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Cobli reúne referências do mercado para discutir sobre IoT, Big Data e o futuro da logística

A Cobli – startup de gerenciamento de frotas e IoT que constrói tecnologia de ponta – realizou em parceria com o inovaBra habitat, em São Paulo, espaço de coinovação do Bradesco, o Cobli Labs. Com o objetivo de conduzir a logística para o futuro e aproximar a comunidade do setor, o evento combinou diversas palestras individuais e debates sobre temas específicos do segmento.

Na ocasião, mais de 100 participantes compareceram em uma imersão de 4 horas de conteúdo, com mais de 10 palestrantes divididos em seis palestras. “Foi uma oportunidade única de explorar o universo de logística de forma bem ampla, destacando algumas tendências e novidades do setor para os próximos anos. O público também foi bastante participativo, tornando nosso evento uma troca de conteúdos relevantes para essa comunidade”, explica Parker Treacy, Fundador da Cobli.

Após a abertura oficial, o espaço principal foi palco de uma série de palestras com grandes nomes, como o Diretor de Experiência do Cliente da Localiza, Guilherme Braz, que compartilhou como a tecnologia vem sendo utilizada para gerenciar frotas nacionais e internacionais em processo de expansão, além da importância da implementação de soluções logísticas para o sucesso da experiência com os clientes, como foi a criação do aplicativo Localiza Fast, que permite a locação de carros de forma rápida e fácil via dispositivos mobile.

Para mostrar qual é o novo conceito de mobilidade frente à era digital, onde as coisas são feitas em velocidade ímpar, Ricardo Penzin, Diretor de Desenvolvimento de Negócios do Brasil, Hyperloop Transportation Technologies, discutiu sobre quão fácil as ferramentas do setor serão implantadas no futuro para facilitar a mobilidade em grandes centros e como a logística pode se beneficiar ou terá que se adaptar a curto, médio e longo prazo.

“Hoje em dia, as cidades são construídas ao redor das estradas e das ruas, nós queremos fazer o contrário. O ser humano passa a ser o centro da discussão e a gente constrói o transporte ao redor dele. Estamos falando em um sistema de levitação passiva suspensa que pode ser utilizada tanto para o transporte de pessoas quanto na área de logística. No Brasil, já temos um centro de pesquisa em Contagem (MG) voltado para o setor e já estamos com projetos consolidados na França, Índia e Coreia do Sul”, comentou Penzin.

Michael Treacy, ex-professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e fundador da consultoria norte-americana Treacy&Company, e John Weber, engenheiro com sólida carreira desenvolvida como executivo e CEO de grandes companhias, como G&E, debateram sobre as principais tendências logísticas dos Estados Unidos e do mundo, como têm impactado os negócios e quais as chances dessas inovações chegarem ao Brasil.

Para discutir sobre como aplicar Data Science na logística, Helena Romeiro, Procurement Manager na Souza Cruz e José Ribeiro Júnior, gerente de distribuição de território da empresa, apresentaram o case Souza Cruz e como a Cobli tem ajudado a empresa no combate à roubos de carga por meio de dados.

Por fim, Rodrigo Mourad, sócio da Cobli, mediou um painel com Victor Mucciolo, Diretor no Grupo Bem (Emergências Médicas), empresa de atendimento pré-hospitalar (APH); Rubens Aprobatto Júnior, ex- VP da DuPont, segunda maior empresa química do mundo e fundador da Polistart, aceleradora de startups criada por alunos da turma de 1980 do Departamento de Engenharia de Produção da USP e Marcelo Caiuby Novaes, Diretor Executivo da IS Entrega, transportadora de produtos sobre Desafios e sucessos na implementação de IoT na logística.

“Nosso objetivo com esse evento foi fomentar a cultura de inovação dentro do setor logístico, entendendo a necessidade deste mercado que tem evoluído consideravelmente ao longo dos anos. Com certeza, esse foi o primeiro de muitos encontros que virão”, finaliza Mourad.

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ADIT Brasil e RaiserFunds firmam acordo para estimular startups do setor imobiliário

A ADIT Brasil – Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil e a RaiserFunds assinaram acordo para a criação de uma plataforma de crowdfunding que irá fomentar novos negócios no mercado imobiliário por meio de startups e empresas de tecnologia, segmento com muito potencial no mercado brasileiro.

De acordo com Rony Stefano, CEO da RaiserFunds, a plataforma já está em fase de estruturação e aprovações e terá como principal diferencial o fato de que os investidores serão empresários e executivos do próprio setor. “Acreditamos que os melhores investidores para startups imobiliárias são os empresários e investidores que atuam no dia a dia e conhecem com profundidade as necessidades e oportunidades que o setor oferece. Nosso objetivo é criar um ecossistema onde empresas nascentes encontrem empreendedores, clientes e apoiadores na sua área de influência, reduzindo assim o risco para todas as partes”.

Assim, a RaiserFunds receberá oportunidades advindas de seus associados e circulará opções de investimento entre especialistas e players do setor – é possível que startups recebam investimentos de forma estruturada e regulamentada diretamente de seus potenciais clientes experts do setor.

A plataforma tem entre os seus sócios investidores profissionais experientes dos mercados imobiliário e de gestão de recursos. Stefano tem ampla experiência internacional em gestão e execução de investimentos que somam mais de US$ 12 bilhões em transações realizadas, incluindo em startups como Magikey e Vivakey; Eduardo Diniz e Fernando Diniz, que são profissionais com larga experiência no mercado financeiro, gestão e distribuição de fundos; e Paulo Aguiar é executivo de riscos e compliance com experiência em grandes instituições financeiras e fintechs.

O acordo foi bem recebido pelos participantes do ADIT Invest – Seminário de Investimentos Imobiliários e Turísticos do Brasil. O evento reuniu, na sede da Amcham em São Paulo, construtoras, incorporadoras, loteadoras, redes hoteleiras, empresários e investidores que debateram amplamente as várias formas de financiamento que o mercado de capitais disponibiliza para empresas do setor do Real Estate entre os dias 23 e 24 de agosto.

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CDL/BH lança 3ª Edição do “Varejo Inteligente” para empresários

Nos dias 3 e 4 de setembro, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), em parceria com o Sebrae, apresenta o novo formato do programa de aceleração de startups “Varejo Inteligente” para os empresários de Belo Horizonte. Uma das novidades desta edição é a maior participação que os empresários terão com uma série de capacitações direcionadas para eles. O evento de lançamento é gratuito e será realizado na Faculdade UNA Aimorés (Rua dos Aimorés, 1451. Lourdes), a partir das 19h. Os interessados em participar devem se inscrever no link http://goo.gl/bLXDFw

Um dos destaques do “Varejo Inteligente” neste ano é que, além da aceleração das 20 startups durante dez semanas, os empresários receberão consultorias, palestras e workshops totalmente voltados para eles e que irão contribuir com o desenvolvimento de seus negócios. Ao todo, serão selecionados 20 empresários de micro e pequenas empresas que representem o varejo de Belo Horizonte.

Durante o lançamento do Programa, também serão apresentadas algumas das principais mudanças do setor do varejo para as quais os empresários devem se preparar, com debate sobre a inovação dentro do setor por meio da apresentação de casos de sucesso.

Varejo Inteligente – O Programa, criado em 2016 em parceria com o Sebrae, busca soluções para os principais desafios das empresas varejistas, por meio do desenvolvimento de startups e pela articulação com o ecossistema de empreendedorismo e inovação.

Data: 3 e 4 de setembro

Horário: 19h

Local: Faculdade UNA Aimorés

Endereço: Rua dos Aimorés, 1.451, Lourdes, Belo Horizonte

Inscrições: http://goo.gl/bLXDFw

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StartOut Brasil leva soluções inovadoras de 15 startups a Miami

Quinze startups brasileiras vão participar de uma missão a Miami, de 9 a 14 de setembro, quando terão uma agenda de visitas ao ecossistema de inovação, apresentações e encontros de negócios com incubadoras, aceleradoras, corporações e investidores na maior cidade da Flórida. As startups levarão aos Estados Unidos soluções nas áreas de indústria 4.0, logística e gestão empresarial, indústria aeroespacial, saúde e segurança da informação, entre outros setores. Elas utilizam tecnologias inovadoras como chatbots, realidade aumentada e virtual, inteligência artificial e internet das coisas.

A missão a Miami é uma iniciativa do programa StartOut Brasil, que apoia a inserção de startups nos mais promissores ecossistemas de inovação do mundo. Os participantes foram selecionados entre 125 inscritos e passaram por um processo de mentoria e orientação para o mercado norte-americano, que continuará após a missão, com o apoio ao estabelecimento da empresa no país. A delegação conta com empresas do Espírito Santo, Pernambuco, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo.

“Selecionamos startups com grande potencial de inserção na Flórida, que é um mercado vibrante e com muitas oportunidades. Acredito que os investidores e parceiros norte-americanos se surpreenderão com a qualidade e inovação das soluções apresentadas por elas em diversos segmentos”, afirma Juarez Leal, COO da Apex-Brasil América do Norte. As startups participantes são: Agile MS, ATS Aerothermal Solutions, AyaTech, Fastdezine, Flex Interativa, I.Systems, Kryptus, Labsoft, Mogai, Molegolar, Portal Telemedicina, Take, Tracksale, Truckpad e VG Resíduos.

“Este é o quarto ciclo do programa, que num esforço conjunto de vários parceiros e, por meio das expertises das instituições engajadas no StartOut, sabemos que é possível potencializar a presença de startups brasileiras no mercado internacional”, disse a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes. Segundo ela, até o momento, foram 57 startups atendidas com dez negócios internacionais facilitados de outubro de 2017 a julho de 2018.

O programa StartOut já realizou missões nos ecossistemas de Buenos Aires (Argentina), Paris (França) e Berlim (Alemanha). Desta vez, a escolha foi por Miami, importante ecossistema de inovação, que conta com a presença de várias incubadoras e aceleradoras (Cambridge Innovation Center, WeWork etc) além de investidores como 500 Startups, The Venture City, Miami Angels, entre outros. A Flórida é o estado que tem a segunda maior concentração de empresas internacionais nos Estados Unidos e vem buscando inovações e novas empresas nos setores de aviação, TI, ciências da vida (biotecnologia), cleantech, serviços financeiros, infraestrutura, entre outros.

Agenda

A agenda em Miami será intensa e dará aos participantes a oportunidade de apresentar suas inovações e propostas de valor. No domingo (9/9), as startups passarão por um treinamento de pitch internacional. Na segunda-feira (10/9), assistem a um seminário sobre como fazer negócios nos Estados Unidos e na Flórida. No dia seguinte, elas apresentam seus pitches durante o evento Brainfood, realizado mensalmente pelo espaço de coworking The Lab Miami. Na quarta-feira (12/9), ocorre um “Demoday” na aceleradora 500 Startups, em Miami. Na ocasião, cada uma terá cinco minutos para convencer os investidores e possíveis parceiros presentes ao evento. Na sequência, no dia 13/9, elas se apresentam no #Thursday Gathering, da Venture Café, também em Miami. O #ThursdayGathering é um evento semanal, considerado um dos mais importantes para o ecossistema de inovação do Sul da Flórida.

Além das apresentações, as 15 startups também farão visitas técnicas a locais como Visa Innovation Center, The Venture City e Wework e terão reuniões de negócios pré-agendadas. Além disso, quatro empresas que nasceram no Brasil e já estão inseridas no mercado norte-americano falarão um pouco sobre o caminho que seguiram no país. São elas: Movile, Clear Sale, Stayfilm e Cora.

Cenário

As startups brasileiras se beneficiam de um ecossistema de investimento em inovação que é considerado o maior da América Latina. De acordo com dados da Lavca (Latin American Private Equity & Venture Capital Association), em 2017 foram investidos US$ 839 milhões em 119 negócios realizados por meio de venture capital ou de corporate venture. Em comparação, no México, o segundo ecossistema da América Latina mais importante, foram investidos US$ 80 milhões em 59 negócios.

De acordo com um estudo da Harvard Business Alumni Angels, apoiado pela Apex-Brasil, há mais de cem diferentes corporações investindo ou trabalhando em parceria com mais de 10 mil startups no Brasil. Recentemente, o país celebrou seus três primeiros unicórnios, que são aquelas startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão, ou seja, 99, NuBank e Pagseguro.

O ambiente de apoio à inovação e empreendedorismo no Brasil também vem crescendo. Segundo a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), são mais de 8 mil empreendimentos apoiados pelo movimento dos ambientes de inovação no Brasil até julho de 2017: 369 incubadoras, 39 aceleradoras e 28 parques tecnológicos em operação.

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Andrea Dietrich é nova sócia da aceleradora de negócios Organica

A Organica tem uma nova sócia: Andrea Dietrich. Profissional de marketing com foco em desenvolvimento de marcas e estratégia digital com passagem por empresas como GPA, Netshoes e BRF, Andrea se junta a Roni Cunha, Renato Mendes, Priscilla Erthal, Luciane Aquino, Pedro Paulo Moraes e Maurício Alexandre à frente da aceleradora de negócios. Com trajetória marcada por movimentos de transformação digital, a nova afiliada chega para agregar ao time no desenvolvimento de marcas, cultura e estratégia de negócios na Nova Economia.

Com formação em publicidade e propaganda e pós graduada em Gestão de Negócios pela FGV, Andrea é apaixonada por novas tecnologias, economia colaborativa e marcas de propósito, afinidade que pretende desenvolver no trabalho de aceleração de empresas.”Me dedico a ajudar as organizações, de startups a grandes empresas, a se conectarem com as transformações digitais e a encontrarem seu propósito no mundo”, comentou.

Andrea teve ampla experiência em empresas líderes de mercado em segmentos distintos. Ela foi responsável pela estruturação de um dos primeiros núcleos dedicados ao digital no varejo brasileiro em 2010 no Grupo Pão de Açúcar. Posteriormente também liderou o reposicionamento de marca do maior e-commerce de artigos esportivos do mundo (Netshoes) e de uma das empresas de alimentos mais valiosas do País (Perdigão). Hoje, além da atuação como consultora, ela é empreendedora co-fundadora da Évolus, startup de educação para varejo. Eleita como uma das 50 profissionais mais inovadoras do mercado e TOP 3 de canais digitais da Info Exame, Andrea também é colunista do jornal Meio e Mensagem.

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Na contramão de perfis empreendedores, “coroas” inovam mercado de tecnologia

Fugindo do perfil tradicional de empreendedores brasileiros, em que 80% têm entre 18 e 44 anos, segundo pesquisa divulgada pelo Sebrae, os empresários Laurent Maubré e Fernando Cesar decidiram, aos 50 anos, colocar em prática um antigo sonho: criar uma startup. Enfrentando um mercado cada vez mais jovial, os investidores analisaram o setor automotivo e desenvolveram uma plataforma buscadora de pneus capaz de localizar variações de até 50% nos preços.

A ideia surgiu quando ainda ocupavam cargos de alta direção na mesma empresa, do setor petroquímico. “Migrar do mundo das grandes corporações para investir num negócio novo, totalmente digital, nos deu ânimo. No começo enfrentamos algumas dificuldades, a maior delas foi entender as ferramentas que controlam o mundo dos negócios online e as métricas usadas neste setor. Como tudo isso era muito novo para nós, começamos a estudar, fazendo cursos e conhecendo pessoas que nos revelaram pouco a pouco estes segredos”, explica Fernando.

Em julho de 2017, após buscarem recursos próprios, começaram o processo de abertura da startup, que entrou em funcionamento em janeiro deste ano. Com 90 dias de funcionamento alcançaram a marca de mil motoristas cadastrados no site, que utilizam a busca de pneus e o agendamento online de serviços voltados à manutenção automotiva.

“O e-commerce cresce em média 15% ao ano no Brasil e, dentro deste percentual, o setor automotivo é um dos que mais se desenvolve, sendo os pneus um grande destaque. Então decidimos arriscar, pensando em algo novo que se adequasse às necessidades atuais dos consumidores”, ressalta Laurent.

A plataforma possui hoje mais de 70 mil ofertas de 150 marcas de produtos presentes no varejo, e conta com o agendamento de serviços automotivos de âmbito nacional.

Variações de preços chegam até 55% no varejo

O primeiro levantamento desenvolvido pela plataforma Pnex identificou diferenças de até 55% nos preços dos varejistas online. Foram considerados produtos referentes às categorias de veículos SUV e Sedan. O estudo foi feito com uma amostragem de 1.400 ofertas referentes à base em dados do site.

A maior variação ficou entre os pneus destinados à categoria SUV, com média de 38%. Já nos produtos destinados aos veículos de entrada foram encontradas menores diferenças, até 18%.

Considerando as marcas, a maior variação ficou entre os pneus Continental Aro 17, que apontaram valores entre R$ 319,00 e R$714,92, 55% de diferença; seguido pelas marcas Michelin (47%) e Firestone (41%).

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Como um Hub pode colaborar para um trabalho mais produtivo?

A expansão dos Hubs e coworkings aumenta na mesma medida em que se multiplica a vontade de empreender, crescer em equipe e criar espaços mais modernos e flexíveis. Enquanto o coworking surge como um espaço possível para trabalhar de maneira compartilhada, o Hub se consolida como uma experiência de conexão entre seus colaboradores. A ideia é entender o coletivo para fazer crescer o individual.

Projetos como o Nube Hub, em Brasília, focam, além no compartilhamento de espaços, na criação de eventos para promover ligações entre os frequentadores. A ideia é criar novas conexões, unindo as diferentes necessidades e habilidades de cada um. É esse o diferencial de um Hub. Além de dividir um espaço de trabalho mais livre, cada empreendedor pode encontrar novos parceiros.

No local, diferentes profissões se encontram para compartilhar o espaço e as ideias. Advogados, empreendedores, comunicadores e outros profissionais.

Novas experiências

“A ideia é gerar uma rede de colaboradores que trocam serviço e ideias”, afirma Paula Werneck, uma das colaboradoras do Nube Hub. Paula trabalha em parte da recepção do espaço e como gerente da comunidade, acompanhando diariamente as necessidades de trabalho de cada cliente. A iniciativa é voltada para o empreendedorismo e conta com uma unidade no Edifício Via Brasil, localizado na 710/910 Sul.

Além do acompanhamento diário, o espaço criou o Nube Talks, uma série de eventos em busca de fortalecer essas conexões e apresentar diferentes projetos. As necessidades e pontos de crescimento em potencial para cada frequentador são observados no cotidiano de trabalho do local, criando ainda mais possibilidades de crescimento.

Para trabalhadores independentes, escolher um espaço compartilhado significa estar livre das distrações de casa. Veja algumas vantagens:

1. Ambiente focado no trabalho

2. Ampliar o networking

3. Estimular a criatividade e inovação

4. Horários flexíveis

5. Estrutura completa à disposição

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Startup brasileira é finalista de desafio internacional de inclusão digital

Acelerada pela InovAtiva Brasil em 2016, a medRoom, startup que utiliza a realidade virtual e a gamificação para melhorar o treinamento de estudantes e profissionais de saúde, foi a vencedora do Global Impact Challenge Brasil 2018 (GIC), competição de startups da área de educação. A seleção, que aconteceu nas cidades de São Paulo, Recife e Porto Alegre, nos dias 26, 27 e 28 de junho, contou com a participação de diversas empresas do setor, entre elas a Schoolastic, que está no programa InovAtiva Brasil 2018.

Como prêmio, dois representantes da medRoom terão a oportunidade de participar de uma imersão no SU Ventures Incubator Program, treinamento de liderança aos fundadores dos negócios, entre 3 de setembro e 19 de outubro, no Vale do Silício, nos Estados Unidos. A bolsa também inclui hospedagem e alimentação.

Desenvolvido pela Singularity University, em parceria com a escola Concept, o SU Ventures tem como objetivo orientar e capacitar os participantes, para que eles possam validar suas ideias, construir uma equipe capacitada, experimentar e prototipar suas criações, contribuindo assim para a geração de um projeto impactante para o mercado.

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Quer ir ao Vale do Silício? Confira quatro exemplos nacionais para se inspirar

Por Eduardo Küpper

O Vale do Silício é o apelido de uma região na baía de São Francisco, nos Estados Unidos, e que se transformou, ao longo das décadas, no principal polo tecnológico do planeta. É lá que estão parte das maiores e melhores empresas de TI do planeta – e também é lar para algumas das melhores ideias que revolucionaram o mundo. Isso faz com que o local também seja ponto de chegada para empreendedores do mundo inteiro, dispostos a aprenderem as lições e segredos dessas organizações e implementarem em seus negócios.

Entretanto, não basta ir lá com apenas uma boa ideia na cabeça: é preciso conversar, negociar, mostrar e, principalmente, apresentar suas soluções na prática para conquistar a atenção dos investidores. Portanto, antes de fazer as malas e ir até o Vale do Silício em busca de investidores, veja algumas dicas de empresas brasileiras que conseguiram se destacar no competitivo mundo das startups.

Continue inovando e buscando soluções para o mercado

Os jovens Henrique Dubugras e Pedro Franceschi ficaram conhecidos aqui no Brasil ao criarem a Pagar.me, uma solução de pagamento inovadora que possuía recursos para atender tanto os pequenos quanto os grandes empresários. A ideia deu certo e a startup cresceu rapidamente. Mas eles não pararam por aí. Nos Estados Unidos, criaram a Brex, responsável por um cartão de crédito para empresas financiadas por capital de risco. Esse modelo de negócio já atraiu a atenção de gigantes do Vale do Silício e ganhou US$ 57 milhões de investimento por meio de Peter Thiel e Max Levchin, cofundadores da PayPal, Y Combinator Continuity e Ribbit Capital.

Esteja antenado ao mercado e ao público-alvo

Em 2017, o Bitcoin chegou a valorizar mais de 1500% e, no início de 2018, havia mais brasileiros investindo em criptomoedas do que na Bolsa de Valores. É inegável a popularização dessa categoria e a necessidade de soluções que estimulem seu uso. Essa é a ideia que motivou o surgimento da Atomic Fund, um fundo de investimento livre especializado em criptomoedas. A plataforma permite que investidores depositem suas moedas criptografadas em uma “carteira digital”. A proposta agradou os investidores do Vale do Silício. Em março de 2018, a empresa foi a única brasileira presente no programa de aceleração Boost VC Blockchain.

Busque soluções que transformam a vida das pessoas

A união entre medicina, biologia e tecnologia já é uma realidade, com desenvolvimento de soluções que combatem doenças e problemas de saúde. Conhecido como Bioinformática, esse segmento deve ter um crescimento médio anual de 16,8% até 2024, segundo o Data Bridge Market Research. A brasileira NAIAD Design de Compostos Bioativos surgiu em 2018 para pensar em produtos que possam transformar a vida das pessoas. A empresa cria moléculas bioativas atingindo os Receptores Acoplados à Proteína G. O objetivo é desenvolver medicamentos melhores para tratamento de dores, hipertensão e arritmia. Com menos de seis meses de fundação, a startup tem planos de expandir para outros países e conseguir aporte financeiro internacional.

Planeje e expanda o modelo de negócio

Startups que desejam se consolidar em seus segmentos e atrair investidores estrangeiros precisam, evidentemente, expandir sua atuação a outros mercados e impactar um número maior de pessoas. A brasileira Pipefy, responsável por uma plataforma em nuvem que permite gerentes de operações e negócios implementarem novos processos em suas empresas sem depender de TI, nasceu em 2014 e desde o início colocou como meta internacionalizar a empresa e oferecer seus serviços para outros países. Em março, recebeu aporte de US$ 16 milhões na rodada encabeçada pela OpenView Partners, Trinity Ventures, Redpoint Ventures e Valor Capital. Assim, vai conseguir consolidar suas equipes não só no Brasil, mas também em São Francisco, nos Estados Unidos.

Eduardo Küpper, MBA pela Wharton Business School e MA em Estudos Internacionais pelo The Lauder Institute, ambos na Universidade da Pensilvânia e Co-fundador da Wharton Alumni Angels Brasil

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Rodobens lança programa de conexão com startups

Estão abertas as inscrições para o programa Inova Rodobens, da Rodobens Consórcio, que tem como objetivo se associar a startups, transformar o setor de consórcio e aprimorar a experiência de seus clientes e parceiros de negócios.

O programa priorizará três desafios importantes para alcançar os objetivos: fidelização de parceiros a partir do acesso facilitado às ferramentas de tecnologia e ao cliente final, ampliação do perfil do público ao apresentar de forma simplificada o produto e o mercado de consórcios e realização de vendas por meio de um canal digital atrativo para o consumidor. A companhia pretende unir seu know-how com a tecnologia e mind-set das startups.

“O Inova Rodobens conectará a organização com startups. A ideia é que estas empresas apresentem um produto mínimo viável (MVP) experimentado em pequena escala ou que já esteja no mercado. A Rodobens poderá contratá-la como fornecedora ou realizar uma parceria comercial para ofertar soluções para seus cooperados”, explica o diretor geral da Rodobens Consórcio, Ronald Macedo Torres.

O cronograma está composto por quatro fases: período de inscrições para todo o Brasil até o dia 10 de setembro, pré-seleção dos inscritos, evento Pitch Day para apresentação das soluções e divulgação dos selecionados em 5 de outubro. A propriedade intelectual original da solução apresentada continuará sendo da startup. Potenciais investimentos em Equity poderão ser discutidos, dependendo da aderência da solução à estratégia da Rodobens.

Para mais informações sobre o programa e inscrições, acesse o site http://lp.startse.com.br/programa/programa-inova-rodobens

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Pedro Waengertner aponta 5 dicas para liderar startups de sucesso

O mercado de startups tem crescido cada vez mais nos últimos anos. De acordo com a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), em 2017, o país registrava cerca de seis mil. A instituição estima que existam entre 10 a 15 mil empresas, mas muitas ainda estão em fase de ideias e nem todas com CNPJ ativo.

De acordo com o especialista em startups do meuSucesso.com e fundador da ACE, Pedro Waengertner, o volume de investimentos no setor está aumentando e deve manter esse ritmo de crescimento nos próximos anos, fato favorável para que mais empreendedores decidam colocar seus negócios em prática.

“O Brasil tem muitas oportunidades a serem preenchidas por startups, uma vez que o mercado está crescendo em nichos específicos e promovendo o desenvolvimento com tendências que tragam novidades para o consumidor. Hoje, é perceptível um aquecimento do setor como nunca foi visto antes”, avalia Waengertner.

Entre as tendências esperadas para o futuro das startups, além do aumento de investimentos no setor, o especialista aposta na internacionalização das empresas brasileiras. “A visão geral é que essas tendências nos próximos anos serão muito fortes. As startups brasileiras pensarão em internacionalização para mercados em qualquer lugar do mundo”, aponta. “Outro movimento em crescimento é o de financiamento das startups, por meio dos chamados ICOs (oferta pública de ações feita com criptomoedas)”, acrescenta.

Líder de uma das maiores aceleradoras de startups da América Latina, Waengertner aponta algumas dicas para que empreendedores tenham sucesso no universo das startups.

1 – Observe os hábitos de consumo dos clientes

Preste atenção no hábito de quem está na ponta e veja como as pessoas estão mudando e consumindo as coisas. Por exemplo, veja o que elas estão consumindo no celular, o que está na primeira tela, tudo isso é uma boa pista do que está por vir. A maneira que você tem para mapear as tendências, além de olhar os relatórios econômicos que surgem, é observar as coisas mais sutis, ou seja, os movimentos na ponta, identificando os novos hábitos dos indivíduos.

2 – Esteja preparado para assumir seu papel como líder

Você deve estar pronto para crescer rapidamente e assumir uma posição de liderança no mercado em que atua, ou seja, uma startup precisa crescer mais rápido do que o mercado e se destacar perante a concorrência dentro da sua categoria.

3 – Você sempre pode melhorar

Hoje, o mercado abre espaço para startups de todos os tipos atingirem a excelência. Uma dica muito importante para as que querem se consolidar é, basicamente: não acredite que você não pode melhorar.

4 – Seja exigente com os resultados

Existem muitos recursos acessíveis, o mercado e a qualidade das startups melhoraram. É preciso ser muito mais exigente com os resultados, com os números que serão apresentados para o mercado, com a qualidade do produto que se está colocando no mercado e, principalmente, como você vai levar esse produto até o seu cliente.

5 – Estratégias para o futuro

Planejar é fundamental. Todo empreendedor deve pensar em como posicionar o seu negócio perante a concorrência. Embora esteja no Brasil, é preciso pensar em como concorrer globalmente. Mesmo que você não decida sair do país, em algum momento vai chegar uma startup de outro lugar do mundo e ela vai competir com o seu negócio, então, você precisa ter uma startup de classe mundial para conseguir competir no mercado.

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EADBOX leva tecnologia brasileira para América Latina e outros três continentes

A conquista de mercados internacionais é o principal foco de expansão da EADBOX, startup paranaense que oferece plataformas de e-learning para cursos online ou treinamentos, atendendo pequenos, médios e grandes clientes em todo o Brasil. Com seis anos de atuação, a empresa conta com 180 colaboradores envolvidos no desenvolvimento e crescimento da companhia.

De acordo com Nilson Filatieri, CEO da startup, o investimento no mercado externo foi uma decisão estratégica, visando principalmente à aceleração do processo de crescimento da empresa. “A internacionalização nos permite uma rápida ampliação dos negócios. Devemos fechar 2018 com 30% do faturamento da companhia sendo proveniente dessas operações internacionais”, comemora.

Com um investimento que chega a R$ 4 milhões, a empresa iniciou no ano passado sua expansão para os principais mercados da América Latina, como a Argentina e o México, estando hoje consolidada na região. Recentemente, a EADBOX iniciou projetos no Reino Unido, na Índia e nos Estados Unidos. Para o próximo ano já estão previstos novos investimentos.

Por trabalhar com uma plataforma 100% online, a EADBOX concentra praticamente toda sua equipe na sede em Curitiba, mesmo para o atendimento do mercado internacional. Para isso, a empresa tem buscado parte de sua força de trabalho fora do Brasil. “Atualmente, 10% dos nossos colaboradores são estrangeiros, o que está alinhado com a estratégia de expansão. Embora a maioria venha de países da América Latina, buscamos reforçar o time também em outros mercados. Uma de nossas últimas contratações é uma profissional que veio da Turquia”, explica Filatieri.

Com relação aos produtos, a startup paranaense realizou pequenas adaptações em sua plataforma para o mercado internacional, já que cada país tem suas características próprias. No Brasil, as plataformas da EADBOX são utilizadas por profissionais e empresas de diferentes ramos e atividades. Um exemplo é o Veteduka, que oferece cursos online de aperfeiçoamento e especialização para médicos veterinários e estudantes. O Brasil Postos é um portal de serviços e equipamentos para postos de combustíveis que tem cursos online de Gestão de Loja, Segurança do Trabalho, Análise de Combustíveis, entre outros. Já a Escola Monas é direcionada ao bem-estar e oferece cursos online de terapias complementares como Florais de Bach e Aromaterapia. Análises realizadas revelam que 80% dos alunos que fazem os cursos com a plataforma da EADBOX finalizam, percentual muito acima dos que utilizam a plataforma de concorrentes, que fica entre 3% a 20%.

Segundo um estudo da Fundação Dom Cabral, a “12ª edição do ranking de internacionalização” (2017), a procura de negócios fora do Brasil é uma tendência que ganhou impulso com a atual crise do país. O estudo englobou 65 empresas (que já atuam em 87 países), sendo 54 multinacionais brasileiras e 11 companhias que atuam no exterior por meio de franquias. Para os próximos anos, 42,3% das empresas consultadas esperam entrar em novos países.

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Grupo Nexxera seleciona oito startups para fomentar em seu programa de aceleração e investe em novo Centro de Inovação em Florianópolis

O Grupo Nexxera, um dos principais players do mercado de tecnologia para transações eletrônicas, anuncia as oito startups selecionadas para participarem de seu programa de fomento no Link Lab – programa de inovação e conexão para fomentar novos negócios em Florianópolis em parceria com a ACATE; e o investimento no SOHO – novo espaço de inovação e novas ideias, inaugurado na antiga sede do tradicional jornal impresso do estado. No SOHO, onde o Grupo Nexxera inaugurou o espaço NexxLab, o Grupo pretende apoiar e desenvolver startups que agregaram valor ao seu negócio. As startups podem até mesmo receber investimentos daholding.

O objetivo destas iniciativas, além de incentivar a inovação na região – conhecido polo tecnológico, é potencializar a disruptividade dos serviços prestados pelo Grupo Nexxera que tem em seu DNA um olhar voltado para o futuro e novas tendências de mercado. Desta forma, tanto as startups selecionadas para o Link Lab quanto para o SOHO vêm a corroborar com o conceito de vanguarda e pioneirismo do Grupo, de oferecer sempre o novo aos seus clientes.

Startups selecionadas – Link Lab

O Link Lab é uma iniciativa da ACATE e tem como cofundador patrocinador o Grupo Nexxera. Das 87 startups que se inscreveram, 27 foram entrevistadas pelo Grupo Nexxera. As oito selecionadas englobam, em sua maioria, os setores fintech, big data e esportes – todos relacionados a projetos em andamento do Grupo Nexxera.

“Estamos animados com as oito que selecionamos para fomentarmos durante os próximos 12 meses. Observamos critérios como aderência aos nossos projetos, potencial de mercado e maturidade do negócio, dentre outros importantes índices”, explica o presidente do Grupo Nexxera, Edson Silva.

As startups selecionadas foram as seguintes:

1. OmniHunter
Startup de tecnologia financeira

2. TouchChef
Sistema interativo para relacionamento com clientes em arenas esportivas.

3. 5 Beatle
Marketplace de serviços culturais.

4. Yonface Tecnology
Inteligência Artificial voltada a empresas.

5. Hallo.social
Startup que oferece aplicativos em formato de redes de relacionamento personalizadas para HUBs empresariais.

6. I’m Esports
Plataforma completa e integrada para jogadores, times e campeonatos de eSports.

7. Winkme
App baseado em redes wi-fi para estreitar o relacionamento entre pessoas que estão no mesmo local.

8. Vip Convite
Plataforma direcionada para eventos.

NexxLab no SOHO – novo espaço de fomento à inovação

Além das startups selecionadas para o Link Lab, o Grupo decidiu criar o NexxLab, um espaço dentro do recém-inaugurado SOHO, um coworking destinado à criação de novas ideias e eliminação da burocracia. O empreendimento é destinado a startups e novos negócios sustentáveis, além de empresas de tecnologia. Com áreas de lazer, eventos, escritórios e food parks, o ambiente é moderno e reflete o DNA das empresas que ali estão instaladas.

“Nós, do Grupo Nexxera, sabemos o quanto esses novos espaços são importantes e que ótimos negócios nascem de ambientes criativos e inovadores. Por isso, apoiamos iniciativas como esta, que vão ao encontro da nossa cultura. No NexxLab do SOHO, pretendemos também desenvolver startups que sejam sinérgicas aos nossos negócios”, reforça Edson Silva.

No SOHO, que fica em um edifício em frente à Praia de Itaguaçu, os empreendedores, startups e empresas podem escolher o seu espaço ideal entre o coworking, salas de reunião, espaços para pequenos eventos ou em alguma das 28 salas privativas que o espaço oferta desde do início do mês de junho. E em breve também poderão usufruir da FabLab, um oficina para desenvolvimento de protótipos, no subsolo do Centro de Inovação.

SOHO Centro de Inovação Tecnológica
Endereço: Rua Desembargador Pedro Silva, 2958
Site: www.soho.floripa.br

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5 lições que o Vale do Silício ensina para startups brasileiras

Conhecido por abrigar gigantes da tecnologia, o Vale do Silício, na Califórnia, é também berço de muitas empresas inovadoras, como as startups. Não à toa, a região tornou-se destino desejado por empreendedores de todo o mundo, inclusive os brasileiros.

O objetivo, no entanto, não é tão fácil quanto parece. Para o curitibano Alessio Alionço, fundador e CEO da Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, que tem sedes em Curitiba e no Vale do Silício, há uma ideia deturpada em relação à instalação de empresas no local.

“O Vale não torna a caminhada mais fácil, mas oferece mão de obra qualificada e em quantidade que não encontramos no Brasil – lá, cerca de 35% da população trabalha na indústria de software. A taxa de mortalidade das empresas que crescem na região, porém, não está tão longe da nossa, a diferença é que no local existem 10 vezes mais pessoas executando uma determinada função com mais experiência”, analisa Alionço, idealizador empresa global de SaaS (Software as a Service), que hoje está presente em 15.000 empresas e atende clientes em mais de 150 países.

Na visão do empreendedor, os americanos estão inseridos em uma cultura em que erros, além de totalmente aceitáveis, são necessários para formação de qualquer profissional. No Vale do Silício, essa cultura é intensificada principalmente pela maneira como as empresas estão alocadas na região, permitindo um largo fluxo de pessoas com os mesmos objetivos.

Para isso, essas mesmas pessoas têm como meta, desde o início de sua inserção no mercado de trabalho, uma consciência da existência de etapas fundamentais para alcançar resultados precisos.

O Vale pode, sim, impulsionar muitos negócios por combinar conhecimento, mão de obra e capital em um mesmo lugar, mas antes de pensar em transferir sua empresa para lá, confira as 5 lições que o Vale do Silício ensina para startups brasileiras, segundo Alessio Alionço.

1. Pense globalmente desde o primeiro dia

No Brasil, somos instruídos a crescer primeiro no mercado nacional e depois de algum tempo e com bastante solidez, a buscar ares internacionais. Diferentemente do Vale, em que o pensamento quase que obrigatório é pensar na expansão global do negócio no primeiro dia.

2. Errar não é o fim do mundo

Estamos inseridos em uma cultura em que errar é motivo de vergonha e um fator que impede tentativas de colocar uma ideia em ação. Os americanos valorizam a experimentação e, para eles, o erro significa um clico realizado. Independentemente da ideia der certo ou errado, a tentativa sempre resultará em oportunidade e chance de desenvolvimento.

3. Comunicar, comunicar e comunicar

Que a comunicação é um fator imprescindível dentro das empresas todo mundo sabe, mas os americanos, novamente, reforçam a ideia. É preferível pecar pelo excesso de diálogo e ser honesto com aquilo que não anda como deveria, o chamado radical candor, ou franqueza radical, adotado pelos líderes no Vale do Silício.

4. Zona de conforto nunca mais, arrisque

O risco sempre vale a pena na cultura dos americanos. As tentativas nunca são em vão e permitem que um leque de oportunidades seja aberto todas as vezes. Nós pensamos os motivos que podem levar uma ideia a fracassar, enquanto eles enumeram as possibilidades de dar certo.

5. Direto ao ponto

No ambiente do trabalho, os americanos prezam pela objetividade por diferentes razões, mas que sempre convertem para um mesmo ponto: a entrega de atividades de maneira rápida e eficaz. Ao contrário dos brasileiros, eles acreditam que construir laços no ambiente de trabalho é um fator que cria barreiras entre gestores e funcionários, por isso o evitam.

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Cuponeria recebe aporte do inovaBra ventures

A Cuponeria, plataforma com versão web e mobile para Android e iOS que oferece cupons de descontos de diversos estabelecimentos comerciais do Brasil, acaba de anunciar o aporte do FIP InovaBra, fundo de investimento do inovaBra ventures, parte do ecossistema de co-inovação do Grupo Bradesco.

Com mais de 22 milhões de cupons distribuídos nas capitais brasileiras em diversos segmentos, a empresa pretende aumentar em 40% a emissão de cupons em um ano e investir no aperfeiçoamento de sua tecnologia de geolocalização, proporcionando mais benefícios aos usuários e clientes.

Segundo Nara Iachan, CMO e sócia-fundadora da Cuponeria, o objetivo é reforçar a presença da empresa no Brasil. “Ao longo da nossa trajetória, percebemos o quanto o brasileiro gosta de descontos. Por isso, nossa meta é oferecer o melhor serviço dentro da plataforma, ampliando a atuação da empresa em todo o território nacional. Esse aporte vem para reforçar esse propósito”, explica.

Desde sua fundação em 2011, a Cuponeria recebeu aportes do Buscapé, ACE, Verus Group e Google, que colaboraram com o crescimento exponencial da empresa. Essa transação marca o início de uma nova fase e a saída do Verus Group. “Nosso papel como investidores early stage foi cumprido com êxito e temos orgulho de ter feito parte da história da Cuponeria”, conta Fernanda Gottardi, membro do Verus Group.

A Cuponeria foi selecionada pelo programa inovaBra startups, que estabelece parcerias entre startups e o Grupo Bradesco, para acelerar o processo de entrega de experiências inovadoras aos clientes e oferecer como contrapartida a possibilidade dessas startups escalarem seus negócios rapidamente. Após se destacar nesse programa, foi contratada pelo Bradesco para desenvolver ações promocionais de descontos exclusivos aos clientes do banco. “A sinergia entre as empresas é muito clara: enquanto uma utiliza tecnologia e distribui cupons de desconto de forma segmentada, a outra foca em trazer vantagens e diferenciais a seus clientes. Isso faz com que os laços sejam cada vez mais estreitos e as possibilidades de negócios sejam inúmeras”, explica Nara.

Com o sucesso da parceria comercial com o Bradesco e as perspectivas de crescimento do segmento de cupons de descontos no Brasil, o inovaBra ventures se interessou pela oportunidade de investir na companhia. “A capacidade criativa e empreendedora dos fundadores da Cuponeria, aliada a um sólido plano de negócios, fortaleceram nossa convicção sobre o potencial de retorno para o investimento do FIP InovaBra”, comenta Maurício Machado de Minas, vice-presidente do Bradesco.

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100 startups brasileiras se reúnem em São Paulo em evento para investidores

Nos dias 18, 19 e 20 de agosto, o InovAtiva Brasil realiza a 8° edição dos eventos Bootcamp Nacional e Demoday InovAtiva, iniciativas que têm como objetivo capacitar as empresas aceleradas no programa para apresentarem seus negócios para uma banca de investidores e executivos de grandes empresas. Os eventos são desenhados para ajudar as startups a fazerem negócios e captarem investimentos privados.

As 100 startups escolhidas para se apresentarem no Demoday fazem parte do ciclo 2018 do InovAtiva Brasil e desde março participam de uma série de capacitações e mentorias para ajudar no aprimoramento de seus negócios. No primeiro dia do Bootcamp, as startups passam por uma dinâmica de atendimento especializado, com mentorias em pequenos grupos e temas pré-definidos. Os profissionais especializados irão prestar atendimento focado em alguns tópicos específicos para até três startups simultaneamente e em rodadas de atendimento de até uma hora. Os empreendedores também realizam mentorias e treinamentos.

No domingo, elas passarão pelo Demolation, uma oportunidade de simular um Pitch para que os empreendedores recebam feedback e melhorem suas apresentações para o Demoday. Para isso, a InovAtiva conta com o suporte e experiência dos seus mentores. As startups cadastradas serão divididas em até seis bancas setoriais e terão cinco minutos de apresentação e 10 minutos de feedbacks.

Por fim, o Demoday InovAtiva é o momento em que as startups são apresentadas em bancas temáticas aos investidores, representantes de grandes empresas e potenciais parceiros convidados. O evento será realizado na segunda-feira, das 8h30 às 12h30, seguido de uma cerimônia de premiação das startups mais bem avaliadas pela banca, com encerramento previsto para 13h.

Bootcamp Nacional InovAtiva 2018

Data: 18 a 20 de agosto

Local: Amcham – Rua da Paz, nº 1431, Chácara Santo Antônio – São Paulo -SP.

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Saint-Gobain lança programa de aceleração de startups

A Saint-Gobain, considerada uma das 100 empresas mais inovadoras do mundo, segundo o ranking Clarivate Analytics, está lançando o Programa de Aceleração – Building Blocks. Trata-se de um programa próprio voltado para a aceleração de startups de todo o país que desenvolvam negócios inovadores do setor de construção civil ou que atuem nas áreas de soluções digitais para o consumidor final, realidade virtual e Internet das Coisas. As interessadas têm até o dia 16 de setembro para se inscreverem.

Pré-requisitos e seleção

Para o primeiro ciclo do programa, a Saint-Gobain busca por startups com soluções ligadas à inteligência das edificações, como modelização digital e impressão 3D; inovações nos canais de venda online, como marketplaces e e-commerces, logística last-mile e processos de encantamento do cliente nas duas pontas, e que tenham foco no aprimoramento da experiência do consumidor final na jornada da construção e reforma, facilitando o dia a dia dos profissionais da construção.

“Queremos atrair projetos inovadores que nos ajudem a entregar soluções cada vez mais completas para nossos consumidores. Temos interesse, por exemplo, em novas tecnologias que nos ajudem a aprimorar a nossa distribuição para oferecermos aos clientes experiências integradas de bem-estar e conforto”, aponta a Diretora de Marketing e Estratégias Digitais da Saint-Gobain no Brasil, Lucile Charpentier.

Quatro startups serão selecionadas para mentorias exclusivas com executivos Saint-Gobain, especialistas de mercado e rede de aceleração da rede Liga Ventures, durante 4 meses, a partir de novembro. Além disso, receberão todo o suporte da Saint-Gobain para desenvolvimento de novos projetos, com acesso à mentoria dedicada.

Rede de parceiros

O Building Blocks conta com a expertise da Liga Ventures, que é a primeira aceleradora focada em conectar startups com grandes empresas no Brasil, tendo sido responsável por programas de sucesso, como a Oxigênio Aceleradora, da Porto Seguro, AutoTech, com Webmotors e Mercedes Benz, entre outros.

Todo o processo será desenvolvido no novo espaço do Cubo Itaú, em São Paulo, maior hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina, parceiro da Saint-Gobain, como uma forma de gerar oportunidades e troca de experiências com startups mais maduras, rede de parceiros e potenciais investidores.

O foco no relacionamento com as startups já é uma realidade na companhia, desde 2015, quando foi iniciada com a missão de incutir novas metodologias de inovação e fornecer ferramentas necessárias para todas as áreas e negócios do Grupo. Com o objetivo de alcançar resultados na ponta, os colaboradores são estimulados a interagir e fechar parcerias com essas novas empresas.

Resultados concretos

De lá para cá, a empresa vem colecionando interações em hubs importantes, como o Cubo Itaú, a Plug e a ACE, o que contribuiu para o relacionamento com mais de 400 startups ou clusters, e que vem gerando frutos: hoje, 86% dos projetos da área digital da empresa têm a adoção de soluções de startups, que ajudaram na redução de até 50% do tempo de execução dos projetos e 30% dos custos. Este ano, a companhia já iniciou interação com mais de 30 delas, e temos 12 projetos em andamento.

“Só temos a ganhar ao estreitar nosso relacionamento com essas empresas do século XXI. É uma formidável fonte de transformação organizacional. Em contato com as startups, nossas equipes são estimuladas a pensar fora dos processos tradicionais e a ousar. Isso é muito valioso!”, comemora Lucile Charpentier.

Programa de Aceleração de Startups Building Blocks

Inscrições: até 16 de setembro

Site: http://buildingblocks.liga.ventures/
Valor: Gratuito

Quem pode participar: Startups de todo o país que tenham projetos inovadores com foco em no setor da construção civil ou que atuem nas áreas de soluções digitais para o consumidor final, realidade virtual e internet das coisas.

Duração do programa: 04 meses, a partir de novembro de 2018

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GERAVALOR lança plataforma inédita para conectar startups a corporações que buscam inovação

Para acelerar ainda mais o movimento das corporações que buscam por startups que trazem inovação aberta e soluções que aumentam a eficiência de seus processos, a consultoria especializada em inovação e business assessment, GERAVALOR, lança o Radar de Startups. Trata-se de uma plataforma disponibilizada como serviço na modalidade SaaS (do inglês, Software as a Service), que ajuda as organizações a encontrarem as startups que tenham sinergia com as suas operações.

O modelo, inédito no Brasil, agregou inteligência de mercado em seus algoritmos para a descoberta, curadoria e conexão com as melhores startups de acordo com as necessidades de negócio de cada empresa, recomendando as iniciativas que possam acelerar a solução de ideias e dores das corporações de acordo com os seus objetivos de negócios.

O serviço envolve a realização de um business assessment, que pode ser online, diretamente na plataforma, ou presencial, gerando um índice matemático que é usado pelo software para conectar com as startups que têm mais sinergia, criando a estrutura e o foco ideais para explorar a inovação aberta em cada segmento.

“Todos já entenderam que quem for mais rápido em seus processos inovadores, assumirá a liderança do seu setor. Porém, a grande quantidade de eventos e informações aumentam a dificuldade e o tempo dos executivos para essa curadoria, e procurar startups no Google, por exemplo, é como querer encontrar agulha no palheiro”, comenta Alexandre Gera, sócio-gestor da GERAVALOR.

As startups conectadas pela plataforma são captadas por meio de robôs que rastreiam a internet e, após uma curadoria feita pela equipe da GERAVALOR, as mesmas são classificadas de acordo com o perfil e entram para o Radar, ficando disponíveis para serem acessadas. Pelo lado das empresas interessadas pelo serviço, após o mapeamento de suas necessidades e desafios, é realizada uma ativação no sistema em que as ideias e dores são parametrizadas para a tecnologia desenvolvida pela consultoria descobrir quais são as startups mais adequadas para resolverem os desafios.

“Nosso software não substitui os eventos, cursos e programas de fomentação, ele é uma ferramenta de apoio e aceleração para todo o processo, fazendo executivos ganharem tempo e assertividade na escolha de poucas e boas empresas inovadoras. Também apoiamos a conexão com os empreendedores até gerar resultados positivos para as organizações”, explica Gera.

A plataforma já conquistou seus primeiros clientes, entre eles a Ankari, que é uma desenvolvedora de soluções para o comércio exterior integrado ao SAP. Segundo Luis Kaluf, sócio-gestor da Ankari, a missão nesta nova empreitada utilizando o Radar de Startup é buscar inovação, principalmente para seus clientes, e a plataforma já os conectou com oportunidades importantes para o futuro do segmento de tecnologia para comércio exterior, iniciativa que em breve trará novidades ao mercado.

O Radar de Startups é uma solução baseada na metodologia reunida em mais de 20 anos de conhecimento da equipe da GERAVALOR e que diminui a complexidade para as grandes empresas, sem interferir em suas diretrizes de compliance, comercial, jurídico e de marketing, além de preservar as características inovadoras das startups.

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