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REHAU usa impressão 3D para protótipo de móveis

Com a impressora 3D MakerBot Replicator +, distribuída pela Alcateia, a Delta produziu três peças, em apenas um dia, atendendo prazo e necessidades do cliente da alemã

A alemã REHAU usou a impressão 3D para confeccionar protótipos de peças utilizadas na fabricação de móveis e garantiu satisfação do cliente e redução de 97% de tempo, o que permitiu atender seu cliente dentro do prazo requerido. O processo convencional e a apresentação de protótipos e amostras levam, no mínimo, 30 dias e envolvem as áreas de engenharia, ferramentaria e produção. Caso seja um sistema de peças, mais de uma ferramenta pode ser necessária para mostrar o funcionamento do conjunto. Com a impressão 3D, os protótipos ficaram prontos em um dia.

Segundo o gerente geral da REHAU no Brasil, Alexandre Novoselecki, a utilização da impressão 3D para produção do protótipo foi simples, rápida e eficiente. “A partir de um desenho inicial com dimensões definidas nos três eixos, foi possível produzir o protótipo para apresentarmos ao cliente em aproximadamente um dia. O processo é muito mais rápido e tem custo reduzido. Como resultado, tivemos uma peça que atendia às necessidades do cliente,” explica Novoselecki e complementa: “Foram produzidas três peças distintas, cada uma com aproximadamente 15 cm de comprimento. Apesar do tamanho reduzido dos protótipos, foi possível demonstrar com sucesso a aplicação e montagem do projeto, deixando o cliente satisfeito com o resultado.”

O serviço foi realizado pela Delta Informática, que já prestou diversos serviços e forneceu equipamentos para a REHAU em várias ocasiões. “Sabendo dos serviços oferecidos pela Delta em impressão 3D, quando surgiu a necessidade de produção desse protótipo, optamos por realizar com ela,” assinala o executivo da alemã.

Para o diretor da Delta, Alexandre Renda Macluf, a forte parceria com a distribuidora Alcateia permitiu atender a REHAU e muitos outros clientes. “Como revenda da Alcateia, temos acesso a informações, equipamentos de última geração, com tecnologias reconhecidas no mercado e recebemos treinamento contínuo, o que faz toda a diferença no fechamento de negócios,” assinala Macluf, que informa que a utilização da impressora 3D MakerBot Replicator +, distribuída pela Alcateia, foi determinante para o bom resultado, uma vez que ela garante precisão, qualidade de acabamento e facilidade de uso que permitiram que o projeto tivesse sucesso.

Na REHAU, os protótipos são de peças e componentes que podem ser utilizados na fabricação de móveis, refrigeração comercial e esquadrias de PVC. Tais protótipos necessitam de desenhos detalhados. Por isso, se torna indispensável a produção de uma ferramenta específica.

A REHAU atua nos segmentos de construção e indústria no Brasil e trabalha com o princípio de substituir materiais tradicionais por soluções criativas de polímeros de melhor desempenho. A empresa, que em 2016 comemorou 40 anos de atividade no Brasil, chegou ao país em 1976 e desde então caminha ao lado da evolução do mercado de móveis e construção/PVC. Presente em mais de 170 localidades em 54 países, a REHAU conta com mais de 22.000 colaboradores.

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Tok&Stok nomeia Luiz Fazzio como novo CEO

A Tok&Stok, maior rede de varejo de móveis e decorações do país, anunciou hoje a contratação de Luiz Fazzio como seu novo CEO. O executivo assumirá o cargo no próximo dia 2 de maio.

Fazzio substituirá Ghislaine Dubrule, que participou desde o início da gestão da empresa fundada por seu marido, Regis Dubrule. Ghislaine se tornou CEO após a aquisição do controle da Tok&Stok pelo Carlyle, em 2012. Segundo Daniel Sterenberg, Managing Director do Carlyle, o processo de sucessão foi iniciado há um ano. “Buscamos um executivo com profunda experiência no varejo, que combine o legado dos fundadores e um modelo de ‘one stop shop’, posicionando a empresa para o próximo ciclo de crescimento da economia.”

De acordo com Sterenberg, embora a sucessão estivesse prevista desde a aquisição, decidiu-se priorizar a bem-sucedida implantação, por Ghislaine, de um plano de expansão e de outras ações para aumento das vendas. Dentre as ações estão melhorias na plataforma de e-commerce e a abertura de um novo centro de distribuição. Desde 2012, a rede cresceu de 35 para 53 lojas e mesmo com a recessão econômica, as vendas cresceram mais do que as do setor no período de sua gestão.

“Criamos uma empresa para fornecer aos brasileiros móveis de qualidade, bonitos e a preços justos. Conseguimos isso e então partimos para a busca de um sócio que nos ajudasse a garantir a perpetuação desse modelo, mantendo nossa cultura e ao mesmo tempo implantando novas ferramentas de gestão. Agora, continuarei participando da empresa como membro do Conselho”, disse Ghislaine Dubrule.

Fazzio tem larga experiência no setor de varejo, tendo passado como executivo por empresas como Grupo Pão de Açúcar, C&A e Carrefour – nestas duas últimas como CEO -, e como conselheiro na Pague-Menos e Lojas Avenida.

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Financiamentos favorecerão compras de móveis em 2013

O ano de 2013 promete ser muito positivo para a indústria e para o varejo de móveis e colchões. O setor experimentará incremento superior a 2012, ano que se despede com o crescimento mais tímido desde 2009.

Para o ano que vem, a produção deverá crescer 5,5% em volume, o que representa 8% em valores nominais. O varejo também apresentará bons índices, com alta de 6,8% em volume e 9,7% em valores nominais. Os números fazem parte do estudo “Projeções de Mercado”, elaborado pelo IEMI Inteligência de Mercado.

A extensão do benefício do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, para a aquisição de móveis já começou a influenciar as vendas neste ano, assim como outras linhas de financiamento oferecidas pelos bancos.
Essa é uma excelente notícia ao se considerar que a maior parte da produção é voltada ao consumo interno e que o setor não sofre forte concorrência de importados.

“Hoje temos muitas alternativas no varejo para estimular o consumo e a produção nacional de móveis e colchões”, comenta Marcelo Prado, diretor do IEMI Inteligência de Mercado.

A redução do IPI para a compra de móveis, ocorrida em 2012, não conseguiu favorecer a aquisição de mobiliário, na mesma medida em que fomentou o consumo de outros bens duráveis. Isso porque o varejo e o consumidor voltaram a sua atenção muito mais aos produtos da linha branca, eletrônicos e automóveis, que por contar com marcas fortes e um grande esforço de comunicação por parte dos fabricantes, conseguiram capitalizar muito mais o benefício oferecido pelo governo aos seus produtos.

O crescimento previsto para a produção e vendas de móveis em 2013 também pode ser em parte explicado pela demanda reprimida formada junto aos consumidores brasileiros, que investiram muito em outros bens duráveis e adiaram a compra de móveis, independente do benefício gerado pela redução do IPI.

No cenário internacional, ainda não se vê uma recuperação rápida das exportações, ainda mais porque as crises econômicas da União Europeia e dos Estados Unidos atingiram fortemente o mercado imobiliário, que está diretamente relacionado ao moveleiro.

O mercado que tem apresentado maior potencial para as exportações brasileiras é o da América do Sul, devido à competitividade brasileira nos móveis fabricados em madeira, apesar de que este destino seja menos afeito aos móveis da linha alta.

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