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Linx registra crescimento da receita no segundo trimestre de 2016

Na contramão do baixo ritmo de expansão do comércio brasileiro, a Linx, empresa líder em tecnologia de gestão para o varejo, continua a ampliar sua receita e rentabilidade de forma consistente e resiliente. A Companhia encerrou o segundo trimestre de 2016 com receita operacional bruta de R$141,4 milhões, um incremento de 16,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita operacional líquida foi de R$122,4 milhões no trimestre, representando crescimento de 12,5% em comparação aos R$108,8 milhões do 2T15.

A receita operacional bruta é fruto da combinação da receita recorrente e de serviços. No 2T16, a receita recorrente atingiu R$117,8 milhões, com crescimento de 19,2% sobre o 2T15, e equivalente a 83% da receita bruta. Vale destacar que os rendimentos com soluções em nuvem já representam quase 50% da receita recorrente e seguem crescendo acima da média. O EBITDA da empresa foi de R$32 milhões, 7,9% acima do valor obtido no segundo trimestre de 2015, e a margem EBITDA de abril a junho de 2016 foi de 26,1%. O lucro caixa atingiu R$23,4 milhões no período.

“Seguimos num bom padrão de crescimento, investindo na operação e com expansão na casa dos dois dígitos, mesmo diante de um mercado atual complexo”, destaca Dennis Herszkowicz, vice-presidente financeiro e de RI da Linx. “Nosso modelo de venda de software por assinatura mensal, com receitas recorrentes, garante previsibilidade e rentabilidade ao nosso resultado”.

O “cross-sell”, a venda de ofertas complementares aos softwares de POS e ERP para clientes da base da Linx, em especial ofertas relacionadas à Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) e à Transferência Eletrônica de Fundos (TEF), aliado às vendas para novos clientes, também contribuiu para o resultado positivo neste trimestre. Outro destaque foi a melhora da taxa de renovação de clientes que atingiu 98,7% no trimestre, maior que os 98,4% registrados no 1T16. “Temos tradicionalmente altas taxas de renovação de clientes, que refletem a base ampla, diversificada e fiel da Companhia. Em um cenário de crise, é mais um fato a se comemorar”, conclui Herszkowicz.

Entre os segmentos do varejo que continuam apresentando oportunidades crescentes de expansão do negócio, estão os de Food Service, Farmácias e Postos de Combustíveis. Já o tradicional segmento de Moda e o de Concessionárias vêm apresentando um crescimento mais conservador.

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André Faria é novo CEO da Bluesoft

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A Bluesoft, fornecedora de sistemas de gestão para redes de varejistas, atacadistas e distribuidores, nomeou André Faria Gomes como novo CEO da empresa. Ao longo de mais de 10 anos na Bluesoft, André passou por todas as áreas da empresa e atuou como diretor de operações, e diretor de tecnologia.

Nessa nova fase, o executivo tem a missão de consolidar a posição de destaque da empresa na indústria de sistemas de gestão, promovendo o contínuo crescimento da Bluesoft através da formação de canais, inteligência de marketing e inovação tecnológica.

André foi responsável por trazer parcerias estratégicas para a Bluesoft como a Amazon Web Services que provê toda a infraestrutura de computação em nuvem e a Tableau que suporta as aplicações de Business Intelligence que a Bluesoft fornece a seus clientes. Ambas as empresas líderes em seus setores de atuação.

Formado em sistemas de informação, André está completando esse ano seu MBA Executivo pela Instituição Estadunidense Pittsburgh University, o executivo espera potencializar e expandir a atuação da Bluesoft no mercado brasileiro.

Luiz Faias, fundador da Bluesoft, que foi CEO até então, já com mais de 30 anos de experiência no segmento varejista, permanecerá atuando na Bluesoft como Presidente do Conselho Administrativo.

A Bluesoft foi pioneira em oferta de sistemas de gestão para redes varejistas em Nuvem no Modelo SaaS (Software como Serviço), e vem trabalhando nesse modelo desde 2002. Em conjunto as redes atendidas pela Bluesoft já faturam mais de 7 bilhões de reais por ano através das soluções fornecidas pela empresa.

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Consinco prepara plano de aquisições de empresas de ERPs

A Consinco, desenvolvedora de sistemas de gestão (ERPs) para supermercados e atacarejos, acaba de finalizar seu plano de expansão para os próximos cinco anos. Além do crescimento orgânico, a estratégia contempla um plano de aquisições de empresas desenvolvedoras de sistemas complementares e de similares, com atuação regional, em um claro movimento de marcação de território num mercado ainda bastante pulverizado.

A Consinco já é líder no desenvolvimento de ERPs para o autosserviço alimentar, com 35% de participação no grupo das maiores redes do País que faturam mais de R$ 1 bilhão por ano. No seu portfólio, a predominância é de redes com faturamento anual a partir de R$ 100 milhões, e, pelo plano estratégico, a empresa pretende atender também às redes de pequeno e médio portes.

Segundo Flávio Barros, CEO da Consinco, o mercado de desenvolvimento de ERPs é significativamente fragmentado no Brasil, o que abriu espaço para um movimento de fusões e aquisições nos últimos anos. No segmento de atuação da Consinco, o mercado brasileiro registrou importantes transações nos últimos três anos. Ainda assim, as cinco maiores empresas concentram, juntas, pouco mais de 50% do market share brasileiro.

“O mercado de desenvolvimento de sistemas é dominado por empresas sob gestão familiar, muitas delas com forte presença em determinadas regiões do Brasil e com soluções inovadoras”, afirma Barros. “Com o plano de aquisições, a Consinco pode ampliar sua oferta de produtos e serviços à sua base e alcançar redes de pequeno e médio portes que ainda não estão no seu radar”, avalia.
Financiamento

A Consinco ainda estuda quais devem ser as principais alternativas de captação para financiar as aquisições. No entanto, a empresa não descarta buscar as linhas de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Em 2013, a Consinco obteve a liberação de R$ 4,5 milhões do BNDES no âmbito do Programa para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços da Tecnologia da Informação (BNDES Prosoft), para alavancar o crescimento dos negócios nos últimos anos.

A Consinco aplicou boa parte desses recursos na migração dos seus sistemas de gestão para uma plataforma mais avançada que também suportasse operação via WEB e utilização de dispositivos móveis para algumas funcionalidades. A empresa também ampliou equipes e participação em feiras e eventos. No ano passado, com R$ 12 milhões de recursos próprios, a Consinco investiu na construção da sede própria, em Ribeirão Preto, e na reformulação de sua logomarca.

Com tamanha mobilização de recursos e esforços, o faturamento da Consinco dobrou nos últimos quatro anos e há previsão de chegar, neste ano, aos R$ 55 milhões. Na mudança de patamar, a empresa passou a se posicionar como integradora de soluções, para atender os clientes com um mix mais amplo de produtos e serviços. Hoje estão em seu portfólio soluções de self-shopping, picking by voice, e-commerce, entre outros.

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Mais de 40% dos conselheiros consideram a dependência dos sistemas de TI o maior risco tecnológico das empresas

Diante de um cenário no qual as empresas estão cada vez mais utilizando a tecnologia em seus processos, os conselheiros acreditam que a grande dependência que as companhias têm dos sistemas é o maior risco relacionado à tecnologia da informação (TI). Em segundo lugar, com 34%, os riscos relacionados à segurança e a proteção de informações em geral são itens que preocupam os conselheiros.

Os dados foram levantados em pesquisa interativa realizada durante a 46ª mesa de debates do Audit Committee Institute – ACI da KPMG no Brasil, com público de 111 participantes composto por conselheiros de administração, conselheiros fiscais e membros de comitê de auditoria de empresas de diversos setores.
“Assuntos relacionados à TI ainda precisam ser melhor discutidos. A própria pesquisa aponta que 25% do respondentes diz que uma dedicação maior do conselho poderia melhorar o monitoramento do cyber security. Além disso, 24% dos participantes aponta que é necessário maior expertise do conselho no tema”, afirma o sócio da KPMG e líder do ACI, Sidney Ito.

Risco e estratégia
A pesquisa também indicou que 51% dos conselheiros não estão satisfeitos com a conexão entre risco e estratégia nas discussões do conselho. Para eles a maior ligação entre esses dois itens poderia trazer melhorias no processo de tomada de decisões sobre riscos da empresa.

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Senior inaugura novo espaço em Florianópolis para programa Inove

Especialmente desenhado para as atividades das startups, o espaço foi planejado para promover negócios e troca de ideias e experiências entre os profissionais. O projeto seguiu premissas como colaboração, interação, vivência em comunidade e inovação, assim como a manutenção da sinergia com o ambiente do Centro de Inovação da ACATE (CIA). “Buscamos uma expressão de design que se identificasse com a nova geração de empreendedores”, destaca Alencar Berwanger, diretor de Marketing e Produto da Senior.

Desde março, as startups do Inove Senior utilizam os espaços compartilhados do CIA; agora, essas empresas contam com esta sala exclusiva para as atividades de aceleração e mentoria. Além disso, as que não têm sede própria podem usar a sala como espaço de coworking. “Este é um investimento de longo prazo que poderá abrigar novas edições do Inove Senior e, ainda, servir como ambiente compartilhado para o desenvolvimento de projetos de P&D avançado da Senior”, acrescenta Berwanger.

Acelerando para o mercado

“No processo de aceleração das startups, diferentes assuntos são trabalhados. Já tratamos Design Thinking, Cultura Senior, formação de preço e discurso comercial. A próxima fase será a de negociação”, comenta o coordenador do Núcleo de Inovação da Senior, Anderson Torres.

Com expectativa de encerrar em novembro, o programa conta com oito empresas em processo de aceleração em três categorias distintas: as que ainda estão na fase de validação de conceito, as que iniciam o processo de levar o Minimum Viable Product (MVP) ao mercado – ou seja, um pré-produto com um conjunto mínimo de funcionalidades que permite uma ação e aprendizado sobre os clientes ou usuários, que serve para testar as demandas do mercado com relação ao produto – e, por fim, as startups que buscam escala para crescerem.

“Todas já concentram esforços em visitas e entrevistas com clientes da Senior. Enquanto as mais amadurecidas já traçam planos de vendas, as iniciantes validam as hipóteses em relação aos problemas reais que o empreendimento se propõe a resolver”, explica Torres. “A receptividade por parte dos clientes tem sido fantástica. Sabemos que as empresas se interessam por iniciativas de inovação em empreendedorismo e estamos levando isso ao mercado”, ressalta Berwanger.

CIA PRIMAVERA
Para Guilherme Bernard, presidente da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), a força do setor tecnológico na capital catarinense se sustenta na geração de empregos. “São 6 mil vagas ocupadas em Florianópolis, concentração maior do que a da cidade de São Paulo na proporção por habitantes. Hoje, Florianópolis já soma 600 empresas do setor que faturam R$ 1 bilhão por ano e cresceram 15% em 2014”, destaca. Em Santa Catarina, a área de tecnologia agrega 20 mil profissionais e, atualmente com cerca de 700 associados, a Acate espera para 2015 um crescimento de 20% para o setor.
Inaugurado neste primeiro trimestre, o Centro de Inovação ACATE (CIA) – Primavera abriga a sede da entidade, a incubadora MIDI Tecnológico e o Instituto Internacional de Inovação – i3, além de mais de 30 empresas de tecnologia que funcionam em áreas locadas do empreendimento de mais de 6 mil m2.

O programa Inove Senior contou com mais de 250 projetos inscritos. “Empresas nascentes dos mais variados níveis de maturidade se inscreveram. O maior volume de projetos se concentrou nos segmentos de Varejo (17), Serviços (15) e Gestão Empresarial (10)”, afirma Berwanger. As vencedoras foram anunciadas em março e os empreendimentos são inovadores tanto em termos de tecnologia como em modelos de negócios.

+ senior.com.br
Referência nacional no desenvolvimento de softwares para gestão, a Senior possui um dos mais completos portfólios para empresas de todos os portes e diversos segmentos com soluções em ERP, gestão de pessoas, acesso e segurança, de performance corporativa – como BI e Workflow – e um pacote completo de implantação, consultoria e suporte em TI; todas também disponíveis em Cloud Computing.

Fundada em 1988 em Blumenau (SC), a companhia possui 6 filiais (São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Pernambuco), 2 unidades de negócios nas áreas de segurança patrimonial e logística e cerca de 100 canais de distribuição em todo o Brasil.

O Inove Senior é um programa de aceleração corporativa que oferece aporte, know-how e acesso ao mercado para até 10 startups que demonstrem potencial econômico. A inciativa é da Senior, referencia nacional em sistemas para gestão empresarial. Conheça o programa e acompanhe novidades sobre inovação em www.inovesenior.com.br.

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