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Cinco maneiras criativas de descobrir se você teve uma boa ideia

Você estava em seus afazeres diários quando de repente teve uma boa ideia.

Essa é aquela que você acredita que vai mudar tudo, que irá te deixar milionário.

Investidores vão fazer fila para colocar o dinheiro deles em sua ideia, você vai comprar uma casa numa ilha paradisíaca e sair na capa da Forbes, tudo graças a essa sua maravilhosa ideia.

Mas como você sabe que é uma boa ideia?

“Sexto sentido”, “algo está me dizendo que sim”, “tenho certeza”, podem não ser respostas boas o suficiente para tornar isso uma verdade.

A Harvard Business Review – uma revista de negócios mantida pela Escola de Negócios de Harvard – fez uma pesquisa com proprietários de pequenas empresas e startups.

Através da pesquisa, ela encontrou cinco maneiras que essas pessoas classificaram como a melhor forma de descobrir se sua ideia de um novo negócio é realmente boa, ou não passa de uma “pira errada”.

1 – Pergunte para colegas, mentores ou conselheiros

Você, provavelmente, tem, em seu círculo social, alguém em quem você confia que tenha um bom julgamento, seja essa pessoa um colega de trabalho ou alguém que você vê como um mentor.

Procure essa pessoa e peça pelo seu feedback honesto.

Você pode, inclusive, procurar agências, como o Sebrae, que possuem serviço de consultoria por um preço bastante acessível, com ótimos profissionais.

2 – Amigos e família

É sempre bom consultar profissionais, mas não esqueça da opinião de seus amigos e família.

Dependendo da ideia, seu grupo de amigos pode atuar como beta testers, sendo uma forma bastante barata de se fazer uma prova de conceito.

Mesmo que seus amigos e família possam não entender muito do mundo corporativo, são pessoas que se importam com você. Portanto, você deveria levar a opinião (e o feedback) deles em conta.

3 – Faça uma pesquisa de mercado através do crowdsource

Crowdsource são pessoas que se unem para resolver problemas em conjunto, criar novos produtos, testarem sites, criarem conteúdo, encontrarem soluções e muito mais.

Apesar do nome difícil, é algo que existe há muito tempo (cooperativas são um exemplo de crowdsource).

Sites gratuitos de anúncios – Craigslist, Mercado Livre, Toda Oferta, etc., podem ser utilizados para reunir pessoas interessadas em testar gratuitamente um produto.

Vai abrir uma sorveteria que vende sorvetes artesanais? Ofereça amostras e peça o feedback das pessoas!

Você terá custos, com certeza, mas os custos serão bem menores do que investir numa ideia através do puro “achismo” e quebrar depois.

4 – Grassroots, ou “raiz de grama”

Você pega um tufo de grama, planta em um solo adequado, com nutrientes e incidência de luz solar, rega esse tufo, e, em questão de semanas, essa grama espalhou-se por uma área muito maior.

No mundo dos negócios, isso também funciona.

Bata de porta em porta em sua comunidade, peça para pessoas (se for uma ideia B2C) ou para empresas (se for uma ideia B2B), qual a opinião delas sobre sua ideia, de preferência dando a elas insumos para que sua ideia seja testada.

Vai abrir um restaurante?

Que tal fazer uma pesquisa boca a boca na área de atuação de seu restaurante, perguntando o que as pessoas prezam quando vão a um restaurante, o que elas gostariam de ver de diferente?

5 – Seja seu próprio rato de laboratório

Algumas ideias pedem por um voluntário para usar o produto ou testar o serviço.

E quem melhor do que você mesmo para ver se sua ideia funciona?

Claro que esse método não vai funcionar para tudo.

Mas, se você puder começar pequeno e testar por conta própria sua ideia, você vai economizar tempo e dinheiro que gastaria envolvendo grupos de terceiros nessa tarefa.

Uma das entrevistadas para a revista Harvard Business Review sobre novos negócios foi Annalisa Berns, que trabalha como investigadora particular de pets perdidos.

Na entrevista ela contou que muitos achavam absurda a ideia, mas que, atuando por conta em casos de animais perdidos e percebendo que tinha condições de fazer um bom trabalho (e principalmente que o mercado tinha espaço para esse tipo de atividade), decidiu investir e hoje tem um negócio de sucesso.

Da mesma forma que Annalisa, se você tem condições de testar sua ideia por conta – por mais insana que essa ideia possa parecer – faça já!

Essas são cinco maneiras de testar uma nova ideia, utilizadas por empreendedores de sucesso do mundo todo.

Por que não tentar com a sua ideia? Talvez, dessa forma, aquela casa isolada em uma ilha paradisíaca pode chegar mais rápido do que você imagina!

Por Siro Canabarro, CMO da Gumga.

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Ramo Sistemas investe em 8 novas Unidades de Negócios

A Ramo Sistemas, empresa nacional focada em soluções para pequenos e médios negócios e parceira exclusiva da SAP na venda do ERP SAP Business One, está investimento em aumento de capilaridade. Com esse objetivo, a companhia está aplicando R$ 1 milhão na abertura de mais oito Unidades de Negócios distribuídas pelas regiões Sul, Sudeste, Norte e Nordeste do Brasil.

Os novos escritórios vão funcionar nas cidades Campinas e Ribeirão Preto (SP); Curitiba (PR); Porto Alegre e Caxias do Sul (RS); Ipatinga (MG); Recife (PE); e Manaus (AM). A expansão faz parte de sua estratégia de crescimento traçada para 2017, com estimativas de aumento do faturamento entre 16% e 17% sobre os resultados de 2016. Agora a companhia soma 8 Unidades de Negócios, duas filiais no Rio de Janeiro e uma em Belo Horizonte, sua sede em São Paulo, além de mais 170 parceiros em todo o Brasil.

Décio Krakauer, presidente da Ramo Sistemas, informa que as oito Unidades de Negócios foram definidas com base de parceiros com alto rendimento e competência no mercado brasileiro de ERP. Mas que esse modelo poderá mudar no futuro, talvez a partir de 2018. “Poderemos pensar na possibilidade de transformá-las em franquias. No momento são Unidades de Negócios, cujas empresas são de nossos mais expressivos EBMs (Extended Business Members), revendas autorizadas Ramo-SAP”, explica.

O executivo esclarece que essas Unidades de Negócios não são sócias da Ramo Sistemas. “Estamos aumentando a parceria para apoiar o crescimento e sustentabilidade dos nossos negócios, canal de vendas e clientes”, ressalta Krakauer. Ele justifica que os novos representantes são parceiros estruturados, com clientes, conhecimento profundo de SAP Business One, do mercado e com condições de oferecer os melhores serviços em suas regiões.

A Ramo Sistemas planeja ainda para 2017 abertura de mais 3 ou 5 novas Unidades de Negócios para sustentar suas metas de crescimento para este ano. Atualmente a companhia opera com uma rede de 170 parceiros. Esses canais estão distribuídos em 50 cidades no Brasil, atendendo as principais regiões, suportando clientes de 12 verticais do mercado. São os setores Alimentício, Agrobusiness, Distribuição de Medicamentos, Laticínios, Distribuição e Logística, Clubes Esportivos, Varejo e Oil & Gas.

As vendas diretas estão concentradas em São Paulo e indiretas são realizadas por meio de parceiros em outras regiões do Brasil, respeitando a experiência do canal em cada segmento da economia.

A Ramo Sistemas é o principal parceiro de SAP Business One no Brasil, com o maior faturamento, volume de vendas, clientes e consultores. Em 2015, a empresa foi reconhecida pela SAP como a melhor em performance de vendas e em 2017 foi premiada como maior venda de SAP Business One.

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Chega ao Brasil The Next Startup, uma oportunidade para empreendedores transformarem suas ideias em realidade

Os empreendedores que desejam tirar suas ideias do papel terão uma grande chance de transformar o sonho em realidade. Estão abertas as inscrições para o The Next Startup, uma iniciativa de apoio a novos negócios que começou em Portugal em 2010 e se consolidou como um forte incentivo aos empreendedores de todos os níveis. Universia, a maior rede ibero-americana de cooperação acadêmica, será co-realizadora.

“The Next Startup visa impactar todas as pessoas que têm uma ideia inovadora e criativa e queiram transformá-la em algo palpável”, explica Miguel Queimado, Diretor da DreamShaper, startup idealizadora do projeto em Portugal e presente no Brasil desde 2014. Por isso, o objetivo não é que apenas empreendedores natos se inscrevam. “Queremos atingir o empreendedor que já tem uma startup ou microempresa, mas também todas as outras pessoas que têm alguma ideia e que queiram fazer dela algo rentável, ainda que lhes falte a experiência no assunto”, afirma o Diretor.

The Next Startup terá duas etapas (ambas online): geração do plano de negócios realizada na plataforma da DreamShaper com orientações em cada tela para o usuário; e, para todos os projetos que completarem a ferramenta, feedback por júri especializado, mentoria e exposição às principais organizações do ecossistema empreendedor.

Podem se inscrever os brasileiros acima de 18 anos, até o dia 30 de setembro. A etapa inicial (plataforma DreamShaper) termina em 30 de novembro e a etapa final (feedback, mentoria e exposição) em 16 de dezembro. Os projetos serão analisados de acordo com cinco critérios – viabilidade econômico-financeira, utilidade pública, inovação, motivação e equipe – dentro de cinco categorias – indústria, comércio e serviços, web e mobile, alta tecnologia e empreendedorismo social.

O valor da inscrição é de R$ 99,00. Todos os inscritos receberão o plano de negócios criado pela plataforma (em arquivo exportável formato PDF).

A co-realização do The Next Startup será feita por Universia, que possui uma rede de relacionamento de mais de 400 grupos educacionais no Brasil. “Divulgaremos o projeto entre os nossos parceiros a fim de incentivar o sonho do empreendedorismo. Essa é uma oportunidade para os jovens universitários terem acesso a uma plataforma que auxiliará na profissionalização e consolidação de seus negócios”, afirma Luis Cabañas, Diretor Geral da Universia.

A Dreamshaper, que chegou ao Brasil por meio da Fundação Lemann e hoje tem parceria com a Subsecretaria de Empreendedorismo do Governo do Estado de São Paulo, também contribui com a educação empreendedora e é utilizada por instituições de ensino que trabalham a temática. Todo o conteúdo oferecido e apresentado foi desenvolvido com o apoio de professores de Harvard e Stanford.

Veja as etapas do processo:

18/08 a 30/09 – Inscrições
30/09 a 30/11 – Criação plano de negócios – plataforma DreamShaper
31/11 a 09/12 – Feedback por júri especializado e mentoria
09/12 a 16/12 – Exposição às principais organizações do ecossistema empreendedor (aceleradoras, investidores, co-workings).

Para acessar as perguntas frequentes e termos de uso, acesse aqui. http://thenextstartup.com.br/

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Startup Studios: uma forma de acelerar a criação de novos negócios

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Transformar a ideia em um negócio: esse é o papel das Startup Studios, que nascem a partir do crescimento do número de startups no mundo. Só no Brasil, de acordo com a ABStartups – Associação Brasileira de Startups, uma entidade sem fins lucrativos que aposta nesse ramo desde 2011, existem mais de 4.100 startups.

As Startup Studios surgem no momento em que se percebe que apesar da maioria dessas empresas serem formadas por pessoas jovens, ligadas à tecnologia e com noções de empreendedorismo e programação, existe um grupo de pessoas que têm uma ideia para um negócio digital, mas não possuem todas as habilidades necessárias para tirá-la do papel. Elas são capazes de aprimorar a ideia original para o mercado digital, desenvolver um produto inicial e colocar a empresa no mercado em poucos meses, tudo a partir da ideia inicial do empreendedor.

Estas fábricas de projetos já são mais comuns nos Estados Unidos e Europa, mas vêm ganhando força no Brasil também. Uma das pioneiras no país é a Ultrahaus, que surgiu como uma produtora web há 13 anos e de 2012 pra cá percebeu a necessidade de não só produzir sites, softwares e aplicativos, como também prestar consultoria aos empreendedores. A empresa já desenvolveu projetos para mais de 200 marcas. Hoje, a Ultrahaus atua no desenvolvimento de estratégias, planejamento e gestão baseadas na ideia do empreendedor. Tudo isso é feito em parceria com o cliente, idealizador que constrói a própria empresa com o apoio de uma equipe experiente em negócios digitais.

As empresas que já adotaram esse modelo e surgiram em parceria com a Ultrahaus atuam em diferentes áreas e oferecem soluções como um site que reserva vagas de estacionamento com antecedência, um aplicativo que permite ler centenas de quadrinhos num dispositivo móvel pagando apenas uma mensalidade, e uma plataforma que intermedia a quitação de débitos entre os devedores e credores. “Ajudamos também os empreendedores no relacionamento com possíveis investidores, apresentando contatos, apoiando na defesa do projeto e participando ativamente desse processo de levantamento de capital”, diz Rafael Miranda, fundador da empresa e responsável pela etapa de consultoria dos projetos.

Estima-se que os projetos que a empresa ajudou a lançar já somam um valuation próximo de 30 milhões de reais com uma média de geração de 5 vagas de empregos por negócio criado. Com o aumento do número de startups no país, cada vez mais pessoas estão se interessando pelo desenvolvimento de um negócio digital e as Startup Studios estão preparadas para tornar uma simples ideia em algo real.

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Oito dicas para apresentar sua ideia a investidores

Ao iniciar um negócio próprio, uma das principais preocupações dos empreendedores é a de conseguir investimentos para fazer o seu modelo de negócio decolar. Desenvolver um pitch conciso e que consiga convencer de que sua ideia vale a pena é essencial para conquistar um investidor.

Diante disso, oito empreendedores de sucesso levantaram dicas que podem auxiliar outros profissionais na apresentação de seus modelos de negócio.

Conheça o mercado que você busca atuar

De acordo com Rafael Heringer, co-fundador do Jurídico Correspondentes, marketplace para contratação de correspondentes jurídicos, o principal é estudar e conhecer bem o mercado que você irá atuar, para demonstrar o potencial de crescimento de sua startup aos investidores. Dado o tamanho do mercado, o problema que você resolve e como você vai resolvê-lo tem que estar na ponta da língua.

Teste seu produto ou serviço

Segundo Allan Costa, um dos principais palestrantes, empreendedores seriais e investidores-anjo do País, é essencial que os empreendedores desenvolvam o MVP (Produto Mínimo Viável) do negócio antes de realizar o pitch. O processo é fundamental na avaliação da viabilidade da startup, pois os possíveis investidores conseguem verificar o nível de adesão dos clientes em relação à solução proposta. “Quanto mais feedbacks satisfatórios, e de preferência entusiasmados, de seus consumidores durante o período de testes do produto ou serviço, maior será o interesse dos investidores e, consequentemente, mais favorável ficará a negociação do aporte para o empreendedor”, complementa.

Resolva o problema do dia a dia

Para Francisco Forbes, CEO da SEED, para atrair investidores a grande ‘sacada’ é criar um modelo de negócio focado na resolução de problemas, que existem aos montes em nosso dia a dia. Essa é a “grande ideia” que vai atrair investidores para uma empresa. Ser empreendedor não significa montar empresas divertidas. Empreendedorismo é um estado de espirito que pode se expressar mesmo dentro de grande empresas, política, família e vida. Esse sentimento pode ser aplicado em tudo; basta ter uma dose de curiosidade e vontade de resolver problemas. Muito pensam que para empreender o primeiro passo é uma grande ideia diferente, mas montar um negócio tem pouco ou nada a ver com uma atividade criativa artística, é na resolução dos problemas que estão as grande ideias, não na criação de modelos totalmente desruptivos que no extremo podem chegar a ser alienados ou distantes de nossa realidade.

Seja simplista na sua explicação, mas memorável

Para Adriana Barbosa, diretora-geral e fundadora da payleven Brasil, empresa pioneira em solução para pagamentos móveis, é necessário ter foco e conteúdo em cada frase que você diz. É indicado pensar em apresentar, de forma simples, o que é o seu projeto, como você identificou – e testou – que existe demanda, como ele se diferencia de outras soluções e por que é um modelo de negócio a ser investido.

Seja transparente

Antes de mais nada o empreendedor deve lembrar que a ideia para o investidor não vale nada, mas sim a dor que ela resolverá no mercado de atuação e time que fará desta ideia uma empresa rentável e diferenciada. Vale também destacar que a transparência deve ser total, pedir conselhos, mostrar aonde precisa de ajuda, o que acredita para o médio / longo prazo etc. Aqui tem uma frase que ilustra bem isso, “se você pedir dinheiro, recebe conselhos, agora se você procurar conselhos, receberá dinheiro”. Por ultimo, não desistir fácil na procura por investidores mesmo neste mercado adverso e checar se vai ser um bom casamento. Para Lucas Melo, co-fundador do MeSeems, Uma dica interessante aqui é imaginar que o potencial investidor te ligará domingo a noite, se você sentir que será um prazer atendê-lo, indica ser um bom candidato.

Ressalte seus diferenciais frente aos concorrentes

O maior desafio ao apresentar seu projeto à investidores é, de acordo com Rodolpho Gurgel, CEO da Bidu Corretora, conseguir se diferenciar não apenas dos concorrentes diretos do próprio mercado, mas também de outros negócios que o potencial investidor esteja avaliando. Nessa hora, é essencial incluir no discurso informações de mercado mais amplas, destacando tamanho e crescimento de mercado e, consequentemente, valor de seu negócio.

Tenha em mente que a conversa com investidores não é um paredão de fuzilamento

Para Tomas O’Farrell, co-fundador da Workana, marketplace para contratação de freelancers com atuação em toda a América Latina, é importante lembrar que investidores também são consultores, e que podem oferecer informações relevantes para o andamento de seu projeto. Dessa forma, leve perguntas que promovam o diálogo com os profissionais. O resultado final será muito melhor.

Forme um time com capacidades complementares

Para Alex Tabor, co-fundador e CEO do Peixe Urbano, maior plataforma de ofertas locais do Brasil, é importante montar um corpo de sócios estratégicos com competências complementares e alinhados com os maiores desafios da empresa. A equipe precisa transmitir confiança e engajamento. Segundo Tabor, “para muitos investidores, a equipe fundadora é mais importante do que o modelo de negócio em si, já que por ela é possível mostrar a capacidade de execução do projeto”.

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