Tag MIT

Google Cloud reduz custos de pesquisas científicas de instituto do MIT e de Harvard

Com o objetivo de oferecer cada vez mais oportunidade de crescimento aos seus usuários, além de espaço ilimitado para armazenamento de dados em nuvem segura, o Google Cloud Platform tem ajudado também na redução dos custos de pesquisas científicas. Um exemplo é o caso de sucesso do Broad Institute do MIT e Harvard, pioneiro centro de pesquisa biomédico de genomas.

“Tem sido um privilégio apoiar o Broad em sua missão de avançar na pesquisa biológica e no tratamento de doenças, além de estabelecer as bases para uma nova geração de terapias. Fazemos parte de um marco importante para a comunidade científica, já que no GCP o custo de executar o projeto foi reduzido para pouco mais de US $ 5 por genoma”, afirma Jonathan Sheffi, Gerente de Produto de Genômica e Ciências de Vida, Google Cloud.

Em média, um genoma humano entra em um seqüenciador a cada 10 minutos. Até a data, o instituto processou mais de 76 mil genomas, gerando 24 TB de dados por dia e armazenando mais de 36PB de dados na plataforma de nuvem do Google. Uma vez que os dados genômicos são gerados, o processamento e a análise são feitas em etapas ligadas a um projeto automatizado, chamado de GATK Best Practices.

Em 2015, quando o projeto GATK Best Practices foi trazido para o Google, o custo para executá-lo era de US $ 45. Desde então, a redução chegou a 90%, mantendo a qualidade do resultado. Entre os benefícios alcançados até hoje estão o aumento da eficiência e a redução dos custos em aproximadamente 30%, já que no passado o armazenamento local dos dados consumia a maior parte do orçamento de computação do instituto, e a otimização da transmissão das informações, com os algoritmos lendo os dados diretamente do Google Cloud Storage, o que requer menos espaço em disco. “Além disso, a adoção da nuvem permitiu uma economia extra de 35% dos gastos, com o uso de máquinas virtuais preemptivas, que são 80% mais baratas”, conclui Jonathan.

O Instituto Broad lançou recentemente a versão open-source 4.0 do GATK, que permite que pesquisadores, até mesmo os sem treinamento computacional, tenham acesso ao projeto GATK Best Practices no portal de análise baseado na nuvem do FireCloud.

Tags, , , , , ,

HackBrazil divulga os cinco finalistas

Um tijolo de isopor mais barato e sustentável. A identificação automatizada de ervas daninhas no plantio de cana-de-açúcar. Inteligência
artificial para apurar informações sobre ações judiciais.

Uma plataforma online para agilizar o licenciamento ambiental. E um app que diz tudo sobre a localização e a lotação de ônibus urbanos em tempo real. Essas são as cinco ideias finalistas da HackBrazil, competição de inovação e tecnologia da Brazil Conference at Harvard & MIT, que acontece nos dias 6 e 7 de abril em Boston, Massachusetts. As cinco equipes finalistas foram escolhidas para virem apresentar os projetos, com todas as despesas pagas, para um júri especial ao final do primeiro dia, e o vencedor será premiado com R$ 50 mil.

“A segunda edição da HackBrazil teve 572 equipes inscritas, um crescimento de mais de 70% comparado com o ano anterior, então estamos muito satisfeitos! Mais ainda porque os projetos continuaram de alto nível!” afirma Ivo Montenegro, copresidente responsável pela HackBrazil, que nasceu no segundo semestre de 2016, a partir de uma ideia de criar uma plataforma para transformação da realidade brasileira usando a tecnologia. A iniciativa então evoluiu para uma competição com uma etapa de mentoria,
proporcionando às equipes a oportunidade de desenvolverem soluções mais elaboradas.

Das equipes inscritas, 25 foram selecionadas para participar da Fase Maker, em que trabalharam com mentores altamente qualificados para desenvolver seus projetos.
No primeiro ano, foram 329 equipes inscritas, de todas as regiões do Brasil e também de 7 estados americanos. As duas equipes que empataram como vencedoras, Bubu Digital e Diagnóstico Público, receberam US$ 1 mil cada, na final apresentada por Luciano Huck.

Conheça os projetos finalistas

CromAI (SP): tecnologia para ajudar o agricultor a detectar ervas daninhas por
processamento de imagem em plantações de cana-de-açúcar.

Inovação Tecnológica (PB – Faculdade Maurício de Nassau de Campina Grande): o
Tijopor é um tijolo de construção civil, que tem o isopor reciclável como matéria prima e
que não passa pelo processo de queima como o tijolo comum, resultando em um material
duplamente sustentável e com baixo custo de produção.

IP (DF): Atrium é uma solução de inteligência artificial para que escritórios de advocacia
que atuam junto aos Tribunais de Justiça, consigam informações estruturadas, de forma
rápida, sobre a atuação dos magistrados.

WayCarbon (MG): o LicenTIa é uma plataforma para facilitar o licenciamento ambiental
no Brasil, permitindo o acesso a outros estudos de impacto e informações públicas
relacionadas, além de permitir que o processo seja analisado on-line pelos órgãos ambientais.

TopDown (SP): o aplicativo Milênio Bus foi desenvolvido para otimizar a mobilidade
urbana de transporte público, informando para os usuários o local do veículo e quantos
passageiros tem em cada um, em tempo real.

Tags, , , , , ,

IBM investirá US$240 milhões em parceria com MIT para aprimorar estudos em Inteligência Artificial

A IBM anuncia uma parceria com o MIT para a criação do MIT-IBM Watson AI Lab. O investimento será de US$ 240 milhões em 10 anos. Com a união, tanto a companhia quanto a instituição de ensino pretendem fomentar as pesquisa sobre inteligência artificial fundamental (AI) e impulsionar avanços científicos para aprimorar o potencial dessa tecnologia. A ideia é que essa colaboração auxilie em pesquisas de hardware, software e algoritmos de IA relacionados ao aprendizado profundo, gerando impactos positivos em diferentes indústrias.

Este Laboratório contará com mais de 100 cientistas, professores e estudantes de AI que juntos promoverão pesquisas em diversas áreas, entre elas, a de desenvolvimento expandido de algoritmos em Inteligência Artificial. A ideia é que esses sistemas criem novas aprendizagens, muito mais complexas, e se aproximem ainda mais da inteligência humana. Outra área que também está sendo visada por esse Lab é a de física da AI, que poderá criar intersecções desses sistemas com computação quântica para acelerar a aprendizagem de máquinas e outras aplicações. Além disso, a segurança cibernética também entra como uma prioridade, pois essa colaboração explorará o uso de inteligência artificial na segurança e também na privacidade de dados médicos, por exemplo.
Em termos socioeconômicos, a ideia é que o Lab estude as interações de AI com a sociedade, verificando como algumas soluções poderão beneficiar pessoas e nações, fomentando o crescimento sustentável e a qualidade de vida.

Outra novidade para este centro de inovação é o fato de que ele funcionará também como uma incubadora de startups, encorajando professores e estudantes para que comercializem invenções e tecnologias de inteligência artificial desenvolvidas no laboratório, além de permitir a publicação de seus trabalhos, contribuindo para o lançamento de materiais de código aberto e em linha com a aplicação ética da IA.

Tanto o MIT quanto a IBM foram pioneiros na pesquisa de inteligência artificial e o novo laboratório de AI baseia-se em uma relação de pesquisa de décadas entre as duas instituições. Já há algum tempo os dois gigantes criam parcerias para desenvolvimento de novas tecnologias. Recentemente, a IBM, o Broad Institute of MIT e a Harvard estabeleceram uma colaboração de pesquisa de cinco anos, com investimento de US$50 milhões em AI e Genomics. No ano passado, a IBM Research anunciou uma colaboração com o Departamento de Cérebro e Ciências Cognitivas do MIT para promover o campo científico da visão mecânica, um aspecto central da inteligência artificial.

Tags, ,

Estudo da Capgemini com MIT define nova era da colaboração com consumidores

O mais novo estudo realizado pela Capgemini em parceria com o MIT Initiative on the Digital Economy (IDE) identifica uma nova abordagem na gestão da experiência com o consumidor, definida pelo conceito de Intercâmbio Colaborativo (da sigla CX ou Collaborative Exchanges[1], em inglês). Com base em quase dois anos de pesquisas, realizadas com as principais organizações focadas em consumidores (B2C) e a partir de uma análise quantitativa com esse público, o relatório mostra uma mudança na forma como as empresas interagem com os consumidores na economia digital, na qual a gestão da experiência com o consumidor não está nem nas mãos das companhias e nem nas do cliente final, mas é negociada em intercâmbios colaborativos.

O novo relatório, ‘From UX to CX: Rethinking the Digital User Experience as a Collaborative Exchange’, (em português, ‘De UX a CX: Repensando a experiência do usuário digital como um intercâmbio colaborativo’), é parte de um trabalho conjunto de seis anos entre a Capgemini e o MIT para ajudar as organizações a obterem sucesso em sua transformação digital e fornecer melhores práticas.

Esta nova forma de colaboração com os consumidores tem duas dimensões principais: a participação ativa do consumidor na cadeia de valor de uma organização e a extração de mais informações em cada ponto de contato para personalização de produtos e serviços.

Mercado de Participação: se concentra na forma como as empresas geram valor compartilhando atividades internas, ao mesmo tempo em que satisfazem uma necessidade do consumidor. Companhias que começaram a colaborar com os clientes finais descobriram que eles querem se engajar, falar sobre suas experiências e apreciam quando são consultados.

Mercado de Informação: foca na forma como as marcas entregam por meio de informações colhidas direta ou indiretamente. Desta forma, se os dados são utilizados para beneficiar o consumidor ou para oferecer uma experiência personalizada, eles estarão dispostos a fornecer seus dados pessoais.

Atualmente, os consumidores podem se envolver em diversos níveis ao longo da cadeia de valor de uma empresa de pesquisa e desenvolvimento de produtos, por meio da criação de conteúdo e dos serviços de logística. Ao mesmo tempo em que as organizações tornam-se capazes de reunir informações em cada ponto de contato com o consumidor para levantar ideias e informações. A combinação de decisões estratégicas em torno do nível de participação e do fluxo de informações resulta em uma troca colaborativa bem sucedida.

“Todo debate em torno do desenvolvimento de algoritmos que sejam capazes de melhor compreender e prever as preferências do consumidor parecem sugerir que o futuro da experiência do cliente final se encontra na ciência dos dados em si. Porém, o envolvimento do consumidor deve ser entendido pela experiência vivida por ele e também está sujeito aos estudos da ciência comportamental. As organizações devem estar atentas ao elemento humano quando se trata de experiência do usuário para trabalhar lado a lado com os consumidores e assim criar intercâmbios colaborativos”, defende Renée Gosline, professor assistente e principal pesquisador do MIT Sloan School of Management.

Quatro arquéticos de intercâmbios colaborativos com consumidores surgem na intersecção de duas dimensões que ajudarão as empresas.

• Âncoras: coletam informações sobre seus usuários, abrindo sua cadeia de valor para a participação compartilhada;

• Colegas: trabalham lado a lado com seus consumidores para que a participação compartilhada e as informações do usuário sejam alavancadas de modo a melhorar a experiência do cliente final;

• Consultores: aproveitam informações sobre seus consumidores, mas mantêm o controle sobre qualquer participação;

• Diretores: coletam informações e prestam serviços baseados na participação controlada dos consumidores.

Para criar uma troca bem sucedida, tanto as empresas quanto os consumidores devem estar dispostos a abrir mão de parte do controle para permitir uma participação positiva e o compartilhamento de informações. Entender o fluxo bidirecional de engajamento e como os consumidores se beneficiam da permuta é essencial para cultivar uma troca colaborativa. O engajamento dos consumidores deve ser entendido não apenas em termos de quantidade ou valor extraído pela empresa, mas pela experiência vivida pelo consumidor. Obter o equilíbrio certo é fundamental para criar uma relação de ganha-ganha nessa troca.

Intercâmbios colaborativos em um mundo digital exigem que as empresas não dependam apenas da ciência de dados, mas que desenvolvam um arsenal paralelo de ciência comportamental. A análise granular precisa ser equilibrada com foco na empatia. Desenvolver uma compreensão abrangente dos comportamentos, valores e sentimentos humanos permanecerá, na economia digital, tão importante como sempre foi.

“Os profissionais de marketing sabem que o sucesso de suas ações está na análise, nos algoritmos e na inteligência artificial. É claro que isso é muito importante. Mas o que vemos claramente a partir desta pesquisa é que, na economia digital, o elemento humano se mantém mais importante do que nunca. Uma vez que as marcas forem capazes de encontrar o equilíbrio entre a análise de dados e a ciência comportamental, conseguirão conduzir relações com ganhos mútuos no intercâmbio com seus consumidores”, explica Didier Bonnet, vice-presidente executivo da Capgemini Consulting.

Relatório completo: https://www.capgemini-consulting.com/resources/collaborative-customer-exchanges

[1] CX (Collaborative Exchanges) ou Intercâmbios Colaborativos: o conceito é uma nova abordagem para a gestão da experiência do cliente com mais recompensas para empresas e consumidores.

Metodologia da pesquisa da Capgemini e do MIT Research

O relatório desta pesquisa apresenta um framework para decidir quando e como as experiências dos consumidores podem se transformar em intercâmbios colaborativos por meio de pontos de contato mediados digitalmente na cadeia de valor da empresa. Este quadro, combinado à análise quantitativa e qualitativa, é baseado em resultados de eventos e sentimentos (envolvendo milhares de comentários de clientes e tweets), além de entrevistas com executivos e estudos de casos observados.

Tags, , ,

EY patrocina conferência em Harvard e MIT

Com o objetivo de fomentar o debate de temas que impactam o atual momento político e econômico do Brasil e seu futuro, a EY participa, nos dias 7 e 8 de abril, da terceira edição da Brazil Conference, evento organizado por estudantes brasileiros da Universidade Harvard e do Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Luiz Sérgio, CEO da EY Brasil, participará como mediador do painel “Can Brazilian companies be protagonists in the global economy?”, onde poderá ampliar a discussão sobre a internacionalização das empresas brasileiras e como elas podem se tornar protagonistas na economia global.

Já Daniel Levites, sócio da EY de serviços financeiros nos Estados Unidos, colocará em discussão como o Brasil, que já se destaca enquanto destino de investimento direto de estrangeiros pode ampliar ainda mais este fluxo, no painel “How can we create a country more attractive for investments?”. Para contribuir com o tema, com sua experise, Mike Inserra, vice-presidente da EY para as Américas, participa do mesmo debate.

“Para nós, participar de um evento dessa dimensão é muito importante. Além de contribuirmos com uma discussão relevante, podemos trazer casos reais da nossa expertise atuando junto a empresas brasileiras e internacionais”, afirma Luiz Sérgio CEO da EY Brasil.

A conferência também contará com a participação de palestrantes dos setores público, lideranças políticas, pesquisadores e professores de ambas universidades, empresários, empreendedores e artistas. A missão da conferência é fomentar um ambiente de respeito à diversidade ideológica, social e política.

A programação completa da Brazil Conference 2017 pode ser encontrada no site http://www.brazilconference.org/2017/en/home/.

Tags, , , ,

MIT dará prêmio de mais de US$ 1 milhão para organizações que criam mais oportunidades econômicas para os trabalhadores com uso de tecnologia

1 (1)

“A produtividade alcançou níveis recorde e a inovação nunca foi tão acelerada, mas, ao mesmo tempo, observamos uma queda na renda média e menos vagas de emprego”, afirmou Erik Brynjolfsson, diretor da iniciativa para a economia digital do MIT (IDE). “As pessoas estão ficando para trás porque a tecnologia está avançando tão rápido que nossas habilidades e organizações não conseguem acompanhar.” Segundo ele, “esse é o grande paradoxo da nossa era”. Essa tendência só se intensificará, a menos que surjam novas soluções.

IDE do MIT acredita que as soluções tecnológicas permitirão que as pessoas participem de maneira mais intensa em nossa economia digital, que se desenvolve em ritmo acelerado, aumentando a renda e garantindo oportunidades de emprego. Para reconhecer e facilitar essas soluções criativas durante este momento de mudanças sem precedentes, a IDE do MIT lançou o Desafio de inovação inclusiva (IIC). Após um primeiro ano de sucesso, com quase 300 inscritos do mundo todo, o segundo ano do IIC foi lançado. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas em MITinclusiveinnovation.com.

O IIC dará um prêmio de mais de US$ 1 milhão para os “super-heróis da inovação inclusiva” – organizações que utilizam a tecnologia para reinventar o futuro do trabalho e criar uma economia mais equitativa. Organizações com e sem fins lucrativos de qualquer tamanho, idade, tipo e nacionalidade podem participar.

As categorias deste ano são:

– Desenvolvimento de habilidades e detecção de oportunidades
– Aumento da renda e geração de empregos
– Acesso à tecnologia
– Inclusão financeira

Mais de 100 jurados e um comitê especialista de campeões selecionarão 16 vencedores entre as organizações inscritas.

– Quatro vencedores receberão o grande prêmio de US$ 150.000 cada
– Doze vencedores receberão US$ 35.000 cada

Os candidatos devem se inscrever até o dia 7 de junho de 2017 e enviar seus trabalhos até o dia 21 de junho de 2017, quando o desafio será encerrado. Os vencedores serão anunciados durante a HUBweek de Boston (hubweekboston.com), no dia 12 de outubro de 2017, em um evento de grande visibilidade.

O desafio é financiado com o apoio da The Rockefeller Foundation, The Joyce Foundation, Joseph Eastin, ISN® e Google.org.

Participe! Para participar como jurado, patrocinador ou parceiro de comunicação, ou para indicar uma organização, envie um e-mail para iic@mit.edu. Para se inscrever ou para se cadastrar e receber atualizações, acesse: MITinclusiveinnovation.com

Para obter mais informações sobre a iniciativa para a economia digital do MIT, acesse: ide.mit.edu

FONTE MIT Sloan School of Management

Tags, ,