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Ebit: vendas do e-commerce crescem 5,1% no Dia dos Namorados

Número de pedidos cresceu 7,2% na data, na comparação com o mesmo período do ano passado

O e-commerce faturou R$1,71 bilhão, alta de 5,1% ante o mesmo período de 2016, aponta o monitoramento da Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro. O número de pedidos cresceu 7,2%, para 4,070 milhões, e o tíquete médio foi de R$420.

Os smartphones, tradicionalmente o produto com maior volume de vendas do e-commerce no Brasil, lideraram a lista de presentes mais comprados para presentear os namorados. Completam o ranking dos cinco presentes mais comprados: livros, relógio de pulso, perfume e tênis.

Para Pedro Guasti, CEO da Ebit, o resultado está de acordo com a expectativa do mercado para a data. “Dos cinco produtos mais vendidos excetuando-se os smartphones, temos produtos com preços abaixo do tíquete médio de compras o que demonstra alternativas muito acessíveis para presentear os namorados em tempos de orçamento reduzido”, disse.

Ao contrário de outras datas, o monitoramento da Ebit mostra que o brasileiro não deixou para comprar o presente dos namorados na última hora. Os dias 05 e 06 de junho foram os que registraram as maiores concentrações de vendas.

Confira as cinco categorias mais pedidas:

Subcategorias Share – Pedidos

Celular e Smartphone 16,8%

Livros 5,4%

Relógio de Pulso 5,1%

Perfume 4,8%

Tênis 3,2%

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Aumento das compras em sites internacionais prejudica desempenho do varejo nacional, aponta FecomercioSP

Em 2016, 21,2 milhões de brasileiros compraram em sites internacionais. É o que aponta a 35ª edição do relatório bianual WebShoppers desenvolvido pela Ebit. Entre os destaques deste ano estão os dados da pesquisa Cross-Border, que avaliou o comportamento de compras em sites internacionais.

Se em 2015, 54% dos consumidores afirmaram ter comprado em sites internacionais, em 2016, mesmo com um cenário cambial não muito favorável, onde a cotação do dólar ultrapassou a casa dos R$ 4 nos primeiros meses do ano, o quadro se manteve estável e esse número alcançou 53%. Foram gastos em torno de R$ US$ 2,4 bilhões em sites fora do País, um crescimento de 17% frente ao ano de 2015.

Segundo dados da Ebit, o fator determinante para o crescimento do faturamento das compras em sites internacionais, em 2016, foi o aumento do número de consumidores. Em compensação, caiu a frequência da média de compras por consumidor, passando de 3,8 para 3,7. Por outro lado, o gasto individual dos compradores (tíquete médio) permaneceu estável, registrando US$ 35,69.

Para Pedro Guasti, presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da Pedro Guasti e CEO da Ebit, o aumento das compras em sites internacionais pode ser prejudicial para alguns varejistas nacionais: “Existe uma concorrência desleal em favor das empresas estrangeiras pelo fato de grande parcela dos produtos atravessarem as fronteiras sem recolhimento de impostos de importação, o que os torna muito mais baratos se comparados com os nacionais”, afirma.

De acordo com o relatório, os sites chineses, como o Aliexpress.com, ainda dominam a preferência dos compradores on-line (45%). Já a Amazon.com, que deteve 40% das preferências, ficou em segundo lugar e ultrapassou o Ebay, (26%). O único site que apresentou aumento em relação ao ano anterior na preferência do consumidor foi a Apple (Internacional) que alcançou 10%.

Entre as categorias mais compradas em sites internacionais, podemos destacar Eletrônico (34%), Informática (25%), Moda e Acessórios (24%) e Telefonia e Celulares ( 18%). De acordo com o relatório, outra categoria que apre¬sentou crescimento expressivo foi a de acessórios automotivos, que ganhou três pontos porcen¬tuais em 2016. Traçando um pa¬ralelo com as compras em sites nacionais, o aumento no fatura¬mento em 2016 foi impulsiona¬do pela retração nas vendas de veículos novos e a consequente necessidade de realizar manu¬tenção na frota de automóveis usados (crescimento nominal de 58% em relação a 2015).

Segundo Guasti, o que leva os brasileiros às compras internacionais virtuais é o preço mais baixo dos produtos. Em alguns casos essa diferença chega a superar os 80%, o que faz o consumidor muitas vezes preferir comprar e esperar a entrega em um período muito superior se comprasse em sites nacionais. O segundo fator mais importante são novos lançamentos ou produtos que ainda não estão disponíveis no Brasil.

De acordo com o WebShoppers, em 2016, 79% dos consumidores afirmaram ter recebido o produto no prazo prometido, sendo que a média para entrega chegou a 36 dias.

Fiscalização

Pedro Guasti acredita que para o e-commerce brasileiro concorrer de forma justa com o mercado internacional, a Receita Federal deveria implementar um sistema de fiscalização mais rigoroso obrigando a todos que compram fora pagar imposto de importação. Além disso, as empresas estrangeiras que vendem no Brasil deveriam oferecer os mesmos direitos de empresas locais como garantia, troca, devolução e direito de arrependimento.

Mesmo com a alta do dólar, 67% dos brasileiros entrevistados continuam comprando em sites internacionais, mesmo porcentual apresentado em 2015 e alegam que o preço mais baixo é a principal razão para realizar as compras.

Além disso, outros fatores que contribuíram para as compras em sites internacionais foram frete e impostos. Mais da metade dos entrevistados não pagaram frete (52%), enquanto 53% afirmaram que não pagaram impostos em sua última compra internacional em 2016.

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14º Prêmio Ebit: conheça os melhores do e-commerce brasileiro em 2016

Votação popular, que elegeu a loja mais querida, contou com a participação de mais de 1 milhão de consumidores

A Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro, anunciou nesta quinta-feira (16) os grandes vencedores do 14º Prêmio Ebit. Foram premiadas as melhores lojas virtuais, plataformas e executivos do setor.

Pedro Guasti, CEO da Ebit, destacou a participação dos consumidores, que elegeram a loja mais querida do e-commerce. “Registramos uma participação recorde, com mais de 1 milhão de votos. Isso mostra a força da premiação e do e-commerce, que em 2016 foi um dos setores que andou na contramão da crise econômica e registrou crescimento de 7,4%. Para a Ebit, é uma honra fazer parte desse movimento”, disse.

Nas demais premiações, cujos vencedores foram escolhidos por meio de critérios técnicos e julgados por uma comissão de especialistas, as disputas também foram acirradas. “Tivemos categorias decididas por diferenças mínimas, uma delas por apenas dois votos. O nível desta edição foi altíssimo”, explicou.

A 14ª edição do Prêmio Ebit contou com o patrocínio de Rede, Dotz, PwC e Lomadee, além do apoio de 2Get, Impacta, Digitalks e Buscapé. Saiba mais em: http://www.ebit.com.br/premio-ebit/2017

Confira abaixo a lista de vencedores:

14º Prêmio Ebit – Vencedores

Melhores Lojas – Critérios Técnicos

Diamante Laranja
Submarino

Top 5 Diamante

Americanas.com
KaBuM!
Magazine Luiza
Submarino
Walmart

Ouro
Sépha

Prata
Oculum

Bronze
JF Sun Polarizados

Lojas Mais queridas – Votação Popular

Diamante
Americanas.com

Alimentos e Bebidas
Delivery Extra

Bebês e Cia
RiHappy

Casa, Decoração e Jardinagem
Loja do Mecânico

Cosméticos e Perfumaria
Natura

Livros
Saraiva

Moda e Acessórios
Posthaus

Pet Shop
Petlove

Saúde
Drogasil

Top 5 Mais Votadas

Americanas.com
KaBuM!
Natura
Nerdstore
Saraiva

Melhores Executivos de E-commerce

Diamante
Carla Maria Mita Nogueira Schymura – Shopfácil

Ouro
Debora Capobianco – Privalia

Empreendedorismo
Tiago Dalvi – Olist

Melhores Plataformas de E-commerce

Lojas grande porte
Oracle ATG

Lojas médio porte
Vtex

Lojas pequeno porte
Loja Integrada

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Compras por dispositivos móveis crescem e representam 20% do faturamento da Black Friday, indica Ebit

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Cerca de 20% das compras online realizadas durante a Black Friday foram feitas por meio de dispositivos móveis (celulares e tablets), aponta o monitoramento da Ebit, referência em informações sobre o e-commerce brasileiro. O percentual representa R$380 milhões dos R$1,9 bilhão faturado pelo e-commerce na edição de 2016. Na comparação com 2015, o percentual mais do que dobrou. No ano passado, cerca de 9% das compras foram feitas foram feitas por celulares e tablets.

As compras online durante a Black Friday registraram alta de 17% na comparação com 2015. O número de pedidos cresceu 4%*, para 2,92 milhões, enquanto o tíquete médio foi de R$653, 13% maior do que no ano passado. O levantamento leva em conta as compras feitas entre às 0h e 23h59 desta sexta-feira (25).

De acordo com Pedro Guasti, CEO da Ebit, o crescimento do uso dos dispositivos móveis durante a Black Friday para a realização de compras surpreendeu. “Para um público cada vez maior o smartphone é o meio principal de acesso à internet. As principais lojas passaram a oferecer ou aperfeiçoaram seus aplicativos, tornando a utilização cada vez mais inteligente, isso também impactou positivamente no crescimento deste público”, diz.

O monitoramento da Ebit mostra que quem compra pelo celular ou tablet gasta mais: o tíquete médio das compras realizadas utilizando os dispositivos móveis foi de R$759, cerca de 20% maior do que o tíquete médio via desktop. “Grandes lojas apostaram no desenvolvimento de APPs e sites responsivos, alavancando assim a venda de produtos de maior valor agregado como Linha Branca, Celulares e Eletrônicos”, explica.

Dados do monitoramento Ebit apontam que o consumidor da Black Friday tem maior presença na região Sudeste (62%), é mais masculino (homens 52%) e possui renda familiar mensal de R$5.590 mil. Em média, na edição de 2016, o consumidor fez 1,5 compras online. Veja o levantamento completo abaixo, no infográfico Ebit.

Relevância

Nos Estados Unidos, berço da Black Friday, o faturamento do e-commerce no dia 25 foi de US$ 3,3 bilhões, segundo dados da Adobe Digital Index. “Convertendo o faturamento brasileiro em dólares, chegamos s US$554 milhões, seis vezes menor, mas ainda assim muito relevante, já que o mercado norte-americano é 30 vezes maior que o nosso. Isso mostra como a data ganhou em importância nos últimos anos e já é a mais importante do calendário do e-commerce brasileiro”, diz Pedro Guasti.

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Black Friday impulsiona e-commerce e vendas de Natal devem crescer 14% em 2016, aponta Ebit

A Black Friday impulsionará as compras de Natal e o faturamento do e-commerce no período de 15 de novembro a 24 de dezembro deverá ser de R$ 8,4 bilhões, aponta a Ebit, empresa referência em dados sobre o varejo eletrônico brasileiro. O montante deve ser R$ 1 bilhão maior do que em 2015, o que representa um crescimento nominal de 14%.

O volume de pedidos deverá apresentar crescimento de 4,5%, para 18,4 milhões de encomendas. Seguindo a tendência de alta, o tíquete médio deverá ser de R$ 458, 9% maior do que no ano passado.

“Com a consolidação da Black Friday no Brasil, muitos consumidores aproveitarão os descontos oferecidos pelo varejo na data para adiantar as compras de final de ano. A Black Friday, em um único dia, é responsável por 25% do faturamento do e-commerce para o período do Natal”, explica Pedro Guasti, CEO da Ebit.

A Ebit estima um faturamento de R$ 2,1 bilhões no dia da Black Friday, que será realizada no dia 25 de novembro, crescimento de 30% ante 2015. O aumento é impulsionado pelo crescimento do número de consumidores on-line ativos. “Com a crise, muita gente trocou o varejo físico pelo on-line em busca por melhores preços. Essa migração de consumidores será a maior responsável pelo crescimento do e-commerce em tempos de economia retraída”, afirma Guasti.

Veja a seguir os produtos mais desejados pelos consumidores para as compras de Natal:

Produtos mais desejados – Natal 2016

1) Celular e smartphone
2) Livros
3) TV
4) Perfume
5) Calçados: sapatos/tênis
6) Máquina de lavar roupas
7) Fogão
8) Jogos
9) Vinho
10) Cafeteira

Fonte: Ebit.

De acordo com a Ebit, os produtos de tíquete médio mais alto desse ranking (celulares, eletrodomésticos e eletrônicos) também estão entre os itens que o consumidor pretende comprar na Black Friday. Destaque para o item cafeteira, que aparece pela primeira vez no ranking de Natal, também alavancado pela grande data do varejo.

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