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Seis empresas de tecnologia com vagas abertas

Enquanto mais de 12,7 milhões de pessoas estão desempregadas no Brasil , segundo dados do IBGE, o mercado de tecnologia segue aquecido.

As oportunidades são diversas tanto no que diz respeito aos cargos oferecidos quanto nos segmentos de atuação das empresas, provando que o avanço tecnológico realmente abre portas para candidatos.

Confira:

Nimbi

Empresa de tecnologia especializada em supply chain management, que desenvolve soluções que aumentam a produtividade e geram economia para as organizações, está com vagas para: Estagiário de relacionamento, Assistente de Logística, Comprador Júnior- MRO, Comprador Business Service Júnior, Analista Compras Pleno, Analista de logística Júnior, Analista de Logistica Pleno e Analista de Logística Sênior. Os interessados devem enviar o currículo com o título da vaga para: carla.moraes@nimbi.com.br

Locaweb

Empresa fornecedora de serviços de tecnologia, a Locaweb tem sempre vagas em aberto nos mais diversos departamentos. Os interessados devem ficar atentos às oportunidades divulgadas no site da companhia www.locaweb.com.br/carreira/#

BgmRodotec

Referência em sistemas de gestão para transportadores de cargas e passageiros, a companhia oferece vagas para Analista Financeiro, Consultor Comercial e para implementação de software, Desenvolvedor e Jovem Aprendiz, todos em regime CLT para a cidade de São Paulo. A empresa oferece benefícios como seguro de vida, vale transporte, vale alimentação, plano de saúde e odontológico. Os interessados devem mandar e-mail como título da vaga para: rh@bgmrodotec.com.br

Semantix

Startup especialista em Big Data, Inteligência Artificial e Internet das Coisas tem vagas para Account Manager Pleno ou Sênior, Engenheiro de Dados, e User Interface Designer (UI) Júnior ou Pleno. Informações e inscrições no site: http://www.semantix.com.br/trabalhe-conosco/.

Synapcom

A companhia de Full service para e-commerces, Synapcom está com vagas abertas para Analista de Client Service e Analista Desenvolvedor de Sistemas Web. Os interessados podem enviar o currículo para cv@synapcom.com.br com o nome da vaga e pretensão salarial.

Tray

Desenvolvedora de plataforma para e-commerces, a Tray está com vagas abertas para cargos de Programador Ruby I e II e Analista do Sucesso do Cliente. Os interessados devem enviar o currículo para rh@tray.net.br

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Serasa Experian e Nimbi se unem para agilizar e trazer mais segurança na homologação de empresas

A Serasa Experian, líder na América Latina em serviços de informações para apoio na tomada de decisões das empresas, anuncia parceria para certificação e homologação de empresas junto com a Nimbi, referência em tecnologia para a cadeia de suprimentos. A união entre as companhias busca fortalecer o processo de escolha de parceiros por meio de uma avaliação mais detalhada.

Em tempos de instabilidade política e econômica, a decisão correta de novas parcerias pode ser crucial para o sucesso e a conformidade de empresas de todos os portes. Um estudo da Serasa Experian, realizado em junho de 2017, entre 50 mil empresas de todos os portes (setores: primário, indústria, comércio e serviço) apurou que 8% dos fornecedores apresentavam riscos aos seus parceiros, financiadores e compradores, em razão de estarem com problemas financeiros, trabalhistas, tributários ou ambientais. O envolvimento de compradores com empresas não conformes pode ter por consequência multas milionárias em indenizações, além de provocar danos à imagem das corporações. Por esta razão é importante que as companhias busquem no mercado soluções que alavanquem negócios com mais segurança. O novo produto oferecido pela Nimbi junto a Serasa Experian, vai de encontro a isso, permitindo que o processo de homologação seja feito de maneira mais detalhada.

Atualmente, a Nimbi possui mais de 100 clientes que utilizam a solução Certifica, ferramenta responsável pela etapa de avaliação e validação de empresas. Nela, as organizações podem criar uma rede privada com especificações, formulários, categorias e fluxos de trabalho de acordo com o perfil e criticidade de seu negócio. É nesse processo que a certificação da Serasa Experian, que auxilia na seleção dos melhores parceiros de negócios será integrada a Nimbi, passando a disponibilizar relatórios e análises financeiras. Com esta parceria, as empresas buscam agregar valor à ferramenta e aos seus usuários, consolidando um fluxo inédito e completo para a escolha de parceiros.

“Cada cliente da Nimbi pode estabelecer quais documentos, obrigatoriedades e aprovações serão exigidos de seus parceiros, além de definir sua recorrência de atualização. O relatório de avaliação da Serasa estará disponível para solicitação nesse processo, tornando a avaliação e análise das informações das empresas ainda mais criteriosa”, explica Carolina Cabral, sócia-diretora da Nimbi. Dessa forma, o cliente receberá análises do balanço patrimonial, índices financeiros, classificação de risco, anotações negativas, registro de consultas, entre outros, diretamente na solução Certifica.

“O processo contínuo de redução de custos nas empresas diminui os investimentos necessários nas áreas de compras, impactando a qualidade das fontes das informações analíticas e prejudicando a seleção dos melhores fornecedores”, diz o vice-presidente de Pessoa Jurídica da Serasa Experian, Victor Loyola. “A parceria vai fortalecer o processo de escolha de fornecedores por meio de uma avaliação mais assertiva, minimizando riscos e agilizando o processo”, complementa.

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Três tecnologias e treinamentos que garantem a integridade de dados virtuais

Ameaças virtuais se fazem cada vez mais presentes no cotidiano corporativo. Segundo levantamento realizado pela consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC), ao longo do ano passado o número de incidentes virtuais cresceu 274% no Brasil. Além disso, 39% das empresas apontam perdas financeiras em acidentes cibernéticos e 46% relatam impactos relacionados aos registros de seus clientes.

Com o aumento das ameaças, o investimento em segurança digital torna-se imprescindível. “Em meio ao cenário de tensão e medo que tem se espalhado pela rede, o tema da cibersegurança voltou com força total, expondo os desafios para tornar a internet um ambiente mais seguro para empresas e usuários. Profissionais graduados em Sistemas de Informação, com MBA de Gestão e Tecnologia em Redes de Computadores ou pós-graduação em Cyber Security são cada vez mais visados por grandes corporações”, afirma Prof. Rodolfo Avelino, Coordenador da Graduação em Redes de Computadores da Faculdade Impacta, instituição de ensino superior voltada para as áreas de Gestão, Design, Tecnologia da Informação e Mercado Digital.

Para André Iwase, gerente de TI da Access, segunda maior empresa do mundo no segmento de gestão de documentos e informações, além de funcionários capacitados, existem diretrizes que devem ser seguidas. “Para garantir a segurança dos dados, é preciso que algumas ações tornem-se parte da rotina das companhias. Adotar ferramentas de prevenção, para antecipar-se aos riscos, e investir em uma governança corporativa com foco na segurança com treinamentos regulares são algumas das ações que devem ser tomadas.”

Investimentos

“A segurança depende de um conjunto de fatores, que incluem aumento da frequência e detalhamento das auditorias internas e políticas empresariais com foco na prevenção. Para contribuir em todas as esferas, direcionar as iniciativas para a proteção e a manutenção dos sistemas é fundamental. Esse cenário nos levou a direcionamos 80% dos investimentos para a segurança da informação no último ano”, explica Iwase.

Soluções complementares

Utilizar ferramentas para complementar as plataformas da empresa pode ser uma saída para acrescentar camadas de segurança. No caso da Nimbi, startup que oferece soluções de tecnologia para supply chain, a escolha foi por uma solução do Google. “Atualizamos o sistema de segurança em nossos processos com o Google Authenticator, que ajuda a mitigar fraudes ao confirmar a identidade dos usuários por meio do envio de um token. Além de utilizarmos internamente, também disponibilizamos essa solução para nossos clientes”, comenta Rui David, diretor de TI da Nimbi.
Para o executivo, é preciso elaborar diretrizes de boas práticas internas, como o bloqueio automático das máquinas e o não compartilhamento de informações sigilosas por e-mail.

Migração para Cloud Computing

“Atualmente, utilizar soluções em cloud pode representar a diferença na blindagem das informações. Por isso, tivemos o cuidado de desenvolver nossa solução de ERP, como uma plataforma 100% na nuvem. Dessa forma, garantimos segurança das informações que transitam na ferramenta e facilidade para nossos clientes”, afirma Lauro Freire, sócio-diretor da BgmRodotec, fornecedor de tecnologia para transportadoras de cargas e passageiros.

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A centralização de processos e o desafio na cultura organizacional – Por Agustín Durán

Em períodos de crise econômica, os executivos e empreendedores buscam por maneiras de reduzir custos. Uma das formas é a centralização da gestão de compras nas empresas. Ainda é comum encontrar empresas onde diferentes áreas são responsáveis pela própria administração de suprimentos, o que pode gerar repetição de itens adquiridos, perda no poder de barganha ao negociar um volume pouco expressivo, entre outras situações que acumulam gastos para as companhias. Com um processo centralizado, que aumenta o controle e a visibilidade, é possível definir regras e políticas internas, além de identificar padrões operacionais.

Com essa unidade, negociações de custos e prazos mais vantajosos são possíveis, devido ao volume de itens e do estabelecimento de cronogramas para grandes contratos. Além disso, existe uma maior assertividade no trabalho de desenvolvimento de fornecedores, a qualificação dos profissionais do setor, além da gestão de estoque, na medição e na administração de custos.

Barreiras a serem quebradas

Um dos maiores desafios para a consolidação de novos procedimentos são os profissionais. Um projeto de centralização da gestão de suprimentos precisa de um planejamento de comunicação eficaz, que demonstre a mudança como um movimento corporativo. Deixando claras as funções e responsabilidades individuais fica mais fácil auxiliar a equipe que tomará a frente da atividade, a fim de conquistar a confiança dos usuários internos.

A união dos colaboradores de todos os setores envolvidos para aprovações e decisões estratégicas é uma maneira de viabilizar esse processo. Por exemplo, é possível despertar o interesse por outros fornecedores por meio da aplicação de um teste-cego para determinados produtos. Ao negociar prazos e preços, as opções aumentam, e por consequência, a competitividade durante a escolha pela empresa fornecedora.

Para que exista sucesso na mudança da cultura organizacional visando à unificação de processos, é essencial que os colaboradores estejam engajados, evitando a burocratização desnecessária e mantendo o foco nos benefícios que os resultados trarão para a companhia.

Agustín Durán é sócio-diretor da Nimbi, empresa especializada em tecnologia para gestão da cadeia de suprimentos

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As melhores práticas: como concorrentes podem ser parceiros estratégicos em tempos de crise – Por Agustín Durán

Em meio à instabilidade econômica e crescente inserção de tecnologias em suas atividades, as empresas brasileiras precisam ser ágeis e criativas a fim de manterem a competitividade. Por vezes, as muitas demandas rotineiras e processos internos fazem com que as equipes e gestores fiquem imersos no próprio negócio, deixando em segundo plano o acompanhamento das práticas de outros players de mercado.

O benchmarking, que avalia as companhias de acordo com sua concorrência, é um método que permite enxergar pontos de melhoria e pequenos ajustes que podem ser significativos nos resultados da empresa. Setores em ascensão, como o de seguradoras, que cresceu 13,9% no primeiro trimestre de 2017, segundo dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), apostam na promoção de encontros entre concorrentes para trocar experiências e insights do mercado em que atuam.

No último dia 16 de maio, nós da Nimbi, em parceria com Marcelo Rivas, profissional de suprimentos de uma grande seguradora brasileira, reunirmos organizações líderes do setor de seguros na nossa sede, em São Paulo., O objetivo foi discutir com esses executivos os desafios e as oportunidades em seus departamentos de suprimentos. A interação, que é inevitável ao unir profissionais do mesmo ramo, culmina na transferência de conhecimento e no cruzamento de demandas em comum, revelando que as grandes organizações compartilham dificuldades similares.

Otimizando as negociações

A eficiência da área de compras é essencial para uma atuação estratégica que traga sustentabilidade econômica às companhias. E o momento da negociação de contratos entre fornecedores é crucial para garantir o saving, indicador que mede a economia feita a partir do custo orçado na empresa.

Ao identificar fornecedores iguais para itens semelhantes, como materiais de escritório e limpeza, que são comuns entre os players, é possível fazer um pedido único e de grande volume, ganhando poder de barganha na negociação. Além disso, pode-se também otimizar a entrega dos suprimentos, uma vez que a distribuição passa a ser feita para diferentes empresas com unidades na mesma região, diminuindo o cálculo do frete.

Aprendizado cultural

Outro desafio compartilhado é a mudança cultural entre os colaboradores no que diz respeito ao relacionamento com a área de supply chain. A centralização das compras é uma consequência das companhias que estruturam e organizam os departamentos de suprimentos. Porém, a adaptação pode ser difícil para equipes que costumavam internalizar esse processo em suas áreas.

De forma centralizada, a atividade passa por mais etapas e análises, que alongam sua conclusão, como a homologação de contratos, que pode demorar até 120 dias devido aos critérios e avaliações. Por outro lado, essa exigência traz maior transparência e possibilita a redução de custos à atividade. Além disso, outro desafio é educar as equipes a fazer pedidos de maneira eficiente e adequada, sinalizando corretamente suas necessidades e especificações técnicas que irão embasar a procura pelos melhores fornecedores.

O aprimoramento dentro de uma empresa deve ser contínuo, pois a busca por processos mais eficientes e melhores práticas independem do momento da organização ou do mercado. Uma forma de avaliar sua colocação e atividades é estar atento às companhias com a mesma atuação, afinal os problemas e desafios tendem a ser os mesmos, o que muda são as atitudes tomadas para solucioná-los. Se uma reunião de concorrentes que concordam em falar abertamente de seus problemas processuais pode gerar um estranhamento inicial, as conclusões e recursos encontrados com certeza deixam uma impressão positiva nos participantes.

É preciso ter maturidade e acreditar na transparência para encontrar soluções de forma colaborativa, podendo assim beneficiar mais que uma cadeia isolada, mas todo nicho de mercado.

Agustín Durán é sócio-diretor da Nimbi, empresa especializada em tecnologia para gestão da cadeia de suprimentos e possui mais de 17 anos de experiência no setor de Supply Chain.

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Gestão de compras: quatro erros que as PMEs devem evitar

Quando bem administrada, a área de gestão de compras pode proporcionar benefícios para todos os setores de uma PME. No entanto, para que essa otimização possa ser alcançada, é preciso ficar atento e evitar alguns erros que comprometam todo o planejamento e prejudicar os resultados.

Carlos Campos, Sócio Diretor da Nimbi, empresa especializada em soluções para a cadeia de suprimentos, aponta quatro erros que devem ser evitados na área de supply chain. Confira!

Tratar os processos da mesma forma: Para ser estratégico e ter uma melhor performance nas negociações, é preciso entender que cada categoria é diferente. O primeiro a se fazer é uma categorização, definindo itens de matéria-prima e os itens indiretos, como materiais de escritório, ferramentas, produtos para limpeza, entre outras coisas. Depois, para cada uma das categorias será adotada uma estratégia diferente. A relação com um fornecedor de um item estratégico para a empresa requer maior atenção e cuidado na negociação. Entenda o impacto do produto para o negócio e a complexidade do mercado – se há outros fornecedores do mesmo material.

Não dar atenção ao TCO – Total cost of ownership: não negocie um produto levando em conta apenas o seu preço. Ao realizar uma compra, o gestor deve considerar todos os custos envolvidos na operação, como frete e futuras manutenções. O TCO é um indicador de extrema importância, pois analisa todos os custos de uma empresa tem para manter ou adquirir certos tipos de ativos.

Não fazer processo de investigação dos fornecedores: uma investigação completa sobre os fornecedores é fundamental, pois sua qualidade gera impacto direto sobre o sucesso das operações. Essa também é uma forma de maximizar as vantagens e minimizar riscos como má qualidade de produtos, dificuldades burocráticas, origem duvidosa e até mesmo fraudes. Avalie a confiabilidade do fornecedor utilizando a qualidade, origem e reputação como indicadores. Sempre há o risco de que os produtos sejam de precedência incerta, ou de que são produzidos de forma irregular, por meio de trabalho escravo ou infantil.

Não investir na qualificação de um profissional de compras: é muito importante ter conhecimento suficiente para realizar as operações de compra. Existem diversas técnicas de negociação, balizamento de preços e gestão que um gestor deve dominar. Muitas empresas de menor porte costumam atribuir essa função para um colaborador de outra área, como alguém da área administrativa por exemplo.

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3 situações que mostram que a transformação digital está só começando

Termos como Big Data, Internet das Coisas e computação em nuvem fazem parte do conceito de transformação digital, adaptações realizadas pelas empresas para satisfazer exigências tecnológicas atuais.

“Alguns gestores interpretam a transformação digital como uma tendência ligada à tecnologia, quando, na verdade, diz respeito à forma como as pessoas interagem com a marca por meio da tecnologia. Qualquer companhia pode se considerar uma empresa de tecnologia, afinal, tem presença nas redes sociais e necessita de softwares para gerenciar os negócios”, explica Rafael Cichini, CEO da JUST, empresa que desenvolve produtos digitais.

Conheça o potencial da transformação digital com três exemplos:

Empresas na nuvem

Com soluções de computação nuvem, a tecnologia pode ser uma grande aliada para aumentar a competitividade e melhorar a eficiência operacional. Muitas empresas têm iniciado a jornada de transformação digital com a adoção de soluções como o G-Suite para trabalhar de forma colaborativa. “As empresas buscam serviços capazes de maximizar resultados e reduzir custos, com ganho de escala, eficiência operacional e disaster recovery. Para entrar neste universo, muitas corporações apostam nas soluções de Google Cloud”, afirma Cláudio Santos, CEO da Santo Digital, uma das principais revendedoras Google no Brasil.

Shopping centers virtuais

Tendência recente entre varejistas do e-commerce, os marketplaces possibilitam uma experiência de compra similar à ida a um Shopping Center. Lojas maiores reúnem vitrines dos comércios menores com o objetivo de aumentar a oferta de produtos. “Os principais players aderiram ao modelo porque impulsiona receitas com uma maior disponibilidade de itens a venda, sem se preocupar com estoque e logística. Já as menores lojas, anunciantes, ganham muito em visibilidade e credibilidade, e o consumidor encontra uma maneira mais fácil de comparar preços”, afirma Mauricio Correa, diretor comercial e de marketing da EZ Commerce.

Gestão de compras online

Em uma época de instabilidade econômica, qualquer economia representa crescimento no futuro. Pensando nisso, a Nimbi, empresa especializada em supply chain management, desenvolveu soluções que aumentam a produtividade e geram economia aos departamentos de compras. Sua plataforma é baseada em cloud computing, e inclui todo o processo de busca, homologação, negociação e transação entre empresas. “Com uma plataforma tecnológica, a equipe ganha mais eficiência, economia de tempo e redução de custos. A tecnologia mostra fornecedores com preços menores e ajuda na tomada de decisões”, comenta Carlos Henrique Campos, sócio-diretor da Nimbi.

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Cinco lições que sua empresa pode aprender com as startups

As startups deixaram há muito tempo de ser apenas uma ideia no papel pelos seus idealizadores. Muitas empresas iniciantes se tornaram referências em inovação e estão influenciando outras companhias maiores, que estão remodelando todo o seu negócio para buscar justamente essa veia inovadora nos seus negócios.

É o caso da Nimbi, especializada em gestão de compras para a cadeia de suprimentos. A companhia investiu R$ 40 milhões para modernizar toda a sua plataforma, reduzindo os custos de adoção para as empresas que a utilizam. Com uma história de mais de 15 anos, a empresa mudou não apenas a sua tecnologia, mas também a sua marca e até a sua sede para se adaptar à inovação buscada – muito inspirada em plataformas como Netflix e Spotify.

Nesse processo todo, o sócio-diretor da empresa, Carlos Henrique Campos, relata um pouco do que aprendeu nesse processo e as lições que tirou ao observar essas startups. Muito disso foi implementado na sua empresa. Veja abaixo cinco lições que o executivo aprendeu com elas:

Defina um ambiente inovador e criativo

Assim como nas startups, as empresas mais consolidadas também devem criar ou mesmo remodelar o seu ambiente de trabalho, de modo a deixá-lo mais inovador e criativo e, por consequência, incentivar os seus colaboradores, aponta Campos. “Com isso é possível nortear uma nova cultura dentro da empresa, estimulando valores que são regidos por inovação, criatividade, além do senso crítico e de equipe, para que cada um dos colaboradores possa trazer novas ideias”, afirma o executivo.

Atualize-se às novas tecnologias

Quando se fala em startups, logo vem à mente as palavras inovação e tecnologia. É intrínseco às ideias de disrupção apresentadas por essas empresas em estágio inicial. E essa é a principal lição a ser tirada quando o assunto é atualização e inovação, avalia o executivo. É preciso se espelhar em sinônimos de inovação, com empresas disruptivas como Netflix, Uber e Spotify para se atualizar às essas tecnologias. A dinâmica do mercado obriga essa reinvenção e observar como as startups executam e se adaptam às novas tecnologias é fundamental para incentivar outras empresas, relata Campos.

Faça o colaborador se sentir em casa

Não há mais espaço para uma cultura organizacional baseada em regras antiquadas e ultrapassadas. A chamada geração millennial – que são os nascidos entre 1977 e 2000 – são profissionais hiperconectados, otimistas, conhecem profundamente a tecnologia, são atraídos pela inovação, tem grande poder de compra e são idealistas. E acima de tudo possuem grande senso de responsabilidade e de crítica, e desejam ter a flexibilidade de levantar da mesa para dar uma volta na hora que bem entenderem. “É preciso entender esse profissional, dando a assistência necessária para que ele possa ter a autoestima elevada para poder inovar dentro da empresa”, afirma Campos.

Quebre as hierarquias

Em uma cultura corporativa convencional, é comum ter os cargos de chefia, de gerência e de execução. Trabalhar de forma horizontal, de igual para igual, foi uma quebra trazida pelas startups. Não estipular essa hierarquia de forma definida também pode ter um impacto positivo para os colaboradores da empresa, avalia Campos. “Eliminar as nomenclaturas tradicionais podem servir para unir as equipe, não definindo o grau de importância – ou seja, o peso de todos os integrantes é igual”, afirma o executivo.

Transponha as metodologias ágeis

Quem conhece um pouco mais a fundo a cultura das startups, sabe muito bem o quão as chamadas metodologia ágeis são utilizadas. Para organizar os processos internos e otimizar a gestão do desenvolvimento de produtos ligados à tecnologia, essas mesmas metodologias podem ser utilizadas em outras áreas da empresa, diz Campos. “É possível utilizar essas metodologias em áreas como marketing e recursos humanos”, diz o executivo. “Tudo isso ligado à cultura de startups, que nada mais é do que ideias inovadoras colocadas em prática no curto prazo”, complementa.

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Metodologias ágeis trazem novos insights para indicadores de compras – Por Carlos Campos

Dois gestores do departamento de compras se encontram. Um deles pergunta: “Olá, tudo bem com você?”. O outro responde: “Estou bem preocupado por conta do meu spend”. Esta conversa aconteceu na noite desta quinta-feira, dia 7 de julho, na sede da Nimbi onde reunimos 13 executivos responsáveis pelos departamentos de compras de grandes empresas como Nokia, LATAM, Heinz, Vigor, Claro, Eurofarma, Walmart e reforça a importância dos indicadores para a área de suprimentos.

Esses profissionais são bombardeados por dados e relatórios que analisam a performance obtida em cada negociação. Contudo, quais informações são mais relevantes? Para responder a essa pergunta, nossa aposta é fugir do modelo tradicional e recorrer às metodologias ágeis.

Atualmente, as metodologias ágeis não dizem respeito apenas ao desenvolvimento de softwares, mas também à gestão do negócio. Até 2018, por exemplo, 75% das empresas de tecnologia estarão utilizando esses processos, de acordo com pesquisa da consultoria Gartner.

A exigência do ambiente corporativo é fazer mais com menos, ao mesmo tempo em que é promovida a troca de conhecimento entre todos os parceiros. Foi esta ideia que nos motivou a criar o Centro de Excelência em Gestão de Suprimentos (CEGS), a primeira iniciativa deste tipo na América Latina.

Por isso, reunimos estes profissionais ligados aos departamentos de compras de grandes empresas para fomentar o debate e trocar experiências – sempre com foco na inovação e na busca por ferramentas que auxiliem ainda mais a nossa rotina. Recorremos ao método MoSCoW para refletir quais indicadores são, de fato, importantes para a área.

Essa técnica consiste na divisão de quatro pilares: Must, que engloba os conceitos básicos e essenciais (e que, em tese, poderiam ser usados em todos os segmentos), Should, com os que são importantes e agregam benefícios para a gestão, Could, que consiste naqueles que são desejáveis, mas não são tão importantes, e Won’t, com indicadores que não deveriam ser utilizados com tanta frequência. Assim, conseguiríamos promover a reflexão sobre a funcionalidade e eficácia de cada indicador utilizado atualmente.

Divididos em duas equipes, os participantes levantaram as análises mais utilizadas e, na sequência, participaram de um excelente debate para atingir um denominador comum. Após mais de uma hora de debate, chegamos a seguinte conclusão:

Must (Essenciais)

* Prazos de pagamentos e fluxo de caixa: refere-se às condições financeiras de cada compra realizada

* Savings: o conceito engloba os ganhos obtidos na comparação com uma negociação anterior e, em nossa discussão, compreende também o PPV (variação do preço de compra), estoque, entre outros pontos.

* Homologação dos fornecedores: avalia a qualidade do serviço prestado pelos parceiros.

* SLA interno ligado ao lead time: qualidade do serviço interno da empresa, principalmente no que envolve o ciclo do produto.

* OTIF: indicador que analisa a entrega dentro do prazo e que atende as especificações do comprador.

* Produtividade: dados que meçam a eficiência dos processos e dos profissionais envolvidos no departamento de compras.

* Single Source: quantidade de compras realizadas apenas com um parceiro.

Should (Importantes)

* TCO: é o custo total de propriedade e mede os custos envolvidos ao longo do ciclo do produto.

* IIR e LTIR: indicadores de segurança e confiabilidade dos fornecedores.

* Supply Chain Performance Management: análise de desempenho de todo o setor de supply chain.

* Consolidação de Fornecedores: número de fornecedores que realizam negócios com frequência.

* Acuracidade Forecast: porcentagem de “previsões certas” em cima das negociações realizadas.

Could (Diferenciais)

* E-procurement: porcentagem de compras feitas de forma automática pela Internet.

* Compras fora do contrato: quantidade de negociações feitas fora do contrato com o fornecedor.

* Spend por FTE: análise das despesas feitas em cima do tempo do profissional em cada negociação.

Won’t (Coadjuvantes)

* PTAX: taxa de câmbio vigente (a instabilidade econômica faz com que o dólar oscile bastante e impeça um planejamento a longo prazo).

Evidentemente não podemos considerar como verdade absoluta essa divisão – tampouco era este objetivo. O plano era traçar métricas e análises que façam sentido para o mercado de cada empresa. No debate, por exemplo, tivemos uma dúvida sobre cost avoidance (economia obtida em uma compra após o valor já ter sido orçado).

Um grupo considerou esse ponto como essencial, enquanto outros defenderam como diferencial – certamente é um tema que será pensado e debatido posteriormente. Contudo, se é impossível chegar a uma unanimidade, certamente essa proposta pode ser a luz que abre caminhos na área de suprimentos.

Carlos Campos é Sócio Diretor da Nimbi, empresa especializada em soluções para a cadeia de suprimentos. A fornecedora de tecnologia para supply chain management no Brasil atualmente conta com 50 clientes, no entanto almeja terminar 2016 com 150 empresas parceiras. Em 2015 a plataforma foi responsável por aproximar mais de 30 mil empresas, controlar 3,5 milhões de cotações e pedidos e transacionar R$ 10,6 bilhões.

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