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Softup traz ao mercado novo módulo para geração de NFCe

O lançamento oficial da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) trouxe ao comércio varejista muitas facilidades fiscais, entre eles a otimização de processos, diminuição da burocracia, redução de custos e melhoria da relação dos comerciantes com seus clientes e com o fisco. Por isso, a Softup – desenvolvedora de sistemas para gestão empresarial há mais de 20 anos – anuncia o lançamento de um módulo para geração de NFCe.

O novo recurso permite que empresas de todo o Brasil possam gerar e emitir seus cupons fiscais no formato exigido pela NFCe com segurança e agilidade. Isso tudo dentro de um sistema intuitivo, que permite fazer o envio da nota tanto pelo módulo de vendas padrão como pela frente de caixa. A novidade está em conformidade com todas as exigências fiscais.

Segundo Robinson Idalgo, fundador da SoftUp, o módulo foi desenvolvido para atender a uma crescente demanda do mercado brasileiro, que já trabalha com a obrigatoriedade de emissão da NFCe em substituição ao cupom fiscal em vários Estados, como Rio de Janeiro, Amazonas, Rio Grande do Sul entre outros. A novidade permite às empresas efetuar a comunicação com a SEFAZ por meio do módulo digital em cada venda, registrando as operações que poderão ser consultadas posteriormente pelo cliente.

“Assim como acontece com a Nota Fiscal Eletrônica (NFe), a NFCe também exige o compartilhamento de várias informações do emitente da nota, por isso a importância do comerciante aderir a um sistema robusto e intuitivo”, afirma Robinson, que complementa “a integração de plataformas de vendas físicas e virtuais proporcionada pelo uso da NFCe é uma facilidade tanto para os comerciantes, quanto para os consumidores. Aderir a uma solução que permite a gestão dessas informações é sem dúvidas um avanço para qualquer negócio”.

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Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica já está presente em mais de 20 estados brasileiros; entenda os benefícios

Obrigatória em grande parte do país para empresas do varejo e contribuintes, a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e), já faz parte da rotina de milhares de empresários brasileiros.

Além de eliminar o uso de papel e desburocratizar a emissão de cupons fiscais, realizando uma comunicação direta com a Secretaria de Fazenda (Sefaz), a NFC-e reduz tarefas do contador e de empresários após a venda. “A Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica substitui o Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF), facultando o uso de qualquer impressora não fiscal, sem necessidade de autorização pelo Fisco”, explica Alexandre Willye, diretor da Unidade de Negócios de Start-up da Sage.

Além disso, a NFC-e possibilita o uso de novas tecnologias móveis – como a emissão por meio de tablets e smartphones – e a integração de plataformas de vendas físicas e virtuais.

Segundo o especialista, existem sistemas informatizados disponíveis no mercado que realizam a emissão das NFC-e, auxiliando os empresários a cumprirem suas obrigações fiscais. O Sage One, fabricado pela Sage, é um deles. Voltada às empresas e escritórios de contabilidade para emissão ilimitada de notas fiscais eletrônicas, a solução já vem com certificado digital incluso. “Basta cadastrar uma vez o regime tributário para trabalhar com processos automatizados de onde e como quiser. É simples de usar e oferece autonomia necessária para o empresário focar no crescimento dos negócios”, afirma Willye.

Principais benefícios da NFC-e:

– Substitui o uso do Emissor de Cupom Fiscal;

– Permite a utilização de qualquer impressora não fiscal, sem necessidade de autorização pela SEFAZ;

– Envio imediato das notas após a finalização de cada venda ou em lotes pela internet;

– Possibilidade de uso de novas tecnologias de mobilidade

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Estado de Goiás adere a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica

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Empresas do comércio varejista de Goiás que quiserem implantar a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e) já podem fazer o credenciamento, no site da Secretaria da Fazenda, para emitir o novo documento. De agora até dezembro deste ano, a utilização é facultativa, porém, a partir de janeiro de 2017 começará a ser obrigatória, conforme calendário anunciado durante o lançamento da NFC-e. A pedido do Fórum Empresarial, deverá ser criado pela Sefaz um grupo de trabalho que seguirá acompanhando a implementação da nota no comércio em Goiás.

Com a adoção da NFC-e modelo 65, cujo projeto piloto teve início há seis meses com 17 empresas, Goiás adere ao projeto nacional ao lado de outros estados na implantação dessa ferramenta de modernização das administrações tributárias. Com a substituição dos documentos fiscais utilizados no varejo (cupom fiscal emitido por ECF e nota fiscal modelo 2 ao consumidor), haverá redução de custos ao contribuinte com a instalação e manutenção de impressoras e softwares, além de desburocratizar e simplificar a utilização do sistema, com repasse automático à Sefaz dos dados das vendas.

Secretária da Fazenda, Ana Carla Abrão Costa afirmou que para o consumidor, destacam-se como vantagens a segurança e a transparência uma vez que ele poderá conferir a validade e autenticidade do documento fiscal recebido na compra. Além disso, Ana Carla Abrão ressaltou que a Nota do Consumidor Eletrônica participa automaticamente do Programa Nota Fiscal Goiana, o que contribuirá para resolver a maior reclamação dos quase 280 mil consumidores inscritos, que é o não aparecimento da nota fiscal em sua conta, no site da Nota Goiana.

De acordo com o superintendente da Receita, Adonídio Neto Vieira Júnior, após o período de cadastramento facultativo, que se encerra em dezembro deste ano, terá início um cronograma escalonado para utilização obrigatória da Nota Fiscal do Consumidor, que vai de janeiro de 2017 a janeiro de 2018, totalizando, ao final, pelo menos 140 mil empresas. Os primeiros a terem que utilizar a NFC-e serão as novas empresas varejistas e os postos de combustíveis a partir de janeiro de 2017, conforme cronograma que consta na Instrução Normativa nº 1.278/16-GSF.

Dando sequência ao cronograma, as demais empresas do regime normal de tributação deverão emitir a NFC-e a partir de julho de 2017 e, por fim, em janeiro de 2018, os contribuintes optantes pelo Simples Nacional, finalizando a implantação em Goiás. O documento não será obrigatório para o Microempreendedor Individual (MEI), o produtor agropecuário e o extrator mineral ou fóssil.

Ainda de acordo com a Instrução Normativa, o contribuinte autorizado a usar o Emissor de Cupom Fiscal e que se credencie como emissor da NFC-e, poderá emitir tanto um quanto o outro documento até 31 de dezembro de 2017, sendo esse o prazo final para dar baixa nas notas em papel e cessar o uso do ECF.

As empresas que já emitem a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), o credenciamento na Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica é automático, tendo, apenas que instalar um programa para emissão da NFC-e, que pode ser obtido no site www.datacaixa.com.br. Para aquelas que não emitem a NF-e, é preciso fazer o credenciamento no site da Secretaria www.sefaz.go.gov.br (no banner da NF-e). Para as novas empresas, além de obter certificado digital, basta fazer o credenciamento na NFC-e, instalar o programa emissor e ter uma impressora não fiscal, que custa 50% a 90% menos que a impressora fiscal, que deixará de ser utilizada com a Nota Eletrônica do Consumidor.

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CPF na nota? Não, obrigada. *Por Leide Albergoni

O Programa Nota Paraná divulgou recentemente os créditos do primeiro mês de vigência e quase todos os contribuintes inscritos no programa se sentiram decepcionados ou muito surpresos com os créditos recebidos. Embora o programa tenha ultrapassado as expectativas da própria Secretaria da Fazenda em termos de número de cadastrados, muitas pessoas sentiram-se desestimuladas a informar CPF na nota fiscal, especialmente porque, em tempos de fraudes, um sistema armazenar o número do CPF e o número do cartão de crédito de uma pessoa representa um grande risco.

Agimos por meio de análise de custo/benefício, ou seja, fazemos o que nos traga maior benefício e mínimo custo. Esses custos e benefícios não são necessariamente monetários, podem ser tempo, energia, sensações e até sentimentos. Por exemplo, escolhemos para casar alguém que nos traga o maior benefício e o menor custo em termos emocionais, ou seja, alguém que nos faça bem mas nos incomode pouco.

Assim, quando queremos induzir alguém a fazer algo, usamos incentivos ou penalidades, especialmente financeiras. Os incentivos consistem em aumentar o benefício que a pessoa receberia, ou reduzir o custo embutido naquela ação, como o uso de sacolas retornáveis, cujo custo é se lembrar de levar as sacolas para o supermercado e o benefício é o desconto na compra. Já as penalidades consistem em reduzir o benefício ou aumentar o custo da ação, como as multas por excesso de velocidade, que contrapõe ao benefício da agilidade do trajeto um custo de multa e os pontos na carteira.

Em um mundo ideal, todos os indivíduos pediriam nota fiscal para que o valor de suas compras ficasse registrado no faturamento da empresa e esta recolhesse os impostos que nós pagamos nas compras. O benefício seria a arrecadação correta dos impostos que pagamos, que são usados para a execução de serviços e programas governamentais em nosso benefício. O custo seria o tempo que despenderíamos aguardando a emissão da nota fiscal. Portanto, pedir nota fiscal deveria ser obrigação, assim como pagar os impostos em dia, mas como nós brasileiros não vemos muito o retorno de nossos impostos, não nos comprometemos em apoiar a arrecadação.

estimular os indivíduos a pedirem nota fiscal. Para isso, precisa demonstrar um benefício adicional ao óbvio, e faz isso retornando parte dos impostos pagos. Com esse princípio, as pessoas aceitam arcar com o custo de aguardar a emissão da nota fiscal, pois veem um benefício pessoal direto. Nesse caso, o tamanho do benefício deve ser suficiente para compensar o custo e o risco. Quando os critérios são confusos e não cumpridos, como no caso da redução do limite de devolução do ICMS pago ou ainda crédito zero em várias compras, o benefício passa a ser duvidoso e os indivíduos perdem o estímulo em gastar seu tempo aguardando a nota fiscal, ou ainda em arriscar sua segurança informando um dado tão importante quanto o CPF.

Embora a confusão da distribuição de créditos do programa seja coerente com o emaranhado que é nosso sistema tributário, a manutenção do sucesso obtido no primeiro mês depende da forma como os critérios serão administrados: se o contribuinte observar relação direta entre o que compra e o que recebe em crédito, continuará a pedir o CPF. Se os critérios continuarem confusos e complexos, talvez não seja tão vantajoso gastar tempo informando o CPF e aguardando a nota fiscal.
Muito embora seja uma obrigação pedir nota fiscal, o programa pode fracassar no seu objetivo ao não tornar visível o benefício com o aumento da arrecadação.

*Leide Albergoni é economista, professora da Universidade Positivo e autora do livro Introdução à Economia – Aplicações no Cotidiano.

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Sistema myrp é ampliado com inclusão de módulo para o Varejo

A ferramenta de gestão on-line tem agora uma área específica voltada para emissão de NFC-e e gerenciamento de informações do segmento do comércio.

A implantação de obrigatoriedades de emissão da Nota Fiscal do Consumidor eletrônica (NFC-e) em mais de 10 estados brasileiros está trazendo uma nova realidade para o setor varejista. Para se adequar à legislação, os lojistas precisam buscar ferramentas para a emissão e gestão deste novo documento eletrônico do comércio.

Esta nova necessidade de mercado, que gradativamente pode atingir as cerca de 7 milhões de empresas do comércio estimadas em 2015 pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), motivou o lançamento de um módulo do sistema myrp direcionado especificamente para o segmento varejista. A solução para emissão e gestão de Nota Fiscal do Consumidor eletrônica (NFC-e) e Sistema Autenticador e Transmissor do Cupom Fiscal eletrônico (S@T CF-e) pode ser usada on-line na nuvem e também com instalação na frente de caixa que garante as vendas contínuas para os clientes.

“O grande diferencial desse sistema de varejo é que todos os cadastros, parametrizações e relatórios gerenciais ficam armazenados na nuvem, o que permite que sejam acessados de qualquer lugar e com total segurança”, afirma o diretor de marketing do myrp, Tibério César Valcanaia. Ele diz que para chegar a essa tecnologia, foram necessários investimentos de cerca de R$ 10 milhões no módulo varejo.

Em contrapartida a essa facilidade da operação online, o empresário ainda pode contar com a segurança que as vendas nunca precisem ser interrompidas. Valcanaia explica que o sistema é instalado também na frente de caixa localmente, para proporcionar todos os controles necessários caso a empresa fique sem internet continuar vendendo. “Outra funcionalidade adicional são os controles de caixa como suprimento/sangria e rastreabilidade de todas as operações, além de uma suporte de suporte à disposição”, salienta o diretor técnico do myrp.

Um fator fundamental para redução de custos para o negócio é o modelo inovador de venda do sistema. “Não existem taxas de instalação e consultoria e o cliente, juntamente com seu contador, conta com o apoio remoto da equipe de especialistas do myrp e em poucos minutos pode colocar um loja para funcionar!”.

As funcionalidades básicas do sistema

– Emissão de NFC-e | S@T CF-e | NF-e
– Listagem para controle de notas
– Envio e reenvio de NFC-e por e-mail
– Geração de Backup automático
– Geração de arquivo mensal dos XMLs para envio para o contador
– Impressão do DANFe NFC-e
– Controle de contingência da emissão da NFC-e (emissão off-line)
– Cancelamento e inutilização da NFC-e (de acordo com as normas da SEFAZ)
Retaguarda do sistema:
– Gestão de outros documentos fiscais (ex: emissão e recebimento de NF-e); – Cadastro automático dos produtos com base na nota fiscal,
– Controle de estoque, fluxo de caixa,
– Gestão financeira, entre outras.

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