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Budweiser e Twitter anunciam parceria que permite encomendar cerveja direto da plataforma

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Dando continuidade aos projetos lançados por meio da Twitter Business Solutions (TBS) – plataforma desenvolvida pelo Twitter para facilitar a comunicação entre marcas e consumidores – a Budweiser (@Budweiser_Br) e o Twitter anunciam o lançamento de uma solução que permite aos usuários da plataforma comprar e receber cerveja em casa. Com a novidade, a Budweiser torna-se a primeira marca de cerveja a oferecer o delivery de seu produto com uma experiência de compra feita 100% no Twitter.

O serviço da Budweiser na TBS funciona de maneira simples: os consumidores podem iniciar uma conversa com o perfil @Budweiser_Br no ambiente privado das Mensagens Diretas (DMs), que passa a responder, de forma automatizada e inteligente, com diversos botões e indicações para respostas. A partir dessa interação, é possível fazer encomendas para receber em casa packs e kits de Budweiser entregues pelo Empório da Cerveja, loja online especializada em bebidas.

Todo o processo de compra, incluindo a escolha e quantidade dos produtos, informação do endereço de entrega e pagamento acontece dentro do Twitter, no ambiente de Mensagens Diretas. Inicialmente, o serviço está disponível para os moradores da cidade de São Paulo que podem optar por receber os produtos no dia seguinte ou em até 5 dias úteis. Para outras localidades, a @Budweiser_Br indicará na conversa um link para que o consumidor conclua a compra pelo site do Empório da Cerveja (http://www.emporio.com/).

“O projeto desenvolvido para a Budweiser foi pensado para que o consumidor possa ter uma experiência completa dentro do Twitter, sem a necessidade de sair da plataforma ou de ter que utilizar outros aplicativos para adquirir sua cerveja”, afirma Daniel Carvalho, diretor de desenvolvimento de negócios do Twitter para América Latina. “A plataforma do Twitter Business Solutions traz às marcas diversas possibilidades, incluindo as respostas automatizadas por meio de Mensagens Diretas que podem ser utilizadas para facilitar o atendimento e relacionamento com o consumidor, agendamento de serviços, entre outros diferentes objetivos de negócio”, completa.

O Twitter está construindo um ecossistema de empresas que serão responsáveis por desenvolver as soluções para as marcas a partir da plataforma, de acordo com os objetivos de negócio de cada uma.

“Budweiser é a uma cerveja muito autêntica e que sempre inovou, desde o começo de sua história. Essa novidade permite, ainda mais, que o consumidor de Bud esteja próximo da marca”, comenta Karina Ferreira, gerente de marketing de Budweiser.

Os consumidores podem se programar para receber a cerveja em dias de jogos da NBA e NFL, por exemplo. A possibilidade de interagir e fazer encomendas por meio do perfil da @Budweiser_Br no Twitter também está sendo divulgada em Tweets promovidos, expandindo o alcance da ação na plataforma para um público segmentado.

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Aplicativo direciona clique em foto do Instagram para e-commerce

Marcas de sucesso e renome como Valisere, Hotel Urbano, UZA Shoes, Polishop, Sephora e Shoulder já usam a plataforma para converter

Na lista das redes sociais mais usadas no mundo todo, o Instagram, que em outubro de 2015 completa 5 anos, já superou o Twitter e hoje conta com mais de 300 milhões de usuários. Após perceberem isso, o desenvolvimento em ritmo acelerado do e¬commerce no Brasil e a demanda crescente de seguidores à procura dos produtos postados no Instagram, Rafael Bluvol e Fellipe Guimarães decidiram criar a Instaby.

O projeto surgiu quando os atuais sócios da empresa viram uma plataforma no exterior que realizava um trabalho semelhante. “Nós resolvemos adaptar a ideia, trazê-la para o Brasil, e adicionar algumas funcionalidades que nós do mercado de e-commerce brasileiro precisamos”, conta Guimarães.

Na plataforma, as fotos do Instagram são clicáveis e redirecionam para a página de compra. Uma oportunidade boa, já que, 40% do tráfego de um e-commerce vem de acessos feitos por dispositivos móveis.

O Instaby gera uma página semelhante à do Instagram, somente com imagens, e cada uma já direciona o cliente direto ao site para finalizar a transação daquele produto. Para isso, o usuário deve apenas disponibilizar o link personalizado do sistema do Instaby em seu perfil.

“Antes do Instaby, os clientes eram redirecionados para um site, para de lá ter que pesquisar os produtos, o que causa certa frustração. Com a plataforma, o cliente acha de forma mais fácil o produto que está procurando”, esclarece Guimarães.

Case
A Cia. Marítima aumentou em 150% a taxa de conversão com a plataforma que foi testada por três meses antes de entrar para o mercado. Logo no primeiro mês de experimentação, investindo somente na funcionalidade de posts, a Instaby tornou se 10% do faturamento do e-¬commerce da marca.

Cobrança
O Instaby trabalha com um sistema de cobrança no qual o usuário (loja ou empreendedor) só paga quando realiza vendas por meio da plataforma.

Sobre a Instaby
Pioneira no país, a companhia que visa aumentar as vendas através do Instagram inspirou-se em uma plataforma que realiza trabalho semelhante no exterior e, é a única que faz isso hoje no Brasil. Entre seus clientes, estão marcas de sucesso e renome como Cia. Marítima, Valisere, Hotel Urbano, UZA Shoes, Polishop, Sephora e Shoulder.

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Pesquisa inédita traça perfil do consumidor digital brasileiro

A falta de confiança e segurança ainda são os principais motivos que levam o consumidor mobile brasileiro a não fazer compras no ambiente online. Eis o que revela a Pesquisa Consumidor Digital, realizada pelo Centro de Inteligência Padrão (CIP) e pela empresa MeSeems, que traçou o perfil do consumidor mobile brasileiro, verificando seus hábitos de consumo via smartphones e tablets.
Entre os entrevistados ouvidos pelo estudo, apenas 21,9% realizam compras mensalmente por smartphones e 18,8% por tablets. Quase metade dos usuários (48,4%) de tablets e 38,1% de quem usa smartphones não realizam compras pelos dispositivos. Essa realidade é explicada pela falta de confiança e segurança que desmotiva 49,6% dos usuários a realizarem compras por smartphones e 37,4% por tablets.

Apesar da falta de confiança na hora de realizar uma compra, o estudo revela que 50,9% dos usuários de smartphones utilizam aplicativos de bancos; 22,9% utiliza o browser para acessar sites de bancos e 29% faz ligações para realizar serviços financeiros e bancários. Enquanto 35,7% dos usuários de tablets afirmam utilizar softwares de bancos e 23,4% acessam sites de bancos pelo navegador do aparelho. “Isso se explica pela relação de confiança que os consumidores já possuem com os bancos. Eles sabem que as instituições vão zelar pelo sigilo de seus dados pessoais. O que as empresas de venda digital precisam fazer é encontrar a forma de mostrar que também garantem essa segurança”, comenta Roberto Meir, especialista internacional em relações de consumo e CEO do Grupo Padrão.

O que também chama atenção na pesquisa é a grande utilização de aplicativos. Apenas 0,1% dos usuários de smartphones e 7,2% de tablets afirmaram que não usam nenhum aplicativo:

• Ferramentas de mensagens instantâneas, como WhatsApp e Viber, são usados por 93,4% por usuários de smartphones e por 42,9% de tablets;

• Recursos para redes sociais estão em 90,5% dos smartphones e 72,4% dos tablets;

• Aplicativos de entretenimento, como leitura, jogos e filmes, são utilizados por 72,3% de quem possui tablet e por 77,2% dos que possuem smartphone;

• Com ajuda dos softwares de saúde e bem estar, 30,2% dos usuários de smartphones e 23,8% de tablets usam os aparelhos para manter a boa forma.

Para Roberto Meir, esses números apontam alternativas para que as empresas melhorem o seu relacionamento com o consumidor e resolvam questões como, por exemplo, a questão da falta de confiança na hora de realizar uma compra. “Estreitar o relacionamento pelas redes sociais e pelas ferramentas de mensagens instantâneas são boas soluções para criar uma relação de confiança e parceria entre consumidores e empresas”, conclui o especialista.

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One-click-social commerce

As redes sociais já são a extensão de nossas vidas e o território ideal para as marcas disseminarem conteúdo e, agora também, vendas.

Por Eric Kanner, da iProspect – Tradução e adaptação de Allan Benedecti

Como a mídia social continua a evoluir e tornando-se cada vez mais incorporada em nossa vida cotidiana, é mais fácil vê-la como o lugar ideal para disseminação de conteúdo. Os profissionais de marketing alcançam o usuário independentemente de onde estiverem ou que dispositivo estejam usando. Usuários marcam o que os interessam através de likes e follows e em troca recebem informações, conteúdos e anúncios relevantes, de forma orgânica, sem a necessidade da busca.

A fraqueza do Facebook e do Twitter sempre foi o e-commerce. Se um usuário avistar um produto ou serviço de interesse enquanto navega no seu newsfeed, terá de deixar a rede social caso queira efetuar uma compra, mas em 17 de julho de 2014, o Facebook anunciou que este cenário pode mudar.

Foi apresentada uma experiência restrita que permite aos usuários fazerem transações diretamente na plataforma social através de um botão “Compre agora”, como um meio para fornecer a eles uma maneira mais fácil de comprar. Em 8 de setembro, o Twitter seguiu o exemplo, anunciando um beta-test semelhante. Ambas as redes sociais têm lançado mudanças ao longo do último ano para melhorar a capacidade de aumentar o retorno de investimento em mídia, mas os novos botões são uma verdadeira revolução, tornando-se possível executar uma campanha social de resposta direta sem precisar tirar o usuário da plataforma. Com um único clique de um botão, o cartão de crédito do usuário é cobrado e o pedido é enviado para o endereço desejado. Esta transação quase que imperceptível é possível quando o usuário fornece seus dados de faturamento e envio previamente.

Simplificar o Caminho para a Compra

Um e-commerce social que viabiliza o one-click-shop faz sentido porque a mídia social é uma comunidade na qual os usuários vão para interagir e consumir conteúdo relevante de amigos, colegas e marcas. Toda a experiência requer muito pouco esforço, pois o recebimento da informação não precisa que ninguém procure por nada, tudo o que o usuário quer está, literalmente, na ponta dos dedos, sem digitação necessária, fazendo com que a interação seja totalmente mobile-friendly. Anteriormente, uma campanha de resposta direta neste ambiente não era contínua, e mesmo o melhor e mais persuasivo post patrocinado teria que redirecionar o usuário para outra página para concluir a compra. O botão “Comprar” é importante já que simplifica e facilita este caminho, não só porque o usuário nunca deixa a plataforma, mas também porque ele não vai nunca mais precisar inserir seus dados de frete e pagamento para comprar, ou seja, o melhor veículo para compras por impulso.

Até agora, o one-click shop foi alavancado principalmente por e-commerces como a Amazon e iTunes, permitindo-lhes monetizar mais facilmente o crescimento explosivo de dispositivos móveis. Seus sistemas de gerenciamento de IDs permite aos usuários inserirem todos os formatos de pagamento uma única vez, criando assim uma experiência de navegar-e-comprar que parece ter sido feita para smartphones.

A Apple Pay vai transferir o pagamento da carteira para o telefone ou relógio, e esperamos que muito em breve o pagamento nas lojas físicas seja tão fácil quanto apertar um botão “Comprar Agora” online. O sucesso da Apple Pay depende da premissa que os usuários confiem que seus smartphones sejam um substituto razoavelmente seguro para sua carteira. Se a base de usuários móveis existente no Facebook e Twitter servir de indicativo, o “Compre Agora” e Apple Pay trarão revoluções para o modo como fazemos pagamentos hoje. Da mesma forma, como as mídias sociais em geral rumam para uma experiência multi-plataforma, os formatos de pagamento devem seguir o exemplo.

Beneficiando Marcas e Fãs

Hoje o ato da compra está completamente integrado na experiência dos usuários digitais, e Facebook e o Twitter podem ser canais de vendas sociais onde ambos – marcas e os usuários – são beneficiados. Marcas se beneficiam porque seus produtos são exibidos para uma audiência relevante de uma forma significativa, enquanto os usuários se beneficiam porque são apresentados a produtos que lhes interessam de acordo com seu estilo de vida.
No entanto, proporcionar aos usuários uma boa experiência significativamente imperceptível e contínua, conforme descrito acima, não é fácil. Isto requer um planejamento meticuloso e uma compreensão profunda de ambas as plataformas.

Facebook e Twitter foram feitos para se tornarem máquinas autônomas de vendas online em dispositivos mobile. No Twitter, primeiro os marqueteiros selecionam cuidadosamente quais palavras-chaves, hashtag e segmentações serão utilizadas para identificar usuários apropriados no momento mais relevante possível. Com um botão “Comprar Agora”, os anunciantes podem apresentar aos usuários exatamente o que eles estão procurando no momento certo. Um exemplo: é inverno e está um dia especialmente frio em São Paulo. Enquanto todos estão twittando sobre isso, algumas pessoas expressaram que ainda não compraram uma jaqueta de inverno e isto é ótimo, porque um comerciante digital antenado pode lhes proporcionar a oportunidade de comprar imediatamente sua nova jaqueta de inverno.

No Facebook, os comerciantes podem contar com categorias de interesse mais sofisticadas e segmentações demográficas. Se objetivo da marca é impulsionar as vendas de seu novo tênis de corrida, os comerciantes podem usar uma variedade de combinações para definir um público-alvo de prováveis corredores e atingi-los com uma mensagem relevante. Ou eles podem realizar remarketing para os clientes que já visitaram seu site em busca de um tênis de corrida, mas ainda não compraram, talvez até mesmo oferecendo-lhes um desconto para comprar imediatamente.

Mas Lembre-se

O botão “Comprar Agora” não deve ser visto como o Santo Graal do marketing de resposta direta, em vez disso, os profissionais de marketing devem trabalhar para entender melhor como seu público-alvo usa suas plataformas sociais, e quando e como eles preferem fazer compras. Uma vez compreendido, eles podem então tornar a experiência de compras em uma plataforma social muito mais fácil e emocionante.

Se mal executada, as campanhas podem ser vistas como invasivas ou então ser completamente ignoradas, mas se executada corretamente, com uma abordagem integrada, as marcas provavelmente finalmente descobrirão um meio de gerar receita através das mídias sociais e os usuários serão felizes por ter uma solução de one-click-shop nas plataformas sociais, pois terão sua experiência enriquecida.

O ditado “o meio é a mensagem” nunca foi tão verdadeiro. Tendo os usuários com um papel ativo na evolução das mídias sociais, este meio tornou-se o meio dos conteúdos interativos e plataforma de compra. Os usuários só precisam clicar ou tocar para obter o que desejarem a qualquer momento – seja isto enquanto leem a atualização de status de um amigo, assistindo o mais engraçado viral do momento, ou reclamando da falta de um casaco para um inverno fora do comum de frio em São Paulo.

As mídias sociais oferecem uma experiência cross-device imperceptível e perfeita. Na iProspect, acreditamos que a mídia social – e o marketing digital como um todo – têm de ser personalizados para as necessidades do indivíduo, adaptando-os tanto ao o contexto e conteúdo, quanto para agregar valor ou economizar tempo. O botão “Compre Agora” é um importante passo nessa direção.

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