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Saúde e mHealth: uma parceria cheia de benefícios para pacientes e profissionais da saúde

O Brasil já é o quinto maior país do mundo em quantidade de linhas telefônicas móveis – são mais de 250 milhões em todo território, utilizadas por pouco mais de 200 milhões de pessoas. Dispositivos móveis, como smartphones e tablets, já são uma realidade e uma “necessidade” na vida de grande parte da população, que vê em aplicativos como WhatsApp e Facebook Messenger seus grandes parceiros do dia a dia.

Esse tipo de comunicação também tem ganhado cada vez mais adeptos em áreas específicas da sociedade, como o segmento da saúde. Segundo dados da Cello Health Insight – agência inglesa especializada neste mercado -, nove entre dez médicos já utilizam dispositivos móveis e aplicativos de conversa para dialogar com os pacientes. “Isso ocorre porque estes profissionais, assim como outros cidadãos, já estão habituados ao uso de celulares para fins pessoais em sua rotina diária. Incorporar essa prática profissionalmente garante comodidade e agilidade na relação com pacientes, além de facilitar a troca de informações entre seus colegas de trabalho”, destaca José Antônio Gasque Júnior, gerente de Marketing – Novos Produtos da Pixeon

Não é apenas o uso de aplicativos de mensagens instantâneas que ganha destaque em instituições de saúde, o uso da tecnologia na área, que recebe o nome de mobile health, ou mHealth, está cada dia mais presente em hospitais, laboratórios e clínicas de diagnóstico. “As aplicações mobile aliadas às tendências tecnológicas melhoram o setor da saúde, pois trazem mais facilidade de acesso às informações do paciente e asseguram maior eficiência no trabalho dos profissionais da saúde, pois o processo se torna mais ágil, sem desprezar a segurança das informações”, explica Rogério Pires, diretor de Tecnologia e Serviços da Pixeon.

Com a crescente utilização de dispositivos móveis, diversas soluções estão sendo apresentadas ao mercado da saúde, um bom exemplo é o beira-leito. A ferramenta permite ao profissional acessar, enquanto está com o paciente, as informações mais importantes de seu histórico em um smartphone ou tablete, seja na emergência ou UTI. Também permite que estes profissionais efetivem a ronda de pacientes acamados de forma mais segura, realizando os procedimentos prescritos no prontuário eletrônico do paciente – PEP. Além disso, a solução garante tratamento mais seguro, principalmente na aplicação de medicamentos pelos profissionais de enfermagem.

A mobilidade no mundo

No cenário internacional também é crescente a demanda e a utilização de dispositivos móveis no mercado da saúde. Atualmente, existem grandes aportes em todo o mundo para o desenvolvimento de soluções que envolvem a mobilidade para atendimento a pacientes. A organização Startup Health estima que os investimentos globais cheguem a US$ 5 bilhões.

Já a consultoria PricewaterhouseCoopers, em estudo realizado para mapear os principais benefícios da mobilidade aplicada à saúde, destacou três pontos principais: (1) aproximação entre médico e paciente, uma vez que melhora o fluxo de comunicação entre eles e possibilita um tratamento mais ágil; (2) maior facilidade no processo de consulta remota do médico ao prontuário, garantindo acesso global de todas as informações relevantes de seu estado de saúde; (3) ganhos econômicos e de eficiência às instituições, uma vez que o médico pode utilizar soluções para tomada rápida de decisões clínicas ou troca de informações entre outros médicos de forma muito mais ágil.

A mobilidade é um grande salto para a melhoria operacional de instituições de saúde. “Saber o que conseguimos fazer com o mobile health é gratificante. O paciente faz o agendamento e acessa seus exames on-line, e os profissionais de saúde também podem acompanhar os indicadores dos pacientes. Assim, é mais eficiência às instituições e qualidade de vida aos pacientes e profissionais da saúde”, finaliza Pires.

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Santa Casa de Porto Alegre utiliza PACS Aurora para otimizar fluxo de trabalho

A Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, instituição referência no Sul do país, diminuiu pela metade o tempo de avaliação e entrega de resultados de exames de radiologia com a adoção do sistema de arquivamento e comunicação de imagens da Pixeon, o PACS Aurora, implementado há quatro anos. Além disso, o hospital aumentou em 25% a quantidade de laudos realizados, pois o software possibilita a melhoria das filas de processos e integração de todas as etapas da realização de um exame de imagem.

“Nossa taxa de ocupação de leitos dependentes de exames de imagem obteve redução devido ao tempo de entrega do resultado dos exames”, explica Luciano Hoffmann, coordenador médico do Centro de Diagnóstico por Imagem da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. “A gestão do fluxo de trabalho melhorou muito, pois o sistema oferece ferramentas simples de controle de produtividade dos médicos, listas de trabalho e organização de prioridades”, complementa.

A partir da utilização do sistema da Pixeon, que facilita a organização de prioridades, houve um aumento de cerca de 25% no número de laudos realizados por médico. “Isso refletiu no crescimento do setor como um todo, que aumentou sua produção em torno de 20% com a utilização do PACS Aurora”, explica Hoffmann. “Os exames de tomografia e ressonância magnética tiveram um acréscimo em sua realização de aproximadamente 20%”, diz o gestor, que ainda salienta que o sistema auxiliou significativamente na redução do número de exames que saíam do prazo de entrega.

A Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre possui estações de visualização de imagens médicas do PACS em todas as enfermarias, blocos cirúrgicos e CTIs nos sete hospitais que integram o complexo. E com o sistema da Pixeon, as informações disponíveis nos laudos dos exames conseguem chegar mais agilmente aos profissionais responsáveis por dar continuidade ao tratamento de um paciente.

“Ter a oportunidade de entregar tecnologia para gestão de imagens médicas para a Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, instituição que serve como referência em todo o país por sua abrangência e relevância, é uma forma da Pixeon poder reforçar sua permanência sólida no mercado brasileiro”, ressalta André Silveira, diretor de Gestão e Concepção de Produtos da Pixeon.

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Gestão Hospitalar: entre desafios e oportunidades

Por André Silveira, diretor de Concepção e Gestão de Produtos da Pixeon

A administração de instituições de saúde é de complexa compreensão. Existem características tão peculiares que a organização parece não se enquadrar em um modelo de gestão. Mas, ainda assim, deve gerar lucro ou, em caso de entidades públicas, provar sua viabilidade econômica.

O termo gestão sugere a ideia de dirigir, analisar e decidir. Na área da saúde não é diferente: o gestor hospitalar precisa de dinamismo para definir e alcançar as metas organizacionais, considerando a tríade instituição, profissionais e pacientes. Desta forma, alguns dos desafios recorrentes na gestão hospitalar são tornar o trabalho mais produtivo, proporcionar ótimo ambiente para os profissionais, administrar as responsabilidades e melhorar o processo de atendimento ao paciente.

Com as incertezas da população e dos executivos diante do recuo da economia brasileira no último ano, o setor de equipamentos médico-hospitalares registrou queda de 9,9%. Por outro lado, no primeiro semestre de 2016, o mercado de saúde suplementar – planos e convênios médicos – apresentou crescimento superior a 10% se comparado ao mesmo período em 2015.

Os dados de recuo e avanço, mesmo que discretos, tornam uma gestão eficiente ainda mais necessária. Diante deste cenário, o gestor hospitalar precisa ter o negócio nas mãos, usar uma “bússola” que o possibilite identificar as informações estratégicas, táticas e operacionais.

Instituições com visão de futuro e bom gerenciamento conseguem manter suas taxas crescentes. O segredo é saber controlar gastos e suprimentos, para evitar desperdícios de materiais e a manutenção de estoques elevados. Além disso, é indispensável observar o controle de custos continuamente, revisar os níveis de performance e checar o faturamento para que todo procedimento realizado seja cobrado, evitando a glosa. Atenção a esses pontos auxilia no bom andamento dos negócios. Porém, o gestor hospitalar necessita ter todas as informações de que precisa em um HIS (Hospital Information System) muito bem estruturado.

Este sistema de gestão deve gerar indicadores que pautem a percepção dos gestores sobre eventuais ajustes no caminho e deixe-o saber como está recepção, ocupação de leitos e tempo médio de permanência do paciente, por exemplo. O HIS permite incluir controles, regras e fluxos de trabalho que reduzem os erros e diminuem a taxa de glosa em até 8%, sendo possível conhecer melhor os números da instituição para conseguir diminuir os custos e aumentar a produtividade e a qualidade do atendimento.

Esta dica pode parecer óbvia, mas não é. Os hospitais ainda investem pouco em tecnologia. No último ano, segundo dados da ANAHP (Associação Nacional de Hospitais Privados), somente 6% dos investimentos do setor de saúde foram em TI, enquanto em outros mercados, como comércio e serviços, os aportes nesta área foram superiores a 7,5%. É um crescimento muito tímido, ainda mais porque os investimentos não devem ser apenas em equipamentos tecnológicos, mas também em softwares de gestão e Business Intelligence.

Os benefícios do sistema de gestão hospitalar são inúmeros: é possível, por exemplo, controlar todo o processo que permeia o atendimento aos pacientes, garantindo que estes recebam medicamento e tratamento corretos. Além disso, integra diversos setores da instituição – desde a central de autorização, assistência e atendimento até o faturamento e relacionamento com os convênios -, o que melhora a comunicação, auxilia na tomada de decisões e torna o negócio mais eficiente.

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Pixeon leva visão futurística em realidade virtual para Jornada Paulista de Radiologia

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A Pixeon, uma das maiores empresas de tecnologia para a saúde no país, em parceria com o DOT, especialista em soluções digitais para Educação e Inteligência, apresenta na Jornada Paulista de Radiologia (JPR’2016) ambiente de realidade virtual aplicado para medicina diagnóstica onde os visitantes da feira poderão ter uma experiência futurística simulada de uma sala de laudo. A iniciativa é condizente com a visão da Pixeon sobre o setor e pretende mostrar ao público o futuro da tecnologia da informação aplicada a saúde.

“Estamos sempre atentos às principais tendências de tecnologia e suas aplicações para a saúde. Temos como objetivo não apenas desenvolver os mais modernos produtos para o segmento, como também trazer para o mercado nacional conceitos e aplicações do que seria a nova geração do health IT”, explica Roberto da Cruz, CEO da Pixeon. “A saúde move o nosso mundo, e por isso, precisamos pensar em futuro e levar propostas inovadoras para nossos clientes, e essa experiência irá à JPR para refletir esse ideal”, completa o executivo.

Para tornar esta ação inovadora possível, a Pixeon contará com aplicação desenvolvida pelo DOT digital group e levará para a JPR o Oculus Rift, um óculos para simulação de realidade virtual, e tecnologia leap motion, um sensor de captação de movimento das mãos. Durante a experiência, um novo mundo de possibilidades irá se abrir em frente aos olhos dos visitantes.

“É muito comum empresas de games investirem em realidade virtual e trazer um mundo paralelo incrível para os usuários, mas a tecnologia ultrapassa barreiras e tem aplicações infindáveis no mundo real. A iniciativa da Pixeon é uma leitura previsional de como soluções digitais serão aplicadas a clínicas e hospitais e poderão melhorar a experiência e produtividade dos profissionais da saúde, e consequentemente, o atendimento ao paciente”, afirma Luiz Alberto Ferla – CEO do DOT digital group.

O estande da Pixeon será o maior que a empresa já apresentou até hoje na Jornada e, de forma inédita, apresentará não só as novidades nos produtos do portfólio, mas também entregará ao visitante uma pílula do futuro, com uma sala de laudo em ambiente virtual. “A tecnologia revoluciona a saúde todos os dias e é a primeira vez que uma empresa de health IT leva uma experiência real de futuro para a JPR. Nosso objetivo está além de entregar os melhores softwares de gestão, mas também de mostrar ao mercado qual é a visão de futuro do setor, por isso estamos muito empolgados em enriquecer o congresso com este simulador”, finaliza Roberto.

Jornada Paulista de Radiologia 2016

28 de abril a 1º de maio

Transamerica Expo Center: Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro, São Paulo.

Localização do estande: #34 – Hall C

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