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Visa e Kyvo lançam programa de aceleração focado em fintechs brasileiras

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A Visa e Kyvo, parceira da GSVlabs no Brasil, se unem em busca de até 5 fintechs com potencial para revolucionar a indústria de pagamentos eletrônicos no país e no mundo. Por meio do programa “Track” de aceleração de startups e do Visa’s Everywhere Initiative, implementado pelas duas empresas, Visa e Kyvo supervisionarão os empreendedores na definição do modelo de negócio e no aprendizado de técnicas e ferramentas nas áreas de produto, serviço, design e marketing. No total, serão até 6 meses de programa – sendo aproximadamente três de aceleração e outros três meses de incubação. E o mais importante: dos meses de aceleração, dois deles serão no Brasil e um no Vale do Silício (EUA). O Visa’s Everywhere Initiative é um programa criado em 2015 para impulsionar novos relacionamentos com talentos emergentes na comunidade startup e trazer novas ideias para melhorar o ecossistema de pagamento.

Após selecionar os melhores participantes, as startups passam por períodos de imersão, bootcamp e elaboração de estratégias. Os participantes ainda poderão ter acesso ao conteúdo, às práticas, aos estudos de casos da GSVlabs e a uma rede estratégica de 170 mentores da comunidade Global Silicon Valley. Ao final do programa, cada startup poderá apresentar seu pitch para um comitê nomeado pela Visa, Kyvo e GSVlabs no Demo Day, que deve acontecer em outubro de 2017. As inscrições devem ser realizadas até o dia 31 de março no site oficial do programa. As startups selecionadas poderão receber o equivalente a aproximadamente R$ 235 mil cada em tecnologias e em serviços profissionais que vão ajudá-las a entrar no mercado.

“Estamos nessa missão para sermos tão bem sucedidos no mundo digital quanto somos no físico, o que significa que estamos em busca de parceiros capazes de trabalhar com flexibilidade e rapidez”, conta Percival Jatobá, Vice-presidente de produtos da Visa do Brasil. “O Visa’s Everywhere Initiative é a forma que encontramos para integrar essa nova mentalidade da comunidade de startups com o plano digital da Visa. Queremos parceiros inovadores que façam a diferença”.

Observando o grande potencial do mercado brasileiro, a GSVlabs fechou parceria, em 2016, com a Kyvo Design-Driven Innovation. A GSVlabs contará com o conhecimento da Kyvo sobre o mercado local e seu relacionamento com investidores, mentores e empresas para apoiar o desenvolvimento de startups. O objetivo é criar uma ponte com o Vale do Silício e dar suporte ao ecossistema que está se desenvolvendo rapidamente no Brasil. “O empreendedor terá à disposição toda a rede de mentores e técnicas empregadas no Vale do Silício a partir do Brasil, com a vantagem de poder otimizar a concepção e o planejamento da empresa para o mercado nacional”, diz Hilton Menezes, sócio-fundador da Kyvo.

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Direto na nuvem: parceria entre Brasoftware e Acqio aumenta agilidade e impulsiona crescimento

A Acqio, empresa de tecnologia e pagamentos, é especializada em sistemas online de grande porte destinados a processar centenas de transações financeiras por segundo para a realização de pagamentos eletrônicos. Para dar conta desta intensa demanda de modo a alcançar melhores resultados, a Brasoftware, uma das principais provedoras de tecnologias do país, apresentou a plataforma Microsoft Azure, um conjunto de serviços de nuvem integrados, como backup, infraestrutura na nuvem, banco de dados, serviços móveis, armazenamento entre outros.

Apesar do difícil cenário econômico atual, o uso de meios de pagamentos eletrônicos tem crescido significativamente no Brasil. Segundo pesquisa do Banco Central, foram gastos R$ 678 bilhões em transações com cartão de crédito e R$ 390 bilhões com cartão de débito em 2015, representando um aumento de 9% e 12%, respectivamente, de 2014 para 2015.

O estudo mostrou também que, no ano passado, foram realizadas 5,78 bilhões de transações com cartões de crédito (aumento de 3% de 2014 para 2015) e 6,5 bilhões com cartão de débito (acréscimo de 15%). Em contrapartida, o uso de cheques constatou queda, com redução de 12% de 2014 para 2015.
Já em 2014, com o início das operações, a Acqio utilizava a plataforma da Microsoft, mas em 2016 através da parceria com a Brasoftware, a empresa passou a contar com uma estrutura de atendimento focada nas suas necessidades de negócio e um suporte que contaria com a sugestão das melhores tecnologias.

A Acqio viu o número de vendas crescer significativamente, com o ajuste dos gastos e a constante avaliação das necessidades da infraestrutura.

As mudanças causadas pelo uso dos serviços do Microsoft Azure e a parceria com a Brasoftware trouxeram resultados significativos. Houve um aumento de cinco vezes o volume de transações e clientes no período de janeiro a setembro de 2016. “A Acqio conseguiu ajustar as despesas e trabalhar mais facilmente com o aumento da demanda com o novo contrato de pagamento por utilização. A migração proporcionou a melhoria dos processos bem como mais segurança, já que trabalhamos com dados sensíveis e o Azure tem proteção comprovada”, afirma Gustavo Andrade, sócio fundador da Acqio.

Operação em expansão

Com matriz em Recife, a empresa possui escritórios no estado paulista e as principais bases de clientes estão em cidades das regiões Centro Oeste, Sudeste e Nordeste. O caso chama a atenção pela variedade de mercados e, para Gustavo, a contratação do Azure foi essencial para essa expansão. “Empresas deste ramo e que não usam um sistema parecido têm que investir um volume muito grande de dinheiro em infraestrutura, que demoram anos para se pagar”, aponta Gustavo sobre os diferenciais dos serviços da Brasoftware.

“Em um negócio como a Acqio, a velocidade é muito importante – fator possibilitado pela migração para a nuvem –, mas a segurança de dados é essencial quando se lida com dados bancários, e o Azure, com a certificação PCI – Payment Card Industry garante essa proteção”, expõe Ivon de Sousa, Gerente de Soluções Cloud da Brasoftware.

As vantagens com a contratação do Azure fornecido pela Brasoftware também geraram ganho de escalabilidade, ou seja, a possibilidade de acompanhar com afinco o crescimento da empresa, bem como no controle do ambiente comercial. A plataforma da Microsoft facilita o trabalho nos três âmbitos operacionais existentes: um é reservado para a realização de transações, outro para lojistas (onde são gerados os relatórios) e o último é o POS (Point of Sale), que atua junto aos pontos de venda para fazer autorizações.

“Essa dinâmica vai de acordo com crescimento da Acqio, uma vez que a complexidade dos dados aumenta com o maior fluxo de transações, e a atuação em diferentes instâncias facilita o acesso a informações por parte dos usuários”, conta Gustavo.

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Adoção de pagamentos eletrônicos acrescentou quase US$ 300 bi ao PIB de 70 países, aponta estudo divulgado pela Visa

A Visa Inc. divulgou hoje os resultados de um novo estudo de 2016 conduzido pela Moody’s Analytics que analisou o impacto exercido por pagamentos eletrônicos sobre o crescimento econômico de 70 países entre 2011 e 2015. Encomendado pela Visa, esse estudo descobriu que o aumento no uso de produtos de pagamento eletrônico – o que inclui cartões de crédito, débito e pré-pagos – adicionou US$ 296 bilhões ao produto interno bruto (PIB), enquanto o consumo das famílias relativo a bens e serviços apresentou uma alta média de 0,18% ao ano.

Além disso, os economistas da Moody’s estimam que o equivalente a 2,6 milhões de novos empregos foram criados em média, anualmente ao longo de cinco anos, como resultado do aumento na adoção de meios eletrônicos de pagamento. Os 70 países estudados representam quase 95% do PIB global.

“Pagamentos eletrônicos são uma importante contribuição para fatores como consumo, aumento de produção, crescimento econômico e geração de empregos”, observou Mark Zandi, economista-chefe da Moody’s Analytics. “Esses países que vivenciaram um grande aumento no uso de cartões viram contribuições maiores ao crescimento geral de suas economias.”

As descobertas do estudo foram divulgadas no relatório “O impacto dos pagamentos eletrônicos no crescimento econômico” (“The Impact of Electronic Payments on Economic Growth”), que também indicou que a eletronificação dos pagamentos beneficiou governos e contribuiu para um ambiente de negócios mais aberto e estável. Além disso, os pagamentos eletrônicos ajudaram a reduzir o que se costuma chamar de mercado cinza, uma atividade econômica geralmente realizada em dinheiro em espécie e que não é registrada. Como resultado, os pagamentos eletrônicos proporcionaram um maior potencial de base tributária para os governos, gerando ao mesmo tempo benefícios adicionais com menores custos de gestão de caixa, garantia de pagamento para comerciantes e maior inclusão financeira para consumidores.

“Essas descobertas reforçam a grande quantidade de benefícios positivos que os pagamentos eletrônicos proporcionam às economias locais de todo o mundo”, afirmou Charlie W. Scharf, diretor executivo da Visa Inc. “Esta pesquisa também sugere que as políticas públicas certas podem criar um ambiente de pagamento aberto e competitivo, além de contribuir para o crescimento econômico e a geração de empregos. Na Visa, realizamos parcerias no mundo todo com governos, instituições financeiras, comerciantes e empresas de tecnologia para o desenvolvimento de produtos e serviços de pagamento inovadores que irão acelerar a aceitação de ofertas eletrônicas, ampliar o comércio e levar os benefícios do pagamento por cartão a mais pessoas de todas as regiões.”

São alguns dos destaques do estudo:

Oportunidades de crescimento:

Penetração de cartões: O consumo real cresceu uma média de 2,3% de 2011 a 2015, dos quais 0,01% pode ser atribuído ao aumento na penetração de cartões. Isso significa que o uso de cartões representou cerca de 0,4% do crescimento do consumo. Como a alta no consumo é, em média, mais rápida em economias em desenvolvimento, esses países também têm mais a ganhar com o aumento no uso de cartões.

Uso de cartões: Os países com as maiores elevações no uso de cartões vivenciaram as maiores contribuições no crescimento. Por exemplo, grandes altas no PIB foram registradas na Hungria (0,25%), Emirados Árabes Unidos (0,23%), Chile (0,23), Irlanda (0,2%), Polônia (0,19%) e Austrália (0,19%). Na maioria dos países, o uso de cartões aumentou independentemente do desempenho econômico.

Contribuição para a geração de empregos:

O aumento no uso de cartões adicionou o equivalente a quase 2,6 milhões de empregos em média, anualmente entre 2011 e 2015, nos 70 países estudados. Destacadamente, os dois países com as maiores altas médias de geração de emprego foram China (427 mil empregos adicionados) e Índia (336 mil empregos adicionados), e ambos presenciaram elevados ganhos de emprego devido à combinação de rápido crescimento em produtividade de trabalho e aumento no uso de cartões.

Mercados em desenvolvimento e países desenvolvidos:

Tanto mercados em desenvolvimento como países desenvolvidos passaram por elevação de consumo graças a um maior uso de cartões. Entre 2011 e 2015, a alta no uso de cartões adicionou 0,2% ao consumo em mercados em desenvolvimento, comparado com 0,14% em países desenvolvidos. Os números correspondentes ao PIB foram 0,11% nas economias emergentes e 0,08% nos países desenvolvidos, o que sugere que todos os mercados, independentemente das taxas de penetração de cartão, podem se beneficiar da elevação do consumo devido à maior adoção de cartões.

Potencial crescimento futuro:

Em todos os 70 países envolvidos no estudo, a Moody’s descobriu que cada 1% de alta no uso de pagamentos eletrônicos seria capaz de produzir, em média, uma alta anual de aproximadamente US$ 104 bilhões no consumo de bens e serviços. Considerando que todos os fatores futuros permaneçam inalterados, isso poderia resultar em uma alta média anual de 0,04% no PIB atribuível ao uso de cartões.

O estudo destaca também que somente a expansão dos meios de pagamento eletrônico não necessariamente eleva a prosperidade de um país; isso requer o apoio de um sistema financeiro bem desenvolvido e uma economia saudável para que se produzam maiores impactos. Para estimular a eletronificação de pagamentos, o relatório recomenda em um nível macro que os países promovam políticas que reduzam a regulamentação desnecessária, criem uma infraestrutura financeira robusta e estimulem a alta do consumo.

O estudo e materiais adicionais podem ser consultados no endereço www.visa.com/moodysanalytics.

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Quantidade de transações no e-commerce no Dia dos Pais superou a de 2013

A Braspag, empresa do grupo Cielo e o maior gateway de pagamento para e-commerce na América Latina, realizou um estudo para levantar o comportamento das vendas para o Dia dos Pais e revela que o volume financeiro de transações no e-commerce durante a semana da data comemorativa foi 29% maior em relação ao mesmo período em 2013.

A análise foi em relação ao volume de transações recebidas e, como é esperado pelo comércio eletrônico, a semana que antecede a data serve para aquecer as vendas, mas a semana realmente importante e que superou a do ano anterior, foi a do dia dos pais. A comparação anual mostrou que em 2014, a semana do dia dos pais teve um aumento de 20% da quantidade de transações, contra 16% da que antecede a data.

“O estudo comprova que o comerciante deve estar cada vez mais preparado para datas comemorativas como esta, investindo em diferenciais para atrair o consumidor que, tradicionalmente, está mais disposto a gastar nestes períodos”, conclui Gastão Mattos, CEO da Braspag.

Prova disso, segundo dados do estudo, é que o ticket médio foi 10% maior na semana do Dia dos Pais e 13% maior na semana anterior, em relação ao mesmo período de 2013.

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