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Startup brasileira é finalista de desafio internacional de inclusão digital

Acelerada pela InovAtiva Brasil em 2016, a medRoom, startup que utiliza a realidade virtual e a gamificação para melhorar o treinamento de estudantes e profissionais de saúde, foi a vencedora do Global Impact Challenge Brasil 2018 (GIC), competição de startups da área de educação. A seleção, que aconteceu nas cidades de São Paulo, Recife e Porto Alegre, nos dias 26, 27 e 28 de junho, contou com a participação de diversas empresas do setor, entre elas a Schoolastic, que está no programa InovAtiva Brasil 2018.

Como prêmio, dois representantes da medRoom terão a oportunidade de participar de uma imersão no SU Ventures Incubator Program, treinamento de liderança aos fundadores dos negócios, entre 3 de setembro e 19 de outubro, no Vale do Silício, nos Estados Unidos. A bolsa também inclui hospedagem e alimentação.

Desenvolvido pela Singularity University, em parceria com a escola Concept, o SU Ventures tem como objetivo orientar e capacitar os participantes, para que eles possam validar suas ideias, construir uma equipe capacitada, experimentar e prototipar suas criações, contribuindo assim para a geração de um projeto impactante para o mercado.

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A realidade virtual e as vendas personalizadas do setor imobiliário

Por Antonio Coutinho, co-founder da VROne

A Realidade Virtual – conhecida também como VR (Virtual Reality termo em inglês) – é uma ferramenta poderosa, onde os ambientes são criados digitalmente e apresentados ao usuário por meio de óculos especiais ligados a um computador de alta performance. Essa é uma experiência capaz de transportar o indivíduo ao mundo digital para que o mesmo vivencie uma imersão impactante, fazendo com que ele perceba o espaço digital como a realidade daquele momento.

Se tratando do mercado imobiliário, essa modernidade se apresenta como uma incrível ferramenta de vendas, onde existe a possibilidade de o comprador explorar remotamente empreendimentos que ainda não foram construídos.

Apesar de o apartamento decorado físico ser a maneira mais convencional de conhecer o imóvel, esta opção exige um alto investimento financeiro, aliado a uma pesquisa de perfil de comprador que muitas vezes limita as opções a serem demonstradas. É nesta hora que a realidade virtual abre caminho para um novo modelo de vendas personalizadas. O cliente pode conhecer todas as versões disponíveis da planta, de diversos acabamentos de pisos e paredes, além da variação de layout, como a sala ampliada, cozinha aberta, vista da varanda, entre outros.

Segundo um relatório divulgado pela imobiliária Coldwell Banker Real Estate, dos Estados Unidos, a realidade virtual vem sendo cada vez mais utilizada no mercado imobiliário americano. O estudo mostra também que a ferramenta já é uma tendência nos demais países, incluindo o Brasil. O estudo destaca também que 84% dos americanos veem os vídeos digitais como uma adição bem-vinda às ofertas da propriedade. Além disso, 77% gostariam de passear por um tour de realidade virtual antes de visitá-las pessoalmente. Até mesmo o próprio agente imobiliário, que oferece essa opção virtual em suas ofertas, seria mais confiável aos olhos de 62% dos compradores.

Prometendo revolucionar o mercado imobiliário, um decorado virtual resulta na economia de até 90% em relação ao valor de um apartamento físico decorado para construtoras e incorporadoras. Mais do que isso, permite com que atinjam, de uma forma mais assertiva, múltiplos perfis de compradores. Sendo assim, se mostra como uma alternativa extremamente versátil onde os decoradores não se restringem a um orçamento definido podendo optar por acabamentos e mobiliários variados, ampliando, desta forma, as percepções do cliente sobre o tão sonhado imóvel.

A realidade virtual interativa já é uma alternativa disponível no prática. Como ferramenta de encantamento ao cliente tem condições de incrementar a performance nas vendas por meio de uma visita padronizada com alto grau de excelência, auxiliando o corretor na prestação de um atendimento de qualidade, elevando o profissionalismo que o mercado sempre deseja atingir.

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Como a realidade virtual está impactando o mundo fitness

Por Ricardo Vidal

Dezenas de jogos fitness já estão disponíveis nos marketplaces e lojas de aplicativos online. Cada um se esforçando para tornar o ato de sair do sofá e se exercitar um pouco, algo mais divertido do que uma corrida ou ir a academia. Mais diversão significa mais exercícios, o que significa menos resoluções de Ano Novo descumpridas e menos centímetros na cintura. Tem como não gostar?

Isso pode soar bom demais para ser verdade, mas pesquisas dizem que a Realidade Virtual pode desempenhar esse tipo de truque mental saudável. É por isso que pesquisadores sérios da area médica estão recorrendo à RV para uma série de usos terapêuticos, incluindo o tratamento do estresse pós-traumático, a manutenção da acuidade mental para idosos e o controle da dor das vítimas de queimaduras. Foi exatamente por essas razões que os fundadores da Black Box VR fizeram de tudo para desenvolver o que seria o primeiro jogo de condicionamento físico de realidade virtual, focando mais no treinamento de resistência do que em treinamentos aeróbicos.

Os atletas profissionais estão acostumados a resistir à dor e as adversidades para chegar ao próximo nível. Eles têm a força mental necessária. Quando você trabalha com RV, 80% do seu cérebro é dedicado aos estimulos visuais. Se o estímulo for forte o suficiente, é mais fácil anular essa sensação de dor, que tira o ânimo de muita gente para se exercitar.

A natureza ativa da realidade virtual significa que qualquer jogo de RV – não apenas jogos fitness – oferece algum valor de exercício. O Departamento de Cinesiologia da Universidade Estadual de São Francisco lançou o VR Health Institute, que está desenvolvendo métodos para testar e classificar jogos com base em quantas calorias os jogadores queimam em uma sessão.

Aaron Stanton, um investidor anjo do Vale do Silício e conselheiro de startups com foco em realidade virtual e realidade aumentada, está envolvido com o VR Health Institute. Para ele, os jogadores do setor de fitness vão, em breve, ser o centro de uma corrida entre os desenvolvedores pela participação no mercado de fitness em VR. Stanton defende que, em cinco anos, não haverá uma academia nos EUA que não tenha algum componente de realidade virtual ou aumentada.

Dezenas de jogos de fitness com realidade virtual baseados em aeróbica já estão disponíveis em plataformas de realidade virtual, como HTC Vive e Oculus Rift. Os jogadores usam varinhas ou luvas para executar ações que queimam calorias, como dar socos, balançar espadas ou disparar um arco em uma variedade de jogos. Nenhum jogo no mercado replica um treino de levantamento de peso, mas a Black Box VR espera mudar isso.

A empresa planeja abrir suas próprias academias de boutique, começando esse ano com uma academia piloto em San Francisco. Os usuários entrarão em uma sala pessoal – uma caixa preta – onde vão colocar um fone de ouvido HTC Vive VR e calibrar as várias máquinas para sua altura e força. O sistema terá registros do histórico de exercícios de cada usuário e vai montar jogos específicos para fornecer a resistência adequada, que deve aumentar gradualmente, de acordo com o desempenho do usuário. Se um jogador completar apenas, digamos, seis de 12 repetições, a evolução da sua força de ataque no jogo será mais lenta.

A ideia é que os usuários subam de nível em seus treinos à medida que sobem de nível no jogo, criando um feedback gratificante que recompensa o esforço deles. Se aumentar o nível de ataque, o usuário obtém aquele pico de dopamina que o ajuda a voltar para a academia mais motivado. Da próxima vez que ele voltar para a academia, não estará mais no nível 5. O jogador/atleta estará no nível 6 e com mais poder de ataque no jogo, e assim, gradativamente, estará sempre em busca do próximo desafio.

Ricardo Vidal, Diretor de Vendas LATAM e Caribe da Micron Technologies

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Realidade Virtual 100% interativa para o mercado imobiliário

A Realidade Virtual (VR) proporciona aos seres humanos uma imersão em experiências digitais, ou seja, cria um ambiente que substitui o mundo real do usuário. A boa notícia é que as possibilidades vão além dos jogos de vídeo game, elas estão promovendo uma revolução na medicina, na educação, no turismo, no esporte, entre diversos outros setores. O tema tem sido, inclusive, pautado nos principais eventos de tecnologia e comunicações e promete movimentar cerca de US$ 108 bilhões globalmente até 2021, de acordo com a Digi-Capital.

Em se falando do mercado imobiliário, a situação não é diferente e a realidade virtual pode ser uma grande aliada. Com a forte crise enfrentada pelo país nos últimos anos, o setor trabalhou em baixa, embora a expectativa seja de um crescimento de 10%, em 2018, segundo a Secovi-SP. Para atender essa demanda com excelência e auxiliar ainda mais no fortalecimento do segmento, foi lançada a VR One – empresa brasileira pioneira em realidade virtual 100% interativa para o mercado imobiliário – que promete reduzir custos e aumentar a performance de vendas.

“Acreditamos que a ferramenta de realidade virtual interativa seja uma tecnologia disruptiva na demonstração e comercialização de empreendimentos ainda não construídos, possibilitando uma experimentação do espaço com alto grau de realismo”, comenta Antonio Coutinho, arquiteto e sócio fundador da VR One.

Lançada em 2017, por jovens arquitetos e publicitários, a empresa beneficia tanto as construtoras e incorporadoras – reduzindo custos em até 90%, dependendo do apartamento físico decorado, e aumentando a performance de vendas -, quanto para os próprios clientes, que contam com a opção de visitar também as áreas de lazer do empreendimento através da realidade virtual, enquanto tudo ainda está na planta.

“Nós transformamos os projetos 2D em modelos 3D altamente realísticos para a utilização em ferramenta de realidade virtual interativa com óculos acoplado, além de contar com uma equipe extremamente capacitada nas áreas de desenvolvimento de modelo 3D, adaptação para realidade virtual e pesquisa para inovação”, conta Bruno Lattes, publicitário e sócio fundador da VR One. “Outro diferencial que oferecemos é a opção de mudar acabamentos, mobiliário, estudo de insolação, mudar a hora do dia, movimentar e interagir com objetos, entre outros detalhes, em tempo real. É o que chamamos de personalização interativa para o cliente”, completa.

De 2017 a 2018, a empresa teve um crescimento de 120% e seus planos inclui expandir para planejamento urbano, resorts, complexos hoteleiros, aeroportos, varejo, entre outros. “A nossa ideia inicial é firmarmos o modelo de negócios e nos consolidarmos cada vez mais no mercado imobiliário, para então conseguirmos expandir com excelência para os demais setores”, conta Antonio Coutinho. Algumas das empresas atendidas são: MDL Realty, FGMF Arquitetos, ACCOR Hotéis, entre outras.

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