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OneCoin anuncia blokchain mais ágil e bonificação para usuários atuais

Mudança acontece a partir de outubro e se deve à alta demanda recebida pela mineração da moeda; experiência do usuário deverá ser ponto central

A OneCoin, considerada a Uber do mercado financeiro, anuncia que irá pausar seu atual blockchain, a tecnologia por trás das transações com a moeda digital no dia 1º de Outubro deste ano, quando será iniciado um novo, com maior capacidade. A razão para isso é a alta demanda recebida pela empresa para a mineração de moedas, o que aumenta o tempo para que os usuários operem.

Na prática, a mudança resultará em um aumento das moedas disponíveis para mineração, passando de 2,1 bilhões para 120 bilhões de unidades a partir de outubro e, claro, em uma melhor experiência para o usuário, que deverá perceber uma redução significativa no intervalo de tempo entre a mineração e quando, de fato, recebe suas moedas. A partir da adoção do novo blockchain a OneCoin poderá, de forma inédita neste mercado, operar as transações a cada minuto. Outra novidade que virá acompanhada com o novo blockchain é o fato de que os atuais membros afiliados com moedas mineradas até o dia 1º de Outubro de 2016, terão seu montante dobrado. Com isso, a marca deseja demonstrar sua gratidão por quem acreditou no conceito da OneCoin desde o início.

A mudança também vai de encontro com a estratégia da empresa de atingir um maior número de pessoas comercializando a moeda, ajudando a valorizá-la. “Nossa meta é alcançar 10 milhões de pessoas e 1 milhão de comerciantes dentro dos próximos dois anos. Para chegar a isso, essas mudanças no nosso sistema foram necessárias”, afirma a Dra. Ruja Ignatova, CEO da OneCoin. “O valor da criptomoeda é impulsionado pela oferta e demanda e está atrelada a marca e usabilidade do produto. Com a disponibilidade de mais moedas, poderemos levá-las a mais pessoas e lugares, fortalecendo a marca”, acrescenta a Dra. Ruja.

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Santander divulga relatório sobre o impacto do Bitcoin para empresas financeiras brasileiras

O Banco Santander divulgou para seus clientes institucionais, como fundos de investimentos, um relatório sobre a moeda digital Bitcoin. Nele o banco avalia o impacto da tecnologia em empresas do mercado financeiro brasileiro e afirma que ela pode ser tanto uma oportunidade quanto uma ameaça a diferentes setores.

Para explicar a tecnologia a clientes convidados e criar o relatório, o banco convidou a startup brasileira Mercado Bitcoin. “As instituições financeiras estão se movimentando para que não aconteça com elas o que aconteceu com a Kodak, após a popularização da fotografia digital, ou com a Blockbuster após o sucesso da Netflix”, diz Rodrigo Batista, sócio do Mercado Bitcoin.

O Santander avalia que empresas que processam transações de pagamento com cartões de crédito como a Cielo e empresas que emitem estes cartões, como os bancos, podem ser impactados negativamente por conta da agilidade, menor burocracia e menores taxas que envolvem transações com Bitcoin.

Já as bandeiras de cartões como Elo, Visa e Mastercard podem se beneficiar da tecnologia que pode ser utilizada para redução de custos. As bolsas de valores, como a BM&FBovespa, também podem sair ganhando, incluindo moedas digitais em seu portfólio de produtos.

Na conclusão do relatório, o Santander reconhece que uma das barreiras para adoção do dinheiro eletrônico é o medo de seu uso para lavagem de dinheiro. Contudo, o banco diz que essa situação está mudando, informando que grandes bancos já estudam tecnologias de moeda digital. Um dos argumentos usados para tal citação é um relatório em que o banco central inglês afirma o baixo risco do uso do Bitcoin para a prática de lavagem de dinheiro.

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Quantidade de novos bitcoins cairá pela metade no sábado

Desde o lançamento da moeda digital, aproximadamente a cada quatro anos a quantidade de novos bitcoins cai pela metade. Em janeiro de 2009 eram criadas 50 unidades a cada 10 minutos. Desde o fim de 2012, são emitidas 25 novas moedas. A partir do próximo sábado, dia 9 de Julho de 2016, serão criados 12,5 bitcoins e essa taxa será mantida até 2020.

Essa diminuição programada na taxa de emissão da moeda a faz funcionar de maneira bem diferente das moedas emitidas por países. “Nas moedas fiduciárias como o real, o dólar ou o euro, cabe aos bancos centrais definir quais os valores que serão emitidos ou retirados do mercado, ou seja, não é possível saber antecipadamente e com precisão o quanto de moeda estará em circulação no futuro”, diz Rodrigo Batista, CEO do site Mercado Bitcoin.

A diminuição programada dos números novos bitcoins determina que em 2033 haverá 20,5 milhões emitidos, e que em 2140 existirão 21 milhões de moedas. Os entusiastas da moeda digital dizem que esta característica faz com que seu preço sempre aumente, caso a tecnologia seja de fato adotada em larga escala.

“Existe uma discussão bem intensa sobre os efeitos dessa diminuição no curto prazo. Há pessoas sérias que pensam que o valor da moeda tende a aumentar nos próximos dias e há outras pessoas igualmente entendidas que dizem que vai diminuir. Os dois lados têm bons argumentos.”, diz Rodrigo Batista.

Em 2015 os irmãos Winklevoss, conhecidos mudialmente pela batalha jurídica sobre a criação do Facebook, disseram em uma entrevista que a tecnologia pode chegar à casa dos trilhões de dólares, o que faria cada unidade ser negociada por 50 mil dólares. Hoje cada uma é negociada por cerca de 620 dólares nos mercados internacionais.

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Dinheiro do futuro já é aceito no Brasil

Bitcoin é o nome de uma moeda virtual que chegou a valer cinco vezes mais que o ouro em abril e tem a ambição de se transformar no dinheiro do futuro. Ela já pode ser usada para pagar produtos e serviços no Brasil e no mundo (como a pousada Kyrios, de Maresias/SP). Entre os que acreditam no seu potencial estão os gêmeos Tyler e Cameron Winklevoss, que ficaram famosos ao processar Mark Zuckerberg, acusando-o de plagiar sua ideia para criar o Facebook. O analista de sistemas Thiago Mantins, de São Paulo, perdeu o equivalente a R$ 1 milhão ao investir seus bitcoins em um fundo que foi invadido por criminosos virtuais. As informações são da revista INFO de maio, que chega às bancas dia 2.

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