digital.

Além dessas empresas, a Soluti realizou um aporte na Dinamo Networks, fabricante brasileira de hardware criptográfico, para a distribuição do DINAMO Pocket – um HSM portátil do mercado para guarda segura e gerenciamento de múltiplos Certificados Digitais.

Recentemente, a Rhizom integrou-se ao portfólio Soluti. A startup criou o primeiro protocolo de Blockchain da América Latina e desenvolveu um ecossistema que mescla tecnologias como blockchain, inteligência artificial e outras relacionadas a ativos digitais, para que empresas, fornecedores, profissionais e clientes possam interagir livremente para troca de valores.

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Startup Uffa aposta na gamificação para ajudar clientes com problemas financeiros

O brasileiro vem acumulando dívidas como nunca. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em julho, 71,4% das famílias brasileiras estavam endividadas – o maior percentual histórico. Com o objetivo de solucionar parte desse problema e tornar o pedido de empréstimo mais descomplicado, a startup Uffa atua como um mercado de crédito, propondo soluções de negociação de dívidas para pessoas físicas e jurídicas – tudo isso com um foco na experiência do usuário.

            A fintech possui um site descolado, com recursos interessantes de negociação, obtenção de crédito, empréstimos e até mesmo cashback no pagamento de dívidas – ou seja, você paga a sua dívida e ainda ganha dinheiro de volta. Como a empresa está só começando, ela aproveita que o internauta está se atraindo cada vez mais por serviços que oferecem cashback, ferramenta que beneficia tanto a companhia quanto o usuário. Além de varejistas e fintechs como a Uffa, até mesmo plataformas de apostas já conhecidas por serem um site confiável utilizam o cashback para atrair mais clientes, assim como ofertas de boas-vindas para novos jogadores. No confiavel.com, é possível encontrar uma lista de operadoras de apostas esportivas que dão um empurrãozinho para novos clientes, os métodos de pagamento aceitos e os torneios esportivos oferecidos.

Além dos recursos mencionados, a Uffa ainda tem um simulador em sua página inicial, onde o usuário pode calcular o valor do empréstimo total e das parcelas. Já o acesso a crédito é ofertado em um marketplace, onde diversas operadoras disponibilizam as suas propostas.

            A Uffa se destaca por ter um visual divertido – mais do que os serviços online similares. Para ver os diferentes cenários para negociação da pendência financeira, o cliente pode utilizar o seu CPF e recebe um roteiro gamificado, com etapas que lembram as de um jogo. A plataforma também anuncia alguns números sobre si, como “14,7 milhões de pessoas cadastradas”, “58 segundos para realizar o serviço no site”, e “R$ 26 bilhões em dívidas negociadas”.

            Feirão Limpa Nome do Serasa

            Ainda falando de dívidas e negociação, neste mês de novembro, até o dia 30, o Serasa estará realizando o Feirão Limpa Nome, que ocorre anualmente para reduzir o número de inadimplentes no Brasil. São mais de 50 empresas participantes, que oferecem condições especiais e descontos de até 99% para consumidores endividados.

Entre as companhias que estão oferecendo descontos estão a Riachuelo, Itaú, Recovery, Hoepers e Ativos S.A. Na lista, há também empresas como operadoras de telefonia, instituições financeiras (bancos e corretoras), cartões de crédito, empresas de engenharia e muitas outras. Se você quitar algum débito através do Feirão, poderá até mesmo aumentar o seu score com o Serasa Turbo e, consequentemente, subir a pontuação do seu CPF.

            Para participar do Feirão Limpa Nome, escolha o método de negociação que lhe agrada e contate o Serasa através do site, WhatsApp, telefone, ou até mesmo comparecendo presencialmente a uma agência dos Correios. Então, é possível escolher a melhor opção para pagamento e realizar a conclusão do acordo.

            Aqueles que cumprirem as regras estipuladas pelo órgão também poderão receber um “Auxílio Dívida” de R$50. Para aproveitar este benefício, é preciso baixar o app do Serasa de forma gratuita e utilizá-lo para negociar um ou mais acordos no Feirão. Estes acordos precisam ter valor superior a R$200 somados. Por fim, se você pagar à vista e sem atraso, o bônus de R$50 será adicionado em sua carteira digital Serasa. O auxílio será depositado até o dia 17/12, e você poderá utilizá-lo como quiser, inclusive transferindo para outras instituições financeiras.

Após a negociação e pagamento dos boletos, a empresa removerá as restrições do seu CPF em um prazo de até 5 dias úteis; e você estará finalmente livre das cobranças.

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Arco Educação recebe aporte de R﹩ 825 milhões dos fundos de investimento Dragoneer e General Atlantic

O Dragoneer Investment Group e a General Atlantic Partners (“GA”) vão adquirir cerca de R﹩ 825 milhões em Títulos Conversíveis da Arco Educação. Ambos os fundos são internacionalmente reconhecidos por seus investimentos em empresas que apresentam grande potencial de crescimento e que possuem uma forte veia tecnológica. Dentre os investimentos de sucesso realizados pelo Dragoneer estão os aportes no Mercado Livre e no Nubank. A GA já foi investidora da Arco, XP Investimentos e Quinto Andar.

“É uma grande satisfação receber dois dos mais conceituados fundos do mundo como investidores da Arco. A parceria demonstra a confiança do Dragoneer e da GA no nosso time e nas nossas soluções”, afirmou Ari de Sá Neto, CEO e fundador da Arco.

Os recursos serão utilizados pela Arco Educação para acelerar sua estratégia de crescimento. A companhia tem atuado para trazer mais tecnologia aos seus sistemas educacionais, criar novas soluções e gerar mais valor para suas escolas parceiras.

“Ao construir a plataforma de tecnologia da Arco, o Ari tornou uma abordagem pedagógica de primeira linha acessível a mais de 1,9 milhões de alunos em todo o Brasil. As marcas da Arco são amadas por professores, alunos e pais, e impulsionam melhorias reais nos resultados educacionais”, disse Eric Jones, sócio do Dragoneer. “No nível do negócio, a Arco tem forte crescimento de receita e previsibilidade, alta fidelização de clientes e uma operação bastante rentável. Estamos entusiasmados em apoiar o time da Arco em sua jornada, à medida que eles continuam a crescer rapidamente e a expandir sua plataforma no setor de educação”, finaliza o executivo.

Martín Escobari, Conselheiro Independente da Arco e Co-Presidente, Diretor Administrativo e Head da América Latina da General Atlantic, disse: “A Arco redefiniu a educação no Brasil, aproveitando o poder da capacitação digital para expandir o acesso a experiências críticas de aprendizagem para milhões de alunos em todo o país. Apoiamos há muito tempo a missão da Arco e esperamos voltar a fazer parceria com Ari e sua liderança para impulsionar mudanças transformadoras no ecossistema educacional do Brasil.”

Os Títulos Conversíveis têm vencimento em sete anos e pagarão juros de 8% ao ano. Cada título será conversível a uma taxa de conversão equivalente a US﹩ 29 por ação. No vencimento da operação o Dragoneer terá 5,6% e a GA 2,8% do total das ações da Arco.

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InvestSP e SDE anunciam as 10 startups que darão início ao programa de internacionalização SP Global

A InvestSP e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo anunciaram na última sexta-feira (12) o resultado final da seleção do SP Global, o Programa de Aceleração para Internacionalização de Startups Paulistas. A ideia é preparar as startups para o mercado internacional, o que fortalece a estratégia do Governo do Estado de buscar novos parceiros comerciais e tornar as empresas locais mais competitivas.

Das mais de 100 startups inscritas, foram selecionadas 10, que se enquadram como retailtechs, fintechs, edtechs, agtechs e foodtechs, com base na área de atuação de cada uma. O processo de internacionalização visa garantir que elas conquistem um dos seguintes mercados-prioritários: Alemanha, França, Reino Unido e Península Ibérica (Portugal e Espanha).

“O Estado de São Paulo é o principal hub de inovação brasileiro, tanto que a maior parte dos unicórnios do Brasil nasce aqui. Possuímos talentos capazes e um ecossistema rico. E o apoio da InvestSP deve ser decisivo para que as startups tenham um crescimento internacional acelerado e que o Estado se destaque cada vez mais como um polo de inovação”, afirmou Gustavo Diniz Junqueira, presidente da InvestSP.

O início do programa, que é totalmente gratuito e online, está marcado para o dia 22 de novembro, quando as 10 selecionadas receberão as boas-vindas e iniciarão oficialmente sua jornada no Programa.

No dia 24, será oferecida uma Masterclass não apenas com as 10 startups selecionadas, mas aberta a todas que se inscreveram, para que mais startups tenham a oportunidade de ampliar seu conhecimento no tema. Outro destaque será o lançamento de uma ferramenta de autodiagnóstico de planejamento para internacionalização, que é um dos diferenciais do programa.

O SP Global está estruturado em três fases: capacitação, imersão e scaling-out. Na primeira etapa, os empreendedores recebem informações e conhecimento para aprimorarem seus modelos de negócio, inclusive com mentorias para a realização de análises de mercado, que permitirão definir qual país deve ser o principal foco das ações.

Na fase da imersão, serão feitas reuniões com players dos mercados alvos para validar ideias e criar uma rede de contatos, o que permitirá identificar forças e oportunidades e avançar no desenvolvimento do plano de internacionalização.

Por fim, na etapa de scaling-out, a startup coloca este plano em prática com acompanhamento e suporte contínuo da InvestSP para garantir que o negócio cresça de forma estruturada.

Confira a lista com as 10 startups selecionadas para a SP Global:

ADROIT ROBOTICS

Desenvolvimento de sensores embarcados em tratores que permitem um raio-x do pomar e coletam imagens e informações para os produtores. Os sensores não exigem qualquer intervenção humana.

CHATCLASS

Capacitação de funcionários por meio do Whatsapp ou outra plataforma. A ChatClass desenvolveu um chatbot que ensina vendas, operações, habilidades comportamentais, compliance e diversas outras habilidades para funcionários que estão na operação no dia a dia.

CONTBANK

Fintech especializada em levar crédito e serviços financeiros inteligentes para micro, pequenas e médias empresas, atuando no Brasil com um modelo de negócios no qual cada contador é um agente de negócios focado em atender empresas, sócios e colaboradores.

EAT’S FOR YOU

Marketplace mobile de refeições caseiras. Conecta famílias que amam cozinhar e buscam uma renda extra ou principal e pessoas que desejam comer na hora do almoço uma comida feita com carinho, preço justo e comodidade.

LUDOS PRO

Ajuda empresas a transformar o ambiente de aprendizagem em uma experiência lúdica e inovadora através de técnicas interativas, trilhas de conhecimento e dados, envolvendo cada tipo de público em um cenário único de imersão e elevando os índices de aprendizagem, engajamento e produtividade.

MOBILER

Startup especializada em aplicativos de mobilidade urbana, delivery e serviços que atua no formato de SaaS Whitelabel e Tech Base Franchise. Tem como foco cidades do interior nas quais os grandes aplicativos não chegam.

ONII

Desenvolvem tecnologias para automação de varejo, com foco em lojas autônomas para condomínios e empresas. Sua tecnologia proprietária permite uma experiência de compra fluída e segura para os usuários, facilitando a vida dos consumidores.

PRICEFY

Transforma a comunicação varejista no PDV através de uma tecnologia que permite organizar processos de criação de ofertas, numa experiência sem atrito. Realiza a geração de etiquetas promocionais, cartazes, comunicação digital, auditoria e mensuração de resultados de campanhas, com o objetivo de padronizar a comunicação e evitar divergências.

TALENT ACADEMY

Plataforma de People Analytics para desenvolvimento de pessoas e cultura. Ajuda as empresas a se transformarem através de suas ferramentas próprias de autoconhecimento e desenvolvimento, que usam tecnologia e análise de dados para conhecer os perfis e entender a experiência dos colaboradores, promovendo uma conexão entre o propósito da empresa e o propósito dessas pessoas.

UNIKE TECNOLOGIES

Está no seu DNA “desatritar” relações, em diversas jornadas diárias das pessoas, através da utilização de algumas tecnologias, tais como AI, ML, Visão Computacional e Autenticação/Identificação por Biometrias, entre outras. Pode atuar em segmentos como: varejo, educação, saúde, controle de acessos (portarias) e meios de pagamento.

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SafeSpace levanta R$ 11 milhões para tornar empresas mais éticas, seguras e inclusivas

A SafeSpace, startup que desenvolveu uma plataforma digital para facilitar relatos de casos de má conduta nas empresas (assédio, discriminação, fraude, etc), acaba de fechar uma nova rodada de investimento no valor de R$11 milhões. O aporte foi liderado pelo fundo ABSeed Ventures e contou também com a participação do DGF Investimentos e de investidores-anjo.

Esta é a segunda rodada fechada pela empresa e a maior já recebida no país por uma startup comandada por mulheres. Fundada em março de 2020, a SafeSpace recebeu o primeiro investimento em outubro de 2020, em uma rodada liderada pelo fundo MAYA Capital e que contou com outros 11 investidores-anjos, incluindo Ariel Lambrecht, fundador da 99; Ann Williams, COO da Creditas; Mariana Dias, CEO da Gupy e Luciana Caletti, fundadora do antigo Love Mondays.

Criada pelas jovens empreendedoras Rafaela Frankenthal, Giovanna Sasso, Natalie Zarzur e Claudia Farias, a plataforma já é utilizada em mais de 50 empresas – entre elas algumas das empresas mais inovadoras do mercado brasileiro: a Creditas, que atua no segmento de empréstimos financeiros online; a Petlove, supermercado online de produtos para animais; a Buser, empresa que está revolucionando transporte por ônibus no Brasil; e o isaac, plataforma especializada em gestão financeira escolar. No portfólio, também estão empresas que operam na América Latina, como a unicórnio NotCo, focada na produção de alimentos à base de plantas. Atualmente, mais de 15 mil pessoas colaboradoras em 7 países diferentes já têm acesso à plataforma da SafeSpace.

O canal de escuta da SafeSpace já é considerado o mais moderno e eficiente do mercado hoje, trazendo para os clientes cinco vezes mais visibilidade dos problemas internos de assédio e má conduta, permitindo a solução dos casos reportados três vezes mais rápido. “Problemas de comportamento sempre existiram nas empresas, mas hoje o risco não é apenas das pessoas envolvidas, mas também, e principalmente, das companhias. Por isso as empresas estão entendendo a necessidade de olhar para ferramentas de compliance de uma forma diferente”, explica a co- fundadora da startup Rafaela Frankenthal.

O que realmente diferencia a SafeSpace dos canais de denúncia tradicionais é que o objetivo não é simplesmente digitalizar o modelo até então adotado. O foco principal da empresa é utilizar a tecnologia para construir confiança para que as pessoas se sintam seguras de relatarem os problemas internamente, enquanto estes ainda são pequenos, e capacitar as empresas com as ferramentas necessárias para mediar e resolver as situações rapidamente. Um exemplo prático dessa inovação é a funcionalidade Connect, recém-lançada pela SafeSpace. O recurso permite que funcionários façam um relato com a condição de que não sejam a primeira ou única pessoa a fazer um relato sobre o mesmo indivíduo. Isso ajuda a encorajar os colaboradores a vencer o medo e relatar preocupações antes que os problemas se tornem mais graves, e do outro lado ajuda o Compliance e o RH a identificarem padrões de comportamento recorrentes.

As empreendedoras ressaltam que há cada vez mais casos de assédio e má conduta aparecendo na mídia, o que tem gerado nas empresas uma grande preocupação em garantir o bem-estar de seus colaboradores e a boa reputação de sua marca como forma de continuar crescendo. “Recebemos muitos contatos de empresas que estão sendo direcionadas por investidores de capital de risco ou private equity a implementarem soluções de compliance mais eficientes. Isso é uma prova de que a postura do mercado está mudando”, diz Rafaela.

Como empreendedora, ela também chama a atenção para o fato de o próprio universo das startups ainda sofrer um gap de gênero. “Temos muito poucas mulheres no comando e um volume ainda muito pequeno de investimentos voltados para as empresas formadas por um time totalmente feminino. Mas o mercado está mudando rápido, ao mesmo tempo que o produto que estamos desenvolvendo está sendo motor de mudança de cultura nas empresas, nós também estamos à frente dessa transformação como empreendedoras.”

“Apostar em um time com quatro fundadoras mulheres, que têm como missão tornar o ambiente de trabalho legitimamente seguro, traz um componente muito especial para esse investimento. Natalie, Rafaela, Claudia e Giovanna são articuladas, têm um profundo entendimento sobre esse mercado e atuam em um problema que é a dor de praticamente toda empresa. Aliada a um propósito, essa experiência se materializa em um produto muito bem acabado e extremamente eficiente enquanto solução”, afirma Geraldo Melzer, sócio da Abseed.

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Bossanova anuncia comitê Indústria 4.0 para investir até R$5 milhões em startups do segmento

Em parceria com a Produttare Consultoria, iniciativa tem como objetivo encontrar soluções de inteligência artificial, robótica, IoT e computação em nuvem

A Bossanova Investimentos, micro venture capital que investe em startups em estágio de pré-seed em todo o país, acaba de lançar o Comitê Indústria 4.0 para investir até R$ 5 milhões em startups do segmento. Em parceria com a Produttare Consultoria, que já atua há 25 anos em projetos de Gestão de Operações e Excelência Operacional para empresas industriais, varejistas e de serviços, a iniciativa tem como objetivo encontrar soluções de inteligência artificial, robótica, IoT e computação em nuvem.

O projeto será liderado por um time de especialistas e profissionais da área como: Junico Antunes, CEO da Produttare; Esdanio Nilton Pereira, Sócio da Produttare e fundador da FENP Consulting; Roberto dos Reis Alvarez, Conector global, Venture Partner (Seldor Capital, NYC, EUA); Harro Burmann, Consultor Associado; João Emilio Gonçalves, Superintendente de Desenvolvimento Industrial na CNI.

De acordo com pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), entre outubro e novembro de 2021, as tecnologias da indústria 4.0 que mais impactam de forma positiva na lucratividade das empresas são os sistemas de conexão máquina-máquina, big data e inteligência artificial. Entre as companhias que adotaram as duas primeiras inovações, 32% disseram estar lucrando mais do que no período pré-pandemia, e as que têm inteligência artificial, o índice é de 30%.

Para João Kepler, CEO da Bossanova, esses dados mostram o quão promissor está o segmento para as startups e esse é o momento para oferecer ainda mais possibilidades e recursos para que as startups possam ganhar escalabilidade e atingir novos horizontes. “A ideia principal do Comitê é unir a expertise em investimentos da Bossanova com os conhecimentos que a Produttare tem para entender as dores do mercado industrial, para juntos, encontrarmos as soluções mais inovadores e com alto potencial de crescimento”, explica.

Para participar do comitê, as startups precisam ter modelo de negócios B2B ou B2B2C; solucionar problemas da Indústria; ter o modelo de negócio SaaS ou que combine software & hardware; aplicar tecnologias de IoT, IA, software de gestão empresarial, robótica, AR/VR, blockchain, BIM, redes, segurança de dados e outras; que tenham pelo menos duas pessoas no time fundador; mais de um ano desde a fundação e que já estejam operando; além de ter o faturamento mínimo de R$20mil.

As empresas interessadas em participar do Comitê Indústria 4.0 podem se inscrever pelo site.

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TecBan abre inscrições para programa de inovação aberta com startups

A TecBan, empresa de soluções tecnológicas e inovadoras que integram o físico e o digital para tornar o ecossistema econômico do País mais eficiente, busca startups para solucionar desafios estratégicos nas áreas de Open Finance, Criptomoedas e Inteligência Artificial aplicada a RPA (Robotic Process Automation).

Em sua primeira edição, podem participar startups que apresentem soluções escaláveis e que tenham recebido ao menos uma rodada de investimentos ou esteja em negociação com o mercado. As inscrições estão abertas até o dia 30 de novembro.

Como mantenedora da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), a TecBan escolheu realizar o lançamento do seu programa de inovação aberta com startups durante o CASE 2021, o maior e mais importante evento de startups da América Latina. Durante o evento, a empresa conta com um estande virtual onde os interessados e entusiastas poderão conhecer os detalhes das iniciativas e desafios que estarão abertos ao ecossistema de inovação.

Ainda como parte do lançamento, Tiago Aguiar, Head de Novas Plataformas, e Luis Felipe Gomes Carvalho, CEO da AEVO, realizarão, no evento online, uma palestra com o tema “Como sua startup pode ser parceira de grandes empresas e realizar negócios transformadores!”

Conheça os desafios:

– Open Finance

Soluções que favoreçam a escalabilidade do negócio, experiência do cliente, segurança e cruzamento de dados para aplicação em plataformas de negócios abertos em Open Banking e Open Insurance.

Inscrições

– Criptomoedas

Soluções de custódia, segurança cibernética e redução de emissão de carbono utilizado na mineração de moedas digitais (Blockchain, CDBC)

Inscrições

– Inteligência Artificial aplicada a RPA (Robotic Process Automation)

Estamos em busca de soluções em Inteligência Artificial aplicada a RPA para a melhora de processos nas áreas de Compras, Jurídico e Analytics.

Inscrições

Para participar do CASE 2021 e ter acesso ao estande da TecBan, acesse o site neste link .

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Sinqia anuncia parceria com WE Impact, venture builder dedicada a mulheres líderes de startups

A Sinqia, líder em softwares e inovação para o setor financeiro no Brasil, anuncia parceria com a WE Impact, primeira venture builder dedicada a startups lideradas por mulheres. A iniciativa ocorreu por meio do Torq Ventures – programa de Corporate Venture Capital (CVC) da empresa, e visa  trazer para o pipeline do Torq maior diversidade e representatividade feminina. 

A partir desse movimento, a Sinqia reforça sua estratégia de Open Innovation, que tem o objetivo de trazer mais inovação ao mercado brasileiro, além de abrir espaço para que mulheres possam emergir cada vez mais no universo da inovação, um ecossistema ainda dominado por homens. Segundo dados do Female Founders Report 2021, produzido pelo Distrito Dataminer, em parceria com a B2Mamy e Endeavor, 4,7% das startups brasileiras foram fundadas exclusivamente por mulheres e 5,1% por mulheres e homens. Os números caem drasticamente quando se fala em investimento: apenas 0,04% das startups lideradas por mulheres receberam investimento em 2020.

Diante desse cenário, a Sinqia compreendeu a importância e a necessidade da parceria com a WE Impact,  pelo apoio que a venture builder oferece ao incentivar o crescimento de startups de base tecnológica lideradas por mulheres. “A partir dessa união, a empresa pretende trazer para seu ecossistema soluções e startups que tenham o protagonismo feminino. Além disso, precisamos expandir o mercado de venture capital para startups lideradas por mulheres, que ainda recebem uma quantia ínfima de investimentos”, explica Juliana Innecco, head de inovação do Torq Ventures e do Torq Labs, hub de inovação da Sinqia.

Para a CEO e fundadora da WE Impact, Lícia Souza, a parceria é estratégica não só para promover a conexão de empreendedoras do ecossistema a especialistas desse mercado e criar oportunidades de negócios e investimentos, como também para a conquista de aliadas dessa agenda no mundo corporativo. “A WE Impact trabalha incansavelmente para que as corporações priorizem cada vez mais a promoção da equidade de gênero. Queremos conectar as empresas ao ecossistema de tecnologia e inovação por meio dessa lente, para que entendam as vantagens competitivas que a inclusão e a diversidade proporcionam. Diferentes perspectivas, principalmente em posições de liderança, geram negócios mais lucrativos e resultados mais poderosos, além de tornar a sociedade mais justa para todos”, comenta.

A expectativa da Sinqia é atrair startups que tenham em sua liderança mulheres,  fundadoras, cofundadoras e CEOS/C-Level para, assim, gerar oportunidades tanto para a companhia  e WE Impact, quanto para as empreendedoras. 

Torq e WE Impact Pitch Day

Fomentar o desenvolvimento tecnológico é uma das características da Sinqia. Por isso, a parceria resultou na criação do “Torq e WE Impact Pitch Day”, iniciativa que busca selecionar fintechs fundadas por mulheres ou que tenham mulheres em sua liderança,  que entregam tecnologia para mercado financeiro ou submercados. A principal finalidade é selecionar startups que complementam o portfólio e que aceleram estratégias de go-to-market da Sinqia. 

Para participar, a empresa  precisa atuar no mercado B2B, possuir tecnologia aplicada ao mercado financeiro, modelo de negócio SaaS, em Cloud e atuação nos segmentos de Open Banking e Open Finance, risco e fraude, agregadores de dados, crédito, segurança, blockchain e inteligência artificial. O evento acontece em 23 de novembro e as selecionadas terão uma série de oportunidades para desenvolvimento no programa, tais como: mentoria com especialistas da Sinqia e WE Impact, indicação para receber benefícios da Microsoft e Google Cloud for Startups, possibilidade de Prova de Conceito (PoC) – que são as simulações realizadas antes do início da produção para garantir que o resultado se mostre real quando transferido para o mundo material -, relacionamento com o ecossistema de inovação da companhia, incluindo possíveis indicações para  hub de inovação do Distrito e para o programa de aceleração da Darwin Startups. As empresas selecionadas ainda terão a possibilidade de firmar parcerias comerciais e de receber investimentos da Sinqia, além de matches com clientes Sinqia e grandes corporações parceiras da WE Impact.

Innecco ressalta a importância do Pitch Day não apenas para originar startups para o funil do Torq Ventures e acelerar o desenvolvimento da empresa, mas também para impulsionar a criação de uma rede de apoio às mulheres. “Essa é uma pauta fundamental e a Sinqia não está de fora. Queremos  aproximar a empresa do ecossistema de startups com founders e líderes mulheres e também temos a necessidade de conscientizar os colaboradores sobre a importância da diversidade e equidade de gênero no ecossistema de inovação e no mercado financeiro”, reforça.

Essa é mais uma das iniciativas de inovação aberta do Torq que, em 2021, destinou mais de R$50 milhões em inovação e startups por meio de fundos de Corporate Venture Capital para investimento nos próximos cinco anos. O “Torq e WE Impact Pitch Day” será realizado de forma remota, via Microsoft Teams, com banca formada por executivas e executivos da Sinqia e da WE Impact. As inscrições  podem ser realizadas até o dia 18 de novembro pela página do evento: https://bit.ly/3ELNjkd 

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Alfa Collab completa 1 ano com 17 startups participantes e carteira de crédito de até R$ 1,34 bi

Lançado em novembro de 2020, o hub de inovação Alfa Collab, pertencente ao Conglomerado Financeiro Alfa, completa um ano com uma carteira diversificada de startups participantes e operações com números expressivos. Nos últimos 12 meses, o programa promoveu diversos negócios que ajudaram a fomentar o avanço do ecossistema de inovação brasileira, apoiou o crescimento de startups, articulou a formação de clusters colaborativos focados em soluções inovadoras e ofereceu serviços de financiamento para o crescimento das empresas participantes do programa.

Atualmente, 17 startups fazem parte do Alfa Collab: 88i Seguradora Digital, Bot Nicks, CashU, E-ctare, Fiduc, Finpec, GoBots, Impact Bank, InstaCasa, LooqBox, Marvin, Prestho, Predify, Size, SMU, Vuxx e Zink. As empresas participantes são selecionadas em um processo que contém cinco etapas: existência de sinergia com as áreas de negócios do conglomerado, entendimento dos diferenciais competitivos da startup, realização de uma análise minuciosa para início das negociações e formalização da parceria para início dos trabalhos conjuntos.

Além disso, todas as startups do programa passam por uma análise de investimento para, posteriormente, integrar o portfólio. Logo, já foram consultadas cerca de 202 startups de diversas áreas: fintech, legaltech, taxtech, cybersecurity, agritech, big data e Artificial Intelligence, sendo os principais setores que passaram pelo processo de seleção.

“Trabalhamos focados nas frentes de Open Innovation, com a incorporação de novas tecnologias ao conglomerado, por meio das startups selecionadas, e de Corporate Venture Capital, com os investimentos estratégicos nas startups. Na plataforma de serviços financeiros para startups, a oferta pioneira de venture debt no segmento bancário foi importante nesse processo, tendo uma dívida estruturada e customizada às necessidades das startups. Para 2022, temos como desafios expandir as vertentes anteriores por meio do venture capital, que é a gestão e aplicação de recursos de terceiros em equity e debt, e o mercado de capitais, com a participação em operações de IPO e M&A’’, ressalta Francisco Perez, diretor de Novos Negócios, responsável pelo Hub de Inovação Alfa Collab e pela Área de ESG do Alfa.

Com base nessa estratégia de mercado, o Alfa Collab conquistou números relevantes. Entre os principais resultados das parcerias firmadas com as startups destacam-se: a carteira de crédito com um valor de investimento estimado em R$ 1,37 bilhão para duas startups em até 5 anos; as emissões de Cédula de Produto Rural (CPR) e Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) nos valores de, respectivamente, R$ 5 milhões e R$ 38 milhões, ambos para a fintech Finpec. Outro destaque do programa foi a fintech de crédito Size, que teve sua tecnologia utilizada no bem-sucedido produto Alfa PAF Digital, lançado no começo deste ano para operacionalizar de forma totalmente digital a antecipação de recebíveis para micro e pequenas empresas.

Atuação do Alfa Collab

Um dos principais pilares do Alfa Collab está na transformação digital. O hub colaborou na criação de novos produtos, junto com algumas startups selecionadas que ajudaram no processo de aceleração de várias áreas nas empresas do Conglomerado Alfa.

Na comunicação interna, a plataforma BotNicks realizou um onboarding digitalizado e automatizado para novos colaboradores. A Oncase, startup de soluções tecnológicas, efetuou a integração de dados das empresas financeiras do conglomerado, enquanto a startup A de Agro executou a avaliação, em tempo real, via imagens de satélite, dos clientes de crédito do Alfa Rural. Além disso, a loja de construção C&C também recebeu colaborações positivas, como a implementação da inteligência artificial, tanto em seu e-commerce quanto na realização de consultas de indicadores por meio de perguntas, fornecidas respectivamente, pelas empresas Gobots e LooqBox.

Os pilares Ambiental, Social e Governança Corporativa (ESG na sigla em inglês) são valores que o Alfa Collab busca fortalecer em seu posicionamento como agente relevante do mercado financeiro em termos de impacto socioambiental. Para isso, são levadas em consideração quatro questões: respeito aos dez princípios universais enunciados pelo Pacto Global das Nações Unidas; políticas claras e implementação de práticas ESG; identificação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) envolvidos e escolha de indicadores para a mensuração e acompanhamento do impacto socioambiental gerado pela startup; e classificação do Alfa Collab no espectro de capital do Impact Investing Institute e do portfólio de startups com base na escala “Agir para evitar danos, Beneficiar stakeholders, Contribuir para soluções (ABC)” do Impact Management Project.

“Como case de sucesso de impacto que está inserida em nosso programa, temos a startup Impact Bank, fintech de meios de pagamento, com fins lucrativos, que oferece soluções financeiras completas para ONGs, negócios e indivíduos. Com isso, a sua estratégia de impacto é apoiar arranjos sociais inclusivos e mobilizar capital para financiar transformações para um futuro mais justo e sustentável, estando, assim, alinhada às diretrizes de ESG do Alfa. E, para o segundo ano de trabalho com o Alfa Collab, a previsão é de expandir a parceria para a estruturação de blended finance (financiamento misto, em português) com a área de Asset, do Banco Alfa’’, explica Perez.

Por fim, o Alfa Collab tem a missão de posicionar a marca, difundir os valores e benefícios do programa, além de oferecer conteúdos para o público de inovação e investimento que tenha interesse em novos negócios. Assim, além da divulgação na imprensa, a comunicação é realizada pelas redes sociais e pelo site do hub, tendo como destaques: Collab Trends, programa semanal com mais de 40 entrevistas veiculadas na Rádio Transamérica (com uma audiência que ultrapassou um milhão de ouvintes); canais no Spotify (que já atingiu mais de 630 mil visualizações) e no YouTube; artigos científicos publicados no site; apoio em reports da Fischer, envio de newsletters com assuntos sobre o ecossistema; participação em eventos e realização de lives com executivos do Alfa e das startups selecionadas pelo hub.

“A comunicação do Alfa Collab está diretamente ligada aos interesses do conglomerado e acreditamos que é uma área essencial para conseguirmos alavancar os nossos negócios e impactar positivamente futuros parceiros. Logo, enxergamos a comunicação como função estratégica e nosso objetivo é continuar valorizando e expandindo-a em diferentes tipos de canais, para atingir cada vez mais indivíduos do ecossistema”, enfatiza Claudio Cardoso, consultor de Comunicação do Alfa Collab.

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ABES e Amazon Web Services fecham acordo mirando o segmento de startups

A ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software firma colaboração com a Amazon Web Services (AWS) para reunir os benefícios dos programas AWS Activate e ABES Startup Intership Program para os seus associados. A iniciativa tem como objetivo fortalecer o empreendedorismo e atrair talentos e investimentos para o setor de tecnologia brasileiro.

O ABES Intership Program foi criado para fortalecer as startups, gerar sinergia entre fundos de investimentos, incubadoras e aceleradoras e contribuir para que os negócios possam superar as dificuldades presentes no mercado, colocando à disposição os mais de 35 anos de experiência da ABES nas áreas jurídica, regulatória, tributária e mercadológica. A iniciativa disponibiliza todos os serviços oferecidos pelas entidades a seus associados, como plantão jurídico-tributário, orientadores, guias, completa infraestrutura de compliance, diagnóstico LGPD, dados de mercado, e grupos de discussão sobre relevantes temas do setor, como IA, segurança cibernética, LGPD, tributário, entre outros. Já o AWS Activate é o programa da AWS que oferece benefícios às startups para apoiar o seu crescimento. Entre eles estão créditos para o uso de serviços de computação em nuvem da AWS, créditos do plano de suporte da AWS e treinamento com especialistas da empresa que podem ser usados em até dois anos depois da filiação.

Com a colaboração, as startups participantes do AWS Activate terão acesso ao programa ABES Internship, durante 6 meses, sem custo. E, por sua vez, as startups participantes do programa ABES Internship, terão acesso aos créditos oferecidos pelo AWS Activate, entre outros benefícios.

“Estamos felizes por anunciar esta importante colaboração com a AWS no sentido de contribuir com o sucesso do empreendedor brasileiro. O programa ABES Internship já conta com diversos parceiros, como fundos de investimentos, aceleradoras e incubadoras. O nosso principal objetivo é ajudar os empreendedores a enfrentarem os desafios do mercado brasileiro”, afirma Rodolfo Fücher, presidente da ABES.

“O ecossistema de startups brasileiro é um dos mais inovadores do mundo e ficamos felizes em fazer parte deste movimento juntamente com a ABES. Por meio dos benefícios do AWS Activate, as startups que fazem parte do ABES Internship Program poderão ter acesso a ferramentas que as ajudarão a ganhar mais agilidade, elasticidade e segurança em suas operações com a nuvem da AWS”, comenta Fred Santoro, head de Startups da AWS no Brasil.

Para ter acesso aos benefícios desta cooperação, a startup precisa estar ligada a algum parceiro do programa: Bertha Capital; Biopark; Bossanova; BR Angels; BrazilLab; Health Innova Hub; Instituto de Tecnologia de São Caetano do Sul; Kyvo; e Startup Farm. Detalhes do ABES Startup Internship Program estão disponíveis neste link e não há custos ou taxas para participar.

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Globant cria fundo de US$ 100 milhões para apoiar startups de tecnologia

Globant (NYSE: GLOB), empresa digitalmente nativa focada em reinventar negócios por meio de soluções inovadoras de tecnologia, anunciou o lançamento do BeKindTech Fund, uma nova iniciativa da Globant Venture que visa combater os efeitos sociais negativos criados pelo mau uso ou má aplicação da tecnologia.

“Acreditamos que a tecnologia é inerentemente boa e melhora vidas em todo o mundo. Ela nos conecta, estimula a inovação para um bem maior e permite a reinvenção. No entanto, quando mal aplicada ou mal utilizada, seu impacto pode ser negativo. Isso precisa ser resolvido para garantir que a tecnologia seja benéfica para a humanidade como um todo, e precisamos agir agora “, explicou Martín Migoya, CEO & Co-fundador da Globant.

Como líder estabelecida em tecnologia e criadora de soluções digitais, a Globant abre uma chamada para receber aplicações de startups de tecnologia em todo o mundo que buscam investimento e suporte em seu trabalho focado em lidar com os efeitos colaterais negativos causados​​pelo uso indevido da tecnologia.

Globant Ventures, o braço de investimentos (VC) da empresa, avaliará cada projeto e buscará oportunidades de financiamento de novas empresas por meio de ações ou notas conversíveis, com investimentos entre US$ 100 mil e US$ 1 milhão dependendo de cada caso, em conjunto com outros parceiros que possam estar interessados ​​em investir nessas startups de tecnologia. O propósito e a capacidade de cada projeto ou aplicação tecnológica em realizar mudanças eficientes no comportamento de seus usuários e multiplicar as boas práticas serão elementos fundamentais para se considerar a seleção.

O escopo de debate sobre o potencial da tecnologia para gerar impactos sociais negativos e, por sua vez, o foco do BeKindTech Fund é amplo, desde o envio de mensagens de texto ao dirigir, até o abuso do tempo de tela e o vício em redes sociais. Eventos, estudos e relatórios recentes criaram uma consciência mais ampla sobre as consequências do uso indevido de redes sociais, viés de IA e bolhas de informações ou filtros, entre outros desafios. Embora a conscientização seja importante, combater essas questões agora é fundamental.

“A sinergia da abordagem de reinvenção da Globant, o apoio dos empreendedores da Globant Ventures e a iniciativa Be Kind da Globant posicionam de forma única o BeKindTech Fund para fazer uma diferença real e nos ajudar a criar um grande impacto no futuro próximo”, disse Guibert Englebienne, Co-fundador da Globant & Presidente da Globant X.

Se você é um empreendedor ou uma startup focada em mitigar os impactos negativos da tecnologia e garantir que a tecnologia seja usada para o bem, ou está interessado em saber mais sobre o BeKindTech Fund, visite bekindtechfund e junte-se à revolução.

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Natura aposta em startups para ampliar ecossistema de bem-estar

Com a chegada da pandemia e a imposição do distanciamento social, o cuidado com o bem-estar tornou-se cada vez mais importante. Pensando nisso, a Natura vem apostando no ecossistema de inovação para ampliar a oferta de soluções voltadas à promoção da saúde emocional de sua rede de relações. Uma delas é a Naomm, startup que conecta clientes a uma curadoria de terapeutas de Práticas Integrativas e Complementares (PICS). Desde o início de 2020, a plataforma online conta com mais de 40 tipos de práticas e já registrou mais de 2 mil usuários cadastrados, viabilizando diversos tipos de terapias, como yoga, meditação e terapia do som.

Para a Naomm, o diferencial do serviço está na certificação dos terapeutas que fazem parte da rede. “Garantimos profissionais altamente qualificados, com um número de horas relevantes na prática e com formação em escolas reconhecidas do mercado das PICs. Essa curadoria cuidadosa se reflete no NPS [Net Promoter Score] de 93% de satisfação do nosso público com as consultas”, afirma Laura Mariani, líder de Qualidade e Curadoria da Naomm.

O mercado de teleconsultas se mantém aquecido desde o início da pandemia. Segundo dados da Associação Brasileira de Plano de Saúde (Abramge), mais de 2,5 milhões de atendimentos online foram realizados no período de abril de 2020 a maio de 2021. Aulas e terapias realizadas online têm seguido a mesma tendência de crescimento.

“O atendimento remoto provou ser um formato muito efetivo, pois amplia a oportunidade de acesso às PICs. Qualquer pessoa com internet pode desfrutar de sessões remotas, independentemente de sua localidade, com resultados reais”, explica Laura. “Para os terapeutas da Naomm, o nosso serviço também é vantajoso, já que, além de terem acesso à nossa base de clientes, incluindo pessoas físicas e empresas, contam com apoio para gestão de agenda e suporte técnico, além de outros benefícios, como descontos para sessões com profissionais da própria rede”, acrescenta.

A Naomm é fruto do Programa CorageN, da Natura, realizado em 2018 para atrair talentos com DNA empreendedor. Por meio de um processo de seleção que dispensou currículos, pessoas de trajetórias e perfis diversos foram contratadas para participar de um programa imersivo com duração de 20 meses. Após um projeto piloto de sucesso, a Naomm foi incubada pelo programa Natura Startups, que desde 2016 atua como porta de entrada de inovação aberta na companhia, conectando empreendedores aos desafios de negócio e entregando métodos e facilidades para que as conexões sejam bem-sucedidas. Até hoje, o Natura Startups já analisou mais de 5 mil startups, interagiu com mais de mil, realizou testes com mais de cem e firmou parceria com mais de 40.

“Trabalhamos no modelo de inovação aberta há mais de 20 anos e temos no ecossistema inovador um grande aliado para criar soluções aos desafios de negócio e oferecer serviços e produtos disruptivos que gerem impacto positivo para as pessoas e o meio ambiente. Startups como a Naomm nos ajudam a disseminar o propósito da Natura de levar beleza e bem-estar por meio das relações”, afirma Luciano Abrantes, Chief Technology Officer (CTO) e Inovação Digital da Natura &Co América Latina.

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Locaweb lança primeiro programa de estágio

Ingressar no mercado de trabalho muitas vezes é um desafio, principalmente para quem está iniciando na carreira. Pensando em contribuir nesse momento difícil para os estudantes, durante o mês de novembro, a Locaweb lança o primeiro programa de estágio, voltado para universitários que estejam cursando o 5º semestre a partir de janeiro de 2022.

Simony Morais, diretora de Gente & Gestão da Locaweb fala sobre a primeira edição do programa ‘’Aqui no Grupo Locaweb desenvolver vai muito além da tecnologia. A primeira edição do Programa de Estágio vem para reforçar isso, assim como para ampliar nossos horizontes. Temos muitas vagas, para que o estudante possa atuar com uma equipe experiente, ágil, acolhedora e apaixonada por desenvolver carreiras. Tudo isso em um ambiente onde ele é livre para ser quem é’’.

Contemplando diversas áreas, as vagas são destinadas a qualquer curso de graduação no formato bacharel e para quem tem disponibilidade para uma jornada de 30h semanais. Além da própria Locaweb teremos oportunidades para as unidades de negócio: Bling, Etus, Octadesk, Ideris e Credisfera

As vagas são para os modelos presenciais, híbridos e 100% remotos, ou seja, não é preciso necessariamente residir em São Paulo para participar do processo seletivo, que será 100% online. Além disso, o programa oferece um contrato de 12 meses, sendo possível estender para mais um ano, e conta com alguns benefícios oferecidos especialmente para os estagiários:

• Plano de saúde e odontológico;

• Vale-Transporte ou Estacionamento gratuito;

• Serviço gratuito de vans do terminal João Dias para a Locaweb;

• Vale Refeição:

• Seguro de Vida;

• Máquinas de café a vontade;

• Gympass;

• Programa de Qualidade de Vida e bem-estar;

• Oferta de cortesias dos produtos LOCAWEB.

O pacote de benefícios será detalhado durante as etapas seletivas. As inscrições acontecem de 08 a 30 de novembro de 2021, e podem ser feitas através deste link .

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“Waterlution BRK Acelera” abre inscrições para programa de apoio a startups na criação de negócios inovadores direcionados ao saneamento básico

A BRK Ambiental, concessionária privada de saneamento básico presente em mais de 100 municípios brasileiros, em parceria com a ONG canadense Waterlution e o centro de inovação CESAR, abrem inscrições para o Programa Waterlution BRK Acelera, iniciativa que apoia startups e empreendedores na criação de soluções direcionadas ao setor de saneamento básico.

As inscrições estão abertas até 14 de novembro pelo site. O objetivo do projeto é conectar startups e empreendedores a mentores e profissionais experientes do setor de saneamento. A proposta é estimular novas ideias para o desenvolvimento de soluções tecnológicas capazes de sanar os problemas relacionados aos serviços de água e esgoto no Brasil.

Para participar do projeto, as equipes devem ser compostas por pelo menos duas pessoas. No ato da inscrição, os interessados em participar do Waterlution BRK Acelera devem apresentar suas sugestões de projetos no formulário eletrônico disponibilizado no site do programa.

A partir das inscrições, os projetos serão avaliados de acordo com perfil e disponibilidade do time, aderência ao projeto, grau de viabilidade de aplicação, grau de impacto, modelo de negócio e gestão, maturidade da solução e alinhamento com as diretrizes Waterlution. Entre essas diretrizes estão facilitar e estimular a colaboração regional e global, ampliar a mobilização global do conhecimento sobre a água/saneamento e apoiar a comunidade global para avançar em direção aos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU) relacionados a saneamento, segurança hídrica, clima e equidade.

No total, seis equipes serão selecionadas para participar do programa. Os projetos escolhidos serão apresentados em 24 de novembro. Após a seleção, ao longo de aproximadamente três meses, os participantes acompanharão uma série de atividades on-line, com transmissão ao vivo e focadas na aceleração dos projetos e validação das ideias e soluções. O objetivo dos encontros virtuais é estabelecer contatos com outros empreendedores e especialistas do setor, por meio de workshops e mentorias individuais e coletivas focadas em temas profissionais e técnicos.

Promoção da inovação

A partir dos encontros, de acordo com a viabilidade das ações, os projetos serão avaliados individualmente, e podem receber apoio financeiro dos organizadores do Waterlution BRK Acelera ou serem convidados para ações de parcerias.

“Valorizamos muito as parcerias com as startups no sentido de promover a inovação nas nossas operações, principalmente quando relacionadas às práticas de ESG, e destacamos a oportunidade de oferecer uma visão corporativa abrangente e prática aos empreendedores, a partir da nossa expertise como uma das empresas líderes em saneamento no país”, afirma Carlos Almiro de Magalhães Melo, head de Sustentabilidade e Gestão de Riscos da companhia.

“Durante os cinco anos de trabalho da Waterlution no Brasil, experimentamos diretamente o incrível conhecimento técnico, a capacidade de inovação e o compromisso dos jovens líderes da água e do clima do país na vanguarda das mudanças. Nossa parceria de longa data com a BRK Ambiental e o CESAR se aprofunda com este novo programa e aumenta nossa capacidade de colaborarmos juntos, o que aumentará nosso impacto coletivo e soluções com as startups incluídas no BRK Acelera”, afirma Karen Kun, Presidente e Fundadora da Waterlution.

“O programa trabalha inovação aberta na prática juntando BRK, Waterlution, CESAR e startups para acelerar oportunidades de inovação, baseadas em desafios reais da sociedade. Assim, ampliamos a oportunidade para quem empreende nessa área, que terão seus projetos apoiados por especialistas das mais diversas áreas de inovação, empreendedorismo e especialistas do Setor”, destaca Renata Sellaro, coordenadora de Projetos de Empreendedorismo do CESAR.

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Vibra cria hub de inovação para conectar startups e scale-ups

A Vibra Energia inicia uma nova fase na sua jornada de inovação e transformação digital com a criação do Vibra co.lab. Um hub onde estarão unificados os esforços da companhia em open innovation e disseminação do intraempreendedorismo na organização. A Vibra tem expectativa de investir entre R$140 e 160 milhões em diferentes domínios de inovação nos próximos anos.

A inovação será cada vez mais importante para a Vibra que trilha um caminho rumo à transição energética e economia de baixo carbono. O novo hub permitirá a criação de conexões com startups e scale-ups em temas como mobilidade, conveniência, novas fontes de energia e outras tecnologias emergentes, construindo alternativas para grandes desafios do mercado.

“Essa nova fase ressalta a maturidade do nosso relacionamento com o ecossistema de inovação aberta. Hoje, temos mais de 30 startups conectadas aos negócios da empresa. Possuímos um diretório com mais de 100 startups e scale-ups já cadastradas, representando exponencialmente esse número em oportunidades de negócios”, diz Renato Vieira, head de inovação da Vibra Energia.

Por meio de diferentes conexões, a Vibra vem ampliando a atuação em inovação aberta, um dos braços atuantes e fundamentais no avanço do processo de transformação digital, liderado por Aspen Andersen, diretor de TI e Digital da companhia, há algum tempo. Presente em um mercado que experimenta a maior transformação de todas já vistas em mobilidade, pautada pela transição energética e neutralização de carbono, a companhia tem o desafio de levar a cultura de inovação para todas as áreas da empresa.

O time trabalha para estabelecer conexões que permitam chegar a soluções rápidas de problemas do dia a dia de diversos setores. Entre os projetos inovadores desenvolvidos ou que estão no radar da Vibra estão parcerias com startups de meios de pagamento, mobilidade, sustentabilidade, conveniência, energia, entre outras. Também está no escopo startups que ajudem a otimizar processos e reduzir custos.

“Isso terá desdobramentos positivos para diferentes áreas da empresa, na medida em que promovemos a atuação multidisciplinar entre os times internos e as startups. É um ambiente que favorece e fomenta a mentalidade empreendedora e o aprendizado contínuo, individual e coletivo”, explica Vieira.

No último ano, entre conexões estratégicas estabelecidas, pode-se destacar parcerias como as com a Smarthis em projetos de robotização de processos (RPA), devolvendo milhares de horas para os colaboradores, substituindo esforço repetitivo e de pouco valor agregado por tecnologia. Na mesma linha, a conexão com a Robbu promoveu avanço no aprimoramento da experiência dos clientes com um chatbot para Whatsapp, viabilizando autoatendimento para diversos serviços e negócios digitais. Destaca-se também a parceria com AME Digital, como meio de pagamento nos postos; a parceria com a Realwear, no uso de tecnologia IoT com smartglasses, visando a realização de auditorias e intervenções remotas de segurança nas nossas unidades operacionais; e a com a startup Hangarar, empresa de marketplace digital da aviação executiva, que foi incubada em um dos programas de aceleração de startups promovido pela Vibra.

O hub nasce também com parcerias institucionais cujo objetivo é ampliar e facilitar a conexão com o todo o ecossistema de inovação. Os três primeiros são a Endeavor, o MIT Reap e o IBI-Tech. Com a primeira, a Vibra pretende apoiar e participar de mentorias e projetos de aceleração de scale-ups. Já com o MIT Reap, o objetivo é trabalhar em desafios inovadores com foco em energia e mobilidade. E com o IBI-Tech, a companhia quer se aproximar do ecossistema de Israel, um dos principais polos de inovação tecnológica do mundo, com mais de seis mil startups.

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