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Porto Digital apresenta o REC’n’Play

Imagine uma grande vila de inovação. Onde conhecimento, criatividade e talento se encontram ao mesmo tempo. É assim que o Recife Antigo ficará de 30 de novembro a 3 de dezembro durante o primeiro festival de experiências digitais, Rec’n’Play. Realizado pelo Porto Digital, Ampla Comunicação e o Grupo Duca, o evento contará com sete temas centrais (trilhas): tecnologia da informação, internet das coisas, design, games, fotografia, eSports e música que contarão com eventos simultâneos e sequenciais, entre palestras, oficinas, apresentações e mostra de cases de sucesso. O modelo da programação em vários palcos foi pensado para gerar novos vínculos entre os participantes e a cidade. O festival conta com patrocínio da Prefeitura da Cidade do Recife e Governo de Pernambuco (Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer – Seturel e Empetur) e apoio é do Sebrae em Pernambuco.

O termo trilha traz uma dimensão conceitual para o festival, implicando na interação entre atividades no campo da educação, que podem se desdobrar em puro entretenimento e que podem, mais adiante, se converter em negócios. Cada trilha está sob responsabilidade de um curador. Os curadores compõem um time formado por pessoas que estão no mercado, na esfera pública ou privada, desenvolvendo serviços de grande impacto em seu segmento.

O Rec’n’Play terá como foco a criação de um ambiente para negócios. Na trilha de tecnologia da informação, por exemplo, as startups serão o foco de discussões acerca de propriedade digital, administração de pequenos negócios, além dos benefícios da tecnologia nesse tipo de negócio. Já a o segmento de internet das coisas (IoT) discutirá seus benefícios e potencial dentro da economia brasileira.

O universo de games também tem espaço garantido dentro do festival. Serão duas trilhas destinadas exclusivamente a discutir o assunto e o mercado brasileiro e internacional dos jogos eletrônicos, além de uma parte especifica para os eSports, especial de profissionalização dos campeonatos de games, que vem ganhando cada vez mais espaço no mundo dos negócios. Na trilha de música, que contará com diversas apresentações, entre elas Tagore na abertura do evento, os games voltam como nicho de mercado na criação de trilhas para os jogos.

A ideia do Porto Digital em promover o Rec’n’Play foi dar ao ecossistema local e ao Recife um evento de grande porte que dialogue com a cidade, em um ambiente onde a inovação e o empreendedorismo andam juntos com a arte, a cultura, a ciência e a tecnologia. “Não temos a ambição de formular sozinhos todas as questões abordadas pelo festival. Por essa razão, identificamos e mobilizamos parceiros para que eles atuem como curadores do Rec’n’Play”, explica Francisco Saboya, presidente do Porto Digital. “Assim, vamos trabalhar as mais diversas áreas, entre elas, games, cidades sustentáveis e inteligentes, robótica e internet das coisas. Todas divididas em trilhas”, completa.

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Mais de 80% dos colaboradores da multinacional Sage praticam ações voluntárias

De cada dez brasileiros, três já realizaram alguma ação voluntária na vida, segundo pesquisa do Datafolha. Inseridos nessa estatística, estão os mais de mil funcionários da Sage Brasil, que, por meio de um modelo pioneiro de filantropia corporativa, adotaram o costume genuíno de ajudar o próximo.

Presente em 23 países e líder mundial em software de gestão para pequenas e médias empresas, a britânica Sage trouxe ao país desde outubro de 2015 a instituição Sage Foundation, com o modelo de filantropia “2 + 2 + 2”.

O modelo que vem transformando a vida dos funcionários da Sage no Brasil e das comunidades por onde a empresa atua, baseia-se em disponibilizar 5 dias úteis por ano para os funcionários praticarem o voluntariado, o que significa 2% do tempo de trabalho, além de disponibilizar 2% de seu caixa e conceder duas licenças de produtos às instituições beneficiadas, organizações não-governamentais e iniciativas sociais. Concluindo, portanto, o “2 + 2 + 2” – tempo, recursos e tecnologia por um futuro sustentável.

Desde doação coletiva de sangue até aulas de administração de empresas para entidades carentes, passando por reformas em comunidades e ações com jovens e idosos, a Sage Foundation já apoiou mais de 100 instituições e conquistou mais de 23 mil horas de voluntariado. “O trabalho voluntário que faço em um orfanato é gratificante! Tem um papel importante no resgate de uma forma de ajudar as pessoas. São cidadãos que, lá na frente, reconhecerão a ajuda recebida. Isso não tem preço, tanto para quem pratica quanto para quem recebe”, conta o funcionário Alex Cervino de 34 anos.

Os colaboradores da Sage engajam com uma programação frequente de ações nas regiões de Porto Alegre, Curitiba, Americana (SP), São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, e sempre com histórias emocionantes a serem contadas. Nesta sexta-feira (14), por exemplo, em comemoração ao Dia da Caridade, alguns colaboradores, em parceria com a instituição Habitat for Humanity, reformarão casas na comunidade de Heliópolis, em São Paulo.

“No início, implantar o trabalho voluntário no Brasil foi um desafio. Grande parte dos nossos colaboradores não estava acostumada a realizar atividades de voluntariado e não se sentia confortável em sair do trabalho para realizar qualquer ação fora dali” conta Jorge Santos Carneiro, Presidente da Sage Brasil e América Latina, que afirma que hoje em dia a prática do voluntariado estendeu-se para além do ambiente corporativo. “Muitos colaboradores passaram a atuar nas entidades também durante fins de semana e envolveram suas famílias. Agora, posso afirmar que a prática de voluntariado se tornou um processo endêmico na Sage Brasil”, ressalta Jorge

Promover sustentabilidade social, econômica e oportunidades de empreendedorismo nas comunidades onde atua são princípios que norteiam a atuação da Sage, tanto em nível global quanto nacional.

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Stefanini implementa assistente virtual Sophie na Emprel, empresa de informática da Prefeitura de Recife (PE)

A Stefanini Woopi, braço de Pesquisa e Desenvolvimento da Stefanini, implementou a sua plataforma de inteligência artificial Sophie na operação da Emprel, Empresa Municipal de Informática da Prefeitura de Recife (PE). Com Sophie, a Emprel consegue reduzir custos e, ao mesmo tempo, aumentar o nível de qualidade e eficiência no atendimento aos usuários do Service Desk e Field Service do parque municipal.

Segundo Alexandre Winetzki, presidente da Stefanini Woopi, a plataforma é capaz de interagir com usuários humanos e sistemas. “Sophie é composta por um conjunto de softwares, sistemas e processos que permitem acelerar e melhorar o desempenho de sistemas que interagem com o consumidor ou usuário, seja por meio de voz ou texto”, explica.

O projeto da Sophie na Emprel teve início em setembro de 2016, com a instação e configuração do software em ambiente de homologação e, posteriormente, no de produção. “Agora estamos na fase de ‘ensinar’ a Sophie nossos scripts de atendimento e as particularidades dos serviços do nosso catálogo”, comenta Alexandre Herculano, diretor de relacionamento e atendimento ao cliente da Emprel.

Após este processo, Sophie será disponibilizada para os usuários internos, com o objetivo de aprimorar a ferramente, e depois será liberada para todos os usuários da Prefeitura de Recife. “Nossa expectativa é gerar uma experiência rápida e agradável no atendimento aos usuários, reforçando o conceito de ponto único de atendimento, mas com multicanais de acesso”, ressalta Herculano. Em dois meses, a Stefanini Woopi espera que Sophie passe a atender até 20% do total de chamadas da Emprel, que hoje gira em torno de 2.200 chamados mensais.

Para atuar na Emprel, a Stefanini venceu uma licitação de contratação para serviços que englobam todas as atividades de Service Desk e Field Service baseadas nas melhores práticas de mercado. Alexandre Herculano explica que as ações de planejamento e montagem da Emprel Atende, central de serviços de TI da empresa, tiveram início em 2014. “Fizemos o inventário das quase 5.000 máquinas do parque da Prefeitura, estruturamos todo o catálogo de serviços, instalamos e configuramos toda a suíte de software, montamos os espaços físicos, recrutamos e treinamos as pessoas que trabalham direta e indiretamente com a Central e elaboramos toda a campanha de divulgação para o início da operação”, comenta o diretor.

A operação da Emprel Atende começou em fevereiro de 2015 e, desde então, tem aumentado gradativamente a maturidade dos processos, a qualidade dos serviços e a satisfação dos usuários. “A Stefanini ajudou a formar este cenário, que gera eficiência, redução de custos e melhores serviços para os recifenses, que é nosso objetivo maior. Tudo isso eleva significativamente a imagem da Emprel e tem nos deixado muito satisfeitos com o nível de serviços prestados pela Stefanini”, ressalva o diretor.

A assistente virtual Sophie é uma evolução da plataforma Parli, que foi lançada em 2014. “Para chegarmos ao nível que temos hoje, foram necessários sete anos de dedicação por parte de uma equipe de cientistas, programadores e designers brasileiros”, explica Alexandre Winetzki. “Aceitamos o desafio de aprimorar cada vez mais o serviço oferecido pela Emprel e estamos nos empenhando para isso. A plataforma Sophie já trouxe e trará ainda mais benefícios para a operação da Emprel”, finaliza Winetzki.

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Potencial econômico do lixo eletrônico na pauta do Porto Digital

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Parque tecnológico recebe palestrantes internacionais para a quinta edição do SIREE, Seminário Internacional sobre Resíduos Eletroeletrônicos

A gestão dos resíduos eletroeletrônicos é um problema global que será abordado pelo Porto Digital, com a participação de palestrantes da Bélgica, Índia e Argentina, durante o V Seminário Internacional sobre Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos (SIREE), entre os dias 18 e 19 de agosto, no Recife, em Pernambuco. O fórum de debates é uma das atividades permanentes do ITgreen, que abarca os projetos de inovação e sustentabilidade do parque tecnológico e traz o tema “Economia Circular: um Mundo sem resíduos Eletroeletrônicos”.

A proposta do seminário é debater um novo ciclo de produção, no qual os produtos passam por um fluxo de desenvolvimento positivo e contínuo, de maneira a possibilitar um melhor aproveitamento de recursos e componentes. Questões como a legislação e a implementação da logística reversa, iniciativas inovadoras e experiências de empreendedorismo na área serão abordadas ao longo de seis painéis, palestras e mesas redondas. “O Porto Digital tem consciência da importância da gestão do lixo eletrônico em ambientes de inovação e, por isso, protagoniza o debate para que melhores práticas sejam implementadas no ecossistema local”, explica Joana Sampaio, coordenadora do SIREE.

“O atual modelo industrial de economia linear no estilo ‘extrai, produz, utiliza e descarta’ não tem se mostrado sustentável. O consumo rápido, o impulso de compra e a obsolescência programada agravaram problemas ambientais diretamente ligados aos resíduos eletrônicos. É imperativa a implementação de ecodesign de produtos, sistemas de logística reversa e tratamento ambientalmente adequado do e-lixo. No SIREE, vamos debater os diversos aspectos da economia circular, na qual um produto antigo vira parte da produção de um novo”, explica Joana.

As inscrições já estão abertas no endereço eletrônico www.siree.org, com valor especial até o final do mês de julho. O público-alvo do SIREE são especialistas, gestores, professores e estudantes, além de profissionais da iniciativa privada; centros de pesquisa, desenvolvimento e inovação, órgãos governamentais e instituições do terceiro setor.

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Turista brasileiro fecha viagem 52 dias antes do embarque

O turista que compara as diárias dos meios de hospedagem, investiga o transporte para os principais pontos de interesse e consulta os restaurantes do local antes de sair de casa, tem grandes chances de economizar algum dinheiro sem perder o melhor da viagem.

A melhor estratégia para controlar os gastos inclui, especialmente, um boa pesquisa dos serviços turísticos e antecedência para fechar negócio. A boa notícia é que boa parte dos viajantes já faz a lição de casa, de acordo com um estudo do Ministério do Turismo. O turista brasileiro planeja a viagem cerca de 100 dias antes da data prevista e reserva os serviços, como hotéis e passagens, 52 dias antes do embarque.

Algumas cidades brasileiras se destacam nesse quesito. Entre as 11 capitais monitoradas, os moradores de Goiânia são os mais precavidos: programam o passeio com 120 dias de antecedência. Em compensação, quando o assunto é fechar negócio, os brasilienses saem na frente: compram os serviços 78 dias antes da data da viagem.

A maior parte dos entrevistados que se autodeclararam turistas afirma que viaja menos do que gostaria (80,6%). Entre os viajantes mais frequentes destacam-se os moradores de Curitiba: 3,3 vezes por ano, seguidos pelos cariocas e moradores de Recife, ambos com uma média de 3,2 viagens por ano.

Os passeios turísticos estão entre as cinco prioridades de investimento pessoal, ao lado dos estudos, moradia, poupança e negócios próprios, segundo o estudo. O alto grau de satisfação com o destino turístico (95,1%) explica o elevado índice de retorno a roteiros já conhecidos: a maioria (57,4%) afirmou que a última viagem foi para um destino que já conhecia.

Os hotéis (45,1%) e as pousadas (22,2%) correspondem aos meios de hospedagem preferidos, assim como os destinos de praia (45,1%) e as pousadas (22,2%) referem-se aos meios de hospedagem preferidos. Paga-se à vista (63%) pelos serviços relacionados ao turismo, comprados, em sua maioria, fora de pacotes (78%).

A atividade turística aparece associada principalmente ao descanso e à tranquilidade (30%), mas também à diversão (24,8%) e a belezas naturais (12,5%). O atrativo de maior peso, no entanto, é justamente a beleza natural (33,9%) do território.
Foram entrevistados 2.322 pessoas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Salvador, Recife, Fortaleza, Brasília e Goiânia.

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