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O uso do Data Center para melhorar a Experiência do Cliente

Por Fernando Dantas, Superintendente da Gerência de Serviços da Sonda Ativas

A Transformação Digital trouxe uma nova diretriz para o relacionamento entre empresa e cliente. Nos últimos anos, duas palavras têm chamado a atenção do mercado: Customer Experience (Experiência do Cliente), ou seja, a percepção que o consumidor tem sobre a empresa. O termo se refere à maneira como o cliente foi tratado durante toda a interação com a marca, inclusive após a efetivação da compra, fazendo com que ele recomende ou não os serviços e produtos recebidos. Ao contrário do que foi construído no passado, o sucesso de uma organização não depende unicamente da qualidade do seu produto e de um bom marketing, mas principalmente de uma ótima relação entre empresa e cliente.

Em uma era de ruptura, a Experiência do Cliente ganha ainda mais relevância. Há dez anos o contato com o consumidor deixou de ser apenas via telefone ou presencial e passou a ser integrado com as novas tendências, principalmente por meio das redes sociais e chatbots. Em um cenário de coisas e pessoas conectadas, o Data Center passa a ser um dos protagonistas dessa Revolução Tecnológica.

Pesquisas apontam que até 2020 mais de 20 bilhões de coisas estarão conectadas no mundo. Com uma demanda gigante de dados, as empresas buscarão soluções em Cloud para suportar todo o conteúdo e gerar mais espaço dentro das companhias. O armazenamento de dados em Nuvem garante às empresas mais tempo para investir em outras áreas do negócio e na Experiência do Cliente, o que consequentemente irá gerar mais lucros.

Em um mundo digital repleto de dados, é possível com a ajuda da tecnologia e da inteligência de mercado, se antecipar às necessidades dos clientes para melhorar sua jornada. Quando o consumidor percebe a preocupação da empresa em atendê-lo de forma eficaz, ele involuntariamente guarda os três pilares que formam a Customer Experience: esforço, emocional e sucesso. O pouco esforço que ele realizou para ter sua demanda atendida, a forma como a marca foi guardada em seu emocional e o sucesso em atingir os objetivos e possivelmente se tornar fiel à marca.

É por meio dos milhões de dados gerados diariamente que uma empresa pode se antecipar aos desejos de compra e às tendências de mercado para analisar determinado cliente. Investindo em uma boa inteligência analítica, os consumidores receberão ofertas que estão condizentes com suas necessidades e vontades. É a partir daí que a Experiência do Cliente tem início. Quando uma jornada começa bem, o consumidor já cria um vínculo positivo com a empresa, facilitando a comunicação e expondo mais facilmente sua visão sobre o que repassam para ele. No entanto, para manter uma boa imagem, a companhia deve estar presente também no pós-venda.

Antes de iniciar qualquer transformação relacionada à Experiência do Cliente, é necessário investir em plataformas que possibilitam uma melhor análise do seu consumidor. Muitas empresas erram porque acreditam que conhecem bem seu público-alvo, mas nem sempre estão atentas às rápidas mudanças que surgem. Somente por meio de uma visão ampla que a companhia poderá conhecer verdadeiramente seus consumidores e oferecer uma boa Experiência do Cliente.

Proporcionar uma ótima jornada ao cliente é a base do sucesso para qualquer empresa, pois é por meio da percepção do consumidor que as companhias fidelizam seu público-alvo e saem à frente quando o quesito é competitividade. Investir em melhores estratégias para a Experiência do Cliente é apostar no crescimento e reconhecimento da organização.

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A era da advocacia 2.0 chegou

Por Fernanda Vignoli Cabral, Gerente Jurídica da Sonda Ativas

Durante os meus anos de carreira na área jurídica, percebo que a advocacia é um dos mercados que menos mudou sua forma de executar trabalhos nas últimas décadas. Porém, o que tenho percebido é que esse cenário tende a se transformar radicalmente, principalmente com a implementação de novas ferramentas tecnológicas para a prestação de serviços legais e jurídicos. A necessidade de inovação é evidente, convertendo a cultura de antigos modelos de escritórios para organizações jurídicas profissionais, independentemente do tamanho da companhia.

Até meados da década de 90, o computador era apenas uma ferramenta para acelerar o processo de digitação de documentos. Os advogados trabalhavam individualmente, promovendo o atendimento pessoal do cliente, buscando arquivos necessários, atendendo telefone, dirigindo-se ao fórum para ingressar com a ação, realizando a audiência e fazendo a cobrança final dos honorários. Estou falando de um cenário de quase 30 anos atrás! Mas será que houve realmente uma mudança significativa nessas últimas décadas? Será que os advogados estão preparados para o mundo digital de hoje?

Como acontece com qualquer profissão, o que era inovador em uma época se torna ultrapassado no presente. O avanço da Internet passou a exigir uma advocacia mais moderna, que acompanhe as transformações tecnológicas e se adapte a elas.

Vejo hoje, cada vez mais, Lawtechs ou Legaltechs (termos que se referem a startups que criam serviços e/ou produtos voltados ao mercado jurídico) criarem plataformas para explorar as atuais falhas que esse setor ainda apresenta, mesmo com tanta tecnologia à disposição. Essas plataformas são utilizadas na terceirização de serviços advocatícios, tais como na elaboração automatizada de petições, análise de documentos, confecção de contratos, gestão de prazos e pendências, entre outros. A tecnologia vem fazendo um movimento disruptivo irreversível.

Os advogados e demais agentes do Direito precisam estar prontos para acompanhar essa revolução, que acontecerá em uma velocidade cada vez mais rápida. Quem não se atualizar certamente ficará para trás no mercado. É necessária uma mudança urgente de pensamento dos profissionais de Direito, pois a chegada dessas plataformas e aplicativos jurídicos estão impondo aos advogados a necessidade de adequação à modernidade.

Vale destacar, no entanto, que o advogado não será obrigado a possuir todas as habilidades referentes à advocacia: captação de clientes, gestão de trabalhos, execução, conhecimentos técnicos, desenvoltura oral etc. O que quero transmitir aqui é que essas ferramentas chegam para auxiliar o trabalho mais burocrático para, assim, o profissional focar suas energias e esforços no desenvolvimento de suas melhores competências e otimizar tarefas mecânicas, reduzindo o custo e o tempo de atendimento aos clientes.

Sempre digo a todos em meu ambiente de trabalho que precisamos lembrar que advocacia é sobre pessoas. Justamente por isso não poderemos e nem conseguiremos automatizar tudo. Porém, afirmo que, dentro das possibilidades, devemos cada vez mais utilizar a tecnologia a nosso favor. Somente dessa forma seremos capazes de otimizar a nossa rotina, aperfeiçoar os nossos serviços e, por consequência, melhorar o atendimento aos nossos clientes. Você está preparado?

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TI Híbrida e a ascensão dos negócios digitais

Por Fabiano Ribeiro, Gerente de Produtos da Sonda Ativas

As infraestruturas de TI já são reconhecidas como um dos principais pilares de qualquer empresa que queira crescer no mercado. As transformações ao longo dos anos mostram a influência que esse segmento tem de alavancar completamente os negócios de uma organização, melhorando a eficiência e a eficácia dos processos da companhia. Além disso, em diversos e recorrentes casos, as soluções e plataformas digitais relacionadas à infraestrutura de TI promovem a descoberta de novos nichos e viabilizam modelos de operação mais modernos nas empresas.

Entre os principais avanços recentes em infraestrutura de tecnologia, está a TI Híbrida e, em especial a Cloud Híbrida. As organizações estão sendo obrigadas a adotar novas estruturas e abordagens de TI a fim de operarem e gerenciarem seus sistemas legados junto a todos os demais sistemas associados.

A TI Híbrida inicialmente concentrava-se em sistemas operacionais e linguagens de desenvolvimento de aplicações. O próprio termo há alguns anos não era quase difundido e estava relacionado à uma combinação de interoperabilidade (comunicação entre sistemas de forma transparente) e integração, exatamente o oposto do que é considerado hoje. Todo sistema diferente exercia uma função exclusiva no ambiente de computação e a integração era apenas uma necessidade para a troca de dados.

Hoje, a TI Híbrida atingiu todos os aspectos da tecnologia, desde servidores e infraestrutura até aplicativos e dispositivos. O objetivo de seu uso está relacionado à otimização para obter o máximo de benefícios de cada elemento de infraestruturas altamente digitalizadas.

Em relação a Data Centers, por exemplo, a abordagem híbrida traz a capacidade de consolidar e correlacionar dados em Nuvem e proporcionar mais amplitude, profundidade e visibilidade. Ela faz com que os profissionais de TI tenham mais segurança e rapidez na gestão de suas informações, aplicações e dados. O conceito híbrido vai também além da Nuvem Híbrida e integra itens como experiência do usuário, aplicações, dispositivos, estrutura de dados, modelos de segurança, entre outros. Ela oferece uma variedade de opções de tecnologia para otimizar a forma como o trabalho é executado.

Estudos apontam que empresas que adotam modelos híbridos de infraestrutura têm três vezes mais chances de alcançar seus objetivos de negócios, revelando que a transformação digital e o uso da TI Híbrida são essenciais para o sucesso competitivo das organizações.

Combinar eficiência, automação, economia de tempo e de custo, simplicidade, conveniência e a melhor experiência para usuários finais são alguns dos objetivos comuns de empresas brasileiras. Com a transformação digital, elas conseguem aplicar esses itens, seja na maneira como os colaboradores trabalham, seja como são executados os processos e a gestão de dados e aplicativos da empresa.

As empresas dos mais variados setores vivem hoje uma grande pressão do mercado, que exige mudança e atualização como uma questão de sobrevivência. A TI híbrida é mais uma frente importante nesse processo de evolução para um modelo de negócios verdadeiramente digital.

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Grupo SONDA abre 500 vagas de emprego em todo o Brasil

Companhia contrata profissionais de TI para atuarem nas operações SONDA, CTIS e Sonda Ativas. As oportunidades estão localizadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Brasília, dentre outras regiões. A organização também disponibiliza vagas para outros países da América Latina.

O Grupo SONDA, maior companhia latino-americana de serviços e soluções de tecnologia, está com 500 vagas abertas para profissionais de TI em diversas regiões do Brasil. As oportunidades estão dividas entre três operações do Grupo: SONDA, CTIS e Sonda Ativas.

A demanda surge com o reaquecimento do mercado, que trouxe a ampliação e a chegada de grandes contratos com os órgãos públicos e com a iniciativa privada, fomentando de maneira orgânica a criação de novos cargos para atuação em projetos, bem como em alocações dentro de clientes.

As oportunidades disponíveis são para estagiários, analistas, técnicos e desenvolvedores de programa com especializações como Java, .NET, PHP e Cobol, além de outros cargos mais estratégicos que englobam posições comerciais, como consultor e gerente.

O Grupo SONDA proporcionará ao profissional selecionado a viabilidade de crescimento e experiência dentro de um dos maiores conglomerados de TI do Brasil. Além disso, é possível se candidatar a vagas em outros países onde a SONDA atua, tais como Chile, Argentina, México, Uruguai e Colômbia, entre outros. Ao todo há oportunidades para dez países, que disponibilizam atualmente 140 vagas de trabalho.

Para acessar as vagas, tanto no Brasil quanto na América Latina, os candidatos interessados devem cadastrar o currículo no site da companhia (www.sonda.com/br/carreiras/).

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IoT: a necessidade de Data Centers preparados para essa revolução

Por Daniel Magalhães, Diretor de Tecnologia da Sonda Ativas

A Internet das Coisas (IoT – Internet of Things) é uma revolução tecnológica que tem como objetivo conectar itens usados no dia a dia à web, causando contínua interação entre objetos e pessoas.

Cada vez mais surgem produtos como eletrodomésticos, meios de transporte e até mesmo maçanetas de porta conectadas à Internet e a outros dispositivos como computadores e smartphones. A ideia é que o mundo físico e o digital se unifiquem, por meio de dispositivos que se comunicam, sendo vantajoso tanto para usuários quanto para as empresas que se tornam mais competitivas e atrativas. Para isso, não é possível pensar em revolução da IoT sem pensar em infraestrutura de Data Center.

De modo geral, a IoT conecta ativos remotos e fornece um fluxo de dados entre o recurso e os sistemas de gerenciamento centralizados. Esses ativos podem ser integrados aos processos organizacionais novos e existentes para fornecer informações sobre o status, localização, funcionalidade e assim por diante.

As empresas podem se utilizar da IoT para diversos fins, como manutenção, design e marketing de produto, logística, manutenção de frota, otimização do atendimento e gestão de carteira de clientes. As informações em tempo real permitem uma compreensão mais exata, cooperando para decisões assertivas, permitindo redução de custos, otimização de processos, aumento de eficiência e produtividade.

O fato é que as implementações de IoT geram grandes quantidades de dados que precisam ser processados e analisados em tempo real, aumentando a proporção das cargas de trabalho de Datas Centers e gerando aos fornecedores novos desafios de segurança, dados, gerenciamento, armazenamento, servidores e rede. Os gerentes de Data Center precisarão implementar gestão de capacidade voltada para no futuro atenderem proativamente as prioridades comerciais associadas à IoT.

De acordo com pesquisas, a capacidade instalada de provedores de Data Center consumida pelas cargas de trabalho da IoT vai aumentar cerca de 750% até 2019. Os investimentos em plataformas hospedadas em centros de dados serão fundamentais para cumprir a promessa de Internet das Coisas em qualquer hora, lugar e a partir de qualquer modelo de conectividade.

A IoT em breve se tornará o motor de expansão de Data Centers, acelerando a transição da infraestrutura tradicional para Nuvem e movimentando de forma ainda mais acelerada a evolução desse segmento.

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