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De cientista de dados a diretor de transformação digital, conheça profissões de Tecnologia que estarão em alta em 2018

O PageGroup, referência mundial em recrutamento especializado de executivos de todos os níveis hierárquicos, traz a lista dos cargos que devem predominar em 2018. O levantamento, realizado pelos consultores da Page Executive, Michael Page e Page Personnel contempla uma relação das profissões que devem “bombar” no ano que vem. As posições deste material refletem as análises, estudos e percepção dos especialistas do PageGroup junto ao mercado de tecnologia.

“Diferentemente do que vinha acontecendo, quando as empresas estavam preocupadas em contratar profissionais que pudessem ajudá-las na busca pela eficiência e redução de custos, agora o que as companhias querem são executivos que possam levá-las a outro patamar. Estão de olho em profissionais que sejam capazes de liderar essa transformação, com foco em aproveitar e maximizar as oportunidades que devem surgir no próximo ano. É um momento crucial para as empresas. Amargaram maus resultados nos três últimos anos e agora precisam de executivos com ambição, visão de inovação e capacidade de execução”, explica Ricardo Basaglia, diretor executivo da Michael Page e Page Personnel.

“É importante destacar que a governança corporativa voltou ao centro dos investimentos e discussões e um bom exemplo é o conceito de compliance, que veio para ficar. Companhias estão em busca de executivos dispostos a preparar o caminho para receber novos investimentos, reorganizar questões tributárias e liderar projetos de transformação digital, mesmo que ainda não seja de forma exclusiva, como já ocorre no exterior. Não apenas a sociedade, mas o mercado em geral terá que pensar criativamente as transformações digitais. Não basta adaptação, é preciso desenvolver times e projetos para encarar a cultura de aceleração tecnológica que está transformando todos os setores, inclusive os mais tradicionais, da economia do Brasil”, conta Fernando Andraus, diretor executivo da Page Executive.

Confira a lista dos cargos mais promissores para o próximo ano:

Page Executive

Diretores de transformação digital (diretor de e-commerce, diretor de marketing ou o diretor de TI/CIO)

O que faz: dificilmente tem responsabilidade exclusiva por transformação digital, mas nesta posição tem papel de liderar todas as iniciativas de transformação digital e inovação das empresas. Os últimos anos foram marcados por forte expansão destes projetos, especialmente em varejistas, bancos e empresas de consumo.

Perfil: profissionais que já tiveram vivência relevante em e-commerce ou empresas “nativas digitais”, com grande capacidade de influência.

Remuneração: R$ 40.000,00 a R$ 65.000,00 mensais, dependendo do porte da empresa.

Motivo para alta em 2018: o mundo está passando pela transformação digital acelerada e é fundamental ter profissionais experientes e dedicados para liderar estes projetos dentro das empresas.

Michael Page

Gerente de Transformação Digital – Marketing

O que faz: implementa processos de mudanças digitais nas empresas, trazendo ferramentas e agregando conhecimento para a modernização do marketing.

Perfil da vaga: conhecimento em ferramentas de digital, além das noções básicas de marketing tradicional, onde a capacidade de mudança será primordial.

Salário: R$18 mil a R$20 mil

Motivo para alta em 2018: digital em grande crescimento com as empresas em constante transformação na área de marketing.

Gerente de Expansão (TI)

O que faz: visualizar o desenvolvimento e comercialização de produtos e negócios como funções integradas, e não silos, direcionando a empresa a repensar a melhor abordagem ao utilizar dados, tecnologia e infraestrutura.

Perfil: de forma cruzada com engenharia, design, análise, gerenciamento de produtos, operações e marketing para projetar e executar iniciativas de crescimento embasadas em tecnologia e desenvolvimento digital.

Salário: R$15 mil a R$ 25 mil

Motivo para alta em 2018: tal como acontece com muitas organizações de inovação, o que começa nas startups migra para organizações maiores que desejam operar de forma empresarial, demandando profissionais com habilidades e certezas de que os dados e infraestrutura estão no lugar certo.

Page Personnel

Engenheiro ou Cientista de Dados

O que faz: o cientista de dados é a combinação entre negócios e percepção estatística. É o profissional responsável por solucionar problemas do negócio com técnicas de orientação a dados, bem como detectar tendências que podem ajudar nos resultados de uma empresa.

Salário: R$ 9 mil a R$ 15 mil

Perfil da vaga: combinação com qualificações estatísticas, matemáticas ou afins com curiosidade para fazer descobertas em big data.

Motivo para alta em 2018: em um cenário onde as empresas precisam processar e analisar um grande volume de informações, o cientista de dados se tornou um profissional com grande busca em grandes empresas que buscam ter mais estratégia no negócio assim como inovações tecnológicas inteligentes.

Analista de Mídias Digitais

O que faz: responsável por conhecer com propriedade as principais redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram, entre outras) e tudo o que as envolve como perfil de usuários, performance, forma de conteúdo e metrificação, além de realizar o gerenciamento das mídias sociais. Ajuda, também, na gestão da marca e comunicação da empresa.

Perfil: formação em Marketing, Publicidade e Propaganda, Comunicação Social e afins. As formações especializadas são cada vez mais valorizadas nesse mercado.

Salário: R$ 3 mil a R$ 6 mil

Motivo para alta em 2018: é uma profissão em ascensão pois cada vez mais as pessoas compram e buscam produtos/serviços pelas mídias digitais. As empresas precisam concentrar seus esforços na atração, engajamento e relacionamento com seus clientes nas redes sociais. Isso é importante tanto para posicionamento da marca quanto para se envolver com seu público de modo mais assertivo e atual.

Observação: profissionais de tecnologia também podem desempenhar esta função/ou trabalhar em parceria com a área de Social Media, cada vez mais requisitada por empresas de todos os segmentos.

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PageGroup: aumenta a confiança dos executivos brasileiros em promover novas contratações de funcionários

Os executivos brasileiros estão mais otimistas para fazer novas contratações de funcionários neste ano. É o que revela o Estudo de Perspectivas de Carreiras e Profissões LATAM 2017, desenvolvido pelo PageGroup, consultoria líder mundial em recrutamento executivo especializado, que opera com as marcas Page Executive, Michael Page, Page Personnel e Page Interim na região. De acordo com a pesquisa, 22% apostavam na expansão do quadro de empregados em 2016. Neste ano, 29% acreditam nessa possibilidade.

De acordo com Patrick Hollard, diretor executivo do PageGroup para as LATAM, África e Oriente Médio, os resultados refletidos na pesquisa estão ligados à melhora do cenário econômico na região. “Os executivos estão mais confiantes com as perspectivas econômicas no Brasil e na América Latina. Com essa confiança em alta, aumentam as possibilidades de vermos novas contratações de empregados em alguns mercados e setores. Essa retomada da confiança é um ótimo indicador de que as empresas devem retomar seus investimentos e a expansão do quadro funcional é parte desse processo”, analisa.

Participaram do levantamento, realizado em dezembro do ano passado, 6.437 executivos que ocupam cargos de média e alta gestão no Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e México.

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Peru lidera a expectativa de contratações

O Peru é o país onde mais da metade dos respondentes (51%) afirmam que pretendem contratar mais funcionários em 2017. O percentual aumentou 10 pontos em relação à pesquisa anterior (41%). A busca por mais empregados também será mais intensa na Argentina (46% X 37%), Colômbia (45% X 42%) e Chile (30% X 26%). A exceção ficou por conta do México, onde diminuiu o interesse por novas contratações – caiu de 54% em 2016 para 47% neste ano.

“O México passa por um momento de desaceleração e isto está refletido no resultado. Nos demais países o clima de otimismo é maior”, explica Patrick Hollard.

Áreas com possibilidade de contratação no Brasil

– Vendas
– Operações
– Logística
– Tecnologia da Informação
– Finanças

Áreas com possibilidade de contratação na América Latina

– Operações
– Vendas
– Tecnologia da Informação
– Marketing
– Logística

Executivos do Brasil e Colômbia lideram investimento em qualificação técnica

Outra parte do levantamento procurou entender quais são as prioridades dos trabalhadores em seu plano de carreira. Executivos de Brasil e Colômbia aparecem na liderança para investir em qualificação técnica, com 13%. Logo na sequência aparecem Peru (12%), México (9%), Argentina (6%) e Chile (5%).

Quando o assunto é trocar de emprego, quem aparece na dianteira são os argentinos, com 47% de intenções de buscar novas oportunidades no mercado e no mesmo setor (23%) e buscar oportunidades em um setor diferente (24%). Em seguida aparecem os mexicanos, com 39% de intenção de mudança, e os colombianos, com 31%. Os brasileiros aparecem na quarta posição, com 31%, seguidos por chilenos (29%) e peruanos (26%).

A promoção na carreira é o item que desperta menos interesse para peruanos (5%) e brasileiros (6%). O interesse é maior por parte dos executivos consultados na Colômbia (7%), Chile e Argentina (8%) e México (11%).

Emprego

A crise também reflete no mercado de trabalho. Para 72% dos entrevistados pelo PageGroup, não haverá redução de postos de trabalho. Na América Latina, esse índice de contratação está mais favorável. Pouco mais de um terço (37%) das companhias pretendem contratar neste ano. E 80% informaram que não vão reduzir o quadro de funcionários.

Na América Latina, esse índice de contratação está mais favorável. Pouco mais de um terço (37%) das companhias pretendem contratar neste ano. E 80% informaram que não vão reduzir o quadro de funcionários.

Possibilidades de cortes nas áreas de Operações e Contabilidade/ Finanças no Brasil superam a média na América Latina
A pesquisa mostra se haverá redução de equipe no primeiro semestre deste ano. Para 83% dos respondentes, não haverá.

Ao promover o recorte por área, foi possível identificar os setores mais prejudicados pelas demissões:

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No Brasil, o levantamento apontou que as áreas de Operações e Contabilidade/ Finanças estão mais vulneráveis a reduções de quadro que a média verificada nos demais países da América Latina. Em Operações esse percentual chega a 75% e no setor de Contabilidade e Finanças, 43%.

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Confiança em alta
A confiança dos executivos latino-americanos em uma recolocação se mantém em alta. Do total consultado, 12% estão desempregados e, deste universo, 72% estão confiantes ou muito confiantes para conseguir uma oportunidade de trabalho nos próximos seis meses. No Brasil os resultados capturados foram semelhantes a este.

Executivos elegeram os grandes desafios para 2016

– Desenvolver estratégia para melhorar os resultados (25%)
– Ganhar mercado em um ambiente altamente competitivo (15%)
– Enfrentar problemas econômicos/ manter a produtividade (11%)
– Reter e desenvolver talentos na empresa (9%)
– Manter os colaboradores motivados/ enfrentar dificuldades (9%)

Dos profissionais consultados na pesquisa, 51% são de empresas multinacionais e 49% de companhias locais e ocupam postos de observação privilegiados. Desse total, 22% atuam em companhias com faturamento superior a US$ 1 bilhão, 15% em empresas com faturamento até US$ 1 bilhão, 24% em empresas com faturamento de até US$ 500 milhões e, por fim, 39% estão alocados em empresas com faturamento de até US$ 100 milhões. Hierarquicamente estão divididos em CEO ou diretor geral (6%), vice presidentes (7%), diretores (17%), gerentes executivos (18%), gerentes (28%) e outros cargos (24%).

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Page Personnel indica os sete cargos mais promissores para 2014

A condução de novos projetos aliada à falta de profissionais qualificados devem acirrar ainda mais a disputa por talentos no mercado de trabalho. É o que aponta levantamento realizado pela Page Personnel, uma das maiores empresas globais de recrutamento especializado de profissionais técnicos e de suporte à gestão, parte do PageGroup. A consultoria detectou, a partir de análises de mercado, quais cargos devem ser mais promissores ao longo deste ano. Confira abaixo as sete profissões listadas, divididas em sete áreas, e as tendências de cada uma delas:

1) Finanças
Analista Fiscal

Cenário: há escassez de profissionais com idiomas e bem preparados tecnicamente, o que irá inflacionar os salários entre 10% e 20%, além de levar a promoções precoces.
Salário médio: pode variar, de acordo com o nível de ocupação: R$ 3,3 mil (júnior), R$ 4,6 mil (pleno) e R$ 7,2 mil (sênior).

Aumento da demanda por esse profissional: 10% a 20%

2) Logística

Analista de Logística

Cenário: nota-se uma maior necessidade de profissionais nessa área. Foco em profissionais voltados para projetos de malha logística e eficiência em armazenagem e distribuição. O profissional deverá ter forte habilidade analítica e conhecimento da cadeia e processos logísticos. Engenheiros terão destaque nessas áreas. Acréscimo salarial de 20%.

Salário médio: pode variar, de acordo com o nível de ocupação: R$ 4 mil (júnior), R$5,2 mil (pleno) e R$ 7 mil (sênior).

Aumento da demanda por esse profissional: 15% a 20%

3) TI

Desenvolvedor/ Programador

Cenário: desenvolvedores de linguagens Open Source (como Java e PHP) estão sendo bastante requisitados para a base da operação tecnológica. Por outro lado, há boa perspectiva para os desenvolvedores de linguagens non Open Source (.NET, ABAP e PL/SQL),as linguagens de programação licenciadas. Porém, os players responsáveis (Microsoft, SAP e Oracle) oferecem pacotes de benefícios mais complexos, dando ao gestor de TI mais possibilidades de evolução em todo seu parque tecnológico.

Salário médio: pode variar, de acordo com o nível de ocupação: R$ 3 mil (júnior), R$5 mil (pleno) e R$ 7,5 (sênior).

Aumento da demanda por esse profissional: 20% a 30%

4) Vendas

Executivo de Vendas Hunter (TI)

Cenário: as empresas de TI buscam profissionais com networking e carteira de clientes no segmento para acelerar as vendas o mais rápido possível, e com bom perfil comportamental – alta energia, resiliência, boa apresentação e comunicação.

Salário médio: pode variar, de acordo com o nível de ocupação: R$ 4 mil (júnior), R$ 6 mil (pleno) e R$ 8 mil (sênior).

Aumento da demanda por esse profissional: 15% a 40%

5) Engenharia

Engenheiro de Segurança do Trabalho:

Cenário: um dos principais motivos da alta demanda por profissionais da área de segurança está ligado ao aumento de exigências feitas pelas multinacionais. Investimentos em projetos ambientais, segurança do trabalho e qualidade impactam diretamente na obtenção de mais certificações para a empresa e automaticamente favorecem o aumento dos negócios e contratações de profissionais. Muitas empresas na área automotiva, química, construção civil e alimentícia têm feito investimentos nessa área. Com essa procura, os salários desses profissionais pode ter incremento de 15% a 20%, dependendo do perfil. O que diferencia esse profissional no mercado é inglês avançado, experiência com implantação de certificados ISO e conhecimento de Normas Reguladoras, como também gestão de pessoas.

Salário médio: R$ 7,2 mil

Aumento da demanda por esse profissional: 30%

6) Marketing

Analista de marketing on-line:

Cenário: o aumento da demanda por profissionais na área de marketing online cresce com a mesma velocidade da internet. As empresas usam redes sociais, sites, e-commerce, blogs como canais de comunicação estratégicos. Esses profissionais deixam de fazer parte de uma área de suporte e operacional para fazerem a análise de indicadores e, mais que isso, conseguem direcionar o planejamento estratégico de marketing da empresa/cliente. As agências de publicidade e consultoria têm muitos profissionais especializados na área. Clientes hoje buscam por profissionais para ajudar na análise de métricas e direcionamento do plano de marketing online com um bom perfil analítico, boa comunicação e desenvoltura, já que serão responsáveis por gerar indicadores para áreas de tomada de decisão.

Salário médio:R$4,5 mil a R$ 6 mil

Aumento da demanda por esse profissional:15% a 25%

7) RH

Business partner
Cenário: como parte cada vez mais fundamental em uma organização, o business partner tem sido cada vez mais procurado no mercado de trabalho. O papel do BP é tornar-se um especialista na área que atende, com foco em linhas de negócios específicas dentro da empresa para entender a fundo suas necessidades e intermediar demandas. A carreira desse profissional geralmente começa com a passagem por diferentes subsistemas de RH, para que possa adquirir bagagem e entender seu funcionamento para assumir o papel de intermediador entre linhas de negócio e RH.

Salário médio:R$ 7 mil

Aumento da demanda por esse profissional: 10%

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Profissionais latino-americanos buscam domínio de um novo idioma e pós-graduação em 2014

Estudar um novo idioma, fazer uma pós-graduação e promover uma viagem de intercâmbio são alguns dos planos que os profissionais da América Latina pretendem colocar em prática neste ano. É o que revela pesquisa realizada pela Page Personnel, uma das maiores empresas globais de recrutamento especializado de profissionais técnicos e de suporte à gestão, parte do PageGroup. De acordo com o levantamento, que procurou identicar quais eram os planos de desenvovilmento de carreira para este ano, metade dos profissionais latino-americanos pretendem aprender outra língua em 2014.

“Com a falta de profissionais qualificados no mercado de trabalho, buscar mais qualificação é uma iniciativa mais que necessária para quem pretende conquistar novos objetivos na carreira. Esses dados mostram que as pessoas estão preocupadas com seu desenvolvimento e dispostas e mudra esse quadro”, explica Roberto Picino, director da Page Personnel.
Para elaborar o estudo, a Page Personnel consultou, em dezembro e janeiro, 800 profissionais que atuam no Brasil, Chile e México e ocupam cargos de analista, assistente, técnico, gerente e coordenador.

Aprender um novo idioma é o desejo de metade dos profissionais da América Latina. No Brasil, 53% informaram que pretendem adquirir novos conhecimentos de outra língua, percentual um pouco superior ao verificado no Chile (49%) e México (48%).
A pós-graduação foi o segundo item mais mencionado para evolução profisisonal, com 34% de menções. Os brasileiros também são os que mais desejam participar de um curso de extensão universitária (42%). Na sequência aparecem os mexicanos, com 32%, e chilenos, com 29%.

Melhorar o relacionamento e ampliar a rede de contatos é um tema importante nos planos dos três países pesquisados. Há 28% que planejam reforçar, melhorar e intensificar suas relações com colegas de trabalho e profissionais de suas áreas de atuação. Os mexicanos são os mais entusiasmados com esse quesito, com 34% de aceitação. Os brasileiros vêm logo atrás, com 30%, seguidos pelos chilenos, com 20%.

Investir mais em coaching está nos planos de 15% dos latino-americanos. Os mexicanos estão acima da média da região, com 20% de citação. Com 18% aparecem os brasileiros e, com 7%, os chilenos.
Quando a questão aponta sobre não ter nenhum plano para este ano, quem mais indicou não ter nada programado para 2014 foi o profissional chileno (4%). Brasileiros e mexicanos apresentaram o mesmo percentual: 2%.

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Brasil é o país que melhor remunera os gerentes na América Latina

Apesar do baixo crescimento do PIB brasileiro e o ritmo mais conservador da economia, o Brasil ainda é o país que melhor remunera os profissionais de gestão na América Latina. É o que aponta o Estudo de Remuneração da Michael Page 2013/14, que avaliou a remuneração de 31 cargos nos países que a empresa atua na América Latina – Brasil, México, Argentina, Chile, Peru e Colômbia. De acordo com a pesquisa, em 48% de todas as posições avaliadas, o Brasil tem as melhores remunerações para a média e alta gerência, seguido do Chile, com 29% e Peru, com 10% das posições avaliadas. Na contramão, a Colômbia apresentou os menores salários nas posições avaliadas pelo estudo.Os valores apresentados foram retirados dos Estudos de Remuneração e desenvolvidos por cada um dos países pesquisados. Na pesquisa, foram avaliados 14 setores: Bancos, Engenharia e Manufatura, Finanças, Saúde, RH, Seguros, Jurídico, Óleo e Gás, Propriedade e Construção, Varejo, Vendas, Suprimentos, Tributos e TI.

Segundo Patrick Hollard, diretor do PageGroup para América Latina, mesmo com as incertezas econômicas que o país enfrentou, o Brasil tem setores que vão muito bem e que demandam profissionais em grande escala, o que impulsiona os salários dos executivos. Nas áreas de construção e impostos, por exemplo, os profissionais chegam a ter remunerações muito maiores que os outros países da AL.Outro ponto de destaque segundo Hollard é a economia mexicana, que apresentou crescimento de 4% no PIB em 2012. “O México embora tenha uma economia 50% menor que a nossa vem apresentando bons resultados e isso estimula as empresas a contratarem os melhores profissionais”, explica.

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