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Mundipagg amplia pacote de soluções digitais para aumentar conversão de vendas recorrentes e em dispositivos móveis

A plataforma de pagamentos Mundipagg está ampliando seu pacote de soluções para ajudar a aumentar o volume de vendas de seus clientes no ambiente online, principalmente por meio de dispositivos móveis. A empresa agora passa a oferecer os seguintes serviços: Apple Pay, Credit Card Updater e Zero Dollar Auth, sendo os dois últimos soluções de renovação automática de cartões e validação de cartões sem efetuar cobranças, respectivamente. Desta forma, o processo de compra fica mais simples, direto e transparente para o consumidor.

O crescimento de vendas por mobile tem sido expressivo e acelerado, considerando que em 2015 a participação dos dispositivos móveis foi de 12% e, em 2016, de 21,5%. De acordo com o mais recente relatório E-Commerce Radar, 31% das compras no ambiente online são feitas por meio de dispositivos móveis. Por outro lado, a taxa de conversão do mobile ainda é muito baixa, deixando clara a necessidade de novas soluções digitais para aumentar as vendas.

“A Mundipagg é uma empresa que tem a tecnologia como principal vetor de mudança da experiência de compra. A ideia é disponibilizarmos soluções digitais completas para que o consumidor possa usar o meio de pagamento que lhe convém e, com isso, gerar mais vendas para os lojistas via mobile”, diz João Barcellos, CEO da Mundipagg.

O Apple Pay permite, por exemplo, que os consumidores possam fazer compras rápidas sem a presença do cartão físico, adicionando previamente os dados do cartão de crédito no Iphone ou qualquer dispositivo Mac. Segundo levantamento recente da Apple, sua carteira digital tem potencial para atingir 1,2 milhão de pessoas no país, a tornando bastante atrativa para impulsionar negócios mobile.

No ambiente online, quando a data de validade de um cartão expira, compras recorrentes atreladas a ele são bloqueadas até o consumidor inserir os dados do novo cartão. Isso é muito comum, por exemplo, em e-commerces e aplicativos de assinaturas ou com sistema de compras com um clique. Com o Credit Card Updater, o cartão vencido será substituído automaticamente pelo cartão novo. Além da praticidade para o consumidor, que não precisará atualizar os dados manualmente, a Mundipagg prevê maior conversão de vendas para seus clientes.

Já com o Zero Dollar Auth, a Mundipagg deixará de efetuar a transação de validação de cartão com cobrança. Na forma antiga – ainda utilizada por boa parte do mercado – o consumidor recebia, durante a validação, uma notificação de cobrança simbólica, posteriormente estornada. Esse fluxo, algumas vezes, gerava confusão e insegurança com a compra. Com a nova funcionalidade, a validação é feita sem a necessidade de transacionar nenhum valor, trazendo mais confiança ao processo.

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Cinco itens que fazem uma empresa ser amada pelos seus colaboradores

A atual situação econômica do país obriga a maior parte da população a batalhar para um emprego que permita ao cidadão simplesmente pagar as suas contas no final do mês. Este cenário faz com que muitos trabalhadores se sujeitem a situações desagradáveis, ou até desumanas, apenas pela necessidade, e acabam resignados a uma imagem que associa automaticamente trabalho a sofrimento.

Entretanto, a realidade pode, sim, ser diferente. Puxada pelas gigantes da Tecnologia, que nasceram como startups com propostas disruptivas no Vale do Silício, as empresas têm investido cada vez mais em equipes de Recursos Humanos (RH) e campanhas de endomarketing para criar ambientes amigáveis e saudáveis, a fim de incentivar a criatividade e a competitividade saudável. Certificações como o Great Place to Work e rankings elaborados pelo Love Mondays têm atraído os olhares das organizações e, principalmente, dos profissionais, que têm almejado cada vez mais uma vaga em algum dos melhores lugares para se trabalhar.

Confira a seguir uma lista preparada pela MundiPagg – empresa responsável por metade das transações do comércio eletrônico brasileiro, que figura entre as “30 PMEs mais amadas pelos seus colaboradores em 2017” segundo a Love Mondays – com os itens que não podem faltar em um bom ambiente organizacional:

Compartilhamento da cultura

Uma cultura que promove valores como a união, a liberdade, a autonomia, a responsabilidade e o espírito de dono é fundamental para o sucesso, e deve ser criada e transmitida desde o início, não só na teoria, mas, sobretudo, na prática. Não existe uma riqueza maior para a empresa do que contar com uma equipe que realmente abraça a cultura, absorvendo-a naturalmente. Para isso, não é necessário pregar os valores na parede, mas eles devem ser vividos no dia-a-dia, em todas as tarefas. Os colaboradores que vivenciam essa realidade fazem o dia render e trabalham focados em entregar o melhor aos clientes. A cultura deve propiciar o desenvolvimento da responsabilidade desde cedo, com o apoio dos líderes, para que o indivíduo se sinta preparado suficientemente para sugerir e tomar decisões. No final, os resultados são visíveis: quando a instituição cresce, as pessoas crescem junto.

Qualidade de vida

Em um país em que o emprego tradicional tem diminuído a cada ano, benefícios como vale-transporte, vale-refeição ou alimentação, auxílio combustível e plano de saúde ainda fazem os olhos dos trabalhadores brilharem. Entretanto, essa é uma visão limitada do que uma empresa pode de fato oferecer ao colaborador. Um dos fatores essenciais para a qualidade de vida de um funcionário hoje é ter liberdade para exercer suas tarefas da forma que desejar, no momento em que se sentir mais confortável, sem uma rotina fixa, com voz dentro de seu time e autonomia para escolher o melhor caminho. Além disso, a infraestrutura também pode ser mais confortável, com áreas de descanso e de lazer, além da disponibilização de serviços de empresas parceiras, como academias, clubes, restaurantes, cinemas, entre outros.

Hierarquia horizontal e reconhecimento

Grande parte do sucesso de uma empresa moderna é o tratamento horizontal, que permite à equipe ter liberdade para discutir e dialogar sobre as tarefas e projetos, tendo a liderança como um apoio para guiar as decisões ao invés de apenas cobrar. Para isso, o feedback constante é uma ferramenta básica que funciona como uma bússola, com o objetivo de identificar o que está evoluindo e o que não está, e corrigir a rota. Esse tipo de ambiente promove uma competitividade do colaborador com ele próprio e faz com que os destaques tenham oportunidade de crescer, com base na meritocracia. Uma consequência desse sucesso é a criação de lideranças jovens, abertas a críticas e sugestões.

Processo seletivo desafiador

Quem almeja uma vaga deve estar preparado para o que lhe espera. Independentemente da forma de captação de candidatos, seja por indicação, hunting, atração e campanhas de comunicação, o recrutamento deve contar com etapas que ofereçam desafios técnicos além das entrevistas. Quanto mais o processo for inclusivo, com a participação de diferentes líderes, melhor. A conversa deve ser franca e direta com diferentes áreas, como a de RH, gestores dos times e, principalmente, pelo responsável técnico – quando se trata de Tecnologia – como o avaliador final. Provas de lógica, teste de fit, dinâmicas e entrevistas devem ser aplicadas com alto nível de exigência. Na área de Tecnologia, por mais que as etapas tornem o processo mais lento, são fundamentais para validar o escopo técnico e o nível de conhecimento.

Confiança

Pessoas precisam acreditar no que fazem, que estão no lugar certo, que recebem os desafios sob medida. A confiança é necessária para que possam aprender e correr atrás dos objetivos, para que saibam também cair e se reerguer e, sobretudo, para que possam ser reconhecidos diante de suas conquistas. Isso deve acontecer desde o estagiário, que pode ser muito mais do que um mero ajudante. Ele pode ter responsabilidades, decisões a tomar e liberdade para criar as coisas. A inteligência deve ser estimulada por todos e para todos.

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MundiPagg anuncia integração com Shopify e nova modalidade de checkout

Responsável pelas transações de 40% do varejo online brasileiro, a MundiPagg apresentou recentemente duas novidades para facilitar a conversão das lojas virtuais. Uma delas é o plugin de integração com a Shopify, plataforma de e-commerce na nuvem referência no mercado. A outra é o Checkout Lightbox, que permite que o cliente permaneça dentro do ambiente da loja virtual na hora de finalizar a compra.

A Shopify é uma plataforma de e-commerce na nuvem, na qual o lojista não precisa ter uma hospedagem para o site, além de não demandar a necessidade de criação de ambientes ou qualquer infraestrutura para utilizá-la. O plugin é disponibilizado gratuitamente para os assinantes dos dois serviços e tem fácil integração. Através dele, o e-commerce passa a aceitar cartões de crédito e boleto, em transações com diferentes adquirentes e bandeiras, com direito a configurações de parcelamento e suas taxas.

Com a MundiPagg, o cliente Shopify ganha outros recursos que aumentam a conversão, como o Checkout Personalizado, que é uma página pronta e otimizada para facilitar o pagamento, que pode ser configurada de acordo com a identidade da loja, com a logo e as cores do site. A segurança dos dados fica por conta da MundiPagg, que possui certificação PCI para garantir o tráfego de informações. Outras funcionalidades são a Retentativa, que recupera por meio de um processo invisível as cobranças que não foram autorizadas pela adquirente, além do boleto registrado e a conciliação.

Checkout Lightbox

Disponível para os clientes Mundipagg, a outra novidade é o Checkout Lightbox, que permite concluir a compra sem alterar a URL no navegador nem redirecionar o cliente, tornando o processo de finalização da compra mais intuito e confiável. Ou seja, ao clicar em fechar o carrinho, o consumidor não sai da página, e surge um pop-up lightbox para preenchimento dos dados de pagamento. O Checkout Lightbox possibilita ainda a customização através da configuração de cores e a inserção de logo, itens que deixam o pagamento alinhado com a identidade do restante da loja, deixando o cliente mais confortável para finalizar a compra.

“Trabalhamos continuamente para oferecer mais alternativas para os nossos clientes, com recursos e meios de pagamentos que ampliam a experiência de pagamento do consumidor e, consequentemente, a taxa de conversão dos lojistas”, afirma João Barcellos, CEO da MundiPagg.

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MundiPagg é a primeira plataforma de pagamento a aceitar Bitcoin no Brasil

A MundiPagg, em parceria com o Grupo Reserva, foi a primeira plataforma especializada em pagamentos no Brasil a lançar a opção de vendas em e-commerce por criptomoedas. As lojas virtuais da Reserva e Reserva Mini foram as primeiras varejistas de relevância no país a aceitar o Bitcoin.

Esta modalidade figura atualmente entre as principais tendências de pagamentos para 2018, uma vez que o Bitcoin vem atraindo cada vez mais adeptos, seja para quem planeja investir ou para quem procura por novas experiências. Com isso, a MundiPagg se torna uma das plataformas de pagamento mais completas e inovadoras do e-commerce. “Somos uma empresa que admira soluções disruptivas e, acima de tudo, acredita que pagamentos devem ser fáceis”, afirma João Barcellos, CEO da companhia.

Barcellos ressalta, ainda, a importância da unificação de recursos para o aumento do ROI no e-commerce. “Ao integrarmos esse recurso a todos os outros, como checkout transparente, disponibilizamos uma plataforma unificada para que as lojas ofereçam cada vez mais opções aos consumidores, aumentando as vendas sem a necessidade de se preocupar com a complexidade dos detalhes técnicos das transações online”, completa o executivo.

Como funciona

Lançado em 4 de janeiro para a Reserva com boa receptividade, registrando alto volume de pedidos nas primeiras 24 horas, o pagamento por Bitcoin está disponível a todos os clientes e funciona da seguinte maneira: o pedido é realizado na loja virtual que disponibiliza esse tipo de pagamento e tem o valor automaticamente convertido de Real para a criptomoeda pela MundiPagg, considerando a cotação daquele momento. O novo número então é exibido na página do checkout da loja virtual em questão de milissegundos, que disponibiliza meios para o comprador efetuar o pagamento.

De acordo com João Barcellos, a Reserva, tem sido uma grande parceira nos últimos dois anos. “Quando nos procuraram querendo inovar ao aceitar Bitcoin, abraçamos a ideia”. Para Rony Meisler, CEO do Grupo Reserva, a ideia de operar com a moeda digital vai ao encontro do que a marca busca oferecer aos clientes. “Não aceitar o Bitcoin é se negar a enxergar o novo e belo lugar para onde o mundo vai. Além disso, a decisão, apesar de pioneira, nos parece quase que óbvia: sempre estivemos a serviço de nossos consumidores e as criptomoedas já são para eles uma realidade”, completa Meisler.

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Reserva e Reserva Mini são as primeiras varejistas de moda de grande porte a aceitar o Bitcoin

A partir de hoje a Reserva e a Reserva Mini, marcas de moda masculina e infantil do Grupo Reserva, passam a aceitar bitcoin como forma de pagamento em seus e-commerces: usereserva.com e usereservamini.com. Elas são as primeiras de grande porte no mercado de moda a utilizarem pagamentos com a criptomoeda.

As transações serão administradas pela Mundipagg, gateway de pagamentos que irá fazer a operação das vendas e o armazenamento dos bitcoins. De acordo com Rony Meisler, CEO do Grupo Reserva, a ideia de operar com a moeda digital vai ao encontro do que a marca busca oferecer aos clientes. “Não aceitar o bitcoin é se negar a enxergar o novo e belo lugar para onde o mundo vai. Além disso, a decisão, apesar de pioneira, nos parece quase que óbvia: sempre estivemos a serviço de nossos consumidores e as criptomoedas já são para eles uma realidade.”, conta Meisler.

A compra funcionará da seguinte maneira: quando uma solicitação de pedido em bitcoin for feita pela Reserva para a Mundipagg, automaticamente é realizada a conversão de real para bitcoin, considerando a cotação daquele momento. Este valor é retornado para a Reserva na resposta da criação do pedido, exibindo o valor da compra em bitcoin para o comprador efetuar o pagamento. Tudo isso acontece em milissegundos.

A Reserva é o primeiro e-commerce a receber pagamentos por bitcoins transacionados pela Mundipagg. João Barcellos, CEO da Mundipagg, destaca a importância da parceria para a possibilidade de novos negócios. “A Mundipagg é uma empresa que admira soluções disruptivas e, acima de tudo, acredita que pagamentos devem ser fáceis. A Reserva tem sido um grande parceiro nos últimos dois anos, e quando nos procuraram querendo inovar ao aceitar Bitcoin abraçamos a ideia”, conta Barcellos.

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MundiPagg disponibiliza API de boleto no GitHub

O GitHub é uma plataforma on-line colaborativa que disponibiliza o código fonte de aplicações, permitindo o uso gratuito por desenvolvedores e programadores terceiros. Segundo a pesquisa Open Source Survey, realizada pela empresa, 94% dos profissionais do setor consideram importante o uso de softwares open source (código aberto, em inglês) em suas companhias. Além disso, 58% também acham que essas soluções são mais seguras do que softwares privados.

Aos poucos, o mundo corporativo entra no modelo de negócios colaborativo, caminhando de acordo com a sociedade, que considera o acesso mais importante do que a posse em si, dando espaço à criação de novas soluções disruptivas que melhoram constantemente os produtos e serviços para a comunidade. Seguindo essa tendência mundial, a MundiPagg, empresa responsável por 40% das transações de e-commerce no Brasil, disponibiliza sua Application Programming Interface (API) de boletos bancários por meio do GitHub.

O objetivo da iniciativa é fomentar, cada vez mais, a comunidade open source e incentivar a criação de novas alternativas que aprimorem a experiência de pagamento digital, de modo a auxiliar a integração das plataformas com os bancos para a emissão de boletos.

Para André Galdino, diretor de Tecnologia da MundiPagg, devido à natureza do negócio, empresas de pagamento demandam por softwares que apresentem alto desempenho, que sejam capazes de lidar com o grande fluxo de dados, que garantam a segurança da informação envolvida e que sejam resilientes a eventuais falhas. Dessa forma, disponibilizar ferramentas que tratam desses assuntos pode ajudar na construção de serviços mais confiáveis ao cliente final.

“O setor de pagamentos lida, diariamente, com informações confidenciais, como número cartão de crédito e dados pessoais. Falhas no sistema podem comprometer tanto os clientes quanto a operação de milhares de lojas virtuais. Sistemas open source podem ser auditados por qualquer pessoa que esteja disposta a colaborar, aumentando a confiabilidade e a capacidade de entregar um software mais coeso para um dos mercados mais visados por fraudadores”, afirma Galdino.

A API de boletos chega inicialmente com compatibilidade para emissões vinculadas às contas do Banco do Brasil, com a inclusão das demais instituições no decorrer do terceiro trimestre. Além desta iniciativa, a empresa também planeja disponibilizar os módulos de Magento 2, OpenCart e Woocommerce nos próximos meses.

O código da API de boleto MundiPagg pode ser acessado no site: github.com/mundipagg

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Primeiros socorros para recuperar seu e-commerce – Por João Barcellos

Os primeiros sinais de que seu e-commerce precisa de cuidados está na identificação da ausência de clientes e consequente queda nas vendas. A tentativa de sobrevivência inicia-se com a busca pela origem dessa “obstrução”, mas muitas vezes não se evolui no diagnóstico, e o negócio vai à falência – um medo frequente de todo pequeno e médio empresário. Para uma boa prevenção, segue uma lista que funciona como uma mala de primeiros socorros que não pode faltar na hora de detectar um problema no seu e-commerce:

1 – Cheque sua vitrine virtual

Nem sempre as pessoas entram no site sabendo exatamente o que vão comprar. Muitas vezes o usuário está buscando por categorias específicas e todos os itens daquela categoria devem estar bem separados. Uma loja de roupa, por exemplo, deve deixar bem evidente as seções de calças, blusas, assessórios, sapatos, etc. O importante aqui é não deixar o comprador com dúvidas, porque esse é um dos maiores vilões da conversão.

Também é importante uma boa fotografia do produto que permita o usuário olhar todos os detalhes, assim como uma descrição detalhada com informações relevantes, como tamanho, formato, material. Estes itens garantem a saúde do coração da loja, que é a vitrine.

2 – Mantenha o conceito da sua marca

Muitas vezes vemos lojas virtuais que não seguem as cores, temas e outros elementos presentes na construção da marca. Outras vezes, o espaço virtual destoa completamente do espaço físico. Casos assim podem confundir o usuário e fazer com que não se sinta seguro para comprar naquele ambiente.

Fixar a identidade da marca para o seu consumidor é muito importante. Para isso, é essencial que exista uma relação e uma apresentação consistente da mesma.

3 – Não se esqueça do Mobile

A compra em dispositivos móveis é uma tendência fortíssima, e se adaptar a isso é importante para se manter competitivo. Um levantamento realizado em 2015 mostra que 20% das compras feitas no país pela Internet foram concluídas em smartphones ou tablets.

Sendo assim, a sua empresa pode optar por um design responsivo (que se adapta aos diversos aparelhos e resoluções) ou desenvolver layouts específicos para cada plataforma. O importante aqui é não perder clientes pelo descuido de não estar em todos os lugares possíveis.

5 – Sistema de buscas completo

Nem sempre o usuário está com disposição e tempo para navegar por todas as páginas até encontrar um item específico. Nesse caso, é importante que o site possua uma ferramenta de busca em um lugar visível que ajude esses clientes, assim como um vendedor faria na loja.

O Instant Preview é um recurso legal para agilizar esse processo, garantindo a saúde total do site, já que ele exibe o resultado abaixo da barra de buscas conforme o comprador digita a palavra-chave.

6 – Checkout transparente

O ambiente de checkout é aquele que aparece quando o usuário vai finalizar a compra, isto é, quando os dados do cartão são preenchidos ou sugere a opção para gerar um boleto. Muitos meios de pagamento não disponibilizam um ambiente que se adeque ao visual da empresa e acabam redirecionando o usuário para uma outra página completamente diferente. Em muitos casos, isso acaba amedrontando o consumidor e fazendo com que ele desista da compra.

A utilização de um checkout transparente se adequa ao visual de cada loja e os dados do comprador são solicitados sobre a mesma tela da compra, aumentando a confiança do consumidor e agilizando o processo de conversão.

João Barcellos, sócio diretor da MundiPagg, empresa com soluções de pagamento online, que possui a ferramenta de Checkout transparente para e-commerces, www.mundipagg.com.br

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O que ainda não contaram para sua empresa sobre fintechs

O termo é novo, mas conhecido por quem trabalha com tecnologia. Fintech são empresas que disponibilizam serviços financeiros digitais. Com eficiência e inovação, o nicho segue em crescimento: levantamento realizado pela MarketResearch.com indica que, até 2020, essas organizações devem ter um investimento de US$ 46 bilhões. Quatro empreendedores digitais que trabalham na área mostram o que ainda não foi comentado sobre o tema:

1 – Simplicidade é palavra de ordem no desenvolvimento de produtos

O sucesso de uma fintech decorre da facilidade que o usuário tem em utilizar o serviço. O Pagar.me, empresa de tecnologia vencedora do The Innovation Project, da Universidade de Harvard, oferece uma infraestrutura omnichannel de pagamento, desburocratizando o processo de recebimento dos pedidos. “Dessa forma, o empresário não precisa se preocupar em integrações entre os mais diferentes softwares e aplicações”, explica Henrique Dubugras, sócio-fundador do Pagar.me.

2 – Grandes instituições financeiras podem ser parceiras

Nem todas as empresas se posicionam como alternativas aos serviços bancários – algumas atuam como parceiros dessas instituições. É o caso da F(x), plataforma que conecta empresários que procuram financiamentos aos bancos e fontes alternativas, como fundos, dispostos a concederem crédito. “Queremos facilitar a busca das companhias por crédito e aproximá-los de melhores condições de financiamento. Conosco, isso acontece rapidamente para as duas partes envolvidas”, comenta Dan Cohen, financista e cofundador da F(x).

3 – Fintechs devem buscar certificações para aumentar a credibilidade

Foi o que aconteceu com a Equals, especializada em gestão e conciliação vendas com cartões de crédito e débito. Em 2016 a empresa recebeu a certificação SSAE/16, um conjunto de práticas de auditoria e controle para empresas de serviços. “Quando enviamos um relatório de recebíveis ao cliente e ele vem com a certificação, os dados ganham mais peso, o que nos torna cada vez mais reconhecidos”, comenta Fabrício Costa, CEO da Equals.

4 – Soluções idealizadas para os usuários

Os produtos sempre devem ser idealizados para o cliente final. A Mundipagg, empresa que processa transações para 40% do varejo online brasileiro, oferece recursos que auxiliam a compra do e-consumidor, como o checkout na nuvem, pagamento por um clique e até por Twitter. “Nossas soluções buscam melhorar a experiência de compra do consumidor virtual, até para que ele volte a comprar nos sites de nossos parceiros”, explica Guilherme Pizzini, CEO da Mundipagg.

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Quanto um varejista perde em vendas online?

Guilherme Pizzini*

As lojas virtuais investem continuamente para atrair possíveis clientes aos seus sites. Mas será que a verba está sendo aproveitada e trazendo o retorno esperado?

Não adianta gerar leads aos montes e não transformá-los em clientes por motivos técnicos, ainda mais em tempos de estagnação econômica. Vemos continuamente exemplos de e-commerce que até oferecem preços atrativos, mas não conseguem realizar a venda por falta de infraestrutura ou ferramentas ineficientes.

A performance de uma loja virtual é medida por meio de taxas de abertura e cliques em produtos ou no carrinho, mas a principal medição é a taxa de aprovação das compras feitas por cartões de crédito, que podem chegar a até 90% do total das transações realizadas nos sites. No Brasil, esse índice é de 70%, em média, enquanto ultrapassa os 90% nos Estados Unidos.

Principalmente durante a crise, o comerciante não pode se dar ao luxo de perder clientes. A Black Friday e o Natal, as datas mais importantes para o segmento se aproximam. Por isso, é agora o momento de investir em infraestrutura, como uma boa hospedagem que suporte o tráfego e um gateway de pagamento que disponha de recursos para aumentar a conversão.

Uma funcionalidade fundamental para “recuperar” vendas não realizadas é a retentativa de pagamentos com um gateway multiadquirente. Com ela, cada transação negada por um adquirente devido a problemas técnicos – como indisponibilidade, intermitência ou mesmo demora no tempo de resposta – é enviada automaticamente para outra credenciadora, que autoriza o pagamento.

Além deste, existem outros recursos nativos dos gateways como o de divisão do valor em multimeios (cartão e boleto) e pagamento por um clique que, juntos, aumentam a taxa de conversão em até 25%, um volume relevante para um mercado que fatura milhões.

O e-commerce é um segmento que, na contramão da economia e do varejo físico, deve crescer de 20% a 30% neste ano por proporcionar uma compra com segurança, comodidade e, principalmente, o menor preço. Às lojas, basta fazerem sua parte: investir para não perder público por ineficiência.

*Guilherme Pizzini é diretor da MundiPagg, empresa com soluções únicas para pagamento online

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