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Robert Half aponta 10 habilidades comportamentais em alta em 2020

Para garantir a empregabilidade, os profissionais do futuro devem combinar familiaridade com as inovações tecnológicas, habilidades comportamentais e capacidade analítica. Isso porque a transformação digital e os avanços da tecnologia em todas as áreas e indústrias têm aumentado a competitividade das empresas, a disputa por vagas de trabalho e a exigência do aprendizado contínuo.

De acordo, com levantamento da Robert Half, a tendência é de que, até 2022, as habilidades mais demandadas na contratação de profissionais sejam: visão de negócio (opinião de 51% dos líderes), pensamento estratégico (48%), liderança (48%) e capacidade de adaptação (42%).

“Em função desta disputa, é fundamental que os profissionais cuidem não apenas da capacitação técnica, mas também desenvolvam as habilidades comportamentais, participando proativamente de grupos de trabalho, buscando agregar mais valor para a função que executam, para a área, negócios e para a empresa como um todo”, aponta Fernando Mantovani, diretor geral da Robert Half.

Com base no Guia Salarial 2020, a Robert Half destaca as 10 habilidades comportamentais mais desejadas pelas empresas:

1) Boa comunicação:

O que é: a habilidade de se comunicar bem é a chave para profissionais trabalharem de forma integrada ao negócio. É essencial que eles possam traduzir questões técnicas de suas áreas para diferentes públicos, desde o corpo operacional até o CEO da empresa, além do público externo. Comunicação eficiente também é uma das bases para ser um bom gestor.

2) Bom relacionamento interpessoal

O que é: essa é uma habilidade essencial, já que o profissional precisa transitar por várias áreas. Para que haja uma interação entre os departamentos, os colaboradores de diferentes setores precisam se relacionar bem. Equipes sintonizadas nos objetivos organizacionais se relacionam harmoniosamente para atingir bons resultados nas suas áreas e na companhia, como um todo.

3) Dinamismo

O que é: colaboradores dinâmicos têm a capacidade de raciocínio rápido e conseguem fazer mais tarefas de forma mais rápida e ágil do que os demais. Isso potencializa sua produtividade e os seus resultados. Esta capacidade de administrar várias demandas simultaneamente é um grande diferencial competitivo, ainda mais numa era onde tudo acontece de forma veloz e as empresas precisam conquistar maior eficiência operacional e aprender a fazer mais com menos.

4) Domínio do idioma inglês

O que é: parece um assunto repetitivo, mas a maioria dos profissionais ainda não dominam uma segunda língua. Falar inglês é essencial, pois as empresas estão cada vez mais conectadas globalmente e o profissional que souber falar ou entender outro idioma, além de expandir seu conhecimento, poderá melhorar seu cargo ou salário.

5) Flexibilidade

O que é: bons profissionais sabem que as circunstâncias mudam rapidamente e é preciso ter capacidade para se adaptar na mesma velocidade. É importante não ter medo de mudar de rumo e também aprender como tirar vantagem de uma situação que parece perdida.

6) Hands on (mão na massa)

O que é: esse é o profissional que bota a mão na massa, faz junto e se aprofunda nas atividades. Sua mente é aberta para absorver novos conhecimentos. Ser produtivo e participar da execução dos trabalhos é a melhor forma para potencializar suas entregas para benefício de toda a equipe.

7) Orientado a resultados

O que é: é a capacidade que um profissional tem para focar na concretização dos objetivos da empresa e, assim, garantir que os resultados sejam alcançados conforme o esperado. Também possibilita impulsionar o crescimento de outros profissionais da equipe, pois o conhecimento partilhado contribui com os resultados a serem alcançados pela toda a organização.

8) Perfil multidisciplinar

O que é: é um profissional híbrido que aplica conhecimentos de outras áreas no setor em que é especialista, mesmo que não seja necessariamente sua formação. Ele tem uma visão sistêmica do negócio e busca conhecimento por conta própria, em cursos livres, especializações, palestras e workshops, por exemplo.

9) Senso de dono

O que é: hoje as empresas buscam profissionais que abracem os projetos com responsabilidade e a motivação de um empreendedor. É preciso ter postura ativa para apresentar soluções que possam viabilizar ou facilitar o exercício da atividade e, principalmente, expandir os negócios junto com a empresa.

10) Visão de negócio

O que é: ter uma consciência clara da direção para onde a empresa está indo é essencial para ser bem-sucedido. A visão clara do futuro vem junto com a habilidade de tomar as medidas necessárias para chegar lá. É necessário ver além do negócio, mas esse é um exercício complexo e envolvente. Esses profissionais combinam uma forte determinação com o desejo de crescer.

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Lei Anticorrupção aqueceu o mercado de compliance

Acaba de completar cinco anos (29 de agosto) que a Lei Anticorrupção entrou em vigor, tendo como objetivo punir as empresas que pratiquem atos de corrupção contra a administração pública. Durante esse período, as corporações tiveram que ser mais rígidas e ter maior controle sobre contratos públicos, movimentando o mercado de trabalho da área de compliance, cujos profissionais são responsáveis por prestar suporte no planejamento dos projetos estratégicos de uma organização e implantar as normas e procedimentos que envolvam a gestão de riscos.

De acordo com especialistas da Robert Half, primeira e maior empresa de recrutamento especializado no mundo que atua no Brasil há 11 anos, desde que a Lei Anticorrupção entrou em vigor, em 2013, foi nítido o aumento da demanda de contratação na área de compliance. Nos últimos três anos, a valorização salarial desses profissionais ficou entre 20% e 25%, em relação aos anos anteriores.

Os profissionais mais requisitados são os que têm experiência nas áreas Jurídica – com especialidade em Direito Civil, Empresarial, Societário e Governança Corporativa – e Financeira – com foco em controles internos e auditoria interna e de riscos. Os cargos mais buscados são os de Analista de compliance, CCO (Chief Compliance Officer), Coordenadores e Especialistas de compliance.

Em geral, esses profissionais vêm do mercado financeiro, da indústria farmacêutica e de multinacionais. Novos profissionais também estão sendo desenvolvidos para atuar na função, normalmente vindos de consultorias, auditorias, escritórios jurídicos e áreas de controles internos.

“São buscados profissionais com habilidade de atuação pautadas em processos e políticas internas e que sejam discretos, pois lidam com muitos temas confidenciais e informações sigilosas. Profissionais metódicos, organizados e com alto nível de comunicação também são muito valorizados, pois lidam com muitos processos e temas multidisciplinares que transitam em todos os níveis de uma organização, da alta gestão ao corpo administrativo e operacional”, explica Leonardo Berto, gerente de negócios da Robert Half.

O profissional de compliance é de extrema importância para as empresas e sua demanda é crescente desde o aprofundamento das grandes investigações anticorrupção no Brasil, que serviu como base para uma mudança estrutural principalmente em empresas de capital aberto, subsidiarias de grupos multinacionais e organizações com investimentos no mercado internacional. “São profissionais que têm como objetivo garantir transparência e ética nos processos de uma companhia, desde a gestão do dia a dia, relacionamento com colaboradores, processos internos e relações comerciais”, finaliza Berto.

Na consultoria global Protiviti, especializada em gestão de riscos, ética, auditoria interna e compliance, a demanda por serviços relacionados às práticas de compliance quadruplicou após a implementação da Lei Anticorrupção, que veio acompanhada de uma crise político-econômica enfrentada pelo Brasil nos últimos anos.

“A Lei Anticorrupção, a eclosão e os desdobramentos de operações como a Lava Jato mostraram às companhias que, para se destacar e sobreviver, é preciso dar mais atenção aos riscos e buscar por adequação. A conscientização se dá também porque a medida é severa e afeta o caixa da empresa caso não esteja em dia com as conformidades éticas”, explica Heloisa Macari, sócia-diretora da área de compliance da Protiviti.

Heloisa acredita que com o passar dos anos a falsa impressão de que investir em compliance é um desperdício de dinheiro foi perdendo força nas organizações. O entendimento das empresas agora é buscar maturidade em seus programas de conformidade, o que resulta no impulsionamento da procura por medidas éticas mais bem estruturadas.

“Embora as empresas conheçam as ferramentas para a implantação de um programa efetivo de compliance, elas ainda falham no mapeamento de riscos a que estão expostas. Nota-se que houve uma melhora na visão de compliance, mas esta visão prática de risco ainda é baixa”, alerta a especialista.

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Emprego dos sonhos: Robert Half orienta como alcançar esse objetivo

É mês dos namorados! Se você faz parte do grupo de pessoas que se preocupa em cultivar relações de amor na vida, saiba que esse sentimento também pode ser a base de sua carreira. De acordo com especialistas da Robert Half, para conquistar a “vaga dos sonhos” é recomendado que os profissionais sigam oito boas práticas:

1. Demonstre carinho pela sua rede de contatos – Manter uma rede de contatos ativa, tendo em mente que, em geral, as empresas consideram indicações de seus funcionários para a composição de seus processos de seleção. Faça amizades, cultive bons contatos, convide as pessoas para um café e participe de eventos profissionais. Essas são boas formas de demonstrar o quão interessado e disposto você é.

2. Construa uma marca pessoal – Tenha zelo pela sua imagem. Isso significa: administrar com cuidado as redes sociais; ser formal na escolha do endereço de e-mail e da mensagem da caixa postal do celular; ter um cartão de visitas atualizado; e revisar currículos, mensagens e e-mails antes do envio.

3. Procure oportunidades em empresas com as quais tenha conexão – O estudo “Os segredos das empresas e colaboradores mais felizes”, produzido pela Robert Half em parceria com a Happiness Works, revela que para os homens o principal gerador de felicidade no ambiente corporativo é “ter orgulho da organização”, enquanto as mulheres valorizam “serem tratadas com igualdade e respeito”. Dessa forma, ao trabalhar em uma companhia com a qual você tenha sinergia de valores, maiores serão suas chances de se sentir motivado, elevar o nível de performance e voltar para casa com o sentimento de realização.

4. Procure uma posição que destaque seus pontos fortes – É importante que você aceite oportunidades que contribuam para o bom uso de suas habilidades, conhecimentos e experiências. Uma desconexão entre suas características e o que você faz no dia a dia do trabalho pode ser desmotivador e gerar frustração.

5. Não deixe que o dinheiro seja um empecilho – Nortear a carreira apenas por aspectos financeiros tende a não ser a melhor opção. O ideal é também levar em consideração outras questões, como plano de carreira, ambiente corporativo, chances de aprendizado e desenvolvimento profissional, significado do seu trabalho e propósitos da companhia. Ao fazer o que ama, em uma corporação com a qual tem afinidade, o profissional tende a ganhar em satisfação profissional e qualidade de vida.

6. Busque equilíbrio entre a vida pessoal e profissional – Fator fundamental para a satisfação no trabalho, equilibrar a vida pessoal e profissional é dificuldade para muitos profissionais. Por isso, se você faz parte desse grupo, vale a pena procurar empresas que ofereçam benefícios, como horários flexíveis e home office, por exemplo.

7. Reacenda a paixão pela carreira – Se você está insatisfeito com seu trabalho, talvez, a solução imediata não seja mudar de empresa, mas alterar a rotina. Novas experiências tendem a ativar o sistema de recompensas do nosso cérebro e ser mais motivante. Seja proativo, se ofereça para assumir tarefas mais desafiadoras, vá a treinamentos, aprenda coisas novas e, até mesmo, guie e oriente equipes menos experientes.

8. Construa e mantenha uma relação com consultores de recrutamento – Um caminho para chegar ao cargo que deseja é manter contato com consultores de recrutamento profissional. Eles podem te auxiliar em diferentes etapas do processo, como: produção de um bom currículo; orientações para entrevistas; indicação de vagas; etc.

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Falta de talentos em Segurança da Informação colocará empresas em risco

O insucesso na proteção da informação tem como pilar fundamental o “componente humano”, segundo o relatório “Segurança da Informação – Defendendo o seu futuro”, lançado pela Robert Half. Na opinião de 93% dos 100 CIOs brasileiros entrevistados na pesquisa, suas empresas ficarão mais vulneráveis devido a escassez de profissionais qualificados.

“As recentes tecnologias levantam novas preocupações de segurança. Essa tendência resultou num déficit de competências em segurança de TI – o conhecimento disponível não acompanhou o ritmo com as ameaças em evolução”, aponta Fabio Saad, gerente sênior da divisão de Tecnologia da Robert Half. O executivo ressalta ainda que as empresas devem entender a segurança da informação como uma preocupação de toda a companhia e não apenas do departamento de TI.

Principais riscos

O estudo apresenta os três principais riscos de segurança que as empresas enfrentarão nos próximos cinco anos, na opinião dos CIOs brasileiros:

• 73% – Crimes virtuais (fraudes, extorsão e roubos de dados);

• 53% – Espionagem/spyware/ransomware (espionagem financeira); e

• 52% – Uso abusivo de dados

Além das ameaças externas, as empresas também precisam ficar atentas aos riscos internos, à medida que é cada vez maior a interação dos dispositivos pessoais dos funcionários com a rede corporativa. Os CIOs brasileiros apontaram as principais medidas adotadas para ampliar a segurança diante deste cenário:

• 74% – Implantação de autenticação e autorização para conceder acesso à rede corporativa;

• 55% – Assinatura de uma política de uso para manter as informações da empresa protegidas;

• 53% – Implantação de tecnologia de gestão de dispositivos móveis para reforçar a proteção.
Perspectivas para os profissionais da área

De acordo com o relatório, a tendência de contratação para os próximos meses é de expansão em vagas permanentes, na visão de 42% dos CIOs ouvidos, e de manutenção dos quadros para projetos, na percepção de 44% dos entrevistados. As habilidades técnicas mais valorizadas e mais difíceis de encontrar são conhecimento em auditoria de TI e em segurança em nuvem.

Para ler o material completo acesse o link: https://www.roberthalf.com.br/downloads/seguranca-da-informacao

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Segundo Robert Half, área de Tecnologia será o futuro das empresas

Cloud, internet das coisas, big data, business intelligence são alguns dos termos cada vez mais comuns no nosso dia a dia. Para que tudo isso funcione é determinante ter uma área de tecnologia robusta e estratégica. “O investimento em tecnologia tornou-se vital para empresas. Não estou falando somente de equipamentos e sistemas, mas da tecnologia do futuro. Aquela analítica, capaz de transformar uma grande diversidade de dados em diferencial competitivo”, afirma Fabio Saad, Gerente Sênior da Divisão de Tecnologia da Robert Half.

De olho nesse cenário, a Robert Half Technology traz para o Brasil em 2016 sua linha completa de soluções em profissionais de Tecnologia. Para isso, o executivo Fábio Saad, que atua na companhia desde o início da operação brasileira, assume a liderança da divisão, e se dedicará exclusivamente a este negócio, que já conta com sete especialistas. “O potencial de crescimento da divisão é exponencial, pois a demanda por profissionais de tecnologia só tende a aumentar. Agora podemos ajudar os profissionais de TI tanto em sua carreira quanto em seus projetos”, afirma Saad.

A operação brasileira da Robert Half segue o posicionamento global da companhia ao concentrar esforços nas posições de tecnologia. “A divisão já representa um quinto do faturamento global da empresa”, destaca Saad. “As posições de TI são peça chave no nível de digitalização que vivemos e da necessidade de ganho de produtividade, performance e em muitos casos para as transformações dos negócios”, explica.

À frente da Divisão de Tecnologia, Saad tem o desafio de liderar o recrutamento para projetos temporários, consultorias e posições permanentes nas áreas de digital, business transformation, infraestrutura e interim management. No foco de seu time está a busca por talentos aptos a ocupar cargos de CIOs, Gerentes, Coordenadores, Especialistas e Analistas de TI, com agilidade, qualidade, especialização, segurança e flexibilidade, de maneira assertiva. “Nosso propósito é ajudar empresas a terem os melhores profissionais de TI. O mercado é carente de qualidade neste serviço e seremos a melhor solução em pessoas para mercado de Tecnologia”, explica Saad.

Para a divisão de permanentes, a metodologia da Robert Half Technology permite resolver a necessidade do cliente em até 48 horas. “Conseguimos conciliar qualidade pela expertise em recrutamento, velocidade e uma amostragem relevante graças ao constante trabalho de identificação e relacionamento com os melhores candidatos de maneira proativa”, completa. Já para as posições de Projetos de TI a velocidade é ainda maior. A empresa tomadora pode contar com o profissional solicitado em até 24 horas.

Saad acumula em seu histórico os startups das divisões de Mercado Financeiro e de Finanças e Contabilidade com foco em analistas, além da gestão de Finanças e Contabilidade para média e alta gerência. O executivo possui graduação em Engenharia Mecânica, pela Escola de Engenharia Mauá, com extensão em Business Economics, pela Universidade de Toronto.

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