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Peixe Urbano bate recorde de vendas na Black Friday 2016

O Peixe Urbano, maior plataforma de ofertas locais do Brasil, registrou, na Black Friday 2016 (dia 25 de novembro), o dia de maior volume de vendas na história da empresa, batendo o recorde anterior, que pertencia à Black Friday de 2015. O alto volume de vendas nesse período, contribuiu para que, já em novembro, a empresa ultrapassasse o melhor semestre de vendas da companhia, registrado em 2015.

Em comparação ao dia da Black Friday de 2015, o Peixe Urbano teve aumento de 97% em receita e 42% no volume de cupons vendidos. Outro destaque são os números do aplicativo que aumentaram em 51% em vendas e 34% em novas instalações, no dia 25. O número de pedidos de compra no site e no aplicativo da empresa na data foi aproximadamente três vezes maior do que a média de outros dias do ano, e, considerando apenas a categoria de produtos, o registro foi de quase dez vezes mais pedidos.

“A Black Friday é uma importante data no varejo online brasileiro, mas ainda assim é uma operação de risco. Os números positivos demonstram o grau de maturidade da empresa – que a cada ano supera as suas vendas – e nossos esforços na manutenção da lucratividade”, diz Adalberto Da Pieve, CMO do Peixe Urbano.

Os mais vendidos

Pelo segundo ano consecutivo, a Black Friday do Peixe Urbano uniu o online e o off-line, com ofertas não apenas de produtos eletrônicos como celulares, relógios e videogames, como também opções de viagens, restaurantes e clínicas de estética.

Em 2016, os smartphones foram os campeões de vendas, seguidos pelos serviços de fotografia, como revelação de fotos, videogames e a novidade deste ano, o skate elétrico. Entre as viagens mais vendidas, o pacote para Ilha Bela/SP liderou, seguido de Cancun, no Caribe, e Bonito, em Mato Grosso. Já entre as ofertas locais mais vendidas, a fondue do Chalezinho de São Paulo foi o campeão, seguida da churrascaria carioca Mocellin e o ingresso para cinema do Cinemark.

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Às 8h, vendas da Black Friday já atingiam R$519 milhões aponta monitoramento Ebit

Balanço parcial da Ebit, empresa referência em dados sobre o comércio eletrônico brasileiro, aponta que as vendas da Black Friday atingiram R$519 milhões das 20h de quinta-feira (24) até às 8h desta sexta-feira (25). O faturamento é 60% superior ao registrado em 2015, no mesmo intervalo. Na mesma base de comparação, o número de pedidos cresceu 23%, de 621 mil para 763 mil.

No intervalo de maior movimento da Black Friday, entre 0h e 1h, foram realizados cerca de 50 pedidos por segundo no varejo eletrônico brasileiro.

Monitoramento realizado pela Ebit na última quinta-feira indica que, com o início dos descontos, o e-commerce faturou R$354,9 milhões nesta quinta-feira (24), alta de 236% na comparação com o mesmo dia da semana anterior (17), quando o faturamento foi de R$105,7 milhões. “Comparando os dados da terceira semana de novembro ante a anterior, verificamos um faturamento 19% menor. Essa redução preliminar aliada ao crescimento registrado ontem mostra que as antecipações de promoções feitas pelos varejistas não surtiram o efeito esperado. O consumidor realmente estava aguardando a Black Friday para comprar”, afirma André Dias, diretor de Operações da Ebit.

“Caso sejam mantidas as promoções, a tendência é que a Black Friday 2016 atinja a previsão inicial da Ebit, que é de R$ 2,1 bilhões em faturamento somente nesta sexta-feira, alta de 30% ante o ano passado. Nossos clientes também podem acompanhar o desempenho de sua loja frente ao mercado em tempo real, utilizando a Ebit Real Time”, destaca Dias, referindo-se à ferramenta que permite aos varejistas a realização monitoramento dos principais indicadores do e-commerce – captura de vendas, captura de pedidos, tíquete médio capturado e share por dispositivo -, além do cruzamento das informações para a geração de análises.

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Black Friday: 45% dos consumidores vão comprar mais produtos este ano do que em 2015, mostra SPC Brasil

42% pretendem gastar mais com os produtos. Valor médio das compras deve ter aumento de 31% em relação a 2015. Apenas 9% tiveram problemas com as compras na Black Friday do ano passado
Data cada vez mais importante para o varejo brasileiro, a Black Friday de 2016 acontecerá no dia 25 de novembro e funcionará como um termômetro para saber como a economia está se recuperando, assim como o poder de compra dos brasileiros. Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que, este ano, 69,0% dos consumidores pretendem comprar nesse dia e 28,1% têm a intenção de fazer compras dependendo dos preços e descontos ofertados. Em relação a 2015, 45,0% dos que compraram algo no ano passado pretendem comprar mais produtos na Black Friday deste ano e 42,0% pretendem gastar mais, sendo que o principal fator que motiva esses entrevistados é o baixo preço dos produtos.

A oportunidade de comprar produtos que necessita a preço baixo é o principal motivo para comprar na Black Friday 2016, para 74,7% dos entrevistados. Em seguida, 13,1% aproveitarão para comprar presentes de Natal com preços mais baixos e 12,1% irão comprar apenas para aproveitar as promoções, sem real necessidade. A grande maioria dos consumidores que pretendem comprar na Black Friday (95%) diz que irá fazer uma pesquisa de preço, seja para verificar se os produtos estão, de fato, em promoção (64,8%) ou para escolher as lojas em que os produtos que precisa estão mais baratos (30,4%)

Em média, os consumidores pretendem comprar entre três e quatro produtos e gastar cerca de R$ 1.426,13 – um aumento real de 31% em relação a 2015 (R$ 1.007,00, já descontada a inflação do período). A pesquisa mostra ainda que 42% esperam encontrar descontos entre 20% e 40% nos produtos da Black Friday, e outros 42% esperam que os descontos ultrapassem 40%, sendo a média geral de desconto esperada de 36%.

Entre os 29,8% dos consumidores que compraram ano passado e esperam gastar menos este ano, destaca-se a justificativa de não comprar sem necessidade e não estar precisando de muitas coisas (26,9%), seguida da existência de outras prioridades de compra, como carro ou casa (26,4%).

De acordo com a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, promover ofertas reais pode fazer a diferença na hora das vendas nessa época do ano. “Em uma data como a Black Friday, de importância tão grande para o comércio e próxima do Natal, as lojas que praticarem descontos reais acabarão se destacando diante da concorrência”, afirma. “Além disto, vale estar preparado para políticas de troca e prazos de entrega, que levam a uma maior reputação do lojista e geram confiança no consumidor,principalmente diante do crescente volume de fraudes na internet.”

Porém, ainda que a crise econômica dê sinais de uma leve melhora e os brasileiros estejam dispostos a gastar mais nas datas comemorativas, 19,0% dos que pretendem comprar possuem contas com pagamento em atraso e outros 18,7% estão com o nome registrado em cadastros de devedores.

Roupas e celulares serão os produtos mais comprados

A pesquisa identificou que as roupas (36,9%), os celulares e smartphones (31,3%) e os calçados (30,6%) serão os produtos mais comprados na Black Friday deste ano. Comparando com os resultados de compras de 2014, os celulares ganharam espaço (27,1% no ano passado).

A forma de pagamento mais utilizada será o cartão de crédito parcelado (39,1%) e o dinheiro (26,0%). Entre os pagamentos parcelados, o tempo médio para quitar a compra será de cinco meses. Segundo a economista-chefe, o ideal é evitar o abuso de parcelamentos e comprar à vista. “O pagamento parcelado pode comprometer o orçamento da família, não sendo uma atitude recomendável, ainda mais que as parcelas da Black Friday podem se juntar a parcelas de Natal e contas de início de ano. Caso não haja um bom controle do orçamento, é alto o risco de a pessoa gerar uma bola de neve de dívidas”, diz.

Prova disso é que quase um terço dos consumidores que têm a intenção de comprar na Black Friday (30,8%) admitiu gastar mais do que pode nas compras durante as promoções, já que não resistem às oportunidades e 8,1% deixarão de pagar alguma conta para comprar produtos na Black Friday.

Sites lideram entre os locais de compra

A pesquisa também investigou quais são os principais locais que os brasileiros farão as compras e os mais mencionados são os sites de lojas nacionais (58,9%) e o shopping center (40,2%). Entre os fatores mais importantes que levam os consumidores a escolherem esses lugares estão os preços (64,0%), o frete grátis (42,7%, com um salto em relação a 2015, quando o percentual era de 23,4%) e a credibilidade e segurança das lojas (26,3%).

“A Black Friday já está consolidada como um evento promocional online, já que a internet oferece possibilidades de avaliar diversas lojas, incluindo os sites das lojas já tracionais. Porém, as promoções do evento nos shoppings ganharam seu espaço e os lojistas que quiserem aumentar o público devem pensar em estratégias de marketing não apenas online”, avalia Kawauti.

Em relação aos que compram na internet, 56,0% dão preferência aos sites de lojas e marcas conhecidas, 45,6% aos sites que tenham frete grátis e outros 33,1% escolhem sites que comparam os preços.

Nota média de satisfação com a Black Friday 2015 foi de 8,5

Perguntados sobre as compras na Black Friday de 2015, apenas 9,0% tiveram algum tipo de problema com as compras, sendo o mais citado a entrega fora do prazo (5,5%). Entre estes, a maioria (73,2%) conseguiu solucionar o problema, principalmente por meio da troca do produto (26,1%).

Em uma escala de 1 a 10, a nota média de satisfação com a Black Friday do ano passado foi de 8,5, sendo maior entre as classes C, D e E (8,6) e menor entre os jovens de 18 a 24 anos (8,1). Nove em cada dez entrevistados (90,7%) consideram que valeu a pena a compra na Black Friday de 2015 em função dos bons preços, enquanto apenas 9,3% se arrependeram.

Metodologia

O SPC Brasil entrevistou 828 consumidores de ambos os sexos, acima de 18 anos e de todas as classes sociais nas 27 capitais brasileiras para identificar o percentual de pessoas que pretendem comprar na Black Friday. Em um segundo momento, a partir de uma amostra de 608 casos, foi investigado de forma detalhada o comportamento do consumo, gerando um intervalo de confiança de 95%.

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Por desconto agressivo, consumidor pode pagar à vista na Black Friday, diz pesquisa Mercado Livre

Além de apontar que a sua maior preferência é o preço baixo, o consumidor brasileiro afirma que pode até pagar à vista na Black Friday deste ano se receber um desconto extra para isso (cupons de desconto, por exemplo). É o que indica pesquisa feita pela Bonus Quest a pedido do Mercado Livre com 1115 consumidores que realizaram compras na Black Friday do ano passado. Comparando a opção de pagamento à vista com desconto com a de parcelamento, a preferência pela primeira opção é de 64% contra 36%.

No ano passado, metade dos respondentes (52%) fez compras em um único site durante a promoção; a outra metade (48%) comprou em dois ou mais sites, ou seja, pesquisou antes de finalizar a compra. Os itens mais comprados no ano passado foram celulares e telefones (33%); itens de Informática (22%); e de Moda e Eletrodomésticos (19%); seguidos por equipamentos de áudio e vídeo (14%). O gasto médio na promoção foi de R$ 611, tendo o cartão de crédito como o principal meio de pagamento (72% finalizaram suas compras por este meio). Os outros 23% preferiram pagar via boleto bancário.

“Os resultados comprovam que o consumidor está mais consciente e exigente. O brasileiro entende a importância de comparar os preços em diversas lojas online e está se preparando para um possível pagamento à vista caso a promoção seja agressiva, escapando do endividamento”, afirma Leandro Soares, diretor de Marketplace do Mercado Livre.

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Boleto bancário x Cartão de crédito: Qual a forma de pagamento mais segura pra compras na Black Friday?

Por Tom Canabarro

A Black Friday caiu no gosto do consumidor brasileiro e hoje já é um dos principais eventos do comércio eletrônico nacional. As vendas crescem ano após ano, e a expectativa para 2016 não é diferente. De acordo a E-bit, empresa especializada em informações do comércio eletrônico, espera-se um faturamento superior a R$ 2,1 bilhões para esta edição. Para o cliente que deseja aproveitar a data da melhor maneira, sem preocupação ou dor de cabeça, uma dica é fundamental: optar pelo cartão de crédito como meio de pagamento nas compras feitas on-line no dia 25 de novembro.

A expectativa é que o cartão seja utilizado em 82% das transações durante a Black Friday deste ano. Em contrapartida, 1 em cada 7 clientes (13,7%) deve optar por uma forma de pagamento menos segura, sob a ótica do consumidor final: o boleto bancário. Esse número é consideravelmente alto e alarmante, uma vez que a maioria dos golpes aplicados nesta data contra o cliente se dá nesta modalidade.

Muitas pessoas desconhecem, mas o cartão de crédito é a forma de pagamento mais segura para efetuar compras na internet. Apesar de o Brasil ser um dos países com maior índice de fraudes de clonagem de cartão, o cliente sempre estará protegido. Se alguma compra on-line for feita sem o consentimento do portador, ele tem o direito de solicitar o estorno da transação junto ao banco emissor ou à operadora.

A mesma proteção não se aplica no caso de boletos: uma vez pago o documento, as instituições financeiras se eximem de qualquer risco sobre o tema. É justamente nesse momento que surge a oportunidade para os criminosos aplicarem golpes em clientes desatentos – especialmente em uma data propícia, como a Black Friday.

É comum vermos no noticiário inúmeros casos de golpes aplicados nesta data seguindo um conhecido roteiro: uma loja desconhecida oferece descontos extremamente tentadores em produtos bastante cobiçados pelo público (como smartphones e eletroeletrônicos). Por algum motivo, porém, aquele e-commerce só aceita receber pagamentos via-boleto, à vista. O cliente não desconfia, não pesquisa por referências sobre aquele estabelecimento em sites ou redes sociais, e faz a compra.

Mas os dias passam e o produto não chega. Neste momento, a página da loja também fica fora do ar e outros consumidores também se queixam em sites e nas redes sociais. O cliente tenta ainda um contato no banco, mas é informado que o pagamento daquele boleto não poderá ser revertido. Xeque-mate, infelizmente: golpe consumado, e os criminosos atingiram o seu objetivo.

Por este motivo, os consumidores precisam desconfiar sempre dos sites que disponibilizam apenas o boleto bancário como meio de pagamento e não oferecem a opção do cartão de crédito. A explicação é simples: a documentação exigida para que uma loja virtual possa receber pagamentos via-cartão é bastante extensa, enquanto os boletos podem ser facilmente direcionados para alguma conta laranja.

Devido a isso, os clientes brasileiros podem ficar extremamente seguros em fazer compras via-cartão de crédito na Black Friday. Mas, se por algum motivo você optar pelo boleto, é altamente recomendável conferir a procedência da loja virtual e os comentários sobre ela nas redes sociais e sites como o Reclame Aqui, além de checar atentamente os dados que virão impressos no boleto.

Tom Canabarro, co-fundador da Konduto, sistema antifraude inovador e inteligente para barrar fraudes na internet sem prejudicar a performance das lojas virtuais.

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