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Roubo de Smartphones: metade dos internautas brasileiros já teve um celular roubado

A segunda edição da pesquisa anual sobre roubo de celulares realizada por Mobile Time em parceria com Opinion Box revela um crescimento alarmante da proporção de internautas brasileiros que já tiveram um telefone móvel roubado ou furtado. Em 12 meses essa proporção subiu 10 pontos percentuais, passando de 39% para 49%. Ou seja, hoje, metade dos internautas brasileiros já teve um celular roubado ou furtado pelo menos uma vez na vida.

Na pesquisa anterior, 38% das vítimas haviam sido roubadas/furtadas em menos de um ano. Agora, o percentual subiu para 45%. A maioria (62%) foi vítima apenas uma vez na vida; também na nova pesquisa, 35% duas ou três vezes; enquanto que 4% de azarados ou descuidados perderam o aparelho quatro vezes ou mais. Em média cada vítima teve 1,55 celular roubado/furtado. O Panorama Mobile Time/Opinion Box também constatou que o roubo de celular é mais comum que o furto. 63% das vítimas informam que da última vez foram roubadas, enquanto 37% foram furtadas.

“Crise na segurança pública, alto índice de desemprego, smartphones a preços proibitivos e a facilidade de compra e venda de aparelhos usados em mercados clandestinos estão entre os fatores que contribuem para esse aumento”, comenta Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa.

A pesquisa revela também o perfil das vítimas, por gênero, idade e classe social. E verifica qual costuma ser o seu comportamento após perder o aparelho (se faz ou não boletim de ocorrência, se compra um celular melhor ou pior que o anterior etc).

Outras descobertas:

– 70% dos usuários que tiveram celulares roubados ou furtados aproveitaram a ocasião para adquirir um aparelho melhor;

– Pouco menos da metade, (48%) registrou boletim de ocorrência (B.O.) na última vez em que foram roubadas/furtadas;

– 39% dos brasileiros já compraram um celular de segunda mão. O percentual é maior (44%) entre os que já tiveram um aparelho roubado ou furtado. Ou seja, quem perde um celular tem mais chance de recorrer à compra de um usado para economizar dinheiro;

– Não há diferença entre classes sociais: tanto nas classes A e B quanto nas classes C,D e E a proporção de vítimas é de 49%;

– É comum o brasileiro tomar providências de segurança somente depois de sofrer com algum problema do gênero: apenas 7% possui seguro para os aparelhos.

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WhatsApp: estudo revela que 75% das pessoas usariam a ferramenta para conversar com as empresas

Infobip, empresa que opera uma das maiores plataformas próprias de mensageria e comunicação do mundo, divulga junto ao Mobile Time e Opinion Box a pesquisa “Panorama da Mensageria no Brasil”. Ao todo, foram ouvidos 1.868 internautas brasileiros, com o objetivo de analisar seu comportamento em relação à mensageria no país.

Como destaque, o estudo mostra que os pesquisados afirmaram estar dispostos a se comunicar com empresas por meio do WhatsApp. Do total, 75% dos entrevistados que usam o aplicativo de mensagens instantâneas declararam que usariam a ferramenta para conversar com as empresas.

Outro ponto abordado foi o crescente uso das mensagens efêmeras, aquelas que ficam disponíveis nas redes sociais por apenas 24 horas. O Snapchat foi o precursor dessa funcionalidade, mas devido ao seu potencial de mercado, esse recurso já está disponível no Instagram, Facebook e WhatsApp. A pesquisa mostrou ainda que 25% dos brasileiros usuários do WhatsApp utilizam o recurso, número acima da média global, que é de 19%.

Também foi revelado que mais de 50% dos usuários afirmaram receber mensagens via SMS todos os dias ou quase todo dia. Em contrapartida, quase dois terços dos internautas que possuem smartphone não usam nenhum outro aplicativo de comunicação instantânea que não seja WhatsApp, Facebook Messenger ou Telegram.

Vale ressaltar também que as pessoas estão usando cada vez menos o WhatsApp para chamadas de voz: a proporção de usuários mensais caiu de 65% para 56% nos últimos seis meses. Esse número pode ser interpretado como uma resposta das operadoras, que passaram a oferecer planos com minutos ilimitados e tarifa única para qualquer operadora nos planos pré-pagos. Outro número que chama a atenção é o uso de chamada de voz no Messenger do Facebook: enquanto o WhatsApp detém 56% em uso de chamadas, apenas 16% dos usuários do Messenger utilizam esse recurso.

“Como o core da Infobip é a mensageria, uma vez que somos uma organização com uma plataforma de comunicação global para empresas, é um privilégio patrocinar essa pesquisa. Esse estudo retrata a realidade dos usuários mobile no Brasil, além de apontar como os consumidores estão dispostos a interagir com as empresas e marcas – o que é fundamental para o nosso negócio. O aumento do uso da mensageria é real e, por isso, é essencial apoiar e divulgar estudos como esse”, afirma Yuri Fiaschi, Diretor de Vendas Latam da Infobip.

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Infobip patrocina pesquisa que mostra comportamento dos brasileiros em relação aos serviços móveis

A Infobip, empresa que opera uma das maiores plataformas próprias de mensageria e comunicação do mundo, anuncia o lançamento do Panorama da Mensageria no Brasil, estudo realizado pela Mobile Time e Opinion Box, com patrocínio da empresa. Ao todo, foram ouvidos 1.914 internautas brasileiros, com o objetivo de analisar seu comportamento em relação aos serviços móveis de mensagem.

Como destaque, o estudo mostra que 69% dos usuários do Whatsapp passam a maior parte do tempo no aplicativo, do que assistindo televisão, ouvindo rádio ou lendo jornais e revistas. Outro ponto importante levantado foi em relação às chamadas de voz: dois terços dos usuários do aplicativo utilizam essa ferramenta e dentro desse grupo, metade afirmou usar esse recurso com mais frequência do que os minutos concedidos pela operadora móvel.

Mais de 50% dos usuários afirmaram receber mensagens via SMS todos os dias ou quase todo dia, e mais de 40% disseram que nunca ou quase nunca enviam mensagens via SMS para seus contatos. Em contrapartida, quase dois terços dos internautas que possuem smartphone não usam nenhum outro aplicativo de comunicação instantânea que não seja o WhatsApp, Facebook Messenger ou Telegram.

Comparando com os dados de 2016 é possível ver que a quantidade de usuários ativos do WhatsApp subiu de 89,5% para 92,7%, enquanto que a do Facebook Messenger caiu de 57,9% para 46,5%. Esse número mostra o alcance desses aplicativos entre os brasileiros e o potencial deles para comunicação entre empresas e clientes. Dentre os usuários de Whatsapp, 76% afirmaram que gostariam de usar esses aplicativos para falar com as marcas/empresas.

“Para a Infobip, é um privilégio contribuir com esse trabalho. O Panorama da Mensageria é uma ferramenta importante para medir nosso mercado, pois reúne as principais informações sobre o comportamento dos usuários em torno da comunicação móvel”, afirma Yuri Fiaschi, diretor de vendas Latam da Infobip.

“Os aplicativos de mensagem instantânea estão entre os mais utilizados pelos usuários de smartphones no dia a dia. No futuro eles concentrarão várias outras aplicações, como compras, solicitação de serviços, envio de dinheiro etc, como já acontece na Ásia. Por isso, achamos importante uma pesquisa que a cada seis meses monitora a utilização desses aplicativos. Dessa forma, ao longo do tempo podemos identificar as tendências para essas ferramentas”, diz Fernando Paiva, coordenador da pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box

O material completo pode ser encontrado neste link.

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