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Startups miram oportunidades no setor público apesar das dificuldades

Nem todo empreendedor pensa somente no interesse próprio. Para alguns, a oportunidade de transformar e ajudar a comunidade, estado ou cidade do país em que vivem têm alto grau de importância. Quem afirma isso são os CEOs Daniel Merege, da CityTech e Isabela Abreu, da Boostr, e o Head de Vendas do Kitado, Marcos Mylius – que participaram do 1º ciclo de encontros presenciais do programa de aceleração do BrazilLAB entre os dias 30 de agosto de 01 de setembro.

“Nós acreditamos na capacidade transformacional de empreender no setor público, e não dá para pensar em transformar uma cidade sem trabalhar junto dos órgãos públicos de gestão”, afirma Merege, da CityTech – site que utiliza inteligência artificial para facilitar o engajamento da população na solução de problemas urbanos. “Outro ponto importante é trazermos a inovação para dentro da gestão pública, melhorando os processos e deixando-os mais transparentes, que é um dos grandes pedidos da população”, completa Isabela, da plataforma de auxílio à tomada de decisões Boostr.

Mas trabalhar com o governo não é tão fácil assim. As principais dificuldades de empreender no setor público são a grande quantidade de burocracias e a legislação vigente, dizem os participantes. Para Marcos, do Kitado – plataforma online gratuita de negociação de dívidas com órgãos públicos -, a legislação atual não acompanha os avanços tecnológicos. “Veja os cartórios, por exemplo. Você ainda não pode fazer algumas operações pela internet pois a lei requer que você vá presencialmente somente para assinar um documento”, diz Mylius. É aí que entra o BrazilLAB.

Criado em 2016, o BrazilLAB apoia projetos de inovação e auxilia na conexão entre empreendedores e o Poder Público, tendo impactado mais de 1.300 startups e acelerado diretamente 26 empreendedores. “O setor público precisa se reinventar e articular parceiros. O BrazilLAB existe para conectar startups e todo o ecossistema de empreendedorismo com gestores públicos. Nós ajudamos os empreendedores a enxergarem oportunidades e, ao mesmo tempo, ajudamos o setor público na criação de caminhos que permitam a inovação em larga escala”, afirma Letícia Piccolotto, founder do BrazilLAB.

Neste primeiro ciclo de encontros presenciais, os empreendedores das 15 startups selecionadas, entre mais de 250 inscritas para a edição de 2017 do programa de aceleração do BrazilLAB, conversaram com Sérgio Lazzarini, professor do Insper e especialista em avaliação de impacto, Ronaldo Lemos, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e colunista da Folha de S. Paulo, e Vinicius Müller, professor de História Econômica no Insper.

As startups passarão por mais três ciclos de encontros, nos quais aprenderão mais sobre como trabalhar com o setor público e ainda participarão de visita à prefeitura e outros órgãos públicos.

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FGV EAESP abre Fórum Permanente de Inovação no Setor Público

O Fórum de Inovação da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) realizará no dia 22 de agosto, a partir das 8h00, debate sobre a importância de inovar no setor público. O objetivo é abrir caminho para incorporar inovações relevantes no setor público que simplifiquem, desburocratizem, agilizem e reduzam custos do setor.

Para que o Brasil recupere seu protagonismo mundial torna-se vital disponibilizar serviços públicos eficazes em desempenho e custo. Será preciso desvencilhar-se de modelos do século XX para atender as demandas do século XXI. Esta mudança será mais rápida e eficaz se houver sinergia e alinhamento entre os meios empresarial, acadêmico, governo e sociedade para avaliar e propor mudanças que alavanquem o desempenho do setor público.

O evento de lançamento do Fórum Permanente de Inovação no Setor Público será coordenado por Florencia Ferrer, pós-doutora em Governo Eletrônico e Especialista em Inovação no Setor Público e Miguel Sacramento, professor doutor da FGV EAESP e especialista em Cenários Futuros e contará com a presença de Pedro Parente, presidente da Petrobrás; Floriano Pesaro, secretário de Desenvolvimento Social de São Paulo; Regis Matos, presidente do CONSEPLAN; Gustavo Nogueira, secretário de Planejamento do Rio Grande do Norte; Daniel Annenberg, secretário de Inovação e Tecnologia da cidade de São Paulo; Roberto Agune, membro do Conselho de Gestão da Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia da Prefeitura de São Paulo; Cibele Franzese, doutora em Administração Pública e Governo e Paulo Tafner, economista e pesquisador do IPEA.

Inscrições: http://www.fgv.br/eventos/?P_EVENTO=3368&P_IDIOMA=0

Caro jornalista, caso queira acompanhar o evento, basta contatar a assessoria.

SERVIÇO

Evento: Fórum Permanente de Inovação no setor público

Data: 22 de agosto de 2017, das 8h às 17h30

Local: FGV EAESP, Salão Nobre, Rua Itapeva, 432, 4º andar, São Paulo, SP

Programação

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Governo baiano adota solução da SAP para gestão de capital humano

O governo baiano tornou-se o primeiro da administração pública direta do País a implantar o módulo Human Capital Management (HCM) do sistema de gestão SAP ERP (Enterprise Resource Management). A solução, que venceu concorrência pública que contou com a participação de vários players do mercado, entrou em ambiente de produção no mês de janeiro em oito empresas públicas e sociedades de economia mista da Bahia. O go live marca o término da primeira onda de implantação do RH Bahia, projeto que pretende eliminar o uso do papel em mais de 90% dos processos de Recursos Humanos daquele Estado.

“O RH Bahia vai promover uma mudança profunda e irreversível na gestão de recursos humanos do Estado”, destaca o superintendente de RH da Bahia, Adriano Tambone. O executivo ressalta ainda que a automatização proporcionada pelo software vai permitir a liberação das equipes de RH da execução de uma série de atividades operacionais, “abrindo espaço para um aprimoramento da gestão de pessoas”.

Com a implementação do SAP HCM, o Projeto RH Bahia, que exigiu investimentos da ordem de R$ 38 milhões, vai atingir um grupo de início 3000 empregados públicos e servidores. “Até o final da implantação do projeto, serão impactados 247 mil empregados públicos e servidores ativos e inativos de 63 unidades do Estado, entre secretarias, autarquias, fundações, agências, empresas públicas e sociedades de economia mista de 417 municípios do Estado”, diz Tambone.

Capaz de atender integralmente a mais de 200 requisitos funcionais exigidos pelo governo baiano, o SAP HCM vai permitir ao governo baiano aprimorar seus controles internos, obter economia financeira e mais rapidez no acesso às informações gerenciais. “Vamos automatizar, aperfeiçoar e empreender mais agilidade a todas as áreas de atuação da política de recursos humanos do Estado, incrementando ainda mais as ações de qualificação do gasto público”, diz o secretário da Administração, Edelvino Góes. Um exemplo emblemático de racionalização de gastos, além da eliminação de erros na folha de pagamento de pessoal (que corretamente processada já representa 50% das verbas de custeio), está na eliminação do uso do papel em 90% dos processos dos RH do Estado, o que representa uma economia de R$ 4,5 milhões.

Maior autonomia e rapidez para as demandas de funcionários

No total, o trabalho envolveu desenhar, configurar e desenvolver os processos de RH do Estado dentro do SAP HCM até uma bateria de mais de 850 horas de treinamento e oficinas de sensibilização com os usuários, passando pela realização de testes e migração de dados para o novo sistema, entre outras atividades. Entre as mudanças geradas pela implementação do SAP HCM para servidores e empregados públicos ativos, inatos e pensionistas estão fácil acesso, online, a informações, vantagens e benefícios. “O sistema ajuda a reduzir a distância entre o Estado e as pessoas porque permite uma autonomia maior ao trabalhador em relação a suas demandas”, explica Wilson Freitas, gestor de Negócio do projeto. Na prática, os trabalhadores poderão consultar documentos como contracheques e informes de rendimentos e também, por exemplo, programar virtualmente as próprias férias ou solicitar a inclusão de um dependente no plano de saúde. Além disso, no futuro, a migração para o sistema de informações relativas a 33 anos de movimentação pessoal no Estado, já coletadas do Diário Oficial do Estado, vai contribuir para agilizar os processos de aposentadoria, que devem ser concedidas em até 15 dias ao invés dos 90 atuais.

A implementação do SAP HCM foi realizado em parceria com Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb), mobilizando até agora cerca de 100 pessoas, entre profissionais do Estado e da Resource, parceira da SAP. Também contou com a participação da área de suporte ao cliente da SAP, durante todo o desenrolar da implementação.

“A SAP tem um sólido compromisso com o mercado, e não poderia deixar de concorrer para o sucesso da primeira implementação de uma solução de gestão de desempenho na administração pública – da admissão à aposentadoria – do País”, afirma Jackson Borges, diretor de serviços públicos da SAP Brasil.

As oito organizações contempladas na primeira onda de implantação do projeto são Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), Bahiapesca, Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Companhia de Engenharia Hídrica e Saneamento da Bahia (CERB), Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb), Companhia de Transportes da Bahia (CTB) e Empresa Gráfica da Bahia (Egba). Já a segunda onda de implantação – que será desenvolvida ao longo de 2017 – vai contemplar as demais organizações do Estado.

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BLOCKBIT aposta nos setores Enterprise e Governo e prevê crescimento de 30% em 2017

A BLOCKBIT, empresa global de produtos de cibersegurança, com escritórios na América do Norte, América Latina e Europa, vai focar sua estratégia de 2017 na expansão do negócio com foco nos setores de Enterprise e Governo. Fundada a menos de um ano, a partir da compra da BRconnection, a BLOCKBIT espera com essa estratégia um incremento de 30% em sua operação. Para atingir essa meta, a companhia pretende intensificar os investimentos no Programa de Canais, que já soma mais de 100 parceiros distribuídos por todas as regiões do país e lançar novos produtos.

“Estamos muito satisfeitos com os resultados de 2016. Apesar das dificuldades enfrentadas, foi um ano de consolidação da empresa no mercado de cibersegurança e agora estamos prontos para ampliar a expansão da nossa operação. Nosso plano é aumentar a presença do canal, não apenas de um fornecedor de software e hardware para o cliente final, mas como um integrador que realmente agrega valor à oferta, entrega a solução adequada para a necessidade de cada cliente, fidelizando-o”, diz Cleber Ribas, vice-presidente da BLOCKBIT. “Neste ano nosso foco vai para os segmentos de Enterprise, Governo e Telecomunicações, sempre mantendo a atenção em nossa base já estabelecida que conta com mais de 2.000 clientes”, acrescenta.

De acordo com o vice-presidente da BLOCKBIT, estão previstos novos investimentos em capacitação dos canais com a ampliação dos treinamentos online, avaliações de performance e certificação. “O ensino a distância irá reduzir custos e agilizar as operações, principalmente de parceiros que atuam em regiões afastadas das grandes capitais”, completa.

Para os canais que atendem o setor público, a BLOCKBIT montou uma equipe de atendimento específica para estes os negócios, como explica Ribas, “podemos ajudar nossos parceiros nos projetos para governo apoiando desde a analise até a participação em processos licitatórios. Estamos entusiasmados com as recentes liberações de verba para aquisição de tecnologia e este deve ser um setor promissor este ano”.

Outro alvo no radar da empresa de cibersegurança são as operadoras de Telecom que estão adicionando às suas ofertas ao cliente final o componente de segurança. “Vamos buscar parcerias estratégicas e investir em ofertas e soluções sob medida. As operadoras irão funcionar como um canal, integrando nossas ferramentas aos projetos em 2017”.

Tendências de mercado e Novos produtos

A BLOCKBIT investiu ao longo de 2016 na contratação de especialistas experientes no mercado e em Pesquisa e Desenvolvimento. Ribas comenta ainda que “formamos uma equipe local de pesquisa de malwares e vulnerabilidades; são técnicos que entendem o mercado de segurança brasileiro. Isso é uma medida crucial para prevenir ataques”. Falando de produtos, Ribas destaca também o lançamento em novembro do ano passado da versão 1.2 do BLOCKBIT UTM, carro chefe da empresa, e adianta que uma nova versão já está em fase de desenvolvimento e chegará ao mercado muito em breve.

Outra solução de destaque é o BLOCKBIT VCM, ferramenta que faz uma varredura dos sistemas das empresas para correção de falhas e vulnerabilidades. Segundo Ribas, a solução trabalha de forma proativa, não somente na segurança de perímetro de firewalls tradicionais, mas também avaliando os riscos para gerenciar e monitorar mudanças em configurações, hardening, patches, vulnerabilidades e políticas de conformidade dos ativos de TI e aplicações web.

“A principal vantagem do BLOCKBIBT VCM é a análise da parte humana envolvida no processo de segurança de TI, ou seja, a partir da detecção de uma vulnerabilidade, quais as ações devem ser tomadas para corrigir a falha, qual equipe irá resolver o problema, qual o SLA desta equipe e, por fim, consolidar todas as conclusões em um relatório auditável de todo o processo”, destaca Ribas.

Ainda em 2017, será apresentada a solução mobile da BLOCKBIT, com todas as ferramentas do BLOCKBIT UTM para Android. Entre as principais funcionalidades, estarão presentes a detecção de ameaças, análise de downloads, gerenciamento centralizado, inserção de regras e políticas do negócio, controle de banda, entre outras. Também será lançada uma versão freemium para o usuário final que contará com detecção de ameaças, vulnerabilidades e proteção em redes Wi-Fi desconhecidas.

Hoje a BLOCKBIT conta com 100 colaboradores, um crescimento de 20%, desde o início das operações e avisa aos interessados que está ampliando a equipe nesse primeiro trimestre de 2017.

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Arrow ECS tem planos de expansão em 2017

A Arrow ECS (Enterprise Computing Solutions), distribuidora que comercializa soluções corporativas de TI, desafiou e superou os grandes obstáculos de 2016, crescendo com um programa de canais focado no relacionamento e construção de planos de negócios. Com a estratégia de amplificar no Brasil o modelo de negócios global que transformou a empresa em um dos maiores distribuidores do mundo, a Arrow fechou 14 parcerias somente em 2016, agregando ao seu portfólio fabricantes como Oracle, RedHat, A10, Lenovo e Alcatel-Lucent.

“Estamos muito satisfeitos com os resultados de 2016, as metas foram alcançadas e o período de transição já passou. Estamos muito bem estabelecidos no país”, afirma Ronaldo Miranda, vice-presidente para América Latina e gerente geral da Arrow ECS no Brasil. “Nosso portfólio de fabricantes permite aos canais a oferta de soluções completas aos clientes finais, com a grande vantagem de ter o apoio de valor agregado da Arrow”.

O ano de 2016 foi um marco para as conquistas da Arrow ECS no Brasil. A inauguração do novo escritório em São Paulo com uma estrutura completa para atender os parceiros e suportar o crescimento da empresa nos próximos anos, seguindo a estratégia Global “5 Years Out”, como explica Miranda, “a Arrow é uma gigante global com mais de 100 mil clientes entre fabricantes e revendas porque pensa sempre à frente, criando uma comunidade sólida de desenvolvimento continuado com nossos parceiros. Isso é 5 Years Out, estimular os parceiros a pensar cinco anos a frente para criar soluções integradas para o mercado”.

Adilson Mulha, diretor Comercial da Arrow ECS, enfatiza que a empresa vai consolidar no Brasil sua habilidade e liderança mundial em Megatendências. Durante o Arrow-Roadshow 2016, que passou por várias cidades do país, o foco foi em como trabalhar a estratégia “5 Years Out” para colaborar com as revendas no movimento de transformação do mundo atual com soluções em Segurança, Cloud, Datacenter/Hiperconvergência, Big Data/Social Media e Internet das Coisas (IoT).

Além do novo escritório, a Arrow modernizou sua operação logística, por meio de investimentos e da mudança de seus warehouses de Itatiaia (RJ) e Miami (EUA). Também foi criado um novo warehouse em Cajamar (SP) para suportar o crescimento acelerado do portfólio dos fabricantes parceiros.

“2017 será fundamental para as revendas se desenvolverem nestas tendências e investirem na capacitação para oferecer ao cliente final soluções completas. Neste contexto entra a Arrow e seu portfólio cross solutions para ajudar os parceiros não apenas com benefícios de financiamento e compra, mas também com suporte em treinamentos, demonstração de novas soluções, consultorias e todo o nosso expertise e contato direto com fabricantes”, comenta Ronaldo Miranda.

Governo

Para os canais que focam seus negócios no setor público, foi criada em 2016 a diretoria de Governo, composta por especialistas em pregões, licitações, editais e processos regulatórios. Este é um diferencial de mercado da distribuidora para atender a grande demanda das revendas.

A Diretoria de Governo da Arrow oferece um suporte administrativo, jurídico e comercial para as revendas atuarem no setor público e participarem de processos de venda utilizando a estrutura da Arrow. Lisia Souza, diretora para Governo da Arrow ECS destaca, “desde sua criação, a diretoria aumentou em mais de 100% o faturamento nesta modalidade de negócios. Hoje, temos diversas Atas de Registro de Preços de vários fabricantes e uma abrangência comercial em todas as regiões do país para dar suporte às suas revendas”.

Com um portfólio de 33 fabricantes, oferecendo soluções de ponta a ponta, a Arrow ECS Brasil possui sede em São Paulo e times regionais no Nordeste, Sul, Centro-Oeste e Norte. Neste ano deverão ser anunciados mais quatro fabricantes ainda no primeiro trimestre.

Ronaldo Miranda finaliza: “estamos prontos para mais um ano de crescimento com foco no relacionamento e negócios crescentes com as revendas e com os fabricantes do nosso portfólio”.

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