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Startups levam para a Agrishow o conceito de Fazenda Inteligente

A Agrishow, uma das maiores e mais completas feiras de tecnologia agrícola do mundo, terá na edição deste ano o espaço “Fazenda Inteligente: o futuro chegou” com o objetivo de aproximar os produtores rurais as novas tecnologias de agricultura digital que estão revolucionando a tomada de decisões e produtividade no campo. O projeto é idealizado por cinco startups pioneiras em agtech no Brasil: Agrosmart como porta voz, Aegro, InCeres, Horus Aeronaves e SpecLab

As startups investidas pela SP Ventures, um dos 10 maiores fundos investidores em agtech no mundo, segundo a Agfunder, se uniram com o objetivo de apresentar ao público da feira as aplicações e simplicidade do uso dessas novas tecnologias no dia a dia da fazenda, que já trazem ótimos resultados financeiros e ambientais para as fazendas que adotam essas soluções.

A aplicação dessas novas tecnologias na fazenda é resultado de um extensivo trabalho de pesquisa desenvolvidas pelas 5 empresas, além da vivência dos problemas no campo. As soluções que serão apresentadas durante a feira já são acessíveis ao produtor brasileiro e aplicáveis à agricultura de precisão, monitoramento da lavoura para irrigação inteligente, sistemas de gestão agrícola, drones, análise de solo dentre outras tecnologias de ponta. Além de possibilitar ver de perto todas essas inovações, o estande “Fazenda Inteligente” contará também com palestras de especialistas e a apresentação de cases de sucesso.

“A utilização de tecnologias digitais no campo está tornando as fazendas cada vez mais automatizadas e inteligentes. A captura e processamento de um grande volume de dados estão transformando a tomada de decisão no campo e essas inovações serão responsáveis pela expansão da próxima fronteira agrícola, ajudando o produtor a elevar a produtividade das lavouras para um novo patamar nunca antes visto no Brasil e no Mundo, de forma mais sustentável”, explica Mariana Vasconcelos, CEO da Agrosmart.

As empresas participantes do stand são:

Agrosmart: empresa que traz para o setor agro o conceito de cultivo inteligente e fazendas conectadas, irá apresentar um sistema de conexão por sensores, previsão de tempo e monitoramento via satélite;

InCeres: empresa de desenvolvimento de softwares para manejo da agricultura, trará o conceito de agricultura de precisão, mapa de fertilidade e mapa de produtividade para a fazenda;

Horus: fabricante de aeronaves não tripuladas, mostra o conceito de mapeamento dos locais por drones;

SpecLAB: mostra a análise de solo inovadora que demora cerca de 30 segundos para fazer a análise de nutrientes;

Aegro: sistema de gestão para o processo de produção agrícola que foca na eficiência agronômica e no planejamento financeiro, mostrará qual a melhor maneira de gerir toda a fazenda.

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Tecnologia para aumentar produtividade do agronegócio

Um dos principais motores da economia do país é o agronegócio, com grande destaque para a produção de soja. No ciclo atual, 2017, foram cultivados 2,52 milhões de hectares e a projeção da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS), e a estimativa é de que a produtividade média seja a mesma da temporada passada: 51,5 sacas por hectare, mas que a produção cresça 2,4%, passando de 7,601 milhões de toneladas para 7,787 milhões de toneladas, um novo recorde para o estado.

No Brasil, atualmente, contamos com 33 milhões de hectares que produzem 104 milhões de toneladas de soja. Nos próximos 10 anos este número deve saltar para 43 milhões de hectares e o país deverá se tornar o maior produtor do insumo no mundo. Mesmo com a instabilidade econômica e política, o setor primário cresce com força e precisa investir cada vez mais na melhoria de sua gestão. Segundo o diretor da Cigam IC Planejamento, Ricardo Araújo, um bom software de gestão, o chamado ERP, pode aumentar nitidamente a produtividade e eficiência da operação do setor.

“É o momento de investir em melhorias de processos e fazer a empresa funcionar de uma maneira mais fácil. Com a solução da Cigam, ajudamos os players do setor facilitando a gestão financeira, de pessoas, estoques e produção” afirma Araújo.

E são muitos os motivos que justificam o uso da tecnologia na gestão do agronegócio. Com um sistema de gestão adequado às necessidades, é possível aumentar a produção, diminuir custos de insumos, manutenção e logística, tudo isso com sustentabilidade.

O produtor tem que fazer o Planejamento Estratégico da safra, desde a plantação até a colheita, gerenciamento de produtividade, armazéns, riscos financeiros e estar em conformidade com as obrigações tributárias e ambientais – estas duas últimas comumente passam por modificações de órgão públicos e agências reguladoras, como é o caso da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), que passará a ser exigida pelo Governo, o que requer a atenção redobrada.

“O nosso objetivo é agregar conhecimento tecnológico ao gerenciamento, que acompanhará todo processo operacional do plantio, cultivo e colheita. O ERP aumenta a confiabilidade das informações através da integração de setores, otimiza tempo, amplia a produtividade e reduz controles manuais”, afirma Araújo.

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Uso de drones na agricultura otimiza processos e diminui problemas ambientais

FRANCE-WINE-SCIENCE-TECHNOLOGY

Se você ainda não viu, certamente não demorará muito para encontrar um objeto voador que não identificará de primeira. São os drones, aviões não tripulados que são usados em meios civil e militar para vários objetivos. Os drones, que em português significa zangão ou zumbido, realizam funções que antes dependiam de aviões e helicópteros tripulados, buscando maior eficácia e alcance, redução de custo e mais segurança para quem pilota.

Apesar da grande polêmica acerca do uso militar, é o uso civil dos drones que pode modificar inúmeros serviços. Com formatos e tamanhos variados, a quantidade de máquinas voadoras controladas remotamente deve crescer em ritmo acelerado nos próximos anos no país e no mundo, devido à facilidade de voo, ao baixo custo e às inovações tecnológicas preparadas para cada modelo, como uso de câmeras, filmadores e sensores de raio-x.

Atualmente, longe das fábricas, estudantes e curiosos por tecnologia desenvolvem drones artesanais, aproveitando processadores, baterias e componentes retirados de smartphones e outros equipamentos eletrônicos. Há até quem fale em “revolução dos drones”, calculando milhões de drones no céu usados para diversos fins.

E, talvez, essa revolução já tenha chegado. É o caso da Amazon, que em dezembro do ano passado realizou sua primeira entrega usando uma aeronave não tripulada controlada remotamente. A ideia de entregar produtos usando drones faz parte do programa Amazon Prime Air, que tem o objetivo de fazer entregas em até 30 minutos.

A Prefeitura de Santos também inovou e está utilizando um drone para sobrevoar locais inacessíveis aos agentes da dengue, em busca de possíveis criadouros do mosquito aedes aegypti. O equipamento facilita o direcionamento das ações da Secretaria de Saúde no combate à doença e tem disso inspiração para outras cidades brasileiras.

Na zona rural, os drones e os vants têm aberto mais espaço a cada dia. Por meio de imagens, os equipamentos podem detectar falhas nas plantações, áreas com falta ou excesso de água e onde é preciso utilizar agrotóxicos ou qualquer outro suplemento agrícola.

Para Julian Brandalise e o irmão Jerim Brandalise os drones/VANTs de uso agrícola estão surgindo explosivamente no mercado. Os irmãos Brandalise trabalham na empresa INOTEC Store , responsável pela venda de drones e VANTS para uso agrícola, como os pulverizadores e mapeadores, VANTs militares e de filmagem profissional, drones de corrida, entre outros.

“Os drones agrícolas aumentam exponencialmente a eficácia do trabalho nos campos. A tecnologia pode fazer uma pulverização cirúrgica, de grande precisão, que pode reduzir em até 60% a quantidade de defensivos”, explica Julian, “alguns pulverizadores carregam até 10 litros de defensivos e podem voar até 500 metros de altura”, completa o irmão Jerim Brandalise.

De uma forma geral, os agricultores usam aviões não tripulados com câmeras para mapear e identificar doenças e anomalias nas plantações. Depois, esses dados são repassados para o GPS de equipamentos terrestres que são enviados para a aplicação dos produtos.

Fazendo uma analogia, o drone é como um raio-x para um médico. Ao identificar os problemas, quais as suas dimensões e qual a sua localização no campo, o responsável pode ir até as áreas que estão com problema para tomar as ações necessárias.

“A utilização de drones ou VANT’S otimiza esse processo de pulverização e também permite levar o defensivo até áreas onde aviões tripulados não conseguem chegar, como perto de árvores ou da rede elétrica. Além de tudo, como o equipamento chega muito perto da área a ser protegida, os riscos de contaminação de locais indevidos”, completa Julian.

Reafirmando a revolução dos drones, a venda de aeronaves não tripuladas controladas remotamente tem tomado o mercado brasileiro. Em 2016 a estimativa é de que o setor tenha movimentado cerca de R$ 200 milhões de reais no Brasil. Estimativa confirmada pelos irmãos Brandalise, que começaram o ano de 2017 abrindo uma nova loja INOTEC.

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A tecnologia como ferramenta para o desenvolvimento do agronegócio no Brasil

Os números referentes à região conhecida por MATOPIBA chamam a atenção. Para quem não sabe, ela é formada pelos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, daí a sigla, originado o quadrilátero que é considerado polo agrícola, cuja adoção de tecnologias agropecuárias resulta em alta produtividade.

De acordo com dados do Censo 2010, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população total do MATOPIBA era de 5.901.789 pessoas (3.854.561 vivendo em áreas urbanas – 65,31% delas – e 2.047.228 na área rural – 34,69% restantes), ocupando um território de pouco mais de 73 milhões de hectares.

Apesar do atual cenário econômico ainda ser visto com cautela, as projeções indicam que a região deverá produzir no ciclo 2023/2024, 22,6 milhões de toneladas de grãos (a safra 2014/2015 foi de 19,6 milhões de toneladas de grãos), correspondendo a uma área plantada entre 8,4 e 10,9 milhões de hectares.

No entanto, apesar de dados tão expressivos, a produção agrícola no Brasil ainda enfrenta alguns problemas. “Com o MATOPIBA, percebemos que as fronteiras agrícolas têm se interiorizado no país, contribuindo no aumento da distância entre os portos das regiões Sul e Sudeste. Consequentemente, isto aumenta os custos de logística. Neste sentido, se fazem necessárias ações mais eficientes em relação ao uso da tecnologia para o agronegócio, não apenas por parte dos três níveis de governo, mas, sobretudo, advindas das empresas”, explica o diretor da Unidade de Agronegócio da Mega Sistemas Corporativos, Gustavo Almeida.

No contexto empresarial, algumas medidas podem ser consideradas, como, por exemplo, a adoção de sistemas de gestão integrada, também conhecidos por ERPs, apropriados para o setor. É o caso do Mega Agrobusiness, desenvolvido pela Mega. “A solução foi criada com o objetivo de administrar e controlar todo o processo gerencial do plantio à colheita, fornecendo dados para que os gestores possam tomar as devidas decisões a cada safra”, afirma o executivo.

Para os especialistas, temas estratégicos como a desoneração tributária, geração de empregos, incentivos fiscais, obrigações e responsabilidade social, entre outros, também fazem parte do dia a dia de quem atua neste segmento. “Diante dos últimos anos, a automatização de todos os processos estimula o agronegócio crescer no Brasil. E direcionar os investimentos ao uso assertivo da tecnologia é de extrema importância no aumento da produção nacional, principalmente nesta região que sofreu com a seca no período 2015/2016 e reduziu em 35,66% a produção em comparação ao ciclo anterior”, conclui Almeida.

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Aplicativo encurta a distância entre compradores e vendedores de gado

Mesmo com o recessivo cenário econômico do Brasil, o setor agrícola apresenta crescimento, indo na contramão dos outros setores produtivos do País. Com um faturamento de quase R$ 500 bilhões ao ano, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a agricultura foi o grande responsável por impedir que a retração do PIB brasileiro fosse ainda maior em 2015.

O bom desempenho se deve a expertise do produtor brasileiro sempre de olho no gerenciamento do seu negócio, buscando alternativas que reduzam custos e otimizem os processos. Neste âmbito, as tecnologias têm sido um forte aliado na gestão dos negócios agrícolas.

Uma das ferramentas recentemente disponíveis para o mercado agropecuário é o uBoi. Trata-se de um aplicativo que intermedia a compra e venda de gado, por meio de smartphones e tablets. Nele é possível visualizar vídeos, fotos e o contato de vendedores e compradores. O app permite encontrar a localização exata da fazenda e é totalmente gratuito.

O uBoi pode ser baixado sem custos e esta disponível no sistema Android, em breve, também no IOS e por meio do site www.uboi.com.br, “O principal objetivo do aplicativo é encurtar as distâncias, às vezes tem alguém com o gado que eu preciso em uma fazenda próxima à minha, que eu não sei que está vendendo, isso às vezes é um problema e acabamos comprando gado mais longe, o que encarece o frete. O uBoi vai aumentar a gama de contatos para o negócio do gado.”, afirma Walter Stoecker de Arruda Sampaio.

O aplicativo Uboi já conta com usuários cadastrados. “Nós já temos cadastrados compradores nos estados do Pará e Mato Grosso sem nenhuma divulgação, isso mostra como o mercado precisa de ferramentas desse tipo. As pessoas procuram soluções rápidas, de forma simples principalmente com o mercado estando cada vez mais restrito.”, revela Priscila de Souza Queiroz.

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Revolução digital no agronegócio – Por Ricardo Fachin

Ao simplificar os processos, as organizações conseguem agilidade para os negócios e passam a ser mais competitivas no mercado. As soluções tecnológicas e comércio eletrônico, conquistam as companhias de agronegócio que projetam um desempenho positivo para 2016.

O setor prevê um crescimento entre 1,5% e 2,2%. Segundo a CNA, neste ano, o Valor Bruto da Produção (VBP) da agropecuária chegará a R$ 529,9 bilhões. Vale lembrar que, em 2015, o agronegócio representou 23% do PIB nacional, 35% da força de trabalho do país e 40% das exportações brasileiras.

No caso do Paraná, estado que se destaca no setor agrícola com 220 cooperativas filiadas à Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), o faturamento em 2015 foi de R$ 60,4 bilhões. Esse valor ganha ainda mais destaque se comparado ao PIB brasileiro, que no ano passado teve uma retração de 3,8%.

Mas, mesmo com os avanços do segmento, ainda há muitos gargalos e deficiências a serem supridos. É aí que a tecnologia pode auxiliar as cooperativas, agroindústrias e quem trabalha no campo.

Hoje, ter o controle operacional do negócio passou a ser o desejo de toda organização. Desejo que se torna realidade por meio da tecnologia. Uma das soluções desenvolvidas pela marca alemã SAP, o S/4 HANA traz simplificação para os processos e possibilita a uso real de Big Data (grandes volumes de dados).

Se, hoje, uma simulação de planejamento de produção pode durar horas para ser realizada, com o SAP S/4 HANA são segundos, ou seja, o software permite o replanejamento de toda a empresa: logística, produção, vendas e finanças, a fim de atender as demandas estratégicas das cooperativas. Vale destacar que, se a logística não for bem gerenciada, há riscos de perder contratos e, até mesmo, a própria produção.

Outro desafio para as cooperativas e agroindústrias é a diversidade de negócios – tudo precisa estar integrado e a informação gerencial consolidada. Nas plataformas tradicionais não é possível fazer a integração em tempo real – muitas vezes, o profissional da área tem que olhar em vários sistemas diferentes para obter os dados desejados – e quando o faz são com informações dos dias anteriores, dessa maneira não consegue a mesma qualidade de informação oferecida pela SAP.

Ajustar a gestão contábil, fiscal e financeira das operações é mais uma questão a ser solucionada pelas cooperativas. O Simple Finance e a plataforma fiscal da SAP (TDF) ajudam nesta tarefa. Tornam o trabalho dos usuários e gestores mais intuitivo e produtivo, usam informações em tempo real para reduzir riscos e diminuir a exposição fiscal das empresas.

Outra “grande solução” para as cooperativas

Além do S/4HANA, as organizações contam com o software de Gestão de Contratos Agrícola (Agricultural Contract Management – ACM) da SAP. A solução gerencia as atividades relacionadas aos contratos e oportunidades do negócio agrícola, ao promover a gestão eficaz de contratos.

No caso das cooperativas, por exemplo, se percebe que as soluções atuais, são de difícil atualização e baixo nível de integração, expondo as empresas a riscos e dificultando o cálculo do resultado real de uma operação. Nesse caso, o ACM da SAP é uma boa opção, agrupa os contratos de compra com os de venda, gerencia o volume de compra, vendas, variações dos preços e o resultado.

Em resumo, por meio deste software– que atende organizações de todos os tamanhos – é possível ter controle das relações na cadeia de suprimento de matéria-prima, produção e vendas, a começar pela identificação de fornecedores de grãos; gerenciamento de volume de produção; preço e qualidade; controle de prazos de entrega e acompanhamento da liquidação final do contrato.

As soluções da SAP vieram para suprir as demandas por eficiência, qualidade de produção, redução de custos, desperdícios e competitividade.

Ricardo Fachin – Diretor Corporativo da FH

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Agrishow 2016 começa na segunda-feira, (25/04), em Ribeirão Preto

Com a expectativa de atrair um público da ordem de 160 mil pessoas, provenientes de mais de 70 países, começa na próxima segunda-feira (25/4), em Ribeirão Preto/SP, a Agrishow 2016 – 23ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação.

Consolidada como a maior e mais importante feira do agronegócio da América Latina, a Agrishow reúne cerca de 800 marcas, que apresentarão uma série de novidades em máquinas, implementos agrícolas, sistemas de irrigação, acessórios, peças, e outros produtos, com o objetivo de elevar a produtividade do cultivo dos produtores rurais e, assim, reduzir custos com insumos, recursos naturais e hora trabalhada, aumentando a rentabilidade do agronegócio.

Ocupando uma área de 440 mil m², a feira contará com a Rodada Internacional de Negócios, organizada pelo Programa Brazil Machinery Solutions, uma parceria entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), e as Demonstrações de Campo, que têm início no segundo dia de evento (26/04, terça-feira).

Para esta edição, os organizadores do evento estão promovendo investimentos em infraestrutura, com o intuito de proporcionar mais conforto e segurança aos visitantes. Para os expositores, será uma oportunidade de potencializar a apresentação dos seus lançamentos em tecnologia agrícola a um público altamente qualificado e interessado em inovações, que elevam a produtividade no campo. Foram asfaltadas mais duas avenidas e duas ruas, no total de 25.000 metros, além de um novo e moderno sanitário de alvenaria, entre outras novidades.

Ao longo dos mais de 20 anos de trajetória bem-sucedida, a Agrishow 2016 é considerada um motor para o agronegócio nacional, uma vez que passou por diversos cenários econômicos, políticos e sociais, sempre proporcionando um ambiente ideal para a realização de negócios, para a apresentação de tendências que contribuíram para o desenvolvimento do setor e da economia do País, para a divulgação de conhecimento e de novas técnicas para manejo no campo, para a difusão de tecnologias voltadas para sustentabilidade e para a produtividade, bem como uma plataforma para anúncios de investimentos e de créditos públicos e privados para o setor.

Comunicação

Em uma iniciativa inédita para levar informações relevantes sobre o agronegócio para seu visitante, a Agrishow 2016 colocou na web um novo canal de conteúdo exclusivo, com matérias especiais, artigos, reportagens, entrevistas e dicas em formato de e-books, além de whitepapers, infográficos e artigos técnicos de institutos parceiros, do Brasil e exterior. Para acessá-lo, basta entrar no site oficial da feira, www.agrishow.com.br, e clicar na aba “BLOG”. O novo canal de conteúdo está em sintonia com a programação da feira e complementa a abrangente programação da feira. O objetivo é disponibilizar para os visitantes, temas e conteúdos em alta no momento e que podem ser vistos com mais profundidade no dia a dia do evento.

Além do novo canal, a organização do evento desenvolveu novas funcionalidades para o aplicativo da feira, agregando mais facilidades para o visitante. O APP da Agrishow 2016 possibilita, agora, que o usuário faça um cadastro, adicionando dados profissionais e foto, para que outros profissionais, também cadastrados, possam se comunicar com ele, por meio de mensagens, e até mesmo, agendar reuniões de negócios. A novidade complementa funcionalidades relacionadas à organização mais eficiente e produtiva do visitante: seleção dos estandes que ele pretende conhecer, traçando rotas que facilitam sua visitação, a visualização dos expositores em destaque, a marcação dos expositores como favoritos e/ou visitados, a navegação na relação completa de empresas participantes e a busca por expositor via categoria de produtos.

Com instalação simples, rápida e gratuita, o aplicativo, que está disponível nas lojas Apple Store e Google Play, continua a oferecer uma função que agradou bastante os profissionais que visitaram a feira no ano passado: a marcação da vaga do estacionamento, que registra o local exato onde está o carro por meio do GPS ou da fotografia tirada na localização. Um dos objetivos dessa funcionalidade é facilitar a entrada e saída da feira.

A Agrishow 2016 vai até o dia 29 de abril, é uma idealização das principais entidades do agronegócio no país: Abag – Associação Brasileira do Agronegócio, ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda – Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp – Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB – Sociedade Rural Brasileira e é organizada pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto.

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Bovinocultura: Startup lança aplicativo gratuito que permite estimar o peso dos animais sem o uso de balança

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A anotação em planilhas, tabulação de dados e sistemas complicados são rotinas do passado para os produtores rurais, especialmente para quem atua na pecuária. Hoje o uso de tecnologias está cada vez mais presente no campo e por meio de celulares ou tablets é possível acessar informações que são relevantes para o negócio e acompanhar todos os indicadores de produtividade e rentabilidade. E esses recursos, que antes eram quase uma exclusividade de grandes produtores, chegam às pequenas propriedades com baixo custo – pois dispensam pagamento de licença e investimento em instalação – e facilidade de utilização.

Entre as vantagens desses sistemas é que algumas vezes o pecuarista não precisa nem de acesso à internet, uma dificuldade muito comum quando se trata de comunicação em áreas rurais. Tendo tudo isso em mente, a JetBov – startup com sede em Joinville (SC) -desenvolveu um aplicativo, muito semelhante ao WhatsApp, para auxiliar na coleta e na comunicação de dados a respeito do rebanho.

Segundo o diretor executivo da empresa, Xisto Alves, o aplicativo funciona como um ‘caderno de campo’, onde é possível fazer as anotações sobre o animal e os dados são sincronizados de forma automática ao software JetBov na nuvem, assim que o aparelho estiver conectado. Com isso é possível estimar o peso do animal mesmo sem o uso de balança, que é uma realidade comum em pequenas propriedades. “Com o uso de uma fita métrica o pecuarista pode fazer a medição do animal e, em seguida, jogar os dados no aplicativo que faz a conversão da estimativa de peso”, explica.

O aplicativo também permite utilizar leitores de brincos eletrônicos. Por meio de um sensor via Bluetooth™, a comunicação é feita direto do chip para o sistema, o que representará um ganho de até 30% no tempo do manejo. “A automação no campo é uma tendência, e representa um ganho de tempo e de confiabilidade na coleta dos dados para o produtor, permitindo armazenar e gerar informações que são essenciais para aumentar a eficiência e a produtividade” afirma Alves.

O aplicativo da JetBov está disponível para os aparelhos da versão Android e podem ser acessados sem nenhum no custo pelo https://play.google.com/store/apps/details?id=com.jetbov.jetbovdecampo .

Diferenciais

A JetBov é considerada pioneira no Brasil por desenvolver um sistema especializado em bovinocultura de corte, empregando tecnologias cloud computing ou computação em nuvem, que disponibiliza a informação a qualquer momento e lugar, bastando para isso ter o acesso à internet. Outro diferencial em relação aos sistemas tradicionais é que ele não exige pagamento de licença e manutenção, sendo ainda de fácil utilização. Entre as principais vantagens do sistema é que ele trabalha em todas às etapas da produção de carne: como cria, recria e engorda. Como isso, permite ao produtor gerenciar toda a atividade da fazenda, acompanhando dados que são relevantes para o negócio, desde o ganho de peso do animal, vacinas, gestão do rebanho, todos os custos associados à produção e o resultado financeiro.

O sistema pode ser testado gratuitamente. Basta acessar www.jetbov.com .

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