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Faster Capital busca investidores no Brasil interessados em financiar startups

A FasterCapital ajuda aos investidores a terem acesso a startups promissoras e com grande potencial de crescimento, de forma certificada e garantida. A empresa já investiu cerca de 13 milhões de dólares em mais de 25 startups em todo o mundo. A empresa promove várias rodadas de financiamento por ano durante as quais são selecionadas startups que podem ser aceleradas ou incubadas.

A incubadora possui mais de 200 startups criativas e de altíssimo potencial de expansão que buscam levantar capital. Os investidores terão prioridade sobre os convites para eventos e analisarão apenas as startups que são adequadas para o que estão procurando (geografia, estágio, indústria).

De acordo com Marcelo Madeira, representante da FasterCapital no Brasil, a incubadora tem um modelo único chamado co-financiamento e co-fundação, que permite que empreendedores não-técnicos criem suas startups com investimentos da ordem de 200 mil a dois milhões de dólares e/ou recebam ajuda com investimentos na criação ou no desenvolvimento de seus produtos.

Programa de Aceleração

No programa de aceleração, a startup pode usar os recursos fornecidos pela FasterCapital, como orientação, estudo de marketing, estudo de viabilidade, consulta técnica, novos canais de vendas e financiamento. Para financiamento, a incubadora ajuda a startup a melhorar a forma como ela se apresenta e também promove a apresentação das startups às suas redes de investidores. Caso haja interesse por parte dos investidores, os fundadores das startups recebem uma ligação direta desses investidores. Nosso programa de aceleração, é fornecido um contrato não exclusivo para startups, ou seja, os empreendedores ainda podem levantar capital por conta própria.

Programa de Incubação

Esse programa envolve apoio aos empreendedores não-técnicos a construírem uma startup bem-sucedida, permitindo que os fundadores dessas startups se concentrem em outras áreas importantes, como refinar seus produtos ou serviços, dar foco no desenvolvimento de negócios, vendas e outras atividades importantes. O programa também está aberto para empreendedores técnicos que não têm uma equipe completa para construir seu produto. Neste caso, a FasterCapital trabalha em seu modelo único: co-fundador e co-financiamento. Atuar como co-fundador não se limita apenas ao desenvolvimento, mas sim ao pensamento sobre a startup, seu mercado, produtos e como é possível melhorar as chances da startup ter sucesso e gerar renda.

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Programa TechD abre chamada para startups, empresas de TI, grupos de pesquisa e consórcios

A Softex, em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), anuncia a abertura da chamada pública de inscrições para startups, empresas de TI, grupos de pesquisa e consórcios de empresas interessados em participar do Programa TechD de apoio a tecnologias emergentes focadas em quatro linhas temáticas: IoT, Saúde, Energia e Mobilidade.

Com recursos da ordem de R$ 18 milhões, sua missão é fazer a ponte entre o universo empreendedor e o de pesquisa por meio da integração e da maior convergência entre startups, centros de P&D, universidades e empresas já consolidadas no mercado. A meta é apoiar no mínimo 30 projetos, dos quais 14 devem ser das regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste.

Já foram firmados 22 acordos com Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs), universidades e centros de P&D distribuídos por 13 estados que proverão suporte tecnológico aos projetos selecionados e 36 empresas de grande e médio porte para teste das tecnologias que serão desenvolvidas neste contexto de inovação aberta.

Nessa chamada do TechD, startups, empresas de TI, grupos de pesquisa e consórcios de empresas também deverão apresentar uma estratégia para ampliação de mercado nacional e internacionalização. O Programa visa proporcionar parcerias internacionais para aprimoramento da tecnologia e desenvolvimento de negócios fora do país.

O programa prevê a concessão de recursos de até R$ 500 mil de subvenções somados a possíveis investimentos de até 2 milhões que as empresas já habilitadas aportarão por projeto de tecnologia selecionado.

“Ao estimularmos negócios inovadores alinhados às novas tendências tecnológicas estamos colaborando simultaneamente para fortalecer o ecossistema de startups nacional e, também, o de inovação e pesquisa. Somente dessa maneira tornaremos o país menos dependente de tecnologias internacionais e mais competitivo no mercado global”, explica Diônes Lima, vice-presidente da Softex.

O executivo destaca que o TechD aproveita a tendência de inovação aberta e a capilaridade da entidade para fomentar por todo o país o desenvolvimento de tecnologias com maior valor agregado. “Queremos potencializar o uso das tecnologias para fomentar a transformação digital nas empresas que irão testá-las, trazendo potenciais clientes para empreendedores e pesquisadores, além de promover sua consolidação no mercado nacional e sua internacionalização. Os Centros de P&D têm papel fundamental no desenvolvimento tecnológico e se beneficiam dos novos negócios que o programa lhes proporcionará. Outro objetivo é transformar em negócio a pesquisa aplicada realizada pelas universidades. O TechD tem ainda a proposta de auxiliar as startups, empresas de TI, grupos de pesquisa e consórcios participantes a se estabelecerem no mercado de forma mais consistente e escalável”, conclui.

Para a sua realização, o TechD conta com as parcerias estratégicas da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

A íntegra do edital para as startups, consórcios, empresas de TI e pesquisadores está disponível para consulta no endereço https://techd.softex.br/

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Associação Brasileira de Startups anuncia novos mantenedores

No Brasil, estima-se que, atualmente, haja entre 10 e 15 mil startups. Destas, quase 11 mil são mapeadas e acompanhadas pela Associação Brasileira de Startups (Abstartups),instituição sem fins lucrativos que representa as startups brasileiras e ajuda a desenvolver o ecossistema e a economia. Apoiando essa missão, o Sicoob e a EDP acabam de tornar-se mantenedoras da Associação.

Os mantenedores são empresas que querem estimular e servir de combustível para startups em todo Brasil, apoiando a Abstartups em seus projetos institucionais e têm contato direto com empresas inovadoras em todo território nacional. “Se tornar mantenedor é uma forma de contribuir ativamente com o ecossistema de startups e participar de uma organização que está há 8 anos gerando impacto empreendedor em todo Brasil”, pontua o presidente da Abstartups, Amure Pinho.

Para o diretor executivo do Sicoob, Eduardo Diniz, como uma Instituição Financeira diferenciada, eles têm um papel que vai além de oferecer produtos e serviços financeiros. “Nos preocupamos também com os associados, nos conectando com eles, e a entidades com os mesmos interesses, em busca da melhor solução para cada um, na coletividade”, pontua, e completa: “Desenvolvemos uma operação exclusivamente para atender à startups, com o foco de construir uma Instituição Financeira que atenda as demandas e expectativas do empreendedor, com produtos e serviços em condições especiais, feitos sob medida para viabilizar o seu crescimento. O Sicoob e a Abstartups são instituições que compreendem o valor da união, e como efetivamente isso pode fazer diferença aos negócios de alto impacto.”

Com forte foco em inovação, a EDP Brasil apoia o empreendedorismo por meio dos programas EDP Starter e Free Electrons, voltados à aceleração de startups em nível nacional e global, respectivamente. Além disso, no último ano, a Companhia criou a EDP Ventures Brasil, primeiro veículo de investimentos de capital de risco do mercado elétrico brasileiro, com R$ 30 milhões para destinar a startups capazes de gerar valor para o grupo nas seguintes verticais: energia renovável, redes inteligentes, armazenamento de energia, Inovação digital (blockchain, IoT, big data, realidade virtual), Soluções com foco no cliente (fintechs, soluções inteligentes para casa) e área de suporte (legal tech, plataformas de RH). “A EDP tem um histórico longo e consistente de apoio ao empreendedorismo. Acreditamos que a aproximação com a Abstartups nos permitirá potencializar nosso relacionamento com o ecossistema nacional e a geração de soluções inovadoras”, afirma Livia Brando, gestora executiva de Inovação na EDP Brasil.

Além dessas novas empresas, a Random, B3, PiaR Comunicação, Salesforce, Loja Integrada e a Sympla fazem parte dos mantenedores da Abstartups. “Por ano, conseguimos impactar mais de 50 mil empreendedores diretamente e isso não seria possível sem uma rede de parceiros e mantenedores que trabalham para impulsionar as startups”, afirma Amure Pinho.

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Oi leva 31 startups para etapa final do processo seletivo para programa de aceleração do Oito

A Oi levou 31 startups para a etapa final do processo seletivo do segundo ciclo de aceleração do Oito, o hub de empreendedorismo e inovação da companhia. No pitching, que aconteceu esta semana no teatro do Oito, no Rio de Janeiro, cada empresa teve 20 minutos para apresentar suas propostas e responder perguntas da banca, composta por executivos de diferentes diretorias da Oi. O número de selecionadas será definido de acordo com a adequação das propostas aos desafios definidos no edital, elaborados com a contribuição de diferentes áreas da companhia.

O edital recebeu 204 inscrições de startups todas as regiões do Brasil e de outros quatro países (Canadá, Estados Unidos, Israel e Portugal). O Oito busca contribuir para o desenvolvimento de produtos e serviços de base tecnológica com capacidade de melhorar a experiência do cliente, aumentar a eficiência operacional da Oi ou de gerar novas oportunidades de negócios para a companhia ou seus parceiros.

“Nesse segundo ciclo de aceleração do Oito, buscamos projetos mais maduros, que já estejam prontos para aproveitar as alavancas de negócio da Oi, e recebemos muitas propostas com grande potencial de crescimento”, afirma Pedro Abreu, diretor do Oito.

Os desafios que deverão ser atendidos pelas startups foram divididos em quatro categorias: operacionais, financeiros, negócios e open telecom. A categoria que recebeu o maior volume de inscrições e teve o maior número de startups selecionadas para a etapa final foi a de negócios, cujos desafios foram elaborados pela diretoria de negócios B2B da Oi.

“O pitching é uma oportunidade de conhecermos melhor essas startups e avaliarmos se há de fato sinergia com o nosso negócio para desenvolvermos soluções inovadoras, seja para uso da companhia, seja para incluirmos no nosso portfólio e atendermos as novas demandas dos clientes”, afirma Adriana Viali, diretora de B2B da Oi.

Além da aderência aos desafios, os critérios de seleção serão a maturidade da solução e da empresa, a sua viabilidade técnica e econômica, a consistência entre o modelo de negócio e a estratégia de entrada no mercado, o grau de inovação e competitividade da solução, e a qualificação da equipe proponente.

“A aproximação com as startups oxigena a companhia e traz agilidade no desenvolvimento de soluções digitais inovadoras para as empresas que avançam no seu processo de transformação digital”, comenta Ricardo Drumond, diretor de Digital da Oi.

As startups selecionadas terão acesso a mentorias, apoio nas áreas gerencial, jurídica, financeira e de comunicação, e acesso facilitado a produtos e serviços de empresas parceiras, como IBM e Amazon Web Services. As incubadas também terão à disposição até três posições de trabalho no espaço de coworking do Oito e poderão receber novas receitas decorrentes da sinergia com a Oi e, eventualmente, investimento para desenvolvimento de adequações da solução. As condições e valores serão acordados entre as partes, incluindo a participação do Oito no seu capital social.

Conheça abaixo os desafios apresentados pela Oi e saiba quantas startups se classificaram para a etapa final em cada um deles.

– Desafios Operacionais

Gestão de Home Devices: 1
Ensino à Distância Gamificado: 2
Plataforma de Relacionamento: 2
People Analytics: 1
Gestão de Energia: 1

– Desafios de Negócios

Video Analytics: 3
Multicloud Management: 1
Marketing Digital + Gestão de Campanhas: 2
Marketplace: 4
IoT Low Cost + SaaS: 6
Experiência de Cliente (UX) em Loja: 4

– Desafios Financeiros

Cobrança Alternativa: 1
Alternativas de Arrecadação: 2

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Gigante brasileira de tecnologia investe em HRTech de vídeo recrutamento

A Jobecam, plataforma de empregos que busca otimizar os processos de recrutamento e seleção, por meio da ferramenta de vídeo e uso de algoritmos inteligentes, acaba de receber aporte financeiro da BRQ Digital Solutions. A empresa, uma das gigantes da área de tecnologia no país, trabalha há 26 anos apaixonada por transformar negócios no setor.

Antes do investimento e da parceria, a marca é cliente da startup. A instituição faz uso da plataforma de vídeo e oferece vagas desde tecnologia a backoffice.

Para Cammila Yochabell, fundadora e CEO da Jobecam, a atuação da BRQ vai além do investimento financeiro. A executiva destaca que o modo de atuação da nova parceira na transformação digital das empresas, unindo a paixão em transformar negócios, está alinhado com as crenças da Jobecam, que, segundo ela, vem alterando positivamente os processos de recrutamento nas organizações.

“A BRQ por meio do BRQ Labs já vem atuando em decisões estratégicas junto ao board da Jobecam, com o foco de melhorias contínuas na tecnologia para que a plataforma escale de forma sustentável e segura, principalmente por já ser reconhecida como a melhor plataforma de vídeo recrutamento do mercado brasileiro”, afirma a empresária.

Já para BRQ, uma das principais razões para o investimento é acreditar em um recrutamento mais assertivo e ágil. “Vimos na Jobecam uma oportunidade de aprimorar o recrutamento do século 21 e conectar de forma eficiente candidatos e contratantes”, destaca Antonio Pimentel, sócio diretor da empresa.

Além do novo aporte, a Jobecam acaba de ser selecionada para o programa de aceleração do Facebook com a Artemísia, na Estação Hack, primeiro centro para inovação criado pela rede social americana no mundo para impulsionar startups de impacto social.

“Parcerias como estas espelham o crescimento da Jobecam no mercado, onde tem se consolidado como referência e sustentado a ideia de um recrutamento mais humanizado dentro das corporações”, analisa Cammila Yochabell.

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ABESE abre inscrições para startups com soluções inovadoras em segurança eletrônica

As startups com tecnologias e modelos de negócio emergentes em segurança terão a oportunidade de se apresentarem para mais de 45 mil participantes durante a EXPOSEC 2019 – que acontecerá entre os dias 21 a 23 de maio, em São Paulo. A Ilha de Startups desenvolvida pela ABESE – Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança, receberá as inscrições dos projetos interessados até o dia 19/04. Para se inscrever basta acessar o site: http://startup.abese.org.br/
As startups devem apresentar produtos ou modelos de negócio inovadores e funcionais para o setor de segurança (direta ou indiretamente). Além disso, a solução deve conseguir abarcar o mercado nacional ou global. Ao todo, serão escolhidas 8 empresas que receberão um espaço com toda a infraestrutura necessária durante a Exposec 2019.

A primeira fase do processo de seleção será apresentada no dia 22 de abril – com a divulgação dos finalistas – e no dia 01/05, os selecionados serão apresentados ao público.

“O Comitê de Startups da ABESE foi pensado para aproximar o setor tradicional de segurança aos novos empreendedores, acelerando a validação, desenvolvimento e expansão de novos negócios para todo o setor”, explica Edson Pacheco, coordenador do Comitê de Startups da ABESE.

O setor de segurança eletrônica faturou no ano passado R$ 6,52 bilhões no país, um crescimento de 8% – e para 2019 as oportunidades podem ser ainda maiores. “Cada vez mais a área de segurança eletrônica se torna um mercado atrativo e interessado em soluções inovadoras e tecnológicas. A previsão é que este ano cresça 10%”, completa Selma Migliori, presidente da ABESE.

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StartOut Brasil está com inscrições abertas para ciclo Toronto

O StartOut Brasil, programa de apoio à inserção de startups brasileiras nos mais promissores ecossistemas de inovação do mundo, está com as inscrições abertas para o segundo ciclo de 2019. Os empreendedores interessados em participar da imersão em Toronto (Canadá) terão até o dia 8 de abril para preencher o formulário disponível em http://www.startoutbrasil.com.br/ciclo/toronto/.

De acordo com Igor Nazareth, Subsecretário de Inovação no Ministério da Economia, o Brasil tem muitas startups que desenvolvem soluções incríveis, mas que precisam ganhar competitividade no mercado internacional. “Assim como acontece com os negócios tradicionais, a maior parte das startups brasileiras tem foco no mercado interno, e muitas vezes perdem o timing e oportunidades no exterior. Criamos o StartOut Brasil para ajudar essas empresas a terem um mindset global, a exportarem suas soluções e se estabelecerem em outros países de forma mais segura e assertiva.”, afirma Nazareth.

O programa é destinado a startups brasileiras que já tenham tração no mercado doméstico e condições concretas de se internacionalizar, sem comprometer suas operações no país. Para participar, as empresas precisam ter faturamento (de preferência acima de R$500 mil por ano) ou já ter recebido algum tipo de investimento.

O formulário deve ser preenchido obrigatoriamente em inglês, de forma detalhada e apresentando dados corretos e específicos sobre a empresa e mercado alvo. Cada inscrição será inicialmente analisada por avaliadores das instituições organizadoras e as 40 startups mais bem posicionadas serão avaliadas por especialistas no mercado de destino.

Serão selecionadas 15 startups brasileiras que nunca participaram ou fizeram parte de apenas um ciclo do programa e até cinco startups classificadas como graduadas, ou seja, aquelas que participaram de dois ou mais ciclos do StartOut Brasil. O resultado será anunciado no dia 7 de maio.

Preparação para a missão

As empresas aprovadas passarão por um processo de preparação para a missão, que terá duração de um a dois meses e que incluirá acesso à plataforma “Passaporte para o Mundo” (ambiente virtual com informações sobre as oportunidades de negócios internacionais) e workshop presencial com apresentações sobre o ecossistema de destino, treinamento de pitch presencial e encontro com o matchmaker, que organizará as reuniões de negócio em Toronto.

As startups selecionadas na categoria Ampla Concorrência contarão ainda com sessões de consultoria com especialistas em expansão internacional; interação com mentores com experiência no mercado canadense; sessões de treinamento de pitch online; e sessões de consultoria após o retorno da missão, para suporte e orientação com relação aos próximos passos.

Missão em Toronto

Entre os dias 23 e 28 de junho de 2019, os empreendedores terão uma agenda intensa no Canadá, que contará com treinamento de pitch internacional; conexão com clientes, parceiros e investidores; visitas a ambientes de inovação; acesso a workshops com prestadores de serviços; reuniões com potenciais parceiros de negócios; e imersão no ecossistema de inovação de Toronto.

A todas as startups são oferecidas ainda possibilidades de apoio para promoção de exportação do produto/serviço, instalação no país visitado, atração de investimentos e diversas possibilidades de conexões a uma rede internacional de parques tecnológicos, incubadoras, aceleradoras e coworkings.

A Cônsul-Geral do Brasil em Toronto, Ana Lélia Beltrame, comemorou a inclusão da cidade no calendário 2019 do programa. “Como o Canadá é um dos destinos mais abertos e receptivos para a internacionalização de empresas e um dos mais dinâmicos ecossistemas de inovação do mundo, as startups participantes serão fortalecidas e ganharão experiência sem precedentes para seu modelo de negócios, fazendo-o mais competitivo internacionalmente”, comenta Ana Lélia.

Reconhecimento e Landing

Ao retornar da missão, as startups continuam recebendo acompanhamento personalizado para aprimorarem sua estratégia de expansão e maximizar as oportunidades identificadas no exterior. “Um diferencial do StartOut é que as startups são acompanhadas por 18 meses, desde a preparação para internacionalização até a geração de negócios no país de destino”, finaliza o gerente de inovação do Sebrae, Célio Cabral.

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FGV promove workshop gratuito sobre Investimentos em startups

Apresentar caminhos para quem deseja conhecer melhor e trabalhar com startups, indústria de private equity e venture capital. Essa é a proposta do workshop de lançamento do MBA em Private Equity, Venture Capital e Investimentos em Startups. O evento acontece na quarta-feira, dia 27, na sede da FGV, em Botafogo.

O encontro terá dois painéis: “Investimentos de Private Equity” e “Venture Capital e Investimentos em Startups”. Dentre os palestrantes estão gestores de empresas desses setores, como Axxon Group, Brookfield, Crescera Investimentos, DXA Investments, e.Bricks Ventures, HIG Capital, Monashees, Vinci Partners, entre outros convidados.

Evento: Workshop de lançamento do MBA em Private Equity, Venture Capital e Investimentos em Startups

Data: 27/03/2019
Local: FGV Botafogo (Praia de Botafogo 190, Auditório 12º andar).
Horário: das 8h30 às 13h30
Inscrições: fgv.br/eventos-nucleo-rio

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CargoX é posicionada como um dos próximos unicórnios brasileiros de acordo com a KPGM

CargoX, startup brasileira fundada em 2013, com o objetivo de se tornar a maior empresa de tecnologia e revolucionar o setor de transporte e logística do país, foi posicionada em um estudo inédito da Distrito em parceria com a KPMG, como um dos próximos unicórnios brasileiros. Podem ser consideradas unicórnios as startups que alcançam um bilhão de dólares em valuation.

O objetivo da CargoX é conectar empresas que precisam levar seus produtos para diferentes regiões do País a caminhoneiros autônomos e pequenos frotistas, reduzindo neste processo ineficiências de cadeia. Com o uso do aplicativo, o caminhoneiro chega a faturar até 40% na realização de fretes.

“Trabalhamos com afinco para que a tecnologias como machine learning, oferecidas pela CargoX, ofereçam benefícios aos caminhoneiros autônomos do Brasil. Expandir o negócio nos ajuda a fazer cada vez mais por esta parcela da população ainda pouco valorizada”, afirma Federico Vega, CEO e fundador da CargoX.

A CargoX também foi cogitada para se tornar unicórnio em um ranking global, divulgado pela CB Insights, no início de 2019. Na ocasião, foram selecionadas 50 empresas e apenas duas brasileiras estavam na lista.

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Com apoio da ABDI e Fiesc, Spin e A2C convocam startups e indústrias para participarem de mapeamento exclusivo

A transformação digital tem impactado todos os setores da economia e, acompanhar esse processo, é uma questão de sobrevivência. Segundo cálculos da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), até 2028, 15% das corporações nacionais devem atuar baseadas na Indústria 4.0. Pensando nisso, a A2C, empresa de transformação de marcas e de negócios, e a Spin, primeira aceleradora especializada em startups com foco em indústrias do Brasil, com apoio da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), estão convocando startups e indústrias de todo o território nacional para participarem de um mapeamento exclusivo do setor.

O objetivo do Mapa Startup+Indústria é traçar os desafios e os caminhos para direcionar a atuação e os investimentos do ecossistema de inovação de todo Brasil. Segundo Anderson de Andrade, CEO da A2C, as indústrias estão sendo pressionadas pelo mercado para serem mais ágeis frente às mudanças e uma das formas de promover a inovação na nova economia é integrar o ecossistema de startups com o setor fabril. “A sinergia que propomos entre a inovação disruptiva das startups com o poder de escalabilidade das indústria é o motor para que isso aconteça. Acreditamos que o Mapa Startup+Indústria é importante pa ra ambos os grupos”, conta o empreendedor.

Beny Fard, head de operações do Stanford Research Institute no Brasil e CEO da Spin, reforça que para as startups é fundamentalmente importante saber como as indústrias estão buscando soluções de inovação e, para as indústrias, é uma forma de enxergar o potencial de inovação e as soluções que estão despontando no mercado para acelerar a inovação. “A inovação aberta por meio de startups é uma forma inteligente e rápida de reposicionar a indústria frente às crescentes demandas do consumidor inserido na nova economi a global”, afirma Fard.

Para Guto Ferreira, presidente da ABDI, é parte da missão da agência fomentar o networking entre startups e indústrias para que soluções disruptivas auxiliem no desenvolvimento produtivo do país. “Desde 2016, desenvolvemos o programa Startup Indústria, que está contribuindo não apenas com as soluções inovadoras propostas pelas startups, mas também com a mudança do mindset das indústrias”, avalia Ferreira.

Para o presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar, o mapeamento tem importância central para a formulação de estratégias de inovação na indústria. “Esta pesquisa permitirá conhecer mais profundamente o cenário da inovação, do inter-relacionamento entre a indústria e as startups, permitindo buscar a melhor aplicação e direcionamento dos investimentos”, destaca.

Os interessados em participar do mapeamento, terão até o dia 29 de março para preencher o questionário no site: http://bit.ly/mapa-startup-industria. As indústrias e startups participantes receberão, em primeira-mão, os resultados do levantamento.

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Desafio busca startups com soluções para pacientes com diabetes; prêmios totalizam mais de R$ 2 mi

A Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), em parceria com o Design Thinking Lab (DTlab) apresenta o Diabetes Innovation Challenge, programa que busca fomentar a inovação, o talento, a criatividade e o senso empreendedor no desenvolvimento de startups que tenham propostas para melhorar a qualidade de vida e gerar experiências memoráveis às pessoas com diabetes.

O desafio procura startups cuja solução, ou parte da solução esteja orientada para o diabetes. Poderão participar startups nacionais e internacionais, em qualquer estágio de desenvolvimento (validação, negócio ou escala) ou de modelo negócio. Serão selecionados cinco finalistas para apresentarem suas iniciativas durante o 3º Simpósio Internacional de Tecnologias em Diabetes (SITEC), que será realizado entre os dias 25 e 27 de abril, no Hotel Pullman Vila Olímpia, em São Paulo.

De acordo com Paulo Bettio, fundador do Design Thinking Lab, empresa idealizadora e promotora do Diabetes Innovation Challenge, startups nacionais e estrangeiras podem participar. Os finalistas e vencedores serão premiados com benefícios que totalizam aproximadamente R$ 2,5 milhões. “A comissão julgadorá contará com a participação de membros do DTLab, da SBD, de profissionais especialistas em diabetes e negócios e das empresas patrocinadoras do Desafio. Serão selecionadas cinco startups para a fase final”, afirma.

Os prêmios englobam acesso completo aos serviços e infraestrutura do IBM Cloud (como Analytics, IoT e Inteligência Artificial) por um ano, bolsas para investir nas soluções propostas, mentoria e consultoria de especialistas em diabetes e inovação, além de uma viagem ao Vale do Silício, com inscrição no programa Silicon Valley Learning Experience. “As startups também terão um estande exclusivo no SITEC, onde poderão apresentar suas propostas diretamente ao público mais interessado nelas: os médicos”, comenta Bettio.

Para participar, os interessados devem se inscrever pelo site até o dia 12 de abril. A startup deve criar um perfil, que resuma os aspectos gerais da empresa, e enviar um vídeo de até 10 minutos apresentando a solução. Os selecionados serão revelados no dia 15 de abril e participarão da final durante o 3º SITEC.

Para mais informações, acesse: https://sitec.med.br/challenge

DIABETES INNOVATION CHALLENGE

Inscrições até 12 de abril: https://sitec.med.br/challenge
Publicação dos cinco finalistas: 15 de abril de 2019
Exposição SITEC: 25 a 27 de abril de 2019
Demo Day SITEC: 26 de abril de 2019
Demo da startup vencedora: 27 de abril de 2019

3º Simpósio Internacional de Tecnologia em Diabetes

Data: 25 a 27 de abril de 2019
Local: Hotel Pullman São Paulo – Vila Olímpia
Endereço: R. Olimpíadas, 205 – Vila Olimpia, São Paulo – SP
http://stiec.med.br/

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ABStartups vai a Brasília discutir Marco Legal do setor

O presidente da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), Amure Pinho, participou da 2ª reunião do Subcomitê temático do Ambiente Normativo para Startups. Nela foram retomadas as discussões sobre o Marco Legal do setor, que determinará a identidade dos atores do ecossistema (startups, investidores, aceleradoras etc), processo de abertura e fechamento de startups, tributação, relações de trabalho e contratação, ambiente tecnológico e regulação das verticais.

“No Brasil, quando falamos de criar um ambiente regulatório, estamos falando de modernizar as legislações arcaicas e reduzir o sistema burocrático atual. Para isso acontecer, é fundamental a discussão desses temas entre os players do ecossistema e a participação ativa na comunidade”, pontua o presidente da ABStartups.

Estiveram na reunião, a Associação, junto com os demais participantes do Dínamo, um movimento apartidário e sem fins lucrativos para a articulação do ecossistema de empreendedorismo e inovação. A previsão é de que uma consulta pública com a proposta de um projeto de lei ou decreto seja lançada no mês de abril.

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Sanofi é a nova farmacêutica do inovabra habitat e foca em inovação na área da saúde

O ecossistema de startups está reconstruindo e desafiando de forma radical o setor empresarial brasileiro. O segmento de saúde também está inserido neste cenário e a Sanofi, uma das maiores farmacêuticas do mundo, está apostando nessa tendência. A empresa acaba de firmar uma parceria com o inovabra habitat, espaço de coinovação do Bradesco.

O objetivo do acordo, assinado no fim de 2018, é participar do ecossistema do espaço, colaborando com o desenvolvimento de startups e tendo acesso à geração de negócios no setor da inovação. “Essa parceria é mais um importante passo da Sanofi em busca de inovação, um dos principais pilares estratégico da companhia no Brasil e no mundo”, afirma Marcelo Nadruz, head de Digital da Sanofi na América Latina.

A primeira atuação conjunta entre Sanofi e o inovabra habitat aconteceu em novembro de 2018, quando o espaço recebeu uma etapa do segundo Sanofi Latam Digital Summit, onde startups tiveram a oportunidade de apresentar soluções específicas para os desafios enfrentados pela indústria farmacêutica.

A Sanofi conta agora com uma posição de trabalho dentro do inovabra habitat. “Temos um ponto de contato direto com as startups do espaço, o que facilita ainda mais a troca de experiências, algo fundamental para que, juntos, possamos desenvolver soluções cada vez mais eficientes e que agreguem valor para toda a sociedade”, completa o executivo.

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Programa Conexão Startup Brasil promove Laboratório de Modelagem

Com a presença de empreendedores, empresários, representantes de startups e do setor acadêmico, o Programa Conexão Startup Brasil promoveu ontem na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) um Laboratório de Modelagem.

Entre os objetivos desta primeira iniciativa está a identificação de novos elementos para validação do modelo de conexão entre empresas e empreendedores dentro do Programa, tais como dificuldades, benefícios, interesses, geração de valor e forma.

Resultado de uma ação conjunta entre a Softex, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Programa Conexão Startup Brasil reflete o empenho do Governo Federal em apoiar o empreendedorismo.

“O Ministério entende ser prioritário que o Brasil invista em uma cultura empreendedora e defende o alinhamento dos recursos públicos em uma estratégica única e mais eficiente”, analisa Leonardo Freitas, responsável pela coordenação de ambientes de negócios do MCTIC.

Leonardo Freitas enfatizou que essa visão de otimização dos recursos disponíveis é fundamental para o sucesso de quase uma dezena de projetos com foco na inovação. “Essa é uma das preocupações do MCTIC, que também está trabalhando na modernização do arcabouço normativo brasileiro voltado para o cenário irreversível da transformação digital”, complementa.

A coordenadora de empreendedorismo da Softex, Rayanny Nunes, por sua vez, lembrou que a entidade já coordena o Programa Startup Brasil, é responsável pelo acompanhamento e inteligência de dados do Startup Indústria e que o Conexão Startup Brasil ingressa agora na fase de consolidação. “Trata-se de uma iniciativa nacional com foco regional que busca aumentar a densidade do ecossistema da inovação no país”, ressalta, informando ainda a iniciativa vai alcançar um universo de cerca de 2.000 empreendedores.

O Programa Conexão Startup Brasil tem foco no fomento, desenvolvimento e na transformação de ideias conectadas ao mercado. Em relação aos empreendedores, ele busca a capacitação, a conexão com problemas reais e o acesso tanto ao mercado como a investimentos.

Para as instituições de apoio, o programa busca fomentar o ecossistema empreendedor, dando acesso a projetos com demandas concretas. Já as Universidades e Centros de Pesquisas e de Desenvolvimento se beneficiam da interação com o mercado e com o próprio ecossistema. A iniciativa também auxilia as entidades investidoras ao entregar startups mais preparadas e com a oferta de soluções aderentes às necessidades do mercado.

O mesmo se dá em relação à indústria e a outros setores, que passam a contar com soluções inovadoras graças a uma maior densidade de startups com perfil industrial.

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Sanofi lança desafios para startups

Até 15 de fevereiro, a Sanofi, maior multinacional farmacêutica do mercado brasileiro e que completa 100 anos no País em 2019, recebe inscrições para o desafio VivaTech, voltado para startups nacionais e internacionais. A empresa lançou cinco desafios de saúde, incluindo soluções para o diagnóstico de doenças raras e alternativas para a detecção de sintomas de gripe comum.

Podem participar da seleção empresas com projetos em estágio avançado, com pelo menos um piloto com resultados positivos em um país. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site do evento. A lista de startups selecionadas será divulgada no dia 20 de março.

As empresas selecionadas terão a oportunidade de demonstrar suas soluções no Sanofi Lab, que será realizado entre 16 e 18 de maio, em Paris, na França, durante o evento Viva Technology. Como prêmio, além de entradas para os três dias de evento, essas startups poderão receber ainda coaching, mentoria, financiamento e acesso a expertise interna da Sanofi para desenvolvimento de um plano de crescimento.

Em sua quarta edição, o Viva Technology irá reunir dez mil startups com investidores, empresas e líderes globais em tecnologia. A lista de nomes confirmados para o evento deste ano inclui Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, Satya Nadella, CEO da Microsoft, e Dara Khosrowshani, CEO da UBER.

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CI&T vai conectar startups do Cubo Itaú com projetos de transformação digital de grandes marcas

Desde o segundo semestre do ano passado, a CI&T, multinacional brasileira com presença global e especializada na transformação digital de grandes marcas, está no Cubo Itaú com um espaço próprio, um “Centro de Design Estratégico”. Nele, as startups residentes podem usufruir de mentoria e acesso à expertise em transformação digital da CI&T, incluindo ferramentas Lean (ou enxuto, processo focado no cliente que simplifica tarefas e elimina desperdícios, reduzindo o tempo de entrega e aumentando a efetividade da empresa), e metodologias como design thinking, design sprint, analytics e marketing digital.

Agora, a CI&T está anunciando planos para ir além em 2019. A companhia está envolvida em projetos de transformação digital de empresas globais, como Coca-Cola, Itaú, Raízen, Cielo e outras, e iniciou um processo para identificar inovações dentre as mais de 200 startups do Cubo Itaú – maior hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina, fundado em conjunto pelo Itaú Unibanco e a Redpoint eventures – para promover a ponte entre as startups e as necessidades de grandes marcas, imersas em processos de transformação digital.

“O Cubo Itaú é um ecossistema de inovação, onde há startups desenvolvedoras de soluções com potencial de escala e já testadas no mercado. Queremos apoiar essas startups para que tenham sucesso em seus negócios disruptivos, enquanto encontramos oportunidades para inseri-las nos projetos de transformação digital de grandes marcas, atendidas pela CI&T”, disse Marcelo Trevisani, CMO da CI&T. “Fizemos um mapeamento para entender potenciais inovações e seus mercados, e constatamos soluções para as áreas de big data, fintechs, educação, recursos humanos, saúde, e-commerce, inteligência artificial, marketing digital, mobilidade, entre outras, inclusive de impacto social”, completou.

Outra iniciativa da CI&T será a realização de eventos exclusivos às startups do Cubo Itaú, durante o ano. A agenda de eventos será lançada ainda no primeiro semestre e vai incluir debates de temas voltados às áreas de tecnologia, marketing, experience management, transformação digital, analytics, business e RH.

“Como empreendedor digital e residente no Cubo Itaú, é muito valioso contar com a expertise e apoio de empresas como a CI&T. E não é só a conexão com grandes empresas e potenciais clientes que importa, mas também todo o aporte de conhecimento e experiência de uma empresa de sucesso que já foi uma startup um dia e superou muitos dos desafios que nós, empreendedores, enfrentamos ao longo da nossa jornada”, comenta Frederico Lacerda, CEO e co-fundador da Pin People, startup que utiliza psicologia organizacional, ciência de dados, tecnologia e inteligência artificial para ajudar empresas a medir e melhorar a experiência dos seus colaboradores a partir de diversas soluções de RH, do recrutamento à retenção de talentos. “As perspectivas da parceria com a CI&T são enormes para 2019, já que enxergamos muitas sinergias entre os nossos produtos voltados para Employee Experience e os projetos de transformação digital da CI&T, em especial em um contexto de desafios das organizações em medir, entender e otimizar a experiência de seus colaboradores frente às mudanças culturais e organizacionais”, finalizou.

A co-fundadora da Talent Academy, Renata Betti, ressalta a meta da startup em buscar revolucionar a gestão de pessoas dentro das corporações, centrada no propósito individual de cada colaborador. “A experiência da CI&T com transformações digitais e culturais no mundo corporativo pode nos ajudar muito. Neste momento, estamos desenvolvendo um produto escalável, que pode ser aplicado em qualquer tipo de empresa ou setor, e contamos com a expertise da companhia para nos guiar e evitar erros desnecessários. Ter o apoio de uma empresa que já tem anos de conhecimento na área de tecnologia e service design nos traz muita segurança”.

Para promover a transformação digital de grandes empresas, a CI&T utiliza o pensamento Lean aliado à design para entregas exponenciais. O diferencial está na forma como a filosofia Lean é aplicada, com ferramentas de design, analytics e marketing digital. Esta combinação faz com que a CI&T apoie grandes marcas a alcançar seus objetivos de negócios com velocidade a partir de mudanças de mindset e cultural.

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Oiweek e USP firmam parceria inédita e reúnem a comunidade de inovação em evento em São Paulo

A Open Innovation Week, maior evento de inovação aberta do Brasil, e a Universidade de São Paulo (USP) se uniram em uma parceria inédita liderada pela FEA-USP e Agência USP de Inovação para promover a Oiweek SciBiz, evento que irá reunir a comunidade de inovação, em uma experiência pioneira de open innovation que será realizada de 25 a 28 de fevereiro, na USP Campus Cidade Universitária, em São Paulo.

Startups, pesquisadores, investidores, estudantes universitários e executivos de grandes empresas poderão participar do evento para discutir os rumos do setor e estimular as conexões e negócios dentro desse ecossistema. Inscrições podem ser feitas no site www.oiweekscibiz.com.

A plataforma 100 Open Startups e 100 Open Techs serão a base das ações de conexão entre startups, cientistas e mercado durante o evento que encerra o ciclo de avaliações para a publicação do Ranking Top 100 Open Startups 2019. A iniciativa tem como objetivo compartilhar conhecimento, gerar negócios e cocriar soluções para os mais importantes desafios do mercado e da sociedade.

“Em colaboração com a USP, ampliamos o formato da 11ª Oiweek, utilizando os métodos mais avançados de open innovation e uma verdadeira transformação digital no formato do evento. Vamos promover uma experiência pioneira de inovação aberta dentro do Campus, aliada à tecnologia do 100 Open Startups, buscando potencializar a colaboração entre os atores do ecossistema e resultados mais efetivos. Ter uma das instituições de ensino superior mais importantes do Brasil aberta e participando ativamente de um evento deste porte é um marco para o ecossistema”, explica Bruno Rondani, organizador da Oiweek.

O evento se propõe a aproximar profissionais de diferentes áreas de novas tecnologias, como digitalização, robotização, inteligência artificial, manufatura avançada, big data, IoT, drones, biotecnologia e outras tendências que estão mudando radicalmente a estrutura do mercado e da sociedade. “Cocriar soluções a partir de redes de inovação, open innovation e empreendedorismo de alto impacto torna-se crucial como uma oportunidade de expansão. A expectativa é realizar mais de 5.000 reuniões de negócios”, acrescenta Rondani.

Programação

Nos dias 25 e 26 de fevereiro, serão realizadas reuniões em formato speed-dating, conectando as 300 startups mais atraentes de acordo com o mercado com mais de 100 empresas líderes. Universidades e Institutos Tecnológicos globais também participam do encontro, apresentando tecnologias disruptivas, bem como trocar experiências entre cientistas, executivos e investidores. Nesses dias, estudantes universitários poderão se conectar com startups e empresas líderes para conhecer seus processos de recrutamento e seleção para trabalhar com inovação.

Os dias 27 e 28 de fevereiro serão dedicados aos painéis e mesas redondas com especialistas internacionais da II Science Meets Business Conference, para discutir os benefícios da ciência encontrando negócios. Os painéis compreenderão as diferentes visões dos principais interessados em inovação sendo compostos por representantes de startups, corporações líderes, investidores, acadêmicos e formuladores de políticas públicas. Especificamente no dia 27 acontece o Open Campus, uma imersão no ambiente acadêmico e científico da USP, com aulas abertas ministradas por docentes e visitas aos laboratórios da Universidade.

“A SciBiz permitirá aos profissionais da inovação navegar por tópicos complexos de gestão da inovação, redes de inovação e inovação aberta. A grande variabilidade de padrões de inovação que difere de setor para setor, o uso de tecnologia, comportamento do consumidor, e assim por diante, serão abordados de forma estruturada” comenta Moacir Miranda, chairman da SciBiz Conference e líder da iniciativa.

Nesta edição especial Oiweek SciBiz a expectativa é superar os números do ano anterior que contou com a participação de mais de 2.000 executivos de empresas líderes, 300 startups, 50 painelistas, 15 palestrantes internacionais, 300 investidores e 200 tecnologias. Com coordenação geral do Prof. Dr. Moacir de Miranda Oliveira Junior, professor-titular e chefe do Departamento de Administração da FEA-USP, o evento é realizado em conjunto pela Agência USP de Inovação – AUSPIN, 100 Open Startups e centenas de parceiros do ecossistema em um modelo aberto.

Comunidade

A Oiweek é uma comunidade criada por um grupo de 350 gestores de inovação que em 2008 passaram a promover prática de open innovation no Brasil. Atualmente a comunidade é composta por mais de 1.000 companhias líderes de todos os setores organizadas em 20 grandes temas-desafios, como: Indústria do Futuro, Plataformas Científicas e Tecnológicas, Saúde & Bem-Estar, Serviços Financeiros, Varejo e Moda e Beleza. Com o propósito de criar conexões com o ecossistema, participam da rede investidores, startups, cientistas e demais organizações ligadas a inovação e empreendedorismo ultrapassando a marca 40 mil pessoas engajadas.

Confira a agenda completa: http://www.oiweekscibiz.com/agenda.html

Oiweek SciBiz

Data: Dias 25/09 das 9h às 17h, 26 a 28/02 das 10h às 17h

Local: USP Campus Cidade Universitária – Av Prof. Luciano Gualberto, 908

São Paulo – SP

Ingressos: pelo site http://www.oiweekscibiz.com/#tickets com valores entre R$60 e R$640

Informações: helpme@oiweek.com/(11) 3500-5001

# Conheça o movimento “100 Open Startups”: http://www.openstartups.net

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Lawtechs e Legaltechs: um mercado promissor

As Lawtechs e Legaltechs são empresas que oferecem serviços e produtos para o universo jurídico, e estão ganhando cada vez mais espaço e importância, tanto no cenário internacional quanto no cenário nacional. O mercado dessas empresas atingiu investimento recorde de mais de US$ 1 bilhão no mundo todo, em 2018, nos principais investimentos e M&As pesquisados e catalogados pela pesquisa da Lawgeex, e estão distribuídos em mais de 40 negócios.

O crescimento no setor foi brusco em comparação ao ano anterior, que segundo a mesma pesquisa teve investimento de US$ 233 milhões em empresas jurídicas de TI em 61 negócios.

Boa parte do investimento em 2018 foi em soluções que utilizam Inteligência Artificial, que teve o montante de US$ 362 milhões desse financiamento. Mas, as áreas de atuação das Lawtechs e Legaltechs vêm se diversificando e visam atender especificidades tanto antigas como aquelas decorrentes de novas tecnologias, à exemplo das empresas na categoria de RegTech, TaxTech e Compliance.

Problemas que antes demandava muito tempo e eram difíceis de serem solucionados, hoje podem ser resolvidos como mais facilidade pelos serviços ofertados por essas empresas e os avanços tecnológicos.

O ecossistema e o mercado estão em contínuo crescimento e no Brasil temos um cenário muito forte que favorece essas empresas. Com a Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs – AB2L, as Lawtechs e Legaltechs têm o apoio e o fomento no setor. São conectadas a todo um ecossistema de inovação no universo jurídico, que engloba demodays, hackatons, mentorias, techdays. Além de vários lançamentos de produtos inovadores e o amadurecimento dessas empresas no mercado.

Há um ano e meio a AB2L reunia 20 associados, hoje a associação tem cerca de 400, entre eles 128 LawTechs e 50 em early stage (estágio inicial de validação do seu produto). Porém não só as Lawtechs/Legaltechs fazem parte do ecossistema de inovação, grandes escritórios e departamentos de jurídicos já compreenderam a importância de estarem conectados ao que há de mais novo no cenário de direito e tecnologia. Assim como os profissionais autônomos que perceberam que a atualização à esses novos assuntos é um grande diferencial.

Empresas como Amil, Suzano Papel e Celulose e Klabin fazem parte da AB2L e contam com diversas iniciativas da associação, como os demodays, em que podem conhecer os novas tecnologias e adota-las em seus processos. O mercado é promissor e estar conectado com ele fará toda diferença.

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