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Como está a transformação digital nas empresas brasileiras?

Por Júlio Moravia

Há ainda um longo caminho para que se alcance a transformação digital nas empresas e são muitos os desafios a serem superados. O primeiro, evidentemente, é de ordem econômica, pois somente a volta da economia brasileira a um patamar mais elevado será capaz de impulsionar investimentos em tecnologias e o desenvolvimento de novos modelos de negócios. Com um mercado mais aquecido e um cenário mais promissor, empresas de todos os setores vão procurar participar da economia digital, buscando aumentar o engajamento dos seus clientes em todas as conexões que possam estabelecer seu ciclo de experiência. A outra grande barreira é de ordem técnica, pois, infelizmente, ainda estamos longe de alcançar o nível de maturidade tecnológica necessária para que as empresas usem a tecnologia para dar um salto de performance e promover mudanças na forma como seus negócios são feitos.

Um estudo muito recente realizado pelas empresas Dell EMC e Intel procurou identificar como está a infraestrutura de TI das companhias no Brasil para que possam usar de fato a tecnologia para entrar na era dos negócios digitais. O levantamento, feito com 250 profissionais de TI, revelou que, de 0 a 100, a infraestrutura das companhias instaladas no país atingiram uma média de apenas 43,7. Ou seja, a situação está longe de ser propícia para o avanço rumo à transformação digital. Ainda nesta pesquisa, podemos ver que as empresas brasileiras tiveram o menor resultado no indicador Automação de Processos, com uma média de 33,9 pontos. No que tange à Modernização da Infraestrutura, a média foi de 42 pontos e o melhor indicador apresentado, o de Processos Internos e Cultura, resultou em 55,2 pontos.

Ou seja, ainda muito longe das inovações de caráter disruptivo, o estudo sinaliza que boa parte das empresas brasileiras não está apta à digitalização, pois não atingiu um patamar aceitável de gestão com processos automatizados. Isso sem falar nas questões de infraestrutura, cujo uso de novas soluções está progredindo nas empresas de forma muito mais lenta do que o necessário, como demonstram, mais uma vez, os resultados desta pesquisa. As patrocinadoras do estudo colocam a disposição um benchmark para que as empresas avaliem a maturidade das suas infraestruturas de TI e o que falta para partirem rumo à transformação digital.

Entre as muitas reflexões possíveis com a publicação deste estudo, detenho-me a um ponto que considero crucial para o avanço rumo a um estágio tecnológico superior. Por que a área de TI, ou seus gestores, ainda não é vista nas organizações como estratégica? É sabido que para competir em mercados cada vez mais complexos é preciso encarar de frente os gargalos tecnológicos. Então, está mais do que na hora das companhias tomarem decisões que as impulsionem na direção de estágios tecnológicos avançados. E para alcançar esta TI mais estratégica, capaz de garantir o sucesso dos negócios, é vital trazer para dentro das organizações competências e expertises que dinamizem e revigorem os projetos de tecnologia. Principalmente nas companhias de médio porte, nas quais é imperativo maximizar o retorno dos recursos investidos, é necessário buscar parceiros que aportem conhecimentos e olhares externos para propor o avanço efetivo e em maior velocidade.

Deixo aqui algumas recomendações para a escolha de uma consultoria de TI que possa auxiliar na necessária transformação digital. A primeira é procurar quem tenha conhecimento sobre seu ramo de negócios, seja seguros, saúde, telecom, educação, varejo ou manufatura. Ao mesmo tempo, é importante que esta empresa trabalhe com fabricantes e tenha conhecimento certificado nas melhores tecnologias como IBM, Microsoft, Oracle, Google, Apple, entre outras.

Outro ponto importante é buscar empresas que possam conduzir seus projetos de forma mais personalizada, ágil, aderente às necessidades e à cultura da sua empresa. Desta forma, terá maior flexibilidade, custos adequados e não será “mais um” em uma carteira de milhares de clientes. Se seu projeto não for de natureza global, como rollouts no Brasil, por exemplo, sugiro também que escolha uma empresa local que, certamente, entende melhor as particularidades e regulamentações do nosso mercado.

Mas, sobretudo, é importante manter sempre o olhar estratégico sobre os projetos. É preciso estar em sintonia com o objetivo maior da empresa e para isso é necessário buscar parceiros capazes de ajudar a antever os movimentos específicos do mercado. Para aprimorar processos, reduzir custos, estabelecer novos pontos de contato com o consumidor digital e destacar-se dos concorrentes, é preciso buscar os novos paradigmas e a inovação, seja nos métodos de atendimento ou nas formas de acompanhar a disruptura dos mercados. Só assim estaremos no caminho certo para alcançar transformação digital nas empresas brasileiras.

Júlio Moravia é CEO da Provider IT, uma das principais consultorias e provedoras de serviços de TI, com 20 anos de existência.

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Provider IT fecha contrato com a TAESA para implementar solução de governança de TI

Otimizar a performance de seus ambientes de TI e melhorar o tempo de resposta para as demandas. Com esses objetivos, a Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. – TAESA, um dos maiores grupos concessionários de energia elétrica do país, acaba de investir na implementação de uma solução de governança de TI, que permitirá melhorar seus processos, reduzir custos, além de garantir maior segurança, conformidade com normas regulatórias e manutenção e disponibilidade dos serviços de TI. O projeto será conduzido pela Provider IT, uma das principais consultorias e provedoras de serviços de TI com 20 anos de existência. Este primeiro contrato firmado com uma empresa do setor de energia é decorrente da estratégia de expansão da consultoria com presença consolidada em mercados como financeiro e de seguros.

“É de importancia estratégica para as companhias de capital aberto, sobretudo as que atuam em mercados com regulação, a ampliação dos seus sistemas de controles em todos os âmbitos corporativos, inclusive na área de TI. A adoção dessa plataforma permitirá à Taesa configurar e controlar todas as demandas operacionais que chegam à área de TI oriundas dos diferentes setores da empresa, inclusive os processos que entram em produção”, explica Evandro Abreu, diretor executivo da Provider IT.

A ferramenta adotada para governança de TI, SAP Solution Manager, apoia a gestão de projetos SAP e processos de negócios, monitora sistemas, interfaces e processos, além gerenciar incidentes e problemas no dia a dia. Com a implementação da plataforma, a TAESA terá benefícios como a melhor visibilidade, execução, alinhamento e melhorias nos processos de negócios, harmonizando e administrando os dados empresariais, além de fortalecer a governança empresarial, garantindo a conformidade, segurança e controle de riscos.

O projeto terá duração de quatro meses, além de um mês adicional de operação assistida pelo time de especialistas da Provider IT. Parte da equipe da consultoria realiza as operações remotamente e, outra, tem atuação presencial na TAESA.

A Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. – TAESA – é um dos maiores grupos privados de transmissão de energia elétrica do Brasil em termos de Receita Anual Permitida (RAP). A companhia é exclusivamente dedicada à construção, operação e manutenção de ativos de transmissão, com aproximadamente 10 mil Km de linhas de transmissão em operação, mais sete concessões adquiridas em leilão, que somam um total de 2.099 km de extensão em construção. Além disso, a TAESA possui ativos em 70 subestações em operação com nível de tensão entre 230 e 525kV, presença em todas as regiões do país e um Centro de Operação e Controle localizado em Brasília. Atualmente a companhia detém 34 concessões de transmissão, possuindo 100% dos ativos de quinze concessões, participação na ETAU, Brasnorte, Paraguaçu e Aimorés, ERB1 e em 14 concessões da TBE.

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Marcação de consulta inteligente atrai novos consumidores digitais e aprimora a experiência dos usuários

Por Wilson Menezes

A crescente competitividade do mercado brasileiro de saúde e odontologia acrescida às pressões com custos, riscos e efeitos regulatórios, são desafios a serem enfrentados pelos competidores deste setor. Neste contexto, um ponto crítico para o sucesso das empresas é o atendimento ao cliente, fator preponderante na escolha do provedor de serviços. Uma pesquisa recente realizada pela Microsoft revelou que 97% dos consumidores no mundo dizem que o atendimento ao cliente é importante para sua escolha de uma marca ou serviço. Em um ambiente marcado pela transformação digital e com consumidores cada vez mais exigentes em relação à qualidade do serviço prestado, a tecnologia emerge como grande aliada para ajudar a atrair novos consumidores digitais, aprimorar a experiência dos clientes e aumentar a lucratividade.

Por isso, alguns recursos tecnológicos tornaram-se indispensáveis para as empresas e instituições adequarem-se à era digital. A marcação de consulta inteligente, por exemplo, tem por objetivo facilitar a interação entre o prestador de serviço e o paciente beneficiário e seus dependentes quanto à disponibilidade e marcação de uma consulta, independente do tipo de procedimento, sem a necessidade de ligação telefônica ou presença física, por meio de aplicativos nos dispositivos móveis e na internet. Uma solução que garante um serviço de melhor qualidade, além de otimizar processos e ainda reduzir os custos.

Esse tipo de tecnologia direcionada ao paciente contempla funcionalidades para atender diferentes tipos de solicitação de agendamento, como pedido de agendamento ao prestador, marcação em tempo real de uma agenda disponível do prestador e agendamento reverso – quando o cliente envia para vários prestadores o pedido de agendamento, sendo concluído o agendamento no aceite do primeiro prestador a responder. Estes aplicativos inteligentes de marcação de consulta permitem que o paciente não só acompanhe, mas também altere e cancele seu agendamento. Uma ferramenta prática e eficiente, uma vez que promove ao paciente um horário com seu prestador sem que precise perder horas ao telefone em busca de um atendimento próximo e com data disponível.

Ao oferecer maior disponibilidade de agenda e facilitar o processo de marcação de consulta, as instituições de saúde garantem um diferencial e ampliam sua base de pacientes, que são atraídos pelo perfil online da instituição. Além disso, toda a gestão interna e o atendimento tornam-se mais ágeis, simples e precisos, já que as consultas marcadas online já chegam com os dados do paciente, facilitando a elaboração das fichas e desafogando o telefone. O paciente é tratado com mais atenção em todas as etapas de sua jornada de atendimento.

Trata-se de uma quebra de paradigmas para todos os envolvidos. A aplicação da tecnologia a favor dos segurados e dos parceiros de negócios garante melhor qualidade nos serviços prestados. A exemplo de modelos de negócios disruptivos como Uber, as plataformas de agendamento online empoderam o usuário/cliente/paciente, tornando-o um tomador de decisão. Isto tudo, além de elevar a confiança do consumidor/paciente, que passa a sentir-se mais tranquilo em relação ao atendimento, alinha as instituições ao patamar de serviços da era digital, promovendo a almejada experiência única, personalizada e com maior valor agregado.

Wilson Jesus Menezes é Diretor Executivo da Provider IT, uma das consultorias e provedoras de serviços de TI que mais cresce e inova no país.

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Insurtechs: o impacto das plataformas de negócios no setor de seguros

Por Alexandre Salema

Com tantas inovações acontecendo, é preciso olhar para o futuro como uma bússola, no sentido de nos orientar ao melhor caminho para os negócios. Algumas empresas ainda têm dificuldade em abrir mão de certos valores e crenças, o que as mantêm aprisionadas ao passado. Essa inércia abre espaço para que os inovadores lancem-se à frente, provocando uma revolução no mercado.

Plataformas de negócios como Uber, AirBnb e Netflix, por exemplo, chegaram para mudar a regra do jogo. Enquanto a empresa tradicional foca em atividades que, através de uma cadeia de valor, entrega um produto ou um serviço para o cliente, o modelo de negócios baseado em tecnologia e mobilidade conecta participantes em um ecossistema que gera valor para ambos os lados.

Os exemplos clássicos desse modelo são a Uber, plataforma que conecta motoristas a pessoas que precisam de transporte privado sob demanda e a AirBnb, que conecta hóspedes a donos de imóveis disponíveis para hospedagem. Ambos impactaram fortemente seus mercados em todos os países em que atuam.

Pouco a pouco, modelos de negócios baseados em plataformas atingem outras indústrias, inclusive no segmento de seguros, onde grandes companhias ainda resistem à mudança de processos e determinam um ritmo naturalmente mais conservador. Mas as inovações de caráter disruptivo também alcançaram este setor por meio das Insurtechs, startups que unem o mercado de seguros aos benefícios da tecnologia, apresentando novos modelos de negócios para as seguradoras.

A grande questão é: as empresas líderes do mercado segurador estão observando esse movimento com a atenção devida? Estão de alguma forma preparando-se e colocando-se em posição para ditar essa mudança ou assistem de forma passiva a chegada dessas inovações?

Toda plataforma de negócio bem sucedida surge a partir de uma dor e no segmento de seguros isso não é diferente. Estamos falando sobre um segmento que atua sob regulação de mercado e que depende sempre de um intermediário para relacionar-se com o cliente, entre outras complexidades.

Para abraçar esse caminho da inovação apontado pelas Insurtechs será preciso superar grandes desafios. Na questão da regulação, hoje o Susep é responsável pelo controle e fiscalização do setor de seguros, previdência privada aberta, capitalização e resseguro e suas regras precisariam ser revistas para que as plataformas pudessem atuar. Por outro lado, as grandes companhias do segmento, certamente resistirão a qualquer mudança que possam impactá-las, assim como acontece hoje com os taxistas e o Uber e seus concorrentes.

No entanto, o fato do mercado de seguros hoje precisar da figura do intermediário para gerir muitos processos, pode impulsionar o uso da plataforma, facilitando a interface com o cliente. Uma insurtech poderia inovar e desenvolver uma plataforma para agilizar a comunicação entre seguradoras e clientes.

Também no que tange a regulação de sinistros, o modelo de insurtech é capaz de desenvolver uma plataforma para permitir a intermediação de seguradoras e reguladores de sinistro. Hoje, as reguladoras atuam em conjunto com as seguradoras, entretanto, é preciso que se restrinjam apenas à regulação. Por meio de uma plataforma de negócios, as seguradoras enviariam o sinistro para que um regulador pudesse atuar. Pode ser que as seguradoras não sintam-se confortáveis e seguras ao passar um sinistro diretamente para o regulador, já que o modelo atual exige um contrato que garante a qualidade do serviço das reguladoras. Mas, o processo de disrupção passa pela quebra de paradigmas.

No modelo das plataformas, que valoriza a pontuação do serviço prestado, acontece uma seleção natural de players. Os profissionais que prestam serviços medianos ou ruins são excluídos do processo. É assim que já funciona na Uber, AirBnb e em outras plataformas. Os benefícios também serão percebidos de forma mais acentuada na diminuição dos custos dos serviços, à medida que a plataforma cria um processo mais leve e menos dispendioso, comparado a uma grande empresa.

É fato que as mudanças acontecerão. Agora cabe às empresas optarem por definir essas transformações e serem protagonistas ou ficarem em uma posição arriscada, como meros observadores.

Alexandre Salema é Gerente Executivo da Provider IT, uma das consultorias e provedoras de serviços de TI que mais cresce e inova no país, com vasta experiência e foco no mercado Financeiro, de Seguros, Previdência e Saúde.

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O impacto da Inteligência Artificial na indústria financeira

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De todas as importantes tendências tecnológicas que impactam a indústria financeira, a chamada Inteligência Artificial (I.A.) vem dando o que falar. Assim como sua “prima” Blockchain, a I.A. traz à tona questões de grande impacto na sociedade e na economia global.

Estamos falando de disrupção generalizada não só dos modelos de negócios, mas também do mercado de trabalho com enormes mudanças previstas no conjunto de habilidades necessárias para prosperar neste novo cenário.

A Inteligência Artificial é a combinação de múltiplas tecnologias que permitem que as máquinas percebam, compreendam e atuem – e aprendam por conta própria ou complementem as atividades humanas.
O sucesso da I.A. depende da relação simbiótica entre o homem e a máquina, de estratégia e de um constante exercício de aprendizagem. Ainda são seres humanos que a projetam.

Um recente estudo sobre o impacto da Inteligência Artificial na economia, realizado pela Accenture, revela que a I.A. é o novo fator de produção e tem potencial para gerar novas fontes de crescimento. A previsão é de que as taxas de crescimento econômico anuais sejam duplicadas até 2035 e a produtividade da força de trabalho aumente em até 40%.

Enquanto alguns pesquisadores preveem que a automação conduzida pela I.A. pode afetar 49% das atividades de trabalho e eliminar cerca de 5% dos empregos, um novo estudo do IDC/Salesforce aponta que até 2021, atividades de CRM habilitadas pela Inteligência Artificial poderiam aumentar as receitas de negócios globais em US$ 1,1 trilhão e criar 800 mil novos empregos novos – superando os perdidos para a automação.

Já o artigo do New York Times, The Real Threat of Artificial Intelligence, apresenta uma outra perspectiva: “a transformação promovida pela Inteligência Artificial resultará em enormes lucros para as empresas que a desenvolvem, bem como para as empresas que a adotam. Por outro lado, também está prestes a provocar uma diminuição em grande escala de empregos – principalmente aqueles de menor remuneração”.

Estamos enfrentando dois desenvolvimentos que não se harmonizam facilmente: enorme riqueza concentrada em poucas mãos e um número enorme de pessoas fora do mercado de trabalho. O que precisa ser feito?

“Nada em si é bom ou mau; tudo depende do que pensamos” (Hamlet)

Os bancos estão se tornando repositórios fantásticos de informação. A quantidade de dados gerados pela interação de clientes em seus canais digitais aumenta exponencialmente em volume e em complexidade, e extrapola a fronteira de serviços financeiros.

Big Data, Machine Learning e alto poder computacional proporcionam uma melhor compreensão das expectativas e intenções dos clientes, possibilitando experiências aprimoradas e melhor posicionamento competitivo, enquanto a adoção de Inteligência Artificial impulsiona a eficiência operacional.

A entrega de produtos e serviços mais ágeis e flexíveis, inovadores, oferecidos com tecnologia de ponta e a custos menores determinou a transformação das organizações e de suas competências atuais.
Estruturas hierárquicas tradicionais caminham para modelos colaborativos, com quadros de funcionários bastante reduzidos, complementados pela aproximação de talentos de fora da estrutura corporativa – a exemplo do que vem acontecendo na recente parceria entre bancos e fintechs.

As instituições financeiras estão expandindo as fronteiras de seus laboratórios de inovação para se organizar em grupos de trabalho e consórcios, onde a interoperabilidade e a criação de um novo ecossistema têm sido as questões a endereçar.

Esperamos que nas mesas de discussões, estejam concentrados em moldar um futuro onde predomine o propósito de uso da tecnologia para empoderamento das pessoas dentro e fora das organizações. Caso contrário, muito em breve teremos de lidar com uma crise existencial coletiva.

Regina Giovanolli é Gerente Executiva da Provider IT.

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Provider IT e Outsystems apostam no mercado de soluções digitais

A Provider IT, uma das principais consultorias e provedoras de serviços de TI do país, acaba de firmar uma parceria com a OutSystems, fornecedora líder em plataforma para desenvolvimento de aplicações móveis segundo o Gartner Magic Quadrant 2017. A nova aliança permitirá a Provider IT comercializar licenças, ministrar treinamentos e prover serviços na plataforma. Com esta iniciativa, a consultoria de TI reforça sua oferta em soluções digitais que devem representar 35% do seu faturamento nos próximos dois anos, impulsionada pelos projetos envolvendo a tecnologia da Outsystems.

“Consideramos a parceria com a Outsystem estratégica, pois intensifica a conexão com uma tecnologia 100% alinhada ao mundo digital, no qual é preciso ser muito mais rápido e eficiente no que diz respeito às soluções”, afirma Julio Morávia, CEO da Provider IT. O executivo ressalta que, além de elevada produtividade, a curva de aprendizado da plataforma é muito rápida, o que proporciona um excelente tempo de resposta.

“A Provider IT é uma empresa reconhecida pela qualidade nos seus serviços e possui atuação em setores estratégicos. Com esta parceria, unimos a capacidade de entrega rápida de soluções da plataforma OutSystems com o amplo conhecimento de negócios da Provider IT e entregamos o que o mercado precisa para tornar real a transformação digital”, complementa Lázaro Pinheiro, CEO da OutSystems Brasil.

A Provider IT dispõe de equipes com elevado domínio técnico na plataforma OutSystems, somando mais de 30 mil horas de desenvolvimento de projetos nessa plataforma nos últimos 12 meses. Além disso, a companhia já possui contrato de ISV (utilização da plataforma para desenvolvimento de soluções em um ambiente próprio), desde 2016. A inovadora tecnologia aliada à vasta experiência e conhecimento de negócios, distingue a Provider IT como provedora no mercado de soluções digitais.

A plataforma OutSystems acelera o desenvolvimento de novos serviços e produtos, e permite uma clara redução dos custos e do time to market, além de uma resposta mais célere e ajustada às reais necessidades dos clientes. Os projetos realizados pela Provider IT geraram resultados efetivos aos clientes, reduzindo o tempo de entrega e custos no desenvolvimento da ordem de 60%.

Estes projetos envolveram soluções WEB, Mobile IOS e Android e WS em diferentes segmentos. Para Seguros, setor em que a Provider IT atua fortemente há mais de 20 anos, foram criadas aplicações como Renovação Digital com um Clique; Sinistro Inteligente; Insurance User Experience; Digital Insurance Vendas; Gestão de Comissão; Gestão de Contas a Receber; Pagamento Online e Vendas de Seguros Omnichannel. Para o mercado de Capitalização, a empresa desenvolveu um aplicativo Lúdico User Experience, com o intuito de ampliar a experiência digital dos clientes de uma corretora. Além disso, a Provider IT desenvolveu uma plataforma de investimento multiproduto para uma empresa de finanças, umas das áreas de atuação prioritárias da companhia.

Já no segmento de Saúde Suplementar, no qual as empresas também enfrentam grandes desafios de custos, a equipe de especialistas da Provider IT criou soluções para venda digital de planos de saúde e odontológicos e auditoria da conta do SUS. Ainda no campo da saúde, mas para Laboratórios e Hospitais, foram desenvolvidos aplicativos para marcação de consulta e exames.

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Tecnologia Cognitiva não é mais ficção científica – Por Acácio Alves

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Em janeiro deste ano a imprensa noticiou o uso de inteligência artificial (IA) a partir da plataforma cognitiva IBM Watson, pela seguradora japonesa Fukoku Mutual Life. Ainda que reforce a nossa percepção de que o Japão produz inovações comparáveis ao mundo da ficção científica, a notícia demonstrou o fato de que as empresas de seguros já estão à frente, inovando e ditando tendências ao aplicarem em seus processos de negócios plataformas sofisticadas como o IBM Watson.

Na Fukoku o novo sistema fará cálculos de pagamentos devidos ao segurados, com base em análises de informações não estruturadas de texto, vídeo e imagens. Serão analisados sem intervenção humana milhares de dados, com informações médicas como tempo de internação, procedimentos realizados, histórico dos pacientes, entre muitas outras. Claro que os valores apontados pelo sistema de IA terão que passar pela aprovação dos profissionais da companhia que finalizarão o processo para efetuar os pagamentos.

A Fukoku investiu o valor correspondente a R$ 5,5 milhões e espera economizar, por ano, quase R$ 4 milhões neste processo em que está substituindo a mão de obra humana por algoritmos. Em menos de dois anos, a empresa pretende alcançar o almejado ROI e, segundo o jornal britânico The Guardian, esta mudança resultou em um aumento de produtividade de 30%.

Enfim, o processo de inclusão de tecnologias avançadas é irreversível e sistemas como este da Fukoku podem tornar-se assistentes poderosos dentro das organizações, elevando a eficiência a níveis difíceis de serem atingidos apenas com equipes humanas. As capacidades gigantescas dos sistemas cognitivos e seus constantes aprendizados produzem resultados humanamente impossíveis de serem alcançados. Por isso, as empresas em países como o Japão intensificam os processos de automação para somar tecnologias à experiência das equipes em muitos processos e indústrias. A mesma reportagem do The Guardian menciona um relatório do Instituto de Pesquisas Nomura que prevê que, até 2035, 50% dos trabalhos feitos no país serão executados por robôs. As empresas e desenvolvedoras de soluções estão diante de um cenário de grandes oportunidades, uma vez que existe uma infinidade de possibilidades que se abrem com o mundo cognitivo e com o processamento de dados não estruturados, as quais podem ser desenvolvidas e aplicadas em diferentes indústrias, a exemplo do que a seguradora Fukoku Mutual Life faz hoje, pioneiramente.

Acácio Alves, Diretor Executivo da Provider IT.

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Provider IT realiza programa de trainee para recrutar novos talentos

Marcia Fernandez é coordenadora responsável pela área de Desenvolvimento e Atração da Provider IT

Marcia Fernandez é coordenadora responsável pela área de Desenvolvimento e Atração da Provider IT

A Provider IT, uma das principais consultorias e provedoras de serviços de TI do país, promove regularmente um Programa de Trainee, iniciativa que vem sendo muito bem sucedida e uma porta de entrada para novos talentos na empresa. Neste ano de 2017, durante todo o mês de março, nove jovens profissionais – entre recém-formados ou alunos do último ano da universidade – receberam uma preparação técnica com o objetivo de aperfeiçoar seus conhecimentos para serem integrados às equipes de projetos em andamento na companhia, especialmente relacionados à tecnologia da informação aplicada às indústrias de Bancos e Finanças e Seguro e Saúde.

“A Provider IT acredita no sucesso desta troca entre a companhia, que investe no desenvolvimento de seus trainees, e os novos profissionais, que ganham conhecimento e experiência com a proposta de seguirem carreira na empresa. Este programa conta com um processo de busca por profissionais que, além de boa base técnica, identifiquem-se com os valores da empresa, fortalecendo assim a cultura organizacional”, explica Marcia Fernandez, coordenadora responsável pela área de Desenvolvimento e Atração da Provider IT.

O programa da Provider IT foi criado em 2015 com o objetivo de desenvolver e iniciar talentos em uma projeção profissional, oferecendo oportunidade para que os profissionais no começo ou mudança de carreira tornem-se mais preparados para o mercado de trabalho. O resultado vem sendo muito positivo no que diz respeito ao amadurecimento dos participantes do programa dentro da área que atuam. Em menos de dois anos, mais de 30 trainees já foram contratados pela companhia, distribuídos em diversas equipes da área técnica.

Ao impulsionar esses profissionais na direção de uma base sólida e capacitação voltadas para as necessidades de mercado, a Provider IT procura complementar a formação e a base de conhecimento de novos talentos. “A experiência é sempre muito rica tanto para a organização quanto para as equipes. As novas gerações contribuem com ideias surgidas no dinâmico ambiente acadêmico e os profissionais seniores com a experiência, fortalecendo as equipes e promovendo as melhores soluções e projetos”, ressalta a coordenadora.

Atuando desde 1996, a Provider IT consolidou-se como uma das mais importantes consultorias de TI para o setor de seguros, mantendo desde a sua fundação clientes líderes de mercado. A companhia vem expandindo sua oferta para beneficiar grandes empresas de diversas indústrias. Com um time altamente qualificado de 400 profissionais, a Provider IT oferece atendimento ágil, soluções inteligentes e personalizadas, alinhadas às demandas digitais. Com sedes no Rio de Janeiro e em São Paulo, a Provider IT atende companhias de médio e grande porte, em todo o Brasil.

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O Brasil na era da digitalização bancária – Por Reginaldo Santos

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A digitalização bancária já é uma realidade. Mesmo as instituições que efetivamente ainda não possuem processos automatizados o bastante para caracterizar esse conceito, esforçam-se para passar essa imagem do “novo banco”. Para destacarem-se em um mercado cada vez mais competitivo, as instituições precisam estar alinhadas e preparadas para essa nova realidade digital.

Essa necessidade está atrelada ao cenário de clientes cada vez mais informados e conectados e de suas novas expectativas em relação aos serviços que consomem, não só financeiros, mas com influência inclusive das demais indústrias e de suas redes de relacionamento.

A digitalização bancária chega para atender esse consumidor moderno, que agora consegue transacionar com as instituições sem a necessidade de intermediários por meio de seu dispositivo – como desktop, notebook, celular, tablet -, facilitando o relacionamento e melhorando a comodidade do cliente.

Com a chegada das agências digitais, os bancos passam por uma quebra de paradigma no que diz respeito ao relacionamento com seus clientes. O foco deixa de ser a concorrência e as instituições direcionam seus esforços para aprofundar o entendimento de seus clientes, suas necessidades e expectativas. Assim, surge uma nova cultura digital, na qual é necessária não só uma adaptação de produtos e serviços, operações, modelos de negócio e organização, como uma ampliação de serviços para uma abordagem consultiva em relação ao cliente e colaborativa em relação ao mercado.

Já os clientes esperam ser “encantados” e passam a exigir experiências cada vez mais consistentes e incorporadas às necessidades de seu dia a dia, com alta qualidade e disponibilidade nos canais de relacionamento de sua preferência.

Cada vez mais deve-se necessitar menos das operações de retaguarda. O modo de pensar no momento da definição de produtos e processos deve levar isso em consideração. O conceito é que tudo deve ser resolvido de forma automatizada ou com o mínimo de interação manual.

O segmento bancário vem investindo em iniciativas para sua “transformação digital”, no entanto, muitas delas ainda estão focadas no front-end, como canais, aplicativos e atendimento. Uma das dificuldades em adequarem-se ao novo conceito está vinculada à necessidade de ampliar as ações para suas operações e modelos de negócio de forma rápida, ágil e com menor custo, frente à dificuldade de integração com sua infraestrutura atual (legados). Outro desafio é a chegada de novos players como, por exemplo, as fintechs e as empresas de pagamentos. A associação com os sistemas de redes sociais e aplicativos colaborativos é mandatória.

O conceito de “jornada do cliente” passa a estar presente na forma de pensar dos responsáveis pelos atuais produtos bancários, substituindo o modelo de oferta desses produtos. Agora, é preciso identificar as necessidades do cliente de acordo com seu perfil e suas escolhas no momento em que está transacionando ou navegando na web. Após essa descoberta pode-se oferecer algo mais indicado para aquele cliente naquele instante.

O maior benefício da digitalização reside na transformação do relacionamento e na fidelização do cliente, além da redução de custos e maior eficiência operacional. Outra vantagem é a bancarização, ou seja, a ampliação de clientes considerando a população não bancarizada e já “conectada”. A exposição desse viés de modernidade e mudança do modelo bancário tradicional visa atrair, também, a geração chamada “millennial”, de jovens entre 18 e 34 anos.

Essa tendência já é fato no Brasil, e foi impulsionada pela questão dos não bancarizados e da pressão por eficiência e redução de custos. Os bancos, mesmo não estando 100% preparados, já se preocupam em passar a imagem de que são digitais. Por conta da importância e urgência dessa transformação digital, as instituições financeiras têm conseguido prioridade interna em seu portfólio de projetos, por isso, existem muitas iniciativas e projetos em andamento no país. Entretanto, ainda há um longo caminho a ser percorrido para a completa digitalização.

Para tornar-se digital, é fundamental adotar uma estratégia clara e consistente que engloba a transformação do relacionamento com o cliente, das operações e dos modelos de negócio. Ainda há muito trabalho a fazer com relação ao amadurecimento de uma cultura verdadeiramente digital nas organizações, e o consequente investimento em construir uma visão clara, o engajamento de toda a organização, o roadmap de transformação e mecanismos para aferi-la.

Pensar de forma digital é o grande desafio das áreas internas dos bancos, pois muitos processos internos precisam ser repensados e as questões de segurança devem ser priorizadas. Recentemente, o Banco Central criou uma norma que autoriza a abertura de contas sem a presença do cliente em agência, validando o que antes era uma tendência para uma realidade palpável. Sem dúvida foi um grande avanço, mas ainda há um enorme gap na adoção de uma cultura digital, associado à questão de segurança. A autorização de abertura de contas de forma não presencial pressupõe o desenvolvimento de mecanismos cada vez mais complexos e efetivos de segurança e garantia de informações. Ademais, essa mensagem de segurança e cumprimento das obrigações legais também precisa chegar de forma clara ao consumidor, evitando desconforto e qualquer tipo de desconfiança.

O Brasil caracteristicamente é um país com foco em inovação, empreendedorismo e adoção de tecnologias disruptivas e, consequentemente, aberto a mudanças. Este mindset passa a impressão de que já estamos prontos para adotá-la ou até mesmo que esta já é uma realidade, mas está claro que ainda há muito trabalho a fazer quanto à transformação nos bastidores. A digitalização carrega em si a ideia de “simplificação”, e este sim é o grande desafio, um desafio e tanto. Além dos bancos, outros players do segmento financeiro também estão movimentando-se para participarem desse movimento de digitalização. Financeiras, empresas de meios de pagamento, acquirers, entre outros. É um movimento sem volta e quem ficar de fora certamente terá muita dificuldade para sobreviver.

Reginaldo Santos, Diretor Executivo da Provider IT, uma das consultorias e provedoras de serviços de TI que mais cresce e inova no país.

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Advento dos micropagamentos possibilita cobranças de maneira simples e alternativa aos modelos atuais – Por Roberto Barberino

unnamed (1) O amadurecimento do uso da internet móvel e o início efetivo de infraestrutura que viabiliza pagamentos móveis estão levando o mercado financeiro e de telecomunicações, em primeira instância, a dar um enfoque reforçado nas operações conhecidas como micropagamentos. Estes processos possibilitam o pagamento de pequenos valores com maior dinamismo, utilizando meios móveis ou ambientes nativos da internet para a sua execução.

Os grupos de compra via web, que vivem um boom, são um exemplo claro disto, uma vez que empregam o conceito da venda em quantidade para proporcionar melhores preços aos usuários. Neste momento, são predominantes os serviços de baixo ou médio custo, como refeições, tratamentos estéticos e outros, que se aproveitam da decisão impulsiva de compra. Já os sites de compras coletivas são atores neste cenário no qual, o que importa, é o grande volume de transações de ticket médio a pequeno.

Fatores importantes no amadurecimento da internet comercial estão diretamente ligados à infraestrutura de telecom. O surgimento de serviços mais ágeis, com acesso de alta velocidade e sem fio à internet por meio de dispositivos portáteis móveis como os smartphones, pode estender estas oportunidades tanto a produtos pós como pré-pagos a preços mais acessíveis a fim de popularizar ainda mais a navegação fora do PC/notebook. Estatísticas apontam um crescimento excepcional de mais de 300% em 3 anos, no número de pontos de acesso fixo e móvel.

O sistema bancário, sempre a frente no critério inovação, tem abordado este tema com muita ênfase em busca da evolução dos atuais ambientes e serviços através de novas interfaces para toda a cadeia do internet banking, mobile payment, entre outros.

Novas redes de adquirentes também têm procurado aproveitar-se deste bom momento buscando massificar baseadas no uso de tecnologias de pagamento como contact less ou aproximação como NFC – Near Field Communication, RFID – Radio-frequency identification, entre outros.

Novos modelos surgem a todo instante e a necessidade de se adaptar a eles é imperativa. É preciso estar alinhado às novas diretrizes do mercado e as soluções de “mobile payment” com foco em micropagamentos são peça fundamental dessa evolução, pois são capazes de integrar e melhorar esses novos ambientes convergentes, promovendo uma experiência única, personalizada, sustentável e com maior valor agregado.

Roberto Barberino, Diretor Executivo Administrativo Financeiro da Provider IT, uma das consultorias e provedoras de serviços de TI que mais cresce e inova no país.

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Provider IT e IBM promovem hackathon com foco em soluções móveis para os segmentos de seguros e finanças

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Engajada às tendências mais inovadoras do mercado, a Provider IT, uma das principais consultorias e provedoras de serviços de TI do país, e a IBM, acabam de realizar no Rio de Janeiro seu primeiro hackathon em conjunto, uma maratona que teve como objetivo trazer soluções para os segmentos de seguros e finanças por meio do desenvolvimento de software. Ao longo de 48 horas, os participantes foram desafiados a desenvolver alternativas e soluções empregando a plataforma IBM Bluemix, que ajuda os desenvolvedores a construir e executar aplicativos e serviços na nuvem para dispositivos móveis e web, em sintonia com os conceitos de internet das coisas (IoT) e computação cognitiva – na IBM representada pela tecnologia IBM Watson.

“Este tipo de iniciativa tem impacto no que diz respeito a inovação, por meio do desenvolvimento de novas soluções aplicando as tecnologias mais avançadas, com criatividade, excelência técnica e, sobretudo, aderência real. Nós tiramos nosso time de desenvolvedores de suas rotinas de trabalho para que eles possam criar e desenvolver ideias que contribuam de maneira efetiva para novas soluções. Este tipo de desafio traz benefícios para todos os envolvidos”, ressalta Cristiana Berardo, responsável pela área de Sistemas Corporativos e Soluções Digitais da Provider IT.

O hackathon IBM – Provider IT reuniu um grupo de profissionais da área de programação de software da consultoria, que foram divididos em quatro equipes, sendo três delas desafiadas a criar soluções tecnológicas em formato de aplicativos voltados ao setor de seguros e uma equipe ficou responsável pelo desenvolvimento de uma solução direcionada ao segmento de Bancos e Finanças, todas utilizando os recursos da plataforma IBM Bluemix. Para isso, os programadores contaram com cinco apoiadores técnicos da IBM durante toda a realização do evento. Além disso, os desenvolvedores tiveram o suporte de outros cinco mentores da Provider IT que nortearam os grupos com visões práticas de negócios.

Os 16 participantes criaram quatro projetos. O grande vencedor foi o aplicativo de aviso e acompanhamento de sinistros, que reduz o custo operacional das seguradoras e agiliza o atendimento ao cliente. A solução vitoriosa foi escolhida por uma mesa de jurados, composta por executivos da Provider IT e da IBM, que avaliaram os projetos segundo critérios de ineditismo, impacto aos negócios e completude. “As soluções e ideias apresentadas durante o hackathon serão utilizadas pelos nossos executivos de conta em suas atividades de pré-venda e podem, em breve, ser incorporadas ao portfólio da companhia”, explica Berardo.

A estreita parceria da Provider IT com a IBM contribuiu para o sucesso da jornada de desenvolvimento. “Os desenvolvedores ficaram extremamente motivados com seus aplicativos e APIs implementadas via a plataforma IBM Bluemix. A diretoria da Provider IT acompanhou as equipes de perto, contribuindo no processo de revisão das ideias. Estamos certos de que a constante evolução da parceria com a IBM vai alavancar novos negócios por meio do Bluemix”, finaliza a executiva.

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Luiz Gandia assume Diretoria Executiva da Provider IT

A Provider IT, uma das principais consultorias e provedoras de serviços de TI do país, anuncia a chegada de Luiz Gandia para a posição de Diretor Executivo, na unidade São Paulo. Com quase 30 anos de experiência no mercado de tecnologia e uma carreira consolidada nas áreas de vendas, canais, parcerias e desenvolvimento de negócios no Brasil e na América Latina, Gandia tem passagens destacadas por empresas como IBM, GXS (OpenText), General Electric e Proceda (Tivit). Nos últimos anos, o executivo ocupou o cargo de Vice-Presidente de Vendas na Axway.

“Com as ambições e planos da Provider IT tornou-se imperativo engajar em nosso time um líder experiente e muito bem relacionado, que possa alavancar negócios no mercado paulista”, ressalta Júlio Moravia, CEO da companhia. “Estamos confiantes na habilidade de Gandia em incrementar e qualificar a atuação comercial em São Paulo, em consonância com nosso movimento de expansão, aumentando qualitativamente a abordagem a novos clientes através dos seus conhecimentos técnicos, de negócios e da sua rede de relacionamento”, completa.

Luiz Gandia chega à Provider IT para desenvolver a unidade de negócios de São Paulo nos segmentos de varejo, logística, manufatura, utilities e indústria farmacêutica, com o objetivo de conquistar presença nestas indústrias. Para isso, o executivo ressalta a importância de ofertar serviços que atendam plenamente as necessidades dos novos clientes, especialmente diante do cenário provável de reaquecimento econômico.

Gandia é Engenheiro Eletrônico pela Escola de Engenharia Mauá, com pós-graduações em Marketing e Marketing Internacional, pela UNIP.

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