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Brasilseg lança programa de conexões com startups

A Brasilseg, empresa da BB Seguros, acaba de lançar o seu programa de conexões com startups. Batizado de Impulso Open, a iniciativa visa estabelecer parcerias estratégicas em inovação e transformação digital para os negócios da companhia, aprimorando cada vez mais a jornada do cliente dentro dos canais digitais da BB Seguros.

Rodrigo Caramez, presidente da Brasilseg, conta que a busca por parcerias e soluções inovadoras está no centro das atenções da empresa e o programa intensificará ainda mais os investimentos nesta área. “Queremos acelerar a implantação de soluções disruptivas que suportem nossa estratégia de negócios, totalmente focada em nossos clientes, ao mesmo tempo que incentivamos o empreendedorismo, e firmamos parcerias com startups que desenvolvem soluções aderentes ao nosso modelo de gestão. “

As startups interessadas devem se cadastrar no site e apresentar as soluções de acordo com cada desafio. A curadoria será realizada pela equipe da Brasilseg, com apoio do Distrito, a partir das informações enviadas até 05 de novembro por meio do site http://conteudo.distrito.me/impulso-open-brasilseg. Os projetos aprovados para a segunda fase serão anunciados até 10 de novembro no mesmo site.

Impulso Lab: inovação interna

O Impulso Open é uma extensão do programa interno da Brasilseg chamado Impulso Lab, lançado no mês passado, no qual os funcionários da companhia tiveram a oportunidade de apresentar propostas inovadoras para aumentar as vendas, incluir novos produtos ao portfólio da seguradora e também identificar melhorias em processos internos. “Estamos muito felizes com esta etapa interna, pois tivemos uma alta adesão e propostas simples que incrementam a excelência de nossa operação. Vemos a dedicação e o foco de nossos colaboradores diariamente em cuidar das pessoas e proteger o que é valioso para elas”, comenta Caramez.

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O Brasil ocupa o oitavo lugar entre os países com maior potencial de seguro, segundo índice da MAPFRE

A atualização do Índice Global de Seguros Potenciais (GIP), elaborado pelo Serviço de Estudos da MAPFRE, mostra o Brasil como uma das nações com maior oportunidade para o setor. No ranking, que analisou 96 mercados, o país ocupa o oitavo no lugar no segmento Vida, subindo uma posição em relação à edição anterior divulgada em março, e também no de Não Vida, em que se manteve estável.

Lançado no começo deste ano, o GIP é a primeira métrica internacional que apresenta os países com mais possibilidades de crescimento para a indústria seguradora em médio e longo prazo. O levantamento teve como base o período de 2008 a 2018 e indica que países da Ásia e da África apresentam o maior potencial para seguros e importância relativa no contexto global.

De acordo com o Serviço de Estudos, o GIP aumentou em comparação com os valores da década 2007-2017, o que é explicado principalmente pelo desenvolvimento ainda incipiente do produto Vida em países emergentes como o Brasil. O estudo conclui que o potencial de seguro é bastante concentrado, independentemente de se tratar de um mercado desenvolvido ou não, e que permanece semelhante nos últimos anos.

O diretor Geral de Serviços de Estudos da MAPFRE, Manuel Aguilera, afirma que as expectativas de reaquecimento econômico colaboraram com o ganho de uma posição no ranking de Vida. “Tempos de crises trazem importantes aprendizados em relação à economia e finanças pessoais. Neste sentido, apresenta-se uma valiosa oportunidade para o mercado segurador brasileiro, que possui um vasto campo a ser explorado pelas companhias que melhor se posicionarem e adaptarem seus produtos à realidade local”, observa.

“Sabemos do enorme potencial do Brasil para o desenvolvimento do negócio de Vida, e também já percebemos que o consumidor tem demonstrado maior preocupação em ter uma proteção para si mesmo e suas famílias, no caso de um evento não programado”, afirma Fernando Pérez-Serrabona, CEO da MAPFRE Regional Brasil e representante da Fundación MAPFRE no país.

Entenda o GIP-MAPFRE

O índice desenvolvido pelo Serviço de Estudos da MAPFRE se baseia em estimativas da Estimativa da Abertura de Proteção do Seguro (BPS), que representa a diferença entre a cobertura de seguro economicamente necessária e benéfica para a sociedade e o valor dessa cobertura realmente adquirida, e modifica-se em função do crescimento econômico e da população de um país, assim como do surgimento de novos riscos. No caso do Brasil, essa diferença alcançou 314,5 bilhões de reais ou o equivalente a 86 bilhões de dólares.

Para o cálculo do GIP-MAPFRE, além da BPS, outras variáveis ​​são levadas em consideração, como penetração (prêmios / PIB), tamanho da própria economia ou nível populacional, entre outras. Em resumo, oferece uma pontuação que ordena cada país de acordo com sua contribuição para diminuir o déficit global de seguros.

Acesse o estudo completo em inglês: http://www.fundacionmapfre.org/documentacion/publico/i18n/catalogo_imagenes/grupo.cmd?path=1103681

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Startup brasiliense é destaque em evento do InovAtiva, maior programa de incubação de empresas do Brasil

As redes sociais têm participação cada vez mais ativa na vida das pessoas. Você já pode, inclusive, fazer o seguro do seu carro usando o Facebook. Essa é a proposta da Onsurance, startup brasiliense, que ficou entre os 12 destaques do Demo Day, evento da InovAtiva, maior programa de aceleração e incubação de startups do Brasil, promovido pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pelo Sebrae. Em Brasília, a startup funciona, desde novembro de 2017, no IESBLab, a incubadora de projetos do Centro Universitário IESB.

O Onsurance nasceu em 2017, da iniciativa de Ricardo Bernardes e Adilair Silva, dois ex-alunos do IESB e é, segundo Bernardes, a evolução do seguro sob demanda. “Nós usamos inteligência artificial para que o cliente possa acionar o seguro pelo Messenger do Facebook só quando ele precisa. Por exemplo, quando sai à rua, pois você não precisa pagar pelo seguro quando o carro está na garagem da sua casa ou do seu prédio”, informa.

O Messenger do Facebook é o principal meio de comunicação com a empresa. É possível contratar o seguro pela mídia social, acionar e interromper o serviço e, também, avisar sobre algum sinistro. “O usuário faz um aporte inicial a partir R$ 999 e cada minuto custa R$ 0,0004 (quatro milésimos de real), que vai sendo debitado à medida do uso”, conta Bernardes. Os créditos não têm prazo para expirar e, quando acabam, a recarrega pode ser feita com valor mínimo de R$ 299. A economia, segundo o empresário, é de 50 a 80% se comparado ao que se paga em seguradoras tradicionais.

A empresa já atendeu mais de 1000 usuários e está expandindo suas áreas de atuação. “Estamos ampliando o Onsurance para produtos de luxo, como bolsas, situações do dia-a-dia como entregas de compras virtuais e até para a sua viagem de carro com aplicativos” conta Bernardes.

Nesta edição do InovAtiva, foram inscritas 1200 startups. Dessas, foram selecionadas 300 para a segunda fase e apenas 100 foram escolhidas para participar do Demo Day. Durante o evento, bancas com investidores, mentores de organizações como Google, Braskem, entre outras, selecionaram 12 projetos destaques. A Onsurance foi destaque no segmento fintech.

Mais informações sobre o Onsurance podem ser conferidas na página da empresa no Facebook e no site da empresa.

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SulAmérica participa do CQCS Insurtech & Inovação para debater evolução do mercado

A SulAmérica, maior seguradora independente do País, é uma das patrocinadoras do CQCS Insurtech & Inovação – primeiro encontro promovido pela entidade – com o tema inovação em seguros na América Latina, que ocorre em 1º e 2 de agosto no Villa Blue Tree, em São Paulo. Com o objetivo de estimular o debate para o desenvolvimento do mercado segurador no Brasil e América Latina, o evento terá participação de executivos da SulAmérica, além de outras empresas.

Como parte da programação, o vice-presidente Comercial da SulAmérica, André Lauzana, participará do painel “Por que é tão difícil aderir ao digital?” na tarde do primeiro dia do evento.

“Estamos diante de um ambiente desafiador para o mercado de seguros, em que nossos clientes, cada vez mais informados e exigentes, demandam soluções de seguros completas, com ampla prestação de serviço e conveniência. Para isso, precisamos investir em novas ideias e iniciativas, tendo a tecnologia como aliada e o corretor como grande parceiro desta trajetória de evolução”, destaca Lauzana.

No segundo dia, o painel “Perfil ou Persona – a grande mudança. Por um seguro mais justo” terá presença do vice-presidente de Operações e Tecnologia da SulAmérica, Marco Antunes. O diretor de Estratégia Digital, Inovação e Tecnologia da companhia,Cristiano Barbieri, participará do debate “Tech em prol da experiência do usuário: o que vem por aí?”.

“A SulAmérica está cada vez mais preocupada e atenta à importância de oferecer uma experiência única aos clientes dentro de um contexto cada vez mais digital. Nossa operação passa por investimentos contínuos de larga escala em tecnologia e capacitação dos profissionais para que possamos atrair cada vez mais pessoas com serviços inovadores com a já reconhecida alta qualidade”, avalia Antunes.

“A transformação digital de nossa operação é um novo desafio perante a uma realidade que demanda cada vez mais rapidez em nossas atividades. Com tantas mudanças pela frente, apostamos em ações inovadoras para garantir que nossos clientes usufruam de canais digitais de comunicação e serviços, estando cada vez mais próximos da companhia”, comenta Barbieri.

Ao longo dos dois dias de evento, os debates terão como mote as mudanças na indústria do seguro por meio da tecnologia, os caminhos para o futuro, a decisão de ser ou não ser digital e a experiência do usuário. A programação também trará palestrantes internacionais para o debate dos temas propostos pela organização do evento.

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Inclusão digital do Corretor é o foco da Tokio Marine no CQCS Insurtech & Inovação

Como incluir cada vez mais o Corretor no universo digital e quais serão os próximos passos da seguradora em busca de inovação? Esses são alguns dos temas que serão abordados pela Tokio Marine durante o CQCS Insurtech & Inovação, maior evento de inovação em seguros da América Latina, que será realizado nos dias 1º e 2 de agosto, no Villa Blue Tree, em São Paulo.

O Presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara, será o responsável pela palestra Digital como ferramenta de aumento de rentabilidade, a ser realizada no dia 1º, às 14h30. “É impossível ficar indiferente às novas tecnologias, que estão transformando de forma substancial as relações pessoais e comerciais. Em nossa avaliação, os avanços na digitalização no mercado de seguros devem passar necessariamente por investimentos em tecnologias que possam ajudar os Corretores e as Assessorias a venderem mais e reduzir seu trabalho operacional”, destaca o executivo.

A Tokio Marine investe cerca de R$ 100 milhões em tecnologia anualmente e acredita que é necessário disponibilizar ferramentas para que seus Parceiros de Negócios sejam inseridos no ambiente digital. “Nossa distribuição é feita 100% por Corretores e Assessorias, e temos a grande responsabilidade de prover soluções digitais e inovações que os auxiliem a fechar mais negócios”, completa Ferrara.

A seguradora vai participar ainda de outros três painéis do evento. José Luis da Silva, Diretor Comercial Regional II, será um dos debatedores do tema Por que é tão difícil aderir ao digital, a ser realizado no primeiro dia do evento, às 17h. Já o Diretor de Tecnologia da Tokio Marine, Wilson Leal, é o palestrante do módulo Tecnologia em prol da experiência do usuário – O que vem por aí?, que acontecerá no dia 2, às 16 h. Uma hora depois, às 17h, Adilson Lavrador, Diretor Executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros, debaterá O que os seguradores esperam das insurtechs.

Marketing de Ativação – Digitômetro

A Tokio Marine preparou uma atração especial em seu estande que promete despertar a atenção de Corretores e parceiros de negócios durante o evento. A seguradora criou um jogo interativo chamado Digitômetro, para medir o nível de digitalização desses profissionais.

Para participar, basta que o Corretor visite o estande da Tokio Marine e responda a algumas perguntas referentes aos seus hábitos pessoais e profissionais. Ao fim do questionário, será informado seu estágio de digitalização.

Palestras da Tokio Marine no CQCS Insurtech & Inovação

1º/8 – 14h30

Digital como ferramenta de aumento de rentabilidade

José Adalberto Ferrara, Presidente da Tokio Marine

1º/8 – 17h00

Por que é tão difícil aderir ao digital

José Luis da Silva, Diretor Comercial Regional II

2/8 – 16h00

Tecnologia em prol da experiencia do usuário – O que vem por aí?

Wilson Leal, Diretor de Tecnologia

2/8 – 17h00

O que os seguradores esperam das insurtechs?

Adílson Lavrador, Diretor Executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros

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São Paulo receberá maior encontro de inovação em seguros da América Latina

A cidade de São Paulo sediará, nos dias 1º e 2 de agosto, o maior encontro em Inovação de Seguros da América Latina: o CQCS Insurtech & Inovação. O evento internacional será realizado no Villa Blue Tree São Paulo e reunirá as mais modernas seguradoras do mercado, insurtechs, aceleradoras, investidores e empreendedores do setor.

O evento tem como objetivo estimular o desenvolvimento do market place de inovação e insurtech no Brasil e América Latina. Para isso, a dinâmica do CQCS Insurtech & Inovação será muito similar à praticada no InsureTech Connect (ITC), maior encontro sobre tecnologia de seguro e inovação digital do mundo, do qual o CQCS é parceiro. Pela manhã, serão realizadas as palestras principais e, no período da tarde, acontecerão os painéis desenvolvidos a partir de quatro pilares principais.

O primeiro deles, “Tech – o que muda de verdade”, debaterá o que tecnologia mudará de verdade na indústria do seguro e de que forma essa transformação afetará o futuro desse mercado. O segundo pilar será sobre “Ser ou não Ser Digital” e demonstrará o porquê não haver mais motivos para empresas, entidades ou mesmo indivíduos não serem digitais.

Já em “Acelerando o futuro”, a ideia é apresentar o movimento de aceleradoras, em que entidades ou associações abraçam projetos iniciantes (as startups) e oferecem toda a estrutura para acelerar seu desenvolvimento, ajudando a errar menos. Por fim, “A experiência do usuário” irá debater o propósito desta evolução tecnológica e quanto deste objetivo está preservado neste avanço da sociedade.

Algumas das principais autoridades do setor de seguros já confirmaram presença, como Joaquim Mendanha de Athaides, superintendente da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP); João Marcelo, presidente da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP); e José Figueiredo Almaça, presidente da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF).

Entre os palestrantes internacionais estarão nomes como Caribou Honig, Chairman da InsurtechConnect; Iván Ballón, Desenvolvedor de Negócios da América Latina e Ibéria da FRISS; Josep Celaya, diretor Corporativo Mundial de Inovação da MAPFRE; e Ingo Weber, CEO da Digital Insurance Group.

Além deles estarão também alguns dos principais executivos brasileiros que atuam no setor, como Marcelo Blay, fundador e CEO da Minuto Seguros; Andre Gregori, CEO & CET da Thinkseg; Leonardo Rochadel, CEO & Founder da O2O Bots; Domingos Monteiro, sócio-fundador e CEO da Neurotech; Heverton Peixoto, CEO do Zim; Raphael Swierczynski, CEO da Ciclic; e Ramon Gomez, CEO da Ramon Talks.

O CQCS Insurtech & Inovação terá ainda uma área dedicada ao network entre os participantes. Durante o evento acontecerá de forma simultânea a Expo Insurtech, feira de exposição e negócios. Para ajudar neste processo, a organização está disponibilizando um aplicativo especial. Com o nome de Brella, o app ajuda na identificação daqueles que mais convergem com os objetivos e interesses de cada usuário, marcando reuniões de 15 minutos, que serão disponibilizadas depois em uma sala específica.

“O evento foi estruturado de maneira a estimular o networking entre os participantes. Além disso, vamos discutir temas extremamente relevantes, como por exemplo, as dificuldades encontradas para regular esse setor e de que a forma a inteligência artificial pode ajudar na liquidação de sinistros”, explica Gustavo Doria Filho, diretor Executivo do Centro de Qualificação do Corretor de Seguros (CQCS), idealizador e organizador do encontro.

O CQCS Insurtech & Inovação conta com o apoio institucional da Escola Nacional de Seguros (ENS) e da Agência Nacional de Seguros e Previdência (ANSP); além do patrocínio da Bradesco Seguros, Tokio Marine Seguradora, HDI Seguros, Mapfre Seguros, Digital Insurance Group, SulAmérica, Minuto Seguros, ZIM³, Cliclic, Neurotech, 020Bots, TEx e Europ Assistance.

O prazo para quem quiser participar do evento termina no dia 25 de julho, caso as vagas disponíveis não forem preenchidas antes. Os interessados podem se inscrever através do site www.cqcsinsurtech.com.br/inscreva-se. Para mais informações, acesse http://cqcsinsurtech.com.br/.

CQCS Insurtech & Inovação

QUANDO: dias 01 e 02 de agosto de 2018
ONDE: Villa Blue Tree – Rua Castro Verde, 266 – Chácara Santo Antônio – São Paulo/SP
INFORMAÇÕES: www.cqcsinsurtech.com.br

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Youse tem nova gerente de Marketing, Branding e Comunicação

A Youse, plataforma de venda de seguros online da Caixa Seguradora, anuncia Érika Mello como sua nova Gerente de Marketing, com foco em liderar as frentes de Comunicação e Branding. A executiva, que recentemente retornou de licença-maternidade, assumiu o novo cargo e o desafio de liderar as equipes internas da Youse, além das agências de comunicação.

Com mais de 8 anos de experiência em Comunicação e Marketing, atuando nas áreas de Branding, Marketing de Produto e Inovação e Marketing Digital. Em 2012, ingressou na Caixa Seguradora como coordenadora de Novos Negócios, sendo responsável pela gestão de projetos, acompanhamento de tendências, análise de concorrência, inteligência de mercado, branding e inovações, além de ser responsável pela gestão de equipe e de atividades do site institucional da marca, planejamento editorial de conteúdo e gestão de hotsites e landing pages.

Ainda em Brasília, Érika iniciou o projeto Youse, criado dentro da Caixa Seguradora. “Estou na Youse desde sua concepção, quando a marca ainda não existia. Fui uma das pessoas responsáveis por desenvolver a plataforma de marca e estratégia de comunicação de lançamento da Youse., afirma a executiva.

No atual cargo, Érika tem como desafio desenvolver as diretrizes macro de conteúdo da marca Youse. “Além de coordenar as ações on e offline, pretendemos implementar, ainda em 2018, as novas diretrizes de comunicação, trabalhando de forma colaborativa com as Squads e Chapters, além de potencializar e tangibilizar os conteúdos, ampliando o crescimento do share of voice de forma a contribuir para a evolução da consideração da marca Youse”, complementa.

Formada em jornalismo e pós-graduada em Gestão Estratégica de Negócios pelo IBMEC, Érika assumiu o novo cargo em junho de 2018 e responde diretamente para Leandro Claro, CMO e Eldes Mattiuzzo, CEO da Youse.

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GFT adquire V-NEO, empresa canadense de Consultoria de TI para o segmento de seguros e Guidewire

A GFT, com referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e projetos ágeis, aprovou a aquisição integral de todas as ações da V-NEO, sediada no Canadá. A companhia é uma provedora experiente de serviços de soluções integradas de TI para o setor de seguros e tem entre os clientes inúmeras seguradoras importantes no Canadá, Bélgica e França. A V-NEO também atua como parceira de serviços para as plataformas de seguros Guidewire e Oracle OIPA. Fundada em 2011, a empresa emprega 160 pessoas em suas três unidades, em Quebec, Toronto, no Canadá, e Bruxelas, na Bélgica.

Com a aquisição da V-NEO, a GFT fortalece sua expertise no setor de seguros, expande sua posição de mercado na América do Norte e ganha uma nova localização na Bélgica. Na assinatura do contrato, Marika Lulay, CEO da GFT, destacou que “a aquisição sustenta nossa estratégia de crescimento internacional e previsão de médio prazo para 2022. O know-how tecnológico e a base de clientes da V-NEO são perfeitos para a GFT – assim como seus consultores de clientes altamente qualificados na América do Norte e Europa e as equipes de desenvolvimento nearshore no Canadá”.

A V-NEO deve gerar receitas de cerca de 15,5 milhões de euros no atual exercício financeiro – 1 de agosto de 2017 a 31 de julho de 2018. Espera-se que o lucro antes de impostos (EBT) atinja aproximadamente 2,6 milhões de euros. O preço de transação será pago em dinheiro e as duas partes concordaram pela não divulgação do valor. A transferência total de ações está prevista para o final de julho de 2018. Como resultado da consolidação pela primeira vez em agosto de 2018, a GFT espera receitas adicionais de aproximadamente 7 milhões de euros para este exercício. Devido às despesas relacionadas à aquisição, a V-NEO não contribuirá significativamente para os resultados da GFT em 2018.

Reforço no que diz respeito a seguros de vida, propriedade, acidentes e ramos elementares

A indústria de seguros está enfrentando enormes desafios em meio ao processo de transformação digital. Segundo o Gartner, apenas algumas seguradoras em todo o mundo iniciaram sua transformação digital até o momento; e essas mudanças podem levar até dez anos para serem alcançadas. A V-NEO possui expertise aprofundada, especialmente em soluções digitais para seguros de propriedades, acidentes e vida. Isso inclui consultoria estratégica em todas as etapas, desde o projeto inicial até a implementação de soluções. A empresa possui uma alta taxa de fidelização de clientes nacionais e internacionais, impulsionada por suas soluções corporativas de arquitetura sob medida e projetos para otimização de processos e transformação digital.

Especialização e Prática Global Guidewire

A aquisição permite à GFT complementar seu atual portfólio de serviços para seguros com soluções da Guidewire. A V-NEO já recebeu inúmeros prêmios de inovação por sua integração ágil dos serviços nas soluções Guidewire. Como um dos maiores provedores de serviços independentes da América do Norte para a plataforma de seguros da Guidewire, a empresa atualmente gera cerca de dois terços de sua receita com essa oferta. A V-NEO também trabalha em um grande projeto canadense de seguros de vida com a plataforma Oracle da OIPA. Esses serviços serão agora combinados com os serviços de seguros existentes da GFT, a fim de expandir sua base de clientes internacionais.

Inovação no DNA de ambas as companhias

A V-NEO foi a primeira empresa norte-americana a iniciar um “Centro de Inovação e Desempenho em Seguros”, projetado especificamente para o desenvolvimento de inovação e o treinamento de funcionários no setor de seguros. O centro coloca em prática o desenvolvimento, a pilotagem e o lançamento de novas soluções de seguros envolvendo todos os aspectos da inteligência artificial e da Internet das Coisas. Combinado com os atuais Laboratórios Digitais de Inovação da GFT, o gerenciamento da inovação dentro da GFT será aprimorado e levado a um próximo nível.

Diversificação de portfólio de cliente

Alain Lamothe, CEO da V-NEO, afirmou que “com nosso profundo know-how de seguros e nossas habilidades tecnológicas, não somos apenas uma combinação perfeita, mas também ajudamos a diversificar o portfólio de clientes da GFT com nossos relacionamentos duradouros com nossos clientes. A presença internacional da GFT nos permite reconhecer as tendências globais do setor em um estágio inicial, aproveitando o potencial do mercado em conjunto, tanto com nossos clientes quanto com nossos parceiros”.

Complementou Marco Santos, Managing Director para Latin America da GFT, que “a aquisição da V-NEO é um passo decisivo para posicionar a GFT como um dos principais parceiros de TI para a transformação digital da indústria de seguros, como já é para o setor bancário. “

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World Insurance Report 2018: agilidade digital é um fator chave para seguradoras tradicionais

Enquanto as companhias de seguros lutam para oferecer uma melhor experiência aos clientes, as BigTechs – grandes empresas de tecnologia como a Amazon e o Google – estão prontas para entrar no setor de seguros. No entanto, se as seguradoras forem capazes de melhorar sua agilidade digital e desenvolver modelos operacionais prontos para o futuro, elas terão a oportunidade de atrair e reter clientes para competir com essa disrupção. A conclusão faz parte do World Insurance Report 2018 (WIR ou Relatório Mundial de Seguros, em tradução), concebido pela Capgemini em colaboração com a Efma, que entrevistou segurados e empresas de 20 países, entre eles o Brasil. O estudo também examina como as seguradoras tradicionais ficaram atrasadas na comparação com seus pares bancários no atendimento às demandas dos clientes, deixando-os “vulneráveis” aos concorrentes não tradicionais.

“O uso de dados e a capacidade de oferecer uma experiência ao cliente verdadeiramente digital são fatores críticos para a seguradora do futuro, algo no qual grandes empresas de tecnologia, como a Amazon e o Google, se destacam. A ameaça de concorrentes com esse perfil é mais real do que a indústria de seguros está disposta a admitir”, avalia Anirban Bose, Head da Unidade de Negócios Estratégicos Globais de Serviços Financeiros da Capgemini e Membro do Conselho Executivo do Grupo. “As seguradoras, avaliadoras de risco por natureza, devem urgentemente voltar o seu olhar para si mesmas e considerar os riscos competitivos dentro de seu próprio mercado, a fim de evoluir e sobreviver”, complementa.

Seguradoras estão tentando alcançar a entrega da melhor experiência ao cliente por meio da tecnologia

As empresas de seguros ficaram em terceiro lugar, depois do varejo e do setor bancário, entre as verticais da economia com melhor delivery de experiência aos usuários, com a maior diferença entre os clientes da Geração Y[1] (de 18 a 34 anos). Embora pouco mais de 32% dos clientes da Geração Y tivessem uma experiência positiva com os bancos, menos de 26% relataram avaliação semelhante com sua seguradora. O estudo também aponta que os clientes de todos os segmentos agora aceitam uma comunicação digital no mesmo nível dos canais convencionais, com mais da metade dos segurados atribuindo um alto valor a sites corporativos para realizar transações de seguros, e mais de 40% considerando aplicativos móveis como um canal importante.

Como as novas tecnologias digitais habilitam serviços inovadores e de valor agregado, quase 46% dos “tech-savvy” (clientes com experiência em tecnologia) e 38% dos clientes da Geração Y estão dispostos a receber ofertas de seguros proativas e personalizadas por meio de diversos canais, o que pode gerar novas oportunidades de receitas.

BigTechs estão prontas para tirar vantagem dos erros do setor de seguros

As grandes organizações multinacionais de tecnologia, representadas pelas BigTechs, estão se preparando para estabelecer presença no setor de seguros se apropriando de sua reputação de excelência na experiência com seus usuários. Globalmente, como mostram os dados do World Insurance Report 2018, 29,5% dos consumidores afirmaram que considerariam comprar pelo menos um produto de seguro de uma BigTech, o que representa um aumento de 12 pontos percentuais em relação a 2015, quando apenas 17,5% dos segurados indicaram essa disposição.

A Geração Y e os “tech-savvy” parecem mais inclinados a abandonar a fidelidade às seguradoras tradicionais. Esses clientes citam experiências não tão positivas com as empresas tradicionais, mas também revelam uma maior probabilidade de trocar de seguradora em 12 meses e estão mais abertos à compra de produtos de seguro das BigTech.

Preferências dos clientes impulsionam investimentos das seguradoras em agilidade digital

Disrupções motivadas por fatores de mercado, tanto tecnológicos como organizacionais, juntamente com as ambições das BigTechs, estão tornando a adoção de modelos de operação digitalmente ágeis uma necessidade. As InsurTechs – novas empresas de seguros que se pautam em inovações tecnológicas para concentrar eficiências e atrair segmentos específicos de clientes -, estão liderando o caminho da agilidade digital. Nesse sentido, a colaboração entre as seguradoras tradicionais e as InsurTechs é essencial para obter mais eficiência e diminuição dos custos a partir das capacidades digitais em todo o segmento.

De acordo com o World Insurance Report 2018 mais de 80% das seguradoras citam a evolução das preferências dos clientes como o fator mais crítico a impulsionar a agilidade digital, com seus investimentos fornecendo insights sobre o futuro da indústria. Quase dois terços das companhias de seguros estão testando relógios inteligentes e dispositivos “vestíveis”; mais de um terço implantou telemática e pouco acima dos 55% estão investindo em reconhecimento de fala e blockchain, com a automação robótica de processos sendo, atualmente, a tecnologia digital mais implementada entre eles.

“Para obter valor de seus investimentos, as seguradoras precisam pensar no quadro geral e desenvolver uma abordagem holística, que possa ser fortalecida pelas capacidades das InsurTechs, em vez de optar por uma adoção gradual”, comenta Vincent Bastid, CEO da Efma.

Modelos operacionais habilitados para o futuro garantem sustentabilidade a longo prazo

Para obter sucesso na era digital, o relatório destaca que as seguradoras devem fomentar a agilidade digital e desenvolver modelos operacionais capazes de oferecer uma experiência superior ao segurado, reunindo o melhor dos canais digitais e tradicionais. Por exemplo, mais de 65% dos entrevistados ressaltaram que a personalização de ponta a ponta da jornada do cliente era sua maior necessidade. No entanto, para isto, as seguradoras precisam de um ecossistema digitalmente integrado, que interconecte as seguradoras com clientes e parceiros, a fim de permitir um fluxo eficiente de informações e serviços.

Um ecossistema integrado digitalmente suportaria os serviços personalizados em tempo real que os clientes estão esperando e demandando. Com a agilidade digital aprimorada, as companhias de seguro poderão obter maior percepção das necessidades do segurado e melhorar o tempo de comercialização de inovações, ao mesmo tempo em que poderão gerar uma maior eficiência operacional e redução de custos – conclui o relatório.

Sobre o World Insurance Report 2018

O World Insurance Report (WIR) 2018 abrange todos os três segmentos gerais de seguros – vida, não-vida e seguros de saúde. O relatório deste ano se baseia em pesquisas realizadas em 20 mercados: Alemanha, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Cingapura, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Hong Kong, Índia, Itália, Japão, México, Noruega, Reino Unido, Suécia e Suíça. O estudo fornece informações sobre as preferências, expectativas e comportamentos dos segurados em relação a tipos específicos de transações de seguros.

Para mais informações, explore o website do relatório em www.worldinsurancereport.com.

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SulAmérica oferece kit de boas-vindas 100% digital a clientes

Como parte das ações de inovação tecnológica em seus produtos e processos, a SulAmérica, maior seguradora independente do País, oferece aos seus clientes dos seguros auto, residencial, empresarial e condomínio, o kit de boas-vindas de forma 100% digital.

“A SulAmérica investe constantemente para que o contato com o cliente seja cada vez mais ágil e amigável. Com o kit de boas-vindas por meio eletrônico, o segurado tem todas as informações do seguro e o cartão com seus dados na palma da mão, podendo acessá-los quando quiser e de qualquer lugar. A iniciativa ainda estimula uma menor utilização de papel, gerando menor impacto ao meio ambiente”, afirma o vice-presidente de Auto e Massificados, Eduardo Dal Ri.

O kit de boas vindas é enviado por e-mail e SMS com todas as informações sobre o produto, juntamente com as versões digitais da apólice e do cartão do segurado. Com isso, o cliente tem facilidade para encontrar tudo o que precisa saber sobre o produto que adquiriu e o cartão pode ser compartilhado facilmente, por exemplo, com outros motoristas que utilizam o veículo. O mesmo cartão também está disponível de forma eletrônica no aplicativo SulAmérica Auto. No app, o motorista conta ainda com uma série de serviços, tais como acionar reboque ou auxílio mecânico, acompanhamento de processos de sinistro e ainda agendar pequenos reparos e serviços de estética automotiva, entre outras comodidades.

Uma das novidades oferecidas ao mercado segurador pela SulAmérica ao lançar o kit 100% digital para Auto e Massificados é a possibilidade do cliente solicitar o material impresso em apenas um clique, no próprio e-mail de boas vindas que recebeu. Nele, basta acessar um site e solicitar todos os materiais de forma convencional, em papel. Com isso, a companhia busca atender a todos os seus perfis de clientes, inclusive os que preferem a versão física.

Projeto foi lançado após boa receptividade do piloto
A proposta da SulAmérica em enviar o kit 100% digital para clientes de todo o País foi adotada após o resultado positivo de um projeto piloto realizado entre maio e novembro deste ano junto aos clientes do seguro Auto do Estado do Paraná. No período, foram feitas pesquisas presenciais com corretores de seguros para avaliar a receptividade da medida e discutir propostas de melhorias e ajustes no projeto. Também foram enviadas pesquisas on-line de satisfação para clientes e corretores, que obtiveram boa aceitação. Durante o piloto, apenas 10% dos clientes solicitaram o kit por meio físico, em papel.

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Santander e HDI se unem para criar seguradora de automóveis totalmente digital

O Santander Brasil, banco líder em financiamento de veículos no País, e a HDI Seguros, sexta maior seguradora de automóveis do mercado, assinaram hoje uma parceria para a emissão, oferta e comercialização de seguros de veículos. A operação prevê a criação de uma joint venture, que receberá o nome de Santander Auto. A nova empresa será detida 50% pela SANCAP Investimentos e Participações, sociedade controlada pelo Banco, e 50% pela HDI.

A Santander Auto irá funcionar de forma 100% digital e reforçará a posição líder do Banco no mercado de crédito para a compra e venda de veículos e na comercialização digital, com a Webmotors. O Santander detém 22,5% de market share no financiamento de veículos. E, até o fim de setembro, sua carteira de crédito de veículos para pessoa física registrou de crescimento de 16,3%, em 12 meses, e de 5,4% no trimestre, para R$ 34,4 bilhões. A HDI seguros, por sua vez, tem se destacado no mercado segurador como uma das mais inovadoras e digitais empresas do setor, registrando um crescimento médio anual de 13,8% nos últimos 5 anos.

“A parceria com a HDI nos permitirá lançar uma nova empresa, que oferecerá aos clientes produtos inovadores e utilizará a força dos canais de venda do Santander para comercializá-los, de forma a estimular ainda mais o segmento”, afirma Angel Santodomingo, vice-presidente executivo e CFO do Santander Brasil. “Queremos estabelecer novos patamares de serviços neste mercado e disponibilizar aos clientes uma forma mais simples de contratar e utilizar o seguro.”

Para Murilo Riedel, presidente da HDI Seguros, a joint venture representa o fortalecimento da companhia no ramo automotivo. “Somos especialistas em seguro para automóvel e um dos principais players do mercado. Nosso desafio para os próximos anos é elevar à máxima potência os negócios nesse ramo, com um olhar atento para o novo, e a parceria com o Santander é um importante passo nesta direção. As pessoas querem cada vez mais mobilidade e simplicidade. A nova seguradora traz esses atributos com muita força e de forma totalmente digital”, explica Riedel.

A conclusão da operação está sujeita ao cumprimento de determinadas condições, entre elas a obtenção das autorizações regulatórias pertinentes.

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Como o mercado de seguros ganha com a robotização do atendimento?

Por Daniel Moretto

As seguradoras e a indústria de serviços financeiros estão inseridas em um ambiente complexo de sistemas legados, que além de poderem se tornar um grande risco para as empresas, também são um tópico cada vez mais presente na agenda dos CIO’s: como navegar ou substituir sistemas que carregam consigo uma diversidade enorme de informações sobre clientes, mercados, perfis de consumo e informações históricas?

Quando este cenário é projetado em um ambiente onde as pessoas – que utilizam e manipulam dados dentro destes sistemas – se encontram preenchendo lacunas entre sistemas legados, processos de negócios e legislação, a complexidade e a percepção de que o serviço pode ter falhas, é ainda maior. Por isso, é muito comum hoje perceber que dentro da indústria de seguros, muitas vezes, os serviços possuem um prazo muito longo, justamente pela amplitude de sistemas, telas, comandos e consultas, que devem ser decifrados pelos analistas. E ainda quando novas versões de sistemas são colocadas no ar, acontece toda uma movimentação das áreas de TI e gestão de mudança, e uma exposição à riscos financeiros não controlados.

Desta forma, a velocidade com que os executivos de seguradoras desejam que os processos de negócio atendam às necessidades do mundo de seguros nem sempre é acompanhada na prática, dada à complexidade deste emaranhado de sistemas, processos de negócio, e pessoas.

Então, como encontrar o equilíbrio em uma equação difícil como esta, e adaptar os elementos de negócio, considerando a sensibilidade, o risco financeiro e diversidade das informações dentro destes sistemas? A resposta é que uma nova abordagem – conceitual e prática – precisa ser adotada.

É o que acontece com o uso da solução de Automação Robótica de Processo (RPA), que troca os esforços manuais por um atendimento robotizado. O conceito é utilizar a programação para serviços básicos, e, para os mais complexos, continuar com o atendimento efetuado por pessoas. Isso ajuda a substituir áreas e departamentos de esforços repetitivos e manuais, que consomem tempo e recursos, deixando de agregar valor ao negócio.

No universo das seguradoras, por exemplo, existe uma grande demanda de atendimento em casos de segunda via de boletos, carnês e extratos, assim como, em períodos sazonais de declaração de imposto de renda, picos de chamadas para resolução de casos de informe de rendimentos. O atendimento de todos estes setores envolve a manipulação de diversos sistemas e muitas etapas manuais, que podem alcançar patamares equivalentes a 30% ou 40% do volume total de acionamentos. Desta forma, o processo acaba requerendo muitos agentes tratando um volume alto de casos, que ocupam tempo e impactam a capacidade do agente em dar uma melhor experiência ao cliente do outro lado da linha, afetando a percepção dos consumidores sobre a qualidade do serviço prestado.

Diante desse cenário, a robotização do atendimento é uma saída para as empresas do mercado de seguros que buscam melhorar seus processos. Na Concentrix, por exemplo, realizamos um papel consultivo, mapeando os principais gargalos nesses processos com o propósito de desenvolver um serviço de automação “end to end”, no qual robôs executam todo o processo, tal qual um humano faria. Assim, é possível eliminar o esforço humano desnecessário em tarefas repetitivas, empregando a robotização e o conceito da força de trabalho virtual para atingir altos níveis de produtividade e escala.

Desenvolvemos esse trabalho em uma das maiores companhias de seguros privados do País e, como resultado, tivemos, em um período de um mês, uma melhoria de aproximadamente 40% de eficiência no TMA (Tempo Médio de Atendimento), comparado aos períodos anteriores, e a força de trabalho total conseguiu ser economizada em cerca de 20%. A capacidade desta operação em absorver futuras demandas e picos sazonais também aumentou consideravelmente sem a necessidade de grandes contratações, proporcionando mais tempo disponível para novos atendimentos que demandavam mais complexidade dos atendentes. De modo geral, a implantação desta nova ferramenta de atendimento reduz de 70% a 80% o custo fixo desta unidade de negócio, assegurando um retorno sobre o investimento perene em aproximadamente 4 meses.

Já sendo uma realidade, a automação robótica promete grandes mudanças para o setor de contact center, que está se adaptando e readequando seu formato, sem perder a essência. É fato que muitas pessoas ainda preferem o contato humano na hora do atendimento, mas otimizar processos que demandam menos complexidade é um ganho para ambos os lados. Além disso, com estas inovações, teremos uma nova demanda de profissionais – aqueles responsáveis pela programação dos robôs. O importante é lembrar que, com estes novos processos robotizados, o ideal é sempre atingir o equilíbrio entre humanos e máquinas, tornando o negócio robusto, eficaz e adequado aos dias de hoje.

Daniel Moretto é presidente da Concentrix, multinacional especializada em soluções de outsourcing.

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