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SheWorks! é a primeira e única plataforma digital para mulheres que conecta profissionais ao mercado de trabalho

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A SheWorks!, primeira e única plataforma on-line a utilizar a tecnologia em nuvem daTransparent Business para conectar mulheres em busca de oportunidades de emprego flexíveis, foi apresentada ontem na Cúpula Mundial dos Princípios do Empoderamento das Mulheres. A tecnologia combina inteligência artificial e algoritmos que permitem a pesquisa de talentos, baseados em experiências e habilidades,com ferramentas de gerenciamento de trabalho remoto para conectar profissionais mundialmente em busca de oportunidades de emprego flexíveis e na nuvem.

Calcula-se que 43% das mulheres americanas deixam suas carreiras ao tornarem-se mães para se dedicarem aos cuidados de filhos, em virtude, principalmente, de modelos de trabalho inflexíveis. A SheWorks! ajuda mulheres profissionais a encontrarem oportunidades flexíveis de trabalho à distância, ao mesmo tempo em que permite às empresas encontrar talentos qualificados e contratarem facilmente profissionais pré-selecionadas de qualquer lugar do mundo.

Ao mudar a forma de encontrar um talento e ao eliminar barreiras geográficas no mercado de trabalho, a plataforma também contribui para a redução da desigualdade de gênero, ajudando mulheres em todo o mundo a se tornarem economicamente independentes. “Nossa visão tem impacto social em vários níveis: nos países, ajudando a reduzir o desemprego e a incrementar o PIB; na vida das mulheres, que por meio da tecnologia são empoderadas ao acessarem treinamentos digitais, permitindo-as crescer profissionalmente; e nas empresas, que poderão contar com diversas equipes, captar o melhor talento do mundo e colaborar on-line, como se trabalha na economia digital”, afirmou Silvina Moschini, fundadora e CEO da SheWorks!.

“Estima-se que US$ 17 bilhões sejam perdidos em nível global como resultado do gargalo de gênero e que mulheres abandonem seus empregos por falta de opções flexíveis, transparentes e viáveis de trabalho. O mundo precisa de soluções inovadoras para transformar o mercado de trabalho e é isto o que criamos com a SheWorks!”. A SheWorks! conecta mulheres profissionais apostos de trabalho flexíveis, que se adaptam às suas vidas, ao mesmo tempo em que ajudam empresas a expandirem seu canal de diversidade e a gerenciarem suas equipes remotas de forma eficiente”. ­­­­­

Em 2020, cerca de 50% da força de trabalho será remota. Os objetivos da SheWorks! estão totalmente alinhados à abordagem da Women’s Empowerment Principles Forumde 2017, cujo tema é o “Empoderamento Econômico no Novo Mundo do Trabalho”.

Este evento, atualmente em sua sétima edição, é uma convocatória conjunta da Fundação da Câmara de Comércio dos Estados Unidos, do Escritório das Nações Unidas, da ONU Mulheres e da ONU Global Compact (UNGC). A Cúpula abordará as maneiras como a comunidade empresarial e os governos podem desempenhar um papel fundamental como defensores do empoderamento de mulheres e meninas. Também vai abordar formas sobre como medir os resultados de iniciativas para apoiar mulheres e meninas e como usar os dados para impulsionar o discurso e a ação.

O encontro acontece durante a reunião da Comissão do Estatuto da Mulher (CSW, na sigla em inglês), principal órgão intergovernamental mundial dedicado exclusivamente à promoção da igualdade entre os gêneros e o empoderamento da mulher da ONU. O tema para a sexagésima primeira sessão do CSW é o empoderamento econômico das mulheres no mercado de trabalho em transformação, o que coincide com o objetivo da SheWorks!.

Durante seu pré-lançamento, a SheWorks! trabalhou com clientes de alto nível, incluindo a Univisión, a Criteo e a MasterCard; formou alianças com organizações multilaterais, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento e o Fundo Multilateral de Investimentos; ONGs,como a Vital Voices Argentina e Miami; empresas, incluindo a Cisco Systems e a Microsoft, startups de educação on-line, como a Platzi e Crehana; também estabeleceu parcerias com os governos do México, Argentina, República Dominicana e Colômbia, onde o programa será implementado durante o ano de 2017. Além disso, empresas líderes na área criativa, como a DDB Latina, Alma e LLORENTE & CUENCA uniram-se à iniciativa para liderar a estratégia de comunicação destinada a empoderar mulheres em todo o mundo.

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52% das empresas brasileiras não têm programas de igualdade entre mulheres e homens, segundo estudo da Amcham

Pesquisa da Amcham (Câmara Americana de Comércio) com 350 altos executivos e executivas aponta que 52% deles consideram que as empresas não têm programas formais de igualdade entre homens e mulheres ou ação de incentivo à equidade de gênero. Na sondagem realizada em outubro de 2016, 48% dos entrevistados revelaram ter um programa estruturado de igualdade de gênero. Desse universo, 63% avaliaram os resultados de incentivo à igualdade como “regulares”, com mudanças pontuais na cultura da empresa. Só 19% dos respondentes se disseram satisfeitos com as ações e estágio atual dos respectivos programas de equidade. Os entrevistados são, na sua maioria, gestores de recursos humanos de empresas dos mais variados portes e segmentos. Para 76% deles, as empresas ainda não tratam homens e mulheres de forma igualitária na estrutura organizacional e de gestão. Só 24% deles avaliam de forma satisfatória a temática e tratamento de gênero na sua companhia.

Na avaliação de 80%, a diferença de tratamento é percebida em maior escala na promoção de novas lideranças, com maior número de homens em nível gerencial. Outros 12% consideram a seleção o momento de maior diferenciação, com maior preferência por gênero e não por competência. E 8% apontam o estágio do desenvolvimento, com investimentos em treinamento desigual entre sexo na companhia.
Para promover em maior nível a equidade de gênero, existem três aspectos prioritários a serem trabalhados: (47%) financeiro, igualando salários e benefícios entre gêneros do mesmo cargo; (30%) recursos humanos, aumentando o número de mulheres no quadro de funcionários; e (23%) jurídico, igualando diretos e benefícios independente de gêneros.

“Quando, para 47% dos empresários, igualar salários entre gêneros ainda é o maior obstáculo, percebemos o quanto falta avançar”, comenta Deborah Vieitas, CEO da Amcham Brasil, e primeira mulher a comandar, em 98 anos, a maior Câmara Americana, entre 114 existentes fora dos Estados Unidos.

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Estudo revela que mulheres sofrem mais com estresse do que os homens

Cada vez mais presente na sociedade moderna, o estresse se tornou uma problema comum no século XXI. Decorrente de diversas questões diárias, como trabalho, trânsito, filas e da dupla jornada de trabalho que as mulheres enfrentam no dia a dia, entre o trabalho e as responsabilidades domiciliar e familiar, o público feminino é o mais atingido. Com o pico dessas atividades, há um aumento da produção dos hormônios do estresse, entre eles cortisol e adrenalina, que atinge duas mulheres para cada homem, segundo dados do Programa Avaliação do Estresse da Beneficência Portuguesa de São Paulo, pioneiro no país.

De acordo com Armando Ribeiro, especialista em Gestão do Estresse da Beneficência Portuguesa de São Paulo, alguns dados do Programa de Avaliação, apontam que, aproximadamente, 90% das mulheres que procuram terapia têm queixas associadas à problemas no relacionamento, carreira ou família. “Pouco tempo com os filhos, demandas do casamento ou mesmo o excesso de dedicação ao trabalho, levam essas mulheres à exaustão física e emocional, aumentando as chances do aparecimento de quadros de ansiedade, pânico e depressão”, comenta Ribeiro.

Preocupação excessiva, tensão crônica, tremores, sensação de respiração curta ou sufocada, medo de perder o controle, medo de morrer ou ondas de calor são alguns dos sintomas da ansiedade relacionados ao estresse. Segundo o especialista, outro problema que tem relação com os sintomas do estresse crônico é tornar o organismo do paciente mais vulnerável as doenças relacionadas ao estresse, como hipertensão arterial, alergias, obesidade, doenças autoimune, doenças dermatológicas, doenças gastrintestinais, cefaléia e depressão.

O caminho ideal para que as mulheres não sofram com o estresse, segundo o psicólogo, é conhecer o seu nível de estresse atual, por meio de um programa de avaliação do estresse especializado, capaz de identificar as origens do seu estresse e orientar qual o melhor tratamento a seguir. Outras dicas são realizar atividades que lhe proporcionem sensação de prazer, como ler um livro, praticar esportes ou ouvir música.

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