Tag nuvem híbrida

A nuvem híbrida, a infraestrutura do futuro

Por Ana Zamper, vice-presidente de infraestrutura de TI da IBM para a América Latina

De acordo com o IDC, entre 2020 e 2023, o investimento direto global das organizações em transformação digital aumentará a uma taxa anual de 15,5%. Essa transformação se acelerou, em decorrência da pandemia, para atender às demandas do mercado e dos próprios cidadãos e consumidores.

Hoje, as empresas precisam de uma infraestrutura resiliente, flexível e segura para gerenciar suas operações e transações, ao mesmo tempo que entregam valor e novas experiências aos clientes. E é aqui que a nuvem híbrida desempenha um papel fundamental em ajudar empresas de todos os setores e portes a conseguir a reinvenção de seus negócios, levando em consideração 3 pilares:

1. Experiência digital. O uso de inteligência artificial baseada em nuvem no fluxo de trabalho do negócio, como atendimento ao cliente, detecção de fraude, consultoria, vendas online, entre outros, proporcionará valor agregado aos clientes, no formato digital, e ajudará a trazer a experiência da loja física para a loja online.

2. Migração de cargas de trabalho de missão crítica. Anteriormente, o foco da nuvem estava nos aplicativos do usuário; por exemplo, o uso do smartphone para verificar o saldo bancário. Porém, essas cargas de trabalho representam apenas 20% das cargas totais. Neste novo capítulo, veremos a migração dos 80% restantes das cargas para a nuvem híbrida, em um ambiente multicloud. Cargas úteis de missão crítica nas quais os clientes dependem para administrar seus negócios e que são muito ricas em dados – dados de negócios – irão para a nuvem híbrida ou precisarão se conectar à nuvem de alguma forma. Isso irá acelerar novos modelos de negócios, bem como aumentar a produtividade.

3. Integração dos sistemas tradicionais com novos sistemas. Segundo o IDC, na América Latina, a tendência é que, após o COVID-19, 59% das empresas invistam em nuvem híbrida, principalmente para cargas de trabalho de missão crítica, enquanto 25% invistam na nuvem privada e 16% na nuvem pública. Nem tudo é público, nem tudo é local, porque existe uma solução adequada para cada necessidade de negócios; a nuvem híbrida tem 2,5 vezes mais valor para as empresas do que uma estratégia de nuvem tradicional.

A estratégia de nuvem híbrida permite inovação mais rápida, entregar uma experiência melhor aos clientes, entrar em novos modelos de negócios e fazer a transição para novas tecnologias, como Inteligência Artificial, para obter maiores insights dos clientes e do negócio.

Uma pesquisa conduzida no Brasil pela IDC, a pedido da IBM, apontou que, atualmente, 33% das empresas já integram ambientes de nuvem de distintos tipos e provedores, em uma abordagem de nuvem híbrida. Outras 17% apontam que planejam fazer isso nos próximos 12 meses, com grande foco em aprimorar a modernização e mobilidade de aplicações.

É por esse motivo que as empresas exigem uma nova geração de hardware e software que seja mais inteligente, mais seguro e projetado especificamente desde o início para alimentar cargas de trabalho avançadas em ambientes híbridos, como IA, Blockchain e IoT para acelerar a inovação.

A base dessa inovação continua sendo sua infraestrutura de TI – servidores escalonáveis e seguros, bem como armazenamento corporativo em contêineres – que, por meio da nuvem híbrida, permitirá que as empresas sejam mais inteligentes na forma como operam, mais resilientes para responder às mudanças no ambiente e mais flexíveis para otimizar a produtividade.

Tags, ,

Teradata disponibiliza seu banco de dados no Microsoft Azure e aumenta opções de nuvem hibrida no mercado

A Teradata (NYSE: TDC), empresa líder em soluções analíticas, anunciou o lançamento do Teradata Database no Azure para o primeiro trimestre de 2017, ampliando a oferta aos usuários de big data disponibilizando mais opções de tipos de nuvem que suportam o software Teradata. Hoje muitas empresas enxergam na nuvem uma maneira rápida e flexível para obter valor a partir dos dados, atendendo as suas necessidades comerciais, técnicas e financeiras. Ao combinar o software de data warehouse da Teradata com a agilidade e elasticidade dos serviços de nuvem do Azure os usuários podem se concentrar em gerar valor de negócio sem se preocupar com a administração e manutenção de uma infraestrutura física local.

De acordo com uma recente pesquisa realizada pela Teradata, mais de 90% dos seus clientes irão empregar um ambiente híbrido até 2020, usando recursos locais e de nuvem em seu ecossistema analítico. A mesma pesquisa indicou que 85% dos clientes da Teradata querem consumir pelo menos parte de suas análises em um ambiente de SaaS (software como serviço). Como as empresas buscam cada vez mais a nuvem para criar vantagens competitivas, elas precisam de maior agilidade sem deixar de lado compromissos assumidos e timing de projetos. Esses requisitos são atendidos nas Soluções de Nuvem Híbrida da Teradata, que fornecem flexibilidade na implantação do sistema, aumentando a capacidade de resposta, com níveis de segurança elevados que garantem a privacidade dos dados e a conformidade legal. As soluções de nuvem hibrida da Teradata permitem a otimização de cargas de trabalho em todos os modos de implantação, além facilitar a gestão de ambientes múltiplos e garantir um menor risco de operação por meio da reutilização de ferramentas, capacidades e dispositivos pré-existentes.

“Os melhores players de nuvem híbrida do mercado irão oferecer suporte amplo e multi-plataforma, o que irá possibilitar as empresas usarem o ambiente de nuvem de acordo com suas necessidades reais, independentemente do tamanho ou frequência de uso necessário.”, disse Doug Henschen, vice-presidente e principal analista da Constellation Research. “Atualmente as organizações que optam pela implantação de sistemas em nuvens híbridas estão resolvendo seus problemas de uma forma geral, ganhando flexibilidade e tendo benefícios esperados no planejamento além de alguns outros ganhos que talvez não eram esperados no começo do projeto”. No atual cenário, essas empresas que contam com a implantação hibrida consideram esse sistema muito importante para suas estratégias de armazenamento de dados, estudando casos de uso adicionais incluindo exploração e análise preditiva de dados na nuvem.

“A Teradata acredita que os clientes merecem um bom desempenho e escalabilidade de dados, independentemente da escolha na forma de implantação. Expandir nossas opções de sistema em nuvem para um dos principais provedores de nuvem pública, o Microsoft Azure, nos permite oferecer uma flexibilidade de implantação inédita, possibilitando a oferta de um software completo da Teradata em todas as plataformas “, disse Chris Twogood, vice-presidente de Marketing de Produtos e Soluções da Teradata. “No entanto, é crucial que o software de orquestração de dados assegure que, cargas de trabalho, consultas e usuários possam estar espalhados por um ecossistema heterogêneo ainda assim trabalhando em conjunto como um todo unificado. As Soluções de Nuvem Híbrida da Teradata fornecem todas essas opções. ”

O Teradata Database no Azure irá oferecer autoatendimento, provisionamento em menos de uma hora, serviços “pague conforme o uso” e integração com uma ampla variedade de ferramentas de software Azure e Teradata. Muitas destas ferramentas ajudam a reduzir o tempo necessário para disponibilização do ambiente, aumentar a eficiência e reduzir os riscos de uso, como a rápida e fácil aquisição de novas provas de conceito e assinaturas por hora, por exemplo. Entre os recursos de desempenho estão a confiabilidade e conveniência de um sistema MPP (Processamento Paralelo Massivo) multi-nó que tem escalabilidade de sistema de 1 até 32 nós com recuperação automática de falhas, o que garante estabilidade no poder de processamento. Além disso, está disponível o serviço de backup (e consulta de dados) através do Azure Blob Storage, com fácil integração entre os softwares.

“Nesse mundo orientado pelos dados, o interesse nas análises está em um patamar histórico”, disse Steven Guggenheimer, vice-presidente corporativo e evangelista-chefe da Microsoft. “Os clientes do Microsoft Azure reconhecem o valor que derivam dos dados e estão sempre procurando novas soluções analíticas, como o Teradata Database, que permite inovação constante ao mesmo tempo que otimiza a utilização de recursos e simplifica a supervisão de gerenciamento”.

Na edição deste ano da National Retail Federation (NRF) em Nova York, a Teradata oferecerá demonstrações sobre como os varejistas podem começar a usar esse tipo de tecnologia a favor dos negócios.

O Teradata Database no Azure estará disponível no Azure Marketplacce. Os clientes que já estão familiarizados com o software Teradata e Azure podem fazer a instalação e iniciar o uso em cerca de uma hora. Já os usuários que que ainda não estão familiarizados com a nuvem e ainda não sabem como aproveitar todo o potencial dessa tecnologia para obter resultados positivos de negócios podem utilizar os Serviços Gerenciados e de Consultoria da Teradata, obtendo assim assistência na criação e implantação do software Teradata no Azure.

O Teradata Database no Azure, assim como os Serviços Gerenciados e de Consultoria para Azure estarão disponíveis globalmente no primeiro trimestre de 2017, exceto nos Estados Unidos Gov Iowa, US Gov Virginia e China. O Teradata Aster Analytics no Azure deverá estar disponível no segundo trimestre de 2017.

Tags, , , , , ,

Analisando o datacenter: o que pode (e o que não pode) ser migrado para a nuvem – Por Gerardo Dada

De acordo com os resultados de uma recente pesquisa feita com profissionais de TI, 43% das organizações estimam que pelo menos metade da infraestrutura de TI estará na nuvem nos próximos três a cinco anos. A corrida para a nuvem está cada vez mais acelerada, mas é muito comum as empresas começarem a implementar ambientes de TI híbrida sem antes considerar as cargas de trabalho que realmente precisam desse tipo de ambiente.

O mais importante é que a decisão da sua empresa em migrar as cargas de trabalho e os aplicativos para nuvem não seja arbitrária. Como decidir o que deve ser armazenado em nuvem?

O melhor momento para considerar a migração para a nuvem é quando chegar a hora de atualizar a plataforma de um aplicativo. Não há necessidade de reprojetar um aplicativo ou carga de trabalho para ser compatível com a nuvem. Se ele não tem nenhum problema, por que migrá-lo? Para explicar o motivo, vamos supor que sua organização esteja no processo de atualização da plataforma de vários aplicativos, e você deve decidir se aproveitará as vantagens da nuvem para armazená-los. Há algumas considerações básicas para você determinar se é melhor migrar para nuvem ou continuar no hardware local.

Avaliando o que pertence ao local ou à nuvem

Em primeiro lugar, pergunte-se: o aplicativo ou a carga de trabalho é autônoma ou possui várias dependências? O blog da empresa, por exemplo, pode ser considerado carga de trabalho autônoma de fácil migração para a nuvem. No outro extremo, um CRM interno, por exemplo, exige conectividade com o sistema de ERP e com outros sistemas interdependentes. A migração dessa carga de trabalho para a nuvem traria mais riscos em termos de latência e probabilidade de problemas.

Você também deve identificar se a carga de trabalho é voltada para o cliente ou basicamente acessada pela Internet. Se for, provavelmente será melhor hospedá-la na nuvem para garantir que os usuários finais obtenham o máximo de tempo de atividade, desempenho e disponibilidade. Da mesma forma, a nuvem também é mais adequada para cargas de trabalho variáveis. Se você acha difícil prever com exatidão a quantidade de tráfego que um aplicativo receberá em um determinado momento e, por associação, suas necessidades de capacidade, será melhor para você migrá-lo para a nuvem e aproveitar os benefícios dos serviços adicionais e da agilidade inerente.

Pode parecer óbvio, mas o nível de experiência da organização com governança e segurança no que diz respeito aos aplicativos na nuvem deve exercer um papel importante na relação com a migração. Se for a primeira vez que sua organização trabalha com um provedor de nuvem pública e os respectivos termos e condições de segurança do SLA, você provavelmente não começará com um aplicativo básico crítico. Por outro lado, uma equipe experiente deve ter mais confiança na hora de migrar um aplicativo mais complexo e gerenciar a relação com o provedor de nuvem.

É mais importante ter em mente que, no ambiente sob demanda atual, o usuário final espera tempo de atividade e um tempo de resposta aceitável, independentemente de onde você hospeda os aplicativos. Muitas empresas migram para a nuvem com a expectativa de economizar, mas o desempenho, que é o principal impulsionador do tempo de atividade, está estreitamente vinculado aos custos e tem um valor elevado na nuvem. Sem saber os requisitos de cada aplicativo ou carga de trabalho e como um provedor de serviços de nuvem específico é capaz de atendê-los, você poderá ter uma surpresa ao receber a fatura.

O que fazer se não for a hora certa de migrar?

Com certeza, não é porque apenas alguns aplicativos ou outras cargas de trabalho não sejam adequados para a nuvem, ou vice-versa, que essa possibilidade está totalmente fora de questão no futuro. Por exemplo, a sua empresa precisa de uma capacidade de armazenamento considerável e, em algum momento no futuro, a Amazon Web Services pode anunciar um novo serviço de armazenamento a um preço menor que torne a migração para a nuvem viável e atenda aos requisitos de segurança e durabilidade dos arquivos de sua organização.

Em termos gerais, você deve considerar a migração somente quando os requisitos de um aplicativo mudarem. Com isso, você pode estar prestes a ficar sem espaço e recursos em sua infraestrutura física e, em vez de investir em outro hardware local, seria mais econômico aproveitar a escalabilidade da nuvem.

Em outro cenário, se você está executando um aplicativo na nuvem, e o SLA do provedor passar por mudanças a ponto de ser mais barato voltar para um local físico, ou a carga de trabalho tornar-se mais previsível, talvez seja o momento de migrar novamente para um hardware local. Algumas startups nativas na nuvem já atingiram um certo volume crítico que torna mais estratégico e econômico mover partes da infraestrutura de volta ao modelo local (ou compartilhamento de localização).

Pensando como profissional de TI em um mundo híbrido

Apesar dessas considerações, a realidade é que a própria base da tecnologia está se tornando cada vez mais híbrida, e os profissionais de TI devem começar a pensar nas práticas de gerenciamento e monitoramento em um contexto híbrido. Com isso em mente, confira algumas práticas recomendadas que ajudarão você a gerenciar melhor o ambiente de TI híbrida agora ou no futuro.

• Tenha uma mentalidade de nuvem híbrida: Apesar do crescente papel da nuvem na estratégia de datacenter, a infraestrutura de TI local não mudará muito por enquanto. Para unir essas duas abordagens, infraestrutura de TI tradicional e serviços de nuvem, e preparar-se para o futuro da TI híbrida, adote um método voltado à carga de trabalho e use a nuvem, o hardware local e uma combinação dos dois, de acordo com cada carga de trabalho.

• Adote o DevOps: Independentemente da arquitetura do aplicativo e da marca dos servidores, é importante ter um aplicativo moderno em mente. O movimento de DevOps trouxe novas práticas, ferramentas e processos que beneficiaram o desenvolvimento e as operações de TI em geral. As organizações podem adotar os princípios básicos e as práticas recomendadas de DevOps, incluindo orientação de usuário final e desempenho, visibilidade e monitoramento de ponta a ponta e colaboração para obter um datacenter mais ágil, disponível, escalonável e eficiente.

• Monitore para a era híbrida: Da mesma forma que se deve estabelecer uma visão unificada de todo o hardware local, no qual a infraestrutura provavelmente tem um número qualquer de soluções de fornecedores diferentes, os profissionais de TI devem implementar um sistema de monitoramento capaz de lhes proporcionar uma visão de todo o ambiente de TI híbrida. Esse tipo de sistema possibilita que você tome decisões bem-informadas sobre as cargas de trabalho que pertencem ao hardware local ou à nuvem. Você deve ser capaz de ver, em um único lugar e a qualquer momento, quando o desempenho do aplicativo está lento ou abaixo do esperado, seja na nuvem ou no hardware local, e comparar o desempenho relativo entre os dois para tomar decisões bem-informadas.

Ao final do dia, com tantas opções de hospedagem de aplicativos, seja em contêiner, máquina virtual ou nuvem, as empresas esperam a certeza do desempenho e a economia nos custos. A melhor maneira de atender a essa expectativa é por meio de ferramentas de monitoramento adequadas, que proporcionam um entendimento das alterações nos aplicativos ao longo do tempo e acompanham os requisitos reais dos aplicativos e da carga de trabalho.

• Crie um mapa: Não existe um caminho certo para adotar elementos de computação em nuvem e introduzir a TI híbrida em sua organização. Cada empresa é diferente e, geralmente, essa jornada leva vários anos. A melhor opção para qualquer departamento de TI que esteja considerando migrar para nuvem é criar um mapa. Você precisa estar bem-informado para tomar decisões inteligentes quando se trata de nuvem, mesmo que a decisão seja não fazer nada por enquanto, pois não há necessidade de mudança imediata.

Tomar esse tipo de decisão exige desenvolver conhecimentos específicos, inclusive saber como obter a visibilidade certa com ferramentas de monitoramento híbridas, criar processos para migração e teste de aplicativos e modelos de planejamento econômico e de capacidade que não dependam de tecnologias específicas, como virtualização ou computação em nuvem.

O importante é elaborar um mapa de adoção da nuvem baseado em uma avaliação de cada carga de trabalho, que leve em consideração os requisitos, a variabilidade da carga de trabalho, a vantagem potencial, os custos e a urgência.

Gerardo Dada, vice-presidente de marketing de produtos da SolarWinds

Tags, ,

UOLDIVEO lança UOL CLOUD Híbrido, solução em Nuvem Híbrida para quem possui infraestrutura VMware

O UOLDIVEO, empresa do Grupo UOL, prestadora de serviços para o segmento corporativo com soluções completas em Outsourcing de TI, anuncia o lançamento de sua plataforma de Cloud Híbrido, UOL CLOUD Híbrido, em parceria com a VMware, companhia líder global em infraestrutura em nuvem e mobilidade corporativa. Com isso, o UOLDIVEO passa a ser o primeiro e único provedor na América Latina que oferece suas plataformas suportadas pelo portfólio VMware.

O UOL CLOUD Híbrido proporciona a oportunidade de acelerarem a expansão de seu ambiente atual VMware sem necessidade de comprar mais infraestrutura. “As possibilidades de uso da plataforma são variadas. O fato é que as empresas precisam crescer e não podem comprar novos equipamentos cada vez que a necessidade surgir, nem dispensar os investimentos feitos anteriormente”, explica Eduardo Maldonado, CTO do UOLDIVEO.

O UOL CLOUD Híbrido possui integração nativa com o ambiente privado VMware do cliente, replicando as regras de negócio e ferramentas de gerenciamento atuais. Outro benefício da solução é a segurança da plataforma, além de contar com a experiência do UOLDIVEO na gestão de ambientes de missão crítica e o maior time de segurança certificado do país.

“O lançamento do UOL CLOUD Híbrido reforça a estratégia de negócios em conjunto com a VMware, oferecendo um produto que está alinhado às tendências do mercado”, afirma Gil Torquato, CEO do UOLDIVEO. “A aproximação entre as duas empresas foi fundamental para a estratégia de negócios do UOLDIVEO, já que a VMware detém 80% de participação no mercado brasileiro deste segmento. Hoje somos provedores exclusivos no Brasil de Cloud Híbrido com VMware e Virtustream”, complementa Torquato.

VMware vCloud Air

A solução VMware vCloud Air Network será a plataforma sobre a qual o UOL Cloud Híbrido será oferecido ao mercado. A solução garante às organizações segurança e compatibilidade de infraestrutura, com a liberdade de mover grandes volumes de carga entre nuvens privadas, públicas e híbridas. A solução VMware vCloud Air Network suporta clientes com cada vez mais flexibilidade de serviços e opções de uso de serviço em nuvem em mais de 100 países.

Mais informações sobre o UOL CLOUD Híbrido em uolcloud.com.br/hibrido

Tags, , , ,

Gartner anuncia as 10 tendências tecnológicas mais estratégicas para o Governo

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia que os novos modelos de serviços para o Governo digital devem estar no topo da lista das prioridades de organizações que priorizam investimentos em tecnologia. Essas e outras informações serão apresentadas durante a Conferência Gartner Business Intelligence, Analytics & Information Management, que acontecerá nos dias 23 e 24 de junho (terça e quarta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

As 10 tendências tecnológicas mais importantes para o governo em 2015 foram identificadas pelo Gartner com o objetivo de ajudar CIOs e líderes de TI a avaliar tecnologias estratégicas fundamentais para planejar os caminhos de TI de suas empresas.

“CIOs do setor público podem obter suporte para inovação digital de administradores ao explicar essa demanda em termos de prioridade comercial. Além disso, eles devem apresentar exemplos relevantes do que a indústria de atendimento ao cliente ou outras agências governamentais com capacidades digitais fizeram, como o fizeram e quais foram seus resultados”, afirma Rick Howard, Diretor de Pesquisas do Gartner.

1) Ambiente de trabalho digital

A força de trabalho governamental do futuro será permeada de funcionários digitalmente qualificados, dos trabalhadores da linha de frente aos executivos superiores. CIOs devem ter um papel de liderança ao construir um ambiente de trabalho mais social, móvel, acessível e conduzido por informações.

2) Relações com o cidadão em múltiplos canais

Jurisdições governamentais com canais múltiplos (escritórios municipais, correspondência de correio físico, centros de contato, sites governamentais e aplicativos móveis) estão se esforçando para fornecer aos cidadãos uma visão única sobre a organização.

3) Abrir quaisquer dados

O número e variedade de conjuntos de dados e APIs de web abertos ao público disponibilizados por todos os níveis governamentais no mundo continua a crescer. O Gartner prevê que até 2018 mais de 30% dos projetos digitais de governo tratarão quaisquer dados como abertos.

4) e-ID de cidadão

A identificação eletrônica do cidadão (e-ID) refere-se a um conjunto orquestrado de processos e tecnologias gerenciados por governos para fornecer um domínio confiável em relação a como os serviços públicos serão acessados por cidadãos em qualquer dispositivo ou por qualquer canal de internet.

5) Controle de acesso

Este controle está evoluindo rapidamente de uma função comercial separada e distinta para um aspecto fluido da operação do sistema e da experiência do usuário. As capacidades de controle de acesso são particularmente relevantes para líderes de programas governamentais que projetam novos serviços móveis.

6) Interoperabilidade escalável

As agências governamentais estão começando a depender cada vez mais da troca de dados com parceiros externos para otimizar suas redes de entrega de serviço e funções comerciais, como colaboração entre empresas e coordenação, monitoramento e relatório de resultado de serviços.

7) Plataformas digitais

Uma plataforma governamental digital incorpora padrões de design de arquitetura orientados para o fornecimento e o uso de serviços empresariais em diversos domínios, sistemas e processos.

8) Internet das Coisas

A Internet das Coisas (IoT) é uma rede de objetos físicos (fixos ou móveis) que contém tecnologia embutida para comunicar, monitorar, identificar ou interagir com múltiplos ambientes. Para o governo, a IoT permite a transformação digital de estratégias do serviço.

9) TI em escala web

TI em escala Web é um padrão de arquitetura orientado para sistemas de computação de classe global que fornecem as capacidades de fornecedores de grandes serviços de Nuvem para uma organização de TI empresarial. Para o governo, a transição para TI em escala Web é uma tendência de longo prazo com implicações culturais e tecnológicas significativas sobre o processo de TI.

10) Nuvem híbrida

A TI híbrida oferece aos CIOs governamentais um novo modelo de operação que fornece suporte à capacidade de seus departamentos de TI para combinar e gerenciar a infraestrutura local ou a Nuvem privada interna com ambientes baseados em Nuvem externos simultaneamente. No governo, um modelo de TI híbrido exige competências muito distintas para dar suporte a diversas implantações de Nuvem públicas.

A Conferência Gartner Business Intelligence, Analytics & Information Management oferece para as empresas um direcionamento estratégico associado com a implementação, a estruturação e o aperfeiçoamento de programas de BI – Business Intelligence e de Business Analytics, analisando tendências e práticas de mercado. Mais informações estão disponíveis no site: gartner.com/br/bi. Para se inscrever, contate o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440, ou pelo site: http://www.gartner.com/br/bi.

Tags, , , , , ,

Accenture e Microsoft lançam nova plataforma de nuvem híbrida para ampla adoção nas empresas

A Accenture e Microsoft Corp. ampliaram a parceria estratégica com a apresentação da Solução Accenture Hybrid Cloud para Microsoft Azure, uma poderosa plataforma de nuvem híbrida projetada para trazer novos recursos, economia e inovação. Com este marco e ao trabalhar com a Avanade, provedora líder de soluções da Microsoft, as empresas financiaram e projetaram a inovadora plataforma com novas tecnologias e serviços híbridos para ajudar as empresas a construirem e gerenciarem a infraestrutura e as aplicações na nuvem.

Este é o maior acordo de colaboração entre Accenture e Microsoft desde 2000, quando as empresas lançaram a Avanade, empresa com mais de 22.000 funcionários e mais de US$ 2 bilhões em vendas globais.

“A expansão do nosso relacionamento com a Microsoft representa uma proposta de mudança de jogo que aborda as maiores preocupações e complexidades enfrentadas por nossos clientes e da forma como eles olham para o aproveitamento da nuvem”, explica Pierre Nanterme, Chairman e CEO da Accenture. “Com as novas exigências impostas aos departamentos de TI a cada dia, as empresas precisam se conectar de forma inteligente as suas infraestruturas, aplicações de software, dados e recursos de operações, a fim de se tornarem inteligentes, ágeis e digitais. Esta colaboração exclusiva entre a Microsoft e Avanade é uma das iniciativas mais estratégicas e importantes da Accenture para a adoção da nuvem em toda a empresa”, explica.

“As empresas ao redor do mundo estão olhando para as plataformas e os parceiros certos para ajudá-los a transformarem e prosperarem em um ambiente cada vez mais móvel e na nuvem”, comenta Satya Nadella, CEO da Microsoft Corp. “A Nuvem da Microsoft, combinada com o conhecimento da Accenture em relação à indústria, além da sua expertise em implantação, acelera a adoção da nuvem de nossos clientes e desbloqueia novos benefícios, incluindo aplicações poderosas, insights orientados por dados e aumento da produtividade”, finaliza.

A Solução Accenture Hybrid Cloud para Microsoft Azure oferece novas tecnologias para migrar e gerenciar aplicativos entre nuvens privadas e públicas e estão em um caminho contínuo, automatizado, controlado e sob demanda, além de apresentar velocidade a partir de um único console. A solução integra e se baseia nas capacidades chave das três companhias para ajudar as empresas a entregar “todo o serviço”, incluindo:

• A Plataforma de Cloud da Microsoft para o Microsoft Azure fornece o desempenho empresarial, em grande escala e capacidade híbrida ligada ao Windows Server com Hyper-V, System Center e pacote Azure de execução nos centros de dados de clientes.

• A Plataforma de Cloud da Accenture suporta ambientes multiplataformas com fornecimento self-service para qualquer aplicação. Seu painel de instrução central controla as capacidades de corretagem e gestão de nuvem, e fornece à empresa governança de nível empresarial, confiabilidade, segurança e operações que os clientes esperam.

• Um espectro de ponta a ponta de serviços profissionais para ajudar os clientes a definir e executar todos os objetivos na nuvem, com base no conhecimento especializado da Accenture na indústria e experiência de transformação de negócio comprovado – da estratégia e transformação para a migração, implantação e serviços gerenciados.

• Profundo banco de profissionais qualificados da Avanade equipados com ampla experiência em tecnologias Microsoft e um foco em desbloquear o valor de negócio da empresa.

A solução já está sendo testada na Freeport-McMoRan, uma empresa internacional de recursos naturais, que cria protótipos para melhorar a “internet das coisas” nas operações de mineração. A plataforma vai permitir operações de supervisores para analisar e reagir a situações próximas em tempo real na mina, permitindo-lhes tomar medidas imediatas em itens que impactam produção, o que, em última análise, impulsiona a receita.

“Como a nossa empresa faz a transformação para mineração digital, envolvemos a Accenture e Microsoft para nos mostrar como podemos capturar os benefícios da nuvem híbrida e acelerar nossa jornada”, ressalta Bert Odinet, CIO da Freeport-McMoRan.

Para obter mais informações, visite www.accenture.com/hybridcloud

Tags, , , , ,