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Reino Unido apresenta principais novidades de parceria estratégica em defesa e transferência de tecnologia na LAAD

Parcerias em defesa e segurança e transferência de tecnologia são os principais objetivos do Reino Unido na LAAD 2019, mais importante feira de defesa e segurança da América Latina, que acontece de 2 a 5 de abril, no Riocentro.

Empresas britânicas que promovem equipamentos inovadores e capacitações nos setores de defesa e segurança veem na LAAD 2019 uma grande chance de firmar parcerias industriais com empresas brasileiras, além de oportunidades no setor marítimo, já que o Brasil procura investir em novas plataformas nos próximos anos. Os números do Reino Unido, de fato, impressionam: as exportações britânicas de defesa em 2017 atingiram de £9 bilhões, enquanto as exportações de segurança do Reino Unido, no mesmo ano, somaram £4.8 bilhões.

Segundo Mark Lancaster, Ministro das Forças Armadas, que lidera a equipe britânica nesta missão e vem ao Brasil na próxima semana para a feira, a relação estratégica com o Brasil é muito importante. “O tema da participação do Reino Unido é a amplitude e a profundidade da relação de defesa estratégica entre o Reino Unido e o Brasil. É construída sobre valiosas parcerias entre os dois países com interesses no futuro, forças armadas modernas e profissionais e indústrias de defesa ricas em tecnologia, refletidas no Acordo de Cooperação de Defesa.”, afirma.

Alexis Hammer Diretor Regional do Ministério do Comércio Internacional e da Organização de Defesa e Segurança do Reino Unido também vê na LAAD 2019 uma oportunidade importante para as empresas britânicas promoverem suas capacidades nos setores de defesa e segurança e identificarem oportunidades de joint ventures com empresas brasileiras. “A cooperação industrial é fator chave para o sucesso, por isso incentivamos empresas britânicas a colaborarem com iniciativas futuras e satisfatórias, ao passo que o Brasil moderniza suas forças armadas”, diz.

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Capgemini apoia Governo do Reino Unido na robotização de processos

A Capgemini anuncia um acordo de 2 anos com o Governo Britânico para desenvolver um Centro de Excelência (CoE) em Robotização de Processos (RPA-Robotic Process Automation). O CoE, pronto e em pleno funcionamento, ajudará a acelerar a adoção da RPA em todo o Governo Central, prestando suporte a diversos departamentos no desenvolvimento de planos específicos para automatizar alguns de seus processos administrativos e documentais.

Considerado o maior facilitador da transformação do setor público, o RPA é uma metodologia na qual o software é programado para realizar tarefas básicas de forma autônoma em todas as aplicações, reduzindo a carga de tarefas repetitivas e simples executadas pelos funcionários. Capaz de ser desenvolvida e implementada em questão de semanas, a RPA tem ótima relação custo-benefício e, geralmente, pode apresentar ROI (retorno sobre o investimento) em poucos meses. Conhecida por melhorar drasticamente a velocidade e a precisão do processamento, ela resultará em um serviço rápido e de qualidade superior para a população.

O RPA ajudará os departamentos governamentais a utilizarem a tecnologia para executar tarefas repetitivas, que podem envolver informações de diferentes bancos de dados – como, por exemplo, para verificar um pedido de serviço, concessão ou benefício. O novo CoE reúne um time de profissionais especializados e experientes em tudo o que está na vanguarda desta tecnologia, aplicada para os setores público e privado. Servindo como uma vitrine para atividades de RPA, ao fornecer treinamentos e demonstrações, e também auxiliando departamentos a identificarem potenciais iniciativas de RPA e a realizar uma análise detalhada dos benefícios potenciais antes da decisão de implementação.

“A automação é um elemento-chave da solução de transformação digital da Capgemini. Estamos muito satisfeitos por termos sido selecionados para trabalhar com o Gabinete do Reino Unido em um projeto tão estratégico”, comentou Christine Hodgson, presidente da Capgemini UK. “O RPA abre uma excelente oportunidade para que as organizações do setor público conquistem ganhos significativos de produtividade e para que se concentrem em serviços de valor agregado. Com base nos trabalhos realizados para o setor público do Reino Unido e em nossa experiência global em RPA, estamos confiantes de que o Centro de Excelência terá um papel fundamental no apoio à transformação dos serviços públicos”.

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Fintech brasileira é destaque em evento internacional

Com o objetivo de apresentar a empreendedores mineiros as oportunidades de negócios no Reino Unido, será realizado nesta sexta-feira, dia 15, em Belo Horizonte, o ‘Tech Business Breakfast’, evento produzido pelo Consulado Geral Britânico. Um dos destaques na programação, a fintech Zetra levará aos empresários o case de internacionalização da plataforma eConsig, desenvolvida no Brasil e que hoje já opera em seis países na Europa e Ásia, por meio da spin off SalaryFits.

O eConsig é a plataforma brasileira capaz de promover a inclusão financeira e sustentabilidade para a economia global, por meio da oferta de crédito e outros produtos financeiros com desconto em folha de pagamento, que reduz a taxa de juros e o risco de inadimplência. “Vamos mostrar que soluções inovadoras têm um grande potencial no mercado externo. No nosso caso, somos capazes de levarmos, por meio da SalaryFits, a estrutura tecnológica da plataforma eConsig, líder no Brasil na gestão de consignados, a outros países”, comentou Álvaro Amorim, CEO da SalaryFits na Espanha, que vai exibir os maiores desafios da internacionalização da ferramenta.

O evento, que acontece a partir das 8h30, também terá apresentação de Chris Moore, especialista em tecnologia do Department for International Trade (DIT), responsável por auxiliar e aconselhar empresas de tecnologia a estabelecerem presença no Reino Unido. Possui grande conhecimento nos setores de software, mídia digital, impressão e segurança, com interesses específicos em inteligência artificial, análise de dados, computação em nuvem, centros de dados e segurança cibernética.

Sobre a Zetra – Fintech líder brasileira no segmento de gestão de benefícios consignados com a plataforma eConsig, a Zetra soma mais de 300 clientes de empresas privadas e órgãos públicos, relacionados aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Possui as certificações internacionais ISO 27001, que garante a segurança da informação, e a ISO 9001, de gestão da qualidade. Criada em 2002 no Brasil pelo empresário Renato Araujo, a plataforma eConsig instituiu um novo paradigma na relação entre instituições financeiras e os clientes desta modalidade de crédito, como empresas públicas e privadas. Na prática, o empregado de empresa ou órgão público – associada ao eConsig – usa a plataforma e passa a ter à disposição as ofertas oferecidas por instituições financeiras parceiras. Para o mercado internacional, a Zetra lançou a spin off SalaryFits, que já tem presença no Reino Unido, Portugal, Itália, Espanha, Índia e México.

Tech Business Breakfast – Consulado Geral Britânico em Belo Horizonte
Data: Sexta-Feira 15 de Setembro
Horário: 8h30 às 11h
Local: iOasys
Rua dos Guajajaras, 715 – 10º andar
Lourdes, Belo Horizonte – MG
Mais informações: (81) 2127-0203

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Singapura, Reino Unido, Nova Zelândia e Emirados Árabes entre as principais economias da Evolução Digital

A Fletcher School e a Mastercard anunciam o Índice de Evolução Digital de 2017, análise pormenorizada da adoção de tecnologia e a situação da confiança digital no mundo

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A Fletcher School da Universidade Tufts, em parceria com a Mastercard, acaba de anunciar o Índice de Evolução Digital de 2017. Esta pesquisa analisa o progresso obtido pelos países no desenvolvimento de suas economias digitais e na integração de bilhões de pessoas por meio das novas tecnologias.

O estudo identificou Singapura, Reino Unido, Nova Zelândia, Emirados Árabes Unidos, Estônia, Hong Kong, Japão e Israel como as elites digitais, que se caracterizam por altos níveis de desenvolvimento digital e uma rápida taxa de evolução digital. Munidos de dinamismo e inovação, esses mercados de Destaque exemplificam o ponto ideal de progresso e crescimento futuro.

Com quase 50% da população mundial online, este estudo mapeou o desenvolvimento de 60 países e evidencia seu grau de competitividade e potencial de mercado para um maior crescimento. O Índice ainda analisa quatro motivos principais e mais 170 indicadores exclusivos para traçar as trajetórias de cada um desses países:

• Oportunidade (ou acesso a infraestrutura e à Internet)
• Demanda de tecnologias digitais pelos consumidores
• Clima institucional (políticas/leis e recursos públicos)
• Inovação (investimentos em P&D e startups digitais, etc.)

Empresas, governos e a sociedade civil estão trabalhando em conjunto para levar acesso a todos, ao mesmo tempo em que protegem a infraestrutura digital. O relatório oferece um modo de avaliar o grau de “confiança” digital, bem como a situação e o ritmo de evolução digital, com exemplos de todo o mundo, dando aos países a oportunidade de aprender uns com os outros para promover seu próprio avanço.

“Adoção, qualidade da infraestrutura e das instituições digitais e a inovação moldam coletivamente a competitividade digital de um país, mas os governos também desempenham um papel fundamental no processo. O relatório também revelou que a confiança que os consumidores depositam nas tecnologias digitais está correlacionada com o nível de competitividade digital”, disse Bhaskar Chakravorti, reitor associado de negócios e finanças internacionais da Fletcher School da Universidade Tufts e diretor-executivo fundador do Instituto Fletcher para Negócios no Contexto Global.

Os resultados

• Com base na pontuação geral de evolução digital, Noruega, Suécia, Suíça, Dinamarca, Finlândia, Singapura, Coréia do Sul, Reino Unido, Hong Kong e Estados Unidos ocupam a lista das dez principais economias digitais. Porém dado o ritmo atual de inovação e mudança, ser uma economia digital avançada hoje não garante necessariamente esse status amanhã. O grau de abertura e apoio que existe para a inovação ajuda a determinar seu potencial de crescimento futuro.
• Unindo o ritmo e o grau de avanço digital, a pesquisa classifica os mercados em quatro categorias distintas:
• Destaques – Singapura, Reino Unido, Nova Zelândia, Emirados Árabes Unidos, Estônia, Hong Kong, Japão e Israel demonstram altos níveis de desenvolvimento digital e continuam a liderar a inovação e o crescimento.
• Estagnados – Muitos países desenvolvidos da Europa Ocidental, países nórdicos, Austrália e Coréia do Sul têm um histórico de crescimento sólido, mas a dinâmica de suas economias vem diminuindo. Sem investir em mais inovação, eles correm o risco de ficarem defasados.
• Emergentes – Embora ainda apresentem níveis absolutos de avanço digital relativamente baixos, são mais dinâmicos, devem crescer e são atraentes para os investidores. China, Quênia, Rússia, Índia, Malásia, Filipinas, Indonésia, Brasil, Colômbia, Chile e México demonstram têm esse potencial.
• Atenção – Países como África do Sul, Peru, Egito, Grécia e Paquistão enfrentam desafios significativos e sofrem tanto por conta dos baixos níveis de avanço digital quanto por ritmos mais lentos de crescimento.

“Sabemos que a tecnologia tem o potencial de melhorar economias e nossas vidas, mas crescimento só acontece se todos confiarem no desenvolvimento do ecossistema”, afirma Ajay Bhalla, presidente de risco e segurança empresarial da Mastercard. “Em nossa busca de um mundo verdadeiramente conectado, a confiança e a segurança são fundamentais para o desenvolvimento digital bem-sucedido”.

Novidade na edição deste ano: O Fator de Confiança

Até o momento não existe consenso sobre o que se entende por confiança digital e muito menos como mensurá-la, mas ela continua sendo fundamental para a economia digital global. Novidade no relatório de 2017, a pesquisa analisou 42 dos 60 países do Índice com relação a quatro parâmetros fundamentais – comportamento, atitudes, meio ambiente e experiência – para entender melhor a situação da confiança digital.

• Países como China, Suíça, Singapura e os nórdicos pontuam bem em métricas diferentes, mas por razões completamente diferentes.
• O consumidor chinês é atípico quando se trata de demonstrar paciência em situação de atrito, como velocidade lenta de acesso à internet.
• Os países da Europa Ocidental e os nórdicos lideram em experiência e ambiente de confiança digital, que refletem os sólidos investimentos em medidas de segurança, privacidade e responsabilização e na mitigação de atrito.
• Em geral, a pesquisa mostra que em países com pontuação maior para dinamismo, os consumidores são mais tolerantes a atritos em suas interações e transações digitais diárias, sugerindo que dinamismo pode ser um fator essencial para se entender o comportamento e a confiança do consumidor.

Além disso, governos e empresas são considerados os garantidores da confiança e devem promover a confiança de seus cidadãos e consumidores. Os resultados indicam que confiança é fundamental para a competitividade digital e que os países não conseguem progredir muito sem ela.

Implicações: Como os países podem se beneficiar

Mais informações e estudos de caso específicos de cada país podem ser encontrados no resumo geral que inclui:

• Uso de políticas públicas como peça fundamental para o sucesso da economia digital (em inglês): Isso tem consequências que vão desde as negociações do Brexit até a forma como a Índia impulsiona sua sociedade para um futuro com “menos dinheiro físico”, até para a competição entre os EUA e a China pelo domínio da economia mundial.
• Identificação dos fatores que impulsionam o dinamismo digital: As economias desenvolvidas e em desenvolvimento devem enfatizar diferentes formas de estimular seu crescimento: inovação e instituições, respectivamente.
• Alavancando o crescimento de um pequeno país com parcerias públicas: Pequenos países podem crescer rapidamente como early adopters criando os ecossistemas corretos.
• Reinventando os gigantes digitais: Os países mais avançados digitalmente podem usar sua escala e conexões existentes no mundo para se reinventarem.
• Promovendo a recuperação digital eliminando disparidades de acesso móvel: Os países menos avançados digitalmente devem priorizar a expansão do acesso à internet por meio de telefones celulares.
• Trabalhando para conquistar a confiança dos usuários: Conforme as nações progridem digitalmente e seu dinamismo diminui, as empresas de tecnologia e os legisladores podem precisar priorizar a criação de confiança para manter o crescimento.
O relatório completo e a metodologia podem ser acessados aqui. Para mais informações e conteúdo parra compartilhamento, acesse o nosso press kit digital.

Sobre o Índice de Evolução Digital

O Índice de Evolução Digital de 2017 segue o lançamento bem sucedido da primeira edição do Índice em 2014. A pesquisa por trás desta última edição considera inúmeros novos fatores para melhor refletir mudanças rápidas no mundo digital e criar um relatório preciso, robusto e abrangente.

A análise pormenorizada inclui um estudo sobre o ritmo da evolução digital em 60 países, com base em quatro principais fatores de oportunidade, demanda, clima institucional e inovação. Ela se baseia em mais de 8 anos de dados (2008-2015) e estabelece pontuações para evolução digital geral e dinamismo digital, bem como uma avaliação da confiança digital.

O Índice de Evolução Digital é um produto de pesquisa da Digital Planet — uma plataforma interdisciplinar de pesquisa do Instituto Fletcher para Negócios no Contexto Global da Universidade Tufts.

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Rede varejista House of Fraser compra inovação em TI da Capgemini

A Capgemini, um dos líderes globais em serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, anuncia o novo acordo de 15 milhões de libras esterlinas firmado com a House of Fraser, rede de lojas de departamento premium com atuação no Reino Unido e na Irlanda. Por meio do novo acordo de três anos, a Capgemini atuará no centro do ecossistema de TI da varejista, consolidando uma parceria de sete anos entre as duas empresas.

Como parte do novo contrato, a Capgemini ampliará seu atual relacionamento com a rede para suportar a estratégia de simplificação da TI da rede varejista, que já está em andamento. A Capgemini continuará a fornecer infraestrutura de TI e suporte a aplicações, além de serviços adicionais que serão desenvolvidos para viabilizar a inovação que permeará todo ambiente tecnológico da House of Fraser.

O contrato inclui o service desk digital da Capgemini, que proporciona acesso a multicanais móveis, capacitados para solucionar rapidamente problemas de TI, e a nova geração da plataforma de desenvolvimento e manutenção de aplicações (next-gen ADM), orientada a processos de negócios e que funciona a partir de serviços automatizados que geram ganhos de eficiência em todo o ambiente de aplicações da rede varejista. Assim, a Capgemini viabilizará uma gestão mais eficiente de custos por meio da sua ferramenta (e propriedade intelectual) Automation Drive, além de um programa de melhoria contínua de serviços.

“Nós já temos um relacionamento forte e de longa data com a Capgemini, mas ficamos realmente impressionados com a forma como conseguiram abordar esta oportunidade com uma nova perspectiva, demonstrando flexibilidade para apoiar o nosso negócio atual e futuro”, comenta Julian Burnett, CIO da House of Fraser.

“Como um dos nossos principais clientes de varejo, estamos extremamente felizes pela House of Fraser continuar a contar conosco como um dos seus parceiros-chave. Nosso conhecimento do setor varejista, combinado à nossa estratégia de foco no cliente, ajudará a House of Fraser a acelerar sua jornada para transformar seu negócio nos próximos anos. Estamos ansiosos para continuarmos trabalhando juntos”, complementa Tom Thicknesse, líder de Produtos de Consumo e Varejo da Capgemini no Reino Unido.

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Fintech brasileira é premiada no British Brazilian Awards, em Londres

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Parceira internacional da Zetra (www.zetra.com.br), a startup SalaryFits acaba de receber do Consulado Britânico o prêmio ‘British Brazil Awards’, na categoria Fintech, durante a ‘Think Brazil’, em Londres. A empresa foi reconhecida por estimular negócios entre os países levando ao mercado financeiro do Reino Unido a plataforma brasileira eConsig, software para a gestão de consignados capaz de promover sustentabilidade e inclusão financeira para a economia.

No Reino Unido, assim como em outros mercados, há dificuldade de acesso a produtos financeiros sustentáveis. Para se ter uma ideia, os ‘payday loans’ são uma das modalidades de crédito mais representativas no mercado e oferecem taxas extremamente altas que podem chegar a 1.600% ao ano. Portanto, a presença da SalaryFits no mercado se torna oportuna, ao trazer uma alternativa de crédito muito mais justa aos consumidores.

Com a SalaryFits, o empregado de uma empresa passa a ter à disposição ofertas de diversos bancos, como funciona para a busca de passagens e hospedagens, com taxas mais baixas, e as parcelas são descontadas direto na folha de pagamento, reduzindo a inadimplência.

O Brasil é prova do sucesso da plataforma. Mesmo com a crise econômica, o mercado de crédito consignado somou R$ 288 bilhões em todo o país até novembro de 2016, um adicional de R$ 15 bilhões em relação ao mesmo período do ano anterior (que contabilizou R$ 273 bilhões), segundo dados do Banco Central. Neste contexto, a fintech Zetra contribuiu para a concessão de R$ 60 bilhões em crédito consignado por meio do eConsig.

Para efeito de comparação, o volume de consignado intermediado pelo eConsig é próximo ao valor concedido pelo Banco do Brasil (R$ 63,6 bilhões), o líder deste tipo de operação no país. Na comparação com outras modalidades de crédito, na média, o consignado tem taxa de juros mensal de 2,5% (ou 30% ao ano), frente aos 5,5% cobrados pelos bancos em um empréstimo pessoal (90% ao ano).

“Neste contexto, vislumbramos uma grande oportunidade para o nosso negócio, uma vez que a solução proporcionará uma redução do risco, da taxa de juros para os consumidores, assim como também possibilitará o controle da situação financeira de forma mais responsável e sustentável”, explica Délber Lage, CEO da SalaryFits no Reino Unido.

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A NATS, provedora de controle de tráfego aéreo do Reino Unido, escolhe a Rohde & Schwarz para implementar seu segundo sistema de voz

A NATS escolheu o sistema de comunicações por voz baseado em IP R&S VCS-4G da Rohde & Schwarz como seu segundo sistema de voz para suas comunicações de controle de tráfego aéreo (ATC — air traffic control) no espaço aéreo do Reino Unido. Dentro do contexto da iniciativa Céu Único Europeu (SES — Single European Sky), a NATS irá modernizar toda sua infraestrutura de administração de tráfego aéreo (ATM — air traffic management) nos próximos anos. O diretor de Administração da Cadeia de Suprimentos da NATS, Tim Bullock, explica: “A NATS controla mais de 2,4 milhões de voos por ano. Nossos sistemas precisam ser flexíveis e capazes de lidar com altas cargas de trabalho, para garantir operações efici entes às companhias aéreas e seus passageiros. Encontramos na Rohde & Schwarz uma parceira inovadora e confiável. Nós a integramos à equipe colaborativa de fornecedores que se associaram a nós nessa jornada de transformação da ATM para a implementação do sistema SESAR”.

A Rohde & Schwarz irá começar a implementação do segundo sistema de voz em 2017. A empresa irá fornecer resiliência avançada para comunicações por rádio baseadas em voz no espaço aéreo do Reino Unido. Os centros de controle de tráfego aéreo em Swanwick e Prestwick, bem como o centro corporativo e técnico da NATS em Whiteley, serão todos equipados em uma implementação por fases que será concluída em 2020. O pedido inclui a entrega, implementação e suporte vitalício de mais de 450 posições de trabalho de controladores (CWP — controller working positions) R&S VCS-4G. Até 1.700 rádios e várias linhas terra-terra serão conectadas ao sistema.

Conforme o tráfego aéreo se torna mais cheio, há uma demanda crescente por realocação de recursos flexível, baseada em carga, ao mesmo tempo que assegura um controle do tráfego aéreo eficiente e sustentável, atendendo os mais altos padrões de segurança. A Rohde & Schwarz vence esse desafio com o R&S VCS-4G totalmente baseado em VoIP, com uma arquitetura distribuída e redundante.

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Brasil exporta modelo de pagamento parcelado

O Brasil é um dos maiores mercados de comércio eletrônico do mundo com compras online parceladas atingindo a casa dos 80%. A cultura de parcelar foi determinada em grande parte pelos serviços de crédito tradicionais e utilizada como uma forma de gerenciar o orçamento, mas é também uma maneira de empoderar o consumidor, permitindo-lhe adquirir bens de ticket médio alto. Os benefícios para os comerciantes são evidentes no resultados das vendas, somado a consolidação de uma clientela habitual e fiel. É interessante notar que, conforme o nível de penetração da internet em toda a América Latina aumenta, a atratividade da compra parcelada vem conquistando cada vez mais os jovens na região.

Enquanto no Brasil o parcelamento é majoritariamente feito com o uso de cartões de crédito, em outros países, essa forma de pagamento está ganhando novas versões no cenário digital. No Reino Unido, acompanhamos o lançamento de planos alternativos de parcelamento pela PayPal e MasterCard, assim como a criação da Amazon Pay Monthly. O país foi o primeiro do mundo a ter acesso a este método de pagamento, oferecendo maior flexibilidade e liberando os consumidores de terem que recorrer a linhas de crédito para adquirir um bem.

O que também diferencia esses serviços é que eles atendem especificamente à crescente geração de pessoas que preferem Meios de Pagamento Alternativos (MPAs) para comprar mercadorias. MPAs incluem qualquer pagamento fora da esfera do mercado tradicional de cartão de crétido ou débito, englobando de eWallets até pagamentos móveis, e agora parcelamentos mensais que estão explodindo no mercado de meios de pagamento global.

Em seu mais recente Relatório Global de Pagamentos, a Worldpay descobriu que os MPAs avançaram sobre o tradicional mercado de pagamentos com cartão pela primeira vez em 2015, ganhando 51% de market share. Esta lacuna deve se ampliar em 2016 e ir além, à medida que mais consumidores optam pela conveniência das opções de “e-payments”.

A geração Y, hiperconectada, tem impulsionado o surgimento de empresas como a Klarna, um dos principais players que oferece a opção de parcelamento. A companhia percebeu que os consumidores digitais de hoje são atraídos pela rapidez, praticidade e capacidade de fazer compras mais seguras e mais simples. Com isso, já atingiram mais de 45 milhões de usuários e continuam expandindo por toda a Europa e os EUA.

Em toda a história do endividamento do consumidor, nossas preferências de compra mudaram com o advento de novos tipos de pagamento e vimos que as empresas que atenderam as novas expectativas dos consumidores avançaram junto com eles, enquanto aqueles que não o fizeram ficaram parados no tempo. Hoje, toda uma geração de jovens busca uma forma eficiente e econômica para comprar produtos mais caros, sem entrar em problemas de crédito. E, embora o conceito de pagar em prestações não seja novo, o potencial do mercado formado por essa geração de consumidores fez das compras parceladas um passo natural para os comerciantes em todos os lugares.

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Brexit: entenda como a mudança pode afetar a economia global

A palavra Brexit, formada pelos termos Britain (Grã-Bretanha) e exit (saída), provavelmente foi uma das mais faladas nos últimos dias. A questão vinha dividindo a população, como mostravam as pesquisas de intenção de votos antes do referendo. A pesquisa mais relevante, da YouGov, mostra uma disputa acirrada em que 44% estavam a favor de continuar na União Europeia e 43% eram contra.

De um lado estavam os pró-saída, ancorados, principalmente, pelo partido nacionalista, sob a liderança de Nigel Farage, defendendo maior soberania da Reino Unido. Do outro, havia os defensores pela continuidade no bloco, a favor de manter a aliança entre as nações, bem como a manutenção dos acordos bilaterais estreitados.

O mercado financeiro demorou para se atentar à complexidade do evento. Entretanto, com uma sequência de quatro quedas consecutivas das principais bolsas europeias, bem como seu impacto nos índices acionários e nas moedas globais, os investidores passaram a analisar cautelosamente os desdobramentos do Brexit .

Principais preocupações antes da votação

Um dos principais afetados pelo Brexit seria o mercado financeiro. O aumento das incertezas juntamente com maior volatilidade dos mercados ocasionariam grandes pressões e choques financeiros impactando e retraindo a demanda europeia, que por sua vez impactaria a economia de outros países.

Segundo os analistas do HSBC, a saída do Reino Unido da União Europeia causaria uma desvalorização de 15% na libra esterlina em relação ao dólar. Além disso, diversos outros tipos de ativos também seriam impactados. As principais preocupações do HSBC eram o aumento descontrolado da inflação e dos custos de trabalho, combinados com uma desvalorização de aproximadamente 20% da libra em relação ao euro.

O banco também temia um abrandamento econômico que poderia reduzir para metade o crescimento do Reino Unido previsto para 2017. As potenciais dificuldades econômicas e financeiras pressupostas pelo HSBC abrangiam a manutenção das taxas de juros nos atuais mínimos históricos.

Os analistas do Credit Suisse viam os desdobramentos do Brexit atingindo negativamente o PIB, ocasionando uma recessão de 1% a 2% no segundo semestre de 2016. Os fatores que explicariam essa queda são: a incerteza que assolaria a confiança dos consumidores e do empresariado, bem como o aumento da inflação decorrente do processo de depreciação da libra esterlina. Os analistas também acreditavam que o Brexit poderia dar forças aos movimentos pró-nacionalistas, principalmente no sul da Europa, causando grande volatilidade à União Europeia.

Os EUA também foi um dos países cotados para sofrer possíveis danos. Diante de uma queda de capital alocado em terras britânicas, a crença é de que haveria um recuo nos preços das ações e valorização do dólar. Isso poderia alterar as perspectivas de crescimento e inflação nos EUA por causa da fuga de capital para o mercado norte-americano. O que também influenciaria o retardamento mais uma vez do aumento da taxa de juros por parte do FED (Federal Reserve), o banco central do país.

As reações do mercado logo após a votação

O encerramento da votação aconteceu na noite da última quinta-feira, 23 de junho. Como os investidores temiam, o Brexit ganhou por maioria. A votação ficou em 51,9% para os que defendiam a ruptura com a União Europeia, e 48,1% para os que era a favor da manutenção do Reino Unido no bloco econômico. A vantagem dos pró-Brexit foi de pouco mais de 1 milhão de votos, significando um resultado bem apertado.

Logo após a confirmação da saída, o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron renunciou ao cargo. Em comunicado, o líder disse manter-se na cadeira até outubro, quando acontecerá a reunião de seu partido. Cameron, que era contra o Brexit, disse acreditar que um novo rosto deveria conduzir os britânicos nessa era de mudanças.

O resultado da votação causou um alvoroço no mercado financeiro. As principais bolsas ao redor do mundo apresentaram quedas severas. O primeiro pregão após a validação do Brexit demonstrou uma onda vendedora significativa referente aos ativos de países europeus.

A Bolsa de Londres caiu quase 6%, sendo que grande parte desse percentual está relacionada a ações de bancos e grandes instituições, como Barclays e Royal Bank of Scotland. O índice FTSE 100, um dos principais da bolsa londrina, apresentou uma perda de 120 bilhões de libras esterlinas (cerca de 550 bilhões de reais) já nos primeiros minutos do pregão.

A concordância da maioria dos britânicos em romper com a União Europeia afetou bastante os mercados globais. A cotação da moeda do Reino Unido chegou ao menor patamar dos últimos 30 anos: a libra esterlina esteve cotada US$ 1,3483. O iene, por sua vez, operou em alta se comparado ao dólar. Isso porque a moeda japonesa é bastante conceituada no mercado de câmbio por ser bastante segura e costuma ganhar mais destaque em cenários de instabilidade.

O preço do petróleo também sofreu com a notícia de mudança. O valor da commodity teve queda significativa devido ao receio de que haja desaceleração econômica na Europa e, consequentemente, ocorra redução da demanda.

No mercado interno, a BM&F Bovespa também sofreu implicações relativas à movimentação intensa. Com a abertura do mercado, o Índice Bovespa chegou ao patamar de 3% e o dólar chegou a atingir R$ 3,45, mas consolidou-se em R$ 3,38.

Fonte: Toro Radar

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Prefeito do Centro Financeiro de Londres vem ao Brasil para promover elos econômicos

833324_1 Entre os dias 01 e 05 de maio, o Lord Mayor Jeffrey Mountevans, o chefe da City of London Corporation (que gerencia/controla o distrito financeiro de Londres), estará no Brasil liderando uma delegação de empresas britânicas para refoçar a cooperação bilateral entre o Reino Unido e o Brasil.

Sobre a visita ao país, Jeffrey Mountevans disse: “Brasil e Reino Unido têm uma parceria forte e colaborativa – nosso relacionamento comercial existe há mais de duzentos anos e temos trabalhado juntos tanto em momentos bons quanto naqueles que apresentam um maior desafio”.

Na capital paulista, ele visitará a Investe São Paulo para conhecer mais sobre as oportunidades presentes no Estado e promovê-las em Londres. Também terá reuniões para discutir gestões de ativos e promover a expertise britânica nesta área. “O Reino Unido é o maior centro europeu de gestão de investimentos, gerenciando cerca de £2,2 trilhões (aproximadamente 12 trilhões de reais) em nome de clientes estrangeiros. É um destino extremamente atraente para fundos institucionais, bem como para famílias e indivíduos que procuram um ambiente de investimento seguro e estável”, disse Mountevans.

Ainda na cidade de São Paulo, ele presidirá discussões sobre Fintechs. “Temos uma oportunidade incrível para o Reino Unido e o Brasil trabalharem juntos – como Londres tem um fácil acesso a talentos mundiais e uma cultura de inovação e o Brasil tem um interesse cada vez maior nesta área, os dois países são parceiros naturais. O Reino Unido é considerado uma capital global na área de Fintech, só no ano passado gerou uma receita de £ 6,6 bilhões (cerca de 36 bilhões de reais) nesta área”, disse.

No Rio, ele visita a SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, previdência aberta, capitalização e resseguro, e em Belo Horizonte se reunirá com empresas para discutir o mercado de seguro e resseguro nas áreas de mineração, energia e agricultura. Ele também vai abordar as oportunidades em Minas Gerais para o setor de mineração nos mercados de capitais, e como resultado do Diálogo Econômico-Financeiro realizado em Londres em 2015, haverá também uma discussão para alinhar os próximos passos da força tarefa UK-Brazil na área de seguros.

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Reino Unido quer atrair empresas brasileiras

Durante uma semana, executivos de 14 companhias nacionais participaram de workshops, encontros de relacionamento e visitaram grandes centros de negócios para abertura de suas empresas no Reino Unido

Executivos de 14 empresas brasileiras –acabam de voltar de uma viagem de uma semana ao Reino Unido, onde participaram de palestras, workshops, encontros de relacionamento e visitas a grandes centros de negócios na Grã Bretanha, Escócia e Irlanda.

De 19 a 23 de outubro, empresas dos setores de TI, Serviços Profissionais, Indústrias Criativas e Alimentos e Bebidas, conheceram em detalhes o mercado britânico e tiveram a oportunidade de avaliar os desafios e oportunidades de expansão de seus negócios para entrada no mercado europeu e global.

Promovida pela Missão Diplomática Britânica no Brasil, por meio do UK Trade & Investment (UKTI), a viagem teve como objetivo incentivar a internacionalização de empresas brasileiras para o Reino Unido.
“Considerado o principal destino de investimentos diretos na Europa, o Reino Unido está sempre aberto para negócios”, destaca Raquel Kibrit, gerente de investimentos do governo britânico. Segundo ela, as empresas brasileiras têm mostrado cada vez mais interesse no país por conta do ambiente favorável para negócios, pelo dinamismo da economia e pelas conexões globais. No ano passado, 20 empresas nacionais receberam apoio do UKTI para estabelecer operações em solo britânico – o dobro em relação ao ano anterior. Atualmente existem 78 empresas brasileiras atuando no Reino Unido.

A área de investimentos do UK Trade and Investment realiza 2 missões por ano, uma no primeiro semestre para a London Technology Week e uma no segundo semestre, para empresas de todos os setores. Entre 15-30 empresários brasileiros participam das missões e 30% escolhem o Reino Unido como plataforma global de negócios.

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UKTI: 18 novos empreendimentos do Brasil no Reino Unido, em ano com recorde de investimentos estrangeiros na região

Empresas brasileiras estão ampliando seus investimentos no Reino Unido, expandindo seus negócios e conquistando vantagem competitiva ao participar de 18 projetos de investimento em indústrias de ponta da Grã-Bretanha.

Um relatório da agência de promoção de investimentos britânica UK Trade and Investment (UKTI), destaca como os investimentos brasileiros no Reino Unido são parte de um recorde de £1 trilhão em Investimento Estrangeiro Direto (IED) em 2014, tornando o país o maior destino de IED na Europa.

Companhias brasileiras criaram mais de 800 empregos no Reino Unido. 88% dos investimentos foram feitos em Londres, além de Manchester, Glasgow, Irlanda do Norte e Milton Keynes. Empresas de tecnologia representam 40% dos investimentos, seguidas pelo setor de serviços financeiros, com 29%. Treze empresas brasileiras estabeleceram suas bases europeias no Reino Unido em 2014.

Os grandes players brasileiros que investiram no Reino Unido incluem a Marfrig Global Foods, que expandiu suas atividades no Norte da Irlanda e na Inglaterra; a Grendene, ao lançar sua loja carro-chefe da marca Melissa em Convent Garden; o banco BTG Pactual, que estabeleceu uma filial do seu time global de commodities em Londres; e o Bradesco, que transferiu sua base europeia de Luxemburgo para Londres.

Joanna Crellin, Cônsul-geral em São Paulo e Líder de Comércio e Investimento no Brasil, afirma que: “Em uma época em que o fluxo de IED caiu, os investidores brasileiros veem o Reino Unido como um mercado acolhedor, diverso e aberto a negócios. Companhias dos setores de serviços financeiros, comidas e bebidas, varejo e TIC têm demonstrado como elas podem entrar para a elite mundial de empresas ao trabalhar com a expertise setorial que encontram no Reino Unido.”

A Mafrig Global Foods está participando do projeto de expansão de £170 milhões do Moy Park, na Irlanda do Norte, anunciado há um ano.

O CEO da Marfrig Global Foods, Martin Secco, disse: “Estamos comprometidos em aumentar nossas atividades na Irlanda do Norte e esse investimento, com o apoio da Invest Northen Ireland, ajuda-nos a alcançar isso. Nossa experiência com a Northern Ireland Executiva foi de engajamento contínuo e positivo e uma atitude pró-negócios.”

Os dados anuais de investimento do UKTI para o ano financeiro de 2014/15 mostram que o Reino Unido atraiu um volume 12% maior de projetos de IED, quando comparado ao ano anterior.

Investimento no Reino Unido

O investimento no Reino Unido é procedente de mais de 70 países, incluindo o Brasil e os principais mercados emergentes do mundo. Os Estados Unidos se mantém como a principal fonte de investimento estrangeiro, com um total de 564 projetos em 2014, seguido pela França (124 projetos).

O investimento da Índia cresceu 65%, fazendo do país a terceira maior fonte de IED para o Reino Unido, contribuindo para a geração de mais de 9 mil empregos novos e estáveis. Também houve evidência de estreitamento no relacionamento com a China, com 112 projetos em 2014, sendo 13 de Hong Kong, resultando em mais de 4 mil novos empregos.

O relatório de investimento estrangeiro do UKTI também mostra que o IED é aplicado em uma grande variedade de setores e indústrias, com muitos trabalhos envolvendo pesquisa e desenvolvimento. Isso destaca a liderança do Reino Unido como centro de pesquisa, inovação e tecnologia.

Os serviços financeiros, profissionais e de negócios registraram o maior número de projetos de IED e geração de empregos.

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