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Santos Brasil lança nova versão do seu aplicativo

Ferramenta que permite consultas e solicitação de serviços via smartphones e tablets ganha novas funcionalidades, como cálculo de armazenagem, e passa a atender também clientes de Imbituba e Vila do Conde

A Santos Brasil está lançando uma atualização do seu aplicativo para clientes e parceiros comerciais. A ferramenta, que já permitia consultas via smartphones e tablets, das principais informações referentes a cargas e serviços contratados no Tecon Santos e nos dois Centros Logísticos e Industriais Aduaneiros (Clias) operados na Baixada Santista, ganhou novas funcionalidades e passou a atender também clientes do Tecon Imbituba (SC) e Vila do Conde (PA).

Agora, além dos serviços já oferecidos, mensagens do tipo ‘push’ informam sobre a conclusão de serviços, notificações ligadas ao SIGVIG (sistema de gerenciamento e controle do recebimento, envio e fiscalização de mercadorias importadas e exportadas) e a hora e data do descarregamento de contêineres. Até então, o cliente precisava consultar o site para levantar essas informações. Com a nova versão do aplicativo, ele pode receber em tempo real informações sobre fiscalização e liberação da sua carga, ganhando agilidade e eficiência. Basta olhar na tela de seu smartphone ou tablet e verificar se tem aviso.

Outras funcionalidades disponíveis da nova versão são o Portal Financeiro, para realização de pré-cálculo de armazenagem, o controle de carga para agentes NVOCC (Non Vessel Operator Common Carrier) e o deadline de atracação do dia. Além disso, foram feitas melhorias na parte de notícias, com a possibilidade de busca, e disponibilizando o acesso rápido aos dados do consultor responsável pelo contato comercial de cada cliente na Santos Brasil.

O aplicativo é gratuito e está disponível para os sistemas Android e IOS (Iphones e Ipads) no Google Play e Apple Store. Para localizá-lo, basta digitar Santos Brasil na ferramenta de busca. Armadores, despachantes aduaneiros, exportadores e importadores, que já usavam o app, devem atualizá-lo para ter acesso à nova versão.

“O aplicativo foi desenvolvido para facilitar o dia a dia de nossos clientes e parceiros comerciais. Ele permite que clientes armadores, exportadores e importadores, agentes NVOCC, despachantes aduaneiros e outros parceiros comerciais acompanhem e façam a gestão do processo de importação e exportação de qualquer lugar e a qualquer hora, em tempo real”, diz Wagner Toffoli, diretor comercial de operações logísticas da Santos Brasil.

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Começa a Expo.Logística 2013, o mais tradicional evento de Supply Chain do Brasil

EXPO.LOGÍSTICA 2013 CHEGA A 14ª EDIÇÃO REUNINDO AS EMPRESAS LÍDERES EM LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN

Em paralelo à feira, Fórum Internacional de Logística apresentará cinco pesquisas inéditas

O mais conceituado e tradicional evento de Supply Chain do Brasil chega a 14ª edição consolidado como o palco de apresentação das tendências e discussão de temas que estão no topo da agenda dos altos executivos do setor. O XIX Fórum Internacional de Supply Chain e a feira Expo.Logística 2013, acontecerão simultaneamente de 9 a 11 de outubro no Hotel Royal Tulip, em São Conrado, no Rio de Janeiro. O evento é realizado pelo ILOS – Instituto de Logística e Supply Chain, com promoção e organização da Fagga | GL events Exhibitions.

A Expo.Logística apresentará novidades em produtos e serviços através dos principais players dos segmentos de transporte, armazenagem, distribuição, automação, comércio exterior, consultoria, gerenciamento de risco, seguros e tecnologia da informação. Paralelamente à feira, o Fórum Internacional de Logística apresentará cinco pesquisas inéditas que serão discutidas por especialistas renomados, nacional e internacionalmente, sendo duas em âmbito global. Serão apresentados, por exemplo, os resultados da pesquisa 2013 “Custos logísticos no Brasil”.

Diretor de negócios do evento, Victor Montenegro destaca a extensa possibilidade que o encontro entre executivos no evento proporcionará. “Além de unir a exposição ao conhecimento, o evento é, principalmente, um grande espaço para novas oportunidades de negócios. Os principais empresários e contratantes do setor de logística estarão por lá”, garante.

Em 2012, mais de 2 mil visitantes marcaram presença. Foram 34% de presidentes, CEOs e diretores do setor, que figuraram entre os principais visitantes, seguidos de gerentes sêniores (28%), gerentes (22%) e demais visitantes, que representaram 16%.

“A Expologística é uma grande fórum de debate para a JSL, participamos do evento desde o seu início e é sempre uma grande oportunidade para fazermos contatos, mostrar a nossa expertise em logística com a apresentação de um case e entender um pouco mais das necessidades do setor de logística”, destaca Fábio Velloso, diretor da JSL, empresa com o mais amplo portfólio de serviços logísticos do Brasil e líder no segmento.

Referência em capacitação de executivos nas áreas de logística, operações e serviços, o Fórum conta com nove palestrantes internacionais. A programação de 2013 irá incorporar workshops que vão tratar de temas emergentes, além das Mega Sessões, Sessões Gerais, Cases e Tutoriais.

“É o segundo ano que participamos. Este é um evento que reúne os principais executivos do mercado logístico do Brasil, uma excelente oportunidade para a GEODIS divulgar seus novos serviços e estabelecer seu nome como um grande player nacional entre os 3PLs (em inglês Third-Party logistics – operadores logísticos terceirizados)”, afirma Wagner Covos, diretor regional da Geodis Wilson, multinacional entre as maiores do mundo em gerenciamento de fretes.

No evento acontecerá também a tradicional cerimônia de entrega do Prêmio ILOS – Os Melhores Prestadores de Serviços Logísticos do Brasil, em sua 13ª edição. Os 10 prestadores de serviços logísticos que mais se destacaram no mercado brasileiro são escolhidos por 300 profissionais atuantes nas maiores indústrias do País.

Neste ano, a abertura do XIX Fórum Internacional de Supply Chain & Expo.Logística comentará a provável transformação da infraestrutura logística no Brasil, por conta de processos de concessões e privatizações. Para tratar do tema, a abertura terá duas palestras como Sessão Keynote (de 8h30 às 9h50). Sob moderação de Paulo Flaury, CEO do ILOS, os assuntos serão: “Crescimento Econômico e Infraestrutura no Brasil: tendências recentes e perspectivas futuras”, com Cláudio Frischtak, economista e head da Inter.B Consultoria Internacional de Negócios; e “Infraestrutura Logística e Prosperidade das Nações: desafios e oportunidades”, com Jean-François Arvis, economista sênior do World Bank.

A programação inclui outras sessões sobre o tema. Confira a programação completa do Fórum.

Fonte: Comunicação Fagga

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Custos portuários aumentaram mais de 27% em dólar nos últimos 4 anos, no Brasil

Com a finalidade de verificar o real impacto dos custos portuários no comercio exterior brasileiro, o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – IBPT realizou o mais completo estudo sobre o setor, identificando cada um dos itens que compõem o denominado custo portuário brasileiro, utilizando como base de dados o período de janeiro de 2009 a junho de 2013.

O estudo ganha maior importância pelo fato de que 81% de todas as importações e exportações realizadas no País ocorrem por via marítima, e conhecer os custos incidentes sobre essas operações é imprescindível para a melhoria da infraestrutra brasileira.
O estudo revela que os custos portuários tiveram crescimento em dólar de 27,26% no período de 2009 a 2012 no Brasil. Em 2009 esses custos totalizaram US$ 7,51 bilhões, passando para US$ 9,55 bilhões em 2012; e já no primeiro semestre de 2013 atingindo o valor de US$ 4,86 bilhões.

De janeiro de 2009 a junho de 2013 o comércio exterior brasileiro movimentou por via marítima 2.766.723.808 (2,77 trilhões) de toneladas de produtos, ao valor US$ FOB de 1.456.457.924.216 (US$ 1,46 trilhão), a um valor médio por tonelada de US$ 526,42.
Ainda no tocante ao comércio exterior brasileiro, comparando-se 2012 em relação ao ano de 2008, houve crescimento de 28,22% do valor em dólar, crescimento de 17,15% do peso líquido em toneladas e crescimento de 13,22% do valor em dólar por tonelada.

Apesar do crescimento em dólar do setor, houve uma redução do número de manobras de navios (atracação, fundeio e desatracação) da ordem de 1,74%, no período de 2009 a 2012, em razão do aumento do tamanho dos navios que trafegam, e que oferecem hoje maiores condições para acomodar grandes volumes de cargas.

“Os custos portuários podem ser divididos em diretos ou indiretos. Entre os valores que recaem diretamente nos preços dos custos marítimos estão as utilizações dos equipamentos e instalações portuárias terrestres ou marítimas, embarque e desembarque de cargas, despachos aduaneiros, taxas, impostos e demurrage. Os custos indiretos compreendem aqueles relacionados à contratação dos serviços de praticagem, rebocadores, agências marítimas, atracação e desatracação, faróis, vigias, transporte de tripulação”, explica Gilberto Luiz do Amaral, presidente do Conselho Superior e coordenador de Estudos do IBPT.

Segundo o especialista, a movimentação e armazenagem de carga em terminais portuários e retroportuários correspondem a 54,44% do valor do custo portuário ; a demurrage e o despacho aduaneiro são responsáveis, respectivamente, por 18,56% e17,84% dos custos; a rebocagem por 2,97% e a praticagem por 2,48% do valor total do transporte por via marítima; e por último, os serviços de agenciamento marítimo, aluguel de lanchas para transporte da tripulação e outros, que equivalem cada um a 1% do custo total.
Metodologia:

A metodologia de estudo basea-se em dados contidos nas ferramentas tecnológicas do IBPT, o Impostômetro, o Empresômetro e o Gastômetro, bem como em informações obtidas junto aos órgãos públicos em cumprimento à lei de acesso à informação (Lei nº 12.527/2011).

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Praticagem milionária

As operações de manobra de entrada e saída dos navios em portos, serviço conhecido como praticagem, apresentam, no Brasil, custos extremamente elevados.

A taxa, que já está se tornando uma limitadora para a vinda de Cruzeiros Marítimos ao Brasil, deverá agora ser monitorada pela Comissão Nacional de Praticagem. A medida faz parte das mudanças que o governo pretende fazer no setor portuário e visa acabar com o monopólio e redefinir o preço do serviço prestado de acordo com uma metodologia clara quanto ao tamanho do navio, tipo de carga e questões meteorológicas.

Um levantamento da ABREMAR (Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos) mostra a diferença de valores cobrados nos principais portos do mundo. Entre os mais caros estão os portos de Salvador, Santos, Ilhabela e Rio de Janeiro, que chegam a custar, respectivamente, 2789%, 1080%, 892% e 521% a mais que o porto de Barcelona, na Espanha. Os valores foram considerados para as duas manobras de escala (entrada e saída) para navios com 137 mil toneladas – veja tabela completa abaixo.

A praticagem, na maior parte dos portos mundiais, é tarifada e regulada por órgãos do governo, e não há variação de cobrança entre companhias, mesmo com navios de mesmo tamanho e manobras similares – o que acontece no Brasil.

Com tudo isso, o país acaba perdendo competitividade para regiões da América do Sul que operam taxas mais atrativas, como Valparaíso (Chile) e Montevidéu (Uruguai). Além disso, também perde navios e turistas para mercados emergentes no setor de Cruzeiros Marítimos, como Pequim (China) e Sidney (Austrália).

Este último, além de apresentar taxas extremamente mais atrativas que as brasileiras, ainda possui clima similar ao nosso e extenso litoral, tomando conta de um lugar, no verão do Hemisfério Sul, que já foi do Brasil.

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Perdemos o "trem dos investimentos" no Paraná

Como diria Adoniran Barbosa (do eterno Trem das Onze), a equipe de Dilma deixou o governador Beto Richa “com uma baita de uma reiva” pelo fato de o Paraná ficar de fora do grande plano nacional de logística anunciado recentemente. E palavras famosas do compositor ajudam a explicar. Os ministros paranaenses foram logo acusados de ser os “Arnestos” que não convidaram o estado para esse samba no Brasil. Será que Paulo Bernardo, que já foi vítima de “balas de tiro ao Álvaro” do ex-governador Requião, achou melhor não tratar mais do assunrto ferrovias no Paraná ? A ministra Gleisi explicou que o trecho ferroviário que atenderia os interesses do setor produtivo paranaense não foi anunciado porque havia pendências no projeto. E não é que o Arnesto se defendia assim naquele samba ? “Ói, turma, num deu pra esperá”…

O problema é que o “trem dos investimentos” em logística saiu na hora marcada e nós não embarcamos. E o “só amanhã de manhã” do investimento público não é como na música. Pode levar muito mais tempo para que , por exemplo, o agronegócio, que sofre com porto ineficiente e transporte pedagiado caro, possa contar com uma ferrovia digna de transportar a nossa rica safra de grãos. E o empresariado, não vai questionar, não vai se posicionar ? Vai seguir a linha conformista do ” Deus dá o frio conforme o cobertor” ? Independente de simpatizar com tucanos ou petistas, os paranaenses devem cobrar uma atenção maior das autoridades nesse caso, que pode colocar a economia local de vez nos trilhos ou marcar um fim de linha para o estado. É importante mostrar para os governantes que “nóis não semos tatu”.

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