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Comércio Móvel no Brasil: WhatsApp e Facebook entram no ranking dos aplicativos mais usados

O mais recente levantamento do Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre o uso de aplicativos e sites no comércio móvel no Brasil aponta o WhatsApp e Facebook pela primeira vez no ranking dos serviços mais usados para compras online. Entre os aplicativos e sites mobile, o WhatsApp aparece em sexto lugar, citado por 8% desse grupo, e o Facebook Messenger em décimo-primeiro, apontado por 5%. A liderança continua com o Mercado Livre (31%), seguido pela Americanas.com (21%).

Quando perguntados se já encomendaram algum produto ou serviço especificamente através do WhatsApp e/ou do Facebook Messenger, o resultado indica que o uso desses dois aplicativos de mensageria para compras no Brasil é maior do que se imaginava: 57% dos internautas brasileiros com smartphone afirmam que já encomendaram produtos ou serviços através do WhatsApp e 42% já o fizeram pelo Facebook Messenger.

A pesquisa também apurou que 74% dos internautas brasileiros com smartphone já fizeram compras de bens físicos através de apps ou sites móveis, 1% menos que a pesquisa anterior de setembro de 2017. O número de pessoas que afirma fazer compras com mais frequência pelo smartphone do que pelo desktop é um pouco menos, 63%, mas, ainda assim, mostra que o m- Commerce vem superando os seus desafios.

Roupas, eletrodomésticos, refeições, cosméticos

Os produtos e serviços adquiridos por meio do smartphone entre 1.438 consumidores móveis consultados, a liderança está com a compra de roupas, que passou de 42% (em setembro de 2017) para 51% agora em março. Os eletrodomésticos caíram de 50% para 47% no mesmo período. Na terceira posição aparecem as refeições, que subiu de 27% para 37%. Cosméticos e itens de higiene também cresceram: de 29% para 33%. A aquisição de livros se manteve em ambas as pesquisas: 32%.

O grau de satisfação com as compras realizadas pelo smartphone também foi consultada: 38% afirmam estar muito satisfeitos sendo que 54% são os satisfeitos. Os indiferentes somam 15%, e os insatisfeitos e muito insatisfeitos totalizam juntos 2% dos 1.438 consumidores móveis entrevistados.

Quando aos meios de pagamento utilizados, 31% prefere boleto bancário (o mesmo número da pesquisa anterior), mas o número de pessoas que preferem o cartão de crédito subiu de 52% para 59%. As carteiras digitais tiveram uma queda acentuada: de 14% de setembro do ano passado para 8% seis meses depois. Outros meios de pagamento são agora preferidos por 2% dos compradores mobile, contra 3% do levantamento do ano passado.

Segundo Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador de conteúdo da pesquisa, “a aparição do WhatsApp e Facebook reflete o esforço das empresas de Mark Zuckerberg em atrair marcas para dentro de suas plataformas, assim como seu estímulo ao chamado ‘comércio conversacional’, com uma API para bots no Facebook Messenger, seguindo tendência vinda da Ásia. Além disso, inúmeros estabelecimentos comerciais de pequeno porte e profissionais liberais já usavam as duas plataformas de mensageria para a oferta de seus produtos e serviços antes mesmo da disponibilização de ferramentas oficiais para tanto”, afirma ele.

O relatório da pesquisa inclui informações completas sobre as categorias de produtos mais adquiridos pelo smartphone; as funcionalidades mais apreciadas pelos brasileiros em apps de comércio móvel; e a popularidade de serviços O2O (Online 2 Offline) no celular, como solicitação de corrida de táxi/carro particular, delivery de comida e hospedagem.

O Panorama Mobile Time/Opinion Box – Comércio Móvel no Brasil é uma pesquisa independente produzida por uma parceria entre o site de notícias Mobile Time e a empresa de soluções de pesquisas Opinion Box, disponível para download gratuito no site www.panoramamobiletime.com.br.

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Ainda longe do topo, o mobile commerce seguirá crescendo a passos largos neste ano

A geração que nasceu com o tablet nas mãos praticamente desconhece o que é fazer uma compra por um computador. Praticidade, rapidez e comodidade são os principais aliados do comércio eletrônico através de um smartphone.

O celular continua sendo o fenômeno de nosso tempo. Estar conectados, conhecer as últimas novidades e notícias em tempo real, planejar nossa semana, a lista de compras ou mesmo conectarmos as redes sociais, são apenas alguns dos usos mais comuns deste objeto indispensável ao dia a dia. Dentro desta tendência de consumo mobile, as compras se mantém como um dos hábitos mais cotidianos.

“A medida que passam os anos, mais jovens crescem e começam a comprar online utilizando um smartphone em sua primeira compra. No Mercado Livre, por exemplo, há apenas 5 anos as compras mobile superavam 10% do total de compras realizadas. Hoje já chegam a 60% e seguirá em crescimento.”, afirma Javier Goilenberg, CEO e Co-Fundador da Real Trends, – plataforma líder em ferramentas de análise e gestão para vendedores do MercadoLivre -.

s dados respaldam a Goilenberg. Segundo a Fundação Getulio Vargas -SP, 2017 fechou com um smartphone por habitante no Brasil; e, de acordo com pesquisa da Mobile Time em parceria com a Opinion Box, nas casas em que há smartphones, 72% das crianças entre 10 e 12 anos já têm seu próprio celular.

Outra informação que vem ao encontro do que estamos assinalando tem a ver com as compras feitas via aplicativos. De acordo com o estudo Análise do E-commerce no Mundo, divulgado pela empresa de tecnologia Criteo, os pedidos feitos no terceiro trimestre de 2017 via aplicativos já chegam a 16%, enquanto via web mobile somam 28%. Também houve um aumento de 51% nas transações realizadas via celulares em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Goilenberg adiciona, “a tendência de compras em e-commerce realizadas através de dispositivos móveis está crescendo ano após ano a passos largos. Em primeiro lugar, há uma maior quantidade de dispositivos ativos no mercado. Em segundo, as pessoas estão se animando e se acostumando a fazer tudo diretamente do celular. Para que se prender ao computador se com alguns cliques no celular pode-se fazer o mesmo é muito mais rápido?”

O celular como dispositivo insubstituível para os consumidores, e como ferramenta fundamental para as marcas e seus e-commerces, naturalmente se converte em um dos principais canais de venda e na maioria das vezes o único.

Não é muito dizer que, para aqueles que operam no mundo do e-commerce através de um site próprio, é fundamental que seja responsivo e/ou que conte com um aplicativo mobile muito bom para iOS e Android. Isto já não é mais algo desejável, mas completamente necessário.

O impulso do setor também vem acompanhado da inovação. “A realidade aumentada trará grandes mudanças na experiência de compra através de dispositivos móveis: nos apps de algumas grandes lojas já é possível visualizar como ficará uma lâmpada na sua sala ou se um óculos cairá bem em seu rosto antes de efetuar a compra. Isto gera sensações até agora nunca vistas na hora de comprar online, que continuarão contribuindo para o crescimento do ecommerce a nível mundial”, conclui Goilenberg.

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Peixe Urbano tem 60% das vendas feitas por dispositivos móveis nas principais capitais

O Peixe Urbano, a maior plataforma de ofertas locais do Brasil, já registra desde setembro de 2015 mais de 50% de participação de vendas feitas pelo celular (Aplicativos e Site Móvel) e em 2016 alcançou novo recorde: 67% de vendas feitas por esse canal. De acordo com pesquisa realizada pelo IBGE, pela primeira vez foi registrada queda (2,4%) no uso do computador em todas as regiões do país, em relação à 2014. Ainda segundo o instituto, 92% dos acessos à internet se faz hoje via dispositivos móveis e os indicadores de vendas nas capitais indicam que o Peixe Urbano está seguindo o mesmo caminho

Entre as capitais que mais utilizam dispositivos móveis em todo Brasil, está Vitória, que lidera o ranking, com 60% em vendas, seguido do Rio de Janeiro, com 54%, São Paulo e Brasília com 52% e, em quinto lugar, Fortaleza e Recife com 49% de participação. Salvador e Belo Horizonte, ambas com 45%, aparecem em seguida e a média de todas as capitais ultrapassa 55%.

“Os números são indicativos do aumento da relevância do m-commerce, que desde 2015 já é percebido na empresa. O desafio é entender individualmente o comportamento de interação do usuário com a plataforma e, dessa forma, trazer para ele conteúdos com relevância.”, afirma Marcelo Zeferino, gerente de produto mobile do Peixe Urbano. “A estratégia permeia uma série de ações, que vão desde a inclusão de parceiros de grande valia para o usuário – shows, cinema, lazer e gastronomia – até a segmentação de ofertas via push, combinando geolozalicação e interesses do cliente”, completa.

No primeiro semestre de 2016, o número de vendas por notificações via push foi quatro vezes maior que no mesmo período do ano passado. Em junho, 53% das vendas pelo smartphone vieram de pushes, que se tornou mais uma fonte de estímulos de vendas da empresa e em setembro, pela 1ª vez na história da empresa. Outro destaque é a compra e a utilização de cupons no mesmo dia, que já atinge mais de 50% em ofertas locais.

“O registro que alcançamos em 2016 com a maior parte dos cupons sendo utilizados no mesmo dia da compra, está totalmente alinhado ao objetivo da empresa. Já é possível identificar que o usuário busca as oportunidades no momento que deseja utilizar aquela oferta, compra e usa na mesma hora. Em 2017 vamos continuar investindo na melhoria contínua da experiência do usuários, principalmente, no que se refere a usabilidade”, finaliza Zeferino.

A expectativa da plataforma para 2017 é melhorar ainda mais a experiência mobile do usuário. O Peixe Urbano vai investir em tecnologias para aumentar as formas de pagamento para que o cliente consiga completar suas compras de forma mais fácil e com mais opções.

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Compras por dispositivos móveis crescem e representam 20% do faturamento da Black Friday, indica Ebit

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Cerca de 20% das compras online realizadas durante a Black Friday foram feitas por meio de dispositivos móveis (celulares e tablets), aponta o monitoramento da Ebit, referência em informações sobre o e-commerce brasileiro. O percentual representa R$380 milhões dos R$1,9 bilhão faturado pelo e-commerce na edição de 2016. Na comparação com 2015, o percentual mais do que dobrou. No ano passado, cerca de 9% das compras foram feitas foram feitas por celulares e tablets.

As compras online durante a Black Friday registraram alta de 17% na comparação com 2015. O número de pedidos cresceu 4%*, para 2,92 milhões, enquanto o tíquete médio foi de R$653, 13% maior do que no ano passado. O levantamento leva em conta as compras feitas entre às 0h e 23h59 desta sexta-feira (25).

De acordo com Pedro Guasti, CEO da Ebit, o crescimento do uso dos dispositivos móveis durante a Black Friday para a realização de compras surpreendeu. “Para um público cada vez maior o smartphone é o meio principal de acesso à internet. As principais lojas passaram a oferecer ou aperfeiçoaram seus aplicativos, tornando a utilização cada vez mais inteligente, isso também impactou positivamente no crescimento deste público”, diz.

O monitoramento da Ebit mostra que quem compra pelo celular ou tablet gasta mais: o tíquete médio das compras realizadas utilizando os dispositivos móveis foi de R$759, cerca de 20% maior do que o tíquete médio via desktop. “Grandes lojas apostaram no desenvolvimento de APPs e sites responsivos, alavancando assim a venda de produtos de maior valor agregado como Linha Branca, Celulares e Eletrônicos”, explica.

Dados do monitoramento Ebit apontam que o consumidor da Black Friday tem maior presença na região Sudeste (62%), é mais masculino (homens 52%) e possui renda familiar mensal de R$5.590 mil. Em média, na edição de 2016, o consumidor fez 1,5 compras online. Veja o levantamento completo abaixo, no infográfico Ebit.

Relevância

Nos Estados Unidos, berço da Black Friday, o faturamento do e-commerce no dia 25 foi de US$ 3,3 bilhões, segundo dados da Adobe Digital Index. “Convertendo o faturamento brasileiro em dólares, chegamos s US$554 milhões, seis vezes menor, mas ainda assim muito relevante, já que o mercado norte-americano é 30 vezes maior que o nosso. Isso mostra como a data ganhou em importância nos últimos anos e já é a mais importante do calendário do e-commerce brasileiro”, diz Pedro Guasti.

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E-commerce registra faturamento 26% maior nas vendas de Natal, segundo o E-bit/Buscapé

As vendas de Natal no varejo online brasileiro registraram novamente aumento neste ano. O faturamento das lojas virtuais alcançou um crescimento nominal de 26% na comparação com 2014, chegando a R$ 7,4 bilhões.

É o que informa a E-bit/Buscapé (www.ebit.com.br), unidade especializada em informações do comércio eletrônico do Buscapé Company. Com isso, a expectativa para o setor no período que antecede o dia 25 de dezembro (de 15/11 a 24/12) foram superadas – eram esperados crescimento nominal de 22% e faturamento de R$ 7,2 bilhões. As três categorias que mais venderam foram, de acordo com o levantamento, Eletrodomésticos, Moda e Acessórios e Telefonia e Celulares (quadro abaixo com o top five).

“A cada ano o e-commerce ganha novos consumidores e a quantidade de pedidos no Natal cresce neste período por conta da conveniência da entrega em casa e a possibilidade de pesquisar e encontrar boas ofertas sem ter de enfrentar lojas cheias e longas filas”, comenta o diretor executivo da E-bit/Buscapé, André Ricardo Dias. “Para o e-commerce foi um final de ano positivo, impulsionado também pelas vendas da Black Friday”, acrescenta.

A quantidade de pedidos chegou a 17,6 milhões, um aumento de 16% em comparação ao mesmo período do ano passado, assim como o tíquete médio, que foi de R$ 420,08, um crescimento de 8,4%. No total, 9,3 milhões de consumidores se conectaram para ir às compras pela Internet, 17,2% a mais que em 2014.

O mobile commerce (compras originadas a partir de smartphones e tablets) também confirmou a tendência de crescimento observada ao longo do ano e representou 13,6% das transações nas compras dos presentes, índice acima do registrado em todo primeiro semestre, de 10,1%.

Confira as cinco categorias que mais venderam:

Categorias Participação (%)
Eletrodomésticos 13,5
Moda e Acessórios 12,3
Telefonia/Celulares 11,4
Livros/Assinaturas e Revistas 10,7
Cosméticos e Perfumaria/Cuidados Pessoais/Saúde 9,8

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Netshoes, Buscapé e Mercado Livre discutem o Mobile Commerce e a evolução do “tradicional” comércio eletrônico

Ao mesmo tempo em que as telas de mesa migraram para as telas dos smartphones e usuários de internet passaram a praticar quase todas as ações diárias pelo celular, o e-commerce passa pela mesma transição. A migração é tão forte e rápida, que o comércio eletrônico já é tratado como “tradicional” em diversas publicações.

De acordo com um estudo da Coupofy, o mobile commerce cresce 300% mais rápido do que o e-commerce. Até 2016 as compras por dispositivos móveis irão crescer 42%, enquanto o comércio eletrônico tradicional tende a apresentar crescimento de 13% até o próximo ano.

No Brasil, o mobile commerce já representa 10% das compras online, segundo o mesmo estudo.

Discutindo esse cenário, estarão reunidos no dia 17 de novembro, nomes como Romero Rodrigues, fundador e CEO do Buscapé, Hernan Kazah, co-fundador do Mercado Livre, e Fernando Zanatta, diretor de TI e gerente de produtos da Netshoes.

A proposta do debate é trazer à tona números, o comportamento do brasileiro quando o assunto é compra pelo celular, e claro, a forte necessidade que todo o varejo online tem, de se adaptar ao ambiente móvel, o mais rápido possível.
Ficha técnica GMIC Summit São Paulo

Local: Renaissence Hotel
Data e Hora: 17 de novembro de 2015 às 8h30
Credenciamento: aberto a partir de 14/09/2015
Para credenciar: http://saopaulo.thegmic.com/
Credenciamento para imprensa e agendamento de entrevistas:
anabeatriz@flotereschauff.com.br

Sobre o GMIC Summit e o GWC

O GWC Inc. é um gigante clube de negócios internacional que reúne os maiores players da indústria mobile do mundo. Dentre suas ações globais, o GWC promove o evento GMIC (Global Mobile Internet Conference). Agora, depois de consolidado nos Estados Unidos, Japão, China, Indonésia, Taiwan e Índia, o GMIC chega pela primeira vezao Brasil, de olho neste mercado.

O GMIC Summit São Paulo trará ao Brasil, dia 17 de novembro no hotel Renaissence, alguns dos mais renomadoslíderes do mercado mobile da América Latina, além de players asiáticos e norte-americanos. Wen Chu, CEO e co-fundador do GWC abrirá o encontro.

Além dos palestrantes já citados, estão também Luciana Burger, diretora da Comscore, que trará dados em primeira mão coletados através da nova plataforma mobile da empresa; Ilja Gooseens, Global Sales Director daTune; Marco DeMello, fundador e CEOda PSafe; Dennis Wang, CEO da Easy Taxi; Fabiano Destri Lobo diretor da MMA Latam; Moacir Kang, fundador e CEO do Apontador Maplink; Guido Grimbraum, empreendedor fundador de diversas startups na América do sul; João Carvalho,fundador e CEO da Hands; André Ferraz, fundador e CEO da In Loco Mídia; e Guga Stocco, diretor de estratégias e inovação do Banco Original.

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Mobile Commerce já representa 20% das compras online no Brasil

Em 60% das compras, consumidor utilizou múltiplos devices antes de finalizar a transação

O mobile está se tornando o canal preferido entre os brasileiros que fazem compras online utilizando múltiplos devices e os consumidores que acessam as lojas virtuais em diversos equipamentos têm 3 vezes mais propensão a finalizar uma transação em um dispositivo móvel do que aqueles que usam apenas um equipamento.

Entre julho e setembro, 20% das compras feitas no País pela Internet foram concluídas no smartphone ou no tablet; a média global foi de 35%. Entre os maiores varejistas, as transações mobile cresceram 24% sobre o trimestre anterior e agora quase um terço de todas as vendas são finalizadas em devices móveis. Entre os varejistas de médio porte, o avanço foi de 35% no período.

Forte tendência no e-commerce, os aplicativos alcançaram taxas de conversão em vendas duas vezes maior do que o desktop e o ticket médio também foi mais alto nestes três meses – R$ 446,00* (US$ 116) no app contra R$ 385,00 (US$ 100) no desktop e R$ 350,00 (US$ 91) no mobile browser.

Estas são algumas das principais conclusões do estudo global “Cenário do Mobile Commerce”, realizado no terceiro trimestre pela Criteo (www.criteo.com) (NASDAQ: CRTO), líder global de tecnologia especializada em publicidade digital e marketing de performance.
O levantamento analisou mais de 3 mil varejistas virtuais e sites de viagem no mundo, que totalizam 1,4 bilhão de transações e US$ 160 bilhões em vendas anuais, e confirmou que os canais mobile se consolidaram e irão continuar a ser decisivos nas estratégias comerciais e de marketing das empresas que comercializam produtos e serviços na Web.

“Quase um terço das vendas feitas pelos grandes varejistas online são transacionadas em um smartphone, que, com telas cada vez maiores, são mais utilizados do que os tablets para fazer compras, representando 77% das transações mobile no trimestre. Em âmbito global até o final do ano nossa estimativa é que o mobile commerce represente 40% das transações na Internet”, assinala Fernando Tassinari, Diretor Geral da Criteo no Brasil.

De acordo com a pesquisa, no caso das compras finalizadas em laptops e desktops, 55% dos consumidores usaram ao menos um outro equipamento para visitar a mesma loja on-line antes de fechar a transação. Entre os que compraram em um dispositivo móvel, 59% dos que utilizaram smartphone e 60% dos que recorreram a um tablet utilizaram um outro device antes de fechar negócio.

Para Tassinari, os aplicativos serão a próxima fronteira e assistiremos nos próximos anos um aumento significativo de anunciantes investindo no desenvolvimento de apps para engajar consumidores e converter mais vendas. “Além disso, com 40% dos consumidores navegando em múltiplos devices antes de comprar, a publicidade on-line terá que passar a focar nas pessoas e não mais em devices. Os varejistas precisam redesenhar a experiência de compra online para atender estes novos consumidores que acessam suas lojas a partir de vários canais antes de concluir a compra”, alerta.

Com sede na França e 27 escritórios em 16 países na Europa, Estados Unidos, América do Sul, Austrália e Ásia que operam comercialmente em mais de 80 países, a Criteo registrou faturamento global de 745 milhões de euros em 2014 e 533 milhões de euros no primeiro semestre deste ano. Interessada no potencial do mercado de publicidade on-line e do e-commerce no Brasil, a companhia está nos preparativos finais para inaugurar seu novo escritório, em São Paulo, ampliando sua estrutura para dar início a uma nova fase de expansão.

“O crescente potencial da publicidade online no Brasil cria o cenário ideal para a oferta de nossos serviços de marketing de performance. Agências e anunciantes têm como maior desafio a gestão do orçamento e a otimização de resultados na mídia online, o que só é possível com ferramentas como as que oferecemos para planejar e colocar no ar campanhas com altos índices de engajamento e conversão”, assinala Fernando Tassinari, Diretor Geral da Criteo no Brasil.

Atualmente os maiores clientes da empresa no Brasil são dos segmentos de varejo, viagens e classificados, incluindo as maiores empresas do e-commerce e grandes varejistas, entre eles Netshoes, Dafiti, Passarela, Magazine Luiza, Hotel Urbano, Peixe Urbano, e Ricardo Eletro. Além de continuar ampliando seus negócios nestes setores, a empresa planeja agora avançar em outros verticais, como automotivo, financeiro, bens de consumo e telecomunicações.

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Etiqueta de pagamento implanta NFC em qualquer celular

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Quem quiser um celular com tecnologia NFC (Near Field Communication), necessária para os atuais pagamentos “contacless”, geralmente precisa adquirir algum dos modelos mais novos do mercado. Mas quem não quiser trocar seu aparelho nem gastar dinheiro terá a possibilidade de colar nele a etiqueta adesiva Flybuy da OT – Oberthur Technologies e assim dotá-lo de NFC, podendo fazer pagamentos aproximando o telefone das maquininhas de cartão nas lojas.

A etiqueta, que faz parte da linha de “wearables” da OT, é aprovada pelas bandeira Visa e MasterCard, e contém exatamente a mesma tecnologia embarcada nos smartphones mais modernos e nos cartões inteligentes. Na pratica, é como se o usuário estivesse utilizando um cartão “contactless”.

A etiqueta Flybuy pode ser colada a qualquer telefone para convertê-lo em um suporte de pagamento, e é totalmente segura. A OT já esta fornecendo, aos emissores de cartões e aos seus clientes, um guia para que escolham a melhor localização do adesivo nos aparelhos das marcas mais comuns do mercado.

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Mobile commerce ganha musculatura

Uma nova pesquisa do PayPal e da Ipsos* demonstra que o comércio via dispositivos móveis (o chamado mobile commerce) cresce perto de três vezes mais que a média de crescimento do e-commerce global tradicional. De 2013 a 2016, a média composta do crescimento do mobile commerce em de vários países está projetada em 42%, ante os 13% projetados para o e-commerce em geral. A pesquisa que investigou os hábitos de compras mobile de 17,5 mil consumidores em 22 países, incluindo o Brasil, também aponta alguns insights sobre o comportamento das compras mobile, barreiras e mercados em expansão.

“Estamos entrando no início do boom da era mobile,” afirmou Anuj Nayar, diretor sênior de Iniciativas Globais do PayPal. “No PayPal, em todo o mundo, vimos o crescimento do nosso mobile sair de menos de 1% do volume de pagamentos em 2010 para mais de 20% em 2014”.

“Isso também se reflete no Brasil, onde a média estimada de crescimento de 2013 a 2016 do mobile commerce é de 46%. O dado contrasta com a média de crescimento de compras no e-commerce de brasileiros no mesmo período prevista em 17%”, afirma Mário Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina.

Um futuro brilhante para o m-commerce

Por enquanto, o mobile commerce é relativamente pequeno se olharmos para o percentual que ocupa frente ao total dos gastos globais em e-commerce. De acordo com a pesquisa, os smartphones respondem por 9% dos gastos online feitos por dispositivos móveis, enquanto os tablets são responsáveis por 5% das compras feitas online. Ambos são ultrapassados pelos laptops, desktops e notebooks, os quais cumulativamente somam 85% do que é gasto online.

Ainda que os valores gastos sejam baixos, a prevalência das compras feitas por dispositivos é significativa. Mas de um quarto (28%) dos consumidores online afirmaram ter comprado algo por meio de um smartphone nos últimos 12 meses e 20% informa que o fizeram via tablet. O surgimento do comércio em smartphones está sendo liderado por jovens adultos. A média global de 59% dos compradores de smartphones são pessoas que têm de 18 a 34 anos versus 44% do restante dos compradores online.

Já, no Brasil, a incidência de brasileiros que compraram online via dispositivos móveis é ligeiramente maior do que a média dos 22 países: 34% ante os 33% registrados pelo grupo de países que fizeram parte do estudo. E, entre os brasileiros, 61% dos que compram via mobile têm entre 18 e 34 anos; já, quando a amostra compreende todos os consumidores online brasileiros entrevistados, 54% estão na mesma faixa etária.

China, Turquia e Emirados Árabes dominam as compras por smartphone

China, Turquia e Emirados Árabes dominam as compras por smartphone. Os consumidores dos Emirados atribuem 24% dos seus gastos online a compras feitas por meio de smartphones; consumidores chineses estão logo atrás, com 21%, enquanto os turcos ficam em terceiro lugar, com 19%. Os três grupos também lideram no que diz respeito à densidade das compras por smartphone. Na China, mais de dois terços (68%) dos consumidores online já usaram o smartphone para fazer uma compra nos últimos doze meses. Mais da metade (57% e 53% respectivamente) dos consumidores dos Emirados e da Turquia também o fizeram.

Os consumidores que usam smartphones optam por Apps

Ao redor do mundo, 64% dos adeptos do mobile commerce compraram por meio de um app (aplicativo de celular) enquanto 52% o fizeram por meio de um browser (navegador de internet). Entre aqueles que usaram as duas plataformas, os apps são preferidos tipicamente em função de sua rapidez e conveniência. Outros fatores que contribuem para o uso de apps, em cada país, incluem: “a confirmação instantânea do pagamento”, no México; “avisos para ofertas/descontos/cupons”, na China; e “registro dos recibos digitais”, em Israel.

No Brasil, 46% dos consumidores que usam smartphones e que já compraram na internet nos últimos doze meses usando tanto browser quanto aplicativos, preferem comprar via apps. Enquanto 36% ainda optam por browsers; 18% não têm preferência. Já, quando os brasileiros que detêm smartphones e tablets são perguntados sobre os benefícios do uso de aplicativos para realizar compras, 43% alegam que os aplicativos oferecem maior conveniência; 35% avaliam que os apps são um meio de pagamento rápido.

Pesquisa de produto hoje

Atualmente, a atividade mais citada pelos compradores de smartphones em todo o mundo é a busca por produtos: “a busca pela informação do produto dá-se no meu smartphone” (36% selecionaram), “uso o meu smartphone para ajudar a localizar informação sobre lojas e estabelecimentos” (27%), e “leio comentários e resenhas de consumidores em meu smartphone” (25%).

Contudo, quando o conjunto dos entrevistados nos 22 países foi indagado como gostaria de usar smartphones no futuro, as primeiras respostas foram relacionadas a funcionalidades nascentes, incluindo opções de pagamentos. 16% selecionaram “passar o meu smartphone pela caixa registradora para pagar (a exemplo do NFC)” e 15% citaram “fazer pedidos antecipados (por exemplo, comida ou um café) por meio de um app ou um browser no meu smartphone”.

No Brasil, a busca online por informação de produtos também é a principal atividade dos consumidores ao smartphone, sendo apontada por 38% (*) dos entrevistados que têm um smartphone, mas que ainda não utilizam o dispositivo para comprar online. Em segundo lugar, 30% dos brasileiros que detêm um smartphone fizeram buscas por estabelecimentos ou negócios e o mesmo tanto leram, nos últimos doze meses, as opiniões e referências de outros consumidores em seus smartphones.

Barreiras para o mobile commerce

A principal barreira para um crescimento maior do mobile commerce no mundo é o fato de que os consumidores ainda não se deram conta das vantagens de comprar por meio de seus dispositivos em uma escala maior.

Entre aqueles que não usam smartphones ainda para comprar, as principais barreiras citadas são: “prefiro comprar online a partir de outro dispositivo (laptop ou um desktop)” (39%), “a tela é muito pequena” (34%), e “prefiro acessar a internet por meio de outros equipamentos” (28%).

Aqueles que efetivamente compram via smartphones declaram motivos ligeiramente diferentes para não o fazer com maior regularidade: “a tela é muito pequena” (34%), “prefiro comprar online de outro dispositivo (laptop, desktop)” (27%), e “preocupo-me com a segurança online de compras feitas a partir de dispositivos móveis” (21%).

No Brasil, a principal barreira para a compra por meio de um smartphone – para quem não utiliza este dispositivo -, citado por 38% dos que têm um smartphone, mas que ainda não o utilizam para comprar online, é o fato de o consumidor ainda preferir outros equipamentos na compra online, a exemplo dos laptops e desktops. Já, no caso de quem já usou o seu smartphone nas compras nos últimos doze meses, o maior obstáculo citado por 31% dos casos, é o tamanho da tela.

“Com o advento de telefones celulares de baixo custo, telas maiores em celulares e melhorias na segurança dos dispositivos móveis, as barreiras do mobile commerce deverão decrescer”, acrescentou Nayar. “Essas melhorias, combinadas às opções de pagamento digital do estado da arte como o PayPal OneTouch ficará mais fácil, seguro e intuitivo para os clientes pagarem com seus telefones móveis.”

(*) A pedido do PayPal, o Ipsos entrevistou uma amostra representativa de 800 adultos no país (de um total de 17.519 em todo o mundo – com idade de 18 anos ou mais) que possuem e/ou usam um dispositivo habilitado para usar a internet* em cada um dos 22 países (Reino Unido, França, Alemanha, Áustria, Suíça, Itália, Espanha, Holanda, Suécia, Noruega, Dinamarca, Polônia, Turquia, Rússia, Israel, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Canadá, Brasil, México, China e Austrália). As entrevistas foram conduzidas online entre 9 de setembro e 3 de novembro de 2014. No Brasil, os trabalhos de campo foram conduzidos entre 23 de setembro e 13 de outubro em uma amostra de 800 pessoas. Os dados tiveram o seu peso calculado para representar a incidência de compradores online em todos os países, e o perfil demográfico dos usuários de internet em sete países. (*) Computador desktop, laptop, notebook, tablet, smartphone, alguns outros tipos de telefones móveis: organizador eletrônico/PDA wireless com funções de voz e funcionalidades de dados/ games com consoles com conectividade à internet (a exemplo do Wii).

(**) Os números globais citados aqui são uma média global dos 22 países pesquisados; nesse caso não houve foi calculado o peso para representar o tamanho das respectivas populações.

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