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Demanda por cloud híbrida cresce 20% em 2017, aponta Locaweb Corp

A procura por serviços em nuvem híbrida apresentou aumento de 20% em 2017, ante o ano anterior, segundo a Locaweb Corp, unidade de negócios da Locaweb criada para atender o mercado corporativo. A solução mescla os modelos de nuvem pública e privada, extraindo o melhor de ambos e desempenhando funções distintas dentro de uma mesma empresa. Se por um lado as nuvens públicas oferecem mais escalabilidade, as privadas são mais recomendadas para armazenagem de dados críticos. Assim, é possível maximizar as eficiências por meio dessa combinação, conforme as necessidades da companhia.

Além disso, a marca registrou crescimento de organizações de fora do setor de tecnologia buscando o recurso. Isso mostra que outras áreas também enxergam na cloud computing a solução para resolver desafios, como agilidade para expansão de serviços e mitigação de riscos operacionais, como disponibilidade e segurança, entre outros.

A Locaweb Corp também observou aumento na busca por serviços gerenciados, seja na forma de software ou plataforma (SaaS ou PaaS) e até mesmo infraestrutura (IaaS). Essa estratégia de terceirizar os serviços de tecnologia permite que a empresa cresça com foco no negócio, otimizando a alocação de infraestrutura e, principalmente, reduzindo o investimento necessário para manter equipes especializadas e multidisciplinares de TI internamente.

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Resource IT amplia parceria com IBM Cloud com ofertas de soluções em Infraestrutura como Serviço da Bluemix

A Resource IT, uma das principais e mais bem-sucedidas empresas brasileiras de serviços de TI, anuncia a ampliação de seu acordo com a IBM, existente há mais de 10 anos. Após a parceria para a oferta de aplicações baseadas na IBM em Bluemix de Plataforma como Serviço, a companhia passa a trabalhar também com ofertas fundamentadas em Infraestrutura como Serviço, uma das maiores e mais importantes soluções de hospedagem em Nuvem do mercado.

“Quando o assunto é Cloud Computing, logo se pensa nas ferramentas da IBM. Desenvolvemos e hospedamos um software nesse ambiente que alia alta capacidade de gestão e segurança. Nosso diferencial é entregar um serviço de infraestrutura gerenciado na IBM Bluemix, ou seja, vendemos a solução com a proposta de implementar, gerenciar, monitorar, fazer o backup e prestar todo o suporte necessário para nossos clientes”, afirma Fernando Medeiros, Diretor de Novos Negócios e Inovação da Resource IT no Vale do Silício. Além disso, segundo o executivo, a companhia é capaz de viabilizar todas as customizações que o cliente precisar e, graças à parceria, a Resource IT consegue expandir ou reduzir o uso de Cloud com muito mais agilidade.

De acordo com os principais institutos de pesquisa e consultoria globais, em função dos inúmeros benefícios que o investimento em tecnologia proporciona, a migração para serviços em Nuvem deve ser peça-chave nas estratégias de negócios de organizações que desejam entrar na chamada Era Digital. Segundo o Gartner, em 2020, uma política corporativa de não adoção de Cloud será tão rara quanto uma política de não uso da Internet nos dias atuais.

A utilização da computação em Nuvem traz mais produtividade ao negócio, aliada a uma redução em custos operacionais, mão de obra, gastos com TI e energia elétrica. Outro benefício é a possibilidade de acessar os arquivos de qualquer lugar, por qualquer dispositivo e a qualquer hora. É possível, ainda, compartilhar determinados arquivos com seus parceiros e fornecedores, economizando tempo e aumentando a eficiência da empresa. O investimento em Cloud pode também ser um grande aliado para a proteção do negócio, porque os provedores desses serviços precisam estar sempre atualizados com as melhores práticas relacionadas à segurança de dados. Com o desenvolvimento de criptografias e certificados, esses programas têm se tornado cada vez mais seguros. Outra vantagem da Nuvem é que ela acompanha a escalabilidade do negócio, ou seja, a qualquer momento é possível fazer um “upgrade” ou “downgrade” da solução, seguindo o crescimento da empresa.

“O mercado brasileiro de Cloud tem aumentado ano a ano e demonstrado cada vez mais maturidade, mas há muito ainda para avançar”, afirma Medeiros. Segundo ele, o Brasil reúne todas as condições para aprimorar sua colocação entre as nações que oferecem as melhores conjunturas para a oferta de computação em Nuvem. “A Resource IT é um dos principais parceiros para a implementação dessa e de outras soluções de tecnologia, com o objetivo sempre de ampliar a produtividade e aperfeiçoar o desempenho em suas operações, e com o diferencial de negociar em reais, evitando qualquer tipo de problema relacionado à flutuação do dólar”, completa o executivo.

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Gartner: mais da metade de grandes organizações utilizarão Analytics Avançado e Algoritmos Proprietários em 2018

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, estima que o Analytics Avançado continua sendo o segmento de crescimento mais rápido no mercado de Business Intelligence e Analytics, com previsão de aumento de 14% e atingindo US$ 1,5 bilhão em 2016. Essas e outras informações serão apresentadas durante a Conferência Business Intelligence, Analytics & Information Management 2016, que acontecerá nos dias 10 e 11 de maio (Terça e Quarta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel, em São Paulo.

O Gartner anuncia pesquisas e previsões para o segmento de Analytics:

Em 2018, mais da metade das grandes organizações globais utilizarão Analytics Avançado e Algoritmos Proprietários, causando a ruptura indústrias inteiras

“O Analytics Avançado já têm mudado indústrias inteiras há mais de uma década e é um fator crucial para como a maioria dos novos operadores interrompem os mercados estabelecidos e vencem a concorrência, seja vendendo livros, alugando filmes, emprestando dinheiro ou até mesmo criando um time de futebol profissional”, afirma Jim Hare, Diretor de Pesquisas do Gartner.
“Hoje, com menos monopólios regulamentados e com a Internet eliminando fronteiras geográficas, mais empresas estão começando a utilizar análises estatísticas, modelagem preditiva e otimização da decisão para competir, em vez de usarem abordagens tradicionais”, diz Jim Hare.

O analista do Gartner afirma que, para sobreviver na nova economia digital, organizações de usuários finais e fornecedores deverão acelerar a mudança de foco dos seus investimentos, de medição para Analytics Avançado, ou correm o risco de serem deixado para trás. As organizações líderes estão desenvolvendo algoritmos proprietários que podem levar a análises perspicazes mais rápidas e estão afastando-se da tomada de decisão “intuitiva”.

Até o final de 2018, uma minoria de organizações terá uma abordagem rigorosa para demonstrar a confiabilidade de seus algoritmos de Analytics

O Gartner acredita que os fatores de confiança que influenciam o uso ético da análise são identificáveis: transparência, responsabilidade, compreensibilidade, consciência, satisfação e benefícios mútuos. Infelizmente, esses fatores subjacentes que fomentam as relações comerciais de confiança baseadas em dados raramente fornecem muita consideração, caso haja alguma.

“Os negócios, os impactos sociais e a ética decorrentes da utilização de dados e Analytics são compreendidos por poucos, ignorados por muitos e controlados por praticamente ninguém. Os impactos resultantes são tangíveis – oportunidades não realizadas de negócios, ineficiências adicionais, aumento do risco de marca e até mesmo processo penal”, afirma Alan Duncan, Diretor de Pesquisa do Gartner.
O analista do Gartner afirma que as principais organizações orientadas por dados reconhecerão cada vez mais as relações causais entre dados, Analytics, confiança e resultados de negócios. As organizações que escolhem proativamente gerenciar esses impactos éticos serão capazes de promover relações mais produtivas e confiáveis com seus clientes, fornecedores e colaboradores, conduzindo a vantagem competitiva aumentada e a fidelidade à marca para maximizar a sua participação de mercado em comparação com os concorrentes que não abordam estas questões.

Em 2018, os mercados de algoritmos serão combinados com a Plataforma como Serviço (PaaS) para maximizar o Analytics Avançado e permitir o compartilhamento seguro e monetização de dados brutos

O Gartner acredita que o Analytics Avançado poderia fornecer benefícios de uma forma mais significativa se houvesse mais compartilhamento de dados detalhados de eventos. No entanto, esta medida é prejudicada por problemas de licenciamento, confiança e questões de integração de dados. A solução será a combinação de mercados de algoritmo e ambientes de tempo de execução PaaS, em que apenas funções especificamente certificadas estão autorizadas a processar os dados seguros.

“A situação atual de dados compartilhados é problemática. Os provedores normalmente não confiam em usuários finais com os dados detalhados de evento. Por outro lado, os consumidores de dados não gostam das complexidades envolvidas de licenciamento e integração de dados. Como resultado, existe um entrave significativo ao compartilhamento e monetização de dados”, afirma Alexander Linden, Diretor de Pesquisas do Gartner.

Em três anos, o Gartner espera que a tecnologia que estiver disponível possa simplificar radicalmente os desafios de confiança, licenciamento e integração de dados, colocando os controles sobre o processamento de dados algorítmicos. Somente os componentes certificados serão capazes de executar os dados sensíveis e transformá-los em modelos de pontuação e otimização. Em essência, o processamento de dados será limitado para assegurar que os dados detalhados subjacentes não possam ser copiados, salvos ou que seja utilizada engenharia inversa.

Análises detalhadas estão disponíveis para os clientes do Gartner no relatório “Predicts 2016: Advanced Analytics Are at the Beating Heart of Algorithmic Business”. Esta pesquisa é parte do Relatório Especial Gartner “Predicts 2016: Algorithms Take Digital Business to the Next Level”, um compilado de 85 relatórios focados nas principais previsões e ações que permitirão que as empresas deem forma a seu futuro digital.

Conferência Business Intelligence, Analytics & Information Management
Data: 10 e 11 de maio de 2016 (Terça e Quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559
Site do evento: www.gartner.com/br/bi

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Salesforce e Sage anunciam parceria estratégica global

A Sage [LON:SGE] e a Salesforce [NYSE:CRM] anunciaram hoje que criaram uma parceria estratégia, juntando as soluções de contabilidade e folha de pagamento para pequenas empresas número 1 do mundo com a solução de CRM e plataforma de nuvem corporativa número 1 do mundo. Com essa parceria, a Sage construiu uma nova solução chamada Sage Life na plataforma Salesforce1, a solução de plataforma como serviço (PaaS) corporativa número 1 do mundo, a qual permite à pequenas empresas operar completamente na nuvem.

Atualmente, o pequeno negócio típico tem entre quarto e oito sistemas de software para gerir a empresa1, criando complexidade e dificultando sua capacidade de obter uma visão única das informações dos consumidores, funcionários e fornecedores. Otimizado para os dispositivos móveis e as mídias sociais, o Sage Life irá permitir ás pequenas empresas conectar os dados de seus consumidores, contabilidade e folha de pagamento, e dados financeiros, em um sistema, acessível de qualquer dispositivo em qualquer lugar.

O Sage Life é totalmente customizável, baseado na nuvem e pode ser usado em qualquer dispositivo móvel, de smartphones a smart watches, e de tablets a desktops. Com seu centro de controle de dispositivos móveis, os empregados têm acesso a dados em tempo real, e podem reagir como uma equipe. Tendo o networking social como seu núcleo, o Sage Life permite interconexões contínuas entre colegas, consumidores, parceiros, fornecedores e outros stakeholders.

“Junto com a Salesforce, a Sage está moldando o futuro dos pequenos negócios. Os softwares para pequenos negócios não têm mais que representar diferentes sistemas ou camadas de complexidade – eles serão simples, colaborativos e irão operar em tempo real. Com o Sage Life, nós estamos oferecendo inovação baseada em nuvem e em mídias sociais e dispositivos móveis, gerada por contabilidade em tempo real. Agora, gerir um pequeno negócio pode ser tão fácil como atualizar seu status do Facebook”, afirma Stephen Kelly, CEO da Sage.

“Eu estou entusiasmado em relação à oportunidade que essa parceria cria para nossos consumidores”, diz Marc Benioff, presidente e CEO da Salesforce. “Juntas, a Sage e a Salesforce estão permitindo às empresas de crescimento rápido gerir seus negócios na plataforma de nuvem corporativa número 1 do mundo”.

A plataforma Salesforce1, a Plataforma como Serviço número 1 do mundo para empresas, fornece as capacidades que as empresas e os desenvolvedores precisam para construir grandes aplicativos que são instantaneamente conectados por mídias sociais e dispositivos móveis. Nossos clientes construíram mais de 4 milhões de aplicativos na plataforma Salesforce1. Mais de 2 milhões de desenvolvedores estão criando aplicativos na plataforma Salesforce1, e o Salesforce AppExchange hospeda 2.700 aplicativos corporativos que se integram com a Salesforce. Aplicativos do AppExchange foram instalados mais de 3 milhões de vezes em todo o mundo.

A Sage está empenhada em apoiar as pequenas empresas em todo o mundo, bem como as comunidades que ela serve. Como parte da parceria, a Sage, uma empresa já líder em filantropia empresarial, também se juntou ao Pledge 1%, um movimento filantrópico baseado no modelo 1-1-1 da Salesforce.

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Por que investir numa infraestrutura de TI como serviço?

Por Adriano Filadoro

Há alguns anos, um dos maiores investimentos secundários das empresas – fossem elas do setor de indústria, comércio ou serviço – era o parque tecnológico para manter um departamento de TI minimamente estruturado. Hoje em dia, esse cenário está tão alterado que, além de o departamento de TI ser um órgão vital dentro de qualquer organismo, passou a ser gerido por empresas altamente especializadas.

TI é coisa séria. Tanto que de processos bem azeitados saem toda parte contábil e fiscal de uma empresa, todos os processos de RH, de projetos, vendas e marketing. Isso para mencionar apenas uma fração do quanto pessoas e sistemas dependem da tecnologia para existir em pé de igualdade e competitividade com o mercado.

Na linha das terceirizações, além do SaaS (software como serviço) ser umas das principais categorias da cloud computing, também temos a PaaS (plataforma como serviço) e a IaaS (infraestrutura como serviço). Esta última vem ganhando investimentos cada vez mais vultosos porque oferece a possibilidade de o cliente utilizar uma infraestrutura oferecida por um terceiro – no caso, um prestador de serviços – e contar com todo tipo de hardware, servidores, computadores, armazenamento de dados na nuvem, componentes de rede e sistemas operacionais sem precisar comprar tudo isso.

A ideia é pagar pelo que se usa, sempre com a certeza de jamais ser surpreendido por um aumento repentino de demandas – o que, antigamente, só apontaria dois caminhos a seguir: 1) assumir o novo desafio e rapidamente promover um upgrade na infraestrutura, ainda que isso exigisse investir uma soma que não se tinha no momento; 2) recuar diante da proposta e perder oportunidades. Hoje, como tudo de que se necessita é possível contratar por demanda, ‘sob encomenda’, integrar todas as unidades remotas de uma mesma empresa, capacitando os tomadores de decisões a se inter-relacionar em tempo real, estruturando ações coordenadas, resulta num modelo avançado de gestão.

Além de canalizar mais investimentos no operacional, ganhando flexibilidade, o foco da empresa tende a aumentar, haja vista que toda a responsabilidade de fazer o departamento de TI funcionar em tempo integral estará sob a gestão de uma empresa especializada. Quando o tema é armazenamento seguro de dados, a IaaS permite construir um Data Center virtual para ser acessado através da rede a qualquer momento. Com capacidade de armazenamento de acordo com a necessidade do cliente, conta também com backup, integração no domínio do cliente, firewall, conexões de internet e muito mais. Com tantas vantagens, ninguém questiona mais os benefícios de investir em infraestrutura como serviço. A questão principal é colocar no papel tudo o que se investe em manutenção e gestão, avaliando os ganhos da terceirização.

Adriano Filadoro é diretor de tecnologia da Online Data Center (www.onlinedc.com.br)

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