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Tudo como Serviço: 5 vantagens de optar por essa nova forma de consumir tecnologia

Por Silnei Kravaski

É fato que a computação na nuvem vem mudando a forma como consumimos soluções. O que era produto, hoje é consumido como serviço. O termo originado do inglês Everything as a Service (XaaS) tem provocado mudanças substanciais não só nas relações comerciais como tem também quebrado paradigmas e até mudado a cultura das organizações. Segundo pesquisa da Cisco, 95% das empresas já utilizam algum tipo de serviço na nuvem e até 2020, 92% de todo o trabalho realizado pelas empresas será processado na nuvem.

Porém, embora a ideia de substituir os altos investimentos em software, hardware, infraestrutura e até em telefonia pela contratação de serviços baseados na nuvem esteja cada vez mais atraindo empresas de todos os portes e tamanhos, algumas dúvidas ainda permeiam esse caminho. A pergunta principal é: essa mudança na forma de consumirmos TI é só mais uma tendência ou realmente traz vantagens?

Gostaria de elencar alguns pontos que enxergo como fundamentais e que devem ser colocados na balança para se optar pela estratégia Everything as a Service.

#1 Opex ao invés de Capex

Reduzir as despesas de capital ao eliminar a necessidade de criar e manter a infraestrutura de TI talvez seja uma das principais vantagens. Fora que, a possibilidade de se ter acesso a software e produtos tecnológicos por meio de pagamento de assinaturas periódicas e de escolher os mais diferentes tipos de recursos e condições sem precisar de especialistas para resolver os problemas, também elimina uma série de etapas e, o que é mais importante, de despesas.

#2 Adquirir somente o que preciso na hora que preciso

A praticidade e efetividade estão em consumir o serviço de acordo com a necessidade da organização, sem gastos que não sejam necessários. Com a adoção dos serviços na nuvem, o processo de combinar recursos de TI com as necessidades de negócios fica mais fácil e eficiente. Acessar tudo como serviço traz para as equipes de TI, por exemplo, a capacidade de provisionar servidores, armazenamento, memória e largura de banda e de trazer escalabilidade.

#3 Respostas e soluções mais rápidas

A mesma pesquisa da Cisco relata que 62% das empresas que já entraram na onda do tudo como serviço perceberam melhorias na velocidade de resposta com suas infraestruturas gerenciadas dessa forma. A integridade dos dados também é garantida, assim como o controle, uma vez que as informações estão mais próximas e a velocidade de acesso a elas é enorme. E com a segurança de que tudo estará disponível quando eu precisar.

#4 Tecnologia sempre em dia

Tudo como serviço é sinônimo de tudo sempre atualizado. Fazer um upgrade sem precisar dedicar um orçamento maior a isso.

# 5 O problema deixa de ser meu

Por último, mas não menos importante, está o fato de acabar com as tarefas rotineiras de monitoramento, manutenção e atualização de recursos de TI. E vamos convir que já que tecnologia não é seu core business, transferir essa responsabilidade para uma equipe de especialistas terceirizados é extremamente vantajoso, não só por eliminar investimentos em mão de obra, mas principalmente por reduzir as dores de cabeça. E, claro, contar com uma empresa especializada, agnóstica e com uma visão 360º vai sempre fazer a diferença.

Silnei Kravaski, Diretor Executivo da Planus Cloud, Networking & Services, empresa responsável pelo desenvolvimento do Planus IT 360°, portfólio que ajuda as empresas a prepararem-se para as novas demandas da transformação digital.

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Gerenciamento inteligente de dados: missão crítica na continuidade dos negócios

Por Silnei Kravaski

Como consequência direta da crescente valorização da produção e análise de dados dentro das empresas, o mundo corporativo apresenta hoje certos desafios específicos relacionados ao manuseio deste enorme volume de informações, produzidas em formatos e ambientes distintos. Claro que bons indicadores são essenciais para que seja possível a entrega de resultados comerciais cada vez melhores. Mas as empresas também precisam entender e assimilar que problemas com segurança podem trazer impactos negativos significativos aos negócios, alguns até irreversíveis. Por essa razão, um gerenciamento de dados eficaz e inteligente é extremamente importante.

Estima-se que 40% das empresas sofrem violação e perda de dados sigilosos por negligência de uma boa estrutura de gerenciamento de dados. Esse é um estudo de 2017 do Relatório Global de Fraude e Risco, que também aponta que uma em cada quatro empresas sofreu pelo menos uma violação de sistema no último ano, resultando em perda de dados de clientes ou funcionários. O mais curioso dessas análises foi a identificação de que a maioria dos eventos de perda de informações se deu, justamente, por vulnerabilidade do software.

Dados são essenciais no dia a dia das empresas modernas. Diante dessa importância, as companhias precisam estar confiantes de que as transações digitais estão ocorrendo no ritmo desejado. Porém, ainda de acordo com o mesmo estudo, 30% das organizações não possuem um plano de resposta aos incidentes cibernéticos. Nesse contexto, vemos um duplo desafio: tanto é necessário um gerenciamento de dados produzidos, quanto garantir que a experiência digital esteja sempre disponível aos clientes.

Mas como realizar o gerenciamento de dados com inteligência? Nesta realidade de fácil dispersão das informações corporativas, através dos vários sistemas e nuvens, garantir que as informações estejam sempre disponíveis, de forma segura, é algo muito desafiador. Para isso, é necessária uma estrutura inteligente que antecipe automaticamente a demanda por infraestruturas de nuvens que atendam às expectativas móveis.

Um dos primeiros passos recomendados é contar com soluções que garantam que as informações possam ser recuperadas caso ocorra alguma adversidade e preservadas. Em destaque as soluções de backup, disaster recovery e alta disponibilidade, que poderão manter as funções essenciais, manter os dados em segurança e garantir que tudo volte à ativa o mais rápido possível.

Outro ponto importante são as novas regras sobre Proteção de Dados, que aguardam a sanção do Presidente da República aqui no Brasil. Inspirada na europeia, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) consiste em um conjunto de novas regras que estabelecem restrições a respeito de como as empresas têm que tratar os dados de seus usuários. Essa normativa rege todo e qualquer mercado que lide com dados dos brasileiros e não somente o online. E neste ponto, é muito importante que as empresas já comecem a se preparar para criar estes parâmetros de utilização e armazenamento, sem afetar os seus negócios.

Contar com um parceiro com uma visão 360° também são fatores decisivos para o gerenciamento de dados com inteligência, para que seja possível gerenciar, implementar soluções modulares e controlar as operações, sempre com uma visibilidade clara e unificada de todos os dados. A partir dessas estruturas inteligentes, é possível diminuir de maneira eficaz os riscos de que algo se perca.

Silnei Kravaski é Diretor Executivo da Planus Cloud, Networking & Services, empresa responsável pelo desenvolvimento do Planus IT 360°, portfólio que ajuda as empresas a prepararem-se para as novas demandas da transformação digital.

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2018: é hora de mudar e consumir infraestrutura de TI como serviço – Por Silnei Kravaski

A forma de consumir TI está mudando e isso é fato. Flexibilidade é a palavra da vez e na medida em que as áreas de tecnologia ganham espaço e importância dentro das organizações, surge também uma série de questionamentos a respeito da melhor forma de maximizar os recursos, não só financeiros como também humanos, investidos na gestão da infraestrutura de TI. Com um novo ano começando, talvez seja o momento de refletir se não é a hora também ser disruptivo e mudar a formar como sua empresa tem consumido TI.

Segundo o IDC, 80% do tempo das equipes de TI é despendido erroneamente com atividades operacionais e rotineiras, como, por exemplo, reuniões e na gestão da infraestrutura propriamente dita (provisionamento de armazenamento, servidor e rede, monitoramento e soluções de problemas, entre outros). Por outro lado, apenas 14,5% do tempo disponível relacionam-se à inovação e aos novos projetos. Essa conta é no mínimo contraditória e é nesse sentido que emergem os conceitos de TI Flexível e de utilização de infraestrutura de TI como serviço, que se configuram como protagonistas nessa mudança de como se consome TI. Mas, o que é isso? Quais as vantagens?

Vamos às respostas: TI Flexível é um serviço de infraestrutura escalável no qual o cliente paga apenas pelo o que usar (Opex). O modelo oferece uma plataforma expansível de TI e instalações para dimensionamento eficiente, de forma modular, o que deixa o cliente pronto para crescer conforme as necessidades de seu negócio. O ponto chave é que a empresa já consegue obter um ganho tecnológico e financeiro logo de cara, afinal não é preciso esperar meses para a expansão da infraestrutura de TI, uma vez que, o pagamento baseia-se no consumo e alinha o fluxo de caixa ao uso da capacidade real.

Enquanto a aquisição no modelo tradicional proporciona uma capacidade de provisionamento incerta (muito alta ou muito baixa para as necessidades daquela organização), a TI Flexível atende à demanda real utilizada. Além disso, o tempo de resposta e integridade dos dados são maiores, assim como o controle, uma vez que as informações estão mais próximas e a velocidade de acesso a elas é enorme.

Em suma, essa flexibilidade da infraestrutura de TI como serviço permite manter as operações impecáveis e liberar recursos e tempo para inovações. Isso faz total diferença em um cenário no qual as empresas mais bem sucedidas serão aquelas que aderirem à transformação digital e usarem todo o potencial de TI em conjunto com as inovações organizacionais, já que velocidade tornou-se uma das palavras-chaves nessa economia digital. É preciso agir e inovar com rapidez para manter-se à frente da concorrência e destacar-se em seu mercado.

Silnei Kravaski é Diretor Executivo da Planus Cloud, Networking & Services, a unidade especializada em serviços e soluções da Planus Tecnologia

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