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Mapa Startup + Indústria do Brasil

A Spin, primeira aceleradora especializada em startups com foco em indústrias do Brasil e a A2C, empresa de transformação de marcas e de negócios, realizaram o primeiro mapa Startup + Indústria do Brasil. Com o apoio das entidades ABDI, ABII, ABIMAQ e FIESC, participaram do levantamento 55 indústrias de sete Estados e 18 cidades, e 295 startups de 22 Estados e 81 cidades. A partir dos dados atualizados foi construído uma análise cruzando as informações obtidas de ambos os públicos. Obter a visão das expectativas e necessidades da indústria foi fundamental para traçar a análise das respostas das startups participantes. Confira abaixo os principais dados computados:

INDÚSTRIA NO BRASIL

– Segundo cálculos da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), até 2028, 15% das corporações nacionais devem atuar baseadas na Indústria 4.0;

– De acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Indústria, como um todo, representa 22% do PIB do Brasil;

– Responde por 49% das exportações;

– por 67% da pesquisa e desenvolvimento do setor privado;

– por 32% dos tributos federais (exceto receitas previdenciárias).

Para se ter ideia da importância desse movimento econômico, para cada R$ 1 produzido na indústria, são gerados R$ 2,40 na economia como um todo, sendo que nos demais setores, o valor gerado é menor: R$ 1,66 na agricultura e R$ 1,49 no comércio e serviços.

PERFIL DAS STARTUPS COM SOLUÇÕES PARA A INDÚSTRIA

São Paulo é, definitivamente, a maior influência nacional quando falamos de ecossistema de startups. Das 81 cidades mapeadas, a maior cidade do país representou também o maior índice de startups mapeadas: 19% do volume total;

A capital paulista e São José dos Campos foram as duas representantes do estado entre as 10 cidades mais representadas no Mapa Startup+Indústria, colocando São Paulo em segundo lugar em representatividade, atrás apenas de Santa Catarina;

O estado do Santa Catarina está no topo da lista com 30% da representação total, o que mostra o crescimento cada vez mais constante da maturidade catarinense no desenvolvimento do seu ecossistema de inovação dos últimos anos;

25% das startups mapeadas têm até dois anos de operação, tempo que compreende um processo de amadurecimento na constituição desses negócios iniciantes;

O número de startups com até dois sócios na sua formação chega a 47%, sendo que 38% dessas empresas têm dois sócios na composição societária;

Ainda em relação aos sócios, 84% do número total são homens;

É interessante analisar que a maior parte dos sócios – tanto homens quanto mulheres –, estão na faixa etária entre 30 e 44 anos;

EMPREGABILIDADE

São Paulo é o estado com o maior número de colaboradores indicados no mapeamento, com cerca de 31% do total informado na pesquisa. Seguido por Santa Catarina, com 29% e Minas Gerais, com 10%, logo na terceira posição;

O Sudeste, assim, é a região com o maior número de colaboradores mapeados pela pesquisa, compondo 47% do total pesquisado;

Ainda sobre o total de colaboradores, 76% têm uma média de idade entre 20 e 30 anos e 48% estão em startups com o nível operacional considerado em escala, ou seja, com alta capacidade de crescimento exponencial no mercado;

FATURAMENTO X MATURIDADE DO NEGÓCIO

26% das startups mapeadas faturam entre R$ 100 mil e R$ 500 mil, correspondendo ao maior grupo dentre os pesquisados. Dentro deste grupo, Santa Catarina é o estado que possui a maior representatividade, com 37% do total das startups que geram essa faixa de faturamento anual;

São Paulo segue em segundo, com 22%. A relevância do ecossistema do estado de São Paulo foi determinante no grupo de startups que faturam acima de R$ 5 milhões: 29% das startups que superam esse faturamento anual são do estado. Deste número, 19% foram constituídas na cidade de São Paulo.

FATURAMENTO POR FASE

Dentro das startups mapeadas, 15% estão na fase de Tração dos seus negócios, faturando entre R$ 100 mil e R$ 500 mil por ano;

O segundo grupo com o maior número de startups encontra-se no estágio de Operação, com 11% do total mapeado;

Do grupo que fatura entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões, 11% encontram-se na região Sudeste – este número representa o maior grupo de startups entre as regiões do país;

TEMPO DE OPERAÇÃO X FATURAMENTO

Dentro das startups pesquisadas, 25% têm entre um e dois anos de operação, seguido pelo grupo das startups com até 1 ano de operação, com 22% do total;

Do grupo de startups mais maduras do Mapa, aquelas que possuem mais de 5 anos de operação, 6% dessas faturam entre R$ 1 milhão até R$ 5 milhões.

ACELERADAS

O número de startups mapeadas que já passaram ou ainda passam por um processo de aceleração é quase a metade do total pesquisado. De acordo com o Mapa, esse número chega aos 46%, com uma predominância em São Paulo e Santa Catarina;

No estado de São Paulo, o grupo de startups com o maior número de aceleradas refere-se às empresas com faturamento médio anual entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões. O maior grupo em Santa Catarina chega aos 7%, porém com outra faixa de faturamento, girando valores de até R$ 50 mil por ano.

MODELO DE NEGÓCIO

SaaS (Software como Serviço) foi o mais citado sendo o modelo de negócios de 35% das startups mapeadas. Seguido por Outros com 16% e App (aplicativo) com 14%. Do número total de empresas que atuam com SaaS no mercado, 11% são de Santa Catarina, 10% de São Paulo e 4% do Rio Grande do Sul;

Dentro das cinco principais áreas para as quais as soluções das startups mapeadas são direcionadas Vendas/Comercial é a mais citada com 19% do total, seguida pela Produção com 15% e Marketing e Comunicação, com 13%. As outras duas áreas são Logística, representando 11% das áreas de atuação das startups e Outros, com 8%, fechando a lista;

5% das startups mapeadas que faturam entre R$ 100 mil e R$ 500 mil por ano são de áreas ligadas ao Comercial/Vendas dos seus clientes. É a maior representação apontada pela pesquisa.

SOLUÇÃO

Quando falamos sobre a orientação da solução da startup, buscamos colocar o foco do seu produto e/ou serviço que possa gerar um benefício claro para o seu cliente. De acordo com o Mapa, 20% do total das startups trabalham orientadas para Redução de custos e/ou perdas, seguido por soluções orientadas à Inovação e Tecnologia com 19% do total.

SETORES

Considerando os setores para os quais as startups já venderam algum tipo de solução, 8% do total afirmam já ter vendido para a Indústria de Tecnologia da Informação e para a Indústria de Alimentação e Bebidas. O mercado de Tecnologia da Informação, por exemplo, prevê um crescimento de 10,5% no Brasil em 2019, de acordo com o IDC Brasil;

Outros setores representativos da indústria mapeados foram o Metalmecânico, o Têxtil e o Farmacêutico, com 5% de atuação global das startups cada.

PRINCIPAIS OBSTÁCULOS

Assim como a Spin vê constantemente nas startups com que se relaciona, a dificuldade de acesso ao capital também foi vista como algo relevante no mapeamento. Do total das startups mapeadas, 26% têm esta dificuldade como a principal durante a sua jornada empreendedora. Logo em seguida vem o Mercado, 18% e Recursos Humanos, 16%, como principais obstáculos que as startups enfrentam.

FONTE DE INVESTIMENTOS

Para as empresas que estão buscando escalar seus negócios, o Capital Próprio é a principal origem desses recursos apontado por 24% das startups;

Modalidades mais maduras de investimento, como Venture Capital, vêm em seguida na preferência de 20% das startups que estão criando escala.

RECURSOS

Para 66% das startups mapeadas, o Capital Próprio é a principal origem dos recursos dos negócios iniciantes;

Em segundo lugar vem o Investimento-anjo, com 13% do total;

A grande maioria aponta o Brasil como o país de origem desses recursos financeiros – uma representação que chega a 94% do total das startups.

Para conferir o mapa completo com gráficos e outros dados, acesse: http://www.mapastartup.com/

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Governo Federal leva gratuitamente 19 startups para Toronto

As startups que irão participar do 7º ciclo de internacionalização do StartOut Brasil já foram escolhidas. Entre os dias 23 e 28 de junho de 2019, essas empresas farão uma imersão no ecossistema de Toronto, Canadá, para visitar aceleradoras, incubadoras e empresas locais; participar de seminário de oportunidades, reuniões com prestadores de serviços e encontros de negócio organizados pelo programa; além de realizar uma apresentação para possíveis investidores e parceiros.

Ao todo, foram selecionados 15 negócios na categoria “ampla concorrência”, que são startups que nunca participaram ou participaram de apenas um Ciclo do StartOut Brasil; e 4 startups na categoria “graduadas”, composta por empresas que já estiveram em dois ou mais ciclos de imersão oferecidos pelo programa. Essa triagem foi realizada pelos organizadores do programa – Ministério da Economia, Ministério das Relações Exteriores (MRE), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) – junto com avaliadores pertencentes ao ecossistema de destino.

“Após um ano de missões internacionais, os resultados do programa já são visíveis. Temos ao menos 25 negócios facilitados pela participação das startups nos ciclos do primeiro ano do StartOut (Paris, Berlim, Miami e Lisboa). São vendas, parcerias, provas de conceito, acordos de distribuição e exportações (bens e serviços) viabilizados pelo programa. Sem contar os resultados que envolvem melhorias de gestão e inovações nos produtos/serviços para o mercado internacional. Até o momento, o programa realizou 91 atendimentos de startups. A meta é levar 240 empresas para o exterior até 2021”, afirma Igor Nazareth, Subsecretário de Inovação no Ministério da Economia.

Veja abaixo quais foram as startups escolhidas para participar na categoria “ampla concorrência”:

  1. Hype – produz animações para o mercado de entretenimento e cria conteúdos para televisão e cinema;
  2. key2enable Assistive Technology – empodera as pessoas com deficiência para desenvolverem suas competências e individualidades;
  3. Antares Recycling – especializada no desenvolvimento e implementação de soluções sustentáveis para reciclagem e reaproveitamento de resíduos industriais;
  4. InEvent – ajuda empresas a verem o poder de eventos e facilita a gestão de seus processos, a criação de soluções vencedoras e a entrega de experiências incríveis;
  5. Pris – soluções para nortear gestores em decisões capazes de aumentar o valor de seus negócios;
  6. FormulaXR (former Imersão Visual) – conferência virtual imersiva;
  7. Shawee – plataforma de gerenciamento para hackathons;
  8. Filho sem Fila Software Ltda – aplicativo que avisa a escola com antecedência quando os pais estão chegando;
  9. RIO Analytics – Artificial Intelligence for industry – utiliza inteligência artificial para predição de falha de ativos industriais;
  10. Jade Autism – aplicativo que estimula e desenvolve as funções cognitivas de crianças;
  11. Aptah Bioinformatica – empresa de bioinformática que visa reduzir o tempo, custos e riscos gastos no desenvolvimento de medicamentos;
  12. WNutritional – linha de bebidas funcionais, saborosas, livre de conservantes e rica em nutrientes;
  13. MSC MED – oferece metodologias de auxílio no desenvolvimento de projeto para dispositivos médicos implantáveis;
  14. TCL Soluções – desenvolvedora de soluções tecnológicas inovadoras que melhoram o mercado de recebíveis e meios de pagamentos;
  15. dLieve – sistema de monitoramento e gestão de entregas em tempo real.

E as selecionadas como “graduadas”:

  1. Portal Telemedicina LTDA – central médica online que atua unindo tecnologia, medicina e uma equipe incrível para atender clientes em todas as etapas de seu negócio;
  2. Shelfpix Tecnologia LTDA – desenvolvedora de uma tecnologia de ponta aplicada ao monitoramento do ponto de venda por meio do reconhecimento digital de imagens;
  3. Asel Tech – gestora de dutos para indústrias de petróleo, petroquímica e de gás e energia;
  4. Molegolar – startup que possibilita a formação de plantas arquitetônicas que se adaptam às necessidades dos usuários pela combinação de módulos para várias metragens.

Preparação

Para extrair ao máximo o que o Canadá tem a oferecer, as 19 empresas passarão por um processo de preparação para a missão, que dura de seis a oito semanas. Durante esse período, os empreendedores terão consultoria especializada em internacionalização; acesso à plataforma Passaporte para o Mundo da Apex-Brasil; conexão com mentores que conhecem o ecossistema de destino; workshop presencial em São Paulo (dias 24 e 25 de maio) e sessões online de treinamento de pitch.

Ao longo desse período de capacitação, é necessário que as startups tenham participação ativa nas atividades previstas, com dedicação de cerca de três horas por semana ao programa, e que definam o plano de negócios e a estratégia de entrada no mercado-alvo.

Sobre o Canadá

Com 5,5 milhões de habitantes, Toronto é rica em diversidade cultural e a maior cidade do Canadá. Essa nova potência tecnológica está se consolidando graças a união do Governo canadense com universidades, empresas, investidores e empreendedores locais.

Não satisfeito, o país quer continuar evoluindo. Para se tornar líder em pesquisa e desenvolvimento, o Canadá está com as portas abertas para imigrantes que desejam trabalhar com tecnologia nas áreas de deep learningmachine learning, redes neurais e natural language processing.

Próximo Ciclo

Simultaneamente ao evento presencial em São Paulo, ocorre a abertura das inscrições para o próximo ciclo do programa. De 24 de maio a 17 de junho, as startups interessadas em participar em uma imersão em Boston poderão se inscrever no site do programa.

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Pesquisa GENOME Startups 2019 aponta São Paulo como ecossistema promissor

Os investimentos globais, o aumento de unicórnios do País e as recentes inovações no setor recolocam São Paulo no estudo internacional mais abrangente e amplamente lida do mundo sobre ecossistemas de startups “Global Startup Ecosystem Report 2019”, realizado pela Startup Genome. Para compor o ranking atual, foram analisadas mais de 40 cidades e milhares de empresas pelo mundo.

O Vale do Silício continua liderando o ranking mundial de ecossistemas por mas um ano, seguido por Nova York, Londres e Pequim empatados em terceiro, com Boston fechando o TOP 5. No ranking dos 30 maiores ecossistemas, a América do Norte segue dominando, abrigando 14 dos TOP 30 ecossistemas de startups, sendo 12 destes nos Estados Unidos.

Na lista dos ecossistemas com potencial para estar no TOP 30 nos próximos cinco anos – que estão crescendo rapidamente – há um grupo diversificado, com Lagos e Jakarta lado a lado com Moscou e Melbourne, sendo São Paulo e Canadá os representante da América. Há aglomerações urbanas gigantescas e pequenas.

Hoje, São Paulo está entre os 10 principais ecossistemas globais para talentos acessíveis, é destaque no setor saúde e um dos 30 principais ecossistemas globais de Fintech. Chegou a esse estágio, segundo o estudo, pois criou US$ 5,1 bilhões em Valor do Ecossistema com US$ 120 milhões em financiamento em estágio inicial nos últimos dois anos e meio.

Na lista dos promissores, a justaposição é um bom lembrete de que o desempenho do ecossistema de inicialização não é simplesmente uma função do tamanho da população do GPD – eles estão relacionados, mas cada uma delas tem, pelo menos um unicórnio e também características chave como liderança regional. O estudo considera também esses ecossistemas como pontos de foco principais em suas áreas do mundo, como São Paulo na América do Sul, Lagos na África e Jacarta no sudeste da Ásia; e liderança sub setorial, com ecossistemas de classe mundial em subsetores específicos, como Shelzhen tem em manufatura avançada e robótica, e Montral tem em Inteligência Artificial.

“São Paulo tem tudo que um ecossistema de startups vibrante necessidade, força de trabalho altamente qualificada, diversidade de suas indústrias, parceiros públicos e privados profundamente engajados para comunidade líder global”, pontua o presidente da Associação Brasileira de Startups, Amure Pinho.

Além da classificação dos ecossistemas, o o Genome Startups 2019 aponta caminhos e desafios para que as lideranças locais possam seguir para ter maior destaque e ganhar espaço em inovação mundial, como, por exemplo, o Brasil que precisa de políticas para aumentar o funding de startups em estágio inicial..”Nossa missão como apoiadores da Genome e como representantes do setor no Brasil é agregar e estimular o desenvolvimento de startups brasileiras, gerando eventos, conteúdo e condições para que o ecossistema nacional possa crescer ainda mais, ganhando destaque devido no mercado global”, diz.

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Cognizant aposta em parcerias com startups no InovaBra Habitat

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, atua no InovaBra Habitat, um ecossistema de inovação e empreendedorismo com mais de 170 startups e cerca de 70 empresas dos mais diversos segmentos, possibilitando a geração de novos negócios e o desenvolvimento de soluções inovadoras com base no networking e na colaboração.

O conceito Cognizant Lab para o Habitat visa atuar em quatro eixos complementares: Soluções, Prototipação, Parcerias e Comunicação. Os dois primeiros eixos visam abordar cases reais e o desenvolvimento de protótipos inovadores. Já o terceiro eixo visa expandir o relacionamento com startups e outras empresas enquanto o quarto eixo difunde a atuação da Cognizant dentro e fora desse ecossistema.

Além disso, a Cognizant faz parcerias com startups do Habitat visando trazer soluções para áreas internas da companhia. É o que aconteceu com a área de Talent Acquisition. “A velocidade das mudanças tecnológicas exige flexibilidade e respostas rápidas às oportunidades apresentadas pelo mercado”, analisa Carla Catelan, responsável pela área de Talent Acquistion da Cognizant no Brasil. “Fazer parte desse hub de inovação acrescenta mais soluções ao nosso portfólio de serviços, além de abrir espaço para parcerias que também visam atender às áreas internas da própria empresa.”

A área de TA da Cognizant identificou que a pressão para aumentar a velocidade de contratação, bem como a experiência do candidato e do gerente contratante neste processo, exige uma ação imediata. Essa avaliação, de acordo com Carla, abriu uma oportunidade para se conectar com startups que oferecem soluções no ramo. Desse modo, a empresa decidiu organizar um Demo Day, no qual as startups apresentam suas soluções para analisar melhor as possibilidades.

“As startups conseguem otimizar e customizar soluções para atender às demandas de negócio e, consequentemente, melhorar a experiência dos stakeholders no processo de contratação”, comenta a executiva. “Além disso, descobrimos soluções que nem tínhamos como expectativa, mas que foram apresentadas como proposta, para que possamos reavaliar a forma como atuamos hoje”, conclui.

A Cognizant também tem explorado o ecossistema InovaBra Habitat, com seu espaço próprio para o desenvolvimento de projetos, realização de workshops, demonstração de soluções próprias e prototipagem de ideias que surgem após workshops de design thinking com clientes.

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Os seis elementos de sucesso para atuação em startups

O crescimento exponencial das startups já é uma realidade brasileira. De acordo com dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), o mercado conta com 10 mil novas unidades de negócios espalhadas por todo o Brasil, principalmente em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Relativamente novo, esse negócio tem atraído milhares de pessoas todos os anos e oferecido oportunidades transformadoras para a carreira dos profissionais. Entre as principais características para integrar este universo, é necessário criatividade, agilidade, autogestão e espírito inovador. Segundo Paulo Lira, coordenador e supervisor acadêmico do HSM University, os atributos são exemplos que contribuem para o sucesso e desenvolvimento das startups e de seus colaboradores. Para as companhias, todas essas características contam como parte estratégica essencial para criar uma equipe em sinergia com modelos de perfis mais requisitados para ambientes de startups.

Para fazer parte destes ambientes, o executivo acredita que é importante que os profissionais tenham em mente essa mudança de mindset e a forma de se posicionar frente ao mercado para alcançar o sucesso dos negócios. Isso porque, cada vez mais, é exigido das startups estrutura organizacional bem definida quanto à negociação, pensamento estratégico e metodologias. A tecnologia também é fator ativo e necessário para os modelos de companhia pós-moderna, uma vez que as decisões precisam ser tomadas instantaneamente, para criar soluções mais eficazes a custos reduzidos.

Com expertise em educação corporativa, a HSM University observa uma grande movimentação dos profissionais na busca por conteúdos relacionados a liderança, produtividade, inovação e gestão em cenários de grande incerteza e de crise. “Estão cada vez mais interessados em entender os novos modelos de negócio, que embasam as organizações bilionárias da década atual, as novas tecnologias disruptivas, que são capazes de ditar outros padrões de comportamento e consumo, apontando para diversos mercados em rápido crescimento e para o sepultamento de mercados tradicionais”, explica Lira.

Para empreender ou atuar neste mercado em rápida evolução, o coordenador acadêmico identificou seis elementos fundamentais:

Estratégia na Era Exponencial – ter visão completa da empresa é essencial, por isso trabalhar a capacidade de criar gestões com bases estratégicas e políticas bem definidas, além de entender o mercado de atuação são cruciais para o bem desempenho da empresa.

Negociação em Ambiente de Rápida Mudança – agilidade e flexibilidade são pontos chaves neste quesito, no qual é importante entender linguagens interpessoais e definir conceitos e objetivos, tudo isso aliado as contínuas mudanças do mercado.

Empreendedorismo e Desenvolvimento de Plano de Negócios – liderança é uma das principais características em uma startup, com mais liberdade de empreender, o profissional deve enxergar e identificar oportunidades, avaliando riscos e criando ferramentas cada vez mais eficazes para o negócio.

Gestão do Comportamento Organizacional – Ainda um desafio de muitas empresas e um dos principais obstáculos para o desenvolvimento e produtividade. Os profissionais devem ter em mente a importância de desenvolver o trabalho em equipe e ter a capacidade de reconhecer os elementos que influenciam o comportamento individual e organizacional.

Gestão da Inovação – Tecnologia tem gerido todas as áreas organizacionais da empresa, estar sempre antenado as principais mudanças desse mercado e pensamentos estratégicos inovadores são cruciais para o bom desempenho do profissional.

Organização Antifrágil – Volatilidade tem sido o fator que coloca à prova tanto corporações quanto profissionais. Isso se deve muito por conta de um mindset voltado para a estabilidade entre organizações e profissionais. A mentalidade antifrágil tem a capacidade de recolocar a prática profissional em um ambiente em constante mudança, que contribui para uma rápida incorporação dos efeitos colaterais de determinada decisão, gerando benefícios e agilidade para a correção de rota.

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Flowsense é uma das TOP 5 startups do eMerge Americas 2019

A Flowsense, startup brasileira de inteligência e engajamento geolocalizado para aplicativos, foi eleita uma das TOP 5 startups no eMerge Americas 2019, evento de tecnologia e inovação que acontece anualmente em Miami e reúne os maiores players das Américas.

Milhares de empreendedores de vários países inscreveram seus pitches e, após um processo de seleção, foram definidas as 100 empresas que estariam no evento. Após uma rodada de play offs, cinco tiveram a oportunidade de apresentar seus negócios no palco principal para um júri composto por profissionais como o músico e empreendedor Pitbull, além de mais de 15 mil participantes.

“Destacamos casos de sucesso e as oportunidades que os dados geolocalizados – coletados de forma privada e segura – geram em termos de estratégias de comportamento de consumo. Entendendo quem são seus usuários, os locais que frequentam e suas preferências, os aplicativos aumentam consideravelmente suas taxas de engajamento e retenção”, afirma André Bain, co-founder da Flowsense.

“Para nós é uma grande honra figurar entre as cinco startups mais bem posicionadas no ranking do eMerge Americas 2019”, afirma Victor Lira, co-founder da empresa. “Amplificar os resultados dos apps, permitindo conhecer o comportamento on e off de seu público e fazer ações de retenção ou engajar melhor com sua base são elementos-chave para que os negócios criem outro nível de interação e conhecimento. Isso é algo não apenas revolucionário, mas efetivo para os negócios e a Flowsense está aqui para liderar essa revolução”, finaliza.

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TechD possibilita que startups, empresas de TIC e grupos de pesquisa ofereçam suas tecnologias a grandes companhias

A inovação aberta (open innovation), processo de inovação compartilhado por diferentes instituições com foco no desenvolvimento de tecnologias, é uma prática adotada pelas empresas há muito tempo e, recentemente, as startups foram incorporadas a esses processos e passaram a integrar a rotina de diversas organizações dos mais diversos setores no Brasil.

Esse ecossistema ganhou um novo catalisador, o Programa TechD, lançado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) em parceria com a Softex. Com recursos de até R$ 18 milhões, sua missão é fazer a ponte entre o universo empreendedor e o de pesquisa por meio da integração e da maior convergência entre startups, centros de P&D, universidades e empresas do setor produtivo.

No início do mês de abril, a Softex anunciou a abertura da chamada pública de inscrições para startups, empresas de TIC, grupos de pesquisa e consórcios nacionais e internacionais interessados em fornecer tecnologia para empresas já inscritas no programa dentro de quatro áreas temáticas: IoT, Saúde, Energia e Mobilidade.

“O TechD reflete a prioridade conferida pelo Ministério ao fortalecimento das TICs nacionais e a nossa certeza de que o apoio à inovação é a estratégia correta para atingir o nosso objetivo”, destaca o secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTIC, Paulo Alvim, lembrando que as áreas temáticas contempladas pelo Programa apresentam uma intensa demanda tanto no Brasil como nos principais mercados mundiais.

Em sua primeira fase, o TechD firmou 22 acordos com Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs), universidades e centros de P&D distribuídos por 13 estados, possibilitando o suporte em todas as regiões do país. Na segunda etapa foram confirmadas 36 médias e grandes companhias interessadas em testar tecnologias através de processos de inovação aberta – as chamadas empresas-âncora, entre as quais Braskem, Embraer, Furukawa, Klabin, Marcopolo, Positivo, Sercomtel e Votorantim.

O setor com maior participação é o da Indústria de Transformação, no qual 34% das empresas habilitadas atuam. Em seguida, vem o de Informação e Comunicação, que responde por 27%. Na área temática de IoT, o principal interesse de 54% das habilitadas envolve o emprego da tecnologia para monitoramento e rastreamento.

Outros focos giram em torno de tecnologias IoT voltadas para a indústria 4.0 (32%), automação (27%) e RFID (27%). Já na área temática de Mobilidade, os principais subtemas são controle e monitoramento de tráfego (23%), seguido por soluções de Analytics e Big Data (20%) e Smart Cities (18%).

E a Inteligência Artificial aplicada à saúde, com 25%, é o interesse principal da área temática de Saúde, seguida por Big Data (22%), Telemedicina (20%), Analytics (18%) e Machine Learning aplicadas à área de saúde (8%).

“Além de tornar a produção científica uma importante ferramenta no posicionamento mundial do setor de software, hardware e serviços de TIC, o TechD colaborará para o desenvolvimento de tecnologias com maior valor agregado, capazes de contribuir para melhorar o ranking do Brasil como nação inovadora”, destaca Diônes Lima, vice-presidente da Softex, acrescentando que hoje o país figura na 99ª posição no Global Innovation Index 2017.

Para a sua realização, o TechD conta com as parcerias estratégicas da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

As inscrições para as startups, consórcios, empresas de TIC e pesquisadores prossegue até o dia 13 de maio. A íntegra do edital e o calendário de roadshowx e webinars estão disponíveis para consulta no endereço https://techd.softex.br/.

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Abstartups e Google for Startups levam evento itinerante gratuito a Porto Alegre

Rio Grande do Sul, o atual segundo estado com mais startups no Brasil, de acordo com informações da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), com atuais 949 startups em atividade, é o local escolhido para receber a próxima edição do StartupOn, evento itinerante da Abstartups em parceria com o Google for Startups, em 9 de maio.

A ser realizado na Oca Brasil Innovative Hub, na capital Porto Alegre, a iniciativa tem o objetivo de fortalecer e conectar as diversas comunidades fora do eixo das grandes capitais do Brasil, bem como continuar o trabalho de mapeamento dos atores do ecossistema de startup, que possui entre 10 e 15 mil startups.

Com duração de um dia e totalmente gratuito, a edição de Porto Alegre fará parte do “Cresça com o Google”, que começa em 7 de maio, oferecendo treinamentos gratuitos e ferramentas para capacitação de pessoas e empresas em habilidades digitais. O StartupOn fecha o último dia com palestras do Tito Gusmão, CEO da Warren; Mônica Hirayama, Community Manager do Nubank; Danilo Sciumbata do Oca Brasil e Pedro Oliveira, Fábrica do Futuro, case da Dobra, com co-Founder Guto Massena, além de painel com os aceleradores locais WOW, Ventiur, Winnova, Wow Acaleradora, Grow+, com mediação do Sebrae/RS; e mentorias com com a Abstartups, Google for Startups, Nubank e Dobra.

“Sabemos das dores que todos os empreendedores passam no dia a dia para conduzir seu negócio e elas vão desde a necessidade de obter conteúdo de qualidade até a interação com outros profissionais do mesmo nível para trocar experiências. Por isso, nosso principal objetivo é fazer uma imersão sobre o ecossistema, oferecer interação e acesso a informações relevantes”, conta Rafael Ribeiro, diretor executivo da Abstartups.

Cresça com o Google
Datas: 7 e 8 de maio
Local: Centro de Eventos FIERGS – Av. Assis Brasil, 8787 – Sarandi
Inscrições: http://events.withgoogle.com/google-em-poa/

StartupOn Porto Alegre (RS)
Data: 9 de maio
Local: OCA Brasil Innovative Hub – Rua Barão de Santo Ângelo, 479 – Moinhos de Vento/Porto Alegre (RS)
Informações e inscrições: http:// abstartups.com.br/startupon/porto-alegre/#startupon

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Vivo utiliza ferramentas digitais em todo o processo de atração, seleção e admissão de talentos

Com o objetivo de aprimorar a experiência do candidato que deseja ingressar na empresa, a Vivo investe em ferramentas de digitalização e inovação em todas as etapas, desde a fase de recrutamento até a admissão. As iniciativas estão em linha com a estratégia de transformação digital que envolvem todas as áreas da operadora.

Para o recrutamento e seleção, a Vivo passa a usar a plataforma Gupy, que permite à operadora internalizar as etapas desse processo, proporcionando mais eficiência e transparência, possibilitando ao candidato acompanhar todas as fases, com respectivos feedbacks. As áreas de Tecnologia da Informação e Digital são as primeiras a contar com a novidade.

A etapa em que a empresa formaliza a oferta de emprego está com uma novidade também, inédita no mercado: os aprovados recebem por e-mail ou por SMS um videobot da OvermediaCast, plataforma de vídeos dinâmicos e interativos personalizados, informando sobre os benefícios da empresa. “A ideia surgiu para que os selecionados tivessem uma experiência inovadora e também pudessem se aprofundar melhor no leque de benefícios que oferecemos. Caso eles ainda tenham alguma dúvida, nossa equipe de atração e seleção entrará em contato para esclarecer”, ressalta Niva Ribeiro, VP de Pessoas da Vivo.

O processo de admissão é feito por meio da plataforma Acesso RH, onde o futuro colaborador preenche suas informações pessoais, tira fotos de seus documentos e os envia diretamente de seu smarthphone para validação inteligente de dados. A mobilidade da ferramenta facilita a entrega dos documentos de admissão, sem a utilização de papéis, proporcionando segurança e economia aos candidatos com cópias e transporte, uma vez que não é preciso se deslocar para realizar essa tarefa.

Quem estiver interessado em concorrer a uma vaga na Vivo pode acessar o link https://vivo.gupy.io/ para as vagas de Tecnologia da Informação e Transformação Digital.

Startups

Gupy e OvermediaCast são startups investidas pela Wayra – hub de inovação aberta da Vivo no Brasil e Telefônica no mundo. A contratação das soluções para integrarem as ferramentas digitais de recrutamento e admissão na Vivo estão alinhadas ao novo posicionamento da Wayra em ser um ativo essencial para a estratégia de transformação digital da empresa, tendo como um de seus objetivos encontrar startups que possam fazer negócios com a Vivo, além de outras marcas do Grupo Telefónica pelo mundo, e corporações no mercado.

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Bayer é a nova parceira do AgTech Garage, um hub de inovação em agronegócios

Oferecer soluções tecnológicas para atender às necessidades específicas de cada cliente é sempre um desafio para o agronegócio. O mundo precisa de mais inovação no campo, e o investimento em empresas que oferecem soluções avançadas, ferramentas digitais e análise de dados é fundamental. A transformação digital já é realidade na fazenda, e por isso há uma grande aposta nas startups, que também chegam para impulsionar o setor agrícola nacional.

Diante deste cenário, será inaugurada em 23 de abril o AgTech Garage – Campus Vale do Piracicaba, principal hub de inovação do setor, localizada na cidade de Piracicaba (SP), região considerada o Vale do Silício da agricultura. O principal objetivo é estabelecer relacionamentos colaborativos entre todos os atores que beneficiam a cadeia produtiva.

As startups chegam ao campo gerando novas oportunidades, inovações disruptivas e acelerando os processos das grandes empresas. A dinâmica da informação ajuda o produtor rural na tomada de decisão com o uso das mais recentes tecnologias, como algoritmos, robótica e inteligência artificial, elevando o nível das operações e técnicas agrícolas. Entre os benefícios estão o aumento de soluções de portfólio, baixo custo, foco no cliente e novas alternativas para gerar oportunidades dos mais variados segmentos de negócios.

Atenta às tendências do mercado e à transformação digital, a Bayer encabeça este hub como “Innovation Partner”, sendo a única representante do segmento de sementes e defensivos. Sob a liderança do Centro de Expertise em Agricultura Tropical (CEAT), a empresa quer incentivar o engajamento do setor fomentando novas startups. “A tecnologia já está no campo e contribui para alavancar resultados positivos na produção. Com uma população mundial crescendo exponencialmente e cada vez mais urbana, a agricultura não tem outra saída senão utilizá-la a seu favor para aumentar a produtividade”, ressalta Dirceu Ferreira Júnior, diretor do CEAT da Bayer.

O AgTech Garage – Campus Vale do Piracicaba abrange uma área de 2,5 mil metros quadrados dentro do Parque Tecnológico de Piracicaba e funciona como ponto de encontro para incubação de startups ligadas ao agronegócio, abrigando 400 cadastros na plataforma virtual e doze residentes no espaço físico do pólo. “A união de pessoas pensando em soluções para a agricultura é inspiradora e motivacional. Nesse novo espaço de trabalho e colaboração, o maior beneficiado é o consumidor final. A transformação no modo de operacionalizar esse pensar, possibilita com que agricultores aproveitem os dados que estão ao seu alcance para tornar seus negócios bem-sucedidos e sustentáveis”, explica o executivo.

De acordo com José Tomé, diretor do AgTech Garage – Campus Vale do Piracicaba, “no cenário de mudanças que vivemos hoje, com desafios cada vez mais complexos, que exigem multidisciplinaridade e velocidade, a nossa capacidade de inovar está ligada diretamente à capacidade de conexão e colaboração. O hub cultiva a diversidade de conhecimentos e intensifica as conexões. Ter startups lado a lado de grandes empresas e produtores é fundamental e, sem dúvida, marca uma nova dinâmica da inovação no agro”.

A Bayer se conecta ao ecossistema do AgTech Garage – Campus Vale do Piracicaba por meio de networking e, de acordo com os desafios propostos pela multinacional, captura e auxilia no desenvolvimento de projetos em colaboração. “É de nossa responsabilidade, como empresa protagonista de iniciativas inovadoras, promover a conexão entre pessoas brilhantes para proporcionar um oceano de oportunidades tecnológicas dentro do campo”, pondera Dirceu Ferreira Junior.

Em 2018, a Bayer se conectou com cerca de 50 startups, identificando oportunidades de novas transações em 20 delas. Efetivamente, a empresa começou a trabalhar com 15, despertando frentes de negócio inovadoras e trabalhando mais perto do cliente, o que ajuda a identificar rapidamente suas reais necessidades e proporciona um processo mais ágil com grande potencial disruptivo.

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Drone na lavoura: inovação promete transformar a rizicultura

O arroz é um daqueles alimentos que não podem faltar na mesa do brasileiro. Mas, essa familiaridade com o grão vai muito além do consumo: ela também faz do país o maior produtor fora da Ásia com um cultivo que se estende por 1,96 milhões de hectares. Em Santa Catarina, que ocupa a segunda posição entre os principais produtores nacionais de arroz, diversas ações buscam melhorar ainda mais os resultados da rizicultura. E, nessa busca pelo sucesso em cada safra, a tecnologia vem ocupando um papel primordial.

Exemplo disso é a solução apresentada pela Agrize, startup catarinense que, atualmente, passa por aceleração na Spin. Criada em 2015, ela nasceu com o objetivo de facilitar a vida do agricultor através da tecnologia. “O que fizemos foi questionar: e se houvesse um método mais seguro e eficiente de proteger as lavouras?”, explica Igor Luduwichack da Silva, CEO da Agrize e engenheiro de produção.

E a resposta para tal pergunta foi: sim! Dessa forma, surgiu o método inovador de pulverização agrícola, substituindo o trator por um drone. A solução garante agilidade e segurança, pois a aplicação dos defensivos agrícolas ocorre de forma remota, não deixando o operador exposto aos venenos. E não são só os rizicultores que ganham com a medida. Os consumidores têm menos chance de ingerir arroz com agrotóxico.

Além disso, a startup também está preocupada com a proteção da propriedade do rizicultor, gerando qualidade, economia e produtividade. O serviço de pulverização para os produtores e cooperativas agrega sustentabilidade ao negócio, evitando o desperdício de forma precisa. Outra vantagem em aderir ao método é poder aumentar a receita em 15%, já que sem o uso do trator não há o amassamento do arroz e, consequentemente, perdas na colheita.

De olho em todos esses benefícios, uma das maiores e mais importantes empresas de alimentos do país, a Urbano Agroindustrial, garantiu um aporte de R$ 2 milhões para a startup. A companhia, que atua no beneficiamento de arroz, feijão, farinha e macarrão de arroz, já utiliza a tecnologia da Agrize em fase de testes.

Para o coordenador de matéria-prima da Urbano, João Paulo Franzner, a indústria está diretamente ligada ao produtor e a cidade cresce na medida em que as áreas agrícolas perdem espaço. “Os custos para o produtor são cada vez mais altos e a iniciativa inovadora reduz o custo, com aplicações localizadas. A tecnologia do drone traz a solução de rastreabilidade, monitorando a produção e mostra dados como, por exemplo, o período de carência dos defensivos. Isso traz mais qualidade para o nosso produto”, finaliza.

De suma importância para a economia nacional, o agronegócio também tem estimulado iniciativas AgTech, que começam a aparecer no cultivo de cana-de-açúcar, soja e milho, por exemplo. O termo nasceu nos EUA, no berço da inovação mundial, o Vale do Silício, e se refere às empresas de tecnologia aplicadas à agricultura. Considerada uma das próximas ondas tecnológicas no mundo, a revolução no mercado tem atraído um aumento de fundos de investimentos, grandes companhias de tecnologia e empreendedores de diversos países.

Alinhada a essa realidade, a Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina) leva aos rizicultores informações e novas tecnologias, que auxiliam para o sucesso da safra. Um desses eventos é o Dia de Campo de Arroz Irrigado. A décima edição ocorreu, recentemente, na propriedade de Raul Laffin, em Joinville, com participação da equipe da Agrize. “Existe muita inovação para o agronegócio, mas há uma lacuna no setor do arroz”, comenta o CEO da startup.

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Startup curitibana busca universitários ou recém-formados para programa de aceleração de novos talentos

A startup curitibana Olist, que oferece soluções para a venda em marketplaces, acaba de lançar um programa diferenciado para recrutamento de novos talentos. A ideia é trazer estudantes universitários de qualquer curso, prestes a se formar ou recém-formados, para uma imersão na realidade de uma startup em estágio avançado, uma experiência tão agregadora quanto uma pós-graduação na prática.

O nome do programa é Olist Start e tem como objetivo treinar novos talentos nas diversas áreas que compõem uma startup. “Queremos os melhores candidatos e estamos dando a chance para que eles escolham trabalhar aqui, não o contrário”, explica Daiane Peretti, Head de Pessoas do Olist.

Startups de alto desempenho em geral contam, também, com um time de altíssimo rendimento e esta lógica inversa faz sentido quando se olha para o tipo de empresa que os recém-formados sonham em trabalhar. O que o Olist quer fazer com o programa é justamente dar esta oportunidade.

Nesta primeira edição, as posições disponíveis são as de Representantes de Desenvolvimento de Vendas (SDRs), responsáveis pela primeira interação com os clientes em potencial, e as de Analistas de Relacionamento, responsáveis pela primeira etapa do pós-venda.

O programa já está aberto aos interessados e captando currículos. As inscrições podem ser feitas até 30 de abril pelo site olist.com/olist-start, e ao final do processo a empresa vai contratar os 15 melhores colocados. A seleção será dividida em quatro etapas: avaliação de currículo, apresentação de cases e dinâmicas em grupo, entrevistas técnicas e comportamentais e, por último, as entrevistas finais.

Segundo a psicóloga Daniela Camolês, uma das Business Partners do Olist, a ideia surgiu do desafio de acelerar o crescimento da empresa e unir este momento com a necessidade de encontrar profissionais com brilho nos olhos. “Procuramos pessoas com vontade de colocar a mão na massa e fazer acontecer”, explica Daniela.

Fit cultural vale mais do que experiência

Para o Olist, o alinhamento entre os ideais do candidato e os da empresa valem mais do que a experiência do jovem talento. Eleita em 2018 uma das melhores empresas para trabalhar no Paraná pelo Great Place To Work (GPTW), o ambiente de trabalho na startup, segundo Daniela Camolês, é agradável e informal, estimulando a criatividade, a cooperação, o aprendizado e a autonomia das pessoas. “A equipe é motivada e focada em resultados, e o trabalho em conjunto é fundamental”, afirma.

O economista Leonardo Dabague, Diretor de Merchants, está na empresa desde 2016 e conta que o Olist cresce e proporciona desenvolvimento diário. “Desde a primeira semana aqui tive uma experiência muito intensa e enriquecedora. Nós podemos não apenas sugerir melhorias, mas também concretizar, aprender, construir e enfrentar desafios todos os dias”, explica Dabague, que começou na empresa como Sales Ops, se tornou gerente e hoje ocupa a diretoria da empresa.

Para a publicitária Fernanda Rocha, que entrou para o Olist ainda na faculdade e que atua agora como especialista em Marketing e Analytics, estar rodeada de profissionais incríveis em um ambiente que a desafia constantemente é a combinação perfeita para quem quer evoluir profissionalmente. “Levo essa experiência como uma das mais enriquecedoras e uma bagagem pra vida toda”, explica Fernanda.

Para trabalhar no Olist, o jovem precisa ter um propósito de vida, valores claros e transparentes, além de buscar desafios, desenvolvimento acelerado e autonomia. Com a oportunidade de aprender na prática, os 15 escolhidos receberão o apoio de líderes experientes que contribuirão para direcionar o desenvolvimento da carreira e a adoção de novos desafios. Os selecionados contarão, ainda, com benefícios como vale-transporte, vale-refeição ou alimentação, seguro de vida, assistência odontológica e médica, parceria com o Gympass, entre outros.

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105 startups são selecionadas para participar do InovAtiva Brasil

O InovAtiva Brasil, maior programa de aceleração de startups da América Latina, selecionou 105 startups de todo o Brasil no estágio de Operação e Tração, que desenvolvem soluções tecnológicas inovadoras, para participar do ciclo 2019.1, que se inicia no dia 22 de abril.

A elas serão oferecidas atividades online, como mentorias coletivas, mentorias individuais e capacitações, além de eventos presenciais, com possibilidade de networking com outros empreendedores e a chance de gerar ainda mais visibilidade e conexão para o negócio. Ao final do ciclo, as startups se apresentarão no Demoday InovAtiva, em São Paulo, dia 22 de julho, para a maior banca de investidores do Brasil.

“Foram selecionadas startups das cinco regiões do país. Elas terão apoio para se conectar com mentores e especialistas em temas-chaves, e ainda apresentarão seus negócios a investidores e executivos de grandes empresas. O InovAtiva oferece a oportunidade de startups de todo o Brasil se capacitarem, acessarem players importantes e ganharem visibilidade, o que normalmente não teriam sozinhas, fora do programa”, explica Igor Nazareth, Subsecretário de Inovação do Ministério da Economia.

Além disso, o time de aceleradas, ou seja, as startups que participarem de todas as etapas do programa, receberá ainda pontuação extra no Edital de Inovação para a Indústria; descontos e pacotes de serviços de empresas e entidades parceiras, como Google, Amazon Web Services, Moskit CRM, Agendor, Pipefy e Contentools, e o suporte do programa e de parceiros estratégicos, mesmo após o término do ciclo.

“Para esta edição do InovAtiva buscamos um reposicionamento, onde empresas mais maduras e já em fase de tração foram selecionadas. Por meio do programa, conseguimos gerar conexões com investidores e potenciais clientes, colocando essas startups em uma vitrine para o mercado e facilitando o acesso delas à conteúdo e mentorias”, comenta Natália Bertussi, analista de Inovação do Sebrae Nacional.

Startups selecionadas

O programa InovAtiva Brasil 2019.1 selecionou 105 negócios inovadores dentre 731 inscrições de startups de todo o país para participar do primeiro ciclo do ano. Todas as aprovadas estão formalizadas como empresas e 52% delas têm mais de três anos. Além disso, esses negócios contam com faturamento médio mensal de até R$ 30 mil (58%), oferecem soluções B2B (67%), atuam com modelo de negócio SAAS (51%) e já têm vínculo com grandes empresas (59%).

Com vagas abertas (63%) e funcionários fulltime (65%), os negócios selecionados para participar da próxima edição do programa têm como principal objetivo conquistar investimento e se conectar com grandes empresas (63%).

Veja a lista das startups aprovadas aqui.

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Inovabra habitat completa um ano e anuncia parcerias

O inovabra habitat, espaço de coinovação do Bradesco, acaba de completar um ano com resultados significativos na geração de negócios de alto impacto e atividades de coinovação entre os habitantes. Atualmente tem mais de 190 startups alocadas e focadas em tecnologias digitais disruptivas como blockchain, big data e algoritmos, internet das coisas, inteligência artificial, open API e plataformas digitais, além de 70 grandes empresas (clientes do Bradesco) e 8 fundos de investimentos, com ocupação total do espaço.
De acordo com levantamento feito com parte das startups, após a mudança para o espaço as empresas somaram um faturamento acima de R$ 600 milhões. Em média um aumento de 55% no faturamento e 60% de aumento em número de funcionários.

Além disso, durante esses 12 meses foram fechados mais de 90 contratos de negócios entre os habitantes – startups com o Bradesco, startups com corporações habitantes e entre as próprias startups, o que contribuiu para o aumento do faturamento destas empresas.

O Grupo Fleury, uma das grandes empresas do espaço, já teve interações com cerca de 40 startups habitantes para resolver questões internas não apenas na área médica, mas também no seu backoffice. Por meio da solução de inteligência artificial desenvolvida por uma dessas startups, a DataH, a empresa teve acesso a um algoritmo capaz de acertar um diagnóstico de pneumonia por raio-X em 95% das vezes.

O próprio Bradesco também tem conseguido boas parcerias e negócios no espaço de coinovação. Um exemplo disso é o Departamento de Empréstimos e Financiamentos que firmou, recentemente, um negócio com a Nuveo, startup focada em big data, para automatizar a leitura e digitalização de contratos. Em pouco mais de um mês de parceria, o banco foi capaz de automatizar o processamento de mais de 200 mil documentos, gerando eficiência no backoffice.

“Nosso time de coinovação está atento às demandas das startups e grandes empresas presentes no habitat e, com isso, ajudamos na conexão entre elas”, explica Antranik Haroutiounian, diretor de Pesquisa e Inovação do Bradesco. “Conseguimos mapear as principais necessidades das empresas habitantes e de áreas de negócios do Banco e lançar desafios para as startups. A partir desses desafios, nossa equipe identifica as soluções mais adequadas entre as startups dentro do próprio espaço”, completa.
As atividades de coinovação promovidas ajudam a identificar essas necessidades, como reuniões de relacionamento, apresentação de provas de conceito, pitches e até a Pizza com CEOs, encontros mensais entre CEO das startups, convidados das corporações e executivos do Bradesco. Ao todo, foram realizadas cerca de 570 dessas atividades.

Nesse primeiro ano, o inovabra habitat também se tornou referência de palestras, treinamentos e workshops de qualidade. Cerca de 70 mil pessoas já usufruíram dos mais de 1.000 eventos, muitos desenvolvidos pelo próprio time do inovabra habitat, além dos promovidos por profissionais e empresas que oferecem conteúdos relevantes para apresentar no espaço. Um exemplo de evento proprietário foi a série “habitalks” que, em seus três encontros de 2018, discutiu temas relevantes à sociedade e à inovação, como a era de big data, inteligência emocional e relações interpessoais com a tecnologia. O espaço também já recebeu eventos com grandes personalidades, como o empreendedor Robinson Shiba, o consultor canadense especializado em cultura digital Don Tapscott, o desenvolvedor da IBM que tem apenas 13 anos, Tanmay Bakshi, além do Fórum Internacional de Inteligência Artificial, que reuniu acadêmicos e experts nacionais e internacionais no assunto.

Serviços

O inovabra habitat tem ainda um estúdio para gravação de áudio e vídeo e uma agência de comunicação, residente no espaço, que presta atendimento gratuito às startups habitantes. Desde que foi inaugurado, em julho de 2018, o estúdio já realizou cerca de 420 gravações. Caso a startup requeira evolução no trabalho de comunicação, podem ser contratados planos customizados em condições especiais.

Na mesma linha, o inovabra habitat oferece consultoria jurídica, estratégica e mentoria sobre modelo de negócios e investimentos para as startups. Para muitos habitantes, a contratação desse tipo de serviço seria inviável, por conta dos altos custos. A possibilidade de tê-los de forma gratuita traz um ganho orçamentário importante, sendo mais um valor agregado que o espaço oferece.

Expansão

Diante do sucesso do inovabra habitat, que contribuiu para que o Bradesco conquistasse o título de banco mais inovador do mundo no Efma-Accenture Distribution & Marketing Innovation Award 2018, o Banco decidiu ampliar seu alcance de atuação por meio de parcerias com outros centros de inovação regionais, como a Acate, em Florianópolis (SC), e o Porto Digital, no Recife (PE), que passam a ter o selo “Parceiro inovabra”.

A partir de agora, os dois centros podem indicar startups qualificadas pelo inovabra habitat para atender demandas de negócios das corporações habitantes e do próprio Bradesco. Além disso, as startups selecionadas passam a ter posições de trabalho disponíveis no espaço físico para uso eventual no inovabra habitat e a poder usufruir dos mais de mil eventos que acontecem durante o ano no local. Da mesma forma, startups do inovabra habitat poderão frequentar os espaços da Acate e do Porto Digital.

Diversos pontos de vista

Barras de aço inox posicionadas simetricamente e que, magicamente, se transformam em um unicórnio. Para isso, basta olhar de um ângulo diferente. Assim é a estátua que será inaugurada no fim deste mês no inovabra habitat, em alusão à figura mitológica que representa startups que atingem um bilhão de dólares de valor de mercado. “O inovabra habitat convida à coinovação por meio da união de muitas visões diferentes. Queríamos que essa lógica estivesse representada de uma forma tangível em nosso espaço, daí a ideia de criar a estátua”, explica Antranik Haroutiounian, diretor de Pesquisa e Inovação do Bradesco. A obra foi desenvolvida a seis mãos pelo Bradesco, agência R/GA e produtora Bolha e será fonte de informações aos visitantes: após escanear um QR Code, as pessoas terão acesso a informações sobre a obra e sobre o inovabra habitat.

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Pesquisa de salários nas PME’s e Startups revela que homens ganham, em média, 44% a mais que as mulheres

A diferença salarial entre homens e mulheres é historicamente contrastante. Segundo as estatísticas do IBGE de 2018, no geral homens têm a renda mensal 30% maior que a das mulheres. E quando se fala em startups e PMEs de tecnologia, homens ganham, em média, 44% a mais que mulheres, é o que revela uma pesquisa realizada pelo Convenia, um software ideal que auxilia nos processos de departamento de pessoal de pequenas e médias empresas.

Do ponto de vista da diversidade, a pesquisa aponta que ainda há problemas concretos na igualdade salarial entre gêneros, analisando cargos que são comparáveis entre as empresas, é possível observar que a diferença entre os salários de homens e mulheres é mais aguda em cargos de gestão, chegando a 30%. Além disso, a representatividade nas empresas analisadas ainda é extremamente concentrada em jovens (67% até 30 anos) e brancos (70% da base total).

A boa notícia é a meritocracia observada nas empresas analisadas, os dados indicam que, de fato, as startups propiciam uma escalada de carreira mais agressiva do ponto de vista salarial. Enquanto as grandes corporações trabalham com aumento médio de 20% em promoções, promovendo um ritmo de carreira pré-definido, nas empresas de tecnologia esse cenário é diferente, pois os aumentos salariais entre uma função e outra chegam a mais de 150%, indicando que o crescimento de remuneração pode ser muito mais expressivo que em mercados tradicionais.

De acordo com Marcelo Furtado, CEO do Convenia, a primeira edição desta pesquisa pretende fornecer ao mercado um parâmetro das médias salariais praticadas nas Startups e PMEs em diversos níveis e categorias. O objetivo é apresentar aos gestores das empresas de tecnologia o cenário de contratações e remunerações, para que possam se atentar de suas forças e fraquezas em busca de melhorias contínuas.

O que acha de alinharmos algo a respeito? O porta-voz está disponível para entrevistas e em anexo eu caminho o material completo para avaliação.

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Abstartups e Darwin firmam parceria para melhorar mapeamento do ecossistema

A fim de fortalecer o ecossistema e conhecer, ainda mais o perfil dos empreendedores no Brasil, a Associação Brasileira de Startups (Abstartups),instituição sem fins lucrativos que representa as startups brasileiras , firma parceria com a aceleradora Darwin Startups, que combinará sua base dados a da Abstartups.

A Darwin é a primeira aceleradora a apoiar a Abstartups nessa coleta, cujo objetivo principal é dar um panorama completo e atualizado sobre os players do ecossistema, mapeando as startups e buscando soluções para o setor, a fim de fortalecer e multiplicar a qualidade do que é oferecido em termos de inovação no Brasil.

“Parcerias como essa auxiliam a Abstartups a conseguir informações relevantes e atualizadas sobre o ecossistema brasileiro, colocando o StartupBase como o maior banco de dados de startups da América Latina”, afirma o diretor executivo da Associação, Rafael Ribeiro, que completa: “A partir desse alinhamento, teremos acesso a informações relevantes sobre as startups da aceleradora para alimentar nossa base que, atualmente, cobre pouco mais de 10.700 startups das 15 mil em atividade no Brasil. Nosso objetivo, para um futuro próximo, é conseguir mais parcerias nesse sentido com outras aceleradoras, hubs de inovação e comunidades”.

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Inovaparq e Grupo Tigre lançam programa de mentoria para startups

Com a presença de executivos da Tigre integrantes do Programa Feras 2020, dos empreendedores de 10 empresas encubadas e dos dirigentes do Inovaparq, foi lançado nesta terça-feira, dia 2 de abril, o Programa de Mentoria, com o objetivo de ampliar o leque de benefícios do programa de incubação. O parque, localizado na Univille, procura ser um ponto de aproximação onde orbitam Universidades, Empresas e Governos, de modo a promover um campo de inovação e desenvolvimento sustentável.

“Dentro do Programa Feras 2020, procurávamos novas formas de desenvolver ainda mais nossos executivos, com metodologias inovadoras e que realmente pudessem agregar algo de novo para os profissionais da Tigre. Com este programa de mentoria de startups, os ganhos serão para ambos os lados. Tenho certeza que a interação, a troca de experiencias e conhecimento e o network vão trazer muito aprendizado e crescimento para todos”, afirma Patrícia Bobbato, gerente de Pessoas e Comunicação Interna do Grupo Tigre.

Em parceria com o Grupo Tigre, o programa de mentoria vai auxiliar as empresas incubadas no parque de inovação tecnológica a desenvolver seus negócios, corrigir rota e incrementar o networking. Dez startups foram selecionadas para a primeira fase do programa e cada uma passa a ter suporte de um executivo da Tigre por quatro meses.

“O networking promovido entre as startups do Inovaparq com um profissional experiente de uma companhia multinacional representará a possibilidade do desenvolvimento de competências decisivas para os empreendedores do Parque”, enfatiza o diretor executivo do Inovaparq, Marcelo Leandro de Borba. As startups e mentores terão que apresentar feedbacks mensais, e ao final do programa será realizado um Demo Day, evento para compartilhar os resultados.

O programa de Mentoria faz parte do Feras 2020, onde a Tigre capacita e aprimora seus executivos. Na Mentoria, um profissional mais experiente investe seu tempo e know-how, orientando e dividindo suas vivências e conhecimentos com profissionais mais inexperientes, possibilitando desenvolvimento de ambas as carreiras.

“Esperamos que nossos executivos possam auxiliar os responsáveis pela startup no desenvolvimento de seu negócio, com correções de rota ou networking. Em contrapartida, imaginamos que ele trará o mindset de uma startup para nosso dia-a-dia: sendo mais simples, testando mais rápido, assumindo mais riscos.”, exemplifica Rafael Salomão, Gerente de Inovação e Sustentabilidade da Tigre.

Quem são as startups selecionadas:

4Factory – oferece um Sistema de Execução da Manufatura, baseado na nuvem, especialmente desenvolvido para empresas se adaptem aos desafios da Indústria 4.0.

Conecta Projetos – conecta projetos às empresas, mobilizando recursos para a transformação social

Convenix – plataforma de gestão de benefícios corporativos que permite a empresa ofertar uma gama maior de vantagens a seus colaboradores, com total controle, de forma simples e automatizada.

Onexo – oferece uma plataforma para registro e controle para os processos de produção de alimentos, que podem ser gerenciados a distância e a qualquer tempo.

DBM – desenvolve por meio da nanotecnologia mantas com padrão que imita a matriz extracelular do corpo humano para utilização como curativos.

Keep Eco – Desenvolve embalagem feita de tecido 100% algodão e uma liga de cera de abelhas e outras matérias-primas naturais que serve para manter os alimentos frescos de uma forma ecológica, evitando o uso de descartáveis.

Funcionárias – especialista em ressignificar materiais têxteis que não são mais utilizados, gerando impacto socioambiental, com a identidade cultural de Joinville.

Moralar – cria soluções para problemas de habitação social, executando obras sustentáveis, seguras, adequadas a preço acessível, para famílias de baixa renda.

UpFlux – desenvolve uma plataforma tecnológica que identifica os principais problemas de desempenho e gera alertas quando ocorrem desvios de execução de processo.

Viver – cartão de benefícios para indivíduos, familiares e empresas que buscam uma solução de acesso a saúde de qualidade e reserva financeira em caso de falta de recursos.

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Plug and Play avalia abrir escritório no Brasil e investe em roadshow

A Plug and Play, uma plataforma de inovação global, realizará seu primeiro Fintech e Foodtech Roadshow em São Paulo, Brasil. O evento será realizado no dia 10 de abril e reunirá 200 líderes do setor e empreendedores que lidam com os desafios nas áreas de alimentos e agronegócio, especificamente. A Shawee, startup brasileira capaz de automatizar hackathons, é a empresa responsável por apresentar o ecossistema de startups brasileiro e dar o suporte para a realização do evento. A plataforma foi criada em 2017 e já realizou 150 eventos em 10 estados brasileiros para 40 clientes, entre eles Uber, Itaú, SAP, IBM, Stone, Elo Cartões, Banco Original e outros.

As 20 startups selecionadas pela Plug and Play debaterão o atendimento das necessidades dos clientes conectados; Como trazer inovação para o financiamento rural e agrícola; E como reinventar os modelos de negócios existentes para o público seleto. “Nosso objetivo é introduzir tecnologias disruptivas do ecossistema global”, diz Omer Gozen, vice-presidente de Programas de Alimentos e Novos Materiais e Embalagens de Plug and Play. “O Brasil é um mercado que está demandando e o resultado deste evento fará parte de nossa avaliação de mercado, que poderá levar ao lançamento de um novo escritório em São Paulo”, conclui.

A Plug & Play já possui atuação em cinco grandes corporações brasileiras impulsionando a inovação em diferentes setores. Em serviços financeiros atendem Banco do Brasil e ELO; em Materiais e Energia dão suporte à Braskem e Gerdau; E no setor de saúde, dão suporte ao Hospital Israelita Albert Einstein.

Com uma base de 12 mil usuários cadastrados em sua plataforma, a Shawee, que está auxiliando na conexão com a comunidade desenvolvedora e empreendedora no Brasil, está dedicada desde setembro ao seu processo de internacionalização e contou com a parceria institucional da Plug & Play. “Nós nos apresentamos e nos conectamos rapidamente. Estar no Vale está sendo um grande aprendizado para nós e perceber que players como a Plug and Play estão interessados em conectar startups com corporações brasileiras mostra que o momento é bom para o Brasil e que realmente existem grandes oportunidades”, avalia Rodrigo Terron, CEO da Shawee.

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