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Última semana de inscrições para programa de incubação do MIDITEC, em Florianópolis

Esta semana traz a última oportunidade para startups de todo o Brasil realizarem suas inscrições para o programa de incubação do MIDITEC, incubadora de empresas de base tecnológica gerenciada pela Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), em parceria com o Sebrae/SC. As etapas do processo seletivo e o próprio programa de incubação sãor realizados presencialmente, em Florianópolis. O processo seletivo envolve etapas eliminatórias por meio de critérios de avaliação previstos em edital, e o resultado será divulgado no site do MIDITEC no dia 20 de setembro, e o ingresso das startups selecionadas está previsto para início de outubro. As inscrições estão disponíveis até este domingo, 23 de junho, neste link: http://bit.ly/miditec_inscrição2019.

Para esta rodada de incubação, serão selecionadas sete startups de base tecnológica que já validaram o seu modelo de negócio ou estejam em processo de validação, e que necessitam, portanto, de apoio para tracionar, se desenvolver e gerar crescimento. Dentre os benefícios do programa de incubação no MIDITEC, destacam-se: desenvolvimento e aperfeiçoamento dos empreendedores enquanto gestores do negócio, programa de mentoria, consultorias em 12 áreas de negócio, participação em eventos, treinamentos e networking, aproximação com investidores e grandes players parceiros da incubadora, associação automática à ACATE, participação nas Verticais de Negócios da Associação e acesso aos demais programas estratégicos da ACATE, além de poder instalar a sua startup em um ambiente colaborativo e inovador, que no ano de 2018 recebeu o prêmio de melhor Hub de Inovação do Brasil segundo a ABStartups.

O programa de incubação do MIDITEC tem duração de até 24 meses e disponibiliza duas modalidades: residente e não-residente, de acordo com as necessidades de cada startup. A jornada da startup o programa envolve três grandes fases: Start, com duração de seis meses e focada em entender melhor se a solução proposta pela startup atende a dor do seu cliente, e para isso é necessário testar hipóteses de mercado; Growth, que dura um ano e na qual o MIDITEC auxiliar a startup a verificar se o seu processo de vendas é viável e se o produto é rentável; por isso esta fase é totalmente focada em vendas para que a startup encontre a sua máquina de vendas; e Expansion, que corresponde aos últimos seis meses do programa, em que a startup já tem sua máquina de vendas operando e está em fase de se preparar para escalar e acelerar. Em cada etapa, algumas entregas principais são exigidas das empresas incubadas, o que confere a elas o status para avançar no programa.

Com um histórico de reconhecimento de mercado — ao longo de seus mais de 20 anos de história, foi eleita pela Anprotec por quatro vezes como a melhor incubadora do Brasil e, pelo UBI como 5ª melhor incubadora do mundo, em 2018 —, a incubadora MIDITEC visa formar e transformar empreendedores, e consequentemente, desenvolver negócios conscientes e de alto impacto. Ao longo da trajetória da incubadora, mais de 100 empresas já participaram do programa, entre as quais Pixeon, Resultados Digitais, Ahgora, Arvus, JExperts, Knewin etc. Maiores informações sobre a incubadora e sobre o edital podem ser encontradas no site do MIDITEC: http://www.miditec.com.br/.

Programa de incubação no MIDITEC da ACATE e Sebrae/SC abre inscrições

Quando: Até 23 de junho

Inscrições: http://bit.ly/miditec_inscrição2019

Edital: http://bit.ly/edital_miditec2019

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Observatório ACATE mostra que setor tecnológico fatura R$ 15,5 bilhões em Santa Catarina

Com R$ 15,5 bilhões em faturamento, o setor de tecnologia já representa 5,6% da economia de Santa Catarina. São 12,3 mil empresas, com receita média de R$ 1,255 milhão, mais de 16 mil empreendedores e aproximadamente 47 mil colaboradores. Esses números foram extraídos do Observatório ACATE — Panorama 2018, estudo da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) em parceria com a Neoway, lançado na última quarta-feira (11) durante cerimônia de recondução da atual diretoria da entidade para os próximos dois anos.

Segundo o presidente da Associação, Daniel Leipnitz, o Observatório ACATE nasce para ser um ambiente que reúna as informações e dados atualizados, bem como futuros estudos e análises setoriais. O Panorama 2018, como primeiro estudo, busca apresentar o posicionamento dos polos tecnológicos catarinenses em relação aos demais do Brasil. “Queremos deixar à disposição da sociedade dados de alto nível atualizados sobre o setor de tecnologia e com esses números contribuir para direcionar políticas públicas de melhoria do setor, buscando ainda mais inovação,” explica Leipnitz. O projeto tem o apoio e cooperação da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), com compartilhamento de informações entre as instituições e seus observatórios setoriais, e contará com um espaço físico no Centro de Inovação ACATE — Primavera, em Florianópolis (SC).

O ecossistema inovador de Santa Catarina

Quando a ACATE foi fundada, em 1986, eram 129 companhias do segmento em SC — ou seja, o crescimento foi do setor foi de quase 10.000% em pouco mais de 30 anos. Hoje o estado é o terceiro maior do Brasil em densidade de colaboradores (relação entre o número de pessoas que trabalham no setor de tecnologia por 100 mil habitantes), perdendo apenas para o Amazonas e o Distrito Federal. Em faturamento médio, ocupa a quarta posição.

Entre 2015 e 2017, o número de empresas catarinenses de tecnologia subiu 3,42%. Esse crescimento foi impulsionado principalmente pelas regiões Serrana e Oeste, que tiveram um aumento de 10,44% e 4,75% na quantidade de empresas, respectivamente.

O maior polo tecnológico do Estado é a Grande Florianópolis, que também se destaca nacionalmente. Com quase 4 mil empresas, seu faturamento total é de R$ 6,4 bilhões e emprega 16,5 mil pessoas. Este número leva a capital catarinense à liderança no ranking nacional de densidade de colaboradores: a cada 1 mil habitantes, 25 trabalham no setor de TIC. Além disso, é o segundo polo brasileiro em densidade de empresas por habitantes, atrás apenas de São Paulo. Em relação ao faturamento médio, Florianópolis fica com a quarta posição, com R$ 1,8 milhão por empresa.

Blumenau, berço do ecossistema catarinense de tecnologia, continua sendo um dos principais destaques do Estado e chamando atenção nacionalmente. Seu polo tecnológico ocupa a quinta posição no ranking de faturamento médio, com R$ 1,68 milhão. Em Santa Catarina, o Vale do Itajaí é a região que concentra o segundo maior número de empresas, são 3,3 mil negócios na área de TIC. Também é vice-líder em número de empreendedores, com 4,3 mil, e quantidade de colaboradores, com 10,3 mil.

Joinville ocupa 7º lugar do ranking nacional quando se analisa o faturamento médio das empresas, com R$ 1,2 milhão, à frente de grandes centros como São Paulo. Sua região, o Norte catarinense, tem o maior percentual de empreendedoras no setor, o que corresponde a 30,3%. As mulheres representam ainda 43,5% da força de trabalho, sendo a maior participação feminina do Estado na área de TIC. Outro destaque da mesorregião é a proporção de empreendedores com nível superior — 67,7%, a maior de Santa Catarina.

Na região Oeste, são 1,2 mil empresas, que faturam R$ 1,2 bilhão e empregam 4,6 mil pessoas. Já o polo tecnológico da região Serrana apresenta R$ 481 milhões em faturamento, conta com 392 empreendedores e 336 companhias. Três mil pessoas trabalham no setor de tecnologia da Serra.

Com pouco mais de 1 mil empreendedores no setor, a região Sul de Santa Catarina também está se consolidando como polo tecnológico. São 948 empresas de tecnologia, que faturam R$ 857 milhões e contam com cerca de 3 mil colaboradores.

O Panorama 2018 do Observatório também mostra que as empresas associadas à ACATE desempenham melhor, geram mais empregos e crescem mais do que a média estadual. Juntas, elas faturam R$ 10,27 bilhões, representando aproximadamente 3,2% da economia de Santa Catarina. A receita média é quase 10 vezes maior: de R$ 12,46 milhões entre as associadas e de R$ 1,26 milhão para as outras empresas.

De acordo com Leipnitz, diversas iniciativas contribuem para que as associadas tenham melhores resultados. “As verticais de negócios, por exemplo, são grupos de empresas de tecnologia de um determinado nicho de mercado. Nelas, a união entre empresas, mesmo quando são concorrentes, proporciona a troca de experiências e o fortalecimento do setor. É preciso colaborar de forma voluntária, com respeito às diferenças e se sentindo parte do todo”, diz.

O estudo completo está disponível em www.acate.com.br/observatorio.

Fonte: ACATE

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Finep promove Encontro para Inovação em SC

A Finep realiza, nos dias 6 e 7 de novembro, o terceiro Encontro Finep para Inovação, no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), em Florianópolis (SC). O objetivo da iniciativa é intensificar a atuação da financiadora junto a parceiros e potenciais clientes da região Sul.

O evento, gratuito e aberto a empresas de todos os portes, contará com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, e do presidente da Finep, Marcos Cintra, além de toda a diretoria executiva da agência de inovação. Também estarão presentes o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, e o presidente da Fapesc, Sergio Luiz Gargioni.

Na ocasião, a Finep apresentará novas iniciativas de apoio à inovação: o Finep Conecta (para aproximar empresas e universidades); o Finep Startup (que pretende aportar recursos e conhecimento com participação no capital de empresas em estágio inicial); e o Programa de Telecomunicações (linha de financiamento exclusiva para aquisição de equipamentos de telecomunicação 100% nacionais).

Com R$ 500 milhões disponíveis, a mais nova linha da financiadora, batizada de Finep Conecta, oferece melhores condições de apoio a empresas que investirem em projetos em conjunto com Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs) e universidades. O programa prevê mecanismos como taxas de juros menores e prazos e carências mais longos. Além disso, dependendo do grau de inovação da proposta, a Finep pode financiar até 100% do projeto – que deve ter valor mínimo de R$ 5 milhões. O prazo de pagamento do empréstimo chega a 16 anos.

O programa Finep Startup pretende alavancar empresas que estejam em fase final de desenvolvimento do produto, para colocar no mercado, ou que precisem ganhar escala de produção. Para isso, a financiadora vai investir até R$ 1 milhão em cada startup selecionada. Uma nova rodada para submissão de propostas será aberta em janeiro de 2018.

Já a linha de financiamento para a aquisição de equipamentos de telecomunicação 100% nacionais busca auxiliar a retomada do crescimento do setor no País. Os recursos, da ordem de R$ 630 milhões, são reembolsáveis e serão disponibilizados via Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel).

Além dos novos produtos, a Finep atualizou suas condições operacionais, em agosto, por meio da qual passou a oferecer prazos de pagamento de até 12 anos e carência de até quatro anos, dependendo do grau de inovação do plano apresentado.

Atendimento individualizado para empresas

No dia 7 de novembro, empresários locais e dos demais estados do Sul terão a oportunidade de agendar atendimentos individualizados com especialistas da Finep. A rodada de negócios servirá para esclarecer dúvidas sobre funcionamento de linhas e programas, itens financiáveis, condições de financiamento, formulário de submissão de propostas, entre outros pontos. Cada cliente será encaminhado para a linha de financiamento ou para o programa adequados à sua demanda.

Durante o encontro, a Finep assinará ainda memorandos de entendimento com a Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina (Badesc) e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) para o desenvolvimento de novos produtos e cooperação técnica entre as instituições.

O evento também contará com uma palestra do presidente da Fapesc sobre inovação e desenvolvimento regional; entrega de placas de reconhecimento a empresas inovadoras do Sul; e mesa redonda com empresas e instituições locais já apoiadas pela Finep, que compartilharão com o público suas experiências.

Serviço (entrada gratuita: solicite confirmação de presença para o e-mail encontrofinep@alvoeventos.com.br)
Data: 6 e 7 de novembro
Hora: 1º dia – 14h30 às 19h / 2º dia – 8h30 às 18h
Local: Centro de Eventos da FIESC
Endereço: Rod. Admar Gonzaga, 2765 – Itacorubi – Florianópolis/SC

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Maior polo industrial de Santa Catarina ganha aceleradora de startups

Para sobreviver em um ambiente no qual surgem, em alta velocidade, novos modelos de negócios, tecnologias e concorrentes, as empresas necessitam da inovação. É crescente o número de negócios que buscam aproximação com ecossistemas de startups para fortalecer o processo de inovação e a construção de diferenciais competitivos.

Neles, criam-se oportunidades para todos os agentes. De empresas, empreendedores, investidores, universidades, incubadoras, centros de inovação até prestadores de serviços. Para aproximar todos esses personagens, está chegando ao mercado a Spin Exponential Business. Instalada em Jaraguá do Sul, ela tem como objetivo intermediar essa conexão e, assim, diversificar a matriz econômica da região e ajudar as indústrias do Norte Catarinense a serem mais competitivas.

Estimulando o surgimento e amadurecimento de negócios inovadores, a aceleradora vai receber startups nas mais diversas áreas de atuação. Um dos diferenciais é a metodologia “SPIN LD”. Baseada nos melhores modelos de aceleração de startups do Vale do Silício, nos Estados Unidos, ela tem sócios com experiência multidisciplinar no universo corporativo e de inovação, o que traz ainda mais credibilidade ao negócio.

Entre os vários parceiros, destaca-se o Stanford Research Institute, entidade reconhecida globalmente quando o assunto é inovação. A aceleradora conta, ainda, com especialistas e mentores de larga experiência. “É um espaço físico jovem e criativo que também tem investidores e empresários residentes”, explica o CEO e um dos idealizadores, Benyamin Fard.

De acordo com Fard, Jaraguá do Sul é uma referência em empreendedorismo no Estado e, por isso, foi escolhida para abrigar a Spin, que chega ao mercado como a primeira aceleradora de startups do maior polo industrial catarinense. “Temos como investidores empresários e family offices da cidade e vamos acelerar startups em ciclos de 12 semanas através de verticais alinhadas às demandas de grandes empresas da região Norte de Santa Catarina”, complementa.

Programas

A Spin oferecerá programas de aceleração alinhados com a busca por inovações corporativas. Nelas, as startups são orientadas às demandas reais e específicas de corporações. Assim, é possível rápida validação do modelo de negócio, das provas de conceito, da prototipagem e da transformação do MVP em um negócio exponencial.

Nos mesmos programas, corporações encontram uma estrutura criativa e com condições ideais para fazer os projetos de inovação crescerem exponencialmente no menor tempo possível através de startups. Por fim, como resultado do programa de aceleração, são ofertadas as melhores oportunidades de startups a investidores em busca de diversificação de portfólio.

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Catarinense AMcom conquista o CMMI – Dev nível 3

Empresa é a única de Santa Catarina com o selo CMMI-DEV nível 3 e passa a entregar aos clientes projetos certificados de ponta a ponta, incluindo as inovações adotadas pela companhia, como a metodologia ágil

Entregar projetos certificados de ponta a ponta aos clientes é o novo diferencial da AMcom, empresa de sistemas de informação sediada em Blumenau (SC), que investiu na renovação e expansão de uma das suas certificações internacionais, o CMMI (Capability Maturity Model Integration) para desenvolvimento, e teve os processos de toda sua fábrica de projetos avaliados de acordo com o modelo. A empresa conquistou o nível 3 de maturidade da certificação e é a única em Santa Catarina e uma das poucas em nível nacional que detém esse certificado.

“A certificação contempla toda a Fábrica de Projetos da AMcom e faz parte de um plano estratégico da empresa que visa executar uma série de ações destinadas ao crescimento. Para o cliente, essa conquista assegura a qualidade das entregas, prazos acordados e demais garantias de segurança nos projetos da AMcom”, comenta Rodrigo Strey, diretor de serviços.

Strey ainda explica que a obtenção de uma Certificação Internacional deste porte, além de validar o que já é prática comum nas ações de Gestão, Qualidade e Eficiência das entregas da AMcom, ainda atestou as práticas inovadoras que a AMcom implementou internamente, incluindo adoção de metodologias ágeis, bem como ferramentas e padrões de desenvolvimento de alta produtividade, sem perder o ganho de qualidade, gestão, visibilidade e garantia de entregas que o modelo do CMMI sugere com as suas práticas. “Unimos a certeza de atendermos a expectativa do mercado com entregas de qualidade e em alta velocidade, agregando valor ao negócio de nosso cliente rapidamente, o que resulta na valorização do investimento realizado”, finaliza o executivo.

Para a companhia catarinense, mais do que uma Certificação Internacional, este modelo é a chave para garantir os 18 meses que a AMcom dá a seus clientes sobre os projetos desenvolvidos, o que lhes proporciona segurança no processo de entrega, bem como a certeza de que as práticas identificadas no processo de avaliação realmente são aplicadas na prática, assegurando a AMcom como uma parceira madura e estável.

De acordo com Carlos Caram, diretor da ISD Brasil, a AMcom não apenas renovou sua certificação, originalmente obtida há três anos, como expandiu o escopo dos processos envolvidos. “Antes a certificação era voltada apenas para a Fábrica de Software, o que envolvia programação e testes. Agora o selo abrange todo o ciclo de desenvolvimento, demonstrando interesse e foco da empresa na melhoria contínua e na expansão dos conceitos de qualidade para toda a organização, benefício que se reflete nos projetos dedicados aos seus clientes ”.

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Nexxera e ACATE inauguram espaço para incentivos a startups

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Florianópolis, um dos polos de tecnologia que mais se destacam no país, acaba de receber mais uma iniciativa que pretende promover a inovação pela aproximação de grandes e médias empresas com o mercado das startups. Com a proposta de fomentar a inovação aberta e o compartilhamento de experiências nasceu o Link Lab. A iniciativa é da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), que tem o Grupo Nexxera – líder nacional em transações eletrônicas – como co-fundador e patrocinador.

“Entendemos que também é nosso papel estimular e apoiar novas ideias no mercado, sejam elas independentes ou complementares ao nosso negócio. Esta é uma ação que já faz parte do DNA do Grupo e que vem sido desenvolvida há algum tempo; já investimos e temos startups investidas. “, explica o vice-presidente do Grupo Nexxera, Edenir Silva. Esta não é a única iniciativa da holding para fomento de ideias; o Instituto Nexxera recentemente também iniciou um projeto para desenvolver o empreendedorismo social.

Para receber o programa, um novo espaço de 640m² com escritório compartilhado e oito salas privativas foi construído no Centro de Inovação ACATE – Primavera, em Florianópolis, um dos ambientes mais inovadores da capital catarinense e premiado em 2016 como o melhor projeto de arquitetura corporativa da América Latina.

O projeto tem abrangência nacional, qualquer startup do País pode se inscrever. “Este é um projeto que já nasce com potencial de sucesso e já integra um plano de expansão nacional e internacional”, complementa Edenir Silva.

Com relação às startups que serão investidas, há também a possibilidade de que elas sejam incorporadas ao Grupo Nexxera. “Um dos principais interesses é buscar sinergia com iniciativas empreendedoras do ramo fintech, fazer com que estas ideias sejam levadas adiante e provermos maneiras para acelerá-las, afim de que elas possam ir mais rapidamente ao mercado”, finaliza o vice-presidente.

As startups participantes serão associadas à ACATE, tendo acesso a dezenas de benefícios ofertados pela entidade. Durante o programa no Link Lab, participarão de iniciativas de acesso à mercado via empresas patrocinadoras, assim como as Verticais de Negócios da ACATE, bem como workshops com parceiros selecionados em áreas como jurídica, contábil, marketing digital, comunicação, estratégia, além de receberem créditos e descontos no acesso a soluções empresariais, infraestrutura em computação na nuvem, e mais.

Como as startups podem se inscrever

As startups podem se inscrever até 16 de junho por meio do site http://linklab.acate.com.br para participarem do processo de seleção. Após esse período, as empresas patrocinadoras, com o apoio da ACATE, irão selecionar as startups que possuem melhor sinergia e alinhamento com seus negócios e programas de inovação. O programa terá início em julho.

As empresas patrocinadoras buscam startups que atuem e desenvolvam soluções em áreas de Realidade Virtual e Aumentada, Machine Learning e Inteligência Artificial, Big Data, Governança e Sustentabilidade Corporativa, Fintech, Edutech, Segurança Cibernética, Internet das Coisas, Saúde e Bem-Estar, Fintech, Biotecnologia, Supply Chain e Logística, Blockchain, entre outras.

Sobre o Link Lab ACATE

O Link Lab é uma iniciativa da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) que conecta grandes e médias empresas, startups, fundos e parceiros para desenvolver negócios em um dos ambientes mais inovadores da América Latina – O Centro de Inovação ACATE Primavera, em Florianópolis, um dos principais polos tecnológicos do Brasil. Seguindo o conceito de inovação aberta, permite às grandes empresas o acesso ao ecossistema de inovação de Santa Catarina. O Link Lab tem a Nexxera como patrocinadora cofundadora e as empresas Ambev, Engie, Faculdade Cesusc, Flex Contact Center, Marisol e TeltecSolutions como patrocinadoras.

Conheça as empresas que formam o LinkLab

Patrocinadoras:

Ambev

Empresa brasileira, com sede em São Paulo, e presente em 18 países. No Brasil, mais de 32 mil pessoas dividem a mesma paixão por produzir cerveja e trabalham juntas para garantir momentos de celebração e diversão. A Ambev é uma cervejaria inovadora, que busca sempre novos sabores e formas de surpreender seus consumidores. Além das melhores cervejas, o portfólio conta ainda com refrigerantes, chás, isotônicos, energéticos e sucos, de marcas como Antarctica, Brahma, Skol, Budweiser, Wäls, Colorado, Guaraná Antarctica e Do Bem.

Engie

A Engie é a maior geradora privada de energia elétrica do país, operando uma capacidade instalada de 11.954 MW em 29 usinas em todo o Brasil, o que representa cerca de 5% da capacidade do país. O Grupo possui 85% de sua capacidade instalada no país proveniente de fontes limpas, renováveis e com baixas emissões de gases de efeito estufa, posição que tem sido reforçada pela construção de novas eólicas no nordeste do país. O Grupo também oferece serviços relacionados à energia, engenharia e integração de sistemas, atuando no desenvolvimento de soluções de telecomunicações, segurança e sistemas de gerenciamento de risco, mobilidade urbana, iluminação pública, aeroportos, soluções digitais (plataforma customizada de software), segurança pública e infraestruturas críticas.

Faculdade Cesusc

A Faculdade Cesusc, de Florianópolis, iniciou suas atividades em 2000, e desde então se dedica a oferecer ensino de excelência, com professores protagonistas e alunos conectados com o mercado de trabalho. Com uma visão inovadora, a Instituição está entre as melhores do País, segundo o Ministério da Educação (MEC), e oferece Cursos de Graduação em Administração, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Design de Interiores, Direito, Gestão da Tecnologia da Informação, Marketing, Produção Multimídia e Psicologia, além de diversos cursos de Pós-Graduação. A Cesusc possui cursos com nota máxima no MEC, e quer ser a melhor Instituição de Ensino Superior particular de Santa Catarina, comprovada por meio da busca por excelência nos indicadores de qualidade da educação.

Flex Contact Center

A Flex Contact Center é uma empresa jovem que atua no setor de gestão de relacionamentos com soluções full-service vendas, atendimento (SAC), backoffice, fidelização, crédito/cobrança e reconquista. Com 13 mil profissionais em apenas 8 anos de atividade, a Flex é reconhecida por sua postura inovadora e comprometimento com resultados. Sediada em Florianópolis e com operações em São Paulo, Lages e Xanxerê, a empresa busca constantemente iniciativas que possam replicar sua trajetória de sucesso. A transformação digital e suas implicações nas interações humanas é uma de nossas maiores fontes de inspiração.

Marisol

A Marisol S.A. é uma das grandes empresas no setor do vestuário brasileiro. Possui atualmente duas unidades industriais nos estados de Santa Catarina e Ceará. Fundada em 1964, a empresa se renova constantemente, sempre valorizando as pessoas, em busca de um crescimento com marcas fortes e relevantes. É uma empresa de vanguarda que procura antecipar tendências, ousa, inova e faz a diferença na vida de seus clientes, consumidores, fornecedores e colaboradores. Liderando o segmento de vestuário infantil com as marcas Lilica Ripilica, Tigor T. Tigre, Marisol e Mineral Kids, a Marisol inova também na construção de conteúdo proprietário para seus personagens através do Mundo Ripilica, em breve nas principais redes sociais e de plataformas de mídia.

TeltecSolutions

A TeltecSolutions é uma integradora de soluções de tecnologia da informação e comunicação que projeta e implanta redes de dados e voz, soluções de virtualização, cloudcomputing, armazenamento e segurança, com sede em Florianópolis (SC) e filiais em Brasília e São Paulo (SP). Conta com atuação em todo o território nacional e parcerias estratégicas de grandes players mundiais do mercado de TI, como Cisco, IBM, Microsoft, Axis, Citrix, Vmware, NetApp, Amazon. Fundada em 1991, tem atualmente mais de 90 colaboradores e atua por meio de unidades de negócio em segmentos, como Governo, Educação, Saúde e Justiça.

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Nexxera e ACATE inauguram espaço para fomento de startups

Um dos polos de tecnologia que mais se destacam no país, Florianópolis acaba de ganhar mais uma iniciativa que pretende estimular a inovação pela aproximação de grandes e médias empresas com o universo das startups. Com a proposta de promover a inovação aberta e o compartilhamento de experiências nasce o Link Lab. A iniciativa é da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), que tem o Grupo Nexxera – líder nacional em transações eletrônicas – como co-fundador e patrocinador.

Para receber o projeto, um novo espaço de 640m² com escritório compartilhado e oito salas privativas está sendo preparado no Centro de Inovação ACATE – Primavera, em Florianópolis, um dos ambientes mais inovadores da capital catarinense e premiado em 2016 como o melhor projeto de arquitetura corporativa da América Latina.

“Esta é uma ação que já faz parte do DNA do Grupo e que vem sido desenvolvida há algum tempo; já investimos e temos startups investidas. Entendemos que também é nosso papel fomentar e apoiar novas ideias no mercado, sejam elas independentes ou complementares ao nosso negócio”, explica o vice-presidente do Grupo Nexxera, Edenir Silva. Esta não é a única iniciativa da holding para fomento de ideias; o Instituto Nexxera recentemente também iniciou um projeto para desenvolver o empreendedorismo social.

Com relação às startups que serão investidas, há também a possibilidade de que elas sejam incorporadas ao Grupo Nexxera. “Um dos principais interesses é buscar sinergia com iniciativas empreendedoras do ramo fintech, fazer com que estas ideias sejam efetivamente levadas adiante e provermos plataformas para para acelerá-las, afim de que elas possam ir mais rapidamente ao mercado”, complementa o vice-presidente.

O projeto tem abrangência nacional, ou seja, qualquer ideia, startup do País pode se inscrever. “Este é um projeto que já nasce com potencial de grande sucesso e já integra um plano de expansão nacional e internacional”, finaliza Edenir Silva.

As startups participantes serão associadas à ACATE, tendo acesso a dezenas de benefícios ofertados pela entidade. Durante o programa no Link Lab, participarão de iniciativas de acesso à mercado via empresas patrocinadoras, assim como as Verticais de Negócios da ACATE, bem como workshops com parceiros selecionados em áreas como jurídica, contábil, marketing digital, comunicação, estratégia, além de receberem créditos e descontos no acesso a soluções empresariais, infraestrutura em computação na nuvem, entre outros.

Como as startups podem se inscrever

As startups podem se inscrever de 16 de maio a 16 de junho por meio do site http://linklab.acate.com.br para participarem do processo de seleção. Após esse período, as empresas patrocinadoras, com o apoio da ACATE, irão selecionar as startups que possuem melhor sinergia e alinhamento com seus negócios e programas de inovação. As startups selecionadas iniciarão o programa em julho.

As empresas patrocinadoras buscam startups que atuem e desenvolvam soluções em áreas de Realidade Virtual e Aumentada, Machine Learning e Inteligência Artificial, Big Data, Governança e Sustentabilidade Corporativa, Fintech, Edutech, Segurança Cibernética, Internet das Coisas, Saúde e Bem-Estar, Fintech, Biotecnologia, Supply Chain e Logística, Blockchain, entre outras.

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Conferência traz uma das maiores autoridades globais sobre internet industrial

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A I Conferência Internacional da Associação Brasileira de Internet Industrial (ABII) será uma oportunidade ímpar para as empresas brasileiras ingressarem ou aprofundarem conhecimentos em relação à transformação digital que já está revolucionando a vida das pessoas e o ambiente dos negócios.

O evento será realizado nos dias 10 e 11 de maio em Joinville, Santa Catarina, paralelamente à Expogestão, um dos maiores encontros de negócios do Sul do país. Entre os palestrantes, uma das maiores autoridades globais da Internet Industrial – Richard Mark Soley, Presidente do Internet Industrial Corsortium, e Gilberto Peralta, Presidente da General Electric do Brasil.

Programação

No primeiro dia (10/5) a Conferência Internacional terá uma programação exclusiva para os cerca de 100 participantes. Serão duas palestras, “Internet Industrial e os impactos da transformação digital nos negócios e na vida das pessoas”, feita pelo presidente da ABII, José Rizzo, e “Criação e evolução do IIC”, por seu presidente, Richard Mark Soley. Criado há 3 anos, o IIC já reúne cerca de 300 empresas de 30 países, incluindo os grandes players mundiais do universo digital, como AT&T, IBM, GE e Intel.

Além das palestras, a programação de 10/5 inclui dois painéis, abordando questões práticas que geram dúvidas entre as empresas interessadas em inserir seus negócios nesta onda que está sendo chamada de Quarta Revolução Industrial: “A inserção na era Internet Industrial – e riscos em ficar de fora deste movimento” e “A aceleração da convergência entre tecnologia da informação (TI) e operação (TO)”. Haverá, também, um workshop, no qual empresas de manufatura e potenciais usuários identificarão e colocarão em análise ideias e necessidades ligadas à Internet Industrial, para que sejam discutidas com provedores de solução e, juntos, possam gerar um mini-projeto no formato testbed (experimentos).

O primeiro dia da Conferência Internacional da ABII encerra com os integrantes deste evento se unindo à plenária da Expogestão 2017 para assistir à palestra “Depois da Tempestade”, que será realizada pelo economista e apresentador do programa Manhattan Connection do canal GloboNews, Ricardo Amorim.

O segundo dia da Conferência Internacional ABII (11/maio) tem programação na parte da manhã, também integrada à Expogestão 2017. Serão realizadas palestras e painel com o tema “O novo mundo da Internet Industrial”, com Richard Soley (Presidente do IIC) e Gilberto Peralta, presidente da General Electric do Brasil.

Inscrições

Além dos membros da associação, a I Conferência Internacional ABII está aberta à participação de profissionais de outras empresas e entidades interessadas em ingressar na era da transformação digital. O ingresso do evento para não-associados terá investimento de R$ 900,00 e inclui almoço e happy hour no dia 10 de maio. As inscrições devem ser feitas pelo site www.abii.com.br, clicando no banner do evento.

Os participantes da I Conferência Internacional ABII interessados em assistir à programação da Expogestão 2017 no dia 9 de maio e no período da tarde de 11 de maio também podem adquirir um passe completo da Expogestão 2017, com investimento adicional de R$ 890,00.

Potencial da Internet Industrial

A Transformação Digital engloba tecnologias emergentes como inteligência artificial, nuvem, analytics, robótica avançada e internet das coisas. A aplicação isolada ou combinada destas tecnologias está criando novos modelos de negócio e tornando outros obsoletos.

É neste contexto que avança a Internet Industrial, conectando equipamentos e máquinas que operavam isoladamente e gerando grande volume de dados em tempo real. O tratamento dessa massa de dados por softwares de análise gera informações capazes de criar ganhos de eficiência e vantagens competitivas acentuadas para as empresas de diversos setores, como manufatura, transporte, geração de energia e cuidados com a saúde.

Especialistas estimam que até 2020 a Internet Industrial conectará 50 bilhões de coisas e que este mercado, nos próximos 15 anos, movimentará cerca de US$ 15 trilhões.

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Startup Cata Company recebe investimento de R$ 5 milhões da Bzplan

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Após ampliar o faturamento em 6.000% em dois anos, desenvolver o portfólio de produtos e iniciar a operação nos Estados Unidos, a startup Cata Company, com sede em Florianópolis (SC), anuncia o investimento de R$ 5 milhões feito pelo Fundo Sul Inovação. Esse primeiro aporte do fundo de investimento será utilizado para o lançamento de dois novos produtos ainda neste ano, escalar a equipe (especialmente na área P&D, vendas e suporte técnico) e acelerar expansão internacional da empresa.

O aporte na Cata Company é o primeiro de uma série de investimentos que será anunciada em 2017 pela Bzplan, sócia da FIR Capital na gestão e administração do Fundo Santa Catarina (FSC) e do Fundo Sul Inovação (FSI). A gestora fez o primeiro aporte de venture capital na startup em janeiro de 2013 e agora aposta novamente na próxima etapa da Cata Company, que saltou em 2016 para um faturamento de R$ 12 milhões. “Estamos apostando mais uma vez na Cata Company, que agora expande seus horizontes ao buscar a internacionalização e colocar novos produtos no mercado. A empresa sempre investiu em inovação e tem sido muito bem sucedida no desenvolvimento de soluções envolvendo hardware e software. Somente em 2016, obteve um crescimento de 350% no faturamento, o que reforça nosso posicionamento de investir em empresas B2B e com alto potencial de crescimento”, diz Marcelo Amorim, sócio da Bzplan.

O investimento do Fundo Santa Catarina (FSC) ocorreu quando a startup ainda se chamava Catamoeda e estava desenvolvendo seu primeiro produto homônimo: um equipamento que troca moedas por cédulas, vale-compras, doações e recarga de créditos de celular, uma forma de incentivar a população a tirar do cofrinho as moedas acumuladas que fazem falta no comércio. As primeiras máquinas chegaram a redes de supermercado no sul do Brasil no final de 2013 e espalharam-se pelo país durante o ano seguinte.

Em 2015, a empresa anunciou um acordo comercial exclusivo com a Prosegur, companhia líder em segurança privada no país, e em 2016 lançou, em parceria com a multinacional, três novos produtos: o CataCash One/Caixa Fácil Mini – cofre compacto inteligente para os pequenos e médios varejistas-, uma linha de equipamentos de back office para concessionárias e empresas de transporte e, ainda, uma nova plataforma de publicidade para trade marketing. “Já começamos a produção do novo cofre de alta capacidade e performance, o Mille, e criamos a Cata Tech, uma nova divisão da empresa voltada para o desenvolvimento de soluções inéditas de segurança para transporte e custódia de valor”, afirma o CEO e fundador da Cata Company, Victor Levy.

A primeira solução dessa divisão, já em fase final de desenvolvimento, é o Super Armário, produto altamente tecnológico voltado para a proteção de numerários. Em paralelo, a empresa continua com seu ritmo de inovação, e já são 14 os pedidos e registros de patentes, marcas, desenhos e propriedades industriais, tanto nacionais quanto internacionais, da empresa.

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TIEX abre operações em Santa Catarina

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A Tiex, empresa de gestão corporativa e assessoria financeira, composta pelos sócios Fábio Yamamoto, Lucas Hanashiro e Samuel Lopes, com experiências em multinacionais de grande renome, expande no mês de abril suas operações e serviços para Santa Catarina.

Atualmente com sede em São Paulo e filial em Cuiabá, Itajaí se torna a segunda filial da empresa. “contratar uma consultoria especializada, nos últimos meses se tornou algo mais vantajoso para as empresas. É interessante para o empresário contratar serviços externos, além da especialização dos profissionais, a segurança da rescisão de contrato de prestação de serviços é um fator atrativo em tempos de crise. Oferecemos profissionais extremamente qualificados, com processos bem desenhados com suporte dos nossos gerentes, diretores e sócios. Nos últimos seis meses a procura por nossos serviços dobrou” explica Samuel, sócio da TIEX.

Desde 2013 no mercado corporativo e financeiro, a TIEX oferece serviços como: Captação de Recursos e Financiamentos (BNDES e instituições de fomento); Reorganização Societária; Renegociações de encargos sobre dívidas; Terceirização do departamento financeiro e RH; Planejamento financeiro; Planejamento tributário e Auditoria de demonstrações financeiras. A partir deste mês, passará a oferecer um novo serviço exclusivamente na filial de SC – Serviço de Comex – “É uma atividade extremamente importante e complementar aos demais serviços ofertados hoje pela Tiex. Nós estamos em busca de conhecimento, e esta nova área, vem para aprimorar ainda mais nossas analises quanto oportunidades tributárias, à viabilidade de nossos clientes poderem fazer importação, exportação e também para viabilizar da melhor forma seus processos de distribuição.” explica Samuel.

A região de Santa Carina chamou a atenção dos sócios não só pelo constante crescimento, mas pela grande representatividade e ascendência no Brasil. “Se considerarmos o PIB de apenas Joinville, Itajaí e Florianópolis o valor passa dos R$ 60 Bilhões, além disso, o estado de SC se destaca em diversos setores econômicos, como Agricultura, Indústrias (Agroindústria, Têxtil, Cerâmica e Metalmecânica), Setor de Tecnologia e Turismo. Só a área de Agronegócio movimenta, por exemplo, mais de R$ 60 bilhões por ano. Estrategicamente optamos por Itajaí por possui o segundo maior complexo portuário do Brasil em movimentação de contêineres, e pela sua localização entre Joiville e Florianopólis, eleitas duas das cinco maiores cidades empreendedoras de 2016” diz Samuel.

A expectativa é de que a filial traga um crescimento de 3% do faturamento ainda em 2017 e que seja responsável por 10% do faturamento anual da Tiex em 2018.“A região tem um grande potencial de mercado, e observamos que as empresas, tanto de pequeno e grande porte, têm a percepção que podem crescer, e não só no mercado local, mas a nível nacional e internacional, mas para isso precisam investir em modernização de processos, gestão financeira, tecnologia, e melhores práticas de mercado”, complementa Lopes.

Para estruturar e solidificar a filial em Itajaí, a TIEX buscou estrategicamente no mercado um profissional ambientado com a região, com capacitação técnica e comercial. Dessa forma, a TIEX nessa nova e estimulante empreitada, contará com Fabio Recupero, em formato de sociedade da Filial Catarinense. Recupero possui 25 anos de uma carreira de sucesso desenvolvida nas áreas de Comex e logística, e gerenciou ao longo de sua carreira, processos de importação de importantes marcas como Cisco, Motorola, Swatch, Brasif, Conair, Mary Kay dentre outras. Nos últimos anos esteve a frente da operação logística e de importação do segmento fitness da Reebok, Adidas e Olympikus.

Hoje a Tiex atende clientes corporativos de grande, médio e pequeno porte, de diversos segmentos. “Levamos a todos eles uma equipe multidisciplinar com experiência e qualificação em grandes grupos (Votorantim, TIVIT, TOTVS, Pão de Açúcar, DASA, Brasmotor, PwC, E&Y, Deloitte, KPMG, dentre outros). Nossos funcionários podem ou não ficar alocados dentro da empresa, e independente disso, terão supervisão e acompanhamento para poderem prestar todos os serviços necessários para um melhor desempenho do departamento financeiro/corporativo além de atendimento às demandas diárias” explica Samuel.

Outras localidades estão no plano de expansão da TIEX como Rio de Janeiro, Fortaleza, Ribeirão Preto, Belo Horizonte, Paraguai e USA, que atualmente estão sendo estudadas para abertura de novas.

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Operação F7: Polícia de Santa Catarina investiga uso de software para sonegação

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A ação ocorreu em quatro cidades catarinenses, Rio do Sul, Itajaí, Criciúma, Palhoça, além de Londrina (PR) e Presidente Prudente (SP). Oito pessoas foram presas e duas não foram localizadas.

A Operação F7 investiga organização criminosa responsável em desenvolver um software de ERP (responsável em realizar a gestão das operações de uma empresa)com o objetivo de sonegar impostos.

Força-tarefa cumpre mandados de prisão, busca e apreensão

Uma força-tarefa composta pela Polícia Civil/Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), Secretaria da Fazenda do Estado de Santa Catarina e Ministério Público do Estado de Santa Catarina, cumpriu nesta quinta-feira, 16 de março, 18 mandados de busca e apreensão e oito mandados de prisão. A ação tem apoio da Receita Federal do Brasil e do Instituto Geral de Perícias e está relacionada à Operação F7, iniciada há 18 meses.

As diligências ocorreram nas cidades de Rio do Sul, Itajaí, Criciúma, Palhoça (SC), Londrina (PR) e Presidente Prudente (SP). Participam do cumprimento das medidas judiciais 76 policiais civis (Deic, Departamento de Investigação Criminal de Criciúma e de Balneário Camboriú, Sistema de Investigação Criminal da Delegacia de Polícia da Comarca de Balneário Camboriú e Diretoria de Informação e Inteligência), dois peritos criminais e 18 auditores fiscais dos Estados de Santa Catarina, Paraná e São Paulo.

Operação F7 investiga organização criminosa responsável em desenvolver um software de ERP (responsável em realizar a gestão das operações de uma empresa) com o objetivo de sonegar impostos. Um dos módulos é capaz de controlar as vendas das empresas sem a emissão de notas fiscais ou com documentos fiscais em quantidade e valores inferiores aos realmente faturados. Assim, as empresas clientes usuárias do software se beneficiavam pelo esquema. Durante as investigações, foi confirmada inclusive a apuração de pagamento de comissões sobre vendas sem notas fiscais. A prática fere os princípios da concorrência leal com aqueles contribuintes que cumprem suas obrigações tributárias.

R$ 1 bilhão em sonegação

O esquema fraudulento vem trazendo efetivo prejuízo aos cofres públicos e à sociedade. A quantificação depende de apuração em auditoria fiscal a ser promovida pela Secretaria de Estado da Fazenda e Receita Federal do Brasil, relacionada à venda não submetida à tributação e à emissão de notas fiscais com valores inferiores aos praticados nas operações (subfaturamento).

No cumprimento das medidas judiciais, procurou-se mais evidências do uso do software pelas empresas participantes da fraude. Os equipamentos de informática e os demais materiais apreendidos nesta quinta-feira serão, após autorização judicial de compartilhamento, encaminhados para a Secretaria de Estado da Fazenda e Receita Federal do Brasil, responsáveis pela auditoria fiscal e quantificação dos prejuízos aos cofres públicos.

Durante a investigação, chegou-se a estimar que a sonegação fiscal controlada pelo software pudesse alcançar a cifra de R$ 1 bilhão, a partir da comparação de movimentação financeira com faturamento declarado por empresas usuárias do software.

Testemunhas e presos serão ouvidos no decorrer da semana. Os nomes dos envolvidos e das empresas usuárias do software não foram revelados em função das investigações ainda estarem em curso, sendo necessária a manutenção do sigilo.

Por que Operação F7?

Para acionar os controles de vendas sem a emissão de documento fiscal, o software foi desenvolvido para que a aparência fosse de regularidade e apenas quem detivesse o conhecimento da fraude pudesse acessar os registros alheios ao faturamento declarado. Esse acesso era efetuado nos computadores pela tecla F7.

A investigação teve origem a partir de informações recebidas pela Secretaria de Estado da Fazenda e Receita Federal do Brasil. Foram realizadas diligências que comprovaram o uso do software para o controle de vendas e encaminhado para investigação pelo Ministério Público e Polícia Civil.

Fonte: Polícia Civil de Santa Catarina

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Arranjos Produtivos Locais respondem por 660 mil empregos no Sul

Os Arranjos Produtivos Locais (APLs) situados no Sul são responsáveis por mais de 660 mil empregos, em 2015. Ao todo são quase 37 mil empreendimentos na Região envolvidos em APLs. Essas vagas são distribuídas em 83 arranjos de 508 municípios e abrangem 30 setores da economia brasileira, como confecções, móveis, tecnologia da informação e agroindústria. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Os estados de Santa Catarina (SC) e Rio Grande do Sul (RS) são os que mais possuem APLs. Em SC, mais de 277 mil pessoas trabalham nas 12 mil empresas organizadas em arranjos. Já no RS, são 17 mil empreendimentos que empregam 242 mil pessoas. No Brasil, atualmente existem 677 APLs, em 2.175 municípios. As atividades desenvolvidas representam 59 setores da economia nacional, os principais são confecções, agricultura, móveis e turismo.

Conferência

Em razão da importância dos APLs para a geração de emprego e renda em todas as Regiões do Brasil, o Grupo de Trabalho Permanente para Arranjos Produtivos Locais (GTP-APL), coordenado pelo MDIC, realiza a 7ª Conferência Brasileiras de Arranjos Produtivos Locais nos dias 9 e 10 de dezembro, em Brasília. A conferência tem como principal objetivo discutir políticas públicas para o setor e estimular o desenvolvimento regional. O evento conta com uma extensa programação com palestras, oficinas e trocas de experiências entre iniciativas de todo o país. A participação é gratuita e as inscrições podem ser feitas no site do evento.

APLs

Empresas que estão localizadas em um mesmo território e que são do mesmo setor ou fazem parte da mesma cadeia produtiva podem se reunir em Arranjos Produtivos Locais para aumentar a competitividade e melhorar o desenvolvimento produtivo local. “A estratégia de êxito dos APL vincula modernas estruturas de Governança para a competitividade, que permitem a articulação de produtores no contato das cadeias produtivas e de seu entorno e destes com a instituições públicas e privadas de tecnologia. Além disso, essas estruturas proporcionam o fomento e a qualidade da atividade industrial e um poder de promoção do desenvolvimento regional, por meio da criação de riqueza e não apenas por meio de medidas compensatórias. A Conferência dos APLs constitui um marco único, que une o Governo Federal, os Estados da Federação e o setor produtivo, de forma a aliar essas duas perspectivas: a competitividade e o desenvolvimento regional e nacional.” explica o secretário do Desenvolvimento da Produção do MDIC, Carlos Gadelha.

Os agentes econômicos que fazem parte de arranjos produtivos locais muitas vezes compartilham maquinário para conseguirem aumentar a produção, realizam capacitações e treinamento em conjunto, além de outras atividades que geram ganho para todas as empresas.

SERVIÇO:

7ª Conferência Brasileira de APLs

Dias: 9 e 10 de dezembro

Local: Centro de Eventos Brasil 21

SHS Quadra 06, Lote 01, Conjunto A – Brasília-DF

Inscrições: www.conferenciabrasileiraapl.com

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