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Mesa robótica une inteligência humana e artificial

Os mais recentes avanços tecnológicos e industriais começaram a abrir espaço permitindo maior interação na cadeia de produção. O que há de mais novo dentro do conceito de Indústria 4.0 é a capacidade de inovar sistemas e produtos, permitindo a personalização e customização.

De olho nesse cenário, a Festo, multinacional alemã líder em automação industrial, desenvolveu o BionicWorkplace, um sistema que une inteligência artificial com a inteligência humana.

A mais recente inovação conta também com o BionicCobot, braço robótico biônico, que trabalha em conjunto com vários sistemas de assistência em rede e que se comunicam entre si. A mesa possui um sistema de aprendizado e antecipação que se aperfeiçoa continuamente.

No campo de visão do operador, há uma grande tela de projeção, que fornece todas as informações relevantes e reage dinamicamente com o conteúdo aos requisitos relevantes. Ao redor da tela de projeção, vários sensores e sistemas de câmera são instalados, que registram constantemente as posições do operador. Dessa forma, um humano pode interagir diretamente com o BionicCobot e controlá-lo usando movimento, toque ou fala.

O sistema reconhece o operador e seus movimentos por uma roupa de trabalho especial, equipado com sensores de inércia, e uma luva integrada com marcadores infravermelhos, utilizando mais um conceito que é uma tendência hoje em dia que são as tecnologias wearable. Com a ajuda dos dados gravados no sensor, o BionicCobot é capaz de entregar objetos ao humano de forma segura e precisa.

O software inteligente processa simultaneamente as imagens da câmera posicionada no centro da mesa, juntamente com outros dados. Ele usa todas essas informações para obter a sequência ideal do programa. O sistema então divide as tarefas de forma conveniente para o robô e outras ferramentas, a fim de dar ao humano o melhor suporte durante o trabalho.

O sistema vai coletando novos dados a cada nova resolução. Isso cria um chamado mapa semântico que cresce continuamente. Ao longo dos caminhos de rede, os algoritmos armazenados constantemente tiram conclusões dinâmicas. Como resultado, uma sequência controlada, programada e definida gradualmente se transforma em um método de trabalho muito mais livre, flexível e integrado.

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Robótica se inspira nos movimentos do morcego e da aranha

A Festo, multinacional líder em automação industrial, anunciou na última Conferência sobre a participação de Hannover, a maior feira industrial do mundo, os mais novos Bionics, robôs inspirados no movimento dos animais: o BionicFlyingFox e o BionicWheelBot.

As tecnologias fazem parte do projeto interdisciplinar da Festo, o Bionic Learning Network, com o apoio de universidades, institutos e empresas globais de desenvolvimento.

“O objetivo é aplicar o aprendizado biônico em linhas de automação no futuro. Esta é uma das nossas estratégias para desenvolver novas tecnologias para a Indústria, trazendo uma nova abordagem em automação industrial”, revela Flávio Rodrigues, Gerente de Marketing da Festo.

Conheça os novos Bionics:

BionicFlyingFox

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Inspirado no movimento dos morcegos, e em suas características especiais de voo. Para que o robô se mova de forma semi-autônoma em um espaço definido, existe a comunicação com um sistema de rastreamento de movimento. O sistema planeja os caminhos de voo e fornece os comandos de controle necessários para isso. Uma pessoa realiza o início e o pouso manualmente e o piloto automático assume o voo.

BionicWheelBot

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Esse mais novo bionic foi embasado em estudos sobre o comportamento da aranha, que levaram ao desenho de vários robôs que podem se impulsionar em terrenos difíceis. O modelo biológico para o BionicWheelBot é a aranha flic-flac (cebrennus rechenbergi), que vive no deserto de Erg Chebbi, à beira do Saara. Ela também pode se lançar para o ar, no entanto, com uma seqüência combinada de cambalhotas e rolando no chão, e foi exatamente assim que o Bionic foi desenvolvido.

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Instrumentos robóticos miniaturizados aumentam as possibilidades das intervenções cirúrgicas

World’s Smallest Robotic Wrist (PRNewsfoto/MMI Srl)

A Medical Microinstruments S.r.l. (MMI), desenvolvedora de soluções robóticas inovadoras para necessidades médicas ainda não atendidas, apresentou hoje sua plataforma robótica especificamente projetada para microcirurgia aberta. A plataforma permite que o cirurgião controle dois microinstrumentos articulados minúsculos que simplificam os procedimentos de reconstrução depois de lesões traumáticas e depois da retirada de tumores em tecidos moles e ossos, e oferece a possibilidade de melhores taxas de sucesso cirúrgico e melhores resultados para os pacientes.

Os instrumentos da MMI possuem os menores pulsos articulados, com 3 mm de diâmetro externo e pontas com apenas 150 mícrons de largura. O pulso é decisivo para a realização da microcirurgia robótica em ambientes clínicos reais e permite a fácil manipulação de suturas pequenas, com tamanhos de 9-0 a 12-0.

“Graças ao uso de materiais avançados e de processos inovadores de microfabricação, projetamos o menor pulso articulado para fornecer aos microcirurgiões destreza no uso dos instrumentos e precisão robótica inéditas”, disse Massimiliano Simi, cofundador e vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento.

O cirurgião opera os microinstrumentos sentado no console cirúrgico e fazendo a monitoração através do microscópico cirúrgico. A plataforma robótica da MMI captura os movimentos da mão do cirurgião, e uma imagem reduzida do movimento é imposta sobre os microinstrumentos.

“Desenvolvemos essa tecnologia pioneira junto com microcirurgiões, desde a concepção do produto; o feedback positivo e as respostas que recebemos desde então têm sido realmente impressionantes e nos fazem crer que estamos no caminho certo para desenvolver um robô feito pelos microcirurgiões e para eles”, disse Hannah Teichmann, cofundadora e vice-presidente clínica.

O prof. Marco Innocenti, chefe de microcirurgia reconstrutiva e plástica do Hospital da Universidade Careggi em Florença e consultor clínico da MMI, que apresentou o trabalho pré-clínico com o robô da MMI no 9º Congresso da Sociedade Mundial para Microcirurgia Reconstrutiva em Seul, inclusive anastomose vascular robótica de 0,35 mm, comentou:

“Creio que a plataforma robótica da MMI impulsionará a microcirurgia para além das capacidades da mão humana, permitindo assim que mais cirurgiões executem procedimentos mais complexos e possibilitando também a supermicrocirurgia, como reconstrução linfática, para aqueles mais especializados.”

O presidente e cofundador da MMI, Giuseppe Maria Prisco, estima que o potencial anual de oportunidade de mercado seja de cerca de $ 2,5 bilhões.

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CommScope abre centro de tecnologia avançada, com recursos de realidade aumentada e robótica

As demandas tecnológicas têm aumentado em velocidade acelerada na indústria. Para enfrentar este desafio, a CommScope, líder mundial em soluções de infraestrutura para redes de comunicações, inaugurou um novo Centro de Tecnologia de Manufatura Avançada em suas instalações de Kessel Lo, na Bélgica. O centro é fruto de uma aliança recente com a Yaskawa, maior provedor de robôs do mundo, e tem como objetivo impulsionar a adoção de tecnologia robótica e de maior automatização aos processos de manufatura.

A criação deste novo Centro de Tecnologia de Manufatura Avançada permite à CommScope desenvolver competências e tecnologia automatizadas de produção, em um ambiente de laboratório, por meio da colaboração com universidades, parceiros de conhecimento e provedores. O objetivo é colocar em prática o desenho de novos equipamentos e ferramentas de automação para implementar mundialmente em locais de manufatura.

“À medida que olhamos para o futuro, a natureza da manufatura evolui de forma rápida e nossos clientes esperam personalização e entrega quase imediata de produtos de qualidade”, destaca Chris Story, Senior VP de Abastecimento Global da CommScope. “A fábrica digital transformou a manufatura novamente em um tema de grande apelo. A CommScope vê a crescente proliferação da automatização flexível como uma parte chave da inovação para nossos clientes.”

Este centro inclui um laboratório de mecatrônica de apoio à robótica para desenvolver ferramentas automatizadas de inspeção de qualidade e de suporte para realidade aumentada, e também permitirá o design de ferramentas para facilitar operações delicadas e de alta precisão. A aliança com a Yaskawa e sua tecnologia, que inclui o robô colaborativo Motoman HC10 e o sistema Industry 4 utilizado para gerenciar seus equipamentos de robótica, são peças fundamentais para que este Centro de Tecnologia de Manufatura Avançada consiga alcançar seus objetivos.

“A manufatura contribui com mais de seis trilhões de euros* para a economia mundial, enquanto a demanda de mão de obra altamente qualificada, tecnológica e inovadora continua crescendo”, ressalta Eddie Mennen, diretor geral de Yaskawa Benelux. “A Yaskawa está colaborando com a CommScope para modernizar as tecnologias de produção necessárias para responder de forma eficiente em mercados que mudam rapidamente, como a eletrônica e a alta tecnologia”.

Os robôs de alta precisão facilitam a consistência e a exatidão de processos que não podem ser alcançadas pelo trabalho humano, especialmente para tecnologias como a conectividade de fibra óptica e circuitos.

O novo espaço será apresentado durante as visitas pelas instalações para mostrar aos clientes como a CommScope está trabalhando para inovar as operações de manufatura e será uma parte chave da aquisição de talento.

“Contar com lugares como este Centro de Tecnologia de Manufatura Avançada é uma parte chave para desenvolver e testar tecnologia, enquanto inovamos em robótica, o que será um grande apoio no esforço em acrescentar maior automatização à nossa rede global de manufatura, bem como apoiar nossas operações em busca de melhorar a qualidade, eficiência e velocidade”, concluiu o Senior VP de Abastecimento Global da CommScope.

*Hennik Research, Annual Manufacturing Report 2017. The Manufacturer.

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RoboFEI é campeão latino-americano e brasileiro de robótica

A equipe RoboFEI do Centro Universitário FEI participou da Competição Latino-Americana e Brasileira de Robótica, em Curitiba, no Paraná. O projeto foi campeão em duas categorias: o futebol de robôs humanoides e @Home, com a robô Judith. Com este título, Judith tornou-se bicampeã latino-americana e brasileira de robótica. Atualmente, o RoboFEI possui um dos melhores desenvolvimentos em robótica móvel e inteligente do País.

RoboFEI

O projeto RoboFEI existe desde 2003, quando começou a projetar, desenvolver e aprimorar projetos de robótica para competir nas categorias de futebol de robôs da IEEE e RoboCup. Desde então, o projeto cresceu e foi muito além de simplesmente criar um time de robôs que disputa uma partida de futebol. Sua intenção é, e sempre foi contribuir para o avanço científico e tecnológico dos alunos de graduação e pós-graduação do Centro Universitário FEI.

Juntamente com os programas de mestrado e doutorado em Inteligência Artificial Aplicada a Automação (IAAA), o projeto RoboFEI hoje agrupa alunos de graduação dos cursos de Ciência da Computação, Engenharia de Automação e Controle, Engenharia Mecânica, além de alunos de mestrado e doutorado em Engenharia Elétrica, aproximando-os dos avanços mais modernos e atuais em inteligência artificial e robótica.

O aprendizado de quem participa do RoboFEI é enorme e vai muito além do aprendido em sala de aula. Além disso, o contato dos alunos de graduação com os de mestrado e doutorado, e vice-versa, cria um ambiente favorável ao desenvolvimento científico e tecnológico que perdura e gera resultados ao longo de anos. Não à toa que hoje a FEI possui um dos melhores desenvolvimentos em robótica móvel e inteligente do País, e este avanço é cada vez maior a cada ano que passa.

O RoboFEI participa da Competição Brasileira de Robótica (CBR) desde a sua primeira edição, em 2003. Atualmente, as equipes competem nas categorias que demandam os mais avançados robôs, sendo uma das maiores vencedoras das competições que participam.

Judith @Home

Judith foi desenvolvida em 2015 como uma iniciativa da área de Interação Humano-Robô nos projetos de robótica da FEI. O objetivo do projeto é oferecer suporte às pessoas em residências, como por exemplo, ajudar nas tarefas de pessoas com baixa mobilidade. Sendo assim, Judith possui um conjunto de sensores como laser, ultrassons, infravermelhos e câmeras que permitem identificar em qual ambiente ela se encontra, reconhecer pessoas e objetos. Além disso, também é capaz de abrir portas, pegar utensílios e realizar demais movimentos no processo interativo com o ambiente e com as pessoas. Coordenado pelo Prof. Plínio T. Aquino Jr., o projeto conta com o trabalho e pesquisa de alunos de graduação dos cursos de Ciência da Computação, Engenharia Mecânica, Elétrica, Automação e Controle, alunos e professores do mestrado e doutorado em Engenharia Elétrica. Ano passado, a Judith ganhou o primeiro lugar na Competição Latino- Americana e Brasileira de Robótica.

Humanoide

Esta linha de pesquisa foca no desenvolvimento de robôs humanoides, com estudo e desenvolvimento de otimização de passos, métodos de estabilização, visão e localização, raciocínio de alto nível, entre outros. Os humanoides também participam da RoboCup e jogam futebol, além de servirem como excelente plataforma de pesquisas avançadas e de ponta em nível mundial. A equipe RoboFEI é bicampeã latino-americana e brasileira nesta categoria, e figurou entre as melhores equipes de robôs humanoides do mundo, em 2016.

Small Size League

O objetivo principal desta categoria é desenvolver a colaboração entre robôs autônomos e inteligentes. O ambiente aplicado é um jogo de futebol entre robôs. Seu foco é fazer com que os robôs joguem em conjunto executando e desenvolvendo passes e dribles, sistemas de ataque e defesa, estratégias de acordo com os movimentos do oponente. A equipe do RoboFEI, nesta categoria, é hexacampeã brasileira, tetracampeã latino-americana e já figurou entre as oito melhores equipes do mundo na RoboCup internacional, junto com equipes do Japão, Alemanha, EUA, entre outros.

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