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Softex: Keying into the omni-channel trend, Brazilian retail IT is seeking business at the 2016 NRF Big Show

In recent years, there has been a drastic change in the profile of consumers, who are multi- and cross-channel today, accessing diverse sales channels, sometimes combining physical and virtual environments. They are omni-channel.

For the seventh straight year, Brazil will be present at the NRF Big Show, the world’s largest retail fair, and the fifteen companies* comprising the Brasil IT+ pavilion will present a diversified portfolio of solutions and services for the retail sector, including everything from ERP (Enterprise Resource Planning), e-commerce and logistics, to WMS (Warehouse Management Systems), security and digital intelligence. The show will take place from January 17th to 19th, at the Jacob K. Javits Convention Center in New York.

The Brazilian presence at the NRF Big Show encompasses the export promotion project of the software and IT services industry, developed by Softex in partnership with Apex-Brasil. The aim is to foster new business opportunities in the international market, and strengthen the image of competency of the national software and IT services industry, identified abroad by the brand Brasil IT+. Today, the 165 companies comprising the Sectorial Project account for nearly 1/3 of the total volume of Brazilian exports in this sector.

“Omni-channel allows consumers interacting with the brand not to perceive the differences between the on-line and off-line worlds. This trend is an evolution of the multichannel concept, since it is completely focused on the consumer experience. Because of how sophisticated and demanding the Brazilian retail market is, the solutions developed by our companies are already adhering to this new and irreversible market reality,” emphasizes Softex President, Ruben Delgado, adding that the goal of the delegation is to boost Brazilian market share 30% in the North American retail market over the next five years.

“Brazil today is experiencing an economic moment that favors our national exports. About 50% of our companies’ exports target the North American market, showing that we were right to have chosen the United States as the priority for our efforts to foster exports and internationalization, carried out together with Apex-Brasil,” observes Guilherme Amorim, manager of the Softex Sectorial Project.

*CI&T, Control Informatica, Dextra, DP6, e-Trust, Icaro Tech, Actminds, MC1, MHA Sistemas, PC Informatica, Piori, Resource, RZ2, Prime Systems and SER

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Paraná assume liderança nacional em número de empresas com certificação MPS.BR

Das 277 avaliações válidas do programa MPS.BR (Melhoria de Processos do Software), 48 são do Paraná, o que coloca o estado como líder nacional em número de empresas certificadas pela Softex – Agência para Promoção da Excelência do Software Brasileiro. Os números, atualizados nesta semana, mostram São Paulo na segunda colocação com 45 empresas certificadas e o Rio Grande do Sul, em terceiro, com 34.

A liderança paranaense vem de um trabalho contínuo feito pelo setor de Tecnologia da Informação no estado, liderado pela Assespro-Paraná e o Sebrae e executado pelos agentes regionais da Softex.

Outro fato importante é a distribuição de empresas certificadas em diversas cidades paranaenses, que compõem os seis Arranjos Produtivos Locais de TI do Paraná, com destaque para Curitiba e Londrina (dez certificações cada), Região Oeste com sete e Maringá com cinco MPS-BR e vice-líder nacional em certificações CMMI, de nível internacional.

A associação Software by Maringá (SbM) é Agente Softex na região Noroeste do Paraná. O presidente da entidade, Edney Mossambani, diz que “o MPS.BR estimula as boas práticas da engenharia de software e as necessidades de negócio da indústria de software nacional”. O desempenho dos maringaenses já rendeu elogios do vice-presidente da Softex Fabian Petrait: “eu considero um diferencial ótimo a coesão e a união que existem entre as entidades da cidade. Isso traz resultados consideráveis, garante o desenvolvimento da indústria local, melhora o RH disponível e incentiva os jovens a seguir uma carreira em TI”.

Rosmar Luz, do Senai de Londrina, afirma que “as implementações desse programa de qualidade melhoram os produtos e serviços ofertados pelas empresas tanto no desenvolvimento de software como no atendimento e relacionamento com clientes e fornecedores. E as empresas participantes conseguem um posicionamento melhor no mercado”.

Curitiba trabalha para voltar a contar com um agente Softex na capital do Paraná. Dia 30 de novembro, os empresários do Arranjo Produtivo Local de Software e da Central de Negócios de TI vão realizar um evento para recepcionar dirigentes da Agência, que vão conhecer o potencial das empresas de base tecnológica da cidade e região metropolitana. O empresário Jandir Bianco Júnior explica que “várias entidades empresariais, instituições públicas e universidades já enviaram cartas de apoio confirmando a importância do setor de TI.” Jandir completa: “além do MPS.BR, outros programas oferecidos pela Softex para empresas já maduras e startups são muito importantes e Curitiba não pode correr o risco de um retrocesso por não contar com um agente local”.

No início de dezembro, Curitiba também sedia o WAMPS 2015 – Workshop Anual do MPS, que permite a colaboradores e organizações compartilhar e dar visibilidade tanto a resultados de pesquisa quanto experiências práticas relacionados com a melhoria de processos de software e de serviços que possam se mostrar relevantes no contexto do Modelo MPS. O evento acontece na sede do Sebrae Paraná. Saiba mais em http://www.softex.br/mpsbr/wamps-2015/

Fonte: Curitiba IT

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Ruben Delgado é reeleito presidente da Softex

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Em reunião do Conselho de Administração da Softex – Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro realizada esta semana durante o RioInfo 2015, Ruben Delgado foi reeleito como presidente da entidade para o período 2016/2017.

A vice-presidência executiva passa a ser integrada agora por Fabian Petrait, que ocupava a posição de diretor financeiro da instituição, e por Diônes Lima, até então responsável pelas áreas de inovação, internacionalização, empreendedorismo e pelo Programa StartUp Brasil. Após um ano e meio no cargo, o empresário Ney Leal deixa a vice-presidência executiva da instituição para seguir com novos projetos profissionais.

“Todos os projetos executados pela entidade nas áreas de inovação, empreendedorismo, qualidade no desenvolvimento de software e serviços, inteligência comercial, capacitação de empresas e de pessoas têm refletido a nossa busca permanente pelo aumento da competitividade das empresas brasileiras. São ações que beneficiam o ecossistema nacional de TI como um todo e que terão continuidade ao longo dos próximos anos. Vamos seguir trabalhando, mas de forma ainda mais colaborativa e sustentável, no sentido de gerar ainda mais valor para esse segmento tão estratégico para a economia do país”, destaca Ruben Delgado.

Fabian Petrait, vice-presidente administrativo, continuará a conduzir a área de controladoria e finanças da entidade. “Há três anos trabalhamos para aumentar a nossa sustentabilidade e reduzir a dependência de recursos públicos para a execução de nossos programas. Nesta gestão seguiremos buscando alternativas para a diversificação dessas fontes por meio de novas parcerias e atuando de forma mais horizontal em uma indústria que de destaca pela transversalidade”, destaca.

Como vice-presidente de operações, Diônes Lima será responsável pela gestão dos projetos conduzidos atualmente pelas sete áreas da Softex e também pela implementação dos novos programas que serão lançados a partir de 2016.

“Em conjunto com a nossa rede de 22 Agentes Regionais fomentaremos a criação de novos negócios com potencial global a partir do mapeamento das áreas nas quais o país pode ser competitivo no mercado internacional. O programa Brasil Mais TI, de estímulo à formação de novos profissionais para o setor, incorporará em sua grade temas de empreendedorismo e novas trilhas de desenvolvimento de pessoas de acordo com as demandas do novo mercado. Também resgataremos a força dos estudos do núcleo de inteligência do software brasileiro – antigo Observatório Softex, para gerar estudos de valor para os três eixos da tripla hélice: academia, empresas e governo”, antecipa Diônes Lima.

Para o próximo ano, o plano de trabalho da nova diretoria inclui ainda a abertura de mais turmas do TI de Impacto – Programa de Capacitação Empresarial para o Desenvolvimento da Estratégia de Inovação da Softex em conjunto com uma rede de parceiros; o lançamento da ferramenta Intelectus para mapear as pessoas competentes dentro da academia e com potencial para trabalhar o tema software; o estímulo à internacionalização seguindo os conceitos da metodologia Lean Startup que envolve a identificação e a eliminação sistemática de desperdícios; o fomento ao desenvolvimento do setor de TI com foco em atender a demanda da indústria 4.0 e a ampliação da capilaridade da Softex com a ampliação da rede de Agentes Regionais.

Fonte: Softex

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Dez empresas com selo MPS.BR estão na lista do Great Place to Work

Dez das melhores empresas para se trabalhar no ramo de Tecnologia da Informação no Brasil possuem o selo de qualidade (Melhoria de Processos do Software Brasileiro), emitido pela Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex). A lista foi divulgada pela Great Place to Work, que também avalia companhias nos setores de Comunicação, Empreendedores Endeavor, Franquias, Melhores Práticas, Saúde e Varejo.

O ranking é elaborado anualmente para analisar empresas que possuam a partir de 50 funcionários, produzam HW, SW ou Serviços de Tecnologia da Informação ou Telecomunicações. Dextra, Radix, Metadados Assessoria e Sistemas Ltda, Elotech Informatica e Sistemas Ltda, IVIA, Lumis, Ifactory Solutions, Shift Consultoria e Sistemas, ETEG Tecnologia e BHS figuraram na lista das 100 melhores empresas de TI para se trabalhar em 2015. As empresas têm em comum o fato de também constarem no cadastro do Programa MPS.BR.

O programa foi criado no início dos anos 2000 para aumentar a maturidade dos processos de software nas empresas brasileiras, pois as empresas favoreciam a certificação ISO 9000, genérica, em detrimento de outras normas e modelos especificamente voltadas para a melhoria de processos de software.

A certificação é direcionada a melhoria da capacidade de desenvolvimento de software e serviços nas empresas nacionais, além de impulsionar a competitividade para a indústria nacional. O cadastro conta com 683 avaliações publicadas desde setembro de 2005, incluindo oito no exterior.

“Além do aumento da qualidade de software nas empresas, a pesquisa ‘MPS Cidadão’, com foco nos impactos socioeconômicos do MPS-SW no Brasil, conduzida pela Softex de Nov2014-Mai2015, e apresentada em primeira mão em forma de artigo no último dia 18 de agosto, no XIV Simpósio Brasileiro de Qualidade de Software (SBQS 2015) em Manaus/AM, mostra que os resultados são favoráveis para todas as variáveis selecionadas para análise (empregos de nível superior e salário médio, inovação, dispêndios de P&D, apoio do governo etc), o que indica contribuições expressivas deste modelo do ponto de vista dos patrocinadores de avaliações vigentes”, comenta o gestor do programa Nelson Franco.

Adequado, tanto sob o ponto de vista técnico como de custos, à realidade das companhias de TI de qualquer porte, públicas e privadas, o selo se baseia nas normas ISO/IEC 12207 e ISO/IEC 15504 e é compatível com o CMMI.

Desenvolvido pela Softex, o programa tem apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia, da FINEP e do Banco Interamericano de Desenvolvimento e de universidades. Um dos objetivos do programa é replicar o modelo na América Latina, já iniciado na Argentina, Colômbia, México, Peru e Uruguai, e com resultados apresentados em congressos internacionais.

A Softex é parceira do Congresso Mundial de Tecnologia da Informação – WCIT. Além de contribuir com a experiência do certificado, a Associação apoia a rodada de negócios, que abrirá as portas do mercado brasileiro para a exportação de produtos e serviços em TI.

O Congresso ocorrerá nos dias 3,4 e 5 de outubro de 2016, em Brasília. Será a primeira edição na América do Sul, o que representa oportunidade inédita para a indústria de TI fechar negócios, parcerias, receber investimentos e promover a inovação brasileira para o mundo.

Fonte: Softex e WCIT

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Conheça as doze aceleradoras qualificadas pelo Programa Start-Up Brasil para 2015-2016

 

O Programa Start-Up Brasil, iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), com gestão operacional da Softex, acaba de selecionar as 12 aceleradoras que serão responsáveis por acelerar startups das futuras turmas do Programa, durante o período de 2015-2016. Lançado por meio da Secretaria de Política de Informática (Sepin), a terceira edição recebeu propostas até o dia 31 de janeiro e a seleção, que ocorreu no dia 25 de fevereiro, levou em conta questões como equipe e estrutura; experiência em aceleração e investimento, rede de relacionamento e alinhamento com o Programa Start-Up Brasil.

As aceleradoras qualificadas terão como responsabilidades oferecer um programa completo de aceleração, acompanhar as empresas no dia a dia, difundir e estimular a cultura empreendedora, contribuir para a inserção delas no exterior e as empresas estrangeiras no Brasil, bem como o de realizar aportes de capital de no mínimo R$ 20 mil em troca de uma participação acionária de no máximo 20%.

“Nos anos anteriores, identificamos que o tempo de validação do produto/negócio no mercado, ou seja o tempo que se leva para entender se o mercado pagará para usar o produto, foi de 31% menor entre as startups que estavam com uma aceleradora”, enfatiza Vitor Andrade, Responsável pelas Operações do Programa Start-Up Brasil. “Acreditamos que o trabalho com elas é a forma mais eficiente de fomentarmos as startups, empresas nascentes de base tecnológica e com alto potencial de crescimento, e assim contribuir para o desenvolvimento econômico e social do Brasil por meio da inovação,” finaliza.

Conheça o resultado das 12 aceleradoras qualificadas para 2015/2016:

21212 | Rio de Janeiro (RJ)
Acelera Cimatec | Salvador (BA)
Acelera MGTI, Fumsoft | Belo Horizonte (MG)
Aceleratech | São Paulo (SP)
Baita | Campinas (SP)
C.E.S.A.R. Labs | Recife (PE)
Gema Ventures | São Paulo (SP)
Jump Brasil | Recife (PE)
TechMall | Belo Horizonte (MG)
Ventiur | Porto Alegre (RS)
Wayra | São Paulo (SP)
WOW | Porto Alegre (RS)
Rede de Aceleradoras

Apesar do anúncio das 12 aceleradoras acima que farão parte da aceleração das futuras turmas, a rede não para por aí. Com esse resultado, o Programa Start-Up Brasil contará agora com 17 aceleradoras, que compreendem também a aceleração das turmas 1 a 4 e que continuam trabalhando lado a lado para que as empresas cresçam e virem grandes casos de sucesso no ecossistema empreendedor brasileiro. São elas:

1ª edição – Edital 2013, aceleradoras das Turmas 1 e 2: 21212, Acelera MGTI, Acelera Partners, Aceleratech, Outsource Brazil, Papaya, Pipa, Start You Up e Wayra.

2ª edição – Edital 2014, aceleradoras das Turmas 3 e 4: 21212, Acelera Cimatec, Acelera MGTI, Aceleratech, Baita, C.E.S.A.R. Labs, Pipa, Start You Up, TechMall, Ventiur, Wayra e WOW.

Neste edital, entraram para a lista a Jump Brasil, do Porto Digital, e a Gema Ventures. A partir de agora, um novo trabalho se inicia com as aceleradoras qualificadas para 2015/2016, mas muitas ações continuam com as que já estão rodando turmas anteriores. Importante ressaltar, ainda, que a partir da participação no Programa Start-Up Brasil, as aceleradoras se uniram e criaram a Abraii, Associação de Aceleradoras de Inovação e Investimento, que visa contribuir de forma conjunta/associada para o amadurecimento do Ecossistema Empreendedor Brasileiro.

Lista de Espera (ordem alfabética)

85 Labs, Ceará
Start You Up, Espírito Santo
Outsource Brazil, Rio de Janeiro
FabriQ, Manaus
Conheça todas as aceleradoras no site do Start-Up Brasil:

http://www.startupbrasil.org.br/quem-aceleradoras/. As novas estarão lá em breve.

 

Fonte: StartUP Brasil

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Brasil IT+ apresenta amplo portfolio de soluções no Gartner Symposium/ITxpo 2014

Com um pavilhão integrado por 18 empresas, o Brasil terá uma participação de destaque em seu 11° ano consecutivo como patrocinador do Gartner Symposium/ITXPO, o maior e mais importante encontro anual de chief information officers (CIOs) e de líderes da indústria de TI dos Estados Unidos. O evento será realizado de 5 a 9 de outubro em Orlando, Flórida, e deverá receber mais de 9.000 visitantes entre formadores de opinião, analistas, consultores, executivos com poder decisório em grandes e médias companhias norte-americanas, incluindo 2.700 chief executive officers (CIOs) e mais de 290 fornecedores.

A iniciativa integra o programa de internacionalização competitiva de software e serviços de TI gerenciado pela Softex em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Seu objetivo é fomentar novas oportunidades de negócios no mercado internacional e fortalecer a imagem de competência da indústria nacional de software e serviços de TI, identificada no exterior pela marca Brasil IT+.

Irão compor o pavilhão brasileiro Brasil IT+ no Gartner Symposium/ITXPO as empresas Actminds, Apdata, Aurus, BRQ, Grupo HDI, Icaro, Ilegra, MC1, Mercado Eletrônico, Milldesk, Navita, Siena Idea, Sikur, Softexpert, STA Holding, Stefanini, Tokenlab e TOTVS. Elas levarão para a mostra um portfolio robusto contemplando desde aplicações de segurança, mobilidade e big data, até Business Process Management (BPM), Enterprise Resource Planning (ERP), e-Procurement, help desk e service desk, até soluções baseadas em nuvem, desenvolvidas sob demanda e serviços de consultoria.

“Recebemos este ano o reforço de duas companhias de peso em nosso pavilhão, a TOTVS e o Mercado Eletrônico. Além disso, cinco das empresas que compõem a delegação brasileira já estão presentes nos relatórios do Gartner, gerando um círculo virtuoso entre a organização, o analista e o cliente final. Outro ponto de destaque é que 11 já mantêm escritórios próprios nos Estados Unidos”, ressalta Fernando Cariello, consultor da Softex responsável pela participação do país no evento.

Considerado um mercado-alvo estratégico, os Estados Unidos vivem um momento de aumento em investimentos em TI superior à projeção de crescimento econômico. “É um mercado verdadeiramente global. A origem do fornecedor realmente não importa. Os clientes estão procurando a solução, sendo ela um produto ou serviço que reflita as melhores práticas da indústria, siga as normas exigidas e possa ser integrado ao processo de negócio da organização”, complementa Cariello.

“A TOTVS enxerga o mercado americano como uma nova oportunidade de crescimento alinhada à estratégia da empresa de se consolidar como uma companhia global. É também um mercado enorme e entendemos que, ao mesmo tempo em que aprendemos com ele, temos oportunidade de levar um conhecimento único em soluções verticalizadas e nossa plataforma de colaboração. Com isso em mente, buscamos construir uma rede de parceiros que conheçam o mercado americano e estejam interessados em construir conosco um portfolio inovador focado para esse mercado. O GartnerITxpo, além de destacar as principais tendências do mercado de tecnologia, possibilita a exposição de nossas soluções integradoras a um grupo de pessoas e empresas que valorizam e demandam inovação”, analisa Marcelo Eduardo Sant’ana, diretor de Mercado Internacional da TOTVS.

Participando do GartnerITxpo pela primeira vez, a Mercado Eletrônico, empresa líder em fornecimento de soluções e serviços para as áreas de Compras e Suprimentos, também aposta no potencial do mercado norte-americano. “O e-Procurement do Mercado Eletrônico movimenta mais de R$ 60 bilhões todo ano e contamos com cerca de um milhão de fornecedores em nossa base”, afirma Nei Tremarin, chief marketing officer (CMO) da companhia. “Estes números, somados à nossa experiência e atuação global, nos permitem fazer parte do Quadrante Mágico do Gartner de Strategic Sourcing Application Suites. Detacar-se nesse estudo e estar entre as brasileiras presentes no GartnerITxpo 2014 reforçam nosso posicionamento de liderança na área de compras”, acrescenta Tremarin.

Cesar Bertini, CEO da MC1, líder na América Latina no fornecimento de soluções para negócios e processos por meio da mobilidade, acredita que “fazer parte deste encontro é uma grande oportunidade de estreitar o nosso relacionamento com os nossos atuais clientes e com os analistas que já conhecem o nosso trabalho, pois já fomos citados em um relatório. Esta presença nos permite aproximar de prospects e formadores de opinião, abrindo perspectivas de negócios, como já ocorreu no passado”.

O consultor da Softex lembra que as empresas brasileiras presentes ao GartnerITxpo 2014 já atendem clientes globais com as mais variadas necessidades em TI e se sobressaem em relação a outros players do setor por seu diferenciado capital tecnológico, tais como profissionais alinhados com a cultura ocidental, localização geográfica e fuso horário favorável.

Tendo como tema “Conduzindo o Negócio Digital” (Driving Digital Business) e como keynote speakers Satya Nadella, chief executive officer (CEO) da Microsoft, e Steve Wozniak, cofundador da Apple, Inc. e cientista chefe da Fusion-IO, esta edição do Gartner Symposium/ITxpo 2014 deverá receber 9000 expositores e ser visitada por 2.700 chief information officers (CIOs).

“Desde a nossa primeira participação no Gartner Symposium/ITxpo, em 2004, o evento se firmou como um dos mais importantes de nossa grade internacional. Podemos afirmar que a percepção do mercado norte-americano sobre a tecnologia “made in Brazil” mudou muito. Esse encontro não só permite apresentar ao mercado norte-americano nosso capital tecnológico, mas é também uma oportunidade para contatarmos formadores de opinião com poder de influência em decisões de compra e organizações com as mais variadas necessidades em TI”, avalia Gláucia Chiliatto, gerente internacional da Softex.

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Softex anuncia a abertura de escritório em Singapura

A Associação Para Promoção da Excelência do Software Brasileiro – Softex anuncia a abertura de seu escritório em Singapura, ação que integra o Projeto Setorial de Exportação de Software e Serviços de TI, desenvolvido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). A proposta é gerar oportunidades de negócios para as empresas brasileiras no mercado asiático e também no Oriente Médio.

“Desde 2001, a Softex organiza missões comerciais e eventos institucionais na Ásia e mantém, há quatro anos, um escritório virtual em Tóquio. Mas a localização geográfica privilegiada de Singapura nos possibilitará um expressivo ganho na identificação de demandas e na exploração de oportunidades de negócios tanto no sudeste asiático como na Ásia Central, Ásia Pacífico e Oriente Médio”, destaca Hélio Ciffoni, gerente do escritório Softex Ásia. Ele lembra que o mercado da Comunidade Econômica da ASEAN – Indonésia, Singapura e Malásia – tem crescido a uma taxa média anual superior a 6%.

Ciffoni acrescenta que “há mais de um ano estamos em contato com as três principais federações de TI de Myanmar – a dos profissionais de informática, a de computação e a da indústria de software – que têm interesse em conhecer as ofertas brasileiras na área e levar a avaliação MPS.BR para aquele país”.

Conheça algumas das oportunidades já mapeadas pela Softex para as empresas de software e serviços de TI na Ásia:

• Japão – demanda por serviços para suprir a falta de mão de obra em AIX/Websphere, SAP e mainframe e por aplicativos para smartphones nas áreas de saúde, finanças, esportes e entretenimento;

• Coreia do Sul – software embarcado e soluções na área de Educação;

• Taiwan – desenvolvimento de soluções para empresas fabricantes de hardware;

• Indonésia – soluções para a área bancária, aplicativos para smartphones (Finanças, Educação, Seguros e Saúde), soluções para cooperativas de microcrédito e para atender a base instalada de telefones celulares com baixo custo (uso de SMS);

• Singapura – sistemas para o segmento de petróleo & gás, aeroportos e parceria para o desenvolvimento de soluções com startups detentoras de patentes;

• Myanmar – aplicativos para smartphones (Finanças, Educação, Seguros e Saúde), sistemas bancários, soluções para a rede de ATM, Educação a Distância, e-learning, seguros e bolsas de valores.

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Em 2020, déficit de profissionais de TI pode chegar a 408 mil

A mesa debate “Por que há escassez de pessoal preparado para os novos desafios tecnológicos? Como construir um sistema educacional antenado no futuro?”, é um dos destaques da programação do segundo dia do II Encontro do Observatório. O evento, promovido pela Associação para Promoção da Excelência do Software (Softex), através do NISB/Observatório Softex, unidade de inteligência, estudos e pesquisas da entidade, tem por objetivo fomentar a troca de ideias sobre temas de interesse em software e serviços de TI e será realizado em Campinas nos dias 31 de outubro e 1° de novembro.

Na oportunidade, Paulo Villela, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), analisará e quantificará o atual cenário de falta de mão de obra qualificada para o setor de TI no Brasil, tema de recente Caderno Temático publicado pelo NISB/Observatório Softex. “O trabalho aponta para um déficit aproximado de 408 mil profissionais em 2020. Mas o mais importante não são os números em si e sim a tendência de agravamento da situação de escassez de mão de obra qualificada. Se nada for feito para reverter este quadro, a situação tende a piorar. Essa é a principal conclusão do estudo”, analisa Paulo Vilela.

Para o professor da UFJF, essa carência decorre, em grande parte, da falta de sintonia entre o perfil profissional que as empresas precisam e o que as escolas técnicas e as de nível superior formam. “O número de profissionais graduados seria suficiente para atender à demanda do mercado de trabalho. Porém, nem todos que se formam atendem às expectativas dos empregadores”, pondera.

Paulo Villela comenta ainda que a área acadêmica forma um profissional mais abrangente e não voltado para tecnologias e necessidades específicas e imediatas, justamente o que a indústria requer. Por outro lado, ele lembra ser difícil formar um profissional para tecnologias específicas, uma vez que elas mudam radicalmente a cada dois ou três anos.

Villela entende que o problema não está na formação tradicional e sim na formação complementar necessária à adaptação do profissional que sai da escola ao perfil de cada empresa. “Talvez a indústria devesse assumir um papel mais ativo e ser incentivada pelo Governo a participar mais diretamente dessa formação complementar”, sugere. “O incentivo se justifica porque a formação de mão de obra custa caro e também envolve riscos diversos. Por exemplo: a empresa gasta dois anos para formar um bom profissional e no terceiro ele muda de emprego. E aí, quem paga essa conta?”, indaga.

“Como um exemplo a ser seguido, Paulo Vilela cita a parceria entre a Embraer e o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) para a criação do Mestrado Profissional em Engenharia Aeronáutica. Na visão do professor da UFJF, o desafio consiste em ampliar essas ações numa escala nacional para solucionar os problemas de escassez de mão de obra das micro e pequenas empresas. “A dificuldade do Brasil é saber transformar as boas experiências de pequena escala em programas com as grandes dimensões que um país continental como o nosso exige. Não basta saber fazer, tem que saber fazer grande e isso não é uma tarefa fácil”, conclui.

Na mesa de debates com Paulo Villela estarão vários convidados, incluindo o pesquisador Paulo Nascimento, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); Roberto Mayer, vice-presidente da Assespro; e Silvio Meira, professor titular de Engenharia de Software do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que na oportunidade lançará o livro “Novos Negócios Inovadores de Crescimento Empreendedor no Brasil”.

A programação do segundo dia do Encontro também discutirá as relações entre academia, institutos de ciência e tecnologia e empresas. Serão apresentados esforços de construção de parcerias entre empresas de TIC e a academia realizados na Argentina pela Fundación Sadosky, e no Brasil, pela INOVA/Unicamp e pelo CTI Renato Archer. O bloco contará também com a participação de Luiz Marcio Spinosa, diretor da Agência PUC e do PUCPR Tecnoparque; Renato Garcia, professor do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP); e Mariana Yazbeck, diretora de Operações da Softex.

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Trazendo à tona verdades (às vezes) incômodas sobre o Setor de TI

Por Roberto Carlos Mayer

O Setor de Tecnologia da Informação possui uma série de características próprias, que o diferenciam de todas as demais atividades econômicas. Somando este fato com sua relativa ‘juventude’, não é de estranhar que o volume de informação disponível sobre o próprio Setor seja bastante limitado.

Eventualmente, essa ausência de informação acaba servindo para que supostos formadores de opinião manifestem opiniões que não encontram respaldo na realidade. Um exemplo disso, identificado por uma empresa associada da Assespro, é a afirmação que consta em entrevista concedida por um instituto global de pesquisas, afirmando que “empresas brasileiras não gostam de contratar fornecedores que não estejam localizados em sua área geográfica local. É a forma como os brasileiros fazem negócios, portanto você precisa ter presença não apenas no país, mas a nível regional. Se você se posicionar num raio de 500 km de São Paulo, então você está OK”. Veja em http://www.nearshoreamericas.com/brazil-seek-larger-share-global-bpo-market/

Esse tipo de empresa global de pesquisa normalmente avalia o mercado consumidor de TI. Quando eles trabalham sobre o próprio Setor de TI, é porque algum de seus clientes (as grandes companhias globais do Setor de TI) busca qualificar ou ampliar suas redes de parceiros. Nesses casos, entretanto, há um perfil bem definido dos alvos, que certamente não são representativos da indústria local de TI de nenhum país.

Talvez seja essa a razão pela qual a afirmação acima citada se opõe totalmente aos resultados do Censo do Setor de TI desenvolvido pela Assespro em 2012, que revela uma abrangência geográfica muito maior na atuação das empresas. São Paulo e Rio de Janeiro, como maiores metrôpoles do país são as regiões que mais recebem filiais de empresas de outros Estados. Porém, as distâncias que estas empresas percorrem correspondem ao tamnho continental do país, chegando a milhares de kilómetros de distância em muitos casos. Até empresas localizadas no Estado do Amazonas possuem clientes no Rio Grande do Sul.

Outra fonte de informação disponível se origina na análise das bases de dados oficiais. Por exemplo, a partir de dados de declarações de impostos e das declarações sobre empregados, é possível obter dados sobre faturamento e emprego no setor – trabalho esse que foi desenvolvido no Brasil pioneiramente pelo projeto SIBSS, da Softex.

Entretanto, estas informações são insuficientes para avaliar diversos aspectos das empresas do Setor de TI, seja para formular benchmarkting útil ao desenvolvimento das empresas, seja para avaliar a implementação de políticas públicas para o Setor.
Foi essa realidade que levou a Assespro Nacional a lançar, depois de quase dois anos de preparação, a primeira edição do Censo do Setor de TI no ano de 2012.

Entretanto, por meio da participação da Assespro nas Federações Internacionais do Setor, constatamos que a mesma problemática existe em praticamente todos os países do mundo. Nem mesmo nos países desenvolvidos, há informação em profundidade sobre o Setor de TI. E nem falar sobre a harmonização de indicadores entre países.

Somando a experiência da Assespro no Brasil com outras experiências pioneiras, desenvolvidas em outros países, mas sempre a nível nacional, decidiu-se então ampliar o Censo do Setor de TI na sua edição 2013 para todos os países membros da ALETI. Esperamos ampliar a iniciativa a outras regiões do planeta nos próximos anos.

O desafio de desenvolver um levantamento simultâneo de dados em dezenove países ao mesmo tempo exigiu quase um ano de preparação. Com o patrocínio de empresas privadas www.surveymonkey.com e www.mbi.com.br , finalmente os questionários estão disponíveis para a participação das empresas: o questionário em português – para Brasil e Portugual- pode ser encontrada em www.mbi.com.br/mbi/contatos/questionarios/2013-censo-aleti/ , enquanto a versão em espanhol está disponível em www.mbi.com.br/mbi/global/espanol/2013-censo-aleti/.

Na edição 2013, o Censo do Setor de TI abrange temas tão diversos como a distribuição geográfica da atuação das empresas, a oferta de produtos e serviços, as tecnologias adotadas, as características dos clientes (quanto a porte, localização e atividade econômica), os recursos humanos das empresas, os modelos de negócios envolvidos, as atividades comerciais locais e internacionais, incluindo a exportação, a atenção dada a temas como qualidade e propriedade intelectual, o foco e/ou interesse em projetos de Inovação, Pesquisa e Desenvolvimento, as fontes de capital financeiro utilizadas, entre vários outros.

Além de gerar informação sobre o Setor de TI, as informações foram estruturadas de forma a possibilitar o desenvolvimento de alianças comerciais e a estruturação de uma política de desenvolvimento de projetos de P&D em cooperação internacional (outra ação pioneira iniciada pela Assespro em 2011, apresentada inclusive no Parlamento Europeu).
Ainda, o questionário foi elaborado tomando-se o cuidado de permitir desenvolver análises cruzadas entre os temas cobertos (p.ex., gostariamos de avaliar qual a relação entre a origem dos capitais que deram origem às empresas e o nível de inovação que praticam), além de análises comparativas a nível de região e/ou país.

Ainda, nesta edição de 2013, as empresas são incentivadas a autorizar o uso das informações sobre a sua oferta de produtos e serviços, e os mercados onde atuam, para a geração de oportunidades de negócios (que deve ser implementada por meio de um catálogo baseado nessas informações).

Por todas estas razões, a ampla participação das empresas do Setor de Tecnologia da Informação, filiadas ou não às Associações representativas do Setor, é extremamente importante. Se você trabalha no Setor, faça com que sua empresa participe, e incentive outras empresas a participar. Se você trabalha numa empresa que consome produtos e serviços de TI, então incentive seus fornecedores a participar!

Como dizem os ditados populares “a união faz a força” e “juntos podemos mais”. Esta iniciativa é uma prova viva de que a cooperação e o associativismo voluntário trazem benefícios para todos, tanto no nível coletivo, como no nível individual. Por isso me atrevo a agradecer antecipadamente pela sua cooperação!

Roberto Carlos Mayer (rocmayer@mbi.com.br) é diretor da MBI (www.mbi.com.br), vice-presidente de Relações Públicas da Assespro Nacional e presidente da ALETI (Federação das Entidades de TI da América Latina, Caribe, Portugal e Espanha).

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Entidades setoriais apoiam lançamento da CERTICS

Em cerimônia no Auditório do CTI Renato Archer, em Campinas, foi lançada oficialmente a CERTICS – Certificação de Tecnologia Nacional de Softwares e Serviços Correlatos. O evento contou com as presenças de Virgílio Almeida, secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Sepin/MCTI); Rafael Moreira, coordenador-geral de software e serviços de TI; e Victor Mammana, diretor do CTI Renato Archer, além dos presidentes das principais entidades setoriais.

A CERTICS, uma das iniciativas do programa TI Maior anunciado em agosto de 2012, foi criada com o objetivo de potencializar a capacidade de transformação do mercado brasileiro de TI. Sua principal meta é alavancar a autonomia tecnológica, a capacidade de inovação e a geração de negócios baseados em conhecimento, que são os princípios do desenvolvimento nacional sustentável. Ela tem como público-alvo organizações desenvolvedoras de software instaladas em território nacional, dos mais diferentes portes, nichos de mercado e modelos de negócios. A certificação é voluntária e serve de instrumento às empresas que buscam a qualificação para a preferência em compras públicas* e diferenciação no mercado.

A indústria brasileira de software e serviços de tecnologia da informação, através de suas mais representativas entidades – Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação – Assespro; Federação das Empresas de Informática – FENAINFO; Associação para a Promoção da Excelência do Software Brasileiro – SOFTEX; e Associação de Usuários de Informática e Telecomunicações – SUCESU – tornaram público o seu apoio à iniciativa CERTICS por entenderem que se trata de uma linha de ação que terá impacto positivo na indústria nacional, bem como na ampliação da base tecnológica brasileira, fortalecendo a competitividade do país e a geração de produtos e serviços de alto valor tecnológico.

“Trata-se de um instrumento de extrema importância dentro do Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação (TI Maior) para impulsionar a indústria brasileira de software e serviços de TI, uma das maiores do mundo, reconhecida internacionalmente por sua criatividade, competência e fonte de talentos. Além de facilitar a aquisição de programas pela administração pública direta ou beneficiar as empresas com a linha de crédito do Prosoft, específica para o setor, a CERTICS tem como uma de suas principais finalidades a geração de competências tecnológicas no país”, avalia Ruben Delgado, presidente da SOFTEX.

Para Luís Mário Luchetta, presidente da ASSESPRO Nacional, desde o lançamento do plano TI Maior, o governo brasileiro reconheceu publicamente a importância estratégica do setor nacional de tecnologia da informação, para todos os demais setores da economia, produtivos e não produtivos, e a CERTICs, vem ao encontro da demanda setorial que temos, de valorizar a produção nacional. “Ainda veremos as regras que serão anunciadas, e esperamos que o MCTI tenha aproveitado todas sugestões que encaminhamos, inclusive através da resposta a consulta pública”, complementa.

Edson Leal, presidente da SUCESU Nacional, acredita que “esta iniciativa é uma oportunidade para as empresas de TI instaladas no país melhorarem os seus produtos e processos, priorizando a inovação e a competitividade, propiciando ao Brasil papel de destaque no cenário mundial de exportação de produtos do segmento de TI”.

Na visão de Márcio Girão, presidente da FENAINFO, a CERTICS é um instrumento importante para estabelecer um equilíbrio entre a demanda de produtos nacionais e importados de software. “Além disso, traz no seu bojo um fator de certificação não só do produto, mas de sua qualidade, fazendo com que os compradores públicos e privados tenham um referencial oficial e formal sobre a qualidade da solução que está sendo adquirida”, conclui.

O mercado brasileiro de software – O mercado brasileiro de software e serviços de TI é o maior da América Latina e figura entre os dez maiores do mundo. Segundo dados do Observatório SOFTEX, unidade de estudos e pesquisas da entidade, mesmo com uma forte demanda interna as companhias brasileiras vêm ampliando cada vez mais a sua presença nos principais mercados mundiais e, no ano passado, a receita líquida do país com exportação atingiu a cifra de US$ 1,9 bilhão.

Aproximadamente 73 mil empresas, em sua maioria de micro e pequeno porte, compõem esta indústria e mais de 95% delas possuem menos de 20 pessoas ocupadas. No período 2003 a 2009, o número de empresas cresceu a uma taxa anual de 4,3%. Cerca de 604 mil pessoas, entre sócios e assalariados, atuam nesse setor econômico considerado prioritário pelo Governo Federal.

*Decreto nº 7.174/10 e à Lei nº 12.349/2010, que estabelecem preferência de compras para produtos e serviços resultantes de desenvolvimento e inovação tecnológica realizadas no Brasil (Poder de Compra Governamental)

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TI brasileira na Copa das Confederações

Enquanto a bola estiver rolando nos estádios de Brasília, Fortaleza, Belo Horizonte e Rio de Janeiro durante a Copa das Confederações da FIFA 2013, muitas negociações estarão em andamento com o objetivo de promover as exportações das empresas brasileiras desenvolvedoras de soluções de software e serviços de TI nos hospitality centers que a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil ( www.apexbrasil.com.br) instalou nessas arenas.

De 15 a 30 de junho, a convite da Associação para a Promoção da Excelência do Software Brasileiro (SOFTEX), 14 clientes potenciais da Argentina, Canadá, Colômbia, Estados Unidos, França, Indonésia, Japão, Moçambique e Portugal estarão no Brasil para acompanhar estes jogos e participar de uma série de visitas técnicas e de reuniões de negócios com mais de 35 companhias nacionais interessadas em levar suas soluções de automação, software embarcado, gestão e mineração para esses nove mercados.

“O Brasil deve utilizar os pontos fortes da sua cultura para auxiliar na realização de negócios. Esse projeto na Copa das Confederações da FIFA explora a alegria, a diversidade e a criatividade, traços marcantes e contagiantes do povo brasileiro. A proposta da iniciativa é criar laços com potenciais parceiros internacionais para a geração de oportunidades comerciais para as nossas companhias”, analisa Gláucia Chiliatto, gerente-executiva Internacional da SOFTEX.

Desde 2005, a SOFTEX desenvolve em parceria com a Apex-Brasil um projeto de promoção de exportações com o objetivo de gerar novas oportunidades de negócios no mercado internacional para as companhias brasileiras participantes, ampliar o volume de exportações do setor, aumentar a exposição e fortalecer a imagem da indústria brasileira de TI – identificada no exterior pela marca Brasil IT+ – de forma a tornar o Brasil um centro de excelência no setor reconhecido mundialmente.

Para a elaboração da agenda de reuniões e de visitas técnicas dos 14 convidados internacionais, a SOFTEX contou com o apoio de seus Agentes Regionais Tecsoft (Brasília), FUMSOFT (Belo Horizonte) e RioSoft (Rio de Janeiro); e da Insoft, em Fortaleza.

“A imersão de convidados estrangeiros em um componente profundamente arraigado em nossa cultura e famoso em todo o mundo, como o futebol, permite o estabelecimento de vínculos com os executivos das empresas brasileiras participantes. Esse cenário favorece a criação de um diferencial estratégico capaz de gerar as condições ideais para a realização de parcerias sólidas entre o Brasil, que ocupa hoje a 5ª posição no mercado mundial de Tecnologia da Informação, e os executivos de organizações de dez países convidados para esta importante ação”, conclui Gláucia Chiliatto.

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CeBIT 2013: Mais de 200 contatos de negócios para as empresas brasileiras

O Brasil encerrará neste sábado, 9, na Alemanha, a sua 14ª participação consecutiva na CeBIT, a maior feira e congresso de tecnologias digitais do mundo. Nesta edição, o pavilhão Brasil IT+, marca que identifica o setor de tecnologia da Informação (TI) nacional no exterior, contou com a presença de 17 empresas.

A iniciativa ocorreu, uma vez mais, no âmbito do programa de internacionalização competitiva de software e serviços de Tecnologia da Informação (TI) coordenado pela Associação para Promoção do Software Brasileiro – SOFTEX (www.softex.br) e desenvolvido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil ( www.apexbrasil.com.br).

“Um país que espera se posicionar como um player global, como é o caso do Brasil, precisa estar na CeBIT, afinal ela é a grande vitrine mundial do setor. O objetivo principal da participação das companhias nacionais no evento é a prospecção de novos negócios, a formação de parcerias e a realização de benchmarking de forma a ampliar a sua rede de relacionamento internacional”, avalia Rubén Delgado, presidente da SOFTEX, lembrando que a delegação retornará ao país com mais de 200 contatos de negócios realizados com executivos de 28 países.

Entre elas está a gaúcha K&D Tecnologia. Dedicada ao desenvolvimento de projetos baseados em sistemas RFID (identificação automática por sinais de rádio), a empresa levou para a CeBIT duas soluções. A primeira permite ao passageiro de uma companhia aérea monitorar por mensagens de texto enviadas para o seu aparelho celular todo o processo de embarque de sua bagagem, do check-in até a aeronave, por meio de um chip colocado em sua mala. A segunda possibilita que uma companhia aérea efetue o controle, em tempo real, de todos os seus passageiros após ele ter efetuado o check-in.

“A adoção do RFID é uma tendência crescente não apenas no Brasil, mas também no exterior. Já temos parceiros comerciais na França, na Alemanha e também em Portugal, mas apostamos na CeBIT como o ambiente ideal para apresentarmos essas duas aplicações a um universo maior de clientes e canais internacionais”, explica seu diretor, Afrânio Kieling, destacando os contatos positivos realizados com empresários da Arábia Saudita, do Egito da China.

Especializada no fornecimento de ferramentas de ensino para a educação básica, a pernambucana Educandus realizou recentemente um investimento de mais de US$ 1 milhão para agilizar o processo de localização de seus produtos para outros idiomas e para tornar o ambiente customizável às necessidades de cada qualquer escola.

“Apesar de atuarmos em um nicho de mercado extremamente específico, retornaremos para o Brasil com boas perspectivas de parcerias de intercâmbio tecnológico e comercial com organizações da Índia, da China e também da Alemanha”, revela José Valber Costa Cavalcante, diretor comercial da Educandus.

Para Igor Brandão, gestor de projetos da Apex-Brasil, a participação nacional refletiu a diversidade e a maturidade das empresas brasileiras de software e serviços de TI. “O evento continua sendo uma plataforma importante para o mercado europeu e para o alemão, em particular. Esta edição foi uma oportunidade para consolidarmos a imagem positiva sobre o Brasil construída no ano passado, quando comparecemos à CeBIT com o status de país parceiro”, conclui.

A organização do pavilhão brasileiro foi conduzida pela SOFTSUL, agente SOFTEX no Rio Grande do Sul, e a participação nacional na CeBIT 2013 contou também com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), do Ministério das Comunicações (MiniCom) e da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).

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Empresas brasileiras voltam à CeBIT para ampliar presença nos principais mercados internacionais

Este ano, o pavilhão brasileiro na CeBIT (www.cebit.de), considerado o evento mais importante da indústria digital internacional, contará com 17 empresas integrantes do programa de internacionalização competitiva de software e serviços de Tecnologia da Informação (TI) desenvolvido pela Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro – SOFTEX (www.softex.br) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil (www.apexbrasil.com.br). A mostra, que terá como tema central “Shareconomy” e a Polônia como país parceiro, será realizada de 5 a 9 de março em Hanover, na Alemanha.

Um ano após sua participação histórica como país parceiro, o Brasil se apresentará novamente como uma nação inovadora, com um setor de TICs altamente flexível e orientado a serviços, e com um enorme potencial de crescimento. O objetivo é colher os resultados da projeção mundial conquistada em 2012 e dar continuidade à estratégia de consolidar internacionalmente a imagem de um país produtor de tecnologias avançadas, inovadoras e de alcance global. Embora o ciclo de venda de soluções de software seja longo, podendo superar até um ano, a SOFTEX estimou em US$ 60 milhões – para um prazo de 18 meses – o volume de negócios para as empresas integrantes da delegação que compareceu à edição 2012 da CeBIT.

“Temas atuais como mobilidade, segurança, infraestrutura, computação em nuvem, gestão do conhecimento, compartilhamento e soluções para mercados de nicho e web são familiares para as empresas brasileiras e foram incluídos no desenvolvimento de seus produtos. Estamos confiantes de que a nossa 14ª participação consecutiva na CeBIT se traduzirá em importantes contatos iniciais com potencial para se transformarem em negócios concretos, após cumprido o ciclo de maturação característico do setor”, destaca Rubén Delgado, presidente da SOFTEX.

Representando o governo brasileiro, estão confirmadas as participações de Virgílio Almeida, Secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (SEPIN-MCTI); e de José Gontijo, diretor do Departamento de Indústria, Ciência e Tecnologia da Secretaria de Telecomunicações do Ministério das Comunicações (MiniCom) entre os palestrantes do Fórum International Business Area (IBA).
DESTAQUES DO ESTANDE BRASIL IT+ – No estande Brasil IT+, localizado no Hall 6, as 17 empresas brasileiras inscritas para o evento apresentarão um extenso portfolio de soluções de mobilidade, RFID (Radio Frequency Identification), gestão de redes, simuladores de voo, educação, jogos e aplicações industriais e comerciais.

Integram a delegação nacional Argotechno, Arquivo Digital, Bausystems, CEITEC, Datacom, Diponto, Educandus, Eteg, Fundação Guamá, K&D – Kieling & Dittrich Tecnologia, Learn4Fun, Parque Tecnológico da Universidade do Rio Grande do Sul (UFRGS), SBPA Simuladores de Voo, SIGGA, Softexpert, STA Holding e Tecnosinos.

O CEITEC (www.ceitec-sa.com) levará para o evento produtos como CTC11002, um chip RFID LF (baixa frequência) projetado como parte de um sistema de ponta para rastrear gado, e o CTC13001, um chip RFID UHF (Ultra High Frequency) para múltiplas aplicações em logística e cadeia de fornecimento de bens, que pode ser utilizado para a identificação de bagagem aérea, produtos no varejo (supermercados, vestuário) e saúde (medicamentos e controle de pacientes). Os visitantes da CeBIT também poderão conhecer o CTC12000, um chip HF RFID (alta frequência) projetado para identificação e rastreamento de produtos perecíveis. Uma de suas possíveis aplicações é em sacos de plasma de sangue.

A Educandus (www.educandus.com.br), desenvolvedora de soluções para educação, apresentará o jogo SOS Natureza, que permite o uso de dispositivos de realidade virtual para a captura de movimentos do usuário; e o NEWTON, laboratório virtual de Física construído a partir das experiências de professores e alunos.

Os visitantes do estande Brasil IT+ na CeBIT também poderão conhecer as soluções para ensino e treinamento aeronáutico desenvolvidas pela SBPA Simulators (www.flysbpa.com.br). Destaque para o SBPA AATD Flight Simulator, uma cabine confeccionada em fibra de vidro com painel de instrumentos em escala aproximada e projetor para visualização externa. Seu software, certificado pela Federal Aviation Administration EUA (FAA), incorpora informações sobre todas as fases de voo de aeronaves como Cessna Skyhawk 172R, Arrow Piper Seneca IV e V, permitindo a visualização dos instrumentos do avião, gráficos de desempenho e mapas, entre outras informações. Em seu programa de treinamento, o sistema possibilita a simulação de falhas nos motores, instrumentos, controles manuais e danos à superfície do avião.

Já o Parque Tecnológico da Universidade do Rio Grande do Sul (UFRGS) se posicionará como um centro para a realização de projetos de cooperação internacional para pesquisa e desenvolvimento.
EXPECTATIVA DE BONS NEGÓCIOS – Estimulada pelo sucesso obtido na edição do ano passado, quando fechou um negócio no valor de US$ 250 mil com a espanhola BTG, a STA Holding (www.staholding.com) comparecerá à CeBIT pela quarta vez. “Levaremos uma nova plataforma ERP desenvolvida especialmente para a indústria de transporte de valores. Disponível em português, inglês e espanhol, ela faz toda a gestão da cadeia, traçando rotas seguras e inteligentes que podem ser alteradas após o início do serviço de transporte”, explica Luiz Pimentel, presidente da STA Holding.

Nos últimos três anos, lembra Pimentel, a companhia nunca deixou a feira sem contratos fechados. “O evento nos traz uma exposição institucional extremamente importante, ainda mais agora que estamos em busca de um parceiro europeu. Depois de abrirmos um escritório nos Estados Unidos, nosso plano de internacionalização prevê o estabelecimento de uma unidade na Europa e a CeBIT nos permite mapear oportunidades em diversos mercados da região”, ressalta.

Em sua segunda participação consecutiva na mostra, a SoftExpert (www.softexpert.com), empresa líder de mercado em soluções para a excelência na gestão, espera resultados semelhantes aos da edição de 2012, na qual firmou parceria com a alemã BCS – Business Consulting Service – para atuação na Alemanha e França.

“Com a nossa presença no evento damos continuidade às ações de expansão de nossas operações no exterior e ampliação da visibilidade de marca no mercado internacional”, destaca Marco Hintz, diretor de Desenvolvimento de Negócios da SoftExpert, acrescentando que a empresa já possui parceiros também na Espanha, Itália, Portugal, Reino Unido, Romênia e Turquia.
A INDÚSTRIA BRASILEIRA DE SOFTWARE E SERVIÇOS DE TI EM NÚMEROS – A Indústria Brasileira de Software e Serviços de TI (IBSS) é integrada por aproximadamente 73 mil empresas, em sua maioria de micro e pequeno porte.

Mesmo com um mercado interno extremamente demandante, as companhias brasileiras vêm ampliando cada vez mais a sua presença nos principais mercados mundiais. Segundo dados do Observatório SOFTEX, unidade de estudos e pesquisas da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro, a receita líquida do país com exportação foi de aproximadamente US$ 1,9 bilhão em 2012.

Cerca de 604 mil pessoas, entre sócios e assalariados, atuam nesse setor econômico considerado prioritário pelo Governo Federal e que, de acordo com estimativa do Observatório SOFTEX, alcançará uma receita líquida de US$ 36,5 bilhões este ano.

A organização do pavilhão brasileiro na CeBIT está a cargo da SOFTSUL (www.softsul.org.br), agente SOFTEX no Rio Grande do Sul, e a participação nacional no evento conta ainda com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), do Ministério das Comunicações (MiniCom) e da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).

Brasil IT+ na CeBIT 2013
Data: 5 a 9 de março – Horário: das 09h00 – 18h00
Local: Messegelände (Recinto de Feiras de Hannover) – Hall 6 – K 02 – CeBIT PRO

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Barcelona recebe TI brasileira durante o Mobile World Congress

Em mais uma iniciativa do programa de internacionalização competitiva de software e serviços de Tecnologia da Informação (TI) coordenado pela Associação para Promoção do Software Brasileiro – SOFTEX em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil ( www.apexbrasil.com.br), uma delegação de sete empresas participará de 25 a 28 de fevereiro em Barcelona, na Espanha, do Mobile World Congress .

Considerado o principal encontro mundial da indústria de comunicação móvel, o Mobile Congress recebeu mais de 67 mil visitantes no ano passado e já tem confirmada a presença de 1.500 fornecedores de dispositivos móveis, serviços e tecnologias nesta edição.

No estande Brasil IT+, marca que identifica a indústria de TI nacional no exterior, FITec , Ícaro Technologies , MC1, MG System , Nana Pocket , Navita , e STA Holding apresentarão um diversificado portfolio de serviços e soluções para o setor de TI e Telecomunicações, entre as quais aplicações móveis corporativa, soluções de gerenciamento de sistemas e segurança, e CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente).

Especialista em soluções multiplataforma para mobilidade corporativa e serviços de gestão de Telecom, a Navita já possui clientes em mais de 20 países. Parceira de fabricantes de smartphones e tablets, além das principais operadoras no Brasil e na América Latina, a empresa apresentará aos visitantes da mostra sua ampla gama de serviços: Navita Mobile, plataforma para o desenvolvimento de aplicativos corporativos e para o usuário final; Navita SGM (Serviços Gerenciados de Mobilidade), para a gestão de smartphones e tablets corporativos; e Navita SGT (Serviços Gerenciados de Telecom), para o gerenciamento, prevenção e redução de custos de telecomunicação em tempo real.

“O Mobile World Congress é o evento de mobilidade mais importante neste semestre e nosso objetivo é utilizá-lo como plataforma para a divulgação dos nossos serviços de gerenciamento de Mobilidade e Telecom para o mercado internacional. Essa participação integra nossa estratégia de reforçar a marca junto às grandes empresas multinacionais”, detalha Roberto Dariva, diretor-executivo da Navita.

“Os setores de TI e Telecom são estratégicos para alavancar o crescimento do Brasil. Nossa presença em um evento com essa relevância mundial é fundamental para apresentarmos a especialização de nossas companhias no desenvolvimento de soluções de comunicação móvel a um público altamente qualificado e tomador de decisões em suas organizações, para o mapeamento de oportunidades e também das principais tendências do mercado mundial, bem como para o fortalecimento da presença de nossas companhias no mercado internacional”, explica Maurício Fernandes, consultor da SOFTEX responsável pela organização da presença brasileira na mostra.

Brasil IT+ no Mobile World Congress
Data: 25 a 28 de fevereiro
Local: Fira Gran Via – Av. Joan Carles I, 64 – Barcelona
Estande: Hall 5 estandes 5I50 – 5I54

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CeBIT 2013: inscrições abertas para estande Brasil IT+

“Shareconomy” é o tema central da CeBIT 2013 (www.cebit.de/home), o maior evento de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) do mundo e que este ano será realizado de 5 a 9 de março em Hannover, na Alemanha. Nesta edição, a programação colocará em evidência as diversas visões sobre as ferramentas de compartilhamento do conhecimento e as plataformas de colaboração e de comunicação.

Pela 14ª vez consecutiva, a Associação para Promoção do Software Brasileiro – SOFTEX (www.softex.br) coordena a participação das empresas brasileiras por meio do programa de internacionalização competitiva de software e serviços de TI, realizado em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil (www.apexbrasil.com.br). A organização do pavilhão está a cargo da SOFTSUL (www.softsul.org.br), agente da SOFTEX no Rio Grande do Sul.

Na visão de Adriana Martins, diretora de operações da SOFTSUL e à frente desta iniciativa desde o ano 2000, “a CeBIT é uma importante e consolidada plataforma de negócios para as empresas brasileiras de TIC. A presença continuada do Brasil nos últimos 13 anos não somente gerou muitas oportunidades como também permitiu, em 2012, a sua participação na condição de país parceiro”, destaca.

A participação brasileira na CeBIT tem como objetivo a inserção dos softwares e dos serviços de TIC brasileiros no mercado internacional, bem como a promoção da marca Brasil IT+, que identifica a indústria brasileira de TI no exterior.

As empresas podem participar em modalidades que permitem a utilização da infraestrutura do estande: expositora no Pavilhão Coletivo Brasil IT+; participante nos Encontros de Negócios e prospectora. Empresas sediadas no Rio Grande do Sul contam com o apoio financeiro da Secretaria do Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI) para a sua participação.

Desde 2010, a área de exposição do Brasil na feira tem sua organização dividida em quatro trilhas diferenciadas: a CeBIT pro, orientada ao usuário profissional; a CeBIT gov, voltada aos usuários do setor público; a CeBIT life, para os profissionais e interessados em tecnologia; e a CeBIT lab, plataforma para as universidades e institutos de pesquisa.

“Depois de uma participação histórica como país parceiro da CeBIT no ano passado, nossa meta é organizar novamente uma delegação que reflita a expertise do Brasil como um provedor de tecnologias consistentes, avançadas, inovadoras e de alcance global. Em 2012, a marca Brasil IT+ recebeu uma projeção mundial sem precedentes e acreditamos que tal exposição se refletirá em novos negócios, na formação de parcerias e na realização de benchmarking para as nossas companhias também nesta edição”, destaca Marcos Mandacaru, vice-presidente executivo da SOFTEX.

Em 2012, a CeBIT recebeu 339 mil visitantes de mais de 110 países, 500 CIOs de empresas internacionais e fomentou a realização de mais de 7mil contatos de negócios.
Para informações detalhadas sobre cada uma das modalidades de adesão oferecidas, valores de investimento e sugestões de pacotes aéreos e terrestres especialmente estruturados, entre em contato com a SOFTSUL pelo e-mail operacoes@softsul.org.br ou pelo telefone (51) 3346-4422.

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SOFTEX projeta mais de R$ 4 mi em negócios para empresas brasileiras na NRF Big Show

Pelo quarto ano consecutivo, o Brasil estará presente à National Retail Fair (NRF Big Show), que chega à sua 102ª edição consolidada como a maior feira de varejo das Américas. A mostra será realizada de 13 a 15 de janeiro em Nova Iorque.

A iniciativa de levar empresas brasileiras à feira é do programa de internacionalização competitiva de software e serviços de TI gerenciado pela SOFTEX (www.softex.br) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil ( www.apexbrasil.com.br). Reunindo quase 400 empresas, seu objetivo é promover novas oportunidades de negócios no mercado internacional e fortalecer a imagem de competência da indústria nacional, que é identificada no exterior pela marca Brasil IT+.

Sete empresas levarão para a mostra um amplo portfolio, que inclui desde soluções de ERP (Gestão Empresarial), WMS (Gerenciamento de Armazém), CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente), BI (Business Intelligence), POS (Ponto de Venda) e orçamento, até mobilidade. São elas: AGR, voltada à prestação de serviços de consultoria para o varejo; CISS, especializada em soluções de ERP para o varejo; Execplan, fornecedora de ferramentas de Business Intelligence (BI); PC Sistemas, líder em sistemas de gestão para o atacado distribuidor; STA Holding, desenvolvedora de soluções de automação para força de vendas; Casa Magalhães, especializada na oferta de soluções completas em automação para o varejo; e o consórcio de empresas de prestação de serviç os de TI Actminds.

Para Allan Pires, consultor da SOFTEX responsável pela organização da participação brasileira no evento, a NFR é um ponto de encontro não apenas para a apresentação das sofisticadas soluções desenvolvidas pelas nossas companhias a clientes finais, mas também para o mapeamento das demandas do mercado mundial e para a realização de parcerias com empresas internacionais interessadas em compor um ambiente de soluções complementares.

“Nossa participação constante em uma mostra com essa representatividade transformou o estande do Brasil IT+ em uma referência para os compradores. Recebemos muitas visitas de parceiros comerciais interessados em levar as soluções brasileiras para seus mercados e também de empresas com ofertas de produtos complementares em busca de associações. Projetamos um potencial de negócios da ordem de R$ 4 milhões para os próximos dois anos para as companhias participantes de nossa delegação”, explica Allan Pires.

Além da feira para exposição de produtos e tecnologias, a programação da NFR, que no ano passado recebeu mais de 25 mil visitantes, inclui ainda seminários, fóruns de debates e apresentação de casos de sucesso de empresas mundialmente conhecidas.

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Apex-Brasil e SOFTEX investirão mais de R$ 13,6 milhões em promoção no exterior até 2014

Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (SOFTEX) vão investir mais de RS 13,6 milhões até agosto de 2014, em ações de promoção comercial, por meio da renovação do Projeto Setorial para Exportação de Software e Serviços Correlatos, o maior e o mais abrangente plano de internacionalização competitiva de empresas desenvolvedoras de software e prestadoras de serviços de TI já realizado no Brasil.

Iniciado em 2005, o projeto tem o objetivo de gerar novas oportunidades de negócios no mercado internacional para as companhias brasileiras participantes, ampliar o volume de exportações do setor, e aumentar a exposição e fortalecer a imagem da indústria brasileira de TI – identificada no exterior pela marca Brasil IT+ – de forma a tornar o Brasil um reconhecido centro de excelência mundial no setor.

Nos próximos dois anos serão realizadas ações de promoção comercial e de branding, e será desenvolvido um modelo de inteligência competitiva focado nas verticais e mercados prioritários do projeto. Também será estruturada uma rede de canais internacionais, por meio da contratação de consultores que mapearão oportunidades de negócios e gerarão subsídios para o trabalho de inteligência em diversos mercados no exterior.

Entre as muitas ações previstas destacam-se ainda a participação das companhias brasileiras em mais 120 eventos internacionais, a realização de ações diferenciadas de branding e o lançamento do website Brasil IT+. Disponível em português, inglês e espanhol, o site reunirá todas as informações sobre o projeto, verticais, empresas, eventos e negócios realizados.

“Até 2013, esperamos atingir, por meio desse projeto, um volume de US$ 410 milhões em exportações para as empresas participantes. Para nos apoiar nesse desafio, em breve disponibilizaremos uma plataforma on-line de promoção comercial e de gestão de leads, totalmente voltada para negócios internacionais”, destaca Djalma Petit, diretor de mercado da SOFTEX.

Concebido de modo a atender às necessidades da indústria, o projeto setorial está dividido em 16 verticais de atuação, nas quais o Brasil tem reconhecida competência: agronegócios, automação industrial, aviação, couro e calçados, educação, energia, finanças, games, gestão, mineração, outsourcing, petróleo, saúde, segurança, software embarcado e telecom. Mais de 400 empresas brasileiras de software e serviços de TI fazem parte do projeto.

Os mercados-alvos prioritários do projeto são os Estados Unidos, México, Colômbia e Chile. Também serão contempladas ações em importantes mercados como Moçambique, Angola, Canadá, Peru, Argentina, Emirados Árabes Unidos, Coréia do Sul, China, Japão, Índia, Holanda, Itália, Portugal, Espanha, França, Alemanha e Inglaterra.

O projeto oferece uma série de benefícios às empresas associadas, entre os quais acesso a informações qualificadas sobre os mercados-alvos, assessoria comercial no exterior, participação em feiras e eventos internacionais, apoio na obtenção de financiamento para exportação (pré e pós-embarque) e em questões como registro de marcas e de software, localização, instalação de subsidiárias e aspectos legais.

São também parceiros da SOFTEX no projeto, além de seus 20 Agentes Regionais, unidades autônomas que integram o Sistema SOFTEX e oferecem apoio a empresas de software e serviços de TI em diversas regiões do país; o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).

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Softex: indústria de software do Paraná em alta e Brasil com falta de profissionais

Em Curitiba, empresários e representantes de entidades do setor de tecnologia acompanharam a apresentação do 2º Volume da Publicação Software e serviços de TI: A Indústria Brasileira em Perspectiva, um trabalho inédito, pioneiro e abrangente que aborda em detalhes, o setor de software e serviços de TI no Brasil. O evento foi uma parceria do CITS – Centro Internacional de Tecnologia de Software com a Softex- Agência para a Promoção da Excelência do Software Brasileiro a PUC-PR. Arnaldo Bacha , vice-pres. executivo da Softex falou sobre o trabalho da agência e de um grande evento da indústria de software que acontece nesta semana. Os números do setor foram apresentados por Virgínia Duarte, gerente do Observatório Softex.

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