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Desafios para sistemas tributários em empresas do setor de telecomunicações – Por Diego Yegros

Dizer que que os encargos tributários no nosso País são pesados é chover no molhado. Além de financeiramente onerosos, temos também uma grande quantidade de obrigações acessórias com fim fiscalizatório. Isso quer dizer que além de pagarmos muito, demoramos demais (e gastamos mais dinheiro ainda no processo) só para determinar o quanto devemos pagar de impostos. Junte isto a uma operação que lida com milhões de fatos geradores e temos um cenário extremamente desafiador.

Esta é a realidade do setor de telecomunicações em nosso país. Em nosso mundo moderno não há dúvidas de que o setor de telecomunicações se tornou um pilar da economia, já que nossa vida em sociedade hoje praticamente depende dos serviços de telecomunicações para funcionar. Para se ter uma ideia, havia no Brasil em 2006 cerca de 99 milhões de linhas de celular. Este número simplesmente triplicou na última década: hoje, há mais de um celular por pessoa no Brasil.

Como se não bastassem os desafios ligados à telefonia, temos ainda o acesso à internet. Em 2015 metade da população brasileira tinha acesso à Internet por qualquer dispositivo. Quase todas as 30 milhões de residências que têm conexão à internet – mais de 97% – estão conectadas via banda larga. Esta realidade parece estar a anos luz da década de 90 e início dos anos 2000, época na qual praticamente todo o acesso era via linha discada. Isto representa outro desafio para o setor, exigindo que uma infraestrutura totalmente nova seja instalada e mantida para atender à crescente demanda.

Fora isto, todo um arcabouço regulatório começa a nascer para tutelar as relações entre provedores e consumidores destes novos serviços: marco civil, novas demandas da ANATEL e, como sempre, novas obrigações acessórias para garantir a arrecadação estatal surgem a cada dia.

Com volumes de dados colossais envolvidos é imprescindível que as ferramentas envolvidas no atendimento a estas obrigações sejam rápidas, seguras e fáceis de usar. Há janelas cada vez mais curtas para o processamento desta montanha de dados que não para de crescer. O cumprimento de obrigações tributárias acessórias é especialmente sensível e é aqui que talvez resida o maior desafio para os provedores de softwares tributários.

O big data é a palavra da moda. Nada ilustra melhor este conceito do que a avalanche de dados brutos gerados nas empresas de telecomunicações. A performance é um ponto crítico, muitas vezes impeditivo para os softwares fiscais envolvidos. Soluções de computação paralela e dados in-memory vêm se mostrando eficazes para lidar com o desafio de trabalhar com volumes que até alguns anos atrás pareciam coisa de ficção.

Não basta ser rápido, tem que ser simples. O mais simples possível. Esqueça os menus suspensos, listas intermináveis de códigos de transação e sistemas de configurações complexos. O software precisar pensar nas necessidades de utilização do dia a dia, trazendo as informações de maneira simples, mas completa. Tudo na tela do dispositivo, que não precisa mais ser um computador ou notebook, pode ser um tablet ou smartphone. Mas por que isso? Temos soluções robustas e confiáveis que atendem ao setor faz décadas, por que mudar agora? O que se ganha?

A resposta é simples: ganha-se tempo, e tempo é dinheiro. Facebook, Google, Microsoft e outras gigantes gastam milhares de horas apenas assistindo como os usuários utilizam seus produtos. E isso é útil, e muito. Isto permite fazer ajustes nas interações para que o usuário consiga realizar suas tarefas mais rapidamente e com poucas dúvidas sobre como fazer determinada ação dentro do sistema. É por isso que você provavelmente nunca leu o manual do Facebook e mesmo assim o usa todos os dias. Esta realidade precisa chegar ao mundo de aplicativos corporativos de gestão e às outras soluções de processos de negócio.

Gigantes como a SAP e a Oracle estão investindo pesado em User Experience para melhorar seus produtos. As desenvolvedoras de soluções fiscais – que nada mais são do que respostas a um problema brasileiro – devem adotar este mesmo tipo de filosofia para não ficarem para trás. Se o usuário sabe como as obrigações funcionam, então aprender a usar a solução fiscal deverá ser simples e sua utilização será orgânica. Isto economiza muitas horas de treinamento e suporte aos usuários. Este ganho na usabilidade, aliado à velocidade que as novas tecnologias (database in-memory, parallel computing, etc.) proveem, permite aos usuários executarem suas tarefas em menos tempo, o que gera ainda mais economia.

Diego Yegros, coordenador de arquitetura de aplicativos fiscais da Sonda IT,maior integradora latino-americana de soluções de Tecnologia da Informação

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Digital-First: Promovendo o pleno uso da infraestrutura disponível

Por Eduardo Borba, presidente da Sonda IT

A maior empresa global de transporte urbano, o Uber, não é dono de nenhum veículo, assim como a provedora de mídia mais popular do mundo, o Facebook, não produz conteúdo e a Airbnb, maior provedora de hospedagens, não possui um único quarto de hotel em seu nome. Por que, então, essas empresas estão revolucionando a forma de fazer negócios?

Elas satisfazem as necessidades de seus clientes com uma experiência fluida, clara, objetiva e por último, mas não menos importante, colaboram. Não se trata apenas de uma forma digital de relacionamento, mas fundamentalmente da utilização de infraestrutura disponível (capital estagnado) para alavancar a oferta de serviços (monetização dos ativos). No caso do Uber, por exemplo, o serviço é mais barato e personalizado. E agora? E as empresas que nasceram analógicas? Como elas devem ser inseridas nesta revolução digital?

O primeiro passo é adotar a estratégia Digital-First. No passado, TI e Negócios eram separados. Agora, a TI é parte do negócio. Ou seja, a estratégia do negócio deve ser a estratégia digital. Não se trata de adaptar-se ao digital, criando uma estratégia paralela, mas sim de renascer no digital. De que forma? Os CEO’s e CIO’s devem ter em mente quando for planejar as ações que sem software não há negócios.

Primeiramente, criar estratégias de atendimento digital (redes sociais, aplicativos etc) fornecem um apoio ao mundo físico do negócio, mas a jornada não para por aí. Ela deve ser contínua e rumo à digitalização, tendo sempre como ponto de partida o relacionamento do consumidor com as novas tecnologias.

Os tradicionais sistemas de gestão empresarial (ERP), que fornecem a base de informações para as novas plataformas que estão surgindo, não devem ser descontinuados, mas sim integrados às ferramentas. Neste ponto, os fornecedores de Tecnologia da Informação podem apoiar as empresas, avaliando quais são as possibilidades em termos de softwares e como eles devem auxiliar a empresa a ser mais ágil.

Compreender os clientes nunca será uma tarefa concluída, por isso não existe um portfólio de soluções prontas e produtos finalizados que estão disponíveis para compra. O ideal, na jornada da Transformação Digital, é a inovação entre fornecedores de TI e empresas. Juntos, métodos disruptivos são desenvolvidos levando ao melhor entendimento do cliente. Mãos à obra. É hora de transformar.

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Sonda IT desenvolve sistema para atendimento do Recof-Sped

O Recof-Sped, versão ampliada do regime Recof (Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado), que parte da iniciativa de aperfeiçoamento de regimes tributários para o apoio às exportações – um dos pilares do Plano Nacional de Exportações –, passa a ser atendido pela Sonda IT, maior integradora latino-americana de soluções de Tecnologia da Informação.

O beneficiário pode admitir as mercadorias no regime suspensivo em fluxo contínuo, com segurança, previsibilidade e sem a necessidade de formalização de novas concessões. “Trata-se de uma grande oportunidade aos contribuintes, visto que o usufruto do regime traz ao seu beneficiário uma vantajosa flexibilidade: isenta de multas a empresa que compra insumos no mercado nacional com suspensão tributária e depois não consegue exportar a quantidade prevista – cabe à empresa apenas pagar o imposto devido”, explica a coordenadora de produto da Sonda IT, Tatiana Almeida.

A nova modalidade, que traz a ampliação do regime Recof para todos os segmentos da indústria e, em sua essência, mantém os mesmos benefícios do tradicional regime, prevê como um dos principais pontos de mudança o controle em conjunto com a Escrituração Fiscal Digital – EFD em linha com as novas exigências para o livro de registro de controle da produção e do estoque – Bloco K.

Com a simplificação de procedimentos, não é mais obrigatória a homologação do sistema de controle junto à Receita Federal do Brasil, mas ainda assim há a responsabilidade da gestão informatizada do regime para a garantia de governança e de compliance com as exigências legais. “Não é mais necessária a manutenção de um portal. O regime tornou-se mais aderente às empresas. Antes o governo exigia um portal com cerca de 100 relatórios, ou seja, uma infraestrutura bem mais complexa. Mas é importante que o usuário conte com uma ferramenta como a nossa, que corrige eventuais falhas e obtém retorno consistente de diversos tipos de operações de negócios”, acrescenta Tatiana.

Para atender ao Recof-Sped, a Sonda IT desenvolveu uma ferramenta com três ofertas para clientes do universo SAP: uma opção em Hana utilizando a estrutura do TDF (Tax Declaration Framework), outra em Hana e sem a estrutura do TDF, e uma terceira totalmente ABAP (linguagem de programação nativa da SAP). O sistema da Sonda IT rastreia o produto desde a aquisição até sua destinação, seja ela mercado nacional ou internacional.

“Nosso trabalho é garantir que a empresa esteja cumprindo o que determina a legislação. Além de resguardar as companhias de possíveis autuações, controlamos, por exemplo, a solicitação de prorrogação de cada item importado que ainda não foi utilizado no processo produtivo e que está próximo do prazo de vencimento de pagamento dos tributos suspensos na importação”, finaliza a coordenadora, acrescentando que este e outros relatórios gerenciais permitem que o cliente tenha uma visão detalhada de todo o ciclo, dando condições para a tomada de decisões.

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Migrar do produto à solução apenas não basta! – Por Eduardo Borba

Consultores de negócios identificaram, há mais de uma década, que a oferta de soluções completas, nas quais múltiplos componentes, entre eles equipamentos e serviços intangíveis, pode ser o melhor caminho para ampliar a rentabilidade da venda e a fidelização de clientes.

Obviamente há um preço a pagar quando se pratica o “solution selling”. O desafio claramente reside em superar a complexidade em somar os componentes – produtos e serviços próprios e eventualmente de terceiros – e orquestrar sua precificação, atentando para ganhos de sinergia em custos e em benefícios ao comprador.

Neste ponto, muitas empresas decidem pelo caminho mais curto e, ao invés de investirem em marketing e capacitação de sua força de vendas, optam pela venda de produtos. Essa escolha pode simplificar sobremaneira todo o processo, requer menos investimento e acelera o go to market. Mas, esse método, de fato, traz maiores benefícios para sua empresa? Analisemos a consequência mais provável: ao focar em produtos, sua empresa será reconhecida como provedora do produto A ou B. O diferencial de escolha do comprador será orientado a preços. Seus concorrentes se empenharão em ofertar produtos similares com preços mais baixos. Você se concentrará em otimizar seu processo de fabricação para diminuir o custo unitário e ganhar com vendas em maior escala. Seus concorrentes fazem o mesmo. E todos estarão fadados à espiral decrescente de rentabilidade do um mercado regido por commodities.

O caminho das empresas que optam pela venda de soluções é mais trabalhoso e requer maior investimento inicial, porém propicia posicionamento diferenciado e focado na agregação de valor, distanciando sua oferta dos demais concorrentes e da guerra de preços. Parece uma alternativa mais inteligente ao gestor de negócios que busca maiores margens de contribuição e longevidade de seus negócios.

Aí vem a pergunta mais importante: para obter sucesso no mercado atual, basta então escolher o modelo de venda de solução? Obviamente a resposta é não! O mercado se adapta de acordo com as inovações tecnológicas, novas tendências e demandas dos negócios. Acompanhar esse dinamismo é fundamental para se manter competitivo. O que é relevante hoje pode se tornar obsoleto amanhã (alguém se lembra do VCR ou Fax?). A seguir menciono alguns fatores a considerar ao revisar seu modelo de negócios.

Acesso X aquisição

Em um passado recente, nossa sociedade era regida pelo ter. As pessoas mais bem-sucedidas, por exemplo, possuíam as melhores residências, os melhores veículos, casas de praia e de campo – mesmo que fosse apenas pelo status de possuir. Atualmente o foco maior está no acesso ao benefício que o bem ou produto oferece. Por exemplo: não é necessário comprar um carro, você pode alugá-lo e usufruir do benefício sem possuí-lo de fato. As pessoas e empresas podem adquirir uma infinidade de benefícios através de ofertas as-a-service, sem precisar de fato adquirir o bem. Essa é uma tendência em franca expansão e que deve tornar, cada vez mais. os benefícios acessíveis.

Economia compartilhada

Cada vez mais as pessoas e empresas compartilham alguma infraestrutura para evitar as perdas com tempo obsoleto. Essa é uma novidade que ganhou a atenção das pessoas muito rapidamente e complementa a tendência anterior – acesso ao benefício sem ter que adquirir. Como exemplos, podemos citar o Uber e o Airbnb, modelos de negócio nos quais o proprietário pode monetizar o uso de seu patrimônio durante o tempo no qual não o está utilizando para fins próprios.

Experiência do usuário

Fidelização por marcas ou fabricantes é um tema cada vez mais decadente. O mais importante para o consumidor é a experiência que ele terá durante seu relacionamento com o vendedor e com o uso dos produtos e soluções ofertados. Portanto, oferecer a melhor experiência ao cliente deve figurar como uma das principais prioridades de sua empresa. Aqui, o conhecimento das necessidades e desejos do cliente tem influência fundamental na experiência do usuário.

Empoderamento do cliente

Foi-se o tempo em que consumidores insatisfeitos com um produto ou serviço adquirido permaneciam calados, sem a possibilidade de fazer algo a respeito. Com o surgimento dos mais variados canais de expressão, além dos órgãos de defesa do consumidor, os clientes passaram a ter o poder de reverter uma situação de insatisfação e, mais, podem também disseminar entres outros compradores uma imagem negativa ou positiva sobre sua experiência de compra.

As redes sociais, por exemplo, permitem que um usuário descontente com sua compra compartilhe, em poucos segundos e com quase nenhum esforço, sua experiência ruim com milhares de pessoas. Sites como o Reclame Aqui se tornaram referência de fontes de informação a respeito de empresas das quais não se devem comprar. O cenário atual de mercado dá, literalmente, poder ao consumidor.

O fenômeno é conhecido como empowerment, termo em inglês que significa o “empoderamento” dos clientes, agora com mais voz e poder de barganha perante o mercado. As organizações, muitas vezes habituadas a terem o controle total de suas ações, têm dificuldade em lidar com essa transferência de poder para quem compra.

Especialização

O sucesso do cliente deve ser seu foco principal. Para isso, é necessário conhecer melhor os desafios, fatores críticos de sucesso e acima de tudo poder posicionar sua contribuição para que seu cliente obtenha os melhores resultados. O aprofundamento em determinados segmentos de mercado e tipos de indústria pode ser o melhor caminho para a especialização. Se você não se tornar um especialista nos desafios de seu cliente, dificilmente conseguira conectar os benefícios que sua oferta pode trazer para o comprador.

Adaptação

Como na teoria de Darwin, quem vence não é o mais forte ou o mais rápido, mas sim aquele que melhor se adapta à nova realidade. O mundo dos negócios está em plena transformação. Digitalização, inteligência artificial, IoT, mobilidade, omnichannel, entre outras tendências, que não são estáticas. A cada dia novas ofertas surgem com base nas novas megatendências.

A conclusão é que o modelo de venda de soluções é aquele que proporciona o melhor retorno de capital investido ao acionista e do empreendedor. As megatendências são importantes direcionadores de posicionamento de ofertas e devem sempre ser dominadas para que sua oferta esteja bem alinhada com as iniciativas globais. Acima de tudo, o toque final de diferenciação vem com a especialização e foco no sucesso de seus clientes, que dá o contexto da solução.

Eduardo Borba, presidente da Sonda IT, maior integradora latino-americana de Tecnologia da Informação

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Sonda IT lança tecnologia focada em Inteligência Geográfica

Norteada pela grande expectativa da utilização de sistemas de inteligência geográfica por todos os setores da economia, a Sonda IT, maior integradora latino-americana de soluções em Tecnologia da Informação, lança o Viewer Solution (VS). A solução de georreferência GIS foi desenvolvida para ser utilizada em qualquer atividade econômica que necessite de análise de informações em contexto geográfico.

A ferramenta é capaz de armazenar não só elementos espaciais, como também associá-los às bases de dados de informações alfanuméricas. Permitindo, dessa forma, utilizar subsídios provenientes de diversas fontes, como informações estáticas armazenadas em bancos de dados, planilhas eletrônicas, insumo recolhido através do GPS ou obtido por métodos tradicionais de topografia.

O Viewer Solution possui funcionalidades de visualização de mapas, intersecção de camadas, ferramentas para buscas, captura, manipulação, análises e visualização de informações geográficas. Sua interface é intuitiva e proporciona acesso a um grande volume de dados com utilização mínima de recursos de hardware, garantindo assim, o alto desempenho, além do compartilhamento simultâneo a um grande número de usuários.

Um dos diferencias do VS é a sua caraterística in memory, que utiliza o serviço de cache na memória do servidor para a pesquisa dos dados geográficos e provedores de dados, estes especificados como serviços que podem ser desenvolvidos e integrados de forma transparente.

“Na prática, estes provedores de dados podem ser configurados para proporcionar atualizações em tempo real como, por exemplo, no caso das mudanças ocorridas nas diversas fontes de dados”, explica Maykel Darme, responsável pelo Viewe Solution e gerente de produto da Divisão de Utilities da Sonda IT.

Toda a configuração das informações dos mapas é feita por meio de um editor, que possibilita a parametrização das camadas, ou seja, sua origem de dados, aparência e comportamento, assim como, a criação de mapeamento temático, consultas e filtros. Para facilitar a localização e o acesso, essas camadas são organizadas em uma árvore hierárquica, podendo ser personalizada para cada usuário.

“A solução Viewer Solution proporciona, ainda, a utilização do modelo de visualização multimapas e multipainéis, possibilitando a visualização de determinada região em um ou mais mapas simultaneamente, com diferentes perspectivas de zoom e camadas, ou mais mapas em regiões completamente distintas, em conjunto com painéis de informações tabulares ou gráficos”, pontua Rivaldo Ferreira, diretor executivo da Divisão de Utilities da Sonda IT.

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Sonda IT anuncia estratégia para o mercado de Segurança da Informação

O crescente uso de serviços em nuvem, o aumento da demanda por soluções móveis, a ampliação na sofisticação das ameaças virtuais e a dificuldade em assegurar a privacidade dos dados resultam em um cenário na qual a segurança da informação torna-se cada vez mais complexa e estratégica para as empresas. Atenta a esta realidade, a Sonda IT, maior integradora latino-americana de soluções de Tecnologia da Informação, anuncia a sua oferta voltada para o mercado de Segurança.

A proposta consiste em levar às medias e grandes empresas um serviço consultivo, baseada na necessidade integral do cliente, o atendendo através de uma plataforma agnóstica, cuja a particularidade da estratégia está em oferecer desde o diagnóstico, indicando o tecnologia exata para assesugar os dados da empresa, até a manutenção dos serviços, blindando ao máximo a companhia de riscos a ataques virtuais. Neste primeiro momento, a Sonda mira o seu alvo para os setores de telecom, finanças e e-commerce devido ao volume massivo de dados confindenciais que trafegam nesses segmentos.

Como parte da iniciativa, a Sonda realizou investimentos na área de Segurança da Informação focados no aprimoramento de protocolos de diferentes fabricantes, no reforço do time especialista, além de prever o lançamento de produtos, que serão desenvolvidos em larga escala com a intensão de usufruir de toda estrutura do data center próprio da integradora, no qual detém a certificação TIER III.

Para liderar a frente, a Sonda contratou Fernando Fontão como gerente de Soluções de Segurança. O executivo possui larga experiência em Tecnologia da Informação, com passagens mais recentes pela AirPatrol Corporation e CheckPoint Software Technologies. Dentre os principais desafios na integradora, o executivo coordenará os núcleos de planejamento estratégico de soluções de segurança, análises de necessidades do mercado e gestão da equipe de analistas de negócios.

Segundo Fontão, o quesito segurança nas empresas não deve ser considerado como um complemento das rede, mas sim uma plataforma em que o próprio negócio é planejado e executado. “Segurança da Informação envolve hardware e software, mas precisa de outros componentes para que seja mais efetiva, desde a escolha da tecnologia, passando pelo por processos de governança, risco e conformidade que deverão ser observados atentamente até o acompanhamento do estado da segurança como um todo. A tônica da oferta é baseada no discurso “a segurança da segurança”. Ou seja, sistemas que antecipam situações nas quais poderiam provocar interrupção no serviço e prejuízos ao negócio do cliente no dia a dia.” finaliza o executivo.

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Sonda IT cria gerências de inovação e arquitetura para apoiar a nova estratégia de verticais

O rápido crescimento da área de Analytics & Big Data da Sonda IT, maior companhia latino-americana de soluções de Tecnologia da Informação, resultou na criação das gerências de inovação e arquitetura, que apoiarão a estratégia de verticais da integradora para os setores de telecom, utilities, varejo e finanças.

A criação dessas gerências se deu em função do novo alvo da companhia, que utilizará a área como catalisadora para o processo de verticalização a partir do desenho de soluções que envolvem tecnologias de geoprocessamento, big data, análise preditiva e data mining, entre outras.

Para isso, a companhia trará produtos para o portfolio que tenham características de desenhar soluções mais amplas para atender cada vertical estratégica de acordo com as necessidades singulares dos setores.

Comandada pelo executivo Eduardo Pugliesi, que está na liderança de BI da companhia desde 2011, ambas gerências colocarão inteligência nas práticas de desenvolvimento de soluções, principalmente para as verticais, o que manterá viva a melhoria contínua, garantindo assim o crescimento sustentável da área.

“Este movimento se deu com o amadurecimento das práticas de Business Intelligence promovidas através dos mais de 100 projetos executados pela integradora”, acrescenta Pugliesi, destacando que o resultado da área nos primeiros seis meses atingiu crescimento de 45% em relação ao mesmo período de 2015 e a meta é dobrar até o final de 2016, adotando as estratégias elencadas.

Com a meta de proporcionar sinergia e redução de custo às empresas, a Sonda IT anunciou recentemente a reestruturação da sua área comercial para atender por segmentos de mercado, tais como Serviços, Indústria e Telecom. A nova estrutura tornou a equipe comercial em um time multiespecialistas, que passou a entender todas as exigências de negócio do cliente para promover uma venda integrada. Isso significa levar soluções adequadas às suas demandas, apoiando-os na implementação e evolução rumo às novas tendências digitais.

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O DevOps possibilita mais agilidade e diminui os riscos do seu negócio – Por Eduardo Floriano

A oferta de AMS (Application Management Services) proporciona à empresa, através do DevOps, mais agilidade, um ambiente de desenvolvimento padronizado e automação de processos operacionais na produção de softwares e serviços. Fato consumado.

Para entender melhor, o DevOps é a relação de interdependência entre desenvolvimento de software e operação de TI. Ou seja, é um trabalho colaborativo e harmônico entre esses dois times. O resultado desta junção é a entrega de aplicações, conhecidos por releases, mais rapidamente, com maior frequência e com aumento da qualidade do software implantados nos ambientes de infraestrutura. Consequentemente, atrelados a estes benefícios, há um aumento significativo na satisfação dos usuários e TI, bem como no atendimento do time to market e melhoria na eficiência do negócio.

O time de desenvolvimento ágil possui o foco na geração de novas aplicações ou releases ininterruptamente para atender as necessidades do negócio, enquanto o time de operação de TI foca na estabilidade e disponibilidade das aplicações para o usuário. A grande dificuldade encontrada pelas empresas é fazer com que esses dois times, com funções tão dispersas, consigam trabalhar juntos em prol de um mesmo objetivo.

Para isso, é necessária a mudança de cultura da companhia como um todo, envolvendo processos e práticas, como integração e entregas contínuas, que por meio de processos automatizados de teste unitários e funcionais, qualidade do código, liberações de novas versões de software nos ambientes de infraestrutura, e monitoramento proativo e constante por ambos os times, traz, além do ganho de produtividade percebida pelo usuário final e de TI, a garantia de um produto estável e com alta disponibilidade dos sistemas no ambiente produtivo.

Há ainda a questão da eficiência dos custos operacionais da TI, redução do TCO (Total Cost of Ownership), atingida durante o processo de desenvolvimento, na identificação de defeitos com antecedência, na redução do tempo de implementação e testes, bem como na manutenibilidade, que devido à aderência das boas práticas de desenvolvimento do código do software e da necessidade de um menor tempo para adequar o software a novos requisitos, por exemplo, proporciona economia.

A união de uma operação fundamentada e operada seguindo as boas práticas, uma boa governança sobre os ambientes de infraestrutura e equipes movidas pela cultura do DevOps permite à empresa maior crescimento, mais agilidade e qualidade no seu negócio. Fique atento.

Eduardo Floriano é diretor da área de AMS (Application Management System) da Sonda IT, maior integradora latino-americana de Tecnologia da Informação.

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Sodexo aprimora atendimento ao funcionário com o apoio da Sonda IT

Após passar por uma grande expansão em 2011 com a compra da Puras, empresa gaúcha de alimentação coletiva e serviços, a Sodexo Brasil percebeu a necessidade de melhorar seus processos de atendimento aos 35 mil colaboradores presentes em quase dois mil sites espalhados pelo território nacional. Para atende-los, a área de Tecnologia da Informação (TI) decidiu adotar um CSC (Central de Serviços Compartilhada) em seu Service Desk, o que proporcionou ganhos de eficiência operacional e maturidade nas interações com os funcionários.

A central disponibiliza chamados tanto para as necessidades de TI, como para as demandas de negócios, que envolve, por exemplo, problemas ou dúvidas com assuntos relacionados a departamento pessoal e até mesmo para as questões que correspondem ao core business da empresa, como o planejamento de cardápios. A centralização rendeu, nos últimos dois anos, melhoria na satisfação nos atendimentos dos chamados o atendimento, a criação de um processo de interação e o ponto único de contato para os chamados de TI e Negócios.

As boas métricas foram alcançadas após a criação do “Portal de Atendimento”, uma ferramenta para suportar a CSC da Sodexo, totalmente desenvolvida pela Sonda IT, maior companhia latino-americana de soluções de Tecnologia da Informação. Centralizando o atendimento através da ferramenta, os usuários da multinacional francesa conseguem realizar chamados para apoio aos sistemas de TI e de outros 29 processos de negócios como RH, Logística, Finanças, Administração, Contas a Pagar e Receber, dentre outras áreas.

De maneira clara e objetiva, o portal permitiu direcionamentos mais assertivos em cada departamento da empresa, redução nos custos das operações e administrativos, além de acelerar o ritmo da implementação de melhorias nos processos e obter um nível maior de controle em demandas mais críticas, refletindo diretamente na percepção do aumento de qualidade nos chamados por parte dos usuários.

“Antes apenas 63% dos funcionários aprovavam o antigo sistema, que envolvia o suporte sistêmico apenas para TI. Após a adoção do Portal de Atendimento para TI e Negócios, 94% deles estão satisfeitos com o nosso modelo atual de interação, tanto pela facilidade de contato quanto pela agilidade no retorno, pois para cada processo definimos um SLA (Service Level Agreement) para que a área se posicione em relação à solicitação realizada via portal”, conta Cláudia Marquesani, gerente de TI do núcleo de serviços e suporte às operações da Sodexo.

Além das 220 mil interações anuais realizadas através do portal, a Sonda IT também apoia a Sodexo na disponibilização de vídeos autoexplicativos a fim apresentar soluções para os chamados mais comuns, sem que seja necessário abrir chamados, o que já contribuiu para uma significativa redução de 18% dos incidentes de TI.

Transferindo estas atividades para o CSC no Service Desk da Sonda IT, a multinacional francesa passou a utilizar suas equipes para atividades mais estratégicas. Para Claudia, o sucesso dessa parceria entre a Sodexo e a Sonda IT é o entendimento da integradora no negócio do cliente e a sua capacidade de buscar eficiência para o tripé ‘pessoas, processos e tecnologia’.

“Ao invés da Sodexo desenvolver um CSC interno, o que tornaria o processo oneroso por conta da demanda do mapeamento das operações, do tempo e, consequentemente, dos custos para sua estruturação, a empresa transferiu à Sonda IT a necessidade e nós entregamos a solução adequada à demanda da companhia”, pontua Juliana Matias, gerente de negócios e umas das responsáveis pelo projeto da Sonda na Sodexo.

Vale ressaltar que a executiva da Sodexo, Claudia Marquesani, foi premiada em função deste projeto após apresentação do case na última edição da Conferência & Expo Internacional HDI Brasil, maior evento de ITSM da América Latina, através da palestra “Central de Serviços Compartilhada: é possível atender TI e outros departamentos e ainda aumentar a eficiência de sua organização?”.

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Profissional em mutação: o papel do chefe de dados – Por Eduardo Borba

O acesso mais amplo às tecnologias da informação, os avanços sistêmicos, as empresas e os consumidores ávidos por inovação, assim como a crise econômica que afeta negócios no País todo e põe à prova modelos tradicionais de gestão são apenas alguns dos motivos que estão propiciando uma revolução em curso para o futuro da indústria. Essa mudança traz novas oportunidades para o mercado, tanto na educação quanto na geração de empregos altamente qualificados, além do ganho de rentabilidade para as organizações que souberem aproveitar este cenário.

Com a chegada da digitalização no ambiente de trabalho, que propiciou o conceito de Indústria 4.0 (uso intenso da digitalização e robotização em processos industriais, que aumentam a produtividade e agregam mais valor ao negócio), surge uma alteração na estratégia de gestão das empresas, que é concebida com a demanda de um novo perfil profissional: o chefe/ cientista de dados.

Esse profissional, que nasceu em um ambiente de mais fácil acesso à informação e à educação, tem naturalmente capacidade empreendedora e analítica, o que irá ajudar as empresas a avaliar a enorme quantidade de dados por meio de habilidades necessárias para a manipulação e entendimento dos dados. Vale ressaltar aqui que o cientista de dados é a profissão mais “sexy” deste século, segundo a Harvard Business Review, e que ela segue tão quente quanto rara aqui no Brasil.

O emprego desse cientista é fundamental para empresas que já têm uma cultura corporativa baseada em dados ou estão pensando em desenvolver. As que já operam com dados podem reformular o time para multitarefas, tendo em vista profissionais que têm um DNA de Transformação Digital. Enquanto as outras que visam este modelo podem dar o passo inicial com a criação do novo cargo para gerir as suas iniciativas. O emprego deste profissional irá definir o sucesso das empresas neste mercado que apresenta uma revolução em curso.

Pode-se dizer que este novo trabalho pode ser visto como uma quebra de paradigma, uma vez que é preciso criar e amadurecer o ambiente. Esta revolução no perfil profissional nos últimos anos é o que pode se esperar nas próximas décadas. E quem vai executar essa estratégia, num segundo estágio, talvez de forma mais amadurecida, é o público que está sendo formado, os millenius. A capacidade deles de conectividade virtual e pessoal, num ambiente com um vasto número de informações e pessoas, somada à expertise necessária em determinadas áreas, levam à capacidade analítica, rapidez e assertividade na tomada de decisões, dando condições para um mercado de trabalho cada vez mais empreendedor.

Esta é a hora das empresas começarem a repensar seus modelos para receberem, num futuro próximo, profissionais com habilidades pouco exploradas hoje, mas que trarão condições para que as novas demandas de análise e tomada de decisão sejam suportadas e, acima de tudo, bem utilizadas nos negócios. Mãos à obra!

Eduardo Borba é presidente da Sonda IT, maior integradora latino-americana de Tecnologia da Informação

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O papel do executivo na disputa Sorte X Plano – Por Eduardo Borba

A malemolência dos brasileiros e nosso característico charme e jeitinho nos brindam com uma flexibilidade invejada na arena internacional do mundo dos negócios. Parece que nossa herança genética brinda um DNA que nos beneficia com a audácia necessária para correr riscos e resolver os mais intrincados problemas na base do improviso e heroísmo. Que atire a primeira pedra o brasileiro que nunca respondeu – sequer em pensamento – “deixa que amanhã eu dou um jeitinho”, para complexas situações de seu cotidiano, sem ter a menor ideia de como resolver o problema na manhã seguinte.

Contudo, dar um jeitinho significa não ter um plano. Indica que não há previsibilidade de solução, muito menos da forma como será resolvida. É como se fosse dito aos stakeholders: confie em mim, eu acharei uma solução! Apesar de aparentemente gloriosa, a frase não serve como base sustentável de credibilidade. Pelo contrário. Explicita a falta de controle sobre as variáveis da dinâmica dos negócios e classifica as ações como sorte de um jogador.

Quão seguro você se sentiria ao investir seu capital numa roleta do cassino? Um apostador gosta do risco por esporte. Parte do prazer do jogo está em aguardar a resolução do imprevisível, temperado pela possibilidade de perder. Contudo, se serve para jogadores, está longe de satisfazer os investidores. Esse segundo grupo precisa entender os planos e vislumbrar o sucesso através das ações delineadas pelos executivos. Não há espaço para o inusitado, sendo que a sorte figura apenas como um suplemento às ações detalhadamente planejadas e perfeitamente executadas.

Quem quiser conquistar investidores deve priorizar o planejamento e a previsibilidade. Mostrar que a dinâmica do mercado está mapeada e que as ações da empresa estão coerentes com a demanda é no mínimo sinal de que o gestor está preparado para ocupar a cadeira de comando. Trata-se de oferecer a correta satisfação aos acionistas e, ou conselho de administração, evidenciando que a lição de casa foi feita. Dessa forma se garante o mínimo de sucesso.

Parece básico? Sim, é muito básico, mas, nós, brasileiros, temos a infeliz mania de achar que estamos acima do trivial – só que não! De nada adianta nossa flexibilidade e rapidez de adaptação se não formos capazes de entregar os itens básicos da expectativa do comprador ou acionista. O básico da relação empresarial é a fundação sobre a qual se constrói uma relação duradoura. Somente sobre a estabilidade do cumprimento das necessidades básicas se pode dar oportunidade ao improviso e ao inusitado para maximizar os resultados.

Fica fácil notar que a emoção da aposta, idealmente, deveria estar restrita aos cassinos e aos apostadores. No mundo dos negócios, a preparação e planejamento ocupam lugar de destaque, seguidos por eximia execução.

* Eduardo Borba é presidente da Sonda IT, maior integradora latino-americana de Tecnologia da Informação

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Celesc adota consultoria estratégica da Sonda IT

A Celesc Distribuição, responsável pela distribuição de energia para 2,6 milhões de clientes no Estado de Santa Catarina, fechou um contrato com a Sonda IT, maior companhia latino-americana de soluções de TI, para aprimorar seus processos de negócios e as atividades desempenhadas ligadas às demandas regulatórias de atendimento ao consumidor.

Com a utilização de boas práticas de gestão e uma abordagem focada em eficiência, produtividade e compliance regulatória, o objetivo da Sonda é identificar ações com foco em gestão do conhecimento, antecipação da receita, redução da inadimplência, agilidade operacional, gestão dos processos e controle dos principais processos de trabalho numa ação que será feita a quatro mãos com o time de consultores da integradora somado ao apoio das equipes das áreas de TI e comercial da Celesc.

“A experiência tem sido muito positiva e permite que, com um olhar externo da fornecedora, pudéssemos avançar de forma consistente em diversos pontos de melhoria no atendimento e relacionamento com os clientes”, explica Eduardo Cesconeto, diretor comercial e de clientes da Celesc.

Para Giuliano Domingues, consultor da divisão de Utilities da Sonda IT, este modelo de consultoria permite uma relação de ganho mútuo entre as empresas, na qual a Celesc obtém a recomendação e aderência dos processos de trabalho que estão alinhadas às práticas de gestão mundialmente reconhecidas.

“O papel da Sonda é identificar situações para o aprimoramento e desenvolvimento de novas ferramentas focadas na usabilidade, produtividade e agilidade operacional do cliente final”, pontua o Domingues.

A palavra desafio tem se tornado uma rotina do setor elétrico nos últimos anos. Além das mudanças ocorridas no modelo regulatório com a edição da Medida Provisória nº 579, a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) tem dedicado uma parte considerável de suas ações à modicidade tarifária como aperfeiçoamento dos mecanismos para a revisão tarifária e o fator de produtividade utilizado nos reajustes tarifários.

Como consequência destes aperfeiçoamentos conduzidos pela agência, a eficiência e produtividade ganham contornos cada vez mais decisivos no contexto e nos planos estratégicos das distribuidoras de energia elétrica. A Sonda, ciente deste cenário, se adequa cada vez mais neste novo contexto.

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Carlos Alberto Pádua assume a vice-presidência da Divisão de Serviços de TI da Sonda IT

A Divisão de Serviços de TI da Sonda IT, maior companhia latino-americana de soluções de Tecnologia da Informação, está sob nova liderança com a chegada de Carlos Alberto Pádua, que assume a vice-presidência da área. O cargo até então era ocupado por Alberto Aguilera, que retorna para a sede da empresa, no Chile.

A nomeação do novo executivo vem somada à novidade de integração do portfólio da CTIS Tecnologia, empresa adquirida pela chilena em 2014, com o leque de ofertas da Sonda IT. Pádua, que atuava como vice-presidente de operações da CTIS, chega com a missão de unir as áreas de Serviços de TI das duas companhias, aumentando a capilaridade de atendimento tanto para o setor privado, quanto para o governamental, carro-chefe da CTIS.

Com esta união, a Sonda IT cria uma das maiores organizações de serviços do mercado de tecnologia no Brasil, que reúne nove mil dos 14 mil colaboradores da companhia no território nacional. Esta integração promove, além da cobertura em todo o Brasil, um portfólio completo para todas as indústrias, incluindo governo, que atualmente consome 40% dos investimentos de TI.

“Estamos fortalecendo essa frente, que é a maior referência da Sonda na América Latina, para alavancarmos nossa oferta de terceirização dos processos de TI das empresas de modo que elas possam nos entregar gradativamente suas demandas para compor um full outsourcing”, explica Pádua.

As unidades de negócios comuns entre as duas companhias, que passam a atuar conjuntamente, compreendem as seguintes frentes: Serviços de Gerenciamento de Aplicações (AMS), End User Services, Data Center & Cloud Computing, Integração e Outsourcing, Consultoria de TI e MDS (Management Device Services). As novidades de ofertas ficam por conta da chegada das unidades de Print Center e Visual Solution, ambas vindas da CTIS.

Pádua tem experiência de 30 anos no mercado de Tecnologia de Informação. Engenheiro Eletrônico formado pela Poli – USP e MBA pela FIA, o executivo foi por dez anos vice-presidente de Tecnologia da Diebold / Procomp.

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A Transformação é do relacionamento, não da Tecnologia – Por Eduardo Pugliesi

Engana-se quem pensa que a Transformação é Digital. A tecnologia sempre existiu e, de tempos em tempos, surgem novos termos, novas roupagens e novas ofertas também. O que mudou, na verdade, é a forma de entregar o relacionamento, a experiência, o consumo, entre outros. O foco, então, está muito mais relacionado às pessoas do que à tecnologia. Enquanto o modelo digital altera o foco do relacionamento, permitindo a capilaridade de todos com todos, a empresa prestadora de serviço (cliente) é um meio para esse tipo de relacionamento.

A digitalização tem sim sua importância, mas a “viagem tecnológica” não precisa ser entendida pelos clientes. Estes apenas definem para onde o consumo vai e as empresas de tecnologia, por sua vez, se encarregam na entrega desses relacionamentos. Se elas vão utilizar Algoritmos, Big Data, Business Intelligence, Metodologia Ágil, entre outras, não faz diferença para o cliente. A transformação digital é um catalizador de varias tecnologias, mas o que o cliente precisa não é a entrega delas, mas sim de uma estratégia de negócios que eleve sua maturidade neste cenário. Esse é o ponto que leva à transformação.

Não se trata de digitalizar o que uma empresa tem hoje, mas sim de repensar sua estratégia e unir funcionalidades para mudar seu relacionamento com os stakeholders. Uma empresa aérea, por exemplo, que antecipa o contato com o cliente, alertando-o através de um aplicativo a possibilidade de mudança de voo faz uso da tecnologia para transformar sua relação com o usuário. É possível fazer isso usando a infraestrutura digital disponível para pensar em formas de fazer relacionamento. É só uma questão de as consultorias de TI ajudarem as empresas a definirem escopos que vão surpreender o interlocutor, antecipando ações que irão aumentar a fidelização.

Um ponto alto para a Transformação do Relacionamento são os aplicativos. Hoje, as pessoas priorizam o uso desses mecanismos pela facilidade de relacionamento que a mobilidade permite. Mobilidade e Relacionamento, então, caminham juntos. Ancorados à estratégia do negócio, os front-ends dos aplicativos permitem diversas experiências de consumo.

O primeiro passo para melhorar a experiência dos stakeholders é definir uma estratégia estruturada, tendo como foco uma visão em longo prazo de como a empresa quer ser reconhecida no que tange a relacionamentos. Posto isso, é hora de formatar os algoritmos e entregar ações periféricas para começar a experimentar a Transformação Digital, que na verdade, é a Transformação do Relacionamento.

*Eduardo Pugliesi é diretor de Inovação e de Business Intelligence da Divisão Enterprise Applications da Sonda IT, maior integradora latino-americana de soluções de Tecnologia da Informação.

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Cloud e Indústria 4.0: como trabalhar em conjunto?

*Por Bruno Faustino

O termo Indústria 4.0 originou-se de um projeto estratégico de alta tecnologia do governo alemão, sendo mencionado pela primeira vez na feira Hannover Messe, em 2012. Considerada a 4° revolução industrial, o conceito engloba as principais inovações tecnológicas dos campos de automação, controle de dados e tecnologia da informação, aplicadas a processos de manufatura, além de considerar que as fábricas serão gerenciadas por sistemas cyber-físico no futuro.

Este novo movimento da indústria tem seis princípios básicos nas quais precisam e devem estar na agenda de prioridades do CIO. São elas:

Capacidade de operação em tempo real – Consiste na aquisição e tratamento de dados de forma instantânea, permitindo a tomada de decisões em tempo real.

Virtualização – Propõe a existência de uma cópia virtual das fabricas inteligentes. Permitindo a rastreabilidade e monitoramento remoto de todos os processos por meio dos inúmeros sensores espalhados ao longo da planta.

Descentralização – A tomada de decisões poderá ser feita pelo sistema cyber-físico de acordo com as necessidades da produção em tempo real. Além disso, as máquinas não apenas receberão comandos, mas poderão fornecer informações sobre seu ciclo de trabalho.

Orientação a serviços – Utilização de arquiteturas de software orientadas a serviços aliado ao conceito de Internet of Services.

Modularidade – Produção de acordo com a demanda, acoplamento e desacoplamento de módulos na produção. O que oferece flexibilidade para alterar as tarefas das máquinas facilmente.

Interoperabilidade – Capacidade dos sistemas cyber-físicos (suportes de peças, postos de reunião e produtos), humanos e fábricas inteligentes comunicar-se uns com os outros através da Internet das Coisas e da Internet.

A despeito do que é falado no mercado, que Internet das Coisas, Big Data e Segurança são os três pilares necessários que suportam esta nova corrente, na verdade, as tecnologias de Cloud Computing estão por trás destas sustentações e é uma parte fundamental para as indústrias a caminho do conceito 4.0.

Se olharmos as principais vantagens para o negócio na adoção do modelo na nuvem, que são agilidade, flexibilidade e colaboração – vemos como a modalidade se torna um complemento aos princípios da Indústria 4.0. É muito importante que o CIO , CTO e todo os C-level possíveis estejam alinhados com a estratégia e, sobretudo, saber qual tecnologia é mais favorável ao seu modelo de negócio.

Trazendo a tendência para o mercado de Cloud Públicas, temos atualmente dois dos principais líderes de mercado, leia-se AWS e Microsoft Azure, focados em diversas ofertas nos modelos IaaS, PaaS e SaaS com o intuito de atender os princípios da Indústria 4.0. Por exemplo, para implementar a capacidade de operação em tempo real pode-se usar na Azure o Machine Learning, um serviço no qual permite facilmente construir, implementar e compartilhar soluções de análise preditiva.

Há também a opção do Stream Analytics que pode desenvolver e implementar rapidamente soluções de baixo custo com o intuito de obter insights em tempo real a partir de dispositivos, sensores, infra-estrutura e aplicações. O principio de Descentralização pode-se usar o Data Factory, módulo focado na movimentação e integração de dados de múltiplas fontes.

Analisando as ofertas da AWS podemos atender Orientação a serviços com toda sua gama de serviços EC2(Compute), S3(Storage) e RDS(Database) em conjunto com seu modelo de pagamento On-Demand ou Upfront. Para Interoperabilidade, o AWS IoT, plataforma que permite conectar os dispositivos com facilidade e segurança em caminhões, lâmpadas e esteiras, além de poder interagir com aplicativos em nuvens.

Em resumo, como temos uma variedade de ofertas e modelos, é muito importante que as áreas de negócio da indústria, tais como produção, logística, marketing, vendas e outras, consigam demonstrar claramente seus desafios com a indústria 4.0. Dessa forma, a área de TI consegue definir em conjunto os melhores fornecedores e serviços a fim de atender esta neo revolução industrial, fazendo o seu real papel, o de agente transformador da mudança.

Bruno Faustino é diretor de tecnologia e novos negócios da Sonda IT, maior integradora latino-americana de Tecnologia da Informação.

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O Business Intelligence a favor do segmento elétrico

*Por Marcelo Hermann

A conjuntura econômica atual exige que as empresas sejam cada vez mais competitivas e eficientes. Por isso, oferecer os melhores produtos e serviços a custos reduzidos sempre será uma meta a ser alcançada por qualquer companhia que queira crescer neste cenário tão agressivo. Olhar para fora torna-se um fator crucial para o sucesso de uma corporação. Os clientes mudam a passos largos a sua forma de relação com seus fornecedores de produtos e serviços e, sendo assim, a busca pela excelência no relacionamento com seus clientes também passa a ser uma questão de sobrevivência.

No segmento de Utilities, em especial no setor de distribuição de Energia Elétrica, a história não é diferente. As empresas distribuidoras de energia elétrica são submetidas a exigências crescentes por qualidade e baixo custo de seus serviços, além de buscarem eficiência operacional e da primazia no relacionamento com os consumidores de sua área de concessão. Ou seja, satisfazer os seus clientes externos, internos e órgãos reguladores do setor é um objetivo constante neste segmento.

Neste sentido, ter a disposição um ambiente analítico corporativo e robusto, que forneça dados e indicadores preciosos às camadas operacionais, táticas e estratégicas é de fundamental importância. Outro ponto crucial é que o ambiente analítico precisa fornecer não apenas indicadores de performance vitais para a camada estratégica, mas também que se preocupe com a camada operacional responsável pelos processos essenciais do dia a dia de uma concessionária de energia elétrica.

Já os sistemas de gestão comercial e técnica, além do próprio ERP (do inglês, Enterprise Resource Planning) são grandes geradores de informações nos quais ajudam os clientes a transformarem dados em inteligência competitiva. Ferramentas de KDD (do inglês, Knowledge Discovery in Databases) têm se mostrado um grande aliado na busca pela recuperação de receitas através do combate à inadimplência e prevenção a fraudes.

Na prática, o uso do Business Intelligence nas empresas do setor de concessão de energia elétrica tem o intuito de suportar as principais necessidades de análises e geração de dados, visando suportar as camadas operacionais e estratégicas da empresa. Porém, o maior desafio é transferir toda a complexidade estrutural de uma base de dados transacional complexa, em um modelo híbrido dimensional e multidimensional que garanta não apenas performance, mas principalmente qualidade da informação.

O alto volume de informações geradas e a heterogeneidade do ambiente transacional são fatores que contribuem desfavoravelmente para a construção de um ambiente de Business Intelligence neste setor. Por isso, antes de começar a empreitada tecnológica, é preciso planejar o projeto para que este esteja bem estruturado a ponto de extrair toda a complexidade dos modelos transacionais, o que é um fator fundamental para o sucesso de um projeto de BI.

*Marcelo Hermann é Gerente Sênior de Inovação Tecnológica da Divisão de Utilities da Sonda IT, maior integradora latino-americana de soluções de Tecnologia da Informação.

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Sonda IT apresenta nova versão da solução de gestão de compra e venda de energia

A Divisão Utilities da Sonda IT, maior integradora latino-americana de TI, aproveita o reaquecimento do mercado livre de energia no Brasil, retraído por muito tempo devido à falta de energia disponível para comercialização, para apresentar a nova versão da solução GTS (Generation and Transmission Solution), desenvolvida com o objetivo de auxiliar as comercializadoras na gestão de compras e vendas de energia.

Na prática, a tecnologia é um software que controla todo o processo operacional e financeiro referente às negociações e receitas de geração, transmissão e comercialização de energia, respeitando as regras estabelecidas pelas entidades reguladoras do setor elétrico, como também, as regras aplicadas pela empresa administradora do sistema.

A ferramenta apresenta como principal diferencial a flexibilidade e a adaptação aos processos e negócios estabelecidos pela empresa usuária, com nível de parametrização associado a um sistema de workflow. Uma das principais funcionalidades é a simulação da venda com facilidades para formalização, desde a elaboração da proposta comercial até a assinatura do contrato e, consequentemente, a operacionalização.

Segundo Claudio Rincon, gerente de produtos sênior da Divisão Utilities, o GTS impacta nos negócios das comercializadoras na mitigação de riscos associados ao lastro, que é o montante necessário para garantir a venda ou consumo de energia elétrica.

“No mercado de energia o que é vendido ou consumido deve ser produzido ou comprado. Por isso, uma possível falta de lastro para consumo ou venda gera penalidades com a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), ficando sujeito a variações do mercado estabelecidas pelo PLD (Preço de Liquidação de Diferenças). O sistema ajuda a monitorar o balanço entre a somatória de produção e compra para que seja igual à soma do consumo e da venda”, explica o executivo.

A estratégia da SondaIT com esta nova versão da solução é entrar com força total no atual movimento das comercializadoras que estão à procura de vantagens competitivas para os seus negócios, investindo, cada vez mais, em soluções tecnológicas voltadas à gestão e operacionalização das negociações de energia elétrica.

“A Solução pode ser adquirida tanto no formato de licença de uso instalada no datacenter do cliente, quanto no modelo de serviço no datacenter da SondaIT. O mercado livre se reacende e as comercializadoras de energia têm oportunidade de realizar bons negócios. As empresas que saírem à frente levarão vantagem sobre àquelas que ficarem passivas”, finaliza Rincon.

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