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TI lidera ranking de empresas que mais realizaram fusões e aquisições no primeiro trimestre de 2017

Relatório da PwC Brasil mostra que setor é responsável por 21% dos investimentos realizados no Brasil entre janeiro e abril, um crescimento de 17% em relação ao ano passado

Abril terminou com queda no número de fusões e aquisições no Brasil, segundo relatório da PwC Brasil. Ocorreram 48 transações, número 13% menor que o registrado no mesmo período do ano passado, com 55 negociações. De janeiro a abril, houve 198 negociações, 22% abaixo da média de 254 transações entre 2010 e 2015 e 2% a menos que nos primeiros quatro meses de 2016.

O setor de Tecnologia da Informação (TI) representa 21% dos investimentos realizados em 2017, com 41 negócios – um crescimento de 17% em relação aos primeiros quatro meses de 2016. Em segundo lugar aparecem os serviços auxiliares, cujo crescimento é de 9% em relação a 2016. Os serviços públicos, com 15 transações, representam um crescimento de 275% em relação a 2016, quando houve apenas quatro transações – 8% do total.

A região Sudeste representa 70% nos negócios anunciados em 2017 (139 transações) até o mês de abril. No mesmo período do ano passado, ocorreram 129 transações. Foram anunciadas 31 transações no Sudeste e, em abril, redução de 11% em comparação a 2016, com 35. O estado de São Paulo aparece na frente, com 55% das negociações concretizadas, sendo 108 no total. Em 2016, foram 100 transações, sendo 90 na capital paulista. Na região Sul houve 26 negociações, número 13% inferior ao mesmo período de 2016 (30 transações). Transações com empresas estrangeiras representam 6% do total, com 12 negócios. Em 2016, foram anunciadas 18 transações.

Até abril, os investidores nacionais posicionam-se à frente dos investimentos realizados no Brasil, com 55% de participação nas negociações, crescimento de 2% quando comparado ao mesmo período de 2016. Com 82 transações realizadas até abril, os investidores estrangeiros tiveram uma redução nas participações – de 11% em relação ao mesmo período de 2016 (92 negociações).

De janeiro a abril, foram anunciadas 82 transações envolvendo capital estrangeiro, redução de 15% em comparação ao mesmo período do ano anterior (2016 – 97 transações). Somente no mês de abril foram 20 transações realizadas por capital estrangeiro, redução de 33% em comparação ao mesmo período de 2016 (30 transações). Os Estados Unidos lideram com 33% do total (27 negociações), uma redução de 13% comparado ao ano anterior (2016 – 31 transações), seguido pela França, com 10%, e Alemanha, com 5%.

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55% das pessoas estão dispostas a serem atendidas por robôs no lugar de médicos, aponta estudo da PwC

O uso crescente de inteligência artificial e da robótica na medicina está mudando o panorama global dos serviços de saúde e o papel dos médicos. Um estudo da PwC lançado mundialmente nesta terça-feira mostrou que a maior parte dos entrevistados está disposta a receber cuidados de robôs na área da saúde, que podem ir de diagnósticos de doenças até cirurgias de pequeno porte.

O estudo “What doctor? Why AI and robotics Will define New Health” foi baseado em entrevistas com cerca de 11 mil pessoas de 12 países da Europa, África e Oriente Médio. Mais da metade dos participantes (55%) declararam estar dispostos a serem atendidas por robôs com inteligência artificial, capazes de responder dúvidas sobre saúde, realizar testes, diagnosticar doenças e recomendar tratamentos.

A pesquisa concluiu que as pessoas se mostraram mais propensas a experimentar os cuidados de robôs se isso significa que terão acesso a diagnósticos mais rápidos e precisos e a melhores tratamentos de saúde. O “toque humano” continua sendo um componente crucial para os cuidados de saúde, mas a maior aceitação do uso de robôs indica um crescimento de confiança na tecnologia.

Países emergentes mostraram-se mais abertos à substituição de cuidados humanos por robôs do que aqueles com economia desenvolvida. Enquanto 94% dos entrevistados na Nigéria e 85% na Turquia declararam estar propensos ao uso de robôs e inteligência artificial nos cuidados com a saúde, no Reino Unido somente 39% dos entrevistados mostraram a mesma inclinação e na Alemanha, apenas 41%.

De acordo com a pesquisa, cerca de 50% dos entrevistados em todo o mundo se mostraram inclinados a se submeter a uma cirurgia realizada por um robô em vez de um médico. Essa inclinação mostrou-se mais forte na Nigéria, Turquia e África do Sul, onde 73%, 66% e 62% dos entrevistados, respectivamente, se disseram mais propensos a realizar uma cirurgia de pequeno porte feita por robôs, enquanto no Reino Unido somente 36% das pessoas declararam que fariam esta cirurgia, o menor percentual entre os 12 países pesquisados.

Mesmo no caso de cirurgias mais complexas, verificou-se que boa parte dos participantes do estudo estariam dispostos a se submeter a procedimentos comandados por robôs: 69% dos entrevistados na Nigéria, 40% na Holanda e 27% no Reino Unido.

Entre as motivações que levariam as pessoas a confiar os cuidados com a saúde à inteligência artificial, foram citadas principalmente a chance de obter um acesso mais rápido e fácil a serviços de saúde (36%) e a velocidade e exatidão de diagnósticos (33%). Falta de confiança na capacidade de tomar decisão dos robôs (47%) e falta de contato humano (41%) foram as principais razões citadas por quem não está disposto a se submeter a tratamentos comandados por robôs.

“Assim como acontece em outras áreas, as pessoas estão cada vez mais abertas ao uso da tecnologia, e não será diferente no setor de saúde. O emprego de robôs e inteligência artificial pode ajudar a tornar tratamentos e diagnósticos mais acessíveis e eficazes, sobretudo em países ainda carentes de um sistema de saúde bem estruturado”, avalia Eliane Kihara, sócia da PwC Brasil e líder de Health Services.

O estudo completo pode ser acessado pelo link http://pwc.to/2ncSFRZ

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Rodrigo Kede da IBM e Marcos Castro da PwC assumem a direção do IBEF-SP

Marco Castro, sócio-líder de Serviços de Auditoria da PwC Brasil (PricewaterhouseCoopers), é o novo presidente do Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças de São Paulo (IBEF-SP), para o biênio 2017 a 2019 , cargo antes ocupado por José Cláudio Securato, presidente da Saint Paul Escola de Negócios, que assume cadeira como conselheiro da instituição.

Rodrigo Kede, presidente da IBM América Latina, comandará o conselho de administração da entidade, sucedendo Henrique Luz, sócio da PwC. A cerimônia de posse acontece, na quarta-feira (15/03), às 12h, em almoço no Hotel Grand Hyatt-SP, com presença de CEOs e CFOs das principais companhias do País.

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PwC é considerada uma das 10 marcas mais poderosas do mundo

A PwC foi considerada uma das dez marcas mais poderosas do mundo e manteve sua posição como primeira colocada entre as marcas de serviço do ranking Brand Finance Index 2017, listagem anual que mede o valor de mais de 500 marcas mais conhecidas no mundo dos negócios.

Desde 2007 a firma é considerada uma das 100 maiores marcas globais e, mesmo competindo com companhias de tecnologia e consumo, permanece como líder na área de serviços.

Para chegar à lista das marcas mais valiosas, o Brand Finance Index utiliza uma série de métricas como conhecimento da marca, satisfação do cliente, recomendações, desempenho financeiro, investimento interno e participação no mercado. Também examina as práticas de governança e as visões de diferentes stakeholders das companhias.

“O ranking é uma classificação independente que confirma a força da marca PwC. O fato de permanecermos entre as dez marcas mais poderosas, – em um momento em que vários modelos de negócios são desafiados por empresas de vanguarda tecnológica -, mostra a solidez daquilo que construímos”, avalia Henrique Luz, sócio da PwC Brasil e membro de seu comitê de liderança no Brasil.

Acesso ao ranking completo: http://brandirectory.com/league_tables/table/global-500-2017

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57% dos CEOs brasileiros preveem crescimento em 2017

Os principais líderes empresariais brasileiros estão otimistas em relação ao crescimento de seus negócios: 57% deles acreditam que o faturamento irá se expandir nos próximos 12 meses. O percentual é quase o dobro dos 24% que previam expansão dos negócios em 2016 e 19 pontos percentuais maior do que a média entre os cerca de 1.400 CEOs entrevistados no mundo. Uma maioria ainda mais expressiva (79%) prevê crescimento de receita nos próximos três anos.

Os CEOs brasileiros também demonstram mais otimismo quanto ao cenário global de negócios. Quase a metade (43%) prevê crescimento econômico em 2017, 14 pontos percentuais a mais do que a média global de líderes (29%) que compartilha a mesma previsão.

Os resultados da 20ª Pesquisa Global com CEOs da PwC revelam um cenário positivo também globalmente. Cerca de 50% dos CEOs afirmam estar muito confiantes em relação ao aumento das receitas de suas empresas no médio prazo (três anos) e 38% têm essa mesma perspectiva já para este ano, ante 35% no ano passado.

Para 90% dos CEOs brasileiros, a expansão dos negócios nos próximos 12 meses se dará por meio de crescimento orgânico, globalmente 79% planejam seguir esse mesmo caminho. A estratégia para ampliar resultados envolve ainda redução de custos, para 86% dos brasileiros e 62% dos líderes globais, e a formação de alianças estratégicas, 62% no Brasil e 48% globalmente.

No Brasil, 45% dos líderes também pretendem investir em fusões e aquisições e 43% devem firmar parcerias com startups, ante 28% da média mundial. “O aumento do grau de confiança dos executivos brasileiros está bastante relacionado às perspectivas de retomada econômica do país”, diz Fernando Alves, sócio presidente da PwC Brasil. “Mas aspectos menos positivos, como a carga tributária e a necessidade de investimentos em infraestrutura, continuam a ser fonte de preocupação para o empresariado”, acrescenta.

Questionados sobre quais países, excluindo o Brasil, são mais importantes para os negócios, 67% responderam Estados Unidos, 43% China e 26% Argentina, fato que reflete a retomada da confiança naquele país. Globalmente, os CEOs estão focando em um mix maior de países para fechar parcerias de negócios, ao invés de centrar esforços apenas em países emergentes como vinham fazendo há alguns anos. Nos próximos 12 meses, a maioria dos líderes empresariais pretende investir nos Estados Unidos (43%), China (33%), Alemanha (17%), Reino Unido (15%) e Japão (8%).

Desafios Globais

Em relação às principais ameaças ao desempenho dos negócios, 88% dos executivos brasileiros citam o excesso de regulação (ante 80% da média mundial), o aumento da carga tributária (86% e 68% respectivamente) e a falta de infraestrutura (81% e 54%). Também há temores em relação a outros aspectos que podem representar dificuldades para a expansão das empresas, como a falta de profissionais com competências-chave, mencionada por 69% dos executivos brasileiros (no mundo, essa é uma preocupação para 77% dos CEOs), a velocidade dos avanços tecnológicos (64% e 70%) e a entrada de novos concorrentes (55% e 58%).

Globalmente, a pesquisa revela uma crescente preocupação com medidas protecionistas. Entre os entrevistados, 58% acreditam que já está mais difícil competir em nível global, devido a políticas nacionais mais restritivas.

“Embora os CEOs estejam mais confiantes com as perspectivas de crescimento, eles revelam três principais preocupações: a adoção de estratégias de gestão de pessoas e de tecnologia para formar profissionais adaptados à era digital; a preservação da confiança nos negócios num ambiente de crescente interação virtual; e o maior engajamento da sociedade na busca de soluções colaborativas, para que a globalização beneficie a todos”, destaca o chairman global do Network PwC, Bob Moritz.

Estes são também os principais assuntos em pauta nos próximos dias no Encontro Anual do Fórum Econômico Mundial, em Davos, onde Moritz anunciou há pouco os resultados da 20ª edição da Pesquisa Global com CEOs da PwC.

A PwC ouviu os maiores líderes empresariais do mundo a respeito dos impactos da globalização – há 20 anos, esse foi um dos principais temas da primeira edição da pesquisa. Ainda que reconheçam os benefícios obtidos, os CEOs questionam se houve algum efeito na redução da desigualdade e na mitigação dos efeitos das mudanças climáticas. Essa mudança de perspectiva fica evidente quando se compara os resultados da pesquisa com os da primeira edição, lançada em Davos em 1998.

A globalização é vista por 60% dos CEOs como responsável por melhorar o fluxo de pessoas, capitais, bens e informações e 37% acreditam que ela permitiu o surgimento de uma força de trabalho mais educada e capacitada. No entanto, 44% dos líderes avaliam que o movimento não colaborou para diminuir a diferença entre ricos e pobres.

O relatório final da pesquisa está disponível em: https://www.pwc.com/ceosurvey

Perfil da amostra:

A pesquisa foi realizada entre setembro e dezembro de 2016. Foram entrevistados 1.379 CEOs de 79 países, da Ásia (36%), Europa (21%) e América Latina (12%), por meio on-line, postal, por telefone e pessoalmente. A amostra é composta por empresas privadas (57%) e companhias abertas (43%), com faturamento superior a US$ 1 bilhão (36%); entre US$ 101 bilhões e US$ 999 bilhões (38%) e menos de US$ 100 milhões (21%) e empregam entre 1.000 e 5.000 funcionários (36%). Dos participantes 3% ocupam o cargo de CEO há mais de 25 anos. A maior parte dos executivos está no atual cargo há até cinco anos (51%). Entre os profissionais que responderam à enquete, 43% têm entre 50 e 59 anos de idade, 6% têm menos de 39 anos e 7% possuem acima de 65 anos.

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