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SAP traz para o Brasil programa global de treinamento para jovens talentos

A SAP traz para o Brasil o programa Young Professional, voltado para a formação e capacitação gratuita de jovens talentos. Coordenado pelo SAP Training and Development Institute (SAP TDI), uma organização da SAP que nasceu há quatro anos, em Dubai, o programa já qualificou mais de 760 jovens graduados no Oriente Médio e no norte da África. A iniciativa também oferece suporte para que os jovens desenvolvam seu potencial como empreendedores.

No Brasil, o programa ocorre em São Paulo e haverá duas turmas. A primeira terá início em julho e a outra em setembro/outubro. Poderão se inscrever apenas estudantes brasileiros com graduação completa (até três anos de formados) e que não estejam empregados. O número de vagas é limitado (25 por turma) e as aulas são gratuitas.

“Queremos proporcionar aos jovens profissionais, com curso superior, treinamentos especiais que vão auxiliá-los a se destacarem no mercado e capacitá-los para que apoiem a Economia Digital no Brasil”, afirma Cristina Palmaka, presidente da SAP Brasil.

O conteúdo do Young Professional abrange a capacitação em habilidades pessoais e de negócios, além de prover conhecimento sobre tecnologias SAP como Analytics, SAP HANA e aplicações em nuvem. A agenda inclui oficinas de desenvolvimento de competências, como Design Thinking, além de ensinar técnicas de vendas, negociação e habilidades de apresentação e comunicação. A programação também conta com a apresentação de experiências práticas através de exercícios simulados sobre o ciclo de vida de um projeto.

Ao término do curso, os participantes poderão obter certificação em um conjunto de soluções da SAP, e estarão formados como Consultores SAP Associados, o que lhes dará uma vantagem competitiva junto a clientes e parceiros da empresa. Os alunos formados, portanto, estarão preparados para ingressar nessas companhias que são parte do ecossistema da SAP, ou mesmo para empreenderem.
“Estamos empenhadas em trabalhar ao lado de instituições públicas e do setor privado para desenvolver a geração Millennials, que vai conduzir a economia da região. Acreditamos que a tecnologia pode transformar a vida de muitas pessoas no Brasil”, salienta Marita Mitschein, diretora executiva do SAP Training and Development Institute.

O processo seletivo será aberto em breve. O alvo são estudantes graduados em áreas como administração, engenharia e tecnologia.

Qualificar agora para crescer no futuro

Atualmente, uma em cada duas pessoas no planeta tem menos de 30 anos. A primeira geração “sempre conectada”, a Millennials, é que a tem a melhor formação educacional da história, mas ainda sofre com altas taxas de desemprego, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Cerca de 20% dos jovens no Brasil, com idades entre 15 a 29 anos, não está na escola, no emprego, nem em treinamento. Algumas das principais dificuldades de emprego que os jovens enfrentam são a educação limitada e a falta de competências necessárias.

Em paralelo, todas as organizações estão se tornando cada vez mais dependentes de habilidades técnicas avançadas na emergente Economia Digital. Até 2020, os países enfrentarão a escassez de talentos qualificados e, segundo a McKinsey, será necessário um total de 40 milhões de profissionais altamente capacitados, especialmente em ciências, tecnologia, engenharia e matemática.

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Segundo estudo PayPal-Ipsos, os Millennials têm maior probabilidade de comprar via internet do que a população em geral

Brasileiros de 18 a 34 anos de idade têm mais chance de adquirem online produtos e serviços de sites no exterior do que a população em geral
Novidades

A geração Millennial (também conhecida como Geração Y) representa cerca de 20% da população mundial – no Brasil, são 58,7 milhões de pessoas, entre os 18 e os 34 anos de idade, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Como definição, trata-se daquela faixa de cidadãos 100% familiarizados com dispositivos móveis e comunicação em tempo real. É, assim, a primeira geração verdadeiramente globalizada, que cresceu com a tecnologia e a utiliza desde a primeira infância.

No Brasil, 70% dos representantes da Geração Y entrevistados pelo estudo fizeram compras online nos doze meses compreendidos entre setembro de 2014 e setembro de 2015 – enquanto entre a população em geral o índice não ultrapassa os 67%.

Já, quando o assunto são compras realizadas em sites fora do Brasil, os Millennials aumentam a vantagem: 58% dos que compram online alegam comprar produtos e serviços em sites no exterior (entre a população em geral, a proporção é de 49%).

O que mais a Geração Y brasileira compra online em sites de outros países? Segundo o estudo, as três principais categorias compradas de sites em outros países pelos Millennials nos últimos doze meses são roupas, sapatos e acessórios na liderança (adquiridos por 50% dos Millennials que compram de sites no exterior), seguidos de produtos eletrônicos (35%) e itens digitais educacionais ou de entretenimento, como CDs, DVDs, games etc. (34%). Já quanto à forma de pagamento, os Millennials brasileiros têm maior probabilidade (69%) de terem usado o Paypal em compras online em sites no exterior nos últimos doze meses, frente os 67% da população em geral que compra online do exterior.

Os compradores online da Geração Y na América1 Latina se sentem mais confortáveis fazendo compras em uma loja online em outro país do que a população em geral (53% concordam com a frase “Geralmente me sinto mais confortável em comprar de uma loja online de outro país”, versus 48%); e também têm maior probabilidade de comprar mais em sites que estejam em outros idiomas que não o seu (53% concordam com a frase “Já comprei em sites que não eram na minha língua”, a 49%).

Apesar de nativos digitais (ou talvez por isso mesmo), na hora de comprar, os Millennials têm maior probabilidade de preferir as grandes lojas globais quando compram em sites do exterior (69% concordam com isso versus 67% da população em geral de compradores online); e não fazem distinção sobre o local de onde a compra é enviada, contanto que o preço final seja bom (69% versus 65% da população geral dos compradores online).

Citação

“A internet, para os Millennials, é mais do que uma comodidade; trata-se de necessidade essencial. E os laptops, tablets e smarphones, em particular, criaram condições para que eles se conectem uns com os outros como jamais ocorreu antes com nenhuma geração. São considerados, portanto, a pedra (ou seria o chip?) fundamental das redes sociais. Por isso mesmo, nada mais natural do que serem eles mais propensos a compras online de produtos e serviços”, afirma Mario Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina. E uma pesquisa da Ipsos, feita sob encomenda do PayPal, prova que a premissa é mesmo verdadeira.

1 Os dados da região da América Latina e globais (29 países) são baseados em dados combinados dos países entrevistados (América Latina inclui México, Argentina e Brazil), mas não tiveram seus pesos projetados para o tamanho da população.

*A pedido do PayPal, a Ipsos entrevistou uma amostra representativa** de 800 pessoas localmente (um total de 23.354), de adultos (com 18 anos ou mais) que usam ou têm um equipamento*** com acesso à internet em cada um dos 29 países (Reino Unido, Irlanda, França, Alemanha, Áustria, Suíça, Itália, Espanha, Holanda, Suécia, Polônia, Turquia, Rússia, Israel, Emirados Árabes, Estados Unidos, Canadá, Brasil, México, Argentina, Índia, China, Japão, Coréia do Sul, Cingapura, Austrália, África do Sul, Nigéria e Egito). As entrevistas foram conduzidas online entre 17 de setembro e 28 de outubro de 2015. O trabalho de campo no Brasil foi conduzido entre 17 de setembro e 28 de outubro de 2015

Os dados foram ponderados para se conhecer a incidência de compradores online em todos os países, assim como para se obter o perfil dos usuários de internet em quatro países (Coréia do Sul, Cingapura, Egito e Emirados Árabes).

** Idade, sexo e região representam a população online (idade e sexo são representativos na Suíça). As amostras não foram definidas para a Nigéria, uma vez que não existe um perfil online nesse país.

*** Computador, desktop, laptop, notebook, tablet, smartphone, outros tipos de telefones móveis, organizador eletrônico, PDA com funções de wireless e acesso a dados, consoles de jogos com conectividade à internet, a exemplo do Wii.

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43% das vítimas de cibercrime no Brasil são da Geração Y

A famosa Geração Y, ou Millennials, é representada por jovens que cresceram com a internet e agora estão assumindo posições no mercado. De acordo com estimativa feita em 2014 pela Catho, 70% da força de trabalho no mundo será composta pelos Millennials em 2025. Essa geração, por se sentir confiante no ambiente online, acredita estar segura ao navegar na internet. Entretanto, de acordo com o novo estudo da Norton[1], os Millennials representaram 43% das vítimas de crimes online em 2014, 4% a mais do que a Geração X.

Isso se deve ao fato de que jovens tendem a se expor mais ao crime online, pois possuem mais dispositivos e perfis sociais, e acreditarem que são imunes a qualquer tipo de ameaça digital – somente 16% acredita ser vítima em potencial. Outros dados sobre pessoas da Geração Y do Brasil, abordados no estudo, dizem que:

• 57% já teve ou conhece alguém que teve o e-mail acessado sem permissão.

• 98% se sente confiante em atualizar configurações de privacidade no celular.

• Somente 47% concorda que usar Wi-Fi público é mais perigoso do que usar banheiros públicos.

• Possui cerca de 6 dispositivos, 2 a mais do que a média da Geração Baby Boomers.

• Acredita que a probabilidade de contrair um vírus de computador é a mesma do que contrair o vírus da gripe em transportes públicos.

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Millennials devem aliar engajamento dentro das empresas e construção do conhecimento Novo! – Por Alexandre Slivnik

Os jovens da geração Y vêm transformando os processos, deixando as relações mais horizontais, fazendo com que as empresas fiquem mais dinâmicas e mostrando que unir paixão e trabalho é a melhor maneira de aliar a realização pessoal com a profissional.

Essa “molecada” que é conhecida como “Millennials” resolve tudo na velocidade de um clique e possuem uma percepção de realidade distinta das anteriores, porque cresceram com a sensação de que as distâncias são menores. E acredite, são! Eles desenvolveram suas habilidades de relacionamento pessoal com base nos relacionamentos virtuais. E, na internet, agilidade e proximidade são palavras de ordem.

Grande parte desta geração encara o trabalho como uma experiência que favoreça a troca de conhecimento, porque eles precisam sentir que podem compartilhar também opiniões, ideias e dúvidas com os chefes e os colegas. Somente nesta atmosfera livre que a motivação e o engajamento se propagam. Os Millennials têm de sentir que são importantes para o crescimento e o desenvolvimento de uma organização, precisam perceber que a sua bagagem está em plena expansão.

Mas ampliar conhecimento apenas não basta. É preciso buscá-lo. Logico que a vivencia que se dá no dia a dia do trabalho é fundamental para a formação de uma carreira sólida, mas investir em cursos e formações extras, voltadas ao mundo corporativo, torna-se valioso!

Aqueles que querem ir além da média, ganharão uma experiência significativa tanto no âmbito pessoal, uma vez que terá contato com outros executivos aumentando assim a sua rede de network e também profissional, porque contará inúmeras vantagens frente aos demais colegas que não investiram. Afinal, ter formações extras podem ser um diferencial para quem quer ter destaque. Vejo os profissionais mais jovens (principalmente os da geração Y) como os mais interessados em formação que tenha curto prazo, afinal, sabemos que eles têm uma necessidade natural de crescimento rápido.

Na busca pelo conhecimento, há duas fases que são mais necessárias. A primeira é após cinco anos da primeira formação (graduação), pois é geralmente onde o profissional já tem o contato da prática da teoria aprendida na universidade. O segundo, vem com 15 a 20 anos de experiência, pois é quando, normalmente, o profissional, está buscando o topo da sua carreira.

Para uma carreira executiva, o ideal é que o profissional busque cursos mais rápidos, de uma semana, principalmente no exterior. Para empresas, é muito mais valioso ter três cursos práticos de uma semana em países diferentes.

Quando o profissional quer buscar a área acadêmica, os cursos de extensão (MBA, Pós-Graduação, Mestrado e etc), e que demandam um estudo mais aprofundado, são mais indicados.

Vale lembrar que a maioria dos entrevistadores, ou o departamento de RH que analisam currículo, dão muito valor para esses cursos de férias que têm, normalmente, uma carga horária pequena (8 ou 16 horas). Mas dependendo da área de atuação, pode ser extremamente estratégico para o futuro profissional, por serem mais práticos e objetivos. Já os treinamentos de uma semana, com uma carga horária maior, podem ser considerados de extensão, em que o profissional poderá focar em uma especialidade.

Esses cursos são mais indicados e valorizados para uma carreira executiva e pelo mercado de trabalho (não sendo área acadêmica). Recomendo fortemente que o profissional vá atrás de reciclagem e aprimoramento. A quantidade de dias importa menos do que o envolvimento no processo, sendo assim, minha principal dica é procurar algo que realmente queira fazer e se envolver. Pois o curso dará um norte dos estudos individuais que deverão ser contínuos e eternos.

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Estudo da Oracle destaca a importância dos aplicativos móveis para os “millennials”

Pesquisa revela que as pessoas nascidas entre 1980 e 2000 são menos propensas a usar produtos ou serviços de uma empresa após experiência ruim com um aplicativo

Uma recente pesquisa realizada pela Oracle revela que quase 55% dos millennials – pessoas nascidas entre 1980 e 2000 – disseram que ficariam menos propensos a usar os produtos de uma empresa após uma experiência insatisfatória com um aplicativo móvel. De acordo com o relatório Millennials and Mobility: how businesses can tap into the app generation, 39% desses entrevistados também não recomendariam os produtos ou serviços de uma empresa após uma experiência ruim com o app e 27% admitiram que poderiam, inclusive, dar uma opinião negativa dos produtos e serviços da empresa.

Essas descobertas reforçam que quando as empresas não conseguem proporcionar uma experiência interessante com seus aplicativos móveis para clientes efetivos e potenciais, essa deficiência se reflete nos valores da marca, levando a empresa a correr o risco de desagradar a geração millennial e perder os consumidores para a concorrência, caso essa última tenha uma oferta de um app mais convincente.

Suhas Uliyar, vice-presidente de Gerenciamento de Produtos e Estratégia Móvel da Oracle, afirma que “uma experiência interessante e personalizada para o usuário tornou-se a nova arma na batalha para atrair e reter os clientes da geração millennial. As empresas que não conseguem agregar valor aos clientes com uma experiência móvel conveniente, funcional e relevante, têm pouca chance de alcançar a liderança”.

O relatório também mostra que os millennials não se interessam por comunicações e contatos não solicitados na forma de avisos por push que não sejam relevantes às suas necessidades específicas, mas gostam de receber suporte com valor agregado.

Entre os entrevistados, 73% afirmam que gostam de adquirir produtos ou serviços de uma empresa usando um aplicativo móvel. Do mesmo modo, 71% gostam de gerenciar o faturamento de serviços e 65% apreciam a capacidade de sinalizar problemas ou reclamações para uma empresa usando um aplicativo móvel. Mais da metade (56%) prefere não receber avisos por push e a mesma porcentagem raramente age motivada por esse tipo de aviso, embora quase 50% admitam que essas notificações sejam personalizadas.

“A capacidade de gerenciar faturas ou sinalizar problemas com serviços para uma empresa usando um aplicativo móvel implica em uma relação de consentimento entre o cliente e a marca ou o fornecedor do serviço. A história é completamente diferente no caso dos avisos por push. As organizações terão de prover serviços com base em aplicativos que distingam a fronteira entre a eficiência e a invasão se quiserem explorar a afinidade dos jovens no uso de aplicativos móveis e tablets sem desagradá-los”, ressalta Suhas Uliyar.

A pesquisa da Oracle revelou também que, embora os jovens usem tablets em uma escala considerável, os smartphones continuam sendo o dispositivo preferido para acessar os aplicativos móveis. Por exemplo, 61% dos millennials fizeram upload de conteúdo de mídia usando um aplicativo para smartphones — quase o dobro dos que fizeram a mesma operação usando um tablet (35%). Quando se trata de transferir dinheiro para um amigo, 48% usaram um aplicativo para smartphones, enquanto 22% recorreram a aplicativos pelo tablet para fazer o mesmo tipo de transação.

“Fica claro que há muito espaço para inovação quando se trata de aplicativos para tablets e smartphones de formatos maiores, e as empresas que atenderem esse apelo estarão bem posicionadas para aproveitarem oportunidades em um mercado ainda em amadurecimento. Entretanto, os aplicativos para smartphones e tablets não devem ser desenvolvidos de modo independente um do outro. Muitos millennials possuem vários dispositivos conectados e as empresas terão de fornecer uma experiência consistente e de alta qualidade no aplicativo em todos esses dispositivos se quiserem agregar valor aos clientes”, conclui o vice-presidente da Oracle.

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