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Desafios para sistemas tributários em empresas do setor de telecomunicações – Por Diego Yegros

Dizer que que os encargos tributários no nosso País são pesados é chover no molhado. Além de financeiramente onerosos, temos também uma grande quantidade de obrigações acessórias com fim fiscalizatório. Isso quer dizer que além de pagarmos muito, demoramos demais (e gastamos mais dinheiro ainda no processo) só para determinar o quanto devemos pagar de impostos. Junte isto a uma operação que lida com milhões de fatos geradores e temos um cenário extremamente desafiador.

Esta é a realidade do setor de telecomunicações em nosso país. Em nosso mundo moderno não há dúvidas de que o setor de telecomunicações se tornou um pilar da economia, já que nossa vida em sociedade hoje praticamente depende dos serviços de telecomunicações para funcionar. Para se ter uma ideia, havia no Brasil em 2006 cerca de 99 milhões de linhas de celular. Este número simplesmente triplicou na última década: hoje, há mais de um celular por pessoa no Brasil.

Como se não bastassem os desafios ligados à telefonia, temos ainda o acesso à internet. Em 2015 metade da população brasileira tinha acesso à Internet por qualquer dispositivo. Quase todas as 30 milhões de residências que têm conexão à internet – mais de 97% – estão conectadas via banda larga. Esta realidade parece estar a anos luz da década de 90 e início dos anos 2000, época na qual praticamente todo o acesso era via linha discada. Isto representa outro desafio para o setor, exigindo que uma infraestrutura totalmente nova seja instalada e mantida para atender à crescente demanda.

Fora isto, todo um arcabouço regulatório começa a nascer para tutelar as relações entre provedores e consumidores destes novos serviços: marco civil, novas demandas da ANATEL e, como sempre, novas obrigações acessórias para garantir a arrecadação estatal surgem a cada dia.

Com volumes de dados colossais envolvidos é imprescindível que as ferramentas envolvidas no atendimento a estas obrigações sejam rápidas, seguras e fáceis de usar. Há janelas cada vez mais curtas para o processamento desta montanha de dados que não para de crescer. O cumprimento de obrigações tributárias acessórias é especialmente sensível e é aqui que talvez resida o maior desafio para os provedores de softwares tributários.

O big data é a palavra da moda. Nada ilustra melhor este conceito do que a avalanche de dados brutos gerados nas empresas de telecomunicações. A performance é um ponto crítico, muitas vezes impeditivo para os softwares fiscais envolvidos. Soluções de computação paralela e dados in-memory vêm se mostrando eficazes para lidar com o desafio de trabalhar com volumes que até alguns anos atrás pareciam coisa de ficção.

Não basta ser rápido, tem que ser simples. O mais simples possível. Esqueça os menus suspensos, listas intermináveis de códigos de transação e sistemas de configurações complexos. O software precisar pensar nas necessidades de utilização do dia a dia, trazendo as informações de maneira simples, mas completa. Tudo na tela do dispositivo, que não precisa mais ser um computador ou notebook, pode ser um tablet ou smartphone. Mas por que isso? Temos soluções robustas e confiáveis que atendem ao setor faz décadas, por que mudar agora? O que se ganha?

A resposta é simples: ganha-se tempo, e tempo é dinheiro. Facebook, Google, Microsoft e outras gigantes gastam milhares de horas apenas assistindo como os usuários utilizam seus produtos. E isso é útil, e muito. Isto permite fazer ajustes nas interações para que o usuário consiga realizar suas tarefas mais rapidamente e com poucas dúvidas sobre como fazer determinada ação dentro do sistema. É por isso que você provavelmente nunca leu o manual do Facebook e mesmo assim o usa todos os dias. Esta realidade precisa chegar ao mundo de aplicativos corporativos de gestão e às outras soluções de processos de negócio.

Gigantes como a SAP e a Oracle estão investindo pesado em User Experience para melhorar seus produtos. As desenvolvedoras de soluções fiscais – que nada mais são do que respostas a um problema brasileiro – devem adotar este mesmo tipo de filosofia para não ficarem para trás. Se o usuário sabe como as obrigações funcionam, então aprender a usar a solução fiscal deverá ser simples e sua utilização será orgânica. Isto economiza muitas horas de treinamento e suporte aos usuários. Este ganho na usabilidade, aliado à velocidade que as novas tecnologias (database in-memory, parallel computing, etc.) proveem, permite aos usuários executarem suas tarefas em menos tempo, o que gera ainda mais economia.

Diego Yegros, coordenador de arquitetura de aplicativos fiscais da Sonda IT,maior integradora latino-americana de soluções de Tecnologia da Informação

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Digital-First: Promovendo o pleno uso da infraestrutura disponível

Por Eduardo Borba, presidente da Sonda IT

A maior empresa global de transporte urbano, o Uber, não é dono de nenhum veículo, assim como a provedora de mídia mais popular do mundo, o Facebook, não produz conteúdo e a Airbnb, maior provedora de hospedagens, não possui um único quarto de hotel em seu nome. Por que, então, essas empresas estão revolucionando a forma de fazer negócios?

Elas satisfazem as necessidades de seus clientes com uma experiência fluida, clara, objetiva e por último, mas não menos importante, colaboram. Não se trata apenas de uma forma digital de relacionamento, mas fundamentalmente da utilização de infraestrutura disponível (capital estagnado) para alavancar a oferta de serviços (monetização dos ativos). No caso do Uber, por exemplo, o serviço é mais barato e personalizado. E agora? E as empresas que nasceram analógicas? Como elas devem ser inseridas nesta revolução digital?

O primeiro passo é adotar a estratégia Digital-First. No passado, TI e Negócios eram separados. Agora, a TI é parte do negócio. Ou seja, a estratégia do negócio deve ser a estratégia digital. Não se trata de adaptar-se ao digital, criando uma estratégia paralela, mas sim de renascer no digital. De que forma? Os CEO’s e CIO’s devem ter em mente quando for planejar as ações que sem software não há negócios.

Primeiramente, criar estratégias de atendimento digital (redes sociais, aplicativos etc) fornecem um apoio ao mundo físico do negócio, mas a jornada não para por aí. Ela deve ser contínua e rumo à digitalização, tendo sempre como ponto de partida o relacionamento do consumidor com as novas tecnologias.

Os tradicionais sistemas de gestão empresarial (ERP), que fornecem a base de informações para as novas plataformas que estão surgindo, não devem ser descontinuados, mas sim integrados às ferramentas. Neste ponto, os fornecedores de Tecnologia da Informação podem apoiar as empresas, avaliando quais são as possibilidades em termos de softwares e como eles devem auxiliar a empresa a ser mais ágil.

Compreender os clientes nunca será uma tarefa concluída, por isso não existe um portfólio de soluções prontas e produtos finalizados que estão disponíveis para compra. O ideal, na jornada da Transformação Digital, é a inovação entre fornecedores de TI e empresas. Juntos, métodos disruptivos são desenvolvidos levando ao melhor entendimento do cliente. Mãos à obra. É hora de transformar.

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Sonda IT desenvolve sistema para atendimento do Recof-Sped

O Recof-Sped, versão ampliada do regime Recof (Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado), que parte da iniciativa de aperfeiçoamento de regimes tributários para o apoio às exportações – um dos pilares do Plano Nacional de Exportações –, passa a ser atendido pela Sonda IT, maior integradora latino-americana de soluções de Tecnologia da Informação.

O beneficiário pode admitir as mercadorias no regime suspensivo em fluxo contínuo, com segurança, previsibilidade e sem a necessidade de formalização de novas concessões. “Trata-se de uma grande oportunidade aos contribuintes, visto que o usufruto do regime traz ao seu beneficiário uma vantajosa flexibilidade: isenta de multas a empresa que compra insumos no mercado nacional com suspensão tributária e depois não consegue exportar a quantidade prevista – cabe à empresa apenas pagar o imposto devido”, explica a coordenadora de produto da Sonda IT, Tatiana Almeida.

A nova modalidade, que traz a ampliação do regime Recof para todos os segmentos da indústria e, em sua essência, mantém os mesmos benefícios do tradicional regime, prevê como um dos principais pontos de mudança o controle em conjunto com a Escrituração Fiscal Digital – EFD em linha com as novas exigências para o livro de registro de controle da produção e do estoque – Bloco K.

Com a simplificação de procedimentos, não é mais obrigatória a homologação do sistema de controle junto à Receita Federal do Brasil, mas ainda assim há a responsabilidade da gestão informatizada do regime para a garantia de governança e de compliance com as exigências legais. “Não é mais necessária a manutenção de um portal. O regime tornou-se mais aderente às empresas. Antes o governo exigia um portal com cerca de 100 relatórios, ou seja, uma infraestrutura bem mais complexa. Mas é importante que o usuário conte com uma ferramenta como a nossa, que corrige eventuais falhas e obtém retorno consistente de diversos tipos de operações de negócios”, acrescenta Tatiana.

Para atender ao Recof-Sped, a Sonda IT desenvolveu uma ferramenta com três ofertas para clientes do universo SAP: uma opção em Hana utilizando a estrutura do TDF (Tax Declaration Framework), outra em Hana e sem a estrutura do TDF, e uma terceira totalmente ABAP (linguagem de programação nativa da SAP). O sistema da Sonda IT rastreia o produto desde a aquisição até sua destinação, seja ela mercado nacional ou internacional.

“Nosso trabalho é garantir que a empresa esteja cumprindo o que determina a legislação. Além de resguardar as companhias de possíveis autuações, controlamos, por exemplo, a solicitação de prorrogação de cada item importado que ainda não foi utilizado no processo produtivo e que está próximo do prazo de vencimento de pagamento dos tributos suspensos na importação”, finaliza a coordenadora, acrescentando que este e outros relatórios gerenciais permitem que o cliente tenha uma visão detalhada de todo o ciclo, dando condições para a tomada de decisões.

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Migrar do produto à solução apenas não basta! – Por Eduardo Borba

Consultores de negócios identificaram, há mais de uma década, que a oferta de soluções completas, nas quais múltiplos componentes, entre eles equipamentos e serviços intangíveis, pode ser o melhor caminho para ampliar a rentabilidade da venda e a fidelização de clientes.

Obviamente há um preço a pagar quando se pratica o “solution selling”. O desafio claramente reside em superar a complexidade em somar os componentes – produtos e serviços próprios e eventualmente de terceiros – e orquestrar sua precificação, atentando para ganhos de sinergia em custos e em benefícios ao comprador.

Neste ponto, muitas empresas decidem pelo caminho mais curto e, ao invés de investirem em marketing e capacitação de sua força de vendas, optam pela venda de produtos. Essa escolha pode simplificar sobremaneira todo o processo, requer menos investimento e acelera o go to market. Mas, esse método, de fato, traz maiores benefícios para sua empresa? Analisemos a consequência mais provável: ao focar em produtos, sua empresa será reconhecida como provedora do produto A ou B. O diferencial de escolha do comprador será orientado a preços. Seus concorrentes se empenharão em ofertar produtos similares com preços mais baixos. Você se concentrará em otimizar seu processo de fabricação para diminuir o custo unitário e ganhar com vendas em maior escala. Seus concorrentes fazem o mesmo. E todos estarão fadados à espiral decrescente de rentabilidade do um mercado regido por commodities.

O caminho das empresas que optam pela venda de soluções é mais trabalhoso e requer maior investimento inicial, porém propicia posicionamento diferenciado e focado na agregação de valor, distanciando sua oferta dos demais concorrentes e da guerra de preços. Parece uma alternativa mais inteligente ao gestor de negócios que busca maiores margens de contribuição e longevidade de seus negócios.

Aí vem a pergunta mais importante: para obter sucesso no mercado atual, basta então escolher o modelo de venda de solução? Obviamente a resposta é não! O mercado se adapta de acordo com as inovações tecnológicas, novas tendências e demandas dos negócios. Acompanhar esse dinamismo é fundamental para se manter competitivo. O que é relevante hoje pode se tornar obsoleto amanhã (alguém se lembra do VCR ou Fax?). A seguir menciono alguns fatores a considerar ao revisar seu modelo de negócios.

Acesso X aquisição

Em um passado recente, nossa sociedade era regida pelo ter. As pessoas mais bem-sucedidas, por exemplo, possuíam as melhores residências, os melhores veículos, casas de praia e de campo – mesmo que fosse apenas pelo status de possuir. Atualmente o foco maior está no acesso ao benefício que o bem ou produto oferece. Por exemplo: não é necessário comprar um carro, você pode alugá-lo e usufruir do benefício sem possuí-lo de fato. As pessoas e empresas podem adquirir uma infinidade de benefícios através de ofertas as-a-service, sem precisar de fato adquirir o bem. Essa é uma tendência em franca expansão e que deve tornar, cada vez mais. os benefícios acessíveis.

Economia compartilhada

Cada vez mais as pessoas e empresas compartilham alguma infraestrutura para evitar as perdas com tempo obsoleto. Essa é uma novidade que ganhou a atenção das pessoas muito rapidamente e complementa a tendência anterior – acesso ao benefício sem ter que adquirir. Como exemplos, podemos citar o Uber e o Airbnb, modelos de negócio nos quais o proprietário pode monetizar o uso de seu patrimônio durante o tempo no qual não o está utilizando para fins próprios.

Experiência do usuário

Fidelização por marcas ou fabricantes é um tema cada vez mais decadente. O mais importante para o consumidor é a experiência que ele terá durante seu relacionamento com o vendedor e com o uso dos produtos e soluções ofertados. Portanto, oferecer a melhor experiência ao cliente deve figurar como uma das principais prioridades de sua empresa. Aqui, o conhecimento das necessidades e desejos do cliente tem influência fundamental na experiência do usuário.

Empoderamento do cliente

Foi-se o tempo em que consumidores insatisfeitos com um produto ou serviço adquirido permaneciam calados, sem a possibilidade de fazer algo a respeito. Com o surgimento dos mais variados canais de expressão, além dos órgãos de defesa do consumidor, os clientes passaram a ter o poder de reverter uma situação de insatisfação e, mais, podem também disseminar entres outros compradores uma imagem negativa ou positiva sobre sua experiência de compra.

As redes sociais, por exemplo, permitem que um usuário descontente com sua compra compartilhe, em poucos segundos e com quase nenhum esforço, sua experiência ruim com milhares de pessoas. Sites como o Reclame Aqui se tornaram referência de fontes de informação a respeito de empresas das quais não se devem comprar. O cenário atual de mercado dá, literalmente, poder ao consumidor.

O fenômeno é conhecido como empowerment, termo em inglês que significa o “empoderamento” dos clientes, agora com mais voz e poder de barganha perante o mercado. As organizações, muitas vezes habituadas a terem o controle total de suas ações, têm dificuldade em lidar com essa transferência de poder para quem compra.

Especialização

O sucesso do cliente deve ser seu foco principal. Para isso, é necessário conhecer melhor os desafios, fatores críticos de sucesso e acima de tudo poder posicionar sua contribuição para que seu cliente obtenha os melhores resultados. O aprofundamento em determinados segmentos de mercado e tipos de indústria pode ser o melhor caminho para a especialização. Se você não se tornar um especialista nos desafios de seu cliente, dificilmente conseguira conectar os benefícios que sua oferta pode trazer para o comprador.

Adaptação

Como na teoria de Darwin, quem vence não é o mais forte ou o mais rápido, mas sim aquele que melhor se adapta à nova realidade. O mundo dos negócios está em plena transformação. Digitalização, inteligência artificial, IoT, mobilidade, omnichannel, entre outras tendências, que não são estáticas. A cada dia novas ofertas surgem com base nas novas megatendências.

A conclusão é que o modelo de venda de soluções é aquele que proporciona o melhor retorno de capital investido ao acionista e do empreendedor. As megatendências são importantes direcionadores de posicionamento de ofertas e devem sempre ser dominadas para que sua oferta esteja bem alinhada com as iniciativas globais. Acima de tudo, o toque final de diferenciação vem com a especialização e foco no sucesso de seus clientes, que dá o contexto da solução.

Eduardo Borba, presidente da Sonda IT, maior integradora latino-americana de Tecnologia da Informação

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Sonda IT lança tecnologia focada em Inteligência Geográfica

Norteada pela grande expectativa da utilização de sistemas de inteligência geográfica por todos os setores da economia, a Sonda IT, maior integradora latino-americana de soluções em Tecnologia da Informação, lança o Viewer Solution (VS). A solução de georreferência GIS foi desenvolvida para ser utilizada em qualquer atividade econômica que necessite de análise de informações em contexto geográfico.

A ferramenta é capaz de armazenar não só elementos espaciais, como também associá-los às bases de dados de informações alfanuméricas. Permitindo, dessa forma, utilizar subsídios provenientes de diversas fontes, como informações estáticas armazenadas em bancos de dados, planilhas eletrônicas, insumo recolhido através do GPS ou obtido por métodos tradicionais de topografia.

O Viewer Solution possui funcionalidades de visualização de mapas, intersecção de camadas, ferramentas para buscas, captura, manipulação, análises e visualização de informações geográficas. Sua interface é intuitiva e proporciona acesso a um grande volume de dados com utilização mínima de recursos de hardware, garantindo assim, o alto desempenho, além do compartilhamento simultâneo a um grande número de usuários.

Um dos diferencias do VS é a sua caraterística in memory, que utiliza o serviço de cache na memória do servidor para a pesquisa dos dados geográficos e provedores de dados, estes especificados como serviços que podem ser desenvolvidos e integrados de forma transparente.

“Na prática, estes provedores de dados podem ser configurados para proporcionar atualizações em tempo real como, por exemplo, no caso das mudanças ocorridas nas diversas fontes de dados”, explica Maykel Darme, responsável pelo Viewe Solution e gerente de produto da Divisão de Utilities da Sonda IT.

Toda a configuração das informações dos mapas é feita por meio de um editor, que possibilita a parametrização das camadas, ou seja, sua origem de dados, aparência e comportamento, assim como, a criação de mapeamento temático, consultas e filtros. Para facilitar a localização e o acesso, essas camadas são organizadas em uma árvore hierárquica, podendo ser personalizada para cada usuário.

“A solução Viewer Solution proporciona, ainda, a utilização do modelo de visualização multimapas e multipainéis, possibilitando a visualização de determinada região em um ou mais mapas simultaneamente, com diferentes perspectivas de zoom e camadas, ou mais mapas em regiões completamente distintas, em conjunto com painéis de informações tabulares ou gráficos”, pontua Rivaldo Ferreira, diretor executivo da Divisão de Utilities da Sonda IT.

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