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AOL reúne soluções de publicidade para plataforma mobile

O crescimento exponencial da utilização das plataformas móveis para consumo de informações, de mídia e como ferramenta de comunicação é um fenômeno global e o Brasil acompanha essa tendência. De olho no potencial de conexão das marcas com os consumidores, a AOL traz ao mercado a plataforma de mobile, que comercializa inventário mobile e oferece soluções focadas no uso crescente dos smartphones como principal acesso à web. Por estar sempre atenta às novidades e entender a jornada do consumidor, a empresa oferece no momento certo soluções de publicidade devidamente segmentada.

Dados da GSMA, a entidade que reúne a comunidade global de mobile, dão conta de que a média mundial de consumo de mobile é de três horas por dia e 84% deste tempo é em aplicativos, sendo que 22% é em redes sociais e 68% em aplicativos de notícias, games, entretenimento. De acordo com este mesmo estudo, os consumidores olham para as telas de seus smartphones 220 vezes por dia. Essa realidade torna crítico para as marcas, seus gestores e agências encontrarem formas de se engajar com essa audiência.

A AOL está presente em 70 mil aplicativos internacionais que também estão disponíveis no País. Tal presença alavanca o potencial de soluções que a empresa começa a oferecer agora para o mercado nacional. A plataforma ajuda a entender os hábitos e a jornada dos consumidores, e assim definir o target mais apropriado. Ainda por meio dos laboratórios de criação é possível trabalhar com agencias e clientes para trazer uma experiência rica para a marca, onde o engajamento do consumidor é muito maior, tudo pensado no ambiente mobile.

“Os smartphones hoje já são o principal meio de consumo de mídia para diversos públicos e esse cenário só tende a crescer. As soluções da AOL possibilitam que as marcas alcancem essas pessoas de forma mais assertiva e ofereçam formatos e possibilidades de campanhas pensadas exclusivamente para essa mídia. Isso aumenta e muito a eficácia das ações de comunicação, pois tudo é pensado para o ecossistema mobile”, afirma Marcos Swarowsky, diretor geral da empresa no Brasil.

A solução veio junto à aquisição da startup Millennial Media pela AOL, em setembro do ano passado. A empresa já detinha amplo conhecimento, tecnologia avançada e grande alcance de inventários mobile que foram impulsionados ainda mais pela força que a AOL passou a ter após ter sido adquirida pela Verizon, a maior companhia de telecomunicações dos Estados Unidos, no início de 2015.

Marcas como Netshoes, Mercado Livre, Hotmilhas, Danone Activia, Ford, Volkswagen, Expedia, NET, Colgate e Avon foram os primeiros clientes da AOL a adquirirem pacotes de mídia voltados exclusivamente para o ambiente mobile.

Um dos exemplos de sucesso é a campanha mais recente da Avon, #SintaNaPele, criada pela Mutato e a i-Cherry. Com o objetivo de divulgar o novo BB Cream Matte Avon ColorTrend, a marca reforçou seu posicionamento pró-diversidade e empoderamento com a mensagem de que o produto é “para todEs”. Para garantir que a mensagem chegasse a mais pessoas, a Avon contou com a AOL e seu time de Creative Services, equipe de criação exclusiva de AOL Mobile, que auxiliou criativamente definição dos três formatos customizados para a campanha. A recomendação envolveu interação em touch, vídeos e movimento – um formato novo em que o usuário tem que balançar o celular para interagir com o produto. Todas foram usadas de forma a potencializar a missão de entregar a mensagem da melhor maneira possível, levando em conta o momento e a abordagem mais adequados para o target. “A contribuição da AOL na estratégia de mídia foi fundamental para potencializar nossa mensagem, que viralizou e virou assunto na vida das pessoas” declara Rafaella Gobara, gerente de marketing digital da Avon.

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Uso de bloqueadores de publicidade online chega a 15% da audiência no Brasil e preocupa marcas e anunciantes

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Os principais anunciantes e veículos digitais em todo o mundo estão muito preocupados com os ad blockers, aplicativos que bloqueiam a visualização dos anúncios na internet. E com razão. Apenas no Brasil, de acordo com o levantamento realizado pelo IVC (Instituto Verificador de Comunicação), cerca de 15% da audiência no Brasil já se utiliza deste tipo de software para driblar a publicidade online. E este número tende a crescer: pesquisa divulgada ano passado pela Page Fair em conjunto com a Adobe apontou um crescimento de 41% no uso global de ad blockers entre 2014 e 2015.

Em resposta a esta forte perda de receita, alguns veículos já começaram a utilizar bloqueadores dos bloqueadores. Na prática, eles impedem o acesso ao seu conteúdo por pessoas que estejam usando ad blockers e não sejam assinantes pagos. “Estamos vivendo um verdadeiro ‘braço de ferro’ entre a liberdade de acesso ao conteúdo dos usuários e o direito dos veículos de obterem receita pela produção de seu material”, explica Celso Ribeiro, fundador e diretor comercial da BR Media Group. Ribeiro defende algo que parece óbvio, mas não tem sido posto em prático: é preciso entender o que o consumidor busca para se dirigir e comunicar com ele, seja ao transmitir informações ou publicidade.

Consumidor: o que ele quer dizer com o uso de ad blockers?

O que hoje já se sabe é que a reação do consumidor que busca bloquear a publicidade on-line não deve ser menosprezada. Mais do que falta de paciência, ela revela uma desconexão entre as mensagens e formatos com o público que estes anúncios deveriam conquistar. Mais uma vez, se opta pela antiga prática de tentar colocar a publicidade ‘goela abaixo’ do consumidor.

“Enquanto é absolutamente lícito que os veículos busquem garantir, por meio da publicidade, a sustentabilidade econômica de seus negócios, os anunciantes precisam entender que é hora de tornar suas mensagens o menos invasivas possível”, explica Celso Ribeiro.

Publicidade invasiva x marketing de conteúdo

Como resposta a este tipo de publicidade invasiva vem à tona o marketing de conteúdo, ou seja, a inserção das marcas e suas mensagens no próprio conteúdo passa a ser uma opção cada vez mais relevante para garantir sua audiência. O que antes era feito através do merchandising hoje se desenvolveu em uma série de novos modelos e formatos com o crescimento das mídias digitais.

Não é a toa que este novo mercado de ativação nas redes sociais de influenciadores apresenta um crescimento anual de cerca de 60% desde 2013, curva que deve se acelerar ainda mais com a disseminação dos ad blockers.

Nas redes sociais, por exemplo, a presença das marcas em vídeos, clipes musicais, fotos e posts de influenciadores cresceu de forma impressionante. Isso vale tanto para o Instagram e Facebook, quanto para o Snapchat, Facebook Mentions, Twitter e, de forma acentuada, para o YouTube.

Novas formas de marketing de conteúdo: product placement e brand interaction

Atualmente é possível se fazer relevante sem ‘brigar’ com seu público-alvo ou ‘empurrar goela abaixo’ sua mensagem publicitária. Muitas marcas já perceberam que a modalidade pre-roll (comerciais antes dos vídeos) além de serem um dos alvos preferenciais dos ad blockers, têm uma grande rejeição por parte dos usuários, que em grande maioria aguardam o tempo mínimo para sair deste material e ver o que realmente os levou àquele link.

Recentemente, por exemplo, a fabricante de celulares Asus mostrou ao mercado e ao público como fazer isso. A empresa apostou numa ação de product placement (merchandising) de seu Zenfone no clipe da música ‘Romântico Anônimo’ da dupla Marcus e Belutti. “Com mais de 27 milhões de visualizações, a ação teve um custo para o cliente de apenas R$ 0,002 por view, totalizando um valor de mídia muito abaixo do praticado pelo mercado e com forte engajamento dos usuários por estar de uma forma contextualizada com o roteiro do vídeo clipe. Além de tudo, este tipo de ação é totalmente livre do bloqueio dos ad blockers”, comemora Celso Ribeiro, diretor da BR Media Group, responsável pela ativação.

Mais do que simplesmente evitar a ação dos bloqueadores, a presença das marcas dentro do conteúdo dos influenciadores (brand interaction) torna a mensagem muito mais amigável. O consumidor busca a informação ou entretenimento que deseja, e a marca aparece dentro de um contexto que combina suas mensagens com o estilo e propósito daquele canal. “Cada vez mais os próprios influenciadores atuam, em conjunto com as agências especializadas, para garantir que a ação comercial esteja alinhada, não correndo o risco de agredir sua audiência”, conta Ribeiro.

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Novo app concede prêmios aos usuários em troca de visualização de publicidade

Com a finalidade de auxiliar usuários de planos pré-pago e controle na economia de gastos, acaba de chegar ao mercado o Mobonus. Disponível para o sistema Android, o aplicativo concede bônus de celular para dados de internet, ligações e envio de SMS, para a mesma operadora, em troca de visualização de anúncios publicitários, ofertas, lançamento de produtos, downloads de jogos e aplicativos, entre outras ações.

Zhen Zhang, idealizador do Mobonus, explica que assim que instalado, o app ficará em execução no smartphone. Dessa forma, toda vez que o dono desbloquear a tela, ele visualizará um novo anúncio. Quando o usuário clica na publicidade ou realiza a ação solicitada ganha uma pontuação, que varia entre 2 e 100. “Com o acúmulo de 210 pontos já é possível fazer a troca por bônus de internet, SMS e ligações para a mesma operadora. Ou seja, as pessoas assíduas conseguirão resgatar o prêmio mais acessível em apenas dois dias”, complementa.

Estimativas de mercado apontam que clientes pré-pagos costumam inserir em média R$ 7 de crédito por semana, totalizando R$ 28 no mês. Ao utilizar o Mobonus, o usuário tem a possibilidade de reduzir em até 50% o gasto mensal na compra de créditos, uma vez que o bônus pode auxiliar no gastos com ligações e envio de SMS para a mesma operadora. “O grande diferencial é que concedemos os prêmios sem mudar a rotina das pessoas. Além disso, possibilitamos que o bônus seja transferido para terceiros, caso seja a vontade do usuário. Futuramente, a ideia é inserir no pacote de prêmios assinaturas de sites e outros produtos do gênero”, informa Zhang.

O executivo ressalta ainda a necessidade de o usuário criar um login no momento em que realizar a instalação do Mobonus, uma vez que se não estiver logado, os pontos automaticamente serão zerados ao final do dia. “Estamos muito entusiasmados com a iniciativa e esperamos alcançar mais de 2 milhões de downloads até o final do ano”, finaliza.

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