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Ingram Micro anuncia novo diretor de Cloud e Soluções Digitais

Há pouco mais de dois anos, a Ingram Micro Brasil, subsidiária do maior distribuidor mundial de tecnologia, contratou José Furst para dirigir a divisão de Cloud e tornar a distribuidora um provedor master de soluções em nuvem no país. O objetivo foi alcançado, principalmente com o lançamento da plataforma Ingram Micro Cloud Marketplace que em um ano conquistou mais de 900 revendas e responde por mais de 85% dos negócios em nuvem da companhia.

Agora, em sintonia com o êxito da iniciativa e com a estratégia de expansão, a Ingram Micro anuncia Flávio Moraes Jr. como diretor de Cloud e Soluções Digitais, para liderar a divisão de Cloud e a unidade de software, em substituição a José Furst, que foi promovido a diretor da divisão de Cloud na América Latina.

Cabe ao novo contratado colocar cloud com algumas linhas de software e oferecer soluções híbridas de nuvem com on premise. “Dar continuidade ao trabalho feito até aqui e que trouxe excelentes resultados para os negócios em nuvem da Ingram Micro é um grande desafio”, diz Moraes Junior, que pretende levar às revendas soluções que possibilitem a oferta de arquiteturas em cloud mais completas e que atendam às diferentes demandas do mercado. “A integração da área de Soluções Digitais com a de Advanced Solutions reforça a proposta de valor para a nossa oferta de cloud e software”, explica Moraes Junior, completando que irá focar principalmente em fabricantes de software, que sabem o quanto é importante explorar as oportunidades de migração para cloud.

Formado em engenharia pelo Centro Universitário FEI e com MBA em negócios pela Fundação Getúlio Vargas, Moraes Jr. foi diretor de Desenvolvimento de Negócios e Soluções Digitais da Claro, respondendo pelo desenvolvimento e gestão de produtos cloud, data center e segurança gerenciada e marketing online, entre outras atividades.

“Estamos muito confiantes de que Flávio Moraes Jr. dará continuidade a todo o esforço que foi dedicado na área de Cloud nos últimos anos, agregando ainda mais revendas ao nosso marketplace e trabalhando forte também na unidade de software, oferecendo soluções completas e customizadas de acordo com as necessidades de nossos parceiros. Além disso, o novo diretor deve unir algumas ofertas de cloud e de software, com soluções híbridas”, afirma Diego Utge, VP & Brazil Chief Executive da Ingram Micro.

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Avanade Technology Vision 2017: empresas devem investir em Inteligência Artificial

Organizações têm uma pequena janela para fazerem testes e se tornarem familiarizadas com as estratégias e tecnologias, e assim se prepararem para um mundo em que a Inteligência Artificial será prioridade. Essa foi a principal descoberta de um novo relatório da Avanade, provedora líder de soluções digitais e cloud.

O relatório Avanade Technology Vision 2017 observou as tendências para os próximos três anos e concluiu que estamos no limiar de uma nova década de disrupção digital, impulsionada por inteligência artificial e automação. Ele indica que essa era, em que IA será prioridade, trará poderosas oportunidades e novas capacidades para as organizações, de forma similar ao que aconteceu na revolução dos computadores pessoais da década de 90 – mas a transformação deve começar agora.

O documento destaca que essa nova era já está criando novas formas para as organizações interagirem, servirem e empoderarem seus clientes e funcionários. Por exemplo: ao utilizar IA em automação inteligente, Robotic Process Automation (RPA) e automação física, empresas permitirão que seus times conquistem mais e mais rápido, com iniciativas inteligentes e resultados aprimorados.

Além disso, conforme cloud, big data e mobile continuem em seus processos de convergência, o relatório prevê que as interfaces baseadas em IA levarão a interações mais profundas e significativas, uma “centralização situacional”, feita sob medida não apenas para cada funcionário ou cliente, mas também única para a situação em que se encontram.

Outro tema central é a necessidade das organizações agirem de forma responsável e adotarem uma ética digital, uma vez que cada ação digital pode ter consequências não intencionais. Fica claro que IA está alterando a forma como vivemos, trabalhamos e entendemos o mundo, e essa “digitalização de tudo” requer um novo parâmetro para responsabilidade corporativa.

“Não apenas IA está recriando a experiência digital dos consumidores, mas está prestes a se tornar o conjunto de tecnologias mais importante que você pode dar à sua força de trabalho,“ afirmou Chris Miller, Chief Technology Innovation Officer na Avanade. “Conforme atividades mais simples e repetitivas são automatizadas, veremos um acréscimo no tempo disponível para pessoas e em suas capacidades cognitivas, para se concentrarem em coisas de importância para elas mesmas e para as organizações para as quais trabalham.”

O Avanade Technology Vision 2017 identificou cinco medidas que as empresas podem tomar para sobreviver e crescer nessa nova era de IA:

1. Incorpore IA como uma nova camada para a experiência do usuário: Clientes não estarão apenas em aplicativos ou na internet. Eles esperarão assistentes equipados com IA e interfaces invisíveis, assim como experiências diferenciadas como voz, realidade mista e tátil.

2. Aprimore suas equipes: os ganhos obtidos por inovar a produtividade no local de trabalho alcançaram um platô, mas IA ajudará as organizações a alcançar novos níveis de eficiência e eficácia. Uma força de trabalho aprimorada por meio de IA também ajudará as empresas a reter uma nova geração de funcionários.

3. Se conecte à economia das plataformas: Organizações devem estar preparadas para criar e se unir às plataformas baseadas em IA em suas respectivas indústrias e outras, para que possam alcançar os consumidores em qualquer lugar.

4. Adote uma abordagem DesignOps em todos os lugares: Combinar design thinking e princípios da engenharia moderna será uma necessidade para a transformação digital de uma empresa para uma entidade centrada no usuário. Organizações devem começar imediatamente a construir uma cultura, mindset e modelo de negócios preparados para a revolução DesignOps – na qual todos estão focados no usuário.

5. Aja com responsabilidade e tenha um plano para consequências secundárias: A ascensão da IA está alterando fundamentalmente tudo sobre como vivemos, trabalhamos e compreendemos nosso mundo. Organizações devem desenvolver um framework de ética digital que aborde questões como segurança de dados, confiança e privacidade, e que dê orientações sobre como os dados devem ser obtidos e utilizados.

Miller comentou: “Inteligência artificial se tornou uma realidade. Organizações que se movimentarem para se aproveitar dela alcançarão novos níveis de produtividade, assim como níveis altos de engajamento e satisfação de equipes.”

“No Brasil, em um momento onde as empresas buscam inovar sem aumentar seus orçamentos, a adoção de técnicas de Inteligência artificial e a automação estão acelerados, pois permitem reduzir investimentos em atividades repetitivas e assim liberam investimentos para inovações que realmente trazem valor. É uma nova revolução industrial, inclusive na área de serviços” comenta Marcelo Serigo, Digital Advisory and Innovation Lead da Avanade.

Para ter mais informações sobre o Avanade Technology Vision 2017, visite: www.avanade.com/en/thinking/research-and-insights/tech-vision

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