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TICNOVA 2019 já tem datas confirmadas e contará com um circuito em várias instituições de Maringá

Vem aí a 7ª edição do TICNOVA, o maior evento de tecnologia e inovação do sul do país, promovido pela Software by Maringá, entidade que reúne mais de 100 empresas de TI e startups. O evento acontecerá entre os dias 20 e 24 de agosto. São esperados mais de 2 mil participantes nos cinco dias de programação.

Para abrir o evento com chave de ouro, Allan Costa, diretor-presidente da Celepar, Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná, fará uma palestra magna no dia 20/08 às 19 horas, no Teatro Calil Hadad. Já estão previstas outras participações para a abertura, que serão comunicadas em breve.

A sede principal do evento nos dias 21 e 22 será o campus Maringá da UniCEsumar.

Já nos dias 23 e 24 o Circuito TICNOVA acontecerá em diversas instituições da cidade, onde acontecerão trilhas simultâneas em locais como como a Universidade Estadual de Maringá (UEM) e a sede TecnoSpeed, conhecida como a Casa do Desenvolvedor, que organizará hackatons (maratonas de programação) e ideations (desafios de inovação a partir do pensamento coletivo), entre outros. Outras “embaixadas TICNOVA” espalhadas pela cidade também farão parte do circuito TICNOVA 2019 e serão anunciadas assim que confirmadas.

A inspiração do TICNOVA 2019 é inovação como chave para melhorar a vida das pessoas e potencializar a criação de novos negócios são os temas principais do evento. A principal vocação do TICNOVA é articular e fomentar o ecossistema de TI de Maringá e região, além de trazer as principais tendência de mercado, promovendo a integração entre empresas, universidades, poder público e sociedade civil organizada.

Outro tema relevante a ser abordado durante o TICNOVA 2019 é o Parque de TI de Maringá, que contará com 179 mil m2 e abrigará empresas do setor e instituições de ensino, centros de pesquisas e inovação, ambientes de co-working voltados para o desenvolvimento de startups, espaços de criação como FabLab, áreas comuns de alimentação e estacionamento, creches, locais para reuniões, debates e treinamentos. O novo Parque Tecnológico promoverá ainda mais integração entre as empresas e o setor ficará ainda mais fortalecido. O evento também abordará os encaminhamentos do Masterplan, que define objetivos para 2047, quando Maringá completa 100 anos.

Em breve serão divulgadas mais informações do evento como as trilhas com conteúdos customizados para os técnicos de desenvolvimento de software, temas acadêmicos, empreendedorismo e startups e conteúdos voltados para empresários do setor, entre outros. Também participarão do TICNOVA 2019 palestrantes que são referência em suas áreas de atuação para compartilhar seu conhecimento e levar um pouco das experiências de Maringá.

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Melhoria e padronização do software brasileiro será um dos temas do TICNOVA 2018

O TICNOVA 2018, considerado o maior evento de tecnologia e inovação do Sul do país, promovido pela Software by Maringá, será palco do XIV WAMPS – Workshop Anual do MPS, que trata da utilização e evolução tanto do Modelo MPS quanto do Programa MPS. BR – Melhoria de Processo do Software Brasileiro, promovido pela Softex. O workshop, que acontecerá no dia 24 de agosto, reunirá representantes da indústria, academia e governo, envolvidos e interessados na utilização e evolução dos modelos MPS.

A escolha por Maringá não foi em vão. Atualmente Maringá é a segunda cidade com o maior número de certificações MPS.BR do Brasil, só perdendo para São Paulo.

O TICNOVA, em sua 6ª edição, será realizado entre os dias 23 e 26 de agosto, no Sebrae Maringá, reunindo empresários, profissionais, professores, pesquisadores e acadêmicos do ecossistema de TI.

O formato da sexta edição do TICNOVA acompanhará o dos anos anteriores: haverá uma palestra especial na abertura do evento no dia 23/08, e durante os três seguintes, conteúdos voltados para empresas, startups e profissionais (desenvolvedores), além de trilhas específicas para facilitar a participação de todos:

24/08 – Sexta:
Empresas e temas empresariais
WAMPS
Trilha Economia Criativa

25/08 – Sábado:
Profissionais (desenvolvedores)

26/08 – Domingo:
Startups

Desafio TICNOVA

Resolver problemas da cidade de Maringá, com o apoio da prefeitura, para gerar soluções para segurança pública, é o pano de fundo do Desafio TICNOVA, uma competição na qual as empresas podem apresentar os projetos e uma banca examinadora fará a avaliação, definindo a equipe vencedora.

No ano passado, o TICNOVA teve formato de Hackaton e contou com 23 participantes distribuídos em nove equipes competiram para criar uma tecnologia que permitisse a entrega de medicamentos por meio de drones, concorrendo a um prêmio de R$ 5 mil, além de R$ 95 mil para investir na viabilização do projeto.

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Paraná assume liderança nacional em número de empresas com certificação MPS.BR

Das 277 avaliações válidas do programa MPS.BR (Melhoria de Processos do Software), 48 são do Paraná, o que coloca o estado como líder nacional em número de empresas certificadas pela Softex – Agência para Promoção da Excelência do Software Brasileiro. Os números, atualizados nesta semana, mostram São Paulo na segunda colocação com 45 empresas certificadas e o Rio Grande do Sul, em terceiro, com 34.

A liderança paranaense vem de um trabalho contínuo feito pelo setor de Tecnologia da Informação no estado, liderado pela Assespro-Paraná e o Sebrae e executado pelos agentes regionais da Softex.

Outro fato importante é a distribuição de empresas certificadas em diversas cidades paranaenses, que compõem os seis Arranjos Produtivos Locais de TI do Paraná, com destaque para Curitiba e Londrina (dez certificações cada), Região Oeste com sete e Maringá com cinco MPS-BR e vice-líder nacional em certificações CMMI, de nível internacional.

A associação Software by Maringá (SbM) é Agente Softex na região Noroeste do Paraná. O presidente da entidade, Edney Mossambani, diz que “o MPS.BR estimula as boas práticas da engenharia de software e as necessidades de negócio da indústria de software nacional”. O desempenho dos maringaenses já rendeu elogios do vice-presidente da Softex Fabian Petrait: “eu considero um diferencial ótimo a coesão e a união que existem entre as entidades da cidade. Isso traz resultados consideráveis, garante o desenvolvimento da indústria local, melhora o RH disponível e incentiva os jovens a seguir uma carreira em TI”.

Rosmar Luz, do Senai de Londrina, afirma que “as implementações desse programa de qualidade melhoram os produtos e serviços ofertados pelas empresas tanto no desenvolvimento de software como no atendimento e relacionamento com clientes e fornecedores. E as empresas participantes conseguem um posicionamento melhor no mercado”.

Curitiba trabalha para voltar a contar com um agente Softex na capital do Paraná. Dia 30 de novembro, os empresários do Arranjo Produtivo Local de Software e da Central de Negócios de TI vão realizar um evento para recepcionar dirigentes da Agência, que vão conhecer o potencial das empresas de base tecnológica da cidade e região metropolitana. O empresário Jandir Bianco Júnior explica que “várias entidades empresariais, instituições públicas e universidades já enviaram cartas de apoio confirmando a importância do setor de TI.” Jandir completa: “além do MPS.BR, outros programas oferecidos pela Softex para empresas já maduras e startups são muito importantes e Curitiba não pode correr o risco de um retrocesso por não contar com um agente local”.

No início de dezembro, Curitiba também sedia o WAMPS 2015 – Workshop Anual do MPS, que permite a colaboradores e organizações compartilhar e dar visibilidade tanto a resultados de pesquisa quanto experiências práticas relacionados com a melhoria de processos de software e de serviços que possam se mostrar relevantes no contexto do Modelo MPS. O evento acontece na sede do Sebrae Paraná. Saiba mais em http://www.softex.br/mpsbr/wamps-2015/

Fonte: Curitiba IT

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Empresas de TI vão ter prejuízo com fim de cobrança por boleto sem registro

untitled Desde junho deste ano, os bancos deixaram de oferecer a novos e atuais clientes a cobrança sem registro para boletos. De acordo com decisão da Federação Brasileira de Bancos, até o final de dezembro de 2016, as atuais carteiras de cobrança sem registro vão ser migradas para a modalidade registrada. A Febraban apresenta a novidade como forma de garantir segurança e oferecer vantagens aos clientes. Mas a maior parte das empresas de tecnologia da informação utiliza a cobrança sem registro e essa mudança vai aumentar custos de operação e gerenciamento de cobranças e até de atualização de sistemas, de acordo com relatos de associados da Assespro-Paraná, que representa as empresas de TI.

Para Edney Marcos Mossambani, sócio da empresa Accion e presidente da entidade Software by Maringá, um dos grandes problemas está no comércio eletrônico, que apresenta crescimento expressivo, ano a ano, e poder ser prejudicado com a obrigatoriedade da cobrança registrada. “O consumidor, geralmente, ganha descontos de até 5% para compras pagas com boleto. Mas a cobrança não é registrada porque pode haver desistência. Com uma cobrança registrada, perde-se em agilidade e os custos aumentam. Se o cliente não pagar no vencimento e precisar gerar novo boleto, gera também novas taxas. Pedidos de baixa, alterações, todos gerariam novos custos não previstos nas operações de venda, argumenta Edney.

Rui Suzuki, sócio da Central Server, também alerta para dificuldades na compra de serviços pela internet. “Quando o cliente quer alterar algo na contratação, deve ser feita alteração de boleto e isso vai representar um aumento de custo em todas as operações. Isso torna o processo de cobrança muito mais caro do que antes. Quando a cobrança não é registrada, se o cliente altera qualquer coisa, podem ser gerados novos boletos, valendo o último. Agora, deve ser feito o cancelamento de todas as cobranças que foram geradas anteriormente toda etapa gera uma nova taxa. Com a cobrança com registro, o cliente só vai receber a cobrança no dia seguinte para poder fazer o pagamento e liberar o serviço ou produto. É um processo mais demorado. O cliente que deseja liberar o serviço rapidamente pode desistir da compra. Mas, se houver desistência, a empresa já pagou por aquela cobrança que não foi paga”, acrescenta Rui.

Edney Mossambani também questiona alegações de maior segurança nas cobranças registradas: “não evitam, por exemplo, casos de cobranças em cartório de boletos referentes a dívidas que não existem”.

Para os empresários, outra dificuldade está no fato de a cobrança bancária não ser padronizada. Para cada banco, envia-se um arquivo diferente. Edney afirma que as empresas de software vão passar a ter um novo cenário de desafio para atualização e integração para validar boletos, gerando novos custos para os clientes.

No caso de Rui, que trabalha com oferta de serviços de computação em nuvem para hospedagem de sites, a cobrança registrada gera inflação e tem impacto muito grande sobre os valores cobrados: “temos muitos clientes que pagam faturas perto de 20 reais. Se o boleto tiver um custo, por exemplo, de 5 reais, é uma carga violenta. É mais do que 20 por cento do valor pago. Se alterar um boletim fica mais caro ainda.I nfelizmente, precisaríamos jogar esse custo para o cliente final. Aumenta o custo Brasil e também aumenta a inflação”.

Edney finaliza sugerindo a promoção de um debate entre empresários do setor de TI para levantar as dificuldades e custos que vão ser gerados com a cobrança registrada obrigatória. “É importante procurar a Febraban e sensibilizar os bancos para o problema”, completa o empresário.

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