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5 lições de gestão de projetos para empresas de TI

Focadas no desenvolvimento de novos produtos e serviços, as empresas de tecnologia da informação têm que operar sob condições bastante incertas. Para tal, uma boa dose de comprometimento e paixão pelo que se faz é realmente importante, mas não basta para o sucesso. Afinal de contas, os negócios de TI, como qualquer outro, demandam o uso de ferramentas eficazes de gerenciamento, seja para engajar o cliente, aumentar a produtividade ou administrar processos de inovação com êxito.

É neste cenário que, ao longo dos últimos anos, os projetos na área vêm ganhando crescente espaço. Primeiro, porque os empreendedores estão cada vez mais conscientizados da importância de se trabalhar com orientação para projetos. Em segundo lugar, devido ao aumento da interação entre o usuário e os analistas de TI. Mesmo com os avanços, no entanto, ainda são muitos os setores e empresas do segmento que operam de forma insatisfatória – fatores como falta de agilidade no cumprimento das demandas e clientes infelizes com custos e prazos ainda são recorrentes no ramo.

Vale lembrar que o setor de TI, apesar da crise, conta com perspectivas de muito crescimento e geração de oportunidades. Então por que então não lançar mão das melhores metodologias e ferramentas de gestão para potencializar os resultados? Confira 5 lições de gestão de projetos para empresas de TI e alavanque o potencial do seu negócio!

Escolha e adoção de uma metodologia adequada

A adoção de uma metodologia fornece um conjunto de orientações para os projetos, fazendo com que a gestão se torne mais científica e menos empírica. Isso significa ter mais controle sobre os recursos que serão utilizados, aumentando a eficiência da equipe e a entrega de projetos bem-sucedidos em termos de prazos e custos. Com a boa aplicação de um método, é possível evitar práticas que levam ao fracasso e, é claro, replicar o sucesso em trabalhos futuros. Trocando em miúdos, pode-se dizer que a metodologia reúne regras para conduzir um projeto da melhor maneira possível. A Microsoft, por exemplo, utiliza o MSF (Microsoft Solutions Framework) para desenvolver seus produtos.

Mas qual a melhor forma de escolher uma metodologia? Sabe-se que as empresas de TI atuam com projetos bastante voláteis: as demandas mudam constantemente, há problemas de compatibilidade de hardware, brechas de segurança, falhas no software… Por isso, a opção deve levar em conta o método que melhor se enquadre no cenário do projeto de TI, observando-se variáveis de prazo, qualidade e custos. As exigências de cada mercado em que o negócio atua, a mão-de-obra disponível e a cultura organizacional também devem ser considerados no momento da implementação.

Por fim, é interessante observar as metodologias e ferramentas de gestão de projetos difundidas no mundo todo, que têm se mostrado eficazes para projetos de diversos tipos. O Guia PMBOK (Project Management Body of Knowledge) , a norma ISO1006 e o PMI (Project Management Institute) são alguns dos padrões de gerenciamento de maior adesão por parte das empresas. Seja qual for a sua escolha, contar com o apoio de uma metodologia é fundamental para o sucesso dos projetos, sejam eles pontuais ou de grande dimensão.

Formação de equipes específicas para cada projeto

Em geral, empresas e setores de TI têm sua estrutura organizada de forma funcional, principalmente devido a facilidades de gestão. O ideal, porém, é que a equipe opere organizada por projetos, formando-se de um time de funcionários para cada um deles. Deste modo, os colaboradores podem ser selecionados a partir de seu perfil e dos recursos disponíveis.

No modelo funcional, é comum que os profissionais sejam liderados por um único gerente (o analista mais experiente) e, quando um projeto termina, sejam alocados para outros trabalhos ou mesmo para desempenhar funções rotineiras. Na ótica da gestão de projetos, isto é um desperdício, pois não são consideradas as características e necessidades específicas de um projeto na hora da escolha dos funcionários. Em um sistema projetizado, o gestor pode formar as equipes baseado nas competências de cada um e nas demandas apresentadas, selecionando as pessoas mais adequadas. Um projeto que conta com maior risco, por exemplo, deve abarcar os profissionais mais experientes e capacitados do time. Este tipo gerenciamento também permite remanejar melhor a equipe caso seja necessário atender projetos de grande urgência.

Comunicação é palavra-chave

A falha na comunicação é um dos fatores mais comprometedores do sucesso dos projetos, e é capaz de provocar o desgaste de qualquer equipe. Uma das lições mais valiosas trazidas da gestão de projetos é justamente investir em ferramentas e práticas que garantam que todos os envolvidos estejam cientes de seu papel no projeto, além do andamento global do mesmo.

Primeiro, o gestor deve ter em mente quem são os stakeholders. Depois, estabelecer o meio de comunicação mais adequado. Um projeto de TI pode abranger outras áreas, como engenharia. Nesse caso, enquanto a comunicação da equipe pode estar assegurada com o uso de um bom software de gestão , o contato com um mestre de obras, por exemplo, pode ser mais eficaz por telefone. Planeje a interação considerando as demandas e evite ruídos!

Fonte: http://netproject.com.br

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Scrum ou PMBOK, qual o melhor para minha empresa?

Os projetos podem ser definidos como um conjunto de ações temporárias com o objetivo de criar um produto, serviço ou algum tipo de resultado único. Ele é tido como temporário, pois tem um início e fim definidos. Além disso, é considerado único já que não se trata de uma operação de rotina, mas um conjunto específico de operações destinadas a atingir um objetivo específico.

Como tudo na vida, um projeto precisa de organização e parâmetros. Por isso, existem algumas práticas que definem a melhor forma de conduzir um trabalho, ou seja, o projeto. Duas dessas formas são o SCRUM e o PMBOK. Vamos ao conceito de cada um.

SCRUM

O Scrum é uma metodologia ágil usada para a gestão dinâmica de projetos. Ele é uma ferramenta que permite controlar as atividades, potencializando as equipes que trabalham em prol de um objetivo em comum. Nessa metodologia, os projetos são divididos em ciclos (Sprints). Esse último representa um Time Box dentro do qual um conjunto de atividade deve ser executado. As metodologias ágeis de desenvolvimento dividem o trabalho em iterações, que são chamadas de Sprints no caso do Scrum. Esta metodologia é essencial para muitas empresas atualmente, porque não apenas facilita a definição de objetivos, como também ajuda a cumprir os prazos estabelecidos.

PMBOK

O guia para o conjunto de conhecimentos de gerenciamento de projetos (PMBOK) pode ser considerada como um divisor de águas na história da gestão de projetos. De autoria do Project Management Institute (PMI) tem por objetivo abranger os principais aspectos contidos no gerenciamento de um projeto. O PMBOK faz uma padronização que identifica e conceitua processos, áreas de conhecimento, ferramentas e técnicas. Não é considerado uma metodologia, mas como já dito, um guia com as melhores práticas para atingir o bom desenvolvimento de um projeto.

Mas quando e qual a melhor forma de utilizar cada um no meu projeto?

Isso vai depender do escopo e do tamanho do seu projeto. Mas, antes de responder essa pergunta, vamos falar um pouco sobre o conceito de escopo.

O escopo descreve todos os seus produtos de um projeto, bem como, os serviços necessários para realizá-los e os resultados finais esperados. Além disso, o escopo descreve o que é preciso fazer para que alcance os objetivos. O escopo de um projeto divide-se em escopo do produto (descreve as características do produto final) e escopo do projeto (descreve o trabalho necessário para que seja entregue com as características especificadas). Em outras palavras, o escopo possui a abrangência das atividades do projeto e lista dos produtos ou entregas a serem fornecidos.

A administração do Escopo compreende o planejamento, a execução e o controle dos produtos ou entregáveis do projeto, ou seja, a administração do escopo define até onde o trabalho vai. O processo de planejar o escopo é feito em duas etapas: declaração (enunciado sucinto dos produtos que serão fornecidos) e detalhamento (relação minuciosa dos produtos que serão fornecidos).

Agora que já temos um embasamento sobre escopo, podemos responder quando utilizar o SCRUM ou o PMBOK de acordo com o tamanho e o tipo de escopo que tem o seu projeto.

Quando se fala em gestão de projetos , a referência não se atém apenas ao controle das ações e gerenciamento das equipes dentro de uma empresa, mas vai além, pois consiste em planejar, definir metas, acompanhar, dar suporte a equipe, mapear performances e identificar quais são os pontos que podem melhorar durante a execução do processo. A boa gestão de projetos depende da implantação de uma metodologia consistente de gerenciamento, metodologia essa que pode influenciar positivamente todos os setores da empresa, gerando resultados satisfatórios em todos os níveis organizacionais.

Mas, qual a melhor ferramenta de gestão para eu aplicar em minha empresa? Isso vai depender da sua realidade, do seu ramo de negócio e de vários outros aspectos. Sendo assim, quem pode responder qual a melhor ferramenta de gestão de projetos é o próprio gestor. A empresa deve definir sua metodologia, independente da escola (SCRUM ou PMBOK) e adotar as ferramentas que julgar importantes.

Fonte: netproject

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PMI-MG promove curso preparatório para Certificação PMP®

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Inscrições abertas para o Curso Preparatório para Certificação PMP® , promovido pelo Project Management Institute (PMI-MG) . As aulas serão de 21 de outubro a 09 de dezembro e são destinadas aos candidatos que já possuem os pré-requisitos de elegibilidade para prestar o Exame PMP® e já têm um estudo prévio baseado no Guia PMBok® Quinta Edição.

O curso tem carga horária de 60 horas e 15 aulas e será ministrado por instrutores filiados ao PMI-MG , com certificado PMP® e ampla experiência na área de Gerenciamento de Projetos e vivência docente.

Curso Preparatório Para A Certificação PMP® :

Data: De 21 de outubro a 09 de dezembro
Horário: Sextas de 18h30 às 22h30
Sábados das 08h às 12h
Local: Rua Cláudio Manoel, 1.185 – Funcionários – PUC Praça da Liberdade
Contato: (31)3280-3302
Informações: www.pmimg.org.br

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XI Congresso Brasileiro de Gerenciamento de Projetos reuniu especialistas renomados em Belo Horizonte

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De 13 a 15 de junho, o Project Management Institute – PMI-MG realizou, em Belo Horizonte, o XI Congresso Brasileiro de Gerenciamento de Projetos. Considerado o maior evento do setor na América Latina, o encontro reuniu renomados palestrantes nacionais e internacionais que participaram de debates, apresentaram cases, ferramentas e novas tecnologias utilizadas no gerenciamento de projetos. Aproximadamente 800 congressistas participaram do evento.

Os temas foram centralizados no “Triângulo do Conhecimento do PMI ”, formado por três habilidades: técnicas, de liderança e de gerenciamento estratégico. No primeiro dia de evento, o diretor do centro de excelência em gerenciamento de projetos da IBM e um dos diretores do PMI , Steve Del Grosso, falou sobre como agregar valor à Gestão de Projetos, as perspectivas da profissão e desafios. “Deve-se estabelecer uma conexão entre estratégia e negócios, gestão de projetos e liderança dentro de uma empresa. Neste sentido, é preciso entender que um bom líder, para garantir o sucesso do seu negócio, deverá saber ouvir, manter o foco e ter intimidade com seus funcionários para entender suas necessidades e conhecê-lo o melhor possível”, conta.

O produtor executivo de mega shows e eventos internacionais, Sylvain Gauthier, que trabalhou na divisão de conteúdo criativo do Cirque du Soleil, dos Jogos Olímpicos de Pequim e na Fórmula 1 da China, falou sobre a gestão de projetos no mundo do conteúdo criativo. “Nessa área é imprescindível lapidar as ideias, saber lidar com o lado técnico e criativo, cuidar da comunicação, reunir e liderar um elenco de grandes talentos, gerir riscos, lidar com a mudança constante e com a diversidade, criar uma boa história e encontrar os investidores certos para fazer acontecer”, expõe.

O fundador da Samba Tech, um dos 50 empresários mais inovadores do Brasil pelo Meio&Mensagem e um dos 10 jovens mais inovadores do país pelo MIT, Gustavo Caetano, falou sobre inovação. Ele contou sobre sua trajetória, expôs cases e algumas estratégias dos novos modelos de empresas inovadoras. “Grandes companhias estão perdendo lugar no mercado, pois esqueceram de se reinventar. Dessa forma, as novas empresas ficam em vantagem, pois conseguem se inovar mais do que as grandes, além de estarem focadas em resolver um problema de cada vez. Desenvolvemos o que chamamos de ‘Estratégia Pinos de Boliche’, que foca num determinado problema e quando ele for resolvido, partimos para o próximo. Dessa forma, ele será solucionado com excelência e a partir disso novas ideias podem acabar surgindo. Além disso, essas empresas inovadoras estão, cada vez mais, se preocupam em oferecer serviços simplificados e que atendem às novas necessidades do consumidor atual”, conta.

Caetano também ressaltou a importância de ser flexível na gestão de projetos. “O futuro é imprevisível e as coisas estão mudando muito, então não fixe no planejamento e esteja disposto a mudá-lo de acordo com as novas situações que forem surgindo”, recomenda.

Outra palestra de destaque ficou por conta do economista mais influente do Brasil (Forbes e Klout), único brasileiro na lista dos mais importantes palestrantes mundiais do Speaker’s Corner, Ricardo Amorim. Ele falou “porque a economia deve melhorar e surpreender positivamente em breve com o melhor gerenciamento deste grande projeto chamado Brasil”.

Amorim falou sobre o cenário político atual brasileiro e abordou temas como o impeachment, delação premiada e o Petrolão. O economista também fez importantes comparativos entre política, economia e gestão de projetos. “Um bom governo e um bom gerente de projetos precisam manter um equilíbrio entre saber ouvir o que o outro tem a dizer e a não ceder sempre às pressões. Uma boa liderança é primordial para o sucesso”, avalia. Ao final, ele deixou uma mensagem positiva aos congressistas. “As grandes oportunidades surgem das grandes crises, pois elas nos tiram da zona de conforto e nos fazem tomar iniciativas. Se não fosse pela crise vivida no país, o brasileiro não teria saído às ruas exigindo que os corruptos fossem presos, por exemplo. A impunidade ainda reinaria. Como gestor de projetos, pense nisso como uma oportunidade de melhorar os seus serviços, seu atendimento e se tornar um profissional de destaque”, conclui.

Já o consultor em gerenciamento de projetos e membro do PMI PgMP Panel Review Committee, André Toso Arrivabene, abordou o tema: “Estratégia de Negócios no Mundo Real: sua estratégia pode estar errada?”. “Muito mais que definir uma visão e fazer análise SWOT, é importante superar forças estruturais que tendem a reduzir sua rentabilidade. Dessa forma, é preciso ir atrás de vantagens competitivas sustentáveis, que são atributos que fazem uma empresa ter um desempenho comparativamente melhor que seus concorrentes”, recomenda.

O sócio diretor da empresa Caldeira Marketing – Consultoria em Marketing e Vendas, e vice-presidente de Marketing da Assespro MG, Wilson Caldeira, falou sobre o conceito de Lean Startup para gerar inovação. “O maior inimigo da inovação é o sucesso. Quem deu errado não tem medo de inovar, já quem deu certo, tem. O momento atual exige saber testar e interagir com o cliente”, ressalta.

Outras palestras que também fizeram parte do Congresso são a do consultor, instrutor e professor em gestão de projetos e portfólios, Paulo Mei, que falou sobre “A Gestão Descomplicada de Stakeholders utilizando o modelo PM Mind Map®”. O diretor da Impariamo Cursos e Consultoria, pós-doutor em Educação pela UNESP, Armando Terribili Filho, palestrou sobre “Lições aprendidas: um instrumento de planejamento para tomada de decisão”; a especialista em programas acadêmicos, Ashley Forsyth, falou sobre o avanço do ensino de gestão de projetos; e o professor e engenheiro civil, Angelo Valle, falou sobre o futuro do Gerente de Projetos e a importância de saber gerenciar o conhecimento e o aprendizado.

As palestrantes Sandra Lage e Fabiana Bigão apresentaram seu artigo: “Gamification em Gerenciamento de Projetos: estudo de caso de uma grande construtora”. Lage realçou a importância da gamificação dentro das empresas. “A gamificação deve ser usada para motivar equipes a executarem suas atividades de forma a terem uma experiência de trabalho gratificante e divertida, com recompensas visíveis em função dos resultados alcançados”, ressalta.

O General de Brigada, Guido Amim Naves, ministrou a palestra “A gestão de portfólio de projetos do Exército Brasileiro”. “A cultura organizacional do exército é algo muito forte. Somos uma instituição com muitos valores e que preza pela disciplina e hierarquia, por exemplo. Isso acaba influenciando muito na nossa forma de gerenciar projetos dentro do exército, pois possuímos nossa própria sistemática de planejamento e nosso mapa estratégico”, diz.

O professor e Consultor na Fumsoft nos projetos SebraeTec, na área de inovação tecnológica, Fernando Zaidan, falou sobre “Gestão de Projetos de Games: uma estratégia de gestão e negócios em um mercado inovador”. Durante a conversa ele explicou como funciona o processo de criação de games, deu dicas e comentou sobre os desafios desse universo. “No mundo dos jogos tem que se dedicar muito e ter uma estratégia forte. Além de participar de vários projetos para ganhar expertise na área, é preciso também aflorar na equipe de produção de games a paixão pelo desenvolvimento”, conta.

Marcelo Szuster, MBA em Finanças pelo IBMEC, que ministrou palestra sobre “As forças por trás da transformação digital”; o coordenador acadêmico de MBA em Gerenciamento de Projetos e em Gestão Estratégica de Tecnologia da Informação, André B. do Valle que falou sobre “O gerente de projetos como fator estratégico para sucesso do projeto”; a Facilitadora de Desenvolvimento para a Vale, Hanna Meirelles, que ministrou palestra sobre como empoderar a verdadeira liderança; e o mestre em administração e gestão de projetos, pesquisador e professor em várias escolas de negócios e universidades brasileiras, Farhad Abdollahyan, falou sobre metas de desenvolvimento sustentável até 2030 e o papel dos gerentes de projetos.

O último dia do evento, quarta-feira (15) iniciou com um painel de discussão que teve como tema: “O impacto da crise na área de Gerenciamento de Projetos em diferentes regiões do país”. Grandes nomes fizeram parte dessa discussão, como o CEO da Excellence Gestão Empresarial e consultor, Adilson Pize; o diretor executivo da CAF Facilities Management e consultor, Carlos Augusto Freitas; o fundador do PMI Mato Grosso, Clebiano Nogueira; o IT Sr. Delivery Manager de uma multinacional americana no Brasil e professor em diversos cursos de MBA pelo país, Juliano Reis; a gerente de produtos e serviços na equipe projetos do Banco do Nordeste e voluntária do PMI , Raquel Ximenes e o presidente do PMI-PR e Coordenador Geral da Integração Nacional dos capítulos ou sedes do PMI no Brasil, Sergio Marangoni.

Os especialistas responderam perguntas feitas pelo diretor do PMI-MG , Leandro Siqueira, que mediou o debate. Cada participante, representando uma região do Brasil, deu um breve panorama da gestão de projetos em diversos setores da economia, contou suas perspectivas de mercado e os desafios enfrentados. Segundo Sérgio Marangoni, na região Norte existe uma escassez de profissionais da área de gerenciamento de projetos, pois a maioria dos gestores ainda insiste em construir carreira nas cidades da região Sudeste como Rio de Janeiro e Belo Horizonte. “Precisamos de pessoas. As oportunidades de trabalho existem, basta se adaptar ao mercado”, diz.

O IT Sr. Delivery Manager, Juliano Reis, deixou uma mensagem aos congressistas. “O gerenciamento de projetos nunca foi tão necessário quanto agora. Antes as organizações tinham chance de errar, agora, com o erro, ela pode estar fadada ao fracasso. Por isso é tão importante que o profissional comece a investir nele mesmo, corra atrás de certificações e planeje sua carreira, pois dessa forma, quando o cenário melhorar, ele já estará pronto para o mercado e estará à frente dos concorrentes”, finaliza.

Uma das palestras finais contou com um fator surpresa. O consultor e professor nas áreas de governança, gestão e projetos, Thiago Ayres, que ministrou a palestra: “MotoRide Latin America: lições de um projeto de aventura em duas rodas”, entrou, juntamente com dois amigos, montado em suas motos.

Ayres, que atravessou seis países pela América Latina, falou sobre a importância do planejamento para se realizar uma viagem. “A viagem deve ser encarada como um verdadeiro projeto e diversos fatores precisam ser levados em consideração para garantir que a jornada seja bem sucedida. É necessário organizar, por exemplo, os horários, objetivos, determinar custos e definir roteiros”, diz. Segundo Ayres é preciso levar em consideração também os possíveis riscos de uma viagem. “Nem tudo, claro, pode ser planejado. Em uma das viagens, por exemplo, sofri um acidente com a moto que deu perda total, mas como fizemos um planejamento, garantimos mais de seis seguros, o que facilitou e muito a nossa vida”, finaliza.

A 12ª edição do Congresso será realizada em 2017 em Curitiba, no Paraná.

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Com 750 participantes, o Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos de 2015 comemora o sucesso de sua 14ª edição

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Nos dias 09, 10 e 11 de Novembro de 2015, no Centro Fecomercio de Eventos em São Paulo, aconteceu um dos maiores e importantes eventos de Projetos do Brasil do segundo semestre do ano: o Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos, que, este ano reuniu um volume de participantes que ultrapassou o esperado.

O evento foi criado pelo Project Management Institute (PMI) – Capítulo São Paulo para disseminar e compartilhar as melhores práticas em gerenciamento de projetos. O Seminário contou com Workshops, Palestras, Painéis e apresentação de Artigos Técnicos, com a presença de renomados nomes do segmento e com o grande interesse dos participantes. Logo após a solenidade de abertura, realizada pelo Presidente da instituição, Alex Urbano, o evento contou com a palestra do admirado Ricardo Vargas, que trouxe à tona a responsabilidade do público e das empresas presentes com a recuperação do país, apostando no otimismo por meio do realismo, no trabalho árduo e protagonismo dos participantes quanto ao alcance de melhores resultados.

“Eu estou muito feliz com o Seminário deste ano pois conseguimos atingir um número de congressistas que estava classificado como o ideal para o evento, mesmo em um ano atípico e difícil e com uma situação delicada política e economicamente. As pessoas estão mais cautelosas em relação aos seus próprios investimentos. Tivemos a casa cheia e feedbacks muito positivos sobre as palestras, dinâmica do evento, qualidade técnica dos palestrantes, desenvolvimento e organização. O seminário é um grande projeto e entregamos um excelente produto”, comenta Alex Urbano.

O evento abordou o tema Desafios e Oportunidades para o Gerente de Projetos: Negócios, Carreira e Gestão de Projetos, o que despertou um grande interesse dos presentes. “Este ano buscamos oferecer um tema diferente: trabalhar nos três pilares de interesse dos Gerentes de Projetos. Esse e o nosso triângulo de talentos definido por meio de pesquisas feitas pela instituição. O Seminário se destacou bastante este ano porque conseguiu compor esse novo perfil do Gerente de Projetos”, diz.

Além disso, o momento político e econômico do Brasil trouxe a justificativa para a grande procura. “Atrás de cada momento de crise, há grandes oportunidades escondidas. O Seminário pode ajudar o Brasil quando cria um espaço para que as pessoas possam se relacionar e sair com novas ideias, com mais garra e mais preparo para ajudar as empresas. O Seminário mostra que, com organização, com as técnicas corretas, com planejamento, é possível executar bons negócios e aplicar inovação, mitigando erros e reduzindo custos e tempo. Para momentos com recursos escassos, o melhor remédio é ter bons profissionais capacitados, assertividade na primeira vez“, explica Alex Urbano.

“Penso que um evento como esse é uma grande oportunidade de reunir uma série de profissionais e acadêmicos. São pessoas renomadas no mercado que estão no mesmo espaço para fomentar conhecimentos, trocar ideias, provocar e inspirar as pessoas. Um evento como esse ajuda naturalmente os profissionais que buscam inovação, melhores práticas e tendências – além, é claro, do rico networking. No Seminário, as pessoas têm a possibilidade de saber mais sobre os assuntos que estão efervescendo no mercado e que podem ser aplicado nas empresas brasileiras“, complementa.

Para finalizar, Alex Urbano conta sobre os bastidores do evento que atraiu tantas pessoas e deixa explícita a sua honra em presidir a instituição e o time responsável pela organização do evento. “É um orgulho participar do PMI. Não só pela magnitude da instituição, mas por ser voluntário em uma organização que faz diferença na vida das pessoas. Todos nós somos voluntários. É muito gostoso trabalhar com pessoas que estão ali porque querem estar, querem dedicar seu tempo para uma atividade maior, seja para a comunidade profissional da qual pertencem ou pelas atividades sociais que o PMI executa. Vejo nas pessoas que trabalham comigo no PMI o espírito de colaboração, de time. Vejo o brilho nos olhos”.

Saiba mais sobre como foi o evento pelo portal: https://goo.gl/hvJQE0

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CPGP 2015: PMI-PR realiza Congresso Paranaense de Gerenciamento de Projetos

Centenas de executivos participaram do Congresso Paranaense de Gerenciamento de Projetos 2015. O evento, realizado pelo PMI-PR, apresentou cases e palestras sobre inovação, startups, escritórios de projetos, melhores práticas de gestão.
Veja como foi a abertura do CPGP 2015 em reportagem do programa de tv Valor Agregado.

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14º Seminário Internacional PMI aborda Liderança Coaching na Gestão de Projetos!

José F. Silva Junior

Em todo o mundo, empresas de diversos segmentos, portes e culturas buscam atrair os melhores talentos no mercado, mas nem todas investem tempo e dinheiro para reter esses talentos na organização. Cada vez mais as empresas percebem que valorizar o capital humano é uma ação fundamental e estratégica para sua sobrevivência e crescimento.

Gerenciar projetos envolve gerenciar pessoas, recursos e prazos com vistas a entregar um produto ou serviço dentro das especificações estabelecidas pelo cliente, ou seja, de acordo com um objetivo estabelecido. Com este pensamento, José Francelizio da Silva Junior, da empresa Jr Desenvolvimento Humano, irá apresentar a palestra “Liderança Coaching na Gestão de Projetos” durante o 14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos (09, 10 e 11 de novembro de 2015).

“A visão da liderança coaching é a obtenção de resultados estabelecidos por meio do desenvolvimento de pessoas e grupos. Existem vários estilos de liderança e nenhum é único e mais correto. O que é unânime é o fato que a liderança mais eficiente é aquela que atende aos desafios da situação do momento, assim como as necessidades das pessoas que estão sendo lideradas. A aplicação dos conceitos da liderança coaching contribui significativamente para uma gestão de projetos com alta performance”, afirma o profissional.

José Francelizio da Silva Junior conta que a Liderança coaching é um modelo que estimula o capital intelectual que permite que o ambiente seja construído com bases no treinamento e desenvolvimento em prol do crescimento de um todo, no caso, do time, da empresa e do próprio projeto. “O líder coach foca no trabalho em equipe, na motivação, incentivo e na colaboração de cada membro. Com metas claras, sabe aonde quer chegar enquanto promove oportunidades de crescimento pessoal e profissional para toda equipe, isto é, alta performance e produtividade. Liderança coaching por ser voltada ao atingimento de resultados por meio do desenvolvimento de pessoas além de tornar-se mais produtivo, gera profissionais mais qualificados”, comenta.

Ele acredita que o conceito do desenvolvimento contínuo pode colaborar para a obtenção de melhores resultados, isto significa que, na dinâmica de mercado atual, o evento do qual irá participar – o Seminário Internacional – agrega valor aos profissionais de uma área específica, fomentando de forma sistemática a geração e compartilhamento de informação e conhecimento para seu público. “Para mim é um enorme orgulho e um desafio. Falar de um tema no qual acredito e que me fascina para um público tão seleto e qualificado, é realmente muito importante”, finaliza.

Para saber mais sobre essa e as demais palestras presentes no Seminário, acesse: http://sigp.org.br/

Serviço:
14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos
Local: Centro Fecomercio de Eventos
Rua Dr. Plinio Barreto, 285
Bela Vista – São Paulo – SP
Dias 09, 10 e 11 de novembro de 2015
Inscrições pelo site: http://sigp.org.br/seminario-2015/

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Tendências e Perspectivas na Gestão de Projetos no 14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos – 2015

O 14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos – 2015 está cheio de novidades. O evento, que é organizado pelo Project Management Institute – PMI – Capítulo São Paulo e acontecerá nos dias 09, 10 e 11 de novembro de 2015, traz como uma de suas palestras a apresentação sobre Tendências e Perspectivas na Gestão de Projetos a ser facilitada pelo Prof. Dr. Edmir P. V. Prado e pela Profa. Dra. Violeta Sun, da Universidade de São Paulo.
Devido ao fato do gerenciamento de projetos ser um campo de conhecimento de natureza multidisciplinar, seu corpo de conhecimento e práticas gerenciais tem evoluído muito nos últimos anos. Segundo os profissionais, essa evolução tem sido disseminada nas organizações e, por isso, se torna importante para profissionais e pesquisadores conhecerem mais sobre as mudanças emergentes nesse campo de conhecimento e analisarem seu impacto nos negócios.

“Conhecer e discutir as tendências e perspectivas do GP constitui iniciativa relevante para todo profissional que atua em GP. Manter-se atualizado nesse campo de conhecimento é importante para a carreira profissional, pois permite antecipar tendências e direcionar esforços para aquisição de conhecimento e promoção de inovação”, comentam os professores.
Eles contam que o tema apresenta a discussão sobre as tendências da área e, consequentemente, as possibilidades de atuação e as práticas de mercado no momento, o que pode ajudar os profissionais a direcionarem suas carreiras. Para as empresas, Violeta e Edmir contam que, devido à evolução e à realidade do ambiente organizacional, analisar as tendências atuais como busca acentuada de eficiência e modelos de governança, contribui para orientar as organizações nas mudanças que podem agregar valor, especialmente em ambientes de maior turbulência econômica e política.

“Teremos no Seminário uma importante oportunidade de expor e discutir ideias sobre GP baseadas na experiência organizacional e em processo de inovação, junto à comunidade de profissionais de GP e também com a comunidade acadêmica. O seminário possibilita conhecer novas aplicações, da troca de informações com profissionais e acadêmicos de GP. Esta troca de informações é de grande importância devido a constantes e rápidas mudanças de cenário nos negócios”, contam eles.

Serviço:

14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos
Local: Centro Fecomercio de Eventos
Rua Dr. Plinio Barreto, 285
Bela Vista – São Paulo – SP
Dias 09, 10 e 11 de novembro de 2015

Inscrições pelo site: http://sigp.org.br/seminario-2015/

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14º Seminário Internacional do PMI SP vai apresentar oportunidades e desafios para gerentes de projetos

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Por mais um ano, o Project Management Institute (PMI) – capítulo São Paulo organiza o Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos, que irá acontecer nos dias 09, 10 e 11 de novembro de 2015 no Centro Fecomércio de Eventos.

O evento, que comemora sua 14ª edição e é considerado um dos mais importantes summits de gerenciamento de projetos da América Latina, pretende trazer à tona as discussões sobre as oportunidades e os desafios para o gerente de projetos sob as perspectivas de Negócios, Carreira e Gestão de Projetos.

Com a expectativa de atender mil pessoas nos três dias de evento e com o indiscutível sucesso dos anos anteriores, o Seminário coleciona mais um ano de grandes expectativas. Suas palestras, workshops e painéis de discussão serão formados por especialistas e renomados profissionais nacionais e internacionais. Haverá ainda a apresentação de artigos técnicos selecionados e aprovados por uma banca de avaliadores de diversas universidades no Brasil.

Este ano atípico de desafios e oportunidades gerou o tema do evento de 2015, que abordará as novas exigências que o mercado impõe aos negócios e, consequentemente, aos gerentes de projetos. “Isso significa que este profissional, além de conhecer as melhores práticas de gestão de projetos, também deverá ter uma visão de negócios e saber conduzir sua carreira”, comenta Alex Urbano, Presidente do PMI – Capítulo SP.

O pilar Negócios pretende abordar temas inovadores e de maior evidência no mundo Business, entre eles, destaca-se o Internet of Things (IoT), que permitirá integrar pessoas e objetos por meio da conexão da internet para troca de informações e tomada de decisões para atingir objetivos comuns. “Essas mudanças trarão também novas oportunidades de negócio e contribuirão para monitorar, gerenciar e prestar serviços de forma mais eficaz, eficiente e otimizada, atendendo às novas necessidades da sociedade e das organizações”, comenta Urbano. Outro tema interessante neste pilar é o Design Thinking, um conjunto de métodos e processos para abordar problemas, relacionados à aquisição de informações, análise de conhecimento e propostas de soluções. Enfim, o pilar Negócios buscará abordar os desafios na gestão das empresas diante de um cenário de grandes mudanças. “Todos esses fatores contribuem e geram oportunidades e novos desafios para os gerentes de projetos”, explica Urbano.

No macrotema Carreira, o evento traz reflexões sobre perfil profissional, liderança, coaching e empreendedorismo. “No cenário atual, os gerentes de projetos devem saber planejar e conduzir suas carreiras, competências, habilidades e atitudes o que lhes permitirão sua diferenciação frente a um mercado altamente competitivo, com desafios econômicos enormes. Isto é traduzido como empregabilidade e competitividade”, esclarece Urbano.

Já no segmento Gestão de Projetos, serão abordadas as melhores práticas de gestão de projetos, entre elas: gestão de stakeholders, governança e portfólio de projetos, seleção de projetos por meio do método AHP, Indicadores de projetos, metodologias ágeis, escritório de projetos, planejamento e TaktPM – Gestão da execução por fluxo, entre outros temas.

Segundo Alex Urbano, o evento permitirá que os participantes “expandam seus horizontes, reflitam sobre sua carreira, aprendam e experimentem conhecimentos de ponta para que possam retornar ao seu trabalho com uma visão renovada e altamente motivados para realizar e produzir com eficácia”.

Ao figurar como uma grande oportunidade para quem deseja alcançar o sucesso nos negócios e em sua carreira, o evento oferece, ainda, a possibilidade de que os profissionais associados e parceiros adquiram seus ingressos ao Seminário com preços promocionais descritos no portal do evento. Os benefícios oferecidos aos participantes serão: 24 PDUs (crédito para a manutenção de certificação PMP), certificado de Participação em PDF, download das apresentações das palestras, maleta com material de apoio e acesso a todas as atividades disponíveis. Participar do 14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos é uma excelente oportunidade de atualizar-se em relação às melhores práticas de mercado e de fazer networking.

Saiba mais sobre o evento em http://sigp.org.br/

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Gerentes de Projetos estão em alta no mercado de trabalho

Um profissional certificado que entrega projetos com qualidade, dentro do prazo, escopo e custos definidos, é uma peça rara no mercado de trabalho mundial. Segundo o Project Management Institute (PMI), associação que reúne e certifica profissionais do setor, serão criados 13 milhões de novos postos para gerente de projetos globalmente até 2020. “A demanda está cada vez mais farta. Os profissionais que vão bem nessa área são disputados acirradamente pelo mercado”, comenta Clovis Bergamo, Presidente da Six Sigma Brasil – empresa que oferece treinamentos de aprimoramento e certificação, bem como realiza eventos na área de Gerenciamento de Projetos, Processos e Qualidade.

Responsável por garantir a entrega das diversas obras em andamento nas empresas, o gerente de projetos é o profissional que tem vaga em praticamente todos os mercados. Com a Copa do Mundo, reservas de petróleo no pré-sal a serem exploradas, obras de infraestrutura a todo vapor, softwares, empreendimentos civis, novos produtos em um mercado competitivo e diversas outras justificativas, o Brasil ostenta uma coleção de projetos a serem entregues.

Diante da escassez de profissionais e alta demanda, a recompensa também aumenta. O salário médio de um gerente de projetos no Brasil, segundo levantamento do PMI, é de 12 mil reais mensais.

Porém, para que o profissional seja reconhecido e respeitado no mercado, deve aprimorar seus conhecimentos, obter certificações e estar sempre alinhado às tendências mundiais. “A certificação é de extrema importância, pois atesta que o profissional possui os conhecimentos e experiências que comprovam sua atividade como Gerente de Projetos”, comenta Bergamo, que conta hoje com quase 10 mil associados na empresa. “Nós, da Six Sigma Brasil, buscamos oferecer o conhecimento necessário e experimentos práticos para o dia a dia das empresas e dos profissionais, agregando valores e aprendizado. Essa é a nossa missão, a nossa razão de existir”, finaliza ele.
Para saber mais sobre os cursos, eventos da Six Sigma Brasil e associação (gratuita), acesse: www.leansixsigma.com.br.
Six Sigma Brasil – A SIX SIGMA BRASIL Consultoria e Treinamento foi criada com objetivo de integrar organizações e profissionais e aperfeiçoar a eficiência e excelência na gestão das empresas brasileiras. A empresa agrega quase 10 mil associados atuantes na comunidade brasileira de profissionais interessados em discutir, compartilhar, fomentar conhecimento e buscar oportunidades de trabalho.
Fornece à área de Gestão as certificações mais procuradas, que são: Gestão de Projetos do PMI – CAPM (para membros e iniciantes em equipe de projeto) ou PMP (líder de projeto), Prince2 – Foundation (módulo básico) e Practitioners (avançado). Já na área de melhoria contínua, os eleitos são: Yellow Belt, Green Belt e Black Belt.

Seja qual for a certificação conquistada, o sucesso é garantido se os métodos forem aplicados no dia a dia. “O medo de enfrentar as provas é recompensado pelo retorno. Devemos encarar a prova como um desafio pessoal. Se não conseguirmos em um primeiro momento, tentamos novamente. A dica é não ter medo, para isso existem os cursos de capacitação e os preparatórios. É fundamental ser persistente, sempre”, comenta Clovis Bergamo, Presidente da Six Sigma Brasil.

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Livro: “Gerenciamento de Projetos e Empreendedorismo”

A 2.ª edição de Gerenciamento de Projetos e Empreendedorismo, publicada pela Editora Saraiva, está dividida de maneira metódica. Os três primeiros capítulos conceituam e contextualizam os projetos nas organizações, além de explorar as competências requeridas para o sucesso.

O quarto capítulo apresenta a visão global da metodologia do Project Management Institute (PMI) como elemento estrutural dos processos de gestão de projetos. Do Capítulo 5 ao 9 são observados grupos de processos de gestão ao longo do ciclo de vida de um projeto: processos de iniciação, planejamento, execução, monitoramento/controle e encerramento. O Capítulo 9 ainda inclui reflexões sobre a ética do gerenciador de projetos, tema pouco difundido, contudo essencial na busca de profissionalismo em projetos. O Capítulo 10 revisa as tendências futuras para o gerenciamento de projetos no Brasil.

Sobre o autor:
Paulo Yazigi Sabbag leciona esse tema há vinte anos na Fundação Getulio Vargas (FGV). É um dos mais antigos PMP (Project Management Professional) certificados pelo Project Management Institute (PMI) em atividade no Brasil. Foi fundador e dirigente do PMI no Brasil, que depois veio a denominar-se Capítulo São Paulo. Como professor e consultor, dedica-se ao profissionalismo em projetos e programas do setor público e a porta-fólios e projetos em empresas. Advoga o empreendedorismo social em projetos do terceiro setor.

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Solução da Acom Sistemas facilita planejamento, execução e controle de projetos

A Intercompany é uma empresa especializada em soluções de infraestrutura em tecnologia da informação. Com mais de uma década de entrega de projetos e serviços ( geralmente de grande porte e complexos), concluiu ser imprescindível utilizar uma ferramenta para acompanhamento dos projetos conduzidos. Precisava monitorar horas previstas versus realizadas, lançamento das horas e despesas via web e, principalmente, acompanhar a rentabilidade. Alcançou os resultados desejados ao utilizar o iplanner da Acom Sistemas, solução totalmente desenvolvida em plataforma web, para auxiliar no planejamento, na execução e no controle de projetos.

A diretora da Acom Ana Rita Oliveira e o gerente de projetos Sérgio Braga Pirez trabalharam no plano para adequar as práticas da equipe da Intercompany ao padrão e melhores práticas indicados pelo PMI (Project Management Institute ). Entre os resultados obtidos , houve redução de ocorrências de retrabalho, melhoria da comunicação com a equipe e com o cliente e redução de conflitos na entrega de itens , garantindo satisfação do cliente e aumento de rentabilidade.

Roberto Britto, diretor da Intercompany, destaca os avanços alcançados : ” O resultado permitiu termos todos os pontos em questão atendidos, alem de um completo set de funcionalidades relacionadas ao gerenciamento dos Projetos. Durante o processo de implantação do iplanner, percebemos a necessidade de revisar alguns processos internos e conseguimos o apoio necessário da Acom Sistemas através da contratação de uma consultoria de um Gerente de Projeto PMP. Esta consultoria foi de extrema importância para o resultado final desejado e nos consideramos bastante satisfeitos com as contratacoes realizadas: produto e consultoria “

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