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Startup americana investe no mercado brasileiro

A Swipe Memories, startup americana, pioneira no desenvolvimento de filtros customizados para Snapchat na América Latina, lança, no próximo dia 29 de janeiro, a ferramenta no Brasil. Com um site (www.swipememories.com.br) totalmente responsivo, a empresa vem com a proposta de popularizar os geofiltros e permitir a criação de artes inéditas para usuários da rede. Os preços variam entre R$ 49 e R$99.

O Brasil é um dos países mais ativos nas redes sociais. De acordo com uma pesquisa divulgada pela consultoria eMarketer, quase 50% da população brasileira tem acesso à tecnologia e o número de usuários vem crescendo ano a ano. O mercado latente abre espaço para um mundo de serviços agregados a estas inovações tecnológicas e é justamente com este nicho de atuação que a Swipe Memories investe no Brasil.

O usuário da ferramenta pode criar artes para suas publicações e personalizá-las com imagens e conteúdos exclusivos, ou ainda, inspirar-se em ídolos e influenciadores digitais para fazer um filtro igual. É possível desenvolver artes para o dia a dia ou para ocasiões especiais, como festas de casamento, debutantes, comemorações de empresas, entre outras.

“O Brasil tem uma população jovem e muito antenada com as novidades de tecnologia. A era do compartilhamento facilitou o trânsito de informações e de convivência das pessoas. Em um clique é possível acompanhar em tempo real a vida de amigos, familiares, marcas e empresa, mas mais que um espaço de compartilhamento, as redes sociais funcionam como um ambiente para expor o que pensam, o que gostam e crenças dos usuários. É neste contexto que os filtros ganham força, uma vez que reforçam a identidade e a mensagem que o usuário quer passar aos seguidores”, Josie Rushing, head de Marketing da Swipe Memories.

Como usar:

A produção do filtro é simples e autoexplicativa. A partir do acesso à plataforma, o usuário escolhe entre os mais de 100 layouts disponíveis que quer customizar. Com o laytout definido, o cliente pode incluir texto, brasão, imagens, caricaturas e outros elementos. O site funciona também como uma plataforma de market place, onde designers do mundo inteiro podem contribuir com artes para os filtros. Há também a possibilidade de o cliente solicitar a criação de um filtro exclusivo sob demanda, a Swipe Memories disponibiliza equipe de designers para desenvolver o novo esboço por um preço diferenciado.

Após finalizado, o conteúdo é enviado ao Snapchat para aprovação e, se aprovado, em até seis horas é disponibilizado à pessoa no dia, horário e local definidos.

O custo da criação da arte do filtro varia entre R$ 49 e R$ 99. Além deste valor, há uma taxa de R$ 70 para que a Swipe Memories faça a aprovação do filtro junto ao Snapchat para o cliente. É possível enviar o filtro para aprovação diretamente ao Snapchat sem este custo adicional, contudo, para definição do geofiltro, ou seja, local, data e tempo disponível de utilização da ferramenta o serviço é cobrado pelo próprio Snapchat.

O serviço espera atingir não apenas o usuário comum, mas principalmente as pequenas empresas que têm necessidade de comunicar-se com seu público de forma digital e rápida. A empresa estima faturar R$ 1 milhão neste primeiro ano de atuação, com um ticket-médio de R$ 169/mês e aproximadamente 6.000 filtros vendidos ao ano.

“Acreditamos muito no potencial do mercado brasileiro e por isso pensamos em uma comunicação em português, próxima da cultura e da realidade dos usuários brasileiros. Entendemos que há uma demanda muito exigente dos usuários comuns, mas visualizamos uma oportunidade positiva de pequenas empresas se colocarem de forma profissional e diferenciada nas redes sociais por meio da padronização dos filtros e de uma comunicação adequada, com valores e direcionada ao público que interage com ela”, conclui a empresária.

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Kantar Media mapeia as 10 tendências das mídias sociais para 2017

Para oferecer ao mercado as mais abrangentes e precisas informações sobre consumo, desempenho e planejamento de mídia, a Kantar IBOPE Media compartilha um estudo global da Kantar Media, com as 10 tendências das mídias sociais para o próximo ano. Confira as análises completas no site da empresa. Abaixo, uma breve introdução do estudo:

1. Snap e Facebook: muito além do social – Diversificação como chave para o sucesso

Conquistar uma grande base de usuários de redes sociais já não é mais suficiente para as companhias que surgiram com foco neste segmento. A Kantar Media detalha como Snapchat e Facebook estão inovando na busca por novos usuários ativos.

2. Surfando a onda da “Realidade Aumentada” – O auge do ambiente web

Bastante popularizada a partir do fenômeno Pokemon Go, a chamada Realidade Virtual já chama atenção de diversos players do mercado de tecnologia — como Google, Apple, Facebook, Snap, Twitter e Amazon — e de veículos de mídia como o The New York Times.

3. A revolução da distribuição de conteúdo – A era das experiências

A distribuição de conteúdo costumava ser bem simples. Mídias e marcas publicavam nos seus sites/blogs e compartilhavam estes conteúdos nas redes sociais. Este processo evoluiu intensamente e a proliferação de canais de comunicação exigiu das marcas o desenvolvimento de conteúdos específicos e abordagens customizadas para cada um deles.

4. Os chatbots chegaram… mas não estão sozinhos – Iluminando o “dark social”

O movimento dos consumidores em direção ao uso massivo dos apps de mensagens já provoca, desde 2014, uma movimentação das marcas no mesmo caminho. Em 2016, os chatbots de atendimento – aplicativos que reproduzem códigos de conversas para gerar uma comunicação automatizada com os usuários – surgiram como outra grande tendência a se observar.

5. O crescimento das redes de pergunta e resposta – Celebridades e influenciadores ao seu dispor

Começou na China e agora está se espalhando por outros mercados ao redor do mundo, a adoção em massa de serviços de Q&A que permitem o envio de perguntas para celebridades e influenciadores. A Kantar Media analisa o lançamento do “Record” – app independente do LinkedIn.

6. Programas de influenciadores: aposta da moda ou sábio investimento? – A economia da confiança é mais que uma tendência

Em um cenário em que a identidade da marca não é mais restrita à sua própria mensagem, mas sim um reflexo das experiências coletivas de seus consumidores e fãs que seguem a companhia, a confiança é um atributo de suma importância. Neste contexto, o marketing de influenciadores se destaca. A linguagem moderna da confiança é engenhosa e, acima de tudo, alimentada por ótimas influências, classificações e críticas.

7. Redes sociais e TV: o casal do futuro – Ponto de partida para uma nova geração de telespectadores

As redes sociais sempre tiveram um vínculo com o conteúdo de TV/vídeo. Agora, o fenômeno “Social TV” marca a união da televisão com essas mídias, por meio das milhões de pessoas que compartilham as suas experiências com outros telespectadores nas redes sociais. O Kantar Twitter TV Ratings monitora as conversas sobre TV no Twitter. Em todos os mercados onde o serviço está disponível (Reino Unido, Espanha, Filipinas, Turquia e Brasil), descobrimos que as conversas fora da janela de transmissão tornaram-se maiores do que aquelas que acontecem durante a transmissão. Com as audiências discutindo os programas fora do horário de transmissão, vídeo e TV continuam se estendendo por meio das redes sociais.

8. Fale! – Os assistentes virtuais querem antecipar os seus desejos

Nas pesquisas feitas na internet, as perguntas realizadas com recursos de voz dobraram de 2014 para 2015. A ferramenta é mais uma evolução nos mecanismos de busca na web, que hoje já permitem a personalização de resultados por geolocalização e até uma compreensão melhor da intenção dos usuários. A ideia é que as ferramentas de pesquisa de fato tragam respostas às perguntas dos usuários, e não apenas resultados de uma busca.

9. Social commerce: quem será a galinha dos ovos de ouro? – Pinterest reivindica o trono

Ainda que as redes sociais tenham lançado recursos e ferramentas para facilitar a compra de produtos e serviços a partir de seus canais, a conversão ainda é complexa e apresenta resultados aquém das expectativas. Uma exceção parece ser o Pinterest. Uma pesquisa da Kantar Millward Brown relatou que 96% dos visitantes da rede social de compartilhamento de fotos usam o site para planejar uma compra, e 87% realmente fizeram uma compra depois de ver algo que apreciaram. Por isso, a capacidade do Pinterest gerar vendas é um importante diferencial da plataforma.

10. Office War! – Tormenta para Slack e outros players

O mercado de ferramentas digitais para comunicação dentro das empresas ainda é muito fragmentado. Este é um setor que enfrenta desafios como a falta de compatibilidade entre diferentes recursos e a resistência de algumas companhias em adotar ferramentas sociais por considerarem que elas desviariam a atenção dos funcionários. No entanto, a crescente presença de Millennials na força de trabalho tende a mudar esse quadro — muitos deles veem as mídias sociais como a melhor maneira para romper as barreiras de comunicação, especialmente em grandes empresas.

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Uso de bloqueadores de publicidade online chega a 15% da audiência no Brasil e preocupa marcas e anunciantes

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Os principais anunciantes e veículos digitais em todo o mundo estão muito preocupados com os ad blockers, aplicativos que bloqueiam a visualização dos anúncios na internet. E com razão. Apenas no Brasil, de acordo com o levantamento realizado pelo IVC (Instituto Verificador de Comunicação), cerca de 15% da audiência no Brasil já se utiliza deste tipo de software para driblar a publicidade online. E este número tende a crescer: pesquisa divulgada ano passado pela Page Fair em conjunto com a Adobe apontou um crescimento de 41% no uso global de ad blockers entre 2014 e 2015.

Em resposta a esta forte perda de receita, alguns veículos já começaram a utilizar bloqueadores dos bloqueadores. Na prática, eles impedem o acesso ao seu conteúdo por pessoas que estejam usando ad blockers e não sejam assinantes pagos. “Estamos vivendo um verdadeiro ‘braço de ferro’ entre a liberdade de acesso ao conteúdo dos usuários e o direito dos veículos de obterem receita pela produção de seu material”, explica Celso Ribeiro, fundador e diretor comercial da BR Media Group. Ribeiro defende algo que parece óbvio, mas não tem sido posto em prático: é preciso entender o que o consumidor busca para se dirigir e comunicar com ele, seja ao transmitir informações ou publicidade.

Consumidor: o que ele quer dizer com o uso de ad blockers?

O que hoje já se sabe é que a reação do consumidor que busca bloquear a publicidade on-line não deve ser menosprezada. Mais do que falta de paciência, ela revela uma desconexão entre as mensagens e formatos com o público que estes anúncios deveriam conquistar. Mais uma vez, se opta pela antiga prática de tentar colocar a publicidade ‘goela abaixo’ do consumidor.

“Enquanto é absolutamente lícito que os veículos busquem garantir, por meio da publicidade, a sustentabilidade econômica de seus negócios, os anunciantes precisam entender que é hora de tornar suas mensagens o menos invasivas possível”, explica Celso Ribeiro.

Publicidade invasiva x marketing de conteúdo

Como resposta a este tipo de publicidade invasiva vem à tona o marketing de conteúdo, ou seja, a inserção das marcas e suas mensagens no próprio conteúdo passa a ser uma opção cada vez mais relevante para garantir sua audiência. O que antes era feito através do merchandising hoje se desenvolveu em uma série de novos modelos e formatos com o crescimento das mídias digitais.

Não é a toa que este novo mercado de ativação nas redes sociais de influenciadores apresenta um crescimento anual de cerca de 60% desde 2013, curva que deve se acelerar ainda mais com a disseminação dos ad blockers.

Nas redes sociais, por exemplo, a presença das marcas em vídeos, clipes musicais, fotos e posts de influenciadores cresceu de forma impressionante. Isso vale tanto para o Instagram e Facebook, quanto para o Snapchat, Facebook Mentions, Twitter e, de forma acentuada, para o YouTube.

Novas formas de marketing de conteúdo: product placement e brand interaction

Atualmente é possível se fazer relevante sem ‘brigar’ com seu público-alvo ou ‘empurrar goela abaixo’ sua mensagem publicitária. Muitas marcas já perceberam que a modalidade pre-roll (comerciais antes dos vídeos) além de serem um dos alvos preferenciais dos ad blockers, têm uma grande rejeição por parte dos usuários, que em grande maioria aguardam o tempo mínimo para sair deste material e ver o que realmente os levou àquele link.

Recentemente, por exemplo, a fabricante de celulares Asus mostrou ao mercado e ao público como fazer isso. A empresa apostou numa ação de product placement (merchandising) de seu Zenfone no clipe da música ‘Romântico Anônimo’ da dupla Marcus e Belutti. “Com mais de 27 milhões de visualizações, a ação teve um custo para o cliente de apenas R$ 0,002 por view, totalizando um valor de mídia muito abaixo do praticado pelo mercado e com forte engajamento dos usuários por estar de uma forma contextualizada com o roteiro do vídeo clipe. Além de tudo, este tipo de ação é totalmente livre do bloqueio dos ad blockers”, comemora Celso Ribeiro, diretor da BR Media Group, responsável pela ativação.

Mais do que simplesmente evitar a ação dos bloqueadores, a presença das marcas dentro do conteúdo dos influenciadores (brand interaction) torna a mensagem muito mais amigável. O consumidor busca a informação ou entretenimento que deseja, e a marca aparece dentro de um contexto que combina suas mensagens com o estilo e propósito daquele canal. “Cada vez mais os próprios influenciadores atuam, em conjunto com as agências especializadas, para garantir que a ação comercial esteja alinhada, não correndo o risco de agredir sua audiência”, conta Ribeiro.

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IDG NOW: uso de aplicativos móveis cresceu 115% em 2013, diz pesquisa

O uso de aplicativos móveis cresceu mais 115% no mundo em 2013, de acordo com dados da empresa de pesquisas mobile Flurry.

Para chegar a esse número, a Flurry, que rastreia cerca de 400 mil aplicativos, leva em conta quando um usuários abre um app e inicia uma sessão.

Como esperado, pelo sucesso de aplicativos novos como WhatsApp e o SnapChat, que teria recusado uma oferta de 3 bilhões de dólares do Facebook, o setor de apps sociais e de mensagens foi o que mais cresceu em 2013 em relação ao ano anterior: 203%.

Em segundo lugar, aparece o segmento de apps de produtividade, com aumento de 149% no período. A Flurry também destaca o desempenho dos games, com crescimento de 66%. Já o setor de apps de notícias e revistas online aparece em último lugar, com crescimento de apenas 31% na temporada.

Outro lado

No entanto, como aponta o The Next Web, é preciso ficar atento a um ponto em meio a esse crescimento geral. Um porta-voz da Flurry ouvido pelo site afirma que a taxa de crescimento de downloads de apps pode estar diminuindo, “ainda que em uma base muito maior (de aplicativos)”.

Fonte: IDG NOW

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