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Ingram Micro marca presença no IBM Systems Technical University Brasil

Entre hoje, 18, e quinta-feira, 20 de outubro, acontece em Atibaia-SP, o IBM Systems Technical University Brasil, evento realizado pela IBM para atualizar os profissionais sobre a evolução e o potencial de aplicação de suas principais tecnologias. A Ingram Micro, subsidiária do maior distribuidor mundial de tecnologia, participa do encontro e mostra o portfólio de produtos e soluções da fabricante. No dia 19, realiza, ainda, um café da manhã com parceiros e executivos da IBM para discutirem sobre assuntos que visam a melhoria no desenvolvimento dos negócios conjuntos e na forma de apoiá-los.

“Sempre procuramos conhecer nossos revendedores, ouvir suas necessidades e ajudá-los a fazer negócios. Esse evento é uma ótima oportunidade para isso e para ficarmos alinhados com as soluções e estratégias da IBM. Vamos aproveitar para criar uma aproximação ainda maior entre nossas revendas, nossos clientes finais e os executivos da IBM”, declara Diego Utge, VP & Brazil Chief Executive da Ingram Micro.

O IBM Systems Technical University Brasil acontece no Hotel Bourbon Convention & Spa Resort e apresenta as principais novidades de IBM Systems na área de hardware, computação cognitiva, cloud computing, analytics, mobile, social business e segurança da informação. São mais de 200 sessões de capacitação, certificações e laboratórios para troca de experiências e melhores práticas com os líderes de mercado.

IBM Systems Technical University Brasil

Local: Hotel Bourbon Convention & Spa Resort – Atibaia
Data: de 18 a 20 de outubro de 2016

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Como as empresas podem aproveitar o Social Business para crescer

O cenário econômico atual somado à globalização da informação e das atividades profissionais, elevou a concorrência e tornou o mundo dos negócios cada vez mais competitivo. Estar à frente do seu concorrente e próximo do seu cliente nunca foi tão necessário como agora.

Levando-se em consideração que as pessoas e as organizações estão cada vez mais presentes nos meios digitais, é impossível traçar estratégias assertivas de mercado que não incluam uma forte presença virtual. Ainda mais com a febre das redes sociais que se tornaram um celeiro fértil para as empresas interagirem online com os stakeholders.

“Não tem ambiente mais propício para fomentar os negócios do que as redes sociais corporativas. Ao utilizar uma plataforma como o Linkedin, com 450 milhões de usuários espalhados pelo mundo inteiro, um vendedor pode localizar e se aproximar de um cliente para fechar uma negociação em âmbito internacional”, esclarece a especialista em social business da DMS, Denise Maia.

Um levantamento do International Data Corporation (IDC) indica que 25% das empresas brasileiras pretendem investir em social business com o objetivo de adquirir vantagens competitivas em 2016. Através deste modelo de marketing tecnológico as empresas conseguem fazer a gestão da marca e da reputação da organização, criar relacionamento com os clientes e melhorar a compreensão das tendências de mercado. Além de estimular a conectividade entre empregados, clientes, parceiros, fornecedores e até concorrentes.

A especialista em social business da DMS, Denise Maia, destaca algumas vantagens na utilização desta tecnologia para obter sucesso nos negócios:

Criação de Valor – o poder nas mídias digitais deriva da partilha de conhecimento, em virtude disso, possuir uma página bem elaborada e com conteúdo de qualidade em uma rede social corporativa funciona como uma vitrine que aumenta a reputação da empresa, reforça o seu posicionamento e promove a marca dentro deste novo paradigma tecnológico.

Gestão de relacionamento com os clientes – o fluxo de contatos que pode ser obtido dentro de uma plataforma de negócios tem um alcance social muito grande o que amplia o relacionamento com os atuais e os potenciais clientes. Por meio do contato social entre organização e público-alvo é possível medir o feedback dos produtos e serviços ofertados pela empresa e colher dados para avaliar o sucesso destas iniciativas.

Aumento na produtividade dos colaboradores – é possível estabelecer um novo modelo de captação de clientes dentro das organizações, porque, os profissionais que sabem utilizar suas conexões dentro das redes corporativas para prospecção de clientes levam vantagem sobre os demais. Os velhos modelos de ligações frias e envio de e-mail marketing, para contatar uma pessoa chave para negociar, foram ultrapassados pelo relacionamento direto com os poderosos contatos disponíveis nas redes. Os colaboradores se tornam ainda mais proativos se incorporarem a função de embaixadores das marcas e divulgarem o potencial da empresa que representam para sua rede de contatos.

Identificação e exploração de novos modelos de negócio – através da observação e compreensão do comportamento dos concorrentes dentro das plataformas corporativas, fica mais fácil traçar uma tendência de mercado e desenvolver estratégias de inovação para superar a concorrência e ampliar as oportunidades de crescimento.

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IBM é líder mundial em Social Business pelo quarto ano consecutivo

Social business torna-se cada vez mais um diferencial competitivo de negócios ao fornecer informações detalhadas sobre padrões de comportamentos e preferências dos consumidores. À medida que esta demanda cresce, as organizações buscam introduzir recursos de mídias sociais em todas as suas principais áreas, desde marketing e inovação de pesquisas até vendas e recursos humanos. O que muitas organizações não dispõem é da capacidade de capturar e compartilhar os insights exclusivos de cada público (seja funcionários, parceiros ou clientes) e utilizá-los para ajudar a agregar valor real aos negócios.

“Hoje em dia as empresas atuam na era social, onde a inovação, a velocidade e as experiências do cliente são fatores essenciais para o sucesso. A plataforma de social business da IBM está acelerando esta transformação e ajudando a mudar a maneira como os líderes atuam”, afirma Sidney Sossai, gerente de soluções de colaboração da IBM Brasil.

Segundo o Global CEO Study 2012, pesquisa realizada pela IBM com mais de 1700 diretores executivos, cerca de 57% deles identificaram o social business como prioridade máxima em seus negócios e mais de 73% já estão realizando investimentos significativos para obter dados estratégicos a partir das informações disponíveis nas redes sociais.

“O investimento de US$ 1 bilhão para a aquisição da Kenexa em 2012 reforçou a estratégia de análise de informações da IBM, que visa levar dados e conhecimentos relevantes para as mãos dos líderes de negócios, incluindo profissionais de Recursos Humanos, vendas, marketing e desenvolvimento de produtos”, finaliza Sossai. Para estes profissionais, em especial os que lidam diretamente com clientes, torna-se um diferencial competitivo disponibilizar aos consumidores ofertas de acordo com os seus padrões de compras e preferências.

A plataforma de colaboração social IBM Connections permite construir comunidades sociais internas e externas para melhorar a fidelização de clientes e os resultados de negócios. O IBM Connections está disponível tanto em versão Cloud (IBM SmartCloud for Social Business) como internamente no cliente (on premise).

* Fonte: Software Tracker semestral mundial da IDC – 2º semestre de 2012

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Como as empresas podem aderir ao Social Business

Por Sidney Sossai

Muitas organizações estão mergulhando no social business de cabeça sem antes mesmo levar em consideração questões crusciais para a implementação do conceito em suas empresas. Existe uma ideia errônea de que a transformação social de uma companhia é simplesmente levar as ferramentas das redes sociais para dentro da empresa e deixar que os funcionários a explorem.

As corporações já perceberam que a maneira mais rápida e simples de se conectarem a clientes, parceiros e funcionários hoje em dia é por meio do uso das ferramentas sociais.

Segundo um estudo recém-divulgado pela IBM denominado “The business of Social Business”, no qual a empresa entrevistou mais de 1.100 profissionais de negócios e tecnologia, cerca de 62% dos entrevistados planejam aumentar seus investimentos em Social Business ao longo dos próximos três anos, mas apenas 22% acreditam que os seus gerentes estão prontos para tornar essas tecnologias e investimentos parte de suas rotinas diárias.

Ainda existe uma grande lacuna de conhecimento acerca dos impactos que a tecnologia social pode trazer para os negócios. Além disso, quase 75% se sente despreparado para as mudanças culturais que a adoção das tecnologias requer.

Enquanto algumas empresas aceleram seus investimentos em Social Business, muitas ainda enfrentam dificuldades com sua implementação, devido a questões culturais e organizacionais, bem como com a integração dessas inovações no modo como conduzem seus negócios.

Além disso, as organizações estão aprendendo que simplesmente implementar essas tecnologias não é suficiente. Os negócios sociais são realmente transformadores e, assim como aconteceu com outras tecnologias transformadoras, como a internet ou os computadores pessoais, o social business forçará empresas a repensar seus modelos de negócios habituais, reconsiderar normas culturais e remodelar as abordagens básicas de gerenciamento para extrair o máximo valor da tecnologia.

É um campo muito rico de aprendizado para um grupo de empresas pioneiras que já têm feito investimentos em tecnologias sociais, seja no uso de hubs de colaboração, implantação de redes sociais privativas ou atividades sociais baseadas em analytics.
Entre as abordagens que esses líderes têm utilizado podemos destacar três frentes de ação: encorajar a experimentação de tecnologias sociais por seus funcionários e colaboradores; criar uma cultura de colaboração; e pensar de forma criativa sobre dados sociais, pois muitas empresas pesquisadas quantificam resultados, mas já sabem que medir a eficácia de abordagens sociais em termos de economia de custo não é suficiente.

Nesse processo de transformações as organizações de ponta que estão aderindo ao Social Business aproveitam suas ferramentas sociais externas e as integram em seus processos de negócio. Além disso, usam abordagens sociais não apenas para se comunicar melhor com seus clientes, mas também para compartilhar conhecimentos com seus fornecedores, parceiros de negócios e funcionários. O conceito de empresa social chegou para ficar e vai transformar corporações assim como está transformando a sociedade.

Sidney Sossai é gerente de soluções de colaboração da IBM Brasil.

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Como as empresas podem aderir ao Social Business

Por Sidney Sossai

Muitas organizações estão mergulhando no social business de cabeça sem antes mesmo levar em consideração questões crusciais para a implementação do conceito em suas empresas. Existe uma ideia errônea de que a transformação social de uma companhia é simplesmente levar as ferramentas das redes sociais para dentro da empresa e deixar que os funcionários a explorem.

As corporações já perceberam que a maneira mais rápida e simples de se conectarem a clientes, parceiros e funcionários hoje em dia é por meio do uso das ferramentas sociais.

Segundo um estudo recém-divulgado pela IBM denominado “The business of Social Business”, no qual a empresa entrevistou mais de 1.100 profissionais de negócios e tecnologia, cerca de 62% dos entrevistados planejam aumentar seus investimentos em Social Business ao longo dos próximos três anos, mas apenas 22% acreditam que os seus gerentes estão prontos para tornar essas tecnologias e investimentos parte de suas rotinas diárias.

Ainda existe uma grande lacuna de conhecimento acerca dos impactos que a tecnologia social pode trazer para os negócios. Além disso, quase 75% se sente despreparado para as mudanças culturais que a adoção das tecnologias requer.

Enquanto algumas empresas aceleram seus investimentos em Social Business, muitas ainda enfrentam dificuldades com sua implementação, devido a questões culturais e organizacionais, bem como com a integração dessas inovações no modo como conduzem seus negócios.

Além disso, as organizações estão aprendendo que simplesmente implementar essas tecnologias não é suficiente. Os negócios sociais são realmente transformadores e, assim como aconteceu com outras tecnologias transformadoras, como a internet ou os computadores pessoais, o social business forçará empresas a repensar seus modelos de negócios habituais, reconsiderar normas culturais e remodelar as abordagens básicas de gerenciamento para extrair o máximo valor da tecnologia.

É um campo muito rico de aprendizado para um grupo de empresas pioneiras que já têm feito investimentos em tecnologias sociais, seja no uso de hubs de colaboração, implantação de redes sociais privativas ou atividades sociais baseadas em analytics.

Entre as abordagens que esses líderes têm utilizado podemos destacar três frentes de ação: encorajar a experimentação de tecnologias sociais por seus funcionários e colaboradores; criar uma cultura de colaboração; e pensar de forma criativa sobre dados sociais, pois muitas empresas pesquisadas quantificam resultados, mas já sabem que medir a eficácia de abordagens sociais em termos de economia de custo não é suficiente.

Nesse processo de transformações as organizações de ponta que estão aderindo ao Social Business aproveitam suas ferramentas sociais externas e as integram em seus processos de negócio. Além disso, usam abordagens sociais não apenas para se comunicar melhor com seus clientes, mas também para compartilhar conhecimentos com seus fornecedores, parceiros de negócios e funcionários. O conceito de empresa social chegou para ficar e vai transformar corporações assim como está transformando a sociedade.

Sidney Sossai é gerente de soluções de colaboração da IBM Brasil.

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